Leitura Digital: E-book, e-readerApresentação   Antonio Minharro – LetrasOrientador   Prof. Dr. Antonio Vieira Junior
Leitura Digital            E-book          E-reader
MUDANÇAS NALEITURA,TECNOLOGIADIGITAL ECONTEÚDO
“Meio digital é caminho sem volta para aleitura” Conclusão do 64º Congresso Mundial dos Jornais e o 19ºFórum Mundial de Ed...
Entre pergaminhoshumanos e bitseletrônicosO livro na era do computadorpor Raquel Wandelli –“Revista Leitura” da Imprensa O...
E afinal, o livro tem lugar na culturaglobalizada ou está prestes a virar peçade museu? A Internet seria o substitutodefin...
Especulações sobre o destino da culturade papel na era da informática pecampor desconsiderar que os incunábulos,como os li...
No imaginário popular, aleitura e a escrita seriamaptidões naturais, assim comocomer, dormir, andar. Apaga-seo fato de que...
Um esquecimento, aliás, explicável:se consideramos o pergaminho comoprotótipo do livro moderno, lá se vãomais de 20 século...
Se recuamos um pouco mais etomamos como referência as tabuletasde argila e os velhos papiros dosmesopotâmios, a memória li...
É     tempo     suficiente     paranaturalizarmos essa convivência eignorarmos o livro como umelemento de cultura que semo...
Seja na passagem do papirospara o pergaminho (feito de pelede animal) ou na passagem daspesadas encadernações do séculoXVI...
Agora como nunca, a história do livro e daleitura começa a sair dos círculos dosbibliófilos e eruditos para satisfazer acu...
No momento em que hábitos de leitura semodificam de forma drástica, acorremos aopassado para compreender e suportar melhor...
É um campo fascinante, que atraificcionistas e estudiosos como atraiu OsmanLins, de Avalovara, Ricardo Piglia, deCidade Au...
No campo ensaístico, Roger Chartier, de AAventura do Livro; do leitor ao navegador eAlberto Manguel, de Uma História dalei...
Um dos momentos mais fascinantesdesses relatos fala da descoberta daleitura silenciosa, ainda no início doprimeiro    milê...
Vindo do Norte da África, oprofessor de retórica latina eelocução viajara pelo mundo, masjamais imaginara, em sua vastacul...
Era um revertério para a leiturafonocêntrica, em voz alta, calcadano som e no ritmo. A epifania deSanto Agostinho nos prov...
Uma viagem livresca no tempo permiteperceber ainda que todos os aparatostecnológicos assumidos pelo livro coexistem naera ...
Tatuadas no aparato de escrita maisprimitivo do mundo — a própria pele—, as palavras caminham e contamhistórias das tribos...
A web é, em si, muito mais uma quimeratecnológica, onde coabitam formas passadas,presentes e futuras do que uma superaçãot...
O novo não apaga o velho, como na imagemdo     palimpsesto,    antigo     pergaminhosubmetido a uma solução química parare...
A roda da história circunscreve seutraçado torto e a cada nova espiral, aomesmo tempo retoma e modifica velhaspráticas de ...
Pode também devolver a voz ao texto,sem roubar a imagem da escrita, alémde retomar a iconografia. Mas a leituravertical na...
Nesse aspecto, o livro modernomanteria a vantagem de permitiruma visualização mais imediata dotodo da obra ao ser manipula...
Fisicamente liberado do suporte daleitura    e      encorajado      pelasferramentas     tecnológicas    a    seintrometer...
Entre as mudanças impactantes docomputador está a inigualávelheterogeneidade do meio. Capaz deassociar     imagem,      so...
Talvez o maior impacto, além dadesmaterialização do corpo do livro, seja aprivatização cada vez maior do ato deleitura. Ch...
Por outro lado, o aspecto coletivo daleitura pode ser recuperado, senão decorpo, ao menos virtualmente, nos gruposde discu...
Há perdas e ganhos a cada grande mudança.Vantagens e desvantagens. Mas os períodos detransição tecnológica são únicos porq...
O múltiplo é includente, enquantoo domínio de uma só tecnologiaexclui e marginaliza. Então, que aolado dos imputs magnétic...
Que os navegadores possam"baixar" o novo suspense deStephen King na Internet, mastambém os cantadores negroscontinuem a de...
