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SERGIOOLWEIRA
O LIVRO
BRAI{CO
SOBREA
cohrsPIRAqÁo
MTTITDIAT
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Capa:lvfárcioRodrigodaSilva
Agostode 1998
REVISÁODOTEXTO:o autor
@sÉnsooLrvErRA
Militar, pesquisadordaHisória
membrodaAcad...
Dedico esta obra aos revisionistasdo mundo infeiro, que
aJrontandopressóese vicissitudesquaseinsuperáveis,tém
prosseguido ...
"A questáojudaicacontinuadepé.E estúpidonegá-lo.A questáojudaica
existepraticamente,ondequerqueresidamjudeusemnúmeropercep...
SUMARIO
lntrodugáo
I - Judaísmo-sionismoparaprincipiantes
II - OjudaísmoantesdeCristo
III-Cristoeojudaísmo
IV * Ojudaísmod...
TNTRODUQAO
A época atual, por forga de inúmeras circunstáncias, dentre as
quais pontifica o grande desenvolvimento dos mei...
Vivemos todos nós, homense seresirracionais,e até mesmo o
reino vegetal, sob o fio cortante de uma Espadade Dámocles,prest...
mais recentemente,o filósofo francés Roger Garaudy, com o aval do
Abade Pierre (a personalidademais popular da Frang4 na a...
Ignora-se, muitas vezesderiberadamente,que o sionismo foi equi-
parado,.pe9 O¡ru, ao ygismo! E que,portanto, a crítica a e...
a "questño judaica'o náo é fato contemporáneo,mastradigáohistórica
que searrastano tempo,desdequeAbraáo semeousuadescendén...
decomunicagáode massa.uma dastécnicasmais freqüentementeutili-
zadapelosjudeus é a de sefazerempassarpor vítimas.Foram ..b...
torcia-se para os calouros do Renato Murse ou do Ari Barroso. E era-
se informado, invariavelmente, que o selecionadobrasi...
cimentodo quelhespoderiadar a novaterraoantesmesmode que o rei
portuguésrecebessea cartade Pero Yaz de Caminha.Em lá chega...
paz de nocautearMike Tyson e mais uma centenade advers¿í¡ios.Náo
um de cadavez, mas todos a um tempo só! Resultado:os pale...
Nesteponto, o comendadorAcácio, na fartade inspiragáo.retira-
ria da algibeirade guardadosumapérolarara:
"- E tudo ficou c...
JUDAISMO-SIONISMO
PARAPRINCIPIANTES
Certa feita, quandofui intimado a depor como testemurüaem
processomovidopeloSr.HenryNe...
deno ao sionismoe náo fago mais do que comungarcom decisáoda
oNU que o considerou"expressáode racismo", óontando,inclusive...
de destruí-lo. A razáo é muito simples:dezenasde profetas, segundo
registrodo Antigo Testamento,haviamprometidoaosjudeus u...
E matá-lo de uma maneiraterrível! É preciso impedir, pelo exem-
plo, queoutros "falsosmessias"aparegam!
Pilatos,o governad...
Admitem, pelo fato de criticar o nazismo. serem tachadosde anti-
germánicos?
É claro que náo,porque seassimfossenáo teriam...
entistapolítico, opiniáo é uma convicañode caráter especial.Esclare-
cem:quandodizemos- o calor dilata os corpos- emitimos...
O passado brasileiro recente demonstrou com propriedade esta
afirmagño.A mídia colocou presidentese depóspresidentes.Vetou...
Jair Krischke, conselheirodo Movimento de Justigae Direitos Huma-
nos. Abriu-lhe espagopara o exercíciode tiro ao alvo o j...
importantesjornais, todos sob seurígido controle,disseminaramo der-
rotismo, preparando a famosa "punhalada pelas costas" ...
Foramtambemjudeusosresponsáveispelaignominiaquesecon-vencionouchamardeTratadodeVersarhes.^Indeiendenümentedaas_sessoriados...
Kuhn, Loeb & Cia, Felix Warburg, Otto Kahn, Mortimer Schifl S.
H. Hanauere outros. Durante os anosque antecederama revolug...
"Duranteséculososjudeusforamo povornaisbeminformadodo
mundointeiro.De suassecretasfontesnascortese chancelarias,essa
ragao...
g6esmafiosas.Nño destinadasa explorar náo-judeus,rnasos próprios
judeus!
Seráque na capital gaúchatambémproliferam mafioso...
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Leitorquerlivrosanti.se
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ro genocídiodos negrosafricanos,arrancadosde seuslarese para aqui
trazidoscomo escravos?
Por que náo estendera proibigáo a...
veramestaoportunidade.Fundaramcolóniasem I 904 e I 9I I (philippson
e Quatro lrmáos,respectivarnente),hoje, praticamenteab...
"A dependénciadonercadoexternolevouoBrasilaesfriarsuasrela-
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Políticaanrbig¡radeVargas
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Ao argumentode que o nazismoassassinou6 milh6es dejudeus, o
*nazistaoo,sem a necessidadede refutar tal afirmativa, se limi...
Os hebreusjamais conquistarama simpatiados paísespor onde
andaramou se fixaram. É o que demonstraa história. Náo há como
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engendradas para calar a voz de seus opositores, é interessante repro-
duzir o que opinaram diversos cardeais católicos ro...
De acordo com Aurélio Buarquede HollandaFERREIRA, o mais
conceituadolexicógrafo brasileiro,e com renomadossociólogose an-
...
É precisoque a totalidadedaspessoasselibertemdo simplismode
absorvernotíciasprontas,e procurempor esforgopróprio, refletir...
Mais recentemente,durantea ditaduramilitar, pedagogos,filóso-
fos, sociólogose atéartistasforam obrigadosa deixaro Brasil ...
"Art. 5o- lX - É liwe a expressáodaatividadeintelectual,artística,
científicaedecomunicagáo,independentenrentedecensuraoul...
A par dasresolugóesde Chapultepec,os editoresbrasileirosdos
mais expressivosjornais do país,reuniram-seem Guarujá, Sáo Pau...
Nenhumindivíduoüvendo em sociedadeconsegue,por maisque quei-
ra, peffn¿lnecerimune á influéncia de ideologias.De modo que,...
modo, o leitor sevé na contingénciade conhecerapenasumadasfaces
da verdade.
Muitos háo de perguntarcomo o historiador e ed...
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oJUDAísn¡oANTESDEcRtsro
Os primeiros cinco livros bíblicos - Génesis,Éxodo, Levítico,
Números e Deuteronómio- narrama h...
épocade Jesuscristo, já os escribase fariseusexigiam uma observán-
cia minuciosade todos os detalhesda legislagáotalmúdica...
inimigo, e que só atravésdelespoderiamser abengoadasasdemaisna-
gdesda Terra.
As palawas de JesusCristo, consignadasnos Ev...
perpetua no tempo, desde o rnassacre dos persas até os dias de hoje,
em todas as comunidades judaicas.
Os profetas Esdras ...
"Todas ascoisaspertencentesaosgoyns(náo.judeus),sáoconroo de-
serto;a prirrrcirapessoaqueasencontreaspodelevar comosendosu...
"Assimfalao SenhorDeus:Olh4 euacenocoma nÉoasnagóes,e
aospovoshasteiominhabandeira,eelestraráonosbragososteusfilhos.
nosom...
Quando da vinda de cristo, estavaprofundamentearraigadaentre
osjudeus a crengade que o Messiasprometirdo apareceriana form...
A Bíblia naffa que os filhos de Jacó venderamseu irmáo José,
como escravo, aos egípcios.Levado á corte do faraó, despertou...
O livro branco sobre a conspiracão mundial
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A época atual, por força de inúmeras circunstâncias, dentre as
quais pontifica o grande desenvolvimento dos meios de comunicação
de massa,tornou a Terra - utilizando-se sentença já batida pelo uso -
uma verdadeira "aldeia global". Náo há mais povos isolados, sociedades
imunes às influências exógenas, mesmo que os fatos históricos
ocorram em lugares longínquos, em locais de nomes exóticos e até então
desconhecidos. o relacionamento cultural, político e económico
pode ser mínimo, e até inexistir, para ainda assim persistirem as influências
do mundo exterior.

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O livro branco sobre a conspiracão mundial

  1. 1. 7 SERGIOOLWEIRA O LIVRO BRAI{CO SOBREA cohrsPIRAqÁo MTTITDIAT *s*#s*
  2. 2. Capa:lvfárcioRodrigodaSilva Agostode 1998 REVISÁODOTEXTO:o autor @sÉnsooLrvErRA Militar, pesquisadordaHisória membrodaAcademiaSul-B¡asileiradeLetas membrodaCasaBrasileiradeCultr¡ra membrodo CNPH- CentroNacionalde PesquisasHistóricas Autordosliwos: * OMassacredeKatyn * Hjtler - Culpadool Inocente? * Sionismox Revisionismo * A FaceocultadeSacramento * GetúlioVargasdepde: O BrasilnaII GuerraMundial (PrémioNacionaldePesquisa Histórica1996) * O CristianismoemXeque PrémioRevisáoHistorica1996) * OLivro Brancosobrea ConspiragñoMundial OLIVEIRA, Sérgio OLIVRO BRANCOsobrea ConspiragáoMundial RevisáoEdiüoraeLivrariaLtda. Cx.postal,70466 Cep:90.001-97APortoAlegre- RS- Brasil 302páernasI6x23m,. - 1998 ISBNN"85-?246-015-2 I.Judaísmo2.Sionismo3.magonaria 4.comunismo 900-909-940.5
  3. 3. Dedico esta obra aos revisionistasdo mundo infeiro, que aJrontandopressóese vicissitudesquaseinsuperáveis,tém prosseguido no propósito de resgatar a verdadee desmisti- ficar os obreíros da "verdadeconveniente": - ao pesquisador-hisforiadore editor S. E. CASTAN'pela persisténcia e coragemde remar contra a maré,produzindo e editando obras que enfrentam, invariavelmente, as tor': menIasda intoleranci¿t: - üosmeusfamiliares que,aJinalde contas,vencerama te- rapia de "desinloxícaqdomental", percebendoo mundosem o direcionamentoúnico impostopelos meiosde comunica' qdo de massa, e, em razdo disto, proporcionaram-me um clima de apoio e tranqüilidadepara escrever; - aos membrosda Diretoria e Conselhoda Acudemia Sul- Brasileira de Letrus, que me acolheramem seu seio,pro- porcionando-meo mais grato prémio que um escritorpode conquistar- o reconhecintenfode seuspares: - aosmettsamigos,eprincipalmenteds centenasde leitores queme escrevem,upoiandoe/oucriticandoo meutrabalho; delesreceboalenÍopura prosseguir,mas tambémincentivo para a reflexdoe revisdr¡depontos de visÍa.
