<ul><li>    </li></ul><ul><li>The Ecology and Semiotics of Language Learning </li></ul><ul><li>A Sociocultural Perspective...
  Educação, Política, Opinião Pública e Direitos Humanos Linguísticos  <ul><li>     Ao longo dos últimos séculos, a ciênci...
<ul><li>As quatro crises psicológicas e as revoluções  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Tabela 7.1: Crises em psicolo...
O SURGIMENTO DO PONTO DE VISTA ECOLÓGICO <ul><li>&quot;  Estamos começando a jogar com as idéias da ecologia, e embora  ba...
ECOLOGIA PROFUNDA NA NATUREZA E NA EDUCAÇÃO  <ul><li>  </li></ul><ul><li>Argumentei que era dever de um professor  falar f...
<ul><li>Ecologia Profunda de Naess  X Terralingua </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Terralingua (&quot;Parcerias da li...
<ul><li>A plataforma do movimento da ecologia profunda  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>1 O florescimento da vida hu...
<ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Terralingua: uma declaração de princípios básicos  </li></ul><ul><li>  </l...
<ul><li>Com a preservação da diversidade linguística deverá haver políticas educacionais. Um conjunto de linguística dos d...
<ul><li>Um dos problemas sérios que têm afetado programas de educação bilíngüe é a falta de uma abordagem profissional  do...
<ul><li>Tradicionalmente, a mudança de uma língua para outra língua, no caso de imigrantes, desde a sua língua de origem p...
LINGUAGEM POLÍTICA E PLANEJAMENTO DA LINGUAGEM  <ul><li>Tradicionalmente uma nação e sua linguagem formam uma unidade, em ...
<ul><li>Tais políticas requerem complexas estruturas educativas multilingues, incluindo a alfabetização em duas ou mais lí...
<ul><li>São muito os temas que foram destaques no trabalho de Haugen´s, e também no trabalho mais recente de Mühlhäusler n...
<ul><li>Algus sinais das desigualdades tradicionais que Hornberger apresenta são mostrados abaixo. Parece que uso da lingu...
CULTURA, MENTE E VALOR <ul><li>&quot;A cultura é a forma como fazemos as coisas por aqui.&quot; </li></ul><ul><li>Esta def...
<ul><li>Clifford diz que  &quot;a cultura é controvertida, temporária e emergente&quot; (1986, p. 19)  Nesta visão, o que ...
<ul><li>Eu quero sugerir que todos esses fenômenos são muito mais intimamente ligados entre si, e o espaço da vida circund...
UTILIZAÇÕES CRÍTICAS DA TECNOLOGIA  <ul><li>Não há dúvida de que a tecnologia alterou o cenário educacional. Qual a profun...
ESTUDOS   CRÍTICOS EM LINGUAGEM <ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Tudo o que posso fazer, como um educador c...
<ul><li>Isto significa que os alunos devem : </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><ul><li>  desenvolver suas próprias formas ...
<ul><li>Talvez a nossa meta deva ser a de articular idéias claramente e efetivamente na língua-alvo, mesmo que não sejam s...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Critica linguistica ecologica_educacao_politi

363 visualizações

Publicada em

Noeme Apolaro

Publicada em: Educação, Negócios
  • Seja o primeiro a comentar

Critica linguistica ecologica_educacao_politi

  1. 1. <ul><li>    </li></ul><ul><li>The Ecology and Semiotics of Language Learning </li></ul><ul><li>A Sociocultural Perspective </li></ul><ul><li>by </li></ul><ul><li>Leo van Lier </li></ul><ul><li>Monterey Institute of International Studies, U.S.A. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>CHAPTER 7 </li></ul><ul><li>CRITICAL ECOLOGICAL LINGUISTICS </li></ul>
  2. 2.   Educação, Política, Opinião Pública e Direitos Humanos Linguísticos <ul><li>     Ao longo dos últimos séculos, a ciência tem evoluído de uma separação entre a Igreja e ciência nos tempos de Descartes, uma fase positivista no século, um controle maior por interesses comerciais, e cada vez mais especialização em interesses de pesquisas. A lingüística indiscutivelmente tornou-se uma ciência com o estabelecimento da lingüística  sincrônica moderna de Saussure , e ao mesmo tempo ganhou status científico da psicologia. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>As quatro crises em psicologia deste século segundo Reed (1996): </li></ul><ul><li>     * O fracasso da psicologia introspectiva que levou ao programa experimental  de * Wundt; </li></ul><ul><li>     * O fracasso do programa de Wundt, que resultou em confrontos entre behavioristas , como Watson e Pavlov, e vários desafios para essa abordagem sócio-histórico-cultural de Vygotsky, epistemologia genética de Piaget, e outros. </li></ul><ul><li>     *N o final dos anos 1950, houve uma enorme implosão (a terceira crise), e uma perda de fé em um modelo determinista basado em naboratório. </li></ul><ul><li>     *A quarta e atual crise resulta da insatisfação do cérebro, residentes nos modelos que ignoram a atividade no mundo (incluindo a atividade social), bem como a dissociação entre mente, corpo e mundo. