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PROFESSOR PESQUISADOR

   PROF. ENG. ANTONIO FERNANDO NAVARRO, M.Sc.

PROFESSOR ORIENTADOR

   PROF. ENG. MIGUEL LUIZ RIBEIRO FERREIRA, D.Sc.

CLASSIFICAÇÃO DO ASSUNTO

   Gerenciamento da Qualidade

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

   LANTELME, E. M. V.. Proposta de um sistema de indicadores da Qualidade e Produtividade para
   a Construção Civil. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dissertação, 124p., 1994.

PALAVRAS-CHAVE

   Gestão pela Qualidade, Qualidade, Gestão de Projetos

OBJETIVO

   No Brasil, o crescimento da competitividade observado nos últimos anos tem levado um número
   significativo de empresas a buscar melhores níveis de desempenho através da implantação de
   programas e melhoria da qualidade e produtividade.
   A implantação desses programas de melhoria requer a avaliação do desempenho com o objetivo de
   orientar a empresa no desenvolvimento de4 seu planejamento estratégico e operacional, através do
   estabelecimento de metas, priorização de ações, identificação de problemas e controle e melhoria
   dos processos.

METODOLOGIA DE PESQUISA (E/OU MÉTODO DE CONSTRUÇÃO)n

   Os estudos mais recentes sobre medição de desempenho e, especificamente sobre sua utilização
   para melhoria, apresentam diversas abordagens e modelos para o desenvolvimento de sistemas de
   medição de desempenho.
   Os sistemas de medição constituem um conjunto de medidas integradas a vários níveis de
   agregação e associados ao programa de melhoria adotado pela empresa.
   A implantação de programas de melhoria pode ser diferente para cada empresa segundo a cultura,
   o tipo de produto, o processo produtivo, o estilo gerencial, a estrutura organizacional, e etc..
   Consequentemente, os sistemas de medição tenderão a ser diferentes para cada situação específica.
   A partir da análise dos princípios e critérios sugeridos nas diversas abordagens e modelos definiu-
   se um conjunto de diretrizes básicas para a geração e implantação de sistemas de medição de
   desempenho, enfocando duas questões: o que medir e como medir.
   Levando em conta as peculiaridades das empresas de construção civil, estas diretrizes orientaram o
   desenvolvimento e implantação do sistema de indicadores de qualidade e produtividade proposto
   neste trabalho.




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CONCLUSÃO (PRINCIPAIS RESULTADOS, POLÊMICAS E CONCLUSÕES)