  4. 4. "A questáojudaicacontinuadepé.E estúpidonegá-lo.A questáojudaica existepraticamente,ondequerqueresidamjudeusemnúmeroperceptível. Ondeaindanáoexista,é impostapelosjudeusno decorrerdesuascorrerias. É naturalquenostranslademosparalugaresondenáosejamosperseguidos. masumavez ali,nossapresengatambéminvocaperseguigóes. O infaustojudaísmoé queintroduziuna lnglaterrao anti-semitismo, comojá tinhaocorridona AméricanoNorte." (TheodoreHERZL, fundadordosionismopolítico,em"O EstadoJudeu", p. 4) "A expressáo-conceito'judeuinternacional'admiteduasinterpretagóes; umadelasé a dequeo hebreu,ondequerquehabite,continuasemprejudeu; a outraé a dequeo judeuexerceum domíniointernacional. O verdadeiroimpulsoquemoveo anti-semitismoprovém destaúltimainterpretagáo." (HenryFORD. "O Judeu Internacional". p. 37) "Temoscomocertoquenós,osjudeus,somosumanagáopeculiar, dequecadajudeué súditoincondicionalmente,qualquerqueseja suaresidéncia,seuoficio ou seucredo." (LuísBRANDEIS- Do SupremoTribunaldosEstadosUnidos.In: Henry FORD.Op.Cit. p. 167)
  5. 5. SUMARIO lntrodugáo I - Judaísmo-sionismoparaprincipiantes II - OjudaísmoantesdeCristo III-Cristoeojudaísmo IV * OjudaísmodepoisdeCristo...... V - A conspiragáoorganizada.............. VI - OjudaísmonaRússiaeUniáoSoviética VII - OjudaísmonoBrasil........... Vlll - OjudaísmonosEstadosUnidoseoutrospaíses........... {X - OjudaísmonaAlemanhaNacional-Socialista........... X - Judaísmo-sionismohoje.............. Conclusáo.... Bibliografia.. Anexos 2l 5l 67 lt 75 103 l3l 159 185 203 227 265 267 277
  6. 6. TNTRODUQAO A época atual, por forga de inúmeras circunstáncias, dentre as quais pontifica o grande desenvolvimento dos meios de comunicagáo de massa,tornou a Terra - utilizando-sesentenga já batidapelo uso - uma verdadeira"aldeia global". Náo há mais povos isolados,socieda- des imunes ás influénciasexógenas,mesmo que os fatos históricos ocorram em lugareslongínquos,em locaisde nomesexóticose até en- táo desconhecidos.o relacionamentocultural, político e económico podesermínimo,e atéinexistir,paraaindaassimpersistiremasinfluén- ciasdo mundoexterior. Para citar um exemplo recente, basta lembrar que a alta dos pre- gosdo petróleo, durantea décadade 1970,pós fim ao "milagre biasi- lEiro" e seusefeitosforam sentidosinclusivepelosesquimósda Groen- lándia,que vivem no "topo da Terra", numa vastidáo desérticade gelos etemos,denominadacaboMoris Jesup.A modernidadesubstituíra,em grandeparte,asmatilhasde cáesde tiro por trenósmovidosá gasolina. E tambemo petróleo alimentavaos motoresdos barcosque singravam abaia de Baffin, levando-osá ilha vainha de Ellesmere.usavam, mui- tos deles,derivadosdo petróleo em substituigáoao óleo de foca ou de morsaquelhesaqueciae iluminavaosiglusnaslongasnoitesdo Ártico. Nenhum serviventedo planetasepós a salvooontern,no augeda "guerra fria", quando a insanidadede um governanteou mesmode um subalterno,poderia ter desencadeadouma hecatombenuclearde pro- porg6esimprevisíveis. I I
  7. 7. Vivemos todos nós, homense seresirracionais,e até mesmo o reino vegetal, sob o fio cortante de uma Espadade Dámocles,prestesa cair sobrenossascabegas. Hoje, perdura o risco tanto quanto antes,porque embora por um brevemomento tenhamse desarmadoos espíritosbelicosos,penrxme- cem intatos os arsenais.Dissenqdes,litígios, desentendimentos,desen- contros,incapacidadede transigir, intoleránci4 ideologiasde superiori- dade racial ou até mesmo de predestinagáodivina, p6em em risco, a cadaminuto, o futuro da humanidade. Enquantoos'aerdes" sep6emem guardacontrao risco menorda poluigáo ambiental,os governos das super-poténciase mesmodas que náo se enquadramentre elas, rrux que goz:tmdo seu beneplácito, au- mentam seusarsenaisatómicos, fazendocrescero risco, nño da degra- dagáoambiental,rrurso da sobrevivénciade toda e qualquer especiede vida no planeta. Por que a mobilizagáo em torno de um problema perigoso, mas nem tanto, e a tnérciaante outro capu de extinguir todas as formas de üda da Terra? A respostaé simples:os'Aerdes", os Movimentosde Justigae Di- reitos Humanos, enfirn, a totalidade dos órgáos congéneres,nño foram criados para defender os interessesda humanidade, fluts os daqueles que sejulgarn, por escolhadiüna senhoresde todos os homense pro- prietarios, únicos e exclusivos,dos recursosnaturaisdo planeta. Uma organizagñodenominadaB'nei B'rith gerouem seuútero di- abólico todos essesorganismosservigais,e os pariu a servigo daqueles que 'trm dia beberáoa seiva da Terra, o leite das gentes,no peito dos reis".(Isaías,LX,16) Existe,hoje,corn emépocaspassadasdenurrciaremos Papas,santos daIgreja e osreformadores,como Lutero, urnarquestño judaica'? Estavam com razáo estadistas do presente século, como Adolf Hitler, Stálin (nos extertores da üda), Getúlio Vargas, dentre outros; pensadoresrenomados de outras e desta época" como Santo Agosti- nho, Martinho Lutero, Leño XII, Gregório III, Bento IV, Friedrich Nietzsche, Houston Chamberlair¡ Eugen Diiring, Gottfried Feder; e historiadores-pesquisadorescorno Henry Ford, Gustavo Barroso, Sal- vador Borrego, Louis Marschalko, Robert Faurissor¡ David lrving e, l2
  8. 8. mais recentemente,o filósofo francés Roger Garaudy, com o aval do Abade Pierre (a personalidademais popular da Frang4 na atualidade- candidato ao Prémi¡ Nobel da Paz, em l99l), ao trazer á lume a 6óquestñojudaica", sejaemnível local ou intemacional? Sabemtodos quantos seaventurarama puncionar estetumor, náo hoje, masem todas as épocas,como é dificil romper com as barreiras impostaspela comunidadejudaica e pela opiniáo púbücanáo-judaic4 mas tornada filo-semita por forga da imprensamanipuladapelos he- breus, Negam os hebreuse filo-semitasa existénciade uma "questáo judaica", ignorandoo que confessouTheodoreHerzl, o fundador do sionismopolítico,emsuaobra"Um EstadoJudeu'o(p. 4): "A questáojudaicacontinuadepe.É estupidonegi-lo.A questáo judaica existepraticamente,ondequerqueresidamjudeusemnútnero percepível.ondeaindanáoexista,éimpostapelosjudeusnodecorrerde suascorrerias.É naturalquenostranslademosparalugaresondenáose- renlosperseguidos,masumavezali, nossapresenqatambéminvocaper- seguigóes.o infaustojudaísmoé queintroduziuna Inglaterrao anti- semitismqcomojá tinhaoconidonaAméricadoNorte." Pode-seescreverliwemente contra o nazismooo comunismo,o capitalismo,o anarquismo,mas,náo,contrao sionismo. É vedado, tam$m, argumentarcontra o judaísmo extremado,em- bora este alimente planos milenaresde conquista e dominagáo.Em contrapartida, há plena liberdade para criticar o catolicismo, o protes- tantismo, o budismo, o islamismo,o espiritismo, asigfejasevangélicas... Sionismoejudaísmosáocolocadosem redomaespecial.constitu- em entidadessupra-legais,protegidas,muitasvezes,por legislagáoca- suística,em escancafadacontrariedadeao princípio da isonomiaformal. Sionismo- expressáoideológica,ejudaísmo- designativode uma confissáo religiosa, sáo equiparadosá raqa, com o fito de enquadrar seuscríticose/ou detratoresna qualidadede racistas. Simplificando,o crítico, náo importa se acerboou moderado,do sionismoou do judaísmo,é tachadode anti-semitaou de racista,numa confusáoterminológica que só pode ser engolida pelos incautos ou pelos mal-intencionados. l3
  9. 9. Ignora-se, muitas vezesderiberadamente,que o sionismo foi equi- parado,.pe9 O¡ru, ao ygismo! E que,portanto, a crítica a ele dirigida náo está solit¿íria,mas identificada com o pensamentoda maioria dos Estadosque tém assentonaqueleorganismo internacional. Por outro lado, se fossecerto que o judeu náo se diferenciado resto da humanidadesenñopela sua profissño de fe, toda a crítica ao judaísmo náo teria outro significado do que pura expressáode hipocri- sia.Mas náo é isto o queocorre. comprova sobejamentea história que o judaísmo náo seresumea uma simplesexpressáode ft. Desüa-se ele do carátertranscendental,comum á todas as religióes:para incorporar pretensóesseculares,que náo constituemsegredo,porque estñoregis- tradasem seusliwos sagrados(Torah e Talrnud). convive a humanidadecom uma "questño judaica" que se ar- rastaatravésdos séculos.Náo hii como ignorá-la,principalrnentesefor levadoem conta o que disto resultou para o resto dos homens,isto é, para aquelesque os hebreusdenominam'?oyns" (náo judeus ou ím- pios). "Ao melhordosímpios,matai-o!"(A BodaSara,26b,Tosephot_ extraídodoTalmud) "Que é umaprostituta?eualquer mulherquenñosejahebréia." (EbenHáEser,6/8- extraídodoTalmud) '6Deusexibe-senaTerra nassemelhangasdojudeu.Judeu,Judas, Judá'Jevahou Jeovásáoo mesmoe únicoser.o hebreué o Deus vivente,o Deusencarnado;é o homemceleste.o AdáoKadmon.Os outroshomensterrestres,de ragainferior sóexistempara servir o hebreu.Sáopequenasbestas.(KabalaadpentateucurqFls.97,col.3)* Em todasasépocasregistraram-semovimentodde reagáocontrao intentojudaico de assenhorar-sedo mundo, de escravizaros povos da Terra e de "alimentar-se no peito dos reis", o que equivaleáir"r qu" Fonte:PRANAITIS,I. B. (sacerdotecatólico Romano,Doutor ern Teologia. Professorde idioma hebneuem Sáo petersburgo- Rússia.)El ralmud De- senmascarado.Lima (Peru),EditorialLa Verdad,l9gl. (Tradugáoernespanhol de obra publicadaanteriormentena Rússia,ondeteve mais de 5 milhóesde exernplaresvendidos.N. A.) t4
