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LEI DE
DESTRUIÇÃO:
GUERRAS
Livro dos Espíritos - Cap. VI
Questões 742 - 745
Dubai, June 3rd, 2018
1
1
“Deus permite ser a Humanidade atingida por
flagelos, para [...] fazê-la progredir mais
depressa. Já não dissemos ser a destruição uma
necessidade para a regeneração moral dos Espíritos,
que, em cada nova existência, sobem um degrau na
escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o
objetivo, para que os resultados possam ser
apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal
os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos,
por efeito do prejuízo que vos causam. Essas
subversões, porém, são freqüentemente necessárias
para que mais pronto se dê o advento de uma
melhor ordem de coisas e para que se realize em
alguns anos o que teria exigido muitos séculos.”
(LE Q 737)
2
“Deus permite ser a Humanidade atingida por
flagelos, para [...] fazê-la progredir mais
depressa. Já não dissemos ser a destruição uma
necessidade para a regeneração moral dos Espíritos,
que, em cada nova existência, sobem um degrau na
escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o
objetivo, para que os resultados possam ser
apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal
os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos,
por efeito do prejuízo que vos causam. Essas
subversões, porém, são freqüentemente necessárias
para que mais pronto se dê o advento de uma
melhor ordem de coisas e para que se realize em
alguns anos o que teria exigido muitos séculos.”
(LE Q 737)
3
“Deus permite ser a Humanidade atingida por
flagelos, para [...] fazê-la progredir mais
depressa. Já não dissemos ser a destruição uma
necessidade para a regeneração moral dos Espíritos,
que, em cada nova existência, sobem um degrau na
escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o
objetivo, para que os resultados possam ser
apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal
os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos,
por efeito do prejuízo que vos causam. Essas
subversões, porém, são freqüentemente necessárias
para que mais pronto se dê o advento de uma
melhor ordem de coisas e para que se realize em
alguns anos o que teria exigido muitos séculos.”
(LE Q 737)
4
“Deus permite ser a Humanidade atingida por
flagelos, para [...] fazê-la progredir mais
depressa. Já não dissemos ser a destruição uma
necessidade para a regeneração moral dos Espíritos,
que, em cada nova existência, sobem um degrau na
escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o
objetivo, para que os resultados possam ser
apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal
os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos,
por efeito do prejuízo que vos causam. Essas
subversões, porém, são freqüentemente necessárias
para que mais pronto se dê o advento de uma
melhor ordem de coisas e para que se realize em
alguns anos o que teria exigido muitos séculos.”
(LE Q 737)
5
“Deus permite ser a Humanidade atingida por
flagelos, para [...] fazê-la progredir mais
depressa. Já não dissemos ser a destruição uma
necessidade para a regeneração moral dos Espíritos,
que, em cada nova existência, sobem um degrau na
escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o
objetivo, para que os resultados possam ser
apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal
os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos,
por efeito do prejuízo que vos causam. Essas
subversões, porém, são freqüentemente necessárias
para que mais pronto se dê o advento de uma
melhor ordem de coisas e para que se realize em
alguns anos o que teria exigido muitos séculos.”
(LE Q 737)
6
FLAGELOS DESTRUIDORES:
NATURAIS X PROVOCADOS PELO HOMEM
7
GUERRAS
8
GUERRAS
742 - Qual é a causa que leva o homem à guerra?
– Predominância da natureza
selvagem sobre a espiritual e
satisfação das paixões. No estado de
barbárie, os povos conhecem apenas o
direito do mais forte; é por isso que a
guerra é para eles um estado normal.
Contudo, à medida que o homem
progride, ela se torna menos
freqüente, porque evita as suas causas, e
quando é inevitável sabe aliar à sua ação o
sentimento de humanidade.
9
GUERRAS
744 - Qual o objetivo da providência ao tornar a guerra necessária?
– A Liberdade e o Progresso
10
Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio
ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal
saia o remédio. Um momento chega em que o
excesso do mal moral se torna intolerável e
impõe ao homem a necessidade de mudar de
vida. Instruído pela experiência, ele se sente
compelido a procurar no bem o remédio,
sempre por efeito do seu livre-arbítrio.