O e-book
Um livro digital, ou e-book, é um livroem formato digital que pode ser lido emequipamentos eletrônicos tais como PC´s, Not...
Os formatos mais comuns de e-book´ssão o PDF, HTML e o ePUB. Oprimeiro,PDF, necessita do conhecidoleitor de arquivos Acrob...
ePUB (abreviação de Eletronic Publication - PublicaçãoEletrônica) é um formato de arquivo digital padrãoespecífico para e-...
Muitos Formatos dificultam a difusão: ePub, International Digital Publishing Forum .lit, Microsoft Reader .pdf, Acrobat Re...
O e-Reader, livro digital, em inglês) é um pequeno aparelhoque tem como função principal mostrar em uma tela, paraleitura,...
Ao utilizar a tecnologia de tinta eletrônica, também chamada e-ink nas telas desses leitores, os e-reader´s se aproximam m...
O mais famoso dos e-reader´s é o Kindle, criadopela empresa americana Amazon, que teve seuprimeiro modelo lançado nos Esta...
HISTÓRICO
1971: Michael Hart lidera o Project Gutenberg queprocura digitalizar livros e oferece-los gratuitamente on-line.
1993: Zahur Klemath Zapata registra o primeiroprograma de livros digitais.Digital Book Software( DBS )
1993: Publica-se o primeiro livro digital:Do Assassinato, considerado uma obra-prima, de Thomas de Quincey .
1995: Amazon começa a venderlivros através da Internet   .
1996: Project Gutenberg alcança os 1.000 livrosdigitalizados. A meta é um milhão.
1998: São lançados ao mercado os primeirose-reader´s : Rocket Ebook e Softbook.
1998-1999: Surgem sites na Internet que vendem e-books, como eReader.com e eReads.com
   2000: Stephen King lança seu romance    “Riding the Bullet” em formato digital.    Só pode ser lido em computadores   .
2002: As editoras Random House eHarperCollins começam a venderversões eletrônica dos seus títulosna Internet.
2005: Amazon compra Mobipocket nasua estratégia sobre o e-book.
2006: Acordo entre Google com aBiblioteca Nacional do Brasil paradigitalizar 2 milhões de títulos.
2006: Sony lança o leitor Sony Readerque conta com a tecnologia da tintaeletrônica e-ink
2007: Amazon lança o Kindle.
2008: Adobe e Sony fazem compatíveissuas tecnologias de e-book´s (Leitor eDRM).
2008: Sony lança seu e-reader PRS-505.
2009: Barnes& Noble lançao Nook.
2010: Apple lança o iPad.                            Livraria Cultura                            inicia venda de e-       ...
2011:Vendas de e-books chegaaos 15%,nos EUA As vendas de livros eletrônicos passaram a responder por 15% do mercado em 201...
2012: Microsoft investe US$300 milhões na rede livreiraBarnes & Noble,proprietáriado Nook.Aporte equivale a 17,6% departic...
2012:AMAZON LANÇA O NOVO KINDLEPAPERWHITE         2012 :Amazon já está         no Brasil e pode         lançar tablet e Ki...
2012:Parceria entre LivrariaCultura e Kobo: parceria paralançar e-reader e e-book´s noBrasil em que promete devices elivro...
quarta-feira, 10 de outubro de 20122012:Mercado de e-books fazcom que autores iniciantespossam vender em grandeslivrarias.
Uma das vantagens que se atribui ao e-book é seupreço. Como seu custo de produção e de entrega é inferior,um livro digital...
Deve-se lembrar que o livro digital não precisa entrar em filas deimpressão em gráficas, como ocorre tradicionalmente. Ass...
Os leitores de livros eletrônicos podem arquivar grandequantidade de livros, entre 1000 e 3000 títulos, dependendo doforma...
Desde o lançamento do leitor digital Kindle ,que catapultou o crescimento do mercado delivros eletrônicos a partir de 2007...
A digitalização reduz os custos deprodução dos livros, tornando-os maisacessíveis aos leitores,a atualização do e-book é ,...
O diretor da maior editorauniversitária      dos      EUA,Universidade de Chicago, é umentusiasta da leitura digital ,dizq...
Existem alguns entraves para a popularização doe-reader no Brasil, que ainda é incipiente , mascom a entrada de grandes pl...
...entre outros fatores, podem fazer com que oleitor eletrônico se torne um acessório popularcomo o celular, e a leitura d...