  10. 10. a "questño judaica'o náo é fato contemporáneo,mastradigáohistórica que searrastano tempo,desdequeAbraáo semeousuadescendéncia. Remandocontra a corcentezados que negama existénciade uma 'rquestñojudaica", quer no passadocomo no presente,muitasobras tém sido escritase publicadas,com o objetivo de denunciara tramadi- abólicaurdida e postaem práticaatravésda ideologiamessiánicajudai- co-sionista.Emboraemteseo sionismoprático datede 1882(quando grupos de jovens que se denominavamHoveve-Zion o fundaram), e Theodore Herzl tenha incrernentadoo sionismo político em 1897, a simplesleitura do Antigo Testamentodemonstra,com o míximo de claieza,queo sionismo náonasceuno final do séculoXIX, masexistiu sempre,pari passucom a história do povo israelita. Assim como oS ronranos organizarame codificaram o Direito esparso'transferido de geragáoa geragáopelo costume, náo o criando, mas apenaslhe dando fo.-ur, tambémos gruposHoveve-Zion e TheodoreHerzl náo funda- ram o sionismo, limitando-sea organszare codificar algo que existia desdeAbraáo. Foi o sionismo que colocou nasmáosde Juditea espadaque de- capitouHolofernes.(D1zo comentarioá Bíbtia publicadapela Editora vázes, Petrópolis, 20uedigáo,1993,p. 542 "Judite personificaos ide- aisreligiosose nacionais do judaísmo,queresisteáspoténciaspagáse opressoras.") (Entenda-se a expressáo "poténcias pagás" como 'ogo¡ms",ou náo-judeus.) I Foi igualmenteo sionismo que infiltrou Esterno harémde Assue- ro (rei pérsa), provocando, pelo mesmo expedienteutilizado contra Holofernes(favores e futricas de alcova), a morte de 75.000 inimigos de Israel, ou seja, de goyns que se negavama "cortar pedras nos montes e carrógá-las i¡s costas". Maravilhoso dia este catorze de Adar! Muitas obrasforam publicadas,desdeo início da Idade Média até hoje, com o intuito de denunciaro que ocolTe,de como seperenizaa ,.questñojudaicatt, combatidaás vezescom maior empenho,masvia de regrapassadadesPercebida. Hoje, muito mais dificil se tornou a tarefa dos que se atrevem a renüIr contra a correnteza.Grandenúmero de pessoasse encontra hip- notizadapela propagandajudaica ou filo-judaica que invadiu oq meios l5
  11. 11. decomunicagáode massa.uma dastécnicasmais freqüentementeutili- zadapelosjudeus é a de sefazerempassarpor vítimas.Foram ..bodes expiatórios" em todos os países áe onde foram expulsos. Foram "bodes expiatórios." da Igreja, que os acusou .taluniosamente,,, de blasfemarcontra cristo e a virgem Maria, de praticar ass_assinatosritu- ais, de envenenarpogos, de reálizarem missasnegras " lu", náo con_ tente com isso,queimou-osem fogueiras.Foram ¿bod.. "*piatórios'do nazismo' que cometeu contra ereso bárbaro Horocausto. Foram "bodes expiatórioso' de.Getulio vargas, que proibiu a entradade ju- deusno Brasil, e determinou que or {.r" rraviamingressado irregular- m:nte.fossemexpulsos.Estáo sendo,,bodesexpiatérios" dos ingratos palestinos,quesenegama aceitaro despejode suasprópriasterras... Oh! mundoingrato, quenáoaceitaos desígniosdelevah! Estaobra talvezpersigaum objetivo pretancioso,pois a *questáo judaica" já mereceua atengáode muitos analistasi"'g.*d" i"pr"r- sáo,como nossoeminentepatrício GustavoBARRoso; por duasve- zes presidenteda Academia Brasileira de Letras, agraciadt com deze- nasde títulos e comendasnacionaise internacionais]quelegouá poste- ridade um grandenúmero de obras sobreo tema. ocorre que as obras de BARRoso sumirarrl misteriosanrente,das prateleirasde boaparte dasbibliotecas.Bateram-lhesastragas,comeftrm- nasosratosou surripiaram-ruNoscensoresda.aerdadeconveniente,'? Náo fosse o editor s. E. CASTAN ter reeditado algunstítulos, Gustavo BARRoso teria sido confinado para sempre ,rl ü*bo du, almasperdidas. Além da escassezdas obras de Gustavo BARRoso em circula- gño,outra circunstáncianosanimoua escreveresteliwo: todo o acervo de nossomaisimportantehistoriadorantecedeos fatosacontecidosdu- rante e posteriormente á segunda Guerra Mundial, época em que a*questáo judaica" ganhou invulgar releváncia.oisp'oe-se,hoji, de 9n!"r bibliográficas e de uma ótica que náo estiveram ao arcancede BARRoso' Em sua époc4 o rádio era o principal meio de comunica- gáo de nr¿Nsaque invadia os la¡es brasileiros. Jornais lia-se pouco. os liwos ^eram privilégio de uma minoria. como, ariiís, sempre ocoffeu aqui. ouvia-se "o direito de nascer", do cubano reix cagnet, ria-se com as trapalhadasdos moradores do "Edificio balanga-mas-náo-cai,,o l6
  12. 12. torcia-se para os calouros do Renato Murse ou do Ari Barroso. E era- se informado, invariavelmente, que o selecionadobrasileiro perdera a Copa deüdo a roubalheira dos juízes e a truculéncia dos advers¿irios. Epoca boa aquela da desinformagáototal! Hoje, o tira-teima sáo os noticiários da Globo. Naquela época,a cartilha amansa-burronáo era o dicion¿írio,rn¿Isuma revista norte-americanaa "Selegóes,de Reader's Digest". Bastavaalguémafirmar:"- Li nasSelegóes!"parapór uma pá de cal em qualquerdiscussáo.Excegáohouvequandoaquichegouo Zé Carioca. Nas calgadasda Cinelándia,no Rio de Janeiro, as filas dobra- vam esquina,com todos ansiososparaver o papagaiofalanteensinaro Pato Donald a danqaro sambae bebercachaga. Os liwos de BARROSO e de um grandenúmero de grandeses- critoresde suaépoca,mofaramnasprateleiras. Quemiria seimportarcoma ó'questáojudaica"? "- O único judeu que conhego"- afirmavamtodos - "é o com- prador de roupas usadase bagulhosimprestáveis"ou "o vendedorde coisas á prestagáo..."E arrematavam:o'- Lá quero eu saberdo que aprontarampor aí!" GustavoBARROSO nño foi lido no seutempo, porquequasenin- guém lia naquelaépoca. Vendiam-seliwos, sim. Os folhetins tinham boa aceitagáopopular. Eram levadosos fascículosde porta em porta pelosmesmoscomerciantesde coisasá prestagáo,quetinhambom tino paranegócios.As obrasde MadameDely eramasmais solicitadas.Li- am-nasasmogoilasá esperade marido, aguardandoo dia da repartigáo dosfascículoscom a meslnafidelidadedasnoveleirasde hoje. Repetir asobservagóesde GustavoBARROSO, de Henry FORD, de SantoAgostinho, de Martinho Lutero e de outros tratadistasque se reportaramá "questño judaica", náo resulta,portanto em "chover no molhado". Poucossñoos queestiveremantesdebaixode chuva. A grandemaioria dos brasileiroscontinuadesconhecendoa exis- téncia de uma "questáo judaica'o com que devam se preocupar' Re- petern,como a cinqüentaanosatrás:"- Lá quero eu saberdo que os judeusaprontarampor aí!" Pois saibamfsses incrédulosque eles aprontaramtambém por aqui! Encarapitaram-senascaravelasde Cabrale vieramtomar conhe- 17
  13. 13. cimentodo quelhespoderiadar a novaterraoantesmesmode que o rei portuguésrecebessea cartade Pero Yaz de Caminha.Em lá chegando os atentosobservadores,trataram de solicitar um feudo ao boníssimo rei, quetáo bemos acolheraquandoforam banidosda Espanha(1492). Antes da concessáodas capitaniashereditáriasa portuguesesde gema,o judeu (apelidadode cristáo-novo) Fernandode Noronha abo- canhavaum bom nacode terra e recebiacarta brancaparainstalaraqui um "trust": o da exploragáoe comérciodo pau-brasil. Disto seconclui queno descobrimentodo Brasil houveempate.Por- tuguesese judeus aqui chegaramao mesmo tempo. Desempatehouve quandosetratou de explorar aterra recém-descoberta.Destacircunstáncia saÍramperdedoresos portugueses.Náo foram vencidosno "photo-chart". Perderan¡como diz o lingrrajargaúcho,por "légu,aemeia". Também pudera. Todos sabem que os hebreus sáo campeóes mundiaisem 'tino comercial". Azarde D. Manoel, que era Venturoso, masdesinformado. Estamoscolocandoa carrogana frente dos animaisde tragáo. A "questáo judaica" no Brasil serátratada no devido tempo. Vamos abrir um capítulo só para isso.Mas importava dizerao leitor, nestain- trodugáo,que o Brasiltambémsedeparoucom a "questáo judaica''. Náo quando estavacrescido,robusto e faceiro, mas antesmesmo de nascer.O batismo e o nome Brasil vieram muito depois. Depois de qué?Depoisdosjudeus seteremapropriadode um bom nacoda ilha de YeraCruz, ou da Terra dos Papagaios. De certo modo, estamossendoatrevidos.Náo convémdar nome aos bois. Devíamosfalar atravésde meias-palawas.Abusar do eufe- mismo, como fizeram Getúlio, antesde desferirum tiro no coragáo,e Jániopor ocasiáoda renúncia.Nos bilhetesdeixadosd posteridade,os dois ex-Presidentesomitiram o designativodos responsáveispor suas derrubadas.Fizeramreferéncia,suavizandoa expressáode suasidéias, ás"forgasocultas". A'óquestño judaicatt, cato leitor, existelá, bem longede nossas fronteiras,como agoraem que Israel ofereceaospalestinosuma entre duasalternativas:a de aceitaro jugo ou a de partir. A ONU, por una- nimidade,sepós ao lado dos palestinos.Nem assimfoi possívelequili- brar o fiel da balanga.Do lado de Israel sepostou um pesopesadoca- t8
  14. 14. paz de nocautearMike Tyson e mais uma centenade advers¿í¡ios.Náo um de cadavez, mas todos a um tempo só! Resultado:os palestinos contamcom o apoio de centenasde países,masIsraeldá a última pala- wa sob o manto protetor dos EstadosUnidose de seuarsenalnuclear. (Ver Anexo 1) Existe uma"questño judaica" a nível internacional. De igual modo, pode-seafirmarque elaexisteaqui em nossoPaís. Existe porque 150.000 judeus desfrutam do poder de calar 150.000.000de brasileiros.Existe porque nos obrigam a saldar uma dívida externa absurda,imoral, responsávelpelo estado de inanigáo e misériaem quevivem milhóesde brasileiros. Existeporqueestáonos sugandoatéa medulados ossos'como no casoda telefonia(CRT), da siderurgia(CSN - CompanhiaSiderurgica Nacional) e da Vale do Rio Doce, a maior e a maisrica de nossasem- presas.(Vide Anexo 3 e 4) Existe porque os principaisórgáos de co- municagáode massado País,atravésde drible ao artigo 222 da Cons- tituigáo Federal,caíramnasmáos de "brasilefuosnatos", nrasque tra- zemno coragáooutra nacionalidade. "Elestémnasnñoso rosário,e nocoragáoascontas"'"(TAUNAY' NaBahiaColonial,P.291) Pareceóbvio que existeuma *questáo judaica" flo Brasil e que mereceatengáoinclusivedos que afirmam que nadatém a ver com o queosjudeusaprontamPoraí. Dom Manoel. o Venturoso, semostrou desinformado,mandando paraCáuma o'mancheia"de Cristáos-novos.Nos aprontarampoucase -boas, langandonascostai dos lusitanoso opróbrio daresponsabilidade' '.Escravidáo,tráfico negreiro,contrabando,descaminho,conclulo com os holandeses,guerTados emboabas,gueffa dos mascates...Tudo isso- juram os eternosinjustigados- foramcoisasde portugués!"E contamcom o avaldos'fistoriadores"! E como os brasileirosque náo queremsaberde nada,dáo de om- bros,cruzamos dedos(áscostas,naturalmente)e afirmam: ..- Nós nem estávamosaí! Paratudo o que de mal acontece,eS- colhemlogo osjudeuspara'bode expiatório'! Shalon,meu...vai ver quevocé é anti-semita!" t9