Quando toma melhor caminho, é por sua
vontade e porque reconheceu os inconvenientes
do outro. A necessidade, pois, o constrange a
melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do
mesmo modo que o constrangeu a melhorar as
condições materiais da sua existência.5
11
Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio
ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal
saia o remédio. Um momento chega em que o
excesso do mal moral se torna intolerável e
impõe ao homem a necessidade de mudar de
vida. Instruído pela experiência, ele se sente
compelido a procurar no bem o remédio,
sempre por efeito do seu livre-arbítrio.
Quando toma melhor caminho, é por sua
vontade e porque reconheceu os inconvenientes
do outro. A necessidade, pois, o constrange a
melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do
mesmo modo que o constrangeu a melhorar as
condições materiais da sua existência.5
12
Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio
ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal
saia o remédio. Um momento chega em que o
excesso do mal moral se torna intolerável e
impõe ao homem a necessidade de mudar de
vida. Instruído pela experiência, ele se sente
compelido a procurar no bem o remédio,
sempre por efeito do seu livre-arbítrio.
Quando toma melhor caminho, é por sua
vontade e porque reconheceu os inconvenientes
do outro. A necessidade, pois, o constrange a
melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do
mesmo modo que o constrangeu a melhorar as
condições materiais da sua existência.5
13
Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio
ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal
saia o remédio. Um momento chega em que o
excesso do mal moral se torna intolerável e
impõe ao homem a necessidade de mudar de
vida. Instruído pela experiência, ele se sente
compelido a procurar no bem o remédio,
sempre por efeito do seu livre-arbítrio.
Quando toma melhor caminho, é por sua
vontade e porque reconheceu os inconvenientes
do outro. A necessidade, pois, o constrange a
melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do
mesmo modo que o constrangeu a melhorar as
condições materiais da sua existência.5
14
Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio
ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal
saia o remédio. Um momento chega em que o
excesso do mal moral se torna intolerável e
impõe ao homem a necessidade de mudar de
vida. Instruído pela experiência, ele se sente
compelido a procurar no bem o remédio,
sempre por efeito do seu livre-arbítrio.
Quando toma melhor caminho, é por sua
vontade e porque reconheceu os inconvenientes
do outro. A necessidade, pois, o constrange a
melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do
mesmo modo que o constrangeu a melhorar as
condições materiais da sua existência.5
15
GUERRAS
744 a - Se a guerra deve ter como efeito conduzir à
liberdade, como se explica que tenha, muitas vezes, por
objetivo e resultado a escravidão?
– Escravidão temporária para
abater os povos, a fim de fazê-los
progredir mais rápido.
16
Na verdade, esses sofrimentos dolorosos,
que assumem a feição de flagelos
destruidores, fazem parte da programação
reencarnatória, representando, em última
análise, medidas de reajuste espiritual
perante a Lei de Deus. São aflições que
remontam às ações ocorridas no
passado, em outras reencarnações.
O evangelho segundo o espiritismo.
Cap. 5, item 6, p. 110.
17
GUERRAS
745 - O que pensar daquele que provoca a
guerra em seu proveito?
– Esse é o verdadeiro culpado e
precisará de muitas reencarnações
para expiar todas as mortes que
causou, porque responderá por todo
homem cuja morte tenha causado
para satisfazer à sua ambição.
18
GUERRA SANTA?
19
JOANA D’ARC (1412-1431)
(…) no momento preciso, luziu a
verdade sobre o caráter e a missão da
virgem Lorena. Por seu intermédio,
com seu apoio, com o auxílio dos
grandes Seres que amaram e serviram
à França e à Humanidade, confirmar-
se-ão as esperanças dos que desejam o
bem e buscam a justiça.
Denis, Léon.
Joana d´Arc
20
NAPOLEÃO
BONAPARTE
“Colocado pela Sabedoria
Celeste na condição de
timoneiro da ordem, no mar
de sangue da Revolução,
não olvides o mandato para
o qual fostes escolhido.”
21
Os flagelos destruidores provocados pelo
homem representam, ao contrário dos
naturais, uma grave infração à lei de
Deus. Sabemos que, de todos os sofrimentos
existentes na Terra, [...] os males mais
numerosos são os que o homem cria pelos
seus vícios, os que provêm do seu
orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição,
da sua cupidez, de seus excessos em tudo.
Aí a causa das guerras e das calamidades que
e s t a s a c a r r e t a m , d a s d i s s e n ç õ e s
(divergências), das injustiças, da opressão do
fraco pelo forte, da maior parte, afinal, das
enfermidades.