O Brasil vem aderindo lentamente à práticada leitura de e-books . A Bienal do Livro deSão Paulo de 2012 trouxe algumas ini...
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  1. 1. Leitura Digital: E-book, e-readerApresentação Antonio Minharro – LetrasOrientador Prof. Dr. Antonio Vieira Junior
  2. 2. Leitura Digital E-book E-reader
  3. 3. MUDANÇAS NALEITURA,TECNOLOGIADIGITAL ECONTEÚDO
  4. 4. “Meio digital é caminho sem volta para aleitura” Conclusão do 64º Congresso Mundial dos Jornais e o 19ºFórum Mundial de Editores
  5. 5. Entre pergaminhoshumanos e bitseletrônicosO livro na era do computadorpor Raquel Wandelli –“Revista Leitura” da Imprensa Oficial – Junho 2001
  6. 6. E afinal, o livro tem lugar na culturaglobalizada ou está prestes a virar peçade museu? A Internet seria o substitutodefinitivo para esse objeto de orelhas,corpo, rodapé, colunas e folha de rostoque participou da própria invenção dohumano?
  7. 7. Especulações sobre o destino da culturade papel na era da informática pecampor desconsiderar que os incunábulos,como os livros eram chamados antes dainvenção dos tipos móveis, não sãoobjetos humanos que se opõem aocomputador, artificial e frio, em umadicotomia do tipo natureza versuscultura.
  8. 8. No imaginário popular, aleitura e a escrita seriamaptidões naturais, assim comocomer, dormir, andar. Apaga-seo fato de que livros de papel sãoeles próprios invençõestecnológicas.
  9. 9. Um esquecimento, aliás, explicável:se consideramos o pergaminho comoprotótipo do livro moderno, lá se vãomais de 20 séculos -os primeiroscódices de pergaminho datam doséculo II a.C., embora a técnica sótenha alcançado difusão na Europa apartir do século IV.
  10. 10. Se recuamos um pouco mais etomamos como referência as tabuletasde argila e os velhos papiros dosmesopotâmios, a memória livresca seperde na antiguidade dos egípcios,gregos e romanos.
  11. 11. É tempo suficiente paranaturalizarmos essa convivência eignorarmos o livro como umelemento de cultura que semodifica e se adapta aos aparatostecnológico de forma lenta, masprofunda. Cada corpo que lhe deuabrigo alterou a forma de leitura enossa própria relação com oconhecimento.
  12. 12. Seja na passagem do papirospara o pergaminho (feito de pelede animal) ou na passagem daspesadas encadernações do séculoXVIII para os livros de bolso efinalmente para o livroeletrônico, muito mudou.
  13. 13. Agora como nunca, a história do livro e daleitura começa a sair dos círculos dosbibliófilos e eruditos para satisfazer acuriosidade pública geral. E não é paradoxalque caia no interesse popular exatamentequando as previsões mais apocalípticasanunciam o fim da cultura do papel; o medodo desconhecido faz a modernidadedebruçar-se sobre o passado.
  14. 14. No momento em que hábitos de leitura semodificam de forma drástica, acorremos aopassado para compreender e suportar melhora revolução tecnológica, sem a impressão dese dar um salto no abismo escuro. A Histórianos dá, senão a garantia, ao menos aimpressão de que o futuro vizinho é fruto econtinuação de nossos próprios passos.
  15. 15. É um campo fascinante, que atraificcionistas e estudiosos como atraiu OsmanLins, de Avalovara, Ricardo Piglia, deCidade Ausente, Humberto Eco, de O Nomeda Rosa e o iugoslavo Milorad Pávitch, de ODicionário Kazar, romances cujas tramasrecriam a história do livro e nos quais é,quase um vivo objeto protagonista.
  16. 16. No campo ensaístico, Roger Chartier, de AAventura do Livro; do leitor ao navegador eAlberto Manguel, de Uma História daleitura, apresentam duas obrasatualíssimas e ricamente ilustradas.
  17. 17. Um dos momentos mais fascinantesdesses relatos fala da descoberta daleitura silenciosa, ainda no início doprimeiro milênio. Eles retomamConfissões, em que santo Agostinho(século III), registra seu olhar deassombro ao entrar na Biblioteca domonastério de Milão e surpreender obispo Ambrósio lendo na cela individual.