  15. 15. Nesteponto, o comendadorAcácio, na fartade inspiragáo.retira- ria da algibeirade guardadosumapérolarara: "- E tudo ficou como d'antesno euartel de Abrantes...,, Seu conterráneoBocage, menoscomedido no ringuajar,trocaria Abrantes,poruma parte pudica de máeJoana.Náo deixariapor menos o nosso ferino Gregório de Matos, apelidadode .,Boca de Inferno',. masqueásvezesfalavasério: "Quantoscomcapadecristñqprofessamojudaísmo,nnstrandohipocri- tan*ntedevogáodreidecristo!"(GregóriodeMATOS.obras,p.rg2) Pode ser que o comendador Acácio estejacoberto de razáo. É possívelque tudo perrnanegacomo d'antes no euartel de Abrantes, mas nem por isso temos a obrigagáode calar. Tampouco nos podem calaros guardióesda "verdadeconveniente". Tudo o que se trá relatdrestácalcadoem bibliografiamerecedora de crédito.Bibliografiaquepoderáserconsultadapeloscépticos.Aliás é interessantequeo fagam,mesmoporque a História náo é umaciéncia exata,que os mestresenfiam goela abaixo dos alunos;é uma ciéncia que desafiaa reflexáo critica, permanenternenteabertaao diálogo e a interpretagáo/reinterpretagñocrítica. o verdadeirohistoriadornáo se limita a coletar dados,reunir do- cumentos,precisardatas,encadeara seqüénciados fatos. Ele faz isto, sim. Mas náo pára aí. Ele analisacriticamenteas circunstánciassócio- económicas,políticase culturaisque, em conjunto ou isoladamente. contribuírampara o acontecimentode interessehistórico. Seassimnáo fosse, a História seria uma ciéncia meramentedescritiva, acríticae inerteno tempo e no espago. Por isto, pedimosescusasaos que véema História como ciéncia estática,imutável,exatacomo a Físicae a Matemática,e pedimos,hu- mildemente,permissáoparaexternarnossospontosde vista. Sempreque alguémemite opiniáo sobreassuntossujeitosa juzo ou deliberagáo,como no caso do fato histórico, haveráde agraáara algunse a desagradaroutros. Náo cabeaos desagradados,o direito de calaravoz dosqueos contrariam. 20
  16. 16. JUDAISMO-SIONISMO PARAPRINCIPIANTES Certa feita, quandofui intimado a depor como testemurüaem processomovidopeloSr.HenryNekriczcontrameueditor,tp"tg*- tou-me,dechofre,a Ex'u JuízadeDireito encarregadado feito preca- tório: - O senhoréanti-semita? Respondisempestanejar: - Náo! Nadatenhocontraos etíopes,os iraqrrianos,osjordania- nos,os libaneses,ou sauditas,os sírios,osturcose muitosdospovos residentesno norte da África. Tarnbémnáoalimentoqualquertipo de restrigáocontraos antigosassírios,osbabilóniose os fenícios...todos elespovossemitas. A insignemagistradafoi maisdireta: - E contraoshebreus?O senhortemrestrigóesaoshebreus? - Nenhuma.Nadatenhocontraa etniasemita hebraicaou outra ragaqualquer.Minhascríticassáoaaspectosculturais. - Porque,entáo,escreveobrascontrariasaosjudeus? - Vejaben¡ seV. Excia.estáempregandoo termo'Judeus"como sinónimode 'trebreus",estácometendoum equívoco.Minhasobras náoreprovama condutadeumaraga,deumaetnia,deumpovo.Con- t H*ry Nekricz(Bem-Abraham)registrouqueixa-crimecontraS. E' Castanna 27^Yara Criminal da Comarcade SáoPaulo,alegandoqueo escritore editor garichohaviainfringidoo Art. 139do CódigoPenal(difamagáo),por té-loacu- sadode"mentiroso"em"SOSpara Alemanhat. 2l
  17. 17. deno ao sionismoe náo fago mais do que comungarcom decisáoda oNU que o considerou"expressáode racismo", óontando,inclusive, com o apoio do Governo brasileiro.Sev. Excia. perguntarsesou anti- sionista, minha respostaserá SIM! Sou anti-sionisá, anti-comunista, anti-capitalista,anti-globalista (a globalizagáoda economia está em moda) e contriirio a um semnúmerode ideologiasque andampor aí e de outrasquepassarame foram esquecidas. Este é um exemplo de como se confi¡nde alhos com bugalhos. Faz-sejogos de palawaspara confundir aspessoas,para enredá-lasna trama que os marxistastáo bem dominarama fim de tornar o dito como náo dito e vice-versa- a dialética, definida pelos lexicógrafos como "arte de argumentarou discutir na buscada verdade'',mas que os comunistasredefiniramcomo "a artede chegarás nossaspróprias verdades". Faurisson,Borrego, Bardéche,Duprat, Barnes,Belgion, Zúndel, castan e dezenasde outros reüsionistasacusadosde anti-semitassáo, em realidade,anti-sionistas.Limitam-sea denunciar,no plano dasidéi- as, da argumentagñológica e racional,uma ideologiamilenarcujo ob- jetivo, confessoem suasmúltiplas cartilhas (Torah, Tarmud, cabara, Protocolos,etc.) é dominaro mundo. É comum confundirjudaísmo com sionismoe isto por uma razño muito simples:bastaconsultaro Antigo Testamentoe o Talmud para certificar-sede que os hebreusescreveramsua história com um olho voltado paraDeuse outro paraa Terra. Em outras palawas: judaísmo e sionismo se confundem.jamais aparecemdissociados. Por conseguinte,o anti-sionismo náo pode apartar-sedo anti- judaísmo. A liberdadede culto é consagrada,hoje, pela maioria das constituig6es.o cristianismo, por exemplo,fracionou-seao longo do tempo: catolicismo rornano, catolicismo ortodoxo, calvinismo,lutera- nismo, anglicanismo,etc. centenas de cultos, cristáo e náo-cristáos, convivem sem grandestraumas ou antagonismos.ocorre que todas essasreligi6es respeitamos espagosdas demais.Náo encetamplanos de destruigáode suascongéneres.o mesmonño se pode dizer do ju- daísmo.Este, desdeo nascimentode seu"filho espúrio"- o cristianis- mo, moveu-lhe,e move aindahoje, um combatesemtréguascom o fito
  18. 18. de destruí-lo. A razáo é muito simples:dezenasde profetas, segundo registrodo Antigo Testamento,haviamprometidoaosjudeus um Mes- siasque lhestraria riquezase poder. "E osfilhosdosestrangeirosedificaráoosteusmuros,eosreisteser- viráo...E abrir-se-áodecontínuoastuasportas:elasnáosefecharáonem dediaenemdenoite,a fim dequetesejatrazidaa fortalezadasnagóes, ete sejamconduzidososseusreis.Porquea gentee o reinoquenáote servir,perecerá;na verdade,aquelasnagóesseráototalmentedevasta- das...E sugaráso leitedasgentes,e seráscriaü ao peitodosreis." (lsaías,LX, 10-16) Poiseisque o Messiasnascidode Maria, a virgem concebidapelo EspÍrito Santo,lhesvinha dizer: "Todoaquelequefizera vontadedemeuPai,queestánosCéus,esse émeuirmáoeirmá."(Mateus,XII, 50) Náo eramosjudeus e táo-somenteosjudeus os filhos de Deus! - afirmavaJesusCristo. Náo eram os judeus os "apaniguadosda sorte", mastodos os homensda Terra, sem distingáode ragaou credo! Era isto que afirmavaCristo, desmanchandomilharesde séculosde sonhos de riquezae poder. Aquele filho de carpinteiro só podia ser um falso messias!Um falso messiasdesmancha-prazeresa sepultaraspromessas de rios de leite e mel, de reis prostradosde joelhos, de intermináveis legidesde escravosmourejandoa seuservigo- foi o que concluíramos judeus. "FezSalomáo,pois,tomara roltodososhomensprosélitos,quehavia naterradelsrael,e destesescolheusetentamil, paraquelevassemas cargasáscostas,e oitentamil paraquecortassempedradosmontes..." (Crónicas,ll,l7-18) Que fazer com aquelemágico multiplicador de páes,com aquele ressuscitadorde mortos, com aqueleagentede subversáoa apregoara igualdadeentreos homens? Urge calar a suavoz! É imperiosoimpedir, o mais que depressa, que continue a langarao solo sementesda tomada de consciéncia,da rebeldiacontrao opróbrio e a dominaqáo. Que fazer,senáomatá-lo? ! J
  19. 19. E matá-lo de uma maneiraterrível! É preciso impedir, pelo exem- plo, queoutros "falsosmessias"aparegam! Pilatos,o governadorrornano,náo vé crime algum na condutade Cristo. Propde que os judeus o solten¡ que crucifiquem a Barrabás, criminoso notório. Entre o criminoso empedernido,entre o assassino cruel e o agentede subversáo,a elitejudaica nempestaneja: - SoltemBarrabás!Crucifiquemo Cristo! Consuma-seo maior dentretodos os crimescometidosna história da humanidade:o deicídio - definido pelos lexicógrafos de todo o mundo como 'A MORTE QUE OS JUDEUS DERAM A CRISTO". (Vide Aurélio BuarquedeHollandaFERREIRA.) Como cristáo que sou, batizado, crismado e educadono catoli- cismo,náo me restououtra alternativasenáo responderá Ex'u lutza de Direito: - Náo sou anti-semita,mas V. Excia. pode me consideraranti- sionistae contr¿irioáquelesque mataramo Filho de Deus! Os mesmos que repetiram a chacina do Purim através de Bar Kohba, assassinando mais de 104.000 cristáos antes de seremexpulsospelos romanos da Palestina!Os mesmosque arregimentaramas graqasde Nero, por meio de umanova Ester- a cortesáPopéia,provocandotrés séculosde terrível perseguigáoe martÍrio pala os cristáos!Os mesmosque asses- sor¿ram,aosmagotes,Lénine e Stálin, dizimando - segundoAlexandre Soljenítsine outras fontes náo contestadaspelo atual Governo russo- 60 milhóes de soviéticos! Náo sou anti-eslavoou anti-russoporque nemtodos os membrosdaquelaetnia compactuaramcom o bolchevis- mo. Sou anti-bolchevistaque é uma espécieda qual os fussoseram o género. De igual modo, náo sou anti-semita(no sentido de hebreu), porque tal como em relagáoaosruSsos,nem todos os hebreussáo sio- nistas e/ou seguem,na qualidadede judeus, o Torah, o Talmud, a Ca- balae os Protocolosao pé da letra! Nem todos os hebreusparticiparam do deicídio. Generalizar,tomando o anti-sionismo e o anti-judaísmo como si- nónimos de anti-semitismoé abusarda inteligénciadas pessoas;equi- vale a afirmar que todo aqueleque repudia o nazismoé anti-germánico! Será que os "remanescentesdo Holocausto", por serem,com toda a certeza, arfti-nazistas,extrapolam a suarepulsa a todo o povo alemáo?