A gênese. Cap. III, item 5, p. 85.
22
Os flagelos destruidores provocados pelo
homem representam, ao contrário dos
naturais, uma grave infração à lei de
Deus. Sabemos que, de todos os sofrimentos
existentes na Terra, [...] os males mais
numerosos são os que o homem cria pelos
seus vícios, os que provêm do seu
orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição,
da sua cupidez, de seus excessos em tudo.
Aí a causa das guerras e das calamidades que
e s t a s a c a r r e t a m , d a s d i s s e n ç õ e s
(divergências), das injustiças, da opressão do
fraco pelo forte, da maior parte, afinal, das
enfermidades.
A gênese. Cap. III, item 5, p. 85.
23
Os flagelos destruidores provocados pelo
homem representam, ao contrário dos
naturais, uma grave infração à lei de
Deus. Sabemos que, de todos os sofrimentos
existentes na Terra, [...] os males mais
numerosos são os que o homem cria pelos
seus vícios, os que provêm do seu
orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição,
da sua cupidez, de seus excessos em tudo.
Aí a causa das guerras e das calamidades que
e s t a s a c a r r e t a m , d a s d i s s e n ç õ e s
(divergências), das injustiças, da opressão do
fraco pelo forte, da maior parte, afinal, das
enfermidades.
A gênese. Cap. III, item 5, p. 85.
24
Os flagelos destruidores provocados pelo
homem representam, ao contrário dos
naturais, uma grave infração à lei de
Deus. Sabemos que, de todos os sofrimentos
existentes na Terra, [...] os males mais
numerosos são os que o homem cria pelos
seus vícios, os que provêm do seu
orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição,
da sua cupidez, de seus excessos em tudo.
Aí a causa das guerras e das calamidades que
e s t a s a c a r r e t a m , d a s d i s s e n ç õ e s
(divergências), das injustiças, da opressão do
fraco pelo forte, da maior parte, afinal, das
enfermidades.
A gênese. Cap. III, item 5, p. 85.
25
Deus promulgou leis plenas de sabedoria,
tendo por único objetivo o bem. Em si mesmo
encontra o homem tudo o que lhe é necessário
para cumpri-las. A consciência lhe traça a rota, a
lei divina lhe está gravada no coração e, ao
demais, Deus lha lembra constantemente por
intermédio de seus messias e profetas, de todos os
Espíritos encarnados que trazem a missão de o
esclarecer, moralizar e melhorar e, nestes últimos
tempos, pela multidão dos Espíritos desencarnados
que se manifestam em toda parte. Se o homem se
conformasse rigorosamente com as leis
divinas, não há duvidar de que se pouparia
aos mais agudos males e viveria ditoso na
Terra. Se assim não procede, é por virtude do seu
livre-arbítrio: sofre então as conseqüências do seu
proceder.4
A gênese. Cap. III, item 5, p. 85.
26
Deus promulgou leis plenas de sabedoria,
tendo por único objetivo o bem. Em si mesmo
encontra o homem tudo o que lhe é necessário
para cumpri-las. A consciência lhe traça a rota, a
lei divina lhe está gravada no coração e, ao
demais, Deus lha lembra constantemente por
intermédio de seus messias e profetas, de todos os
Espíritos encarnados que trazem a missão de o
esclarecer, moralizar e melhorar e, nestes últimos
tempos, pela multidão dos Espíritos desencarnados
que se manifestam em toda parte. Se o homem se
conformasse rigorosamente com as leis
divinas, não há duvidar de que se pouparia
aos mais agudos males e viveria ditoso na
Terra. Se assim não procede, é por virtude do seu
livre-arbítrio: sofre então as conseqüências do seu
proceder.4
A gênese. Cap. III, item 5, p. 85.
27
Deus promulgou leis plenas de sabedoria,
tendo por único objetivo o bem. Em si mesmo
encontra o homem tudo o que lhe é necessário
para cumpri-las. A consciência lhe traça a rota, a
lei divina lhe está gravada no coração e, ao
demais, Deus lha lembra constantemente por
intermédio de seus messias e profetas, de todos os
Espíritos encarnados que trazem a missão de o
esclarecer, moralizar e melhorar e, nestes últimos
tempos, pela multidão dos Espíritos desencarnados
que se manifestam em toda parte. Se o homem se
conformasse rigorosamente com as leis
divinas, não há duvidar de que se pouparia
aos mais agudos males e viveria ditoso na
Terra. Se assim não procede, é por virtude do seu
livre-arbítrio: sofre então as conseqüências do seu
proceder.4
A gênese. Cap. III, item 5, p. 85.