   A utilização de indicadores de qualidade e produtividade para avaliação de desempenho e
   aperfeiçoamento de processos na construção civil encontra-se ainda em seus primeiros estágios de
   desenvolvimento no setor.
   Este trabalho vem demonstrar que há ainda um longo caminho a ser seguido para que as empresas
   da construção civil utilizem efetivamente dados e fatos na tomada de decisões necessárias a
   melhoria de desempenho. Contudo, os resultados obtidos até o momento permitem afirmar que as
   medições podem fornecer informações úteis ao aperfeiçoamento dos processos nas empresas,
   sendo fundamentais para impulsionar o processo de melhoria de desempenho do setor. Desta
   forma, existem grandes evidências de que a hipótese principal seja confirmada.
   O grande número de adesões ao sistema de indicadores desde o início de sua implantação em
   dezembro de 1993 vem demonstrar o crescente interesse das empresas na questão da medição de
   desempenho. Contudo, nesta fase inicial da implantação, houve uma pequena participação destas
   empresas na coleta dos dados concentrados, principalmente, na coleta dos indicadores do grupo
   Projeto e Recursos Humanos.
   Algumas das dificuldades apontadas pelas empresas para a coleta dos indicadores referem-se a
   falta de recursos humanos, disponibilidade de tempo e acessibilidade dos dados. Alguns
   indicadores como os do grupo Projeto e Recursos Humanos podem ser facilmente obtidos dos
   documentos da empresa (plantas, orçamentos, cálculos, relatórios de acidentes, folhas de
   pagamento, etc.), podendo, inclusive, serem obtidos dados históricos sobre o seu desempenho.
   Outros indicadores devem ser coletados nas obras durante a execução de determinados serviços,
   requerendo uma maior disponibilidade de tempo e recursos humanos para sua implantação que
   muitas empresas, principalmente as de pequeno porte, não têm disponíveis.
   Constatou-se também, nas empresas de construção, uma grande deficiência no registro e
   armazenamento de dados, dificultando o acesso e tornando trabalhosa a sua coleta.
   Outras dificuldades apontadas pelas empresas são a complexidade do processo de coleta dos
   dados, a clareza do manual de utilização e a falta de experiência, demonstrando a importância da
   simplicidade na definição de procedimentos e critérios para a coleta dos dados e da necessidade de
   treinamento das pessoas.
   Por exemplo, as variáveis definidas para os indicadores de Projeto e recursos Humanos são mais
   facilmente entendidas, não gerando grandes dúvidas ou discussões em torno de suas definições. As
   explicações contidas no manual foram suficientes para permitir a adequada coleta dos dados. Os
   demais indicadores apresentam uma maior complexidade nos procedimentos de coleta de dados,
   necessitando de treinamento de pessoas para sua implantação nas empresas, o que pode ter
   desmotivado a coleta desses dados.
   No entanto, a maioria desses indicadores fornece informações para identificação das principais
   causas e origens dos problemas de falta de qualidade mais freqüentes nas empresas de construção,
   permitindo que sejam tomadas decisões quanto às intervenções mais eficazes para a melhoria de
   desempenho. Estas intervenções envolvem diversos processos, funções e pessoas na empresa e,
   portanto, devem ser desenvolvidas dentro de programas de melhoria em áreas específicas com
   ampla participação dos funcionários da empresa e do maior comprometimento das gerências.
   Observou-se que as empresas, de uma forma geral, tendem a medir os indicadores de maior
   simplicidade por não terem definidas suas reais necessidades de informação. VILACRESES e
   PALACIOS (1994), em uma análise do perfil estratégico das empresas de construção civil de
   pequeno porte apontam uma certa dificuldade por parte da alta gerência em definir seus objetivos
   decorrente da falta de planejamento formal. Quando a empresa não tem claramente definidos seus




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   objetivos não pode estabelecer quais as ações necessárias para atingi-los e, menos ainda,