  20. 20. Admitem, pelo fato de criticar o nazismo. serem tachadosde anti- germánicos? É claro que náo,porque seassimfossenáo teriam retornadopara a Alemanhano após-gueffa,adonando-sedo poder político e eco- nómicoe assenhorando-sedos espóliosque restaramdo paísarra- sado! Eis aí o grandee incompreensívelabsurdoque semontouem tor- no da pessoae da obra de S. E. Castan.o maisimportanterevisionista brasileiro da atualidade. Pode-se ser antinazista. sem ser anti- germánico.Pode-seseranti-comunista,semseranti-russo.Mas náo se pode ser anti-sionista.ou discordardaspretensóesde 'povo eleito" e dasestratégiasde destruigáodos adversários,posta em prática de for- ma explícitaou implícita por muitasdas ltagóesextremistasdo judaís- mo. semserchamadode anti-semita! Qual o cristáo ou indivíduo de sáconsciénciaque baterápalmasa colocaqóescomoestas? "Jesusenganou,corrompeuedestruiuIsrael"(Sanhedrin.107b) "Todasascoisaspertencentesaosgoyns(náo'judeus)sáocomoo de- serto;a primeirapessoaqueasenconlreaspodelevarcomosendosuas. "(BahbaBathra,54b) "O sérnende um goyntemo fi€smovalorqueo de umabesta." (Kethuboth.3b) "Seumjudeué capazdeenganaraoscristáos.simulandoserumde- votodeCrislo.podefazé-lo."(loreDea,157.2) "Queéumaprostituta'lQualquermulherquenáosejahebréia."(Eben HáEser,6e8l "Ao melhordosímpios,matai-o!"(A BodaSara,26b,Tosephot¡2 Anti-semitismo e anti-judaísmotraduzem uma opiniáo, um juízo ou sentimentomanifestadosobreassuntosujeito á deliberaqáo.Segun- do Cándidode FIGUEIREDO, lexicógrafo.e Darcy AZAMBUJA. ci- 2 Extrato do Talmud auténtico.(Os que se encontramem circulagáoforam devi- damentedepuradosde "inconveniéncias".)ln; L B. PRANAITIS (SacerdoteCa- tólico). El Talmud Desenmascarado.Editorial La Verdad,Lima. 198l - 25
  21. 21. entistapolítico, opiniáo é uma convicañode caráter especial.Esclare- cem:quandodizemos- o calor dilata os corpos- emitimosumaverda- de científica,passívelde comprovagáoríquidae certa. euando afirma- mos - a democraciaé a melhor condigáode rearizagáode governo - náo emitimos uma verdadecientífica,ainda que possaser verdadeira, isto porque náo haveráconsensoem torno de noisa afirmagñoe, além disto' será impossívelprovar, de forma líquida e certa, que estamos com razáo. o primeirojulgamento, referenteá dilatagáodos corpos por agáo do calor, é umaverdade. o segundo,concernenteá democracia.é uma opiniáo. A opiniáoé um estadode espÍritoqueconsisteemjulgar verdadei- ro um fato ou uma afirmagáo,masadmitindo que talvez estejamosen- ganados.É uma convicaáomais ou menos profunda, que nos leva a afirmarumacoisaou a procederde um certo modo; masé umaconvic- gáo que náo se apoia na infalibilidade,que náo tem o sustentáculoda verdadecientífica. Sendoo procedimentodos indivíduos em sociedadebaseadoem opinióes, a toleráncia e o respeito mútuo se revelam como prova de bom sensoe critério. Sob o império da democraciae da liberdadede pensamentoe ex- pressáo,tanto a opiniáo da maiori4 como a da minoria, tém de encon- trar espago,porque em setratandode opiniño, maiorianáo é sinónimo de certeza. Opinióes - como anti-sionismo, anti-judaísmo extremado, anti- comunismo, anti-capitalismo, anti-nazismo, anti-catolicismo, etc... - náo podem ser amordagadas,passíveisde censura ou de arbítrio. Quando muito, podem ser rebatidas,contrariadas,desmitificadaspor forga de argumentos.A opinióesseop6em opinióes,jamaiso podei de polícia. os sociólogos,os psicólogose os cientistaspolíticosreconhecem que mesmouma opiniáo majoritária pode ser errónea,provocada artifi- cialmente,viciada,desorientadada verdade.Isto ocorre principalmente nos dias atuaisem que os meios de comunicagáode Íüssa desfrutam de um poder que supera,inclusive,o poder do Estado. 26
  22. 22. O passado brasileiro recente demonstrou com propriedade esta afirmagño.A mídia colocou presidentese depóspresidentes.Vetou a. eleigáode outros. Provocoua cassagáodeparlamentafes,segundointe- ressesaté hoje náo perfeitamenteidentificados.Afirma-se que foi para o bem do povo e felicidade geral da Nagño. Pode ser que sin¡ mas tambempode serquenáo. Os meios de comunicagáode Inassado mundo inteiro estáo fi¡- mementeconcentradosem máosde ulna meslnacentral de poder. Em género,estacentralde poder é representadapeloshebreus;em espécie, pode-seafirmar que o controle é exercidopelo sionismoe pelojudaís- mo, incluindoaqui asfacgóesextremistas. "O poderdosjudeusrepousasobreosnrciosdecomunicagño'quees- tiioirsuadisposigáoemváriaspartesdomundo."' A conseqüénciadeste monopólio é inevitável: a opiniño pública mundial é levada a consolidar-Seem torno das 'aerdades", valores e pontosde üsta emitidossegundoa óticajudaico-sionista. No Brasil náo sefoge á regra.Os principaiscanaisde televisáo,os jornais de grande circulagáo, as mais importantes reüstas e 4 esllra$a: dora maioria das editorasestñonasmáosdosjudeus, ou sobreo con- trole de títerespor elesmonitorados.As pessoassó conhecemum lado da medalhaou runa versáo da história. Sáo impedidasde inteirar-se da versáo contr¿ária.Mesmo porque esta é impedida de vir á lume. O Di- reito consagroua indisponibilidadeda defesa'Mas, na prática' isto tenL no Brasil, adquirido o caráter de ficaáo em s€tratando da questáo sio- nismo x revisionismo. Os sionistastém o direito de falar; os revisionistas,o de calar! E de arcar, por tempo indeterminado,com os prejuízos decorrentesdo arbítrio. Minha primeira obra revisionista- "o Massacre de Katyn" nño mencionahebreus,judeus ou sionistasem um parágrafo Sequer.Mesmo assim,foi tachadade mentirosa(davanova versáoa qrimeocorrido du- rantea SegundaGuerra Mundial). Capitaneou a caqaás bruxas o Sr- 3 CardealJosefGLEMP.Primazda lgrejaCatólicaPolonesa.In: Pol6nia- Fo- gueiraacesa:Cardealacirra conflito com osJudcus.ln: Revista'ejt',6'9- r989.
  23. 23. Jair Krischke, conselheirodo Movimento de Justigae Direitos Huma- nos. Abriu-lhe espagopara o exercíciode tiro ao alvo o jornal ,,zero Hora", da família Sirotsky. Esta e outras obras da Revisáo Editora Ltda., incluindo liwos de amplacirculagáoe tiragem internacional,co- megavama desagradará pequenaparcelade O,ryodos "brasileiios" - seé quepodem ser consideradosbrasileiros- que detém maisde l5%o dosmeiosde comunicagáode massaem suasmáos. "Nóssomosumaúnicanagáo.Náosomosjudeusamericanos,nemju- deussoviéticos.Nóssomosapenasjudeus."(TheodoreHerzl- Fundador doSionismoPolítico). Menosde dois anosdepoisdos agravosmoraise lucroscessantes sofridos,os soviéticosconfessarama autoria do crime (assassinatode milha¡esde oficiais poloneses,até entáo atribuído'aos alemáes),sem queo Sr. Krischke ou "7,eroHora" cumprissemo deverde resgataro danoperpetrado. Está aí um claro exemplodo guanteque imobilizae calaa voz de 150 milh6esde brasileiros,submetidosa uma imprensacontroladapor 150 mil privilegiados,que devem tomar conhecimento,com extrema urgéncia,do recadoque lhesmandou,atravésde memorávelsentenqa, o Ex'o Sr. DesembargadorJoáoAndradesCarvalho: "A Constituigáoé brasileira,feitaparabrasileiros.Somosumpovo pobre,masdispensamososguardióesdenossaconsciéncia." Infelizmente,o agambarcamentodos órgáos de imprensa,denun- ciado pelo cardealpolonésGlemp, e que no Brasil setornou realidade nua e crua, náo é fenómeno recente. Os Governos brasileiros náo aprenderamaslig6esda história.Náo examinaram,por exemplo,o que aconteceunos EstadosUnidos e na Alemanhana décadade 1920,épo- ca em que os hebreus,reconhecendoo grandepoder que emanavados meios de comunicagáode massa,assenhoraram-sedos principais ór- gáos,manipulandoa seubel prazera opiniáopúblicae pressionandoos governosno rumo de seusinteresses. Na Alemanha,com a Primeira Guerra Mundial em curso (1914- 1918),os judeus atravésdo "Berliner Tageblatt", do "Munchener NeuesteNachrichten" e do "Frankfurter Zeitung", dentre outros 28
  24. 24. importantesjornais, todos sob seurígido controle,disseminaramo der- rotismo, preparando a famosa "punhalada pelas costas" que insuflaria ás massas,em futuro próximo, através dos inflamados discursos de Adolf Hitler. Náo paira, hoje, qualquer dúvida quanto as sementesdo nacio- nal-socialismo alemño. Elas foram plantadaspela imprensajudaica, pelapazjudaica imposta á Alemanha em Versalhes,e pela camarilha judaica que se apossoudo espólio político e econÓmicodo pós- guerra. Os usurpadoresdo Governo Imperial montaramum gabineteem que dos seiscomponentes,trés eramjudeus. Dentre estes,dois deles, Haasee Landsberg,exerciaminfluénciaabsoluta.Haasedirigia os ne- góciosexteriores,assessoradopor outro judeu - Kautsky, queem 1918 nem sequerpossuíacidadaniaalemá.O judeu Shiffer ocupou o Mi- nistério da Fazenda,tendo o judeu Bernstein por subsecretário.O Ministério do Interior tinha á frente o hebreu Preuss,assessorado pelo compatriota Freund. Na Prússia,o gabineteformado no pós- guerra era presidido por Hirsch e Rosenfeld. simon foi nomeado Secretário do Estado no Ministério da Fazenda;Futran, diretor de Ensino; Meyer-Gerhard, Diretor do Departamento das Colónias; Kastenberg,Diretor de Letras e Artes; Wurm, Secretário da Ali- mentagáo;Cohen,Presidentedo Conselhode Operáriose Soldados (assessoradopor Stern, Herz, Loewenberg, Frankel, Israelowitz, Laubenheim, Seligsohn, Katzenstein, Lauffenberg, Heimann, Schle- singer, Merz e weyl); Ernst, chefe da Polícia de Berlim; Sinzhei- mer, Chefe de Polícia de Frankfurt; Lewi, Chefe de Polícia de Es- sen;Eisner,Presidentedo Estadoda Baviera,etc... Paradispensaro leitor da maganteconsulta arrna relagáointermi- nável, bastadizer que a assessoriade Cohen no Conselhode Operários e Soldadossefez repetir, em géneroe número,numainfinidadede ór- gáopúblicos. O estado alemáo que emergiu de Versalhes estava arrazado pot imposigóesdraconianas.Sofrera sangóesterritoriais, industriais, co- merciais, financeiras, militares e morais que só suportou pelo tempo necessiiriode respirare reunirnovasforgas. 29
  25. 25. Foramtambemjudeusosresponsáveispelaignominiaquesecon-vencionouchamardeTratadodeVersarhes.^Indeiendenümentedaas_sessoriadosadversáriosdaAremanhaquesejogáramcomoabutresouhienasesfameadassobreos despojor,i*,igu¿J. peroespÍritode vin-ganga,a delegagñogermánica,paranáorug'ira.*ru, ;;;ru contami- nadapelapresengadehebreus. DeixemosqueHenryF'RD descrevao carátere composigáodadelegagáoalemáemVersalhes: "JudeuseramdoisprenipotenciáriosarenÉesnaconferénciadapz, ao mesrnot".ry queumterceironáopassavadeconhecidoinstrurrrentoin_ condicionaldojudaísmo.Arémdisso,puluravamnaderegagáoalenÉju- deusperitos,tais cornoMax warburg Strauss,rvrenó oscar oppe- nheimer,Jaffe, _Deutsch,Brentano,pernstein,Struck Rathenau,Was_ sernanneMendessohn_Bartholdy.a Alguém póe dúvida quanto á quantidadede lenhaque isto repre- sentouparaa fogueiranacional-socialistaquearderiamaistarde? Hitler náo se cobriu de razóespara exigir, semrodeios, subterfir- giosou meias-palawas:..Fora osjudéus!,'? Enquanto na Alemanha vencida isto ocorria, do outro lado do Atlántico, nos Estadosljnidos vencedor,a mesrnacoisa sepassava.o _g_rupo pioneiro dejude's. que setransladarado Brasil para aregiáo de Ioyu Iorque, na ép'ca da invasáoholandesa,tinha semultipricado.De .5q 000 em 1870,passaraa 3.300.000em 1920.Em todo o Império británicoviviam 300.000;na palestina,náo mais do que 100.000.o centro nevrálgicodas decisdessionistas,representadofeb Kahal, náo maisselocalizavaem pragaou em outrasmetrópoleseuropéias;trans- ladara-separa os Estadosunidos. Mas náo eram só idéias e ordens para o empreendimentode agóesquepartiamdo lado de cá do Atlánti- co' Segundoo servigo secretoamericanode contra-espionageme im- prensa'importantesbanqueirosjudeus tinhamfinanciadoLéninee seus camaradas,possibilitandoque a revolugáobolchevistase consumas- se: Jacob schiff, Guggenhein,Max Breitung, a casa bancária de t "** aa-" o JudeuIntern¡cion¡r.portoAregre,RevisáoEditoraLtda.,1989,p.22.