28
GUERRAS
743 - A guerra desaparecerá um dia da face da Terra?
– Sim, quando os homens
compreenderem a justiça e praticarem
a lei de Deus; então, todos os povos
serão irmãos.
29
Infelizmente, o ser humano ainda não está preparado
para viver a paz, de forma que a guerra representa,
ao lado das graves tragédias, um doloroso processo
de conquista da liberdade e do progresso.
( O livro dos espíritos. Tradução de Guillon
Ribeiro. 89. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007.
Questão Questão 744, p. 395.)
Neste sentido, a principal causa [...] da guerra está
no atraso dos indivíduos e das sociedades humanas,
donde derivam as paixões desordenadas, que tomam
o caráter de violência e, com sua impetuosidade,
produzem os conflitos que ensangüentam as páginas
da história da Humanidade.
AGUAROD, Angel. Grandes e pequenos
problemas. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002.
Cap. 6 (O problema da paz), p. 136.
30
Assim, [...] a guerra-monstro de mil faces que
começa no egoísmo de cada um, que se
corporifica na discórdia do lar, e se prolonga na
intolerância da fé, na vaidade da inteligência e
no orgulho das raças, alimentando-se de sangue
e lágrimas, violência e desespero, ódio e rapina,
tão cruel entre as nações supercivilizadas do
século XX [e do atual], (…) somente desapa-
recerá quando o Evangelho de Jesus
iluminar o coração humano, fazendo com
que os habitantes da Terra se amem como
irmãos.
XAVIER, Francisco Cândido. Religião dos
espíritos. Pelo Espírito Emmanuel. 16. ed.
Rio de Janeiro: FEB, 2003. Item: O
caminho da paz, p. 102.
31
Haveis de ouvir sobre guerras e
rumores de guerra. Cuidado para
não vos alarmardes. É preciso que
aconteçam, mas ainda não é o
fim. Pois se levantará nação contra
nação e reino contra reino. E haverá
fome e terremotos em todos os
lugares. Tudo isso será o princípio
das dores. (Mateus, 24:6-8)
32
Guerra e Paz
Soldado após a rígida campanha, Guardando as palmas
de ilusória lida, Marchei de peito arfante e face erguida,
Crendo-me herói de olímpica façanha.
Mas, varando os umbrais da morte estranha, Revivi,
descontente, a própria vida,
E, muito embora os louros da acolhida, Senti-me verme
alçado na montanha.
Alma tocada de arrependimento, Desperdiçara, em vão,
força e cultura,
Qual chama entregue ao temporal violento.
Assim, entre a ventura e a desventura, Sou rei na guerra
de cruel tormento, E mendigo de paz na sorte escura.
José de Abreu Albano
XAVIER, Francisco Cândido & VIEIRA,
Waldo. Antologia dos imortais. 4. ed. FEB, Rio
de Janeiro, 2002, p. 189-190. 33
A AFABILIDADE
E A DOÇURA
O Evangelho segundo o Espiritismo
Cap. XI - Item 6
34
6. A benevolência para com os seus
semelhantes, fruto do amor ao próximo,
produz a afabilidade e a doçura, que são as
suas formas de manifestar-se. Entretanto, nem
sempre se deve confiar nas aparências. A
educação e as relações mundanas podem dar ao
homem o verniz dessas qualidades. Quantos
existem cuja fingida bonomia não passa
de máscara para o exterior, de uma
roupagem cujo talhe primoroso dissimula as
deformidades interiores! O mundo está cheio
dessas criaturas que têm o sorriso nos lábios e o
veneno no coração; que são brandas, desde que
nada as aborreça, mas que mordem à menor
contrariedade; cuja língua, de ouro quando
falam pela frente, transforma-se em dardo
peçonhento, quando estão por detrás.
35
A essa classe também pertencem esses homens,
de exterior benigno que, tiranos domésticos,
fazem que suas famílias e seus subordinados
lhes sofram o peso do orgulho e do
despotismo, como se quisessem compensar o
constrangimento que, fora de casa, se impõem
a si mesmos. Não se atrevendo a usar de
autoridade para com os estranhos, que os
chamariam à ordem, querem pelo menos fazer-
se temidos daqueles que não lhes podem
resistir. Envaidecem-se de poderem dizer:
“Aqui mando e sou obedecido”, sem se darem
conta de que poderiam acrescentar: “E sou
detestado”.