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>As quatro crises psicológicas e as revoluções </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Tabela 7.1: Crises em psicologia </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul>PROBLEMA REAÇÃO REVOLUÇÃO 1 Confrontos entre o fisiológico e psicologia interpretativa Surge a Psicologia Científica (Wundt) Revolução científica 2 Confrontos entre o conhecimento científico abordagem do behaviorismo e Gestalt, psicologia e desafio de Vygotsky Operationalistas e positivistas lógicos; (Skinner, Tolman) Behaviorismo dominante 3 Implosão da década de 50 (Hull, Tolman, Skinner): o behaviorismo incapaz de responder a perguntas básicas  Os teóricos da informação, cibernética, Inteligência Artificial Revolução cognitiva: Behaviorismo desacreditada 4 Cognitivismo social e ignora outros fatores ambientais. Confrontos levam a fragmentação, hiper-reducionismo, hiper-pós modernismo, hiper- modelagem (Conexionismo ) Psicologia como a ciência natural da vida humana Revolução ecológica; ‘ciência de valor e significado’ (Reed)
  4. 4. O SURGIMENTO DO PONTO DE VISTA ECOLÓGICO <ul><li>&quot; Estamos começando a jogar com as idéias da ecologia, e embora  banalizemos essas idéias no comércio ou na política, há pelo menos um impulso ainda no materno para unificar e assim santificar o mundo natural total&quot; (Bateson, 1979, p. 27). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Relação entre duas ciências: a Psicologia e a Línguística, incluindo uma perspectiva ecológica entre a matriz atual de abordagens e seus campos. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Uma característica essencial de qualquer abordagem ecológica é a sua contextualização (ou personagem, como chama Greeno, de 1997) situacional. Pode-se argumentar que inevitavelmente conduza a uma perspectiva crítica, desde o que o contexto analisado torne-se parte da investigação. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Uma investigação é considerada ecologicamente válida se for realizada em um ambiente natural e envolva os objetos e atividades da vida diária. </li></ul>
  5. 5. ECOLOGIA PROFUNDA NA NATUREZA E NA EDUCAÇÃO <ul><li>  </li></ul><ul><li>Argumentei que era dever de um professor  falar francamente com os alunos em idade universitária sobre todas os tipos de preocupações da humanidade, e não apenas objeto de um curso como indicado no catálogo. &quot;É assim que nós ganhamos a confiança deles, e incentivá-los a falar assim&quot;  eu disse, &quot;e perceber que todos os indivíduos não residem em pequenos compartimentos ordenados, mas são sujeitos contínuos e inseparáveis colocados na Terra para estudar, a própria vida. &quot; - Kurt Vonnegut, Jr., Hocus </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>                Ecologia Profunda </li></ul><ul><li>(Filósofo Norueguês Arne Naess) </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>&quot;... a interdisciplinaridade dos estudo das condições de vida de organismos em interação uns com os outros  nas mediações orgânicas bem como substâncias inorgânicas &quot;(1989, p. 36). Ele ainda usa o termo ecosofia (ecologia + filosofia) para significar &quot;uma filosofia ou visão de mundo sistemático inspirado pelas condições de vida na ecosfera &quot;(ibid, p. 38). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Ecologia Profunda de Naess  X Terralingua </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Terralingua (&quot;Parcerias da lingüística e Diversidade Biológica  &quot;), é uma recém-criada (1995) organização não-governamental que se poderia chamar de uma contrapartida lingüística para o movimento da ecologia profunda. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Visão dos Lingüistas e Antropólogos:  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><ul><li>Relação entre biodiversidade (ligada à chuva) e diversidade linguística (Glausiusz, 2001). </li></ul></ul><ul><li>  </li></ul><ul><ul><li>O A teoria é que, em áreas mais chuvosas é maior a biodiversidade, e as pessoas que vivem nessas regiões têm uma maior </li></ul></ul><ul><li>      diversidade de linguagem. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><ul><li>Em contrapartida, em regiões mais áridas tendem </li></ul></ul><ul><li>      a ter menor diversidade da língua.  