   identificar as informações necessárias ao seu processo de tomada de decisões.
   O maior envolvimento e comprometimento das empresas com a melhoria da qualidade permitirá a
   estas empresas definir melhor seus objetivos e metas e, consequentemente, suas necessidades de
   informação. Esse processo também se refletirá em uma maior mobilização para a coleta de dados.
   Neste aspecto é importante ressaltar que embora as empresas não tenham claramente definidos
   suas necessidades de informação, elas reconhecem que os indicadores podem fornecer
   informações para melhor entendimento dos processos, identificação das causas de seus problemas,
   fornecendo a visibilidade necessária para orientar suas ações de melhoria de desempenho. Neste
   sentido os indicadores selecionados têm se mostrado adequados a obtenção desse tipo de
   informação.
   Conclui-se que os maiores obstáculos à implantação das medições de desempenho e sua efetiva
   utilização no processo de aperfeiçoamento na construção civil são o grau de comprometimento das
   empresas com a melhoria de qualidade e produtividade e a falta de experiência dos profissionais
   das empresas de construção civil para a coleta, processamento e avaliação de dados.
   Neste sentido, a implantação das medições deve ser feita através de treinamento e conscientização
   das pessoas para a coleta dos dados e avaliação das informações e do incentivo às empresas na
   implantação de programas de melhoria priorizados a partir de um planejamento formal ou da
   identificação de problemas.
   Uma outra conclusão deste trabalho aponta para a simplicidade como um requisito fundamental
   para a seleção e implantação de um indicador. Neste aspecto deve-se considerar a acessibilidade e
   disponibilidade dos dados, a facilidade de compreensão e aplicação pelas pessoas que irão utilizá-
   lo e o baixo custo.
   Uma maior eficiência pode ser obtida através do envolvimento, neste processo de especialistas em
   medição e pessoas, que tenham um bom conhecimento dos processos para os quais estão sendo
   desenvolvidas as medições. Além disso, deve-se buscar constantemente o feeback tanto das
   pessoas responsáveis pela coleta e processamento dos dados quanto dos usuários da informação.
   Neste sentido procurou-se dar ao sistema de indicadores um caráter dinâmico, onde a partir do
   feedback das empresas participantes do sistema são feitos ajustes e alterações, visando obter a
   simplicidade necessária à efetiva implantação das medições. Essa realimentação também foi
   obtida através de estudos-piloto realizados pelos pesquisadores envolvidos.
   Com relação a etapas de processamento e avaliação de dados até esta fase do projeto o pequeno
   volume e a grande variabilidade dos dados fornecidos não permitiu a obtenção de valores de
   referência para diferentes tipologias de edificações e processos construtivos, nem a identificação
   de correlações entre resultados e as características das edificações ou processos. O processamento
   limitou-se ao cálculo de médias e à identificação de valores máximos e mínimos de desempenho,
   permitindo a comparação dos resultados das empresas individualmente com as médias do conjunto
   de empresas.
   Resumidamente, apresenta-se no quadro 6 alguns aspectos relevantes da avaliação individual dos
   indicadores.
   É importante ressaltar que o sistema de indicadores proposto neste trabalho tem por objetivo
   principal avaliar o desempenho do setor quanto a qualidade e produtividade, estabelecendo valores
   de referência e benchmarks que possam ser utilizados para orientar as empresas no
   estabelecimento de estratégias e ações de melhoria. A seleção dos indicadores a partir dos
   problemas mais freqüentes de falta de qualidade na construção civil em diferentes áreas funcionais
   procurou dar uma maior representatividade aos indicadores, permitindo que sirvam de base para o
   desenvolvimento de sistemas de indicadores específicos das empresas. No entanto, as empresas