36
Não basta que dos lábios manem leite e
mel. Se o coração de modo algum lhes
está associado, só há hipocrisia.
Aquele cuja afabilidade e doçura não
são fingidas nunca se desmente; é o
mesmo tanto em sociedade, como na
intimidade. Esse, além disso, sabe que,
se consegue enganar os homens
pelas aparências, a Deus ninguém
engana. –
Lázaro. (Paris, 1861.)
37
A AFABILIDADE
E A DOÇURA
O Evangelho segundo o Espiritismo
Cap. XI - Item 6
38
Dubai, June 3rd, 2018
39
Referências
1. KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro
126. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 5, item 6, p. 110.
2. ______. A gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 50. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006
Cap. III, item 4, p. 84-85.
3. ______. Item 5, p. 85.
4. ______. Item 6, p. 85-86.
5. ______. Item 7, p. 86.
6. ______. O livro dos espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro.
89. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Questão 737, p. 392.
7. ______. Questão 738, p. 392.
8. ______. Questão 740, p. 394.
9. ______. Questão 741, p. 394.
10. ______. Questão 742, p. 395.
11. ______. Questão 743, p. 395.
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GUERRAS: CAUSAS E OBJETIVOS DA PROVIDÊNCIA

  • 1. LEI DE DESTRUIÇÃO: GUERRAS Livro dos Espíritos - Cap. VI Questões 742 - 745 Dubai, June 3rd, 2018 1 1
  • 2. “Deus permite ser a Humanidade atingida por flagelos, para [...] fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são freqüentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.” (LE Q 737) 2
  • 3. “Deus permite ser a Humanidade atingida por flagelos, para [...] fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são freqüentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.” (LE Q 737) 3
  • 4. “Deus permite ser a Humanidade atingida por flagelos, para [...] fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são freqüentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.” (LE Q 737) 4
  • 5. “Deus permite ser a Humanidade atingida por flagelos, para [...] fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são freqüentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.” (LE Q 737) 5
  • 6. “Deus permite ser a Humanidade atingida por flagelos, para [...] fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são freqüentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.” (LE Q 737) 6
  • 7. FLAGELOS DESTRUIDORES: NATURAIS X PROVOCADOS PELO HOMEM 7
  • 9. GUERRAS 742 - Qual é a causa que leva o homem à guerra? – Predominância da natureza selvagem sobre a espiritual e satisfação das paixões. No estado de barbárie, os povos conhecem apenas o direito do mais forte; é por isso que a guerra é para eles um estado normal. Contudo, à medida que o homem progride, ela se torna menos freqüente, porque evita as suas causas, e quando é inevitável sabe aliar à sua ação o sentimento de humanidade. 9
  • 10. GUERRAS 744 - Qual o objetivo da providência ao tornar a guerra necessária? – A Liberdade e o Progresso 10
  • 11. Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal saia o remédio. Um momento chega em que o excesso do mal moral se torna intolerável e impõe ao homem a necessidade de mudar de vida. Instruído pela experiência, ele se sente compelido a procurar no bem o remédio, sempre por efeito do seu livre-arbítrio. Quando toma melhor caminho, é por sua vontade e porque reconheceu os inconvenientes do outro. A necessidade, pois, o constrange a melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do mesmo modo que o constrangeu a melhorar as condições materiais da sua existência.5 11
  • 12. Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal saia o remédio. Um momento chega em que o excesso do mal moral se torna intolerável e impõe ao homem a necessidade de mudar de vida. Instruído pela experiência, ele se sente compelido a procurar no bem o remédio, sempre por efeito do seu livre-arbítrio. Quando toma melhor caminho, é por sua vontade e porque reconheceu os inconvenientes do outro. A necessidade, pois, o constrange a melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do mesmo modo que o constrangeu a melhorar as condições materiais da sua existência.5 12