  18. 18. Vindo do Norte da África, oprofessor de retórica latina eelocução viajara pelo mundo, masjamais imaginara, em sua vastacultura, que alguém pudesse lerdaquela forma, sem mover os lábios,com a língua quieta, usando apenasos olhos e a mente e buscando osentido no coração.
  19. 19. Era um revertério para a leiturafonocêntrica, em voz alta, calcadano som e no ritmo. A epifania deSanto Agostinho nos provoca outra,nem tão pequena, nem tão óbviaquanto pareça: a leitura também éuma técnica.
  20. 20. Uma viagem livresca no tempo permiteperceber ainda que todos os aparatostecnológicos assumidos pelo livro coexistem naera da informática. Pensemos nos griots, osguerreiros cantadores que viajam a pé de umatribo a outra em algumas regiões da ÁfricaOcidental, como Bambara e Malinke. Opredomínio quase total da oralidade e aausência de livros não impedem que aspalavras caminhem no corpo dos guerreiros,dando permanência à cultura dessas gentes.
  21. 21. Tatuadas no aparato de escrita maisprimitivo do mundo — a própria pele—, as palavras caminham e contamhistórias das tribos, genealogia,magia, ritos. Exibem mapasgeográficos, canções, ideogramas comavisos de guerra. Enquanto isso, nocontinente ao lado, a comunicação sedá via satélite.
  22. 22. A web é, em si, muito mais uma quimeratecnológica, onde coabitam formas passadas,presentes e futuras do que uma superaçãototal do velho pelo novo. Como bem anotouPierre Lévy, em Tecnologias da Inteligência,o computador sobrepõe diversas mídias(televisão, telex, livro, rádio, telefone, fax,vídeo, gravador, cinema) em um sincretismode formas e linguagens (verbal, oral, icônica),sem se reduzir a nenhuma delas.
  23. 23. O novo não apaga o velho, como na imagemdo palimpsesto, antigo pergaminhosubmetido a uma solução química parareceber nova inscrição, de forma que erapossível encontrar sob a superfície raspada,as camadas anteriores de escrita. O novo nãoapaga o velho, mas ao incidir sobre ele recria-o, transforma-o.
  24. 24. A roda da história circunscreve seutraçado torto e a cada nova espiral, aomesmo tempo retoma e modifica velhaspráticas de leitura. Os chats, grupos dediscussão ou a correspondência trocadapela Internet mostram que o meioeletrônico recupera, por exemplo, certaespontaneidade e fluidez da literaturaoral.
  25. 25. Pode também devolver a voz ao texto,sem roubar a imagem da escrita, alémde retomar a iconografia. Mas a leituravertical na tela, através da barra derolamento, padece da limitação dos rolosde pergaminho, que obrigavam o leitor aseguir parte por parte, com as mãospresas ao aparato.
  26. 26. Nesse aspecto, o livro modernomanteria a vantagem de permitiruma visualização mais imediata dotodo da obra ao ser manipuladohorizontalmente. Por outro lado, oleitor não pode reescrevê-lo emodificá-lo com a mesma facilidadeque teria no computador.
  27. 27. Fisicamente liberado do suporte daleitura e encorajado pelasferramentas tecnológicas a seintrometer no texto, o navegadorexperimenta uma produtiva confusãode papéis entre autor e leitor.
  28. 28. Entre as mudanças impactantes docomputador está a inigualávelheterogeneidade do meio. Capaz deassociar imagem, som emovimento ao verbal, provocaquase uma experiência extática,embora desvalorize o sentido dotato, a sensação afetiva de seacariciar um livro ou de se guardaruma lágrima nas páginasamarelas do papel, como bemanotou José Saramago.
  29. 29. Talvez o maior impacto, além dadesmaterialização do corpo do livro, seja aprivatização cada vez maior do ato deleitura. Chartier aponta para umaseparação da leitura de toda forma deespaço comunitário que ainda sobreviveao período industrial, a exemplo dossaraus literários, escolas, bibliotecas,cafés, ônibus.
  30. 30. Por outro lado, o aspecto coletivo daleitura pode ser recuperado, senão decorpo, ao menos virtualmente, nos gruposde discussão e na leitura a várias mãosque só uma rede interligada decomputadores proporciona.