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>                                                          Arne Naess </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  7. 7. <ul><li>A plataforma do movimento da ecologia profunda </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>1 O florescimento da vida humana e não-humana na Terra tem um valor intrínseco. O valor de formas de vida não-humana é independente da estreita utilidade que estes possam  ter para fins humanos. 2 A riqueza e diversidade de formas de vida são valores em si mesmos e contribuem para o florescimento da vida humana e não-humana na Terra. 3 Os seres humanos não têm o direito de reduzir esta riqueza e diversidade, exceto para satisfazer necessidades vitais. 4 É excessiva a presença da interferência humana no mundo não-humano, e a situação está piorando rapidamente. 5 O florescimento da vida humana e culturas é compatível com uma substancial diminuição da população humana. O florescimento da vida  não-humana exige essa diminuição. 6 Para que se tenha condições de vida significativas requer mudanças políticas. Estas afetam estruturas básicas econômicas, tecnológicas e ideológicas. </li></ul><ul><li>7 A mudança ideológica valoriza a qualidade de vida (habitação em situações de valor intrínseco) ao invés de aderir a um padrão elevado de viver. 8 Aqueles que subscrevem aos pontos anteriores têm a obrigação direta ou indirectamente, a participar na tentativa de implementar as mudanças necessárias (1989, p. 29). </li></ul>
  8. 8. <ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Terralingua: uma declaração de princípios básicos  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>1 Essa diversidade de línguas e suas formas variantes é uma parte vital da diversidade cultural do mundo; 2 Que a diversidade biológica e a diversidade cultural (da qual a diversidade linguística é uma dos principais componentes) não são relacionadas apenas, mas muitas vezes inseparáveis, talvez causalmente conectadas através de co-evolução; 3 Que, assim como a diversidade biológica, a diversidade linguística (representados principalmente por línguas indígenas) está enfrentando ameaças crescentes que estão causando uma drástica perda de ambas as línguas e o conhecimento de que são portadores, incluindo o conhecimento sobre o meio ambiente e uso sustentável dos recursos; 4 Essa perda contínua de diversidade linguística, cultural e biológica terão conseqüências perigosas para os seres humanos e a Terra; </li></ul><ul><li>5 Que, portanto, o destino das terras, línguas e culturas dos povos indígenas é determinante para a manutenção da biodiversidade linguística e diversidade cultural (Maffi, 2000, p. 19). </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Com a preservação da diversidade linguística deverá haver políticas educacionais. Um conjunto de linguística dos direitos humanos foi elaborada por Tove Skutnabb-Kangas (2000).  </li></ul><ul><li>  Declaração Universal dos Direitos Linguísticos humano e Garantia a um nível individual,  </li></ul><ul><li>EM RELAÇÃO A LÍNGUA MATERNA (S) (MTS), </li></ul><ul><ul><li>que todos possam identificar sua MTs (primeira língua) que aceite essa identificação e seja respeitado pelos outros; aprender a MTs totalmente, por via oral (quando fisiologicamente possível) e por escrito. Este pressupõe que as minorias são educadas por meio de sua MTs; usar o MTs na maioria das situações oficiais(incluindo escolas).                                        OUTRAS LÍNGUAS </li></ul></ul><ul><ul><li>  que todo mundo, cuja língua materna não é uma língua oficial no país quando ele / ela é residente , possa se tornar bilíngüe (ou trilíngüe) a MTs e  uma língua oficial (s) (de acordo com sua própria escolha.                          A RELAÇÃO ENTRE LÍNGUAS, </li></ul></ul><ul><ul><li>que qualquer alteração de MT é voluntária, não imposta. Isto pressupõe que as alternativas existem, e devem ter bastante conhecimento sobre as conseqüências a longo prazo das escolhas.                                  LUCRO DA EDUCAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>que todos possam lucrar com a educação, independentemente da MT. </li></ul></ul>