  • 13. Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal saia o remédio. Um momento chega em que o excesso do mal moral se torna intolerável e impõe ao homem a necessidade de mudar de vida. Instruído pela experiência, ele se sente compelido a procurar no bem o remédio, sempre por efeito do seu livre-arbítrio. Quando toma melhor caminho, é por sua vontade e porque reconheceu os inconvenientes do outro. A necessidade, pois, o constrange a melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do mesmo modo que o constrangeu a melhorar as condições materiais da sua existência.5 13
  • 14. Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal saia o remédio. Um momento chega em que o excesso do mal moral se torna intolerável e impõe ao homem a necessidade de mudar de vida. Instruído pela experiência, ele se sente compelido a procurar no bem o remédio, sempre por efeito do seu livre-arbítrio. Quando toma melhor caminho, é por sua vontade e porque reconheceu os inconvenientes do outro. A necessidade, pois, o constrange a melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do mesmo modo que o constrangeu a melhorar as condições materiais da sua existência.5 14
  • 15. Entretanto, Deus, todo bondade, pôs o remédio ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal saia o remédio. Um momento chega em que o excesso do mal moral se torna intolerável e impõe ao homem a necessidade de mudar de vida. Instruído pela experiência, ele se sente compelido a procurar no bem o remédio, sempre por efeito do seu livre-arbítrio. Quando toma melhor caminho, é por sua vontade e porque reconheceu os inconvenientes do outro. A necessidade, pois, o constrange a melhorar-se moralmente, para ser mais feliz, do mesmo modo que o constrangeu a melhorar as condições materiais da sua existência.5 15
  • 16. GUERRAS 744 a - Se a guerra deve ter como efeito conduzir à liberdade, como se explica que tenha, muitas vezes, por objetivo e resultado a escravidão? – Escravidão temporária para abater os povos, a fim de fazê-los progredir mais rápido. 16
  • 17. Na verdade, esses sofrimentos dolorosos, que assumem a feição de flagelos destruidores, fazem parte da programação reencarnatória, representando, em última análise, medidas de reajuste espiritual perante a Lei de Deus. São aflições que remontam às ações ocorridas no passado, em outras reencarnações. O evangelho segundo o espiritismo. Cap. 5, item 6, p. 110. 17
  • 18. GUERRAS 745 - O que pensar daquele que provoca a guerra em seu proveito? – Esse é o verdadeiro culpado e precisará de muitas reencarnações para expiar todas as mortes que causou, porque responderá por todo homem cuja morte tenha causado para satisfazer à sua ambição. 18
  • 20. JOANA D’ARC (1412-1431) (…) no momento preciso, luziu a verdade sobre o caráter e a missão da virgem Lorena. Por seu intermédio, com seu apoio, com o auxílio dos grandes Seres que amaram e serviram à França e à Humanidade, confirmar- se-ão as esperanças dos que desejam o bem e buscam a justiça. Denis, Léon. Joana d´Arc 20
  • 21. NAPOLEÃO BONAPARTE “Colocado pela Sabedoria Celeste na condição de timoneiro da ordem, no mar de sangue da Revolução, não olvides o mandato para o qual fostes escolhido.” 21
  • 22. Os flagelos destruidores provocados pelo homem representam, ao contrário dos naturais, uma grave infração à lei de Deus. Sabemos que, de todos os sofrimentos existentes na Terra, [...] os males mais numerosos são os que o homem cria pelos seus vícios, os que provêm do seu orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição, da sua cupidez, de seus excessos em tudo. Aí a causa das guerras e das calamidades que e s t a s a c a r r e t a m , d a s d i s s e n ç õ e s (divergências), das injustiças, da opressão do fraco pelo forte, da maior parte, afinal, das enfermidades. A gênese. Cap. III, item 5, p. 85. 22
  • 23. Os flagelos destruidores provocados pelo homem representam, ao contrário dos naturais, uma grave infração à lei de Deus. Sabemos que, de todos os sofrimentos existentes na Terra, [...] os males mais numerosos são os que o homem cria pelos seus vícios, os que provêm do seu orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição, da sua cupidez, de seus excessos em tudo. Aí a causa das guerras e das calamidades que e s t a s a c a r r e t a m , d a s d i s s e n ç õ e s (divergências), das injustiças, da opressão do fraco pelo forte, da maior parte, afinal, das enfermidades. A gênese. Cap. III, item 5, p. 85. 23