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   devem ser incentivadas a definir os seus próprios indicadores, segundo suas necesssidades de
   informação.

OPINIÃO (PONTOS FORTES E FRACOS)

Trata-se de uma Dissertação para a obtenção do Grau de Mestre em Engenharia

   REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

   PALACIOS, V. H. R.; VILACRESES, X. E. R.. Análise do perfil estratégico de empresas de
   construção civil de pequeno porte. In: Seminário Qualidade na Construção Civil, 4., Porto Alegre,
   1994. Anais... Porto Alegre: Programa da Qualidade e Produtividade da Construção Civil no Rio
   Grande do Sul, 268p. p.37-48, 1998




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Proposta de um sistema de indicadores da qualidade e produtividade para a construção civil

  • 1. Universidade Federal Fluminense PROFESSOR PESQUISADOR PROF. ENG. ANTONIO FERNANDO NAVARRO, M.Sc. PROFESSOR ORIENTADOR PROF. ENG. MIGUEL LUIZ RIBEIRO FERREIRA, D.Sc. CLASSIFICAÇÃO DO ASSUNTO Gerenciamento da Qualidade REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA LANTELME, E. M. V.. Proposta de um sistema de indicadores da Qualidade e Produtividade para a Construção Civil. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dissertação, 124p., 1994. PALAVRAS-CHAVE Gestão pela Qualidade, Qualidade, Gestão de Projetos OBJETIVO No Brasil, o crescimento da competitividade observado nos últimos anos tem levado um número significativo de empresas a buscar melhores níveis de desempenho através da implantação de programas e melhoria da qualidade e produtividade. A implantação desses programas de melhoria requer a avaliação do desempenho com o objetivo de orientar a empresa no desenvolvimento de4 seu planejamento estratégico e operacional, através do estabelecimento de metas, priorização de ações, identificação de problemas e controle e melhoria dos processos. METODOLOGIA DE PESQUISA (E/OU MÉTODO DE CONSTRUÇÃO)n Os estudos mais recentes sobre medição de desempenho e, especificamente sobre sua utilização para melhoria, apresentam diversas abordagens e modelos para o desenvolvimento de sistemas de medição de desempenho. Os sistemas de medição constituem um conjunto de medidas integradas a vários níveis de agregação e associados ao programa de melhoria adotado pela empresa. A implantação de programas de melhoria pode ser diferente para cada empresa segundo a cultura, o tipo de produto, o processo produtivo, o estilo gerencial, a estrutura organizacional, e etc.. Consequentemente, os sistemas de medição tenderão a ser diferentes para cada situação específica. A partir da análise dos princípios e critérios sugeridos nas diversas abordagens e modelos definiu- se um conjunto de diretrizes básicas para a geração e implantação de sistemas de medição de desempenho, enfocando duas questões: o que medir e como medir. Levando em conta as peculiaridades das empresas de construção civil, estas diretrizes orientaram o desenvolvimento e implantação do sistema de indicadores de qualidade e produtividade proposto neste trabalho. Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense Rua Passo da Pátria, 156, sala 265, bloco D São Domingos | Niterói | RJ | 24210-240 Tel.: +55 21 2629-5564 Fax: +55 21 2629-5420 1|4
  • 2. Universidade Federal Fluminense CONCLUSÃO (PRINCIPAIS RESULTADOS, POLÊMICAS E CONCLUSÕES) A utilização de indicadores de qualidade e produtividade para avaliação de desempenho e aperfeiçoamento de processos na construção civil encontra-se ainda em seus primeiros estágios de desenvolvimento no setor. Este trabalho vem demonstrar que há ainda um longo caminho a ser seguido para que as empresas da construção civil utilizem efetivamente dados e fatos na tomada de decisões necessárias a melhoria de desempenho. Contudo, os resultados obtidos até o momento permitem afirmar que as medições podem fornecer informações úteis ao aperfeiçoamento dos processos nas empresas, sendo fundamentais para impulsionar o processo de melhoria de desempenho do setor. Desta forma, existem grandes evidências de que a hipótese principal seja confirmada. O grande número de adesões ao sistema de indicadores desde o início de sua implantação em dezembro de 1993 vem demonstrar o crescente interesse das empresas na questão da medição de desempenho. Contudo, nesta fase inicial da implantação, houve uma pequena participação destas empresas na coleta dos dados concentrados, principalmente, na coleta dos indicadores do grupo Projeto e Recursos Humanos. Algumas das dificuldades apontadas pelas empresas para a coleta dos indicadores referem-se a falta de recursos humanos, disponibilidade de tempo e acessibilidade dos dados. Alguns indicadores como os do grupo Projeto e Recursos Humanos podem ser facilmente obtidos dos documentos da empresa (plantas, orçamentos, cálculos, relatórios de acidentes, folhas de pagamento, etc.), podendo, inclusive, serem obtidos dados históricos sobre o seu desempenho. Outros indicadores devem ser coletados nas obras durante a execução de determinados serviços, requerendo uma maior disponibilidade de tempo e recursos humanos para sua implantação que muitas empresas, principalmente as de pequeno porte, não têm disponíveis. Constatou-se também, nas empresas de construção, uma grande deficiência no registro e armazenamento de dados, dificultando o acesso e tornando trabalhosa a sua coleta. Outras dificuldades apontadas pelas empresas são a complexidade do processo de coleta dos dados, a clareza do manual de utilização e a falta de experiência, demonstrando a importância da simplicidade na definição de procedimentos e critérios para a coleta dos dados e da necessidade de treinamento das pessoas. Por exemplo, as variáveis definidas para os indicadores de Projeto e recursos Humanos são mais facilmente entendidas, não gerando grandes dúvidas ou discussões em torno de suas definições. As explicações contidas no manual foram suficientes para permitir a adequada coleta dos dados. Os demais indicadores apresentam uma maior complexidade nos procedimentos de coleta de dados, necessitando de treinamento de pessoas para sua implantação nas empresas, o que pode ter desmotivado a coleta desses dados. No entanto, a