  26. 26. Kuhn, Loeb & Cia, Felix Warburg, Otto Kahn, Mortimer Schifl S. H. Hanauere outros. Durante os anosque antecederama revolugáo bolchevista,o jornal judaico-comunistade Nova Iorque - "Daily Forward" - publicou inúmerosartigos solicitandoapoio financeiro da comunidadejudaica americanapara o movimento bolchevistae descrevendo,de forma minuciosa,como quantiaslultuosas de di- nheiro foram transferidaspara a Rússia,atravésde contasdo Sindi- cato Westphalian-Rhineland. Tambémos judeus ricos do continenteeuropeu se engajaramno esforgode subvencionaro bolchevismo.As contribuigóesprovenientes dos EstadosUnidos,juntaram-seás da casabancáriaLazareBrothers, daFranga,do Banco Gunsbourg,de SáoPetersburgo,da casabancária de Speyer& Co., da lnglaterrae do Nya Banken"da Suécia. Sema entradamacigadascontribuigÓesjudaicas,a revolugáobol- chevistanáoteria saídodo papel. Concluída esta rápida digressáo,convém voltarmos á questáo principal de onde nos desviamos.A análisedos conluiosjudaicos do presenteséculoseráaprofundadaadiante.Nestaaltura, importa exami- nar como osjudeus seapoderaramda imprensamundial,justificando o queafirmou o cardealGlempem setembrode 1989. Entendea totalidadedos analistasdo judaísmoe do sionismo,que os hebreustiveram sempreuma idéia muito precisadasvantagensque podemsertiradasda imprensa.Estar informadode antemáo,inteirar-se do que estápor acontecerantesdos náo-judeus.foi sempreuma prer- rogativa da qualjamaisabrirammáo. Colocandoobservadoresnaspro- ximidadesde Waterloo,NathanRothschild,desdesuasedebancáriaem Londres,inteirou-seantesdos demaisda sorte dabatalbaderradeirade Napoleáo, apossando-se,a prego de banana,da quasetotalidade das ag6esnegociadasnaBolsa londrina. Náo apenasNathanRothschild,mastodos osjudeusforam sempre ávidospesquisadoresde notícias.Desdemuito tempo, conformeobser- va Henry FORD, revelaram-seastutospesquisadoresde informagóes, cuidandoemdivulgar o quelhestraz proveito e em sonegaro quepode resultaremprejuízo.AsseveraFORD: 3l
  27. 27. "Duranteséculososjudeusforamo povornaisbeminformadodo mundointeiro.De suassecretasfontesnascortese chancelarias,essa ragaobteveinteiroe exatoconhecimentodosacontecimentosmundiais. Sempretiveramespióesemtodaaparte...O orbefoi espiadoemseuprG veito...'t' As estratégiasde conquistae manipulagáodos meios de comuni- cagáode massaestáo claramenteformuladasnos Protocolos - docu- mento satánicoque osjudeusjuram falso, mas que vem se cumprindo com absolutafidelidade.Embora tenham sido elaboradosno final do séculopassado,retratama realidadedos diasde hoje com a exatidáode uma imagemrefletida por espelho.Náo é sem razáo queos judeus de todo o mundo procuramevitar o quantopodem que a leitura dos Pro- tocolos seja difundida. Muitas das edigóesque tentam circular, sáo compradaspor eles e destruídaspara que os náo-judeuscontinuem desconhecendoasmaquinagóesnelescontidas. "O curiosoéqueFlávio(Koutzi)"judeuernarxista,jamaissepreocu- pouemcensurarobrasouodesa StálinouLénine.Pelocontrário,insistia emdivulgá-lasna liwaria Universitária,antesdejogar-senaaventura suicidae románticaqueo levouaoscárceresdaArgentina.E temmais: noscírculosdoliwo,todosconhecemosaquelemilitantedoPCquesenr preinundavaa Feirado Liwo comos Protocolos."Caixinhapara o partido" - meconfessava.- "O BomFim compratudo para depois queimar."ó(O BomFimé umbairroporto-alegrense,habitadomajorita- riamenteporhebreus.- NotadoAutor) Um documentofalso, destituído de fundamento,seriamerecedor de tamanhoscuidados? Até algunsdias atrás,conhecíamosa existénciada Máfia, da Ca- morra e de organizagóessimilaresjaponesas.Filmescomo "O Podero- so Chefño" e "Chuva Negra' retrataramcom fidelidadeessasorgani- zagóes.Hoje, depoisde assistir*Era Uma Yez na América" (Once upon a time in America), de SérgioLeone(produzidoem 1984),nos deparamoscom uma nova realidade:os judeus tiveram suasorganiza- I HenryFORD.Op.cit.,p. 130. " JanerCRISTALDO.Intifada Pode.Artigo publicadoem.RS - Jornal do Jo- ckymann', 16/09/1989. 32
  28. 28. g6esmafiosas.Nño destinadasa explorar náo-judeus,rnasos próprios judeus! Seráque na capital gaúchatambémproliferam mafiososdestaes- tirpe? O artigo de CRISTALDO diz quesim. Nos EstadosUnidos, a imprensaagambarcadapeloshebreusno fi- nal do séculopassadoe primeiro decéniodeste,fez prodígios.Levou o capitalismoamericanoa acasalar-secom seu antónimo - o bolchevis- mo, manipuloua opiniáo pública contra o nacional-socialismoalemáo, forjou histórias,alimentoufutricas,difundiu inverdadese, por finl ma- nipulou governantesno rumo de seusinteresses. A História da humanidadeescrita e divulgada durante o presente século,por raz6esque a esta altura se mostrambastanteóbüas, está calcadana ótica judaica. Judeuscontrolam a maioria absolut¿dos ór- gáosde comunicagáode massa,incluindo osjornais, asreüstas, o rá- dio, a televisáo,o cinemae aseditorasde livros, manipulandoa opiniáo públicaa seubel-pnazer. Todo aquelequeousarecitarversosfora da cartilha,sofresangóes de variadaespécie.Nega-sea participagáode anunciantes,sonega-seo fornecimentode tintas de impressáo,pressiona-seas distribuidoras,e, como último recurso, apela-seá esferajudicial, afrontandoo mais sa- grado de todos os direitos humanos- o de liberdadede pensamentoe expressáo. Tomando por base as declaragdesdo Ex'o Sr. Desembargador JoáoAndradesCarvalho,anteriormentereferenciadas,chega-seá con- clusáo de que as garantiasconstitucionaisbrasileirasestáo a servigo, náo do interessedos nacionais,masda minoria que tem a protegáoda imprensa,e utiliza-se dela em larga escalapara orquestrar campanhas, para divulgar opinióesque sáo unicamentesuas,como se estastradu- zissemo clamor popular. Foi o que aconteceu,por exemplo,quandoda aberturade bateriqs contraasobrasrevisionistas. Sr. SamuelBurd afirma uma inverdadee cria ulna noua figura de crime,náotipificado pela legislagáobrasileira:o de "conspiragño con' tra a história"!!! J J
  29. 29. O¡ € o! q, € o ¡< .o Eq) o)tn (u c o < É, 14I E{ X f¡l a I ¿¡ O) oo o) c) € o L -o E(t) (¡) t 2 q) € D- ^ z E H Prccessopde fechamentoda Rioügiacom editoraRevisáo rigornazistas A FederagáoIsraelltado Rio Grandedo Sul entrou na luta contra a editora Revisáo,de SiegfrtedEll- wanger,e vai encamlnhar umprocessocÍvelá Justlga pedindoo fechamentoda editora,quepubllcatitulos contraos judeus.O prcsl- dentedafederagá0,Samuel. eanti-semitas Burd,expllcouque Burd,o edltor,que asslnasuas obras com o codinomede S.E. Castan, Por determlnaqáodo go- vernador Moreira Franco (RJ), oslivrosanti-semltas que estavamexpostosna IV Bienaldo Livro foram aoreendidose se encon- tfam no Institutode Criml- nalÍsticapara perícla.Ele mandouinstaurarinquÉrlto policialpara queseiaapu- radaa propagacáode tdéi' asracistasnomaterlal. AIémdisso,solicitouque o promotor carioca. Elio Ftshberg,visitasseseuco- legagaúchoparaaveriguarlegagaúchoparaaveriguar que providénciasestáos éndotomadasaqui.Na cl-ao negaro assasslnaüoem massa pelos nazlstasde minorias étnicas e polftl- cas. Ellwanger também apela á Justiga contra a Cámarade Vereadoresda capltal, que o conslderou "personanongrata". CORREIODO POVO Ele afirma que o fechamento da Revisáo Editora é um desejo da sociedade.Isto é um grandeexagero!A sociedadegaúchasomavários milhóes de habitantes. A parcela da sociedade que se arvora em "guardiá de nossa consciOncia' náo ultrapassa20 mil indivíduos.E nem sequerpode ser chamadade gaúch4 depois do que afirmou Theo- dore Herzl. Em respostaá'bperagño siléncio", ou "caga-ás-bruxas",capitane- adapelo Sr. Burd e assessoresprestimosos,a sociedadegaúchadeu o troco: 34
  30. 30. APREETSAOGERAPNOCUNAEPUBTICOPEDERETONNODOSINUMS Leitorquerlivrosanti.se A apreensáode ll llvms da Edl- n tora Revlseo,rcallzadaterce- -feira na Felra do Llvro pelo de legadoda l¡ DP, RoqueVIlande. serviu para aunlentar e Dnrcura pelosllvros antl-semltas.Se?ntcs eraro vendldos,ierta de ties e- xemplaresde r:adaum. ontem a ¡rrocura fol lmema, garAntlu o prcprtetárlo da Llvrerle palms- rlnca (barracas t5 e {0). Rul Gongalves.Boa parte rios llvrel- ros e lntelectualssenilrarn-seln- comodadospela atltude, polsnáo sabem os contorncs que pode al- cangaracensuraáspubllcacóes. A apreensáodostltulos contlnu- $u na s€de da Edltora Revlsáo. Lá, em cumprlmenlo ¿ segunda elápa da ordem ,udlcial assbada pelo ,ulz de planteo Lut, FellDe Santos,foram recolhldos8.818é xemplaresde "O Jude'l lr¡lerna- clonal": "Qüem Escr¡veu o Dlá- 40- di ¿nne Frank?"i ,'Hltler, 'Culpado ou In¡cente": ,Os Con- qulstadoresdo Mundo"; "Os Prr- tocolos dos Sáblos do SUo": "Brasll Col0nlade Banquelros"; "HolocaustoJudeu ou A¡emeo?" (de a[torla do donod¡ edlüor¿)e "Acabou o Gás". O va¡o¡ de6se materlalchegaacrf l0 ml¡hoe3. O prop¡lstárlo da Edllora RevF sá0. Slgfrled Ellwangier, que con- slderou a medlda "uma- vlolén- cla". Aflrmou que o seu advó8a- do. Marco Glordanl.eútrará Com um mandado de segr¡mtrcaoaraum mandaoodeseSu¡atrgaDara obler¡ devoluceodasobr¡s. E[quantolsso,o pl¡blleoegüar-i da o retornodostltulósanhgdo flnald¡ FelradoLlv¡o.RulCon.l Caives¡llrmouqueettAr€coben. domanlfestac0esdesolldailedsde devárlaspartesdopats,lnclüslve daAssemblélaL€gilslatlv¡doPa- rá. Nunadaspratelelrasdabar- rara10,contudo,permql€cehos. exemplaresdo llvro "MlnhaL& ta". de AdolfHltler,d¡ edltor¡ Mor¡es,e quehavlaSldoedltedo pelap¡lmelravez em l9:[ pela Edltr¡raGlobo."Esss atltule é perlgosaporqu€Dodedaf mrr- genra apreens0e6de vá¡lasoü trasobras".coméntoüJúlloVl€|. ra, da llvrarla Ao Pé üa l¿tra,' sobreoesplsédlo. QUINTA:FEIRAI ttenovembrodel99O- tZ A "ügiláncia contra os nazistas e anti-semitas", comandadapelo entáo governador Moreira Franco levou ao cometimentode um dos maiorescontra-sensosjurídicos de todos os tempos.Coisade provocar "frouxos de riso" no Boca-Latga, aquelecomedianteda era pasteláo quenáomostravaos dentesnempor decreto.Referimo-nosa proibigáo de fabricagáoe comercnluagáo daCruz Suástica. Igualdade,segundoo Direito, constitui o signo f,¡ndanrentalda de- mocracia.A igualdade,como isonomiaformal, trata a todos igualmente, semlevarem conta distingóesde grupo, de etniA credoreligiosoou ideo- logia.Nenhumalei pode abonarunsem detrimentode outros. Os mesmos ónusou vafitagensdevemgravar ou quinhoarsituagÓesidénticas.Isto frz parte do be-a-bádo Direito. Reconhecem-notanto os advogadosquanto os sinples rábulas.Pois seatentoucontra a isonomiaformal com a finali- dadeúnicae exclusivade satisfazero ódiojudeu contraa suástica,símbolo do nazisrno,que"terria ceifadomilhóesdeüdas". Por que, em cumprimento ao princípio da isonomia formal, náo se proibiu a fabricagáo daCruzde Malta, soba qual seperpetuou o bárba- 35