  • 24. Os flagelos destruidores provocados pelo homem representam, ao contrário dos naturais, uma grave infração à lei de Deus. Sabemos que, de todos os sofrimentos existentes na Terra, [...] os males mais numerosos são os que o homem cria pelos seus vícios, os que provêm do seu orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição, da sua cupidez, de seus excessos em tudo. Aí a causa das guerras e das calamidades que e s t a s a c a r r e t a m , d a s d i s s e n ç õ e s (divergências), das injustiças, da opressão do fraco pelo forte, da maior parte, afinal, das enfermidades. A gênese. Cap. III, item 5, p. 85. 24
  • 25. Os flagelos destruidores provocados pelo homem representam, ao contrário dos naturais, uma grave infração à lei de Deus. Sabemos que, de todos os sofrimentos existentes na Terra, [...] os males mais numerosos são os que o homem cria pelos seus vícios, os que provêm do seu orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição, da sua cupidez, de seus excessos em tudo. Aí a causa das guerras e das calamidades que e s t a s a c a r r e t a m , d a s d i s s e n ç õ e s (divergências), das injustiças, da opressão do fraco pelo forte, da maior parte, afinal, das enfermidades. A gênese. Cap. III, item 5, p. 85. 25
  • 26. Deus promulgou leis plenas de sabedoria, tendo por único objetivo o bem. Em si mesmo encontra o homem tudo o que lhe é necessário para cumpri-las. A consciência lhe traça a rota, a lei divina lhe está gravada no coração e, ao demais, Deus lha lembra constantemente por intermédio de seus messias e profetas, de todos os Espíritos encarnados que trazem a missão de o esclarecer, moralizar e melhorar e, nestes últimos tempos, pela multidão dos Espíritos desencarnados que se manifestam em toda parte. Se o homem se conformasse rigorosamente com as leis divinas, não há duvidar de que se pouparia aos mais agudos males e viveria ditoso na Terra. Se assim não procede, é por virtude do seu livre-arbítrio: sofre então as conseqüências do seu proceder.4 A gênese. Cap. III, item 5, p. 85. 26
  • 27. Deus promulgou leis plenas de sabedoria, tendo por único objetivo o bem. Em si mesmo encontra o homem tudo o que lhe é necessário para cumpri-las. A consciência lhe traça a rota, a lei divina lhe está gravada no coração e, ao demais, Deus lha lembra constantemente por intermédio de seus messias e profetas, de todos os Espíritos encarnados que trazem a missão de o esclarecer, moralizar e melhorar e, nestes últimos tempos, pela multidão dos Espíritos desencarnados que se manifestam em toda parte. Se o homem se conformasse rigorosamente com as leis divinas, não há duvidar de que se pouparia aos mais agudos males e viveria ditoso na Terra. Se assim não procede, é por virtude do seu livre-arbítrio: sofre então as conseqüências do seu proceder.4 A gênese. Cap. III, item 5, p. 85. 27
  • 28. Deus promulgou leis plenas de sabedoria, tendo por único objetivo o bem. Em si mesmo encontra o homem tudo o que lhe é necessário para cumpri-las. A consciência lhe traça a rota, a lei divina lhe está gravada no coração e, ao demais, Deus lha lembra constantemente por intermédio de seus messias e profetas, de todos os Espíritos encarnados que trazem a missão de o esclarecer, moralizar e melhorar e, nestes últimos tempos, pela multidão dos Espíritos desencarnados que se manifestam em toda parte. Se o homem se conformasse rigorosamente com as leis divinas, não há duvidar de que se pouparia aos mais agudos males e viveria ditoso na Terra. Se assim não procede, é por virtude do seu livre-arbítrio: sofre então as conseqüências do seu proceder.4 A gênese. Cap. III, item 5, p. 85. 28
  • 29. GUERRAS 743 - A guerra desaparecerá um dia da face da Terra? – Sim, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus; então, todos os povos serão irmãos. 29
  • 30. Infelizmente, o ser humano ainda não está preparado para viver a paz, de forma que a guerra representa, ao lado das graves tragédias, um doloroso processo de conquista da liberdade e do progresso. ( O livro dos espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 89. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Questão Questão 744, p. 395.) Neste sentido, a principal causa [...] da guerra está no atraso dos indivíduos e das sociedades humanas, donde derivam as paixões desordenadas, que tomam o caráter de violência e, com sua impetuosidade, produzem os conflitos que ensangüentam as páginas da história da Humanidade. AGUAROD, Angel. Grandes e pequenos problemas. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002. Cap. 6 (O problema da paz), p. 136. 30