  31. 31. Há perdas e ganhos a cada grande mudança.Vantagens e desvantagens. Mas os períodos detransição tecnológica são únicos porque revelampara os que nele vivem os elos da História. É umprivilégio para leitores e historiadores participardessa experiência, por mais traumática edesafiante que seja. A multiplicidade de recursose oferta democrática de aparatos de leitura deveser incentivada.
  32. 32. O múltiplo é includente, enquantoo domínio de uma só tecnologiaexclui e marginaliza. Então, que aolado dos imputs magnéticos do e-book haja lugar para as velhassuperfícies de inscrição.
  33. 33. Que os navegadores possam"baixar" o novo suspense deStephen King na Internet, mastambém os cantadores negroscontinuem a desfilar seus corpos-livros pela África, feitopergaminhos ambulantes. E quehaja sempre obras de papel paranos humanizar entre suas asas. por Raquel Wandelli
  34. 34. O e-book
  35. 35. Um livro digital, ou e-book, é um livroem formato digital que pode ser lido emequipamentos eletrônicos tais como PC´s, Notebook, Tablets e e-reader ´s(Leitores de livros digitais) ou atémesmo celulares que suportem esserecurso.
  36. 36. Os formatos mais comuns de e-book´ssão o PDF, HTML e o ePUB. Oprimeiro,PDF, necessita do conhecidoleitor de arquivos Acrobat Reader ououtro programa compatível, enquantoque o segundo, ePub, precisa de umnavegador de Internet para ser aberto.O Epub é um formato de arquivo digitalpadrão específico para ebook´s.
  37. 37. ePUB (abreviação de Eletronic Publication - PublicaçãoEletrônica) é um formato de arquivo digital padrãoespecífico para e-books. É livre e aberto e foi criado peloInternational Digital Publishing Forum (CICOM).Arquivos têm a extensão .epub. ePUB é projetado paraconteúdo fluido, o que significa que a tela de texto podeser otimizada de acordo com o dispositivo usado paraleitura. O padrão é destinado a funcionar como um únicoformato oficial para distribuição e venda de livrosdigitais. Ele substitui o padrão Open eBook.
  38. 38. Muitos Formatos dificultam a difusão: ePub, International Digital Publishing Forum .lit, Microsoft Reader .pdf, Acrobat Reader .chm, Microsoft Compiled HTML Help .opf, Open EBook Format .exe, eBook auto-executável em Windows .jar, eBook em Java ME para celulares .prc, Mobipocket Reader .rb, RocketEditions .kml, Hiebook .pdb, iSilo .DjVu .vbo, Virtual Book .mobi, Amazon Kindle .azw, Amazon Kindle .txt .rtf, Rich Text Format, originalmente criado no WordPad .odt, OpenDocument Text .doc, Microsoft Office
  39. 39. O e-Reader, livro digital, em inglês) é um pequeno aparelhoque tem como função principal mostrar em uma tela, paraleitura, o conteúdo de livros digitais (e-books) e outros tipos demídias digitais como jornais, revistas...
  40. 40. Ao utilizar a tecnologia de tinta eletrônica, também chamada e-ink nas telas desses leitores, os e-reader´s se aproximam muito dasensação de se ler um livro convencional por não utilizariluminação, como as telas de cristal líquido (LCD), o que temimpulsionado a venda desses aparelhos em todo o mundo.
  41. 41. O mais famoso dos e-reader´s é o Kindle, criadopela empresa americana Amazon, que teve seuprimeiro modelo lançado nos Estados Unidos, em2007; e no Brasil em 2009.
  42. 42. HISTÓRICO
  43. 43. 1971: Michael Hart lidera o Project Gutenberg queprocura digitalizar livros e oferece-los gratuitamente on-line.
  44. 44. 1993: Zahur Klemath Zapata registra o primeiroprograma de livros digitais.Digital Book Software( DBS )
  45. 45. 1993: Publica-se o primeiro livro digital:Do Assassinato, considerado uma obra-prima, de Thomas de Quincey .
  46. 46. 1995: Amazon começa a venderlivros através da Internet .
  47. 47. 1996: Project Gutenberg alcança os 1.000 livrosdigitalizados. A meta é um milhão.
  48. 48. 1998: São lançados ao mercado os primeirose-reader´s : Rocket Ebook e Softbook.
  49. 49. 1998-1999: Surgem sites na Internet que vendem e-books, como eReader.com e eReads.com
  50. 50.  2000: Stephen King lança seu romance “Riding the Bullet” em formato digital. Só pode ser lido em computadores .