  31. 31. ro genocídiodos negrosafricanos,arrancadosde seuslarese para aqui trazidoscomo escravos? Por que náo estendera proibigáo ao brasáode Castela,responsá- vel pelo genocídiodascivilizagóesInca,Maia e Asteca? Por que excluir da interdigáoo sÍmboloda foice e do martelo, ig- norandoo maior de todos os genocídiosdo presenteséculo? Por que náo proibir a fabricagáo e comercialuagáo da Cruz de Cristo, que tanto desagradaaosjudeus, e, por via de conseqüéncia,as da Estrelade David, quedesgostaaoscristáos? E f,ícil deduzirdesteacontecimentoinsólito e ridículo, que é proi- bido, no Brasil, contrariaro ponto de vista ou interessedosjudeuS,po- dendoestes,em contrapartida,criticar e até mesmosilenciara voz dos nacionaisauténticos.Como ocorreu na Polónia,a parttr de 1287,quan- do se instituiu o "Estatuto de Kalisz", em inúmeroscasost'os judeus podeme osbrasileirosnño podem"! Enquanto muitas obras revisionistas sáo retiradas arbitrariamente de circulagáo,textosescritospor autoresjudeus,que criticam ostensiva e descabidamenteagóessoberanasdo Governo brasileiro(referimo-nos a "Os Judeusdo Vaticano', da autoriade AvhahamMILGRAM, pu- bücadopela Editora Imago do Rio de Janeiro,em 1994e a artigos di- vulgadospela revista "Shalon", por exeryplo),tém livre tránsito, com- provandoa vigénciaaqui do "estatutoda desigualdade". O livro de MILGRAM critica Getúlio Vargas e v¿íriosde seusmi- nistrospor haveremrestringidoa entradadejudeus no Brasil duranteo transcursoda SegundaGuerra Mundial, assacandocontra elesa tradi- cionalpechade "anti-semitismo". Com toda a certezanáo era "anti-semita",na época,apenaso Go- verno brasileiro.Governo algr¡m acertavaimigrantesjudeus ás tonela- das. Nem mesmo o dos Estados Unidos, que se transformara no "paraísoterrestre"doshebreus! O Secret¿irioGeral das RelagdesExteriores do Brasil, Ciro de FreitasVale, enderegoucorrespondénciaao Vaticano (que intercedera pela entrada de hebreus,"convertidos ao catoücismo", em território brasileiro),justificandoemnomedo GovernoVargas: "O Brasiltemabertosuasportasa imigrantesdetodasasnacionalida- des,quesemosfiemdispostosadedicarem-seáagricultura.Osjudeusti-
  32. 32. veramestaoportunidade.Fundaramcolóniasem I 904 e I 9I I (philippson e Quatro lrmáos,respectivarnente),hoje, praticamenteabandonadas.Eles se encontraminfiltrados na inprensa, no comércio, nas finangas,nas profissóesliberais e até no servigopúblico, concorrendocom os nacio- nais.(...) Trouxeramparao Brasil idéiascomunistas,contráriasaosinte- ressesda Nagáo e de seu Governo. Demonstraramaversáoao trabalho agrícola.(...) A lista de SuaSantidade,atendidaemboaparte,nñofeznnis doquerepetirafrustradaexperiénciaanterior..." Vinte anos antes do Governo brasileiro dar-se conta da inadapta- gáo dos hebreus ás lides agrícolas, Henry FORD escrevera: "Em tempoalgumosjudeus imigradosparaos EstadosUnidosafast¿- rarn-seum átimo de suasoriginalidades.Náo sededicaramnemaosofi- cios comunse nemá agricultura. Nunca se esforgaramou se esforgam aindahoje; por produzirobjetosde qualquertlmrfi)reza.Tratamde adquirir pro&rtosprontos,pra negociarcomeles,confornpo costume."' HenryFORDnáoselimita a emitir suaopiniáopessoal.Cita tre- choda'lrlova EnciclopédiaInternacional": "EntreascaracterísticasmaissalientesdaragahebÉia,deverrnscitar: - aversáoacentuadaa todotrabalhorrmnualqueimporteemfadiga; - instintoreligiosoinatoeconceitomuitoelevadodeirnrudadeedetribo; - excelentepredisposigáoparao comércio; - astuciae perspicáciaparaa especulagáqprincipalmertteem assun- tosdedinheiro; - paixáo oriental pelo luxo, o gozo íntinp do poderioe dos prazeres decorrentesdeumaelevadaposigáosocial; - faculdadesintelectuaisbemequilibradas."8 O autor de "0 Judeu Internacional' conclui: *Há 2000anos,emrazáodessascaracterísticasraciais,osjudeusvém desperüando,de forrnacorscienteou inconsciente,o sentirnentode anti- semitismopor partedosnáo-judeus."e E nem poderia ser diferente, pois a petuláncia destes se fazpública e notória,comono artigodeRobertoGRAETZ,publieadonarevista "Shalon',deagostode1989: I HenryFORD.Op.cit.,p. 31. o ldem,p. I l. ' lbidem,p. I l. ) l
  33. 33. "A dependénciadonercadoexternolevouoBrasilaesfriarsuasrela- góescomIsraelefazergrandesnegócioscomomundoárabe;aderir,em segredo,aoboicoteevotarpelainfanrcresolugáodasNagóesUnidasque equiparouosionisrnoaoracismo." Note bemo leitor! Sionismopode! Nazismonáo pode! É de estranharque o Governo brasileiro da épocatenha condena- do o sionismo, se levarmos em conta o que se passavanos bastidores da política do País.Eis o que revelao articulistaRoberto GRAETZ no mesmoórgáojudaico ((Shalon', agostode 1989): "Duranteos anosda ditadura(militar) tivenros'amigos'poderosos noscentrosdedecisáo." Parece que esses"amigos poderosos", filo-semitas ou quinta- colunasinfiltrados,náo eramtáo poderososassim! Entre o discurso e a prática dos hebreus, sionistas ou nAo, rnas, certamente,judeus,passaum abismode enormesproporgóes.Prega-se a plena liberdadede imprensa,masage-seem sentido contrário quando setrata de defenderinteressespróprios.
  34. 34. a ,OFCS bnde 'os Jornffis ilplenaliberdade üO I F,ncontroRegional noGuaruiáfoi abertocom a defesadademocracia ed¡ liwe expressáonos velculosdecomunicagáo 8raüá (SP)- Editoresdosmais expressivosjornaisbrasileirosestáo reunidosno Guarujá (SáoPaulo) no I E¡contro RegionaldeJornais promovrdopelaAssociaCáoNacio nal de Jornais(ANJ), quandose comemorataftÉm osl00oaniver- sário de A Tribuna, editadoem Santos.O presidentedaANJ ePre- sidentedo Conselhode Adminis- trasáo da RBS, I4Y49-S![9!E&Y' abriuo encontroreafirmandoque Enquantoo Presidenteda AssociagáoNacional de Jornaise Presi- dente do Conselhode Administragáoda RBS proferia o discursoaci- ma, reafinnando que "náo existe democracia sem libedade de ex- pressáo", o jomal"T*ro Hora", órgáoda RBS, publicavadezenasde artigos e reportagens contra a liwe circulagáo das obras reüsionistas' Apenasno períodode 30 dejulho de 1995a2 de agostode 1995,l0
  35. 35. ILRTO AI.FGRI: INMINGO. 30DEIUUIO TE IggS ZERO HORA Políticaanrbig¡radeVargas o t o a mcenuvounansmo páginas,incluindo chamadade capa, foram dedicadasao combateás obrasrevisionistase ao "ressurgimentodo nazismo"no País. Como náo poderia deixar de ser,a crítica atingiu inclusiveao ex- PresidenteGetúlio Vargas,que alémde opor-seá entradados "judeus do Vaticano",aindadecretoua proibigño do ingressono Paísde imi- grantesjudeus de qualquer procedéncia.($m "Getúlio Vargasde- p6e: O Brasil na SegundaGuerra Mundial" e "O Cristianismoem Xeque", examinamosestaquestñocom maior profundidade.) Getúlio mereceua seguintefarpa: Sea "política ambígua" de Vargastivesseincentivado o comu- nismo ou o sionismo,"TEro Hora" estarialangandofarpas,hoie? A jornalista ClarinhaGLOCK, que assinaos textos da matériaem questáoparecedesconhecerque nazismo,comunismoe sionismosáo farinhado mesmosaco.Sáoideologiase, como tal, passíveisde aceita- gáo por uns e de contestaqáopor outros. Embora o sionismo tenha sido equiparado, pela ONU, ao racismo, entendemosque ninguém pode ser criticado ou proibido de considerá-locomo a ideologiaideal. Tampouco se pode agir contra os que o criticam. O mesmose aplica em relagáoao comunismo e ao nazismo.Náo há como depurar o mun- do de ideologiasincómodas,mormenteem sociedadeonde se aspirao ar democrático.O que incomodaa uns, agradaa outros e vice versa. Estaé a regrageral do mundo dasidéias,no qual imperatudo menoso consenso. Atribuir a alguémque comungacom as idéiasnacional-socialistas o título de "nazista" em sentidopejorativo, ofende-otanto quandode- signarum marxistade "comunista". 40
  36. 36. Ao argumentode que o nazismoassassinou6 milh6es dejudeus, o *nazistaoo,sem a necessidadede refutar tal afirmativa, se limitaria a contrapor: o judaísmo-bolchevismoda Uniáo Soviética multiplicou por dez este número! Além disto, na China, as hordas de Mao Tse- Tung assassinaramoutros 30 milh6es! (Consultar,em caso de dúvida, as últimas obras de Alexandre Soljenítsi¡ e "Tempos Modernos - O Mundo dos Anos 20 aos 801',de PaulJOHNSON,publicadapelaBi- bliex, Rio de Janeiro,1994.) Por que '07'eroHora" e os demaisórgáosde comunicagáodo Pa- ís,que zelatntantopelaexorcizagáodo nazismo,náo assestambaterias contrao marxismo-comunismo-bolchevismo? Estarespostanemprecisaserformulada! É assim,pois, caro leitor, que agemas lideranqasdos imigrantes judeus e/ou descendentesdestes,hoje residentesno País,e que detém nas mAosos principais órgáos de imprensa,contando com o aval do Estado.A obrade DanielHERZ - "A História Secretada Rede Glo- bo" - (14. Ed., Editoraorttz, sáo Paulo,1991)ofereceao leitor dese- joso de se enfronhardo assuntoum claro relato de como a camarilha tonstituída pelo "Grupo Time-Life" se apossouda principal rede de televisáodo País.E de como arregimentoufilo-semitasobsequiosose fiéis no oocumprimentodo dever". Aquelevelho sírnboloda RCA-Vitor, com a sigla"A Voz do Dono", os caracterizabem. samuel wainer, Herbert Moses, Bloch, Abravanel, Sirotsky e muitos outros controlaramonteme controlamhoje os principaisórgáos de comunicagáo do País. Moses presidiu por varios anos a ABI (AssociagáoBrasileira de Imprensa). JayrneSirotsky preside a ANJ (AssociagáoNacionaldeJornais). O nordestino Assis Chateaubriand, brasileiro de gema (Chateaubriandfoi sobrenomeadotado),liderou por largo tempo a im- prensanacional,atravésdejornais, rádios e revistas.Foi o pioneiro da ielevisáono País.Getúlio Vargasanotou, por duasvezes'em seuDiá- rio: "Pareceter sanguejudeu". Como Chateaubriandnáo tinha sanguejudeu, acabou vendo seu império ruir até os alicerces.E passarpafa as máos daquelesque, se- guindo a regra geraldenunciadapelo cardealJosepGlemp, agambarca- vam,emnívelmundial,os meiosde comunicagáode massa. 4l