  • 31. Assim, [...] a guerra-monstro de mil faces que começa no egoísmo de cada um, que se corporifica na discórdia do lar, e se prolonga na intolerância da fé, na vaidade da inteligência e no orgulho das raças, alimentando-se de sangue e lágrimas, violência e desespero, ódio e rapina, tão cruel entre as nações supercivilizadas do século XX [e do atual], (…) somente desapa- recerá quando o Evangelho de Jesus iluminar o coração humano, fazendo com que os habitantes da Terra se amem como irmãos. XAVIER, Francisco Cândido. Religião dos espíritos. Pelo Espírito Emmanuel. 16. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Item: O caminho da paz, p. 102. 31
  • 32. Haveis de ouvir sobre guerras e rumores de guerra. Cuidado para não vos alarmardes. É preciso que aconteçam, mas ainda não é o fim. Pois se levantará nação contra nação e reino contra reino. E haverá fome e terremotos em todos os lugares. Tudo isso será o princípio das dores. (Mateus, 24:6-8) 32
  • 33. Guerra e Paz Soldado após a rígida campanha, Guardando as palmas de ilusória lida, Marchei de peito arfante e face erguida, Crendo-me herói de olímpica façanha. Mas, varando os umbrais da morte estranha, Revivi, descontente, a própria vida, E, muito embora os louros da acolhida, Senti-me verme alçado na montanha. Alma tocada de arrependimento, Desperdiçara, em vão, força e cultura, Qual chama entregue ao temporal violento. Assim, entre a ventura e a desventura, Sou rei na guerra de cruel tormento, E mendigo de paz na sorte escura. José de Abreu Albano XAVIER, Francisco Cândido & VIEIRA, Waldo. Antologia dos imortais. 4. ed. FEB, Rio de Janeiro, 2002, p. 189-190. 33
  • 34. A AFABILIDADE E A DOÇURA O Evangelho segundo o Espiritismo Cap. XI - Item 6 34
  • 35. 6. A benevolência para com os seus semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são as suas formas de manifestar-se. Entretanto, nem sempre se deve confiar nas aparências. A educação e as relações mundanas podem dar ao homem o verniz dessas qualidades. Quantos existem cuja fingida bonomia não passa de máscara para o exterior, de uma roupagem cujo talhe primoroso dissimula as deformidades interiores! O mundo está cheio dessas criaturas que têm o sorriso nos lábios e o veneno no coração; que são brandas, desde que nada as aborreça, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua, de ouro quando falam pela frente, transforma-se em dardo peçonhento, quando estão por detrás. 35
  • 36. A essa classe também pertencem esses homens, de exterior benigno que, tiranos domésticos, fazem que suas famílias e seus subordinados lhes sofram o peso do orgulho e do despotismo, como se quisessem compensar o constrangimento que, fora de casa, se impõem a si mesmos. Não se atrevendo a usar de autoridade para com os estranhos, que os chamariam à ordem, querem pelo menos fazer- se temidos daqueles que não lhes podem resistir. Envaidecem-se de poderem dizer: “Aqui mando e sou obedecido”, sem se darem conta de que poderiam acrescentar: “E sou detestado”. 36
  • 37. Não basta que dos lábios manem leite e mel. Se o coração de modo algum lhes está associado, só há hipocrisia. Aquele cuja afabilidade e doçura não são fingidas nunca se desmente; é o mesmo tanto em sociedade, como na intimidade. Esse, além disso, sabe que, se consegue enganar os homens pelas aparências, a Deus ninguém engana. – Lázaro. (Paris, 1861.) 37
  • 38. A AFABILIDADE E A DOÇURA O Evangelho segundo o Espiritismo Cap. XI - Item 6 38
  • 39. Dubai, June 3rd, 2018 39
  • 40. Referências 1. KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro 126. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 5, item 6, p. 110. 2. ______. A gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 50. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006 Cap. III, item 4, p. 84-85. 3. ______. Item 5, p. 85. 4. ______. Item 6, p. 85-86. 5. ______. Item 7, p. 86. 6. ______. O livro dos espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 89. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Questão 737, p. 392. 7. ______. Questão 738, p. 392. 8. ______. Questão 740, p. 394. 9. ______. Questão 741, p. 394. 10. ______. Questão 742, p. 395. 11. ______. Questão 743, p. 395. 40