maioria desses indicadores fornece informações para identificação das principais causas e origens dos problemas de falta de qualidade mais freqüentes nas empresas de construção, permitindo que sejam tomadas decisões quanto às intervenções mais eficazes para a melhoria de desempenho. Estas intervenções envolvem diversos processos, funções e pessoas na empresa e, portanto, devem ser desenvolvidas dentro de programas de melhoria em áreas específicas com ampla participação dos funcionários da empresa e do maior comprometimento das gerências. Observou-se que as empresas, de uma forma geral, tendem a medir os indicadores de maior simplicidade por não terem definidas suas reais necessidades de informação. VILACRESES e PALACIOS (1994), em uma análise do perfil estratégico das empresas de construção civil de pequeno porte apontam uma certa dificuldade por parte da alta gerência em definir seus objetivos decorrente da falta de planejamento formal. Quando a empresa não tem claramente definidos seus Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense Rua Passo da Pátria, 156, sala 265, bloco D São Domingos | Niterói | RJ | 24210-240 Tel.: +55 21 2629-5564 Fax: +55 21 2629-5420 2|4
  • 3. Universidade Federal Fluminense objetivos não pode estabelecer quais as ações necessárias para atingi-los e, menos ainda, identificar as informações necessárias ao seu processo de tomada de decisões. O maior envolvimento e comprometimento das empresas com a melhoria da qualidade permitirá a estas empresas definir melhor seus objetivos e metas e, consequentemente, suas necessidades de informação. Esse processo também se refletirá em uma maior mobilização para a coleta de dados. Neste aspecto é importante ressaltar que embora as empresas não tenham claramente definidos suas necessidades de informação, elas reconhecem que os indicadores podem fornecer informações para melhor entendimento dos processos, identificação das causas de seus problemas, fornecendo a visibilidade necessária para orientar suas ações de melhoria de desempenho. Neste sentido os indicadores selecionados têm se mostrado adequados a obtenção desse tipo de informação. Conclui-se que os maiores obstáculos à implantação das medições de desempenho e sua efetiva utilização no processo de aperfeiçoamento na construção civil são o grau de comprometimento das empresas com a melhoria de qualidade e produtividade e a falta de experiência dos profissionais das empresas de construção civil para a coleta, processamento e avaliação de dados. Neste sentido, a implantação das medições deve ser feita através de treinamento e conscientização das pessoas para a coleta dos dados e avaliação das informações e do incentivo às empresas na implantação de programas de melhoria priorizados a partir de um planejamento formal ou da identificação de problemas. Uma outra conclusão deste trabalho aponta para a simplicidade como um requisito fundamental para a seleção e implantação de um indicador. Neste aspecto deve-se considerar a acessibilidade e disponibilidade dos dados, a facilidade de compreensão e aplicação pelas pessoas que irão utilizá- lo e o baixo custo. Uma maior eficiência pode ser obtida através do envolvimento, neste processo de especialistas em medição e pessoas, que tenham um bom conhecimento dos processos para os quais estão sendo desenvolvidas as medições. Além disso, deve-se buscar constantemente o feeback tanto das pessoas responsáveis pela coleta e processamento dos dados quanto dos usuários da informação. Neste sentido procurou-se dar ao sistema de indicadores um caráter dinâmico, onde a partir do feedback das empresas participantes do sistema são feitos ajustes e alterações, visando obter a simplicidade necessária à efetiva implantação das medições. Essa realimentação também foi obtida através de estudos-piloto realizados pelos pesquisadores envolvidos. Com relação a etapas de processamento e avaliação de dados até esta fase do projeto o pequeno volume e a grande variabilidade dos dados fornecidos não permitiu a obtenção de valores de referência para diferentes tipologias de edificações e processos construtivos, nem a identificação de correlações entre resultados e as características das edificações ou processos. O processamento limitou-se ao cálculo de médias e à identificação de valores máximos e mínimos de desempenho, permitindo a comparação dos resultados das empresas individualmente com as médias do conjunto de empresas. Resumidamente, apresenta-se no quadro 6 alguns aspectos relevantes da avaliação individual dos indicadores. É importante ressaltar que o sistema de indicadores proposto neste trabalho tem por objetivo principal avaliar o desempenho do setor quanto a qualidade e produtividade, estabelecendo valores de referência e benchmarks que possam ser utilizados para orientar as empresas no estabelecimento de estratégias e ações de melhoria. A seleção dos indicadores a partir dos problemas mais freqüentes de falta de qualidade na construção civil em diferentes áreas funcionais procurou dar uma maior representatividade aos indicadores, permitindo que sirvam de base para o desenvolvimento de sistemas de indicadores específicos das empresas. No entanto, as empresas Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense Rua Passo da Pátria, 156, sala 265, bloco D São Domingos | Niterói | RJ | 24210-240 Tel.: +55 21 2629-5564 Fax: +55 21 2629-5420 3|4
  • 4. Universidade Federal Fluminense devem ser incentivadas a definir os seus próprios indicadores, segundo suas necesssidades de informação. OPINIÃO (PONTOS FORTES E FRACOS) Trata-se de uma Dissertação para a obtenção do Grau de Mestre em Engenharia REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PALACIOS, V. H. R.; VILACRESES, X. E. R.. Análise do perfil estratégico de empresas de construção civil de pequeno porte. In: Seminário Qualidade na Construção Civil, 4., Porto Alegre, 1994. Anais... Porto Alegre: Programa da Qualidade e Produtividade da Construção Civil no Rio Grande do Sul, 268p. p.37-48, 1998 Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense Rua Passo da Pátria, 156, sala 265, bloco D São Domingos | Niterói | RJ | 24210-240 Tel.: +55 21 2629-5564 Fax: +55 21 2629-5420 4|4