  51. 51. 2002: As editoras Random House eHarperCollins começam a venderversões eletrônica dos seus títulosna Internet.
  52. 52. 2005: Amazon compra Mobipocket nasua estratégia sobre o e-book.
  53. 53. 2006: Acordo entre Google com aBiblioteca Nacional do Brasil paradigitalizar 2 milhões de títulos.
  54. 54. 2006: Sony lança o leitor Sony Readerque conta com a tecnologia da tintaeletrônica e-ink
  55. 55. 2007: Amazon lança o Kindle.
  56. 56. 2008: Adobe e Sony fazem compatíveissuas tecnologias de e-book´s (Leitor eDRM).
  57. 57. 2008: Sony lança seu e-reader PRS-505.
  58. 58. 2009: Barnes& Noble lançao Nook.
  59. 59. 2010: Apple lança o iPad. Livraria Cultura inicia venda de e- books na web
  60. 60. 2011:Vendas de e-books chegaaos 15%,nos EUA As vendas de livros eletrônicos passaram a responder por 15% do mercado em 2011, ante 6% em 2010, de acordo com um relatório da Association of American Publishers e Book Industry Study Group. As organizações compilaram dados fornecidos por quase duas mil editoras.
  61. 61. 2012: Microsoft investe US$300 milhões na rede livreiraBarnes & Noble,proprietáriado Nook.Aporte equivale a 17,6% departicipação dos negócios digitaisda livraria.
  62. 62. 2012:AMAZON LANÇA O NOVO KINDLEPAPERWHITE 2012 :Amazon já está no Brasil e pode lançar tablet e Kindle em breve.
  63. 63. 2012:Parceria entre LivrariaCultura e Kobo: parceria paralançar e-reader e e-book´s noBrasil em que promete devices elivros á preços acessíveis. 2012:Livraria Cultura quer vender leitor eletrônico mais barato que a Amazon O Estado de S. Paulo
  64. 64. quarta-feira, 10 de outubro de 20122012:Mercado de e-books fazcom que autores iniciantespossam vender em grandeslivrarias.
  65. 65. Uma das vantagens que se atribui ao e-book é seupreço. Como seu custo de produção e de entrega é inferior,um livro digital de alto padrão, como os encontrados emsites especializados, pode chegar as mãos do leitor por umpreço até 80% menor que um livro impresso, quando nãofor gratuito.
  66. 66. Deve-se lembrar que o livro digital não precisa entrar em filas deimpressão em gráficas, como ocorre tradicionalmente. Assim, umavez prontos para distribuição, basta entrar em redes on-line devenda e distribuição.
  67. 67. Os leitores de livros eletrônicos podem arquivar grandequantidade de livros, entre 1000 e 3000 títulos, dependendo doformato e modelo de e-reader.
  68. 68. Desde o lançamento do leitor digital Kindle ,que catapultou o crescimento do mercado delivros eletrônicos a partir de 2007, a leituradigital tem dividido opiniões. De um lado, háquem defenda a experiência prazerosa de lerno papel, supostamente inimitável pelatecnologia.
  69. 69. A digitalização reduz os custos deprodução dos livros, tornando-os maisacessíveis aos leitores,a atualização do e-book é , digamos, automática,recursomuito útil para livros técnicos ,didáticos,entre outros.
  70. 70. O diretor da maior editorauniversitária dos EUA,Universidade de Chicago, é umentusiasta da leitura digital ,dizque a digitalização de conteúdoterá impacto comparável aostipos móveis de Gutenberg nadifusão do conhecimento.
  71. 71. Existem alguns entraves para a popularização doe-reader no Brasil, que ainda é incipiente , mascom a entrada de grandes player´s no mercado,diminuição do custo da tecnologia, isenção deimpostos para importação e fabricação do e-reader, concorrência, maior acessibilidade ainternet....
  72. 72. ...entre outros fatores, podem fazer com que oleitor eletrônico se torne um acessório popularcomo o celular, e a leitura digital seja um hábitoprosaico e democrático
  73. 73. O Brasil vem aderindo lentamente à práticada leitura de e-books . A Bienal do Livro deSão Paulo de 2012 trouxe algumas iniciativasnesse sentido, como por exemplo, adisponibilização de obras on-line por parte degrandes livrarias, como a Cultura e aSaraiva, entre outras.

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