  10. 10. <ul><li>Um dos problemas sérios que têm afetado programas de educação bilíngüe é a falta de uma abordagem profissional  do Ensino de Segunda Língua (ESL). Os programas de educação são tradicionais, e os professores não têm um componente ESL adequado. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Isto tem melhorado nos  últimos anos, mas esses modestos sucessos parecem comprometidos. Nenhum treinamento especial para ESL foi dado e, ao vez disso decidiu-se &quot;integrar&quot; a máteria em assuntos regulares. Com efeito os programas especiais que lutavam contra os &quot;distintos mas igauis&quot; parecem ter sido esquecidos na primeira metade do século XX. (Lau v. Nichols, 1974; Brown v. Board of Education, 1954) . </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Adicionado a isso é a mais recente onda de responsabilidade  dos testes que, inevitavelmente , são todas atividades educacionais &quot; inessencial &quot;  (como se o ESL significasse passeios, música e teatro) de um  calendário escolar, deixando espaço  para perfurar e matar atividades. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Tradicionalmente, a mudança de uma língua para outra língua, no caso de imigrantes, desde a sua língua de origem para a língua do país de acolhimento, tem tomadas de três gerações. De acordo com Stephen maio, envolve:  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>1) contato inicial com a língua levando ao status de minoria historicamente associados da linguagem; 2) o bilingüismo, onde o idioma original é mantido, mas a nova linguagem é também necessária; 3) uso recessivo da linguagem antiga, limited largely to intraethnic </li></ul><ul><li>communication; </li></ul><ul><li>4) bilinguismo cada vez mais instável, levando o monolingüismo  a nova linguagem (Maio, 2001, p. 145). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>A criança deve ser encorajada para manter seu dialeto ou idioma, estudá-lo, apreciá-lo, usá-lo em casa e com amigos, compará-lo sistematicamente (mas sem julgar) com outros dialetos ou línguas, como padrão Inglês americano, e se esforçarem para tornar-se um alto-falante proficiente bidialetal ou bilíngüe. </li></ul>
  12. 12. LINGUAGEM POLÍTICA E PLANEJAMENTO DA LINGUAGEM <ul><li>Tradicionalmente uma nação e sua linguagem formam uma unidade, em outros casos diferentes línguas em um país acabaram em lados opostos na guerra civil e outros conflitos. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>&quot;Eu penso que este é o mesmo que dizer que as guerras são causadas por nações com diferentes bandeiras coloridas. Com efeito, em todos os casos que eu conheço, a desigualdade econômica, razões de opressão política, intolerância religiosa, racismo e outros são os culpados por guerras e conflitos. A linguagem é muitas vezes um simples instrumento de tais lutas. &quot; Linguagem política, e alguns tipos de planejamento relacionadas à formulação e administração da política, é um aspecto comum de governo da maioria dos países. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Os exemplos mais dramáticos da linguagem do planejamento ocorre quando uma nação torna-se independente e precisa desenvolver uma infra-estrutura para todos as suas instituições oficiais. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Tais políticas requerem complexas estruturas educativas multilingues, incluindo a alfabetização em duas ou mais línguas. Na África do Sul a Constituição pós-apartheid inclui, além das línguas coloniais Inglês e Afrikaans , e nove línguas Africanas. A Constituição também inclui referência específica aos direitos dos cidadãos a usar e receber instrução de um das línguas oficiais .Certamente, como em outros lugares, o estabelecimento da constituição e da sua aplicação, não são sem controvérsia (Alexander, 2002; Makoni, 2003). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Nancy Hornberger (2002) analisa três temas da ecologia da liguagem em relação as políticas linguísticas multilingues: </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>1. Evolução da Linguagem: Língua viva e evolutiva em um ecossistema juntamente com outras línguas. 2. Ambiente da Linguagem: Línguas interagindo com seu ambiente sociopolítico, econômico e cultural  3. Ameaça da Linguagem: Languages become endangered if there is inadequate environmental support for them vis-à-vis other languages in the ecosystem. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>São muito os temas que foram destaques no trabalho de Haugen´s, e também no trabalho mais recente de Mühlhäusler na região do Pacífico (1996). A preocupação é com línguas ameaçadas de extinção, e a ameaça está relacionada a ambos os fatores evolutivos e ambientais. Um grupo de culpados são os chamados  'assassinos das línguas ', incluindo Inglês, espanhol, mandarim, entre outros. Estas línguas, por força do seu poder econômico e político dominante, constantemente ameaçam outras línguas em suas áreas de influência. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>A metáfora da ecologia da linguagem tem a vantagem de se concentrar diretamente sobre a questão dos direitos humanos lingüísticos e uma preocupação para a inclusão de línguas minoritárias na educação e instituições do estado . </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>O desenvolvimento da alfabetização em mais de uma língua diz respeito à lingüística complexa, ambiente em que as línguas são usadas na sociedade, e também é influenciado por relações de poder entre as línguas e os processos educacionais. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Algus sinais das desigualdades tradicionais que Hornberger apresenta são mostrados abaixo. Parece que uso da linguagem, especialmente a alfabetização, está sempre envolto com o poder. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  ( Figure 7.1: Biliteracy and power) </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  A partir da perspectiva da criança, como a investigação tem demonstrado (Genesee, 2002), bilinguismo e biliteracy não são um problema, nem cognitivamente nem socialmente . A comunicação é, na realidade, sempre multimodal, ou seja, envolve mais do que viu ou ouviu falar de linguagem. Envolve também artefatos, imagens, gestos, movimento e muito mais. Dentro de tal visão multimodal, a linguagem da criança serve de suporte para o surgimento de outras modalidades, incluindo outros línguas, escrita e falada. Além disso, a utilização de outras modalidades de prática atividade auxilia no desenvolvimento das linguagens da criança. </li></ul>
  16. 16. CULTURA, MENTE E VALOR <ul><li>&quot;A cultura é a forma como fazemos as coisas por aqui.&quot; </li></ul><ul><li>Esta definição remete para a atividade quotidiana de um determinado lugar (&quot;aqui&quot;), a um grupo limitado de pessoas (&quot;nós&quot;), e determinada norma comumente aceita para as ações do grupo (&quot;o caminho&quot;).  Ninguém pode dizer exatamente como as coisas são feitas. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Também é possível olhar para a cultura num sentido mais crítico, como fizeram por exemplo, Kramsch (1998) e Byram (1997) . </li></ul><ul><li>Fato : A cultura como um organismo existente dos fatos, acumulação de um conhecimento base; Fronteira : Cultura como delimitada pelas fronteiras nacionais, étnicas ou de grupo: 'Cultura francesa , cultura latina, cultura pop, etc Competência : A cultura como um conjunto de competências para agir e falar adequadamente em certos contextos; Comunicação : A cultura como a habilidade de se comunicar culturalmente ou Cross-culturally ;     </li></ul><ul><li>Encontro : A cultura como &quot;um encontro em uma paisagem berta&quot; (Tornberg,2000, p. 248), caracterizado por um diálogo contingente (Bakhtin,, 1981).                     </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Clifford diz que &quot;a cultura é controvertida, temporária e emergente&quot; (1986, p. 19) Nesta visão, o que é escrito e dito sobre a cultura e a língua também são parte deste fenômeno emergente, temporal e controvertido. Com efeito, então, a cultura e a linguagem são construídos discursivamente , isto é, são moldadas, aprovadas e discutidas, em contextos sociais. São processos e não apenas depósitos dos fatos e regras. Quando os alunos aprendem uma nova língua, novos processos culturais são, evidentemente, uma parte integrante da aprendizagem. No entanto, como Kramsch (1993) argumenta, esta não é apenas a adição de uma segunda cultura, o aluno não poderá mudar de  postura cultural toda vez que adquirrir uma língua . Pelo contrário, o bilíngüe </li></ul><ul><li>  é bicultural (ou multilíngüe, multicultural, </li></ul><ul><li>transcultural) desenvolvendo um ponto de vista </li></ul><ul><li>que baseia-se nas variedades de informações </li></ul><ul><li>culturais para que se forme conjuntos </li></ul><ul><li>diferenciados de posições (Processos de </li></ul><ul><li>  elaboração,terminologia de Goffman, 1981) </li></ul><ul><li>a novas identidades. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Eu quero sugerir que todos esses fenômenos são muito mais intimamente ligados entre si, e o espaço da vida circundante  que podemos perceber, ou mesmo quereremos admitir. Isolar os aspectos lingüísticos do meios de comunicação, o descaso de sua natureza espácio-temporal, é que significa uma desconexão entre o enunciado, o mundo e voz. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Valor, virtude (como discutido no diálogo de Platão, Mênon)e crença do pensamento não aparecem do nada, nem das profundezas do cérebro reptiliano, mas eles são conexões entre nós mesmos e nossas identidades do mundo circundante. Em um visão crítica ecológica da aprendizagem cultural contingente como encontros, morais e aspectos políticos são parte integrante do processo.  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Isto significa que as identidades dos alunos, </li></ul><ul><li>os valores e as questões se tornam </li></ul><ul><li>componentes centrais do diálogo </li></ul><ul><li>em sala de aula. </li></ul>
  19. 19. UTILIZAÇÕES CRÍTICAS DA TECNOLOGIA <ul><li>Não há dúvida de que a tecnologia alterou o cenário educacional. Qual a profundidade e natureza desta mudança ainda não está claro. Alguns dizem que os computadores são a ruína da educação, outros dizem que são os salvação.  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Pde-se usar a tecnologia de duas maneiras: ela pode ser benéfica em algumas circunstâncias, e pode ser prejudicial em outras. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>A tecnologia pode ser vista como ferramenta para superar  a marginalização e a desigualdade, ou como um instrumento de destruição de culturas nativas (Warschauer, 1998). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Cabe aos usuários locais - professores, líderes comunitários e estudantes orientar a tecnologia em direções positivas.    </li></ul>
  20. 20. ESTUDOS CRÍTICOS EM LINGUAGEM <ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Tudo o que posso fazer, como um educador crítico, é estabelecer os meus princípios sobre a mesa e dizer: isto é o que eles são, é pegar ou largar. ensino crítico da linguagem não deve ser nem proselitismo nem doutrina, porque, então, basicamente, deixa de ser crítica, apenas se torna dogma, e dogmas controlam pensamento e ação. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Assim, se tomarmos a noção de doutrina, o que resta dos estudos da linguagem crítica? Como podemos orientar um curso entre docilidade e fanatismo? Eu acho que o resposta está contida em duas simples frases relacionadas:  * pensar por si mesmo                            * falar por si </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Isto significa que os alunos devem : </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><ul><li>  desenvolver suas próprias formas de pensamento, com base em suas posições de desenvolvimento próprio; </li></ul></ul><ul><ul><li>  fazê-lo com a plena participação no grupo sociocultural do qual eles são membros; </li></ul></ul><ul><ul><li>  aprender a falar de forma que se conecte a suas palavras, pensamentos se ligando tanto ao eu, suas identidades e afiliações sociais; </li></ul></ul><ul><ul><li>  desenvolver sua própria voz - socialmente situada - autoritário na língua-alvo; </li></ul></ul><ul><ul><li>aprender a usar a linguagem analisando-a criticamente, com toda a exposição do poder, a manipulação e a fraude institucionalizada que contém. </li></ul></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Aos professores cabe, por um lado, evitar a aderência &quot;a uma forma particular da política &quot;como um projeto demasiado restrito (Pennycook, no prelo, p. 25), e por outro lado, aceitar &quot;todo e qualquer ponto de vista político tão ou mais limitado &quot;(ibid). </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Talvez a nossa meta deva ser a de articular idéias claramente e efetivamente na língua-alvo, mesmo que não sejam suas ideias pessoais. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Então, agora, o que significa a perspectiva crítica  para a nossa sala de aula? </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Pennycook (no prelo, p.7) faz uma distinção útil entre os três principais características que definem o trabalho crítico no ensino de línguas: </li></ul><ul><li>          *domínios ou áreas de interesse </li></ul><ul><li>          *uma postura auto-reflexiva (questionando os                                         próprios pressupostos) </li></ul><ul><li>          *uma pedagogia transformadora (variação de ensino) </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>CONCLUSÃO </li></ul><ul><li>  &quot; Olhar para os estudos da linguagem de forma crítica, observando que se trate de duas regras básicas: pensar por si mesmo, e fala para si mesmo. Rejeitar qualquer abordagem crítica com vista a doutrinação ou proselitismo,uma vez que só possa levar ao um dogma. Aqui precisamos ser guiados pela nossa ciência &quot;própria de valores&quot;, nas palavras de Edward Reed (1996).&quot; </li></ul>

×