  37. 37. Os hebreusjamais conquistarama simpatiados paísespor onde andaramou se fixaram. É o que demonstraa história. Náo há como negarestefato, emboraelesseesforcempara chegara uma explicagáo satisfatória.Aprontaram ria Babilónia,no Egito, em Susa...Na era cristá,foram expulsosdo Império Romano,da Franga.da Inglaterra,da Espanha,da Austria, da Tchecoslováquia.da Rússiae da Alemanha... Teriam essasexpulsóesresultadoda pura e simplesantipatiada- quelespovos contra os hebreus?Ou vieram como forma de reagáoa atospraticadoscontraos nacionais? A verdadeé que em tempo algum o judeu se preocupou com a amnadeou a inimizadedos demaispovos. Suapreocupagáofoi únicae exclusivamenteauferir lucro, como lhesrecomandavao Talmud. Sem- pre procuraramisolar-sedos goyns (náo-judeus).Condenaramos ca- samentosmistos, preservaramsua cultura. rebelaram-secontra todo e qualquerprocessode assimilagáo.E invariavelmente,julgaram-seuma ragasuperiora todas as outras. Que lhes importava se os povos mur- murassemcontra eles,desdeque conquistassema amizadedos reis e dascortes? Foi partindo deste princípio que conseguiramos privilégios do Estatutode Kalisz(Pol6nia,1287),10modeloque,semsombrade dúvi- da, procuraramconquistarpor onde andaramno passadoe por onde andamno presente. Náo é de estranharque os judeus tenham se transformado em eternosandarilhos.Qual a sociedadequeos queria? Por onde quer que andaram,perseguiu-ossempre,como maldi- gáo,a antipatiadasgentes.lsto foi arcgra geral e náo a excegáo.Náo somosnós,os revisionistas,quemafirma.Atestaa Históriacom fatos, e náocom a opiniáode alguns. Para concluir esta abordageminicial, que como o título indica, teve por objetivo colocar o leitor a par dasestratégiasjudaico-sionistas 'o O Estatuto de Kalisz estipulava, por exemplo: Se um cristáo entregassea um judeu um objeto qualquer como penhora, e o judeu jurasse que o perdera ou se privara dele por furto, o cristáo estavaobrigado a saldar o débito acrescidodeju- ros, enquanto o judeu ficava desobrigadode restituir a coisa. Privilégios deste tipo foram incluídos em grande número no Estatutode Kalisz, dando origem aos "pogions". 42
  38. 38. engendradas para calar a voz de seus opositores, é interessante repro- duzir o que opinaram diversos cardeais católicos rornanos, sob o pseu- dónimo de Maurice PINAY, na obra "Complé contra a lgreia": ooAmanobrade amordagamentodosjudeus consistebasicamenteno seguinte: Primeiro passo:Conseguira condenagáodo anti-semitismo.tornan- deo, inclusive,sujeitodspenaslegais,por meiodehábeiscampanhase depressóesdetodoo género,granjeandoa simpatiadeoutrossegrrentos (conrco dosnegros,por exemplo); Segundopasso:Conseguirqueosdirigentespolíticose religiosos,um apósoutro,passema condenaro anti-semitismo; Terceiro passo:Depoisde conseguiremessascondenagÓesaoanti- semitismo,osjudeustratamdedar a essevocábuloum significadomuito diferente.Serñoentáoconsideradosanti-semitas: - aquelesquedefendemseuspaísesdasagressóesdo imperialismoju- daico; - aquelesquecriticame combatema agáodasforgasjudaicas(cinerna e TV por exemplo,quedestróema famíliae degeneramajuventude,com a difusáodefalsasdoutrinasoudetodaa classedevícios); - aquelesque,de qualquerforma,censuramou combatemo ódio e a discriminaqáoracial,queosjudeuspraticamcontraoscristáos,emborao neguemhipocritamente; - aquelesque desmascaramo judaísmocomo dirigenteda franco- magonariae de outrasinstituigóescujo objetivoé destruiro Cristianis- . . 1| rT0. " Informado que está o leitor acerca das estratégiasjudaico- sionistas,principalmenteno que concerne á confusáo terminológica, utilizadacom o objetivo de considerarexpressáode anti-semitismo inclusiveas críticas ao judaísmo e ao sionismo; do agambarcamento dos meiosde comunicagáoem todos os paísesonde sefixam; dastáti- casutilizadaspara calara voz dos opositofes,dispomo-nosa prosse- guir na análisedo temaproposto. Antes, convémbaterum pouco maisna tecla racismo, a bandeira desftaldadapelosinimigosdo movimentorevisionista. rr MauricePINAY.Complacontraa lgreja. Vol. I. PortoAlegre,RevisáoEditora Ltda.,1994,p. | 55/| 61. 43
  39. 39. De acordo com Aurélio Buarquede HollandaFERREIRA, o mais conceituadolexicógrafo brasileiro,e com renomadossociólogose an- tropólogos, dentreos quaisDarcy RIBEIRO, racismo é uma doutrina que admitea supremaciade certasragassobreoutras. Raga, no enten- der dos especialistas,'pressupóecaracteressomáticos,jamais aspectos culturais.Afirmam todos estesespecialistasque, em confundindofato- res biológicos com culturais, o racismopassaa nadater que ver com ciéncia. (Consultar Aurélio Buarque de Hollanda FERREIRA, defini- 9áodo termo "racismo".) O comum de acontecerquando os tribunais se vém obrigadosa decidir sobrequestóesque fogem á suaalgadade conhecimento,é re- correr ao laudo técnico de especialistas.O tribunal que julgou S. E. CASTAN sobre"prática de racismo", deveriaantesde maisnada,in- quirir sociólogose antropólogosde renome,acercado que constitui e do que náo constitui racismo. Se o fizesse,saberiaque críticasao sio- nismo e aojudaísmo, por configuraremosmesmosaspectosculturais e náo raciais, náo configuramprática de racismo, masa expressáode um juízo. Note-se que os lexicógrafos,antropólogosculturais e historiado- resnáoacusamos hebreuspelapráticado deicídio. O crimenáoé im- putado á raga hebraica, mas a uma espéciedesta - os judeus (praticantesdo judaísmo).E isto é óbvio. porque Cristo, seusdiscípu- los e os primeiroscristáoseramhebreus. Daí o absurdode enquadraro críticodo judaísmo e do sionismo á categoriade racista. O simplesfato de alguémser hebreu náo o qualifica como judeu eiou sionista. Um exemplo disto foi o ex-PresidenteJuscelino Ku- bitschekde Oliveira.Era hebreu, pelo lado materno,masnáo judeu, porque católico praticante. E certamentesionista também náo era" porque suspendeuo pagamentodasdíüdas externasbrasileiras,atitude inequívocade nacionalistadescomprometidocom o capital internacio- nal. Pois é construindo um samba-ernedoem cima do significadode racismo que os guardióes da 'aerdade conveniente" tentam deter o movimentorevisionistada História, e fundamentalmenteda História da SegundaGuerraMundial.
  40. 40. É precisoque a totalidadedaspessoasselibertemdo simplismode absorvernotíciasprontas,e procurempor esforgopróprio, refletir criti- camentesobreo mundoque ascerca.E entender,sobretudo,que a arte literária só prosperae se desenvolvesob duascircunstáncias,Em pri- meiro lugar, é preciso que exista uma elite de escritoresdispostosa pesquisarcriteriosamente(quando se trata de náo-ficgáo)e a soltar a imaginagáo,estafaculdadedesregradae errante,rebeldea limitagdese rncapazde comedimentos(quandosetrata de ficaáo).Em segundolu- gar,é imprescindívela vigénciaplenada liberdadede pensamentoe ex- pressáo,sem a qual os produtores da arie literária náo poderiam dar vazáoao queconstróeme pretendemtransmitira seusleitores. A liberdadede pensamentoe expressáojá foi assacadae viólenta- da em muitasépocase lugaresduranteo desenrolarda História da Hu- manidade. Queimaram-seliwos durantea ldade Média sob as mais diversas alegagóes,até mesmoa de que o demónioteria inspiradoseusautores. Galileu Galilei, por ter contrariadoas versóes"oficiais", afirmandoque a Terra girava em torno do Sol e náo esteem redor de nossoplaneta, foi preso,julgado pelo tribunal da Inquisigáo,e condenadoá morte na fogueira. Só teve a pena comutadapara a de prisáo perpétuaporque abjuroupublicamentesuacrenganateoria de Copérnico. Mais recentemente.na Alemanha nazistae na Uniáo Soviética sta- linista,queimaram-seliwos e SeuSautoresforam encarceradoscomo na Idade Média. O crime de pensarcontra os interessesdos regimesvi- gentes,obrigou a um semnúmerode escritoresa emigrarde seuspai sese buscar refirgio onde pudessemexpressarliwemente aquilo que pensavam.Foi assim,por exemplo, que StefanZweig foi obrigado a abandonara Áustria e refugiar-seno Brasil, e AlexanderSoljenit4m se viu compelido,depoisde experimentaros horroresdo Gulag,a homizi- ar-senosEstadosUnidos. Por mais paradoxalque possaparecer,enquantono Brasil o Go- verno VargasrecebiaStefanZweig e Otto Maria Carpeaux,em nome da liberdadede pensamentoe expressáoque lhesfora negadapelo na- zismo,o Departamentode Imprensae Propaganda(DIP), encarregava- sede fecharjornaise revistase censurarosórgáosquecontinuavalnem circulaqáo. 45
  41. 41. Mais recentemente,durantea ditaduramilitar, pedagogos,filóso- fos, sociólogose atéartistasforam obrigadosa deixaro Brasil paraque pudessemexercerlivrementeo sagradodireito da liberdadede pensa- mentoe expressáo. Dentre os que buscaramasilo político no estrangeiroencontrava- seo atualPresidenteda República.A experiénciapor quepassorldeve- ria té-lo marcadocom o sineteindeléveldo repúdio ao arbítrio. Mas náo foi isto o queocorreu,como severáadiante. A Constituiqáoda RepúblicaFederativado Brasil,promulgadaem outubro de 1988, foi cantadaem prosa e verso, principalmentepelos constituinteslideradospor UlissesGuimaráes,como a mais liberal de todasasConstituiq6esbrasileiras. No papel,a "ConstituigáoCidadá", como a apelidaramos ufanis- tas, deveter chegadomuito perto do ideal,mas,na prática,tem se re- velado letra morta, verdadeirabalela,em muitos aspectos.Nem bemse passaramnove anose o atualGoverno seempenhaem reformá-laa to- quede eaixae troca de benesses. Todos reconhecema impossibilidadede uma família sobreviver condignamentecom um sal¿íriomínimo, todavia, isto entra em choque com o texto constitucionalbrasileiro. O item IV do art.7" de nossaConstituiqáodiz que o saláriomíni- mo, "fixado em lei, nacionalmenteunificado,deverá sercapazde aten- der as necessidadesvitais básicasdo trabalhadore ás de sua família, com moradia, alimentagáo,educagáo,saúde,lazer, vestuário,higiene, transporte e previdénciasocial, com reajustesperiódicos que lhe pre- servemo valor aquisitivo". Poisparaque o trabalhadorassalariadocom o mínimopudessere- cuperaro poder aquisitivo,conformeestipulaa normaconstitucional,o Governo acabade concederum reajustede exatamenteR$ 8,00 (oito reais)! As normasreferentesá saúde,á educagáo,á seguranqae ene as- suntosde interessesocialmerecerama atengAodosconstituintes. A liberdadede pensamentoe expressáofoi agraciadacom uma norma clara,abrangentee categórica: 46
  42. 42. "Art. 5o- lX - É liwe a expressáodaatividadeintelectual,artística, científicaedecomunicagáo,independentenrentedecensuraoulicenga." Naturalmenteque estaliberdadehaveriade sercondicionadae o é. Ernboraqualquerpessoagozeda liberdadede expressar-seoestedireito acabaquandosechocacom o direito de outrem. E vedadaa calúnia,a injúriae a difamagáo,e nemsepoderiapensarao contrário.Aquele que expressaseupensamentonáo poderáofendera outra ou outras pesso- as.Seo ftzer,poderáserprocessadona forma da lei. Em outraspalavras,é livre a expressáodo pensamento,ficando o autor sujeitoá penalidadeslegaisdesdeque calunie,difameou assaque injúriascontraoutrem. Fora disto, náo há como impedir alguémde difundir suasidéias, sejapelamídiaescrita(livros,jornais, revistas),sejapelamídiaeletróni- ca (rádio, televisáo,cinema). Na prática,infelizmente,náo é isto o que ocofre, emborarecentes manifestagóesdo Sr. Presidenteda Repúblicae de prestigiadosórgáos da imprensa. Vejamosdoisfatosrecentes. Em 6 de agosto de 1996,a imprensanoticiava que 0 Presidente FernandoHenrique Cardoso,reunido com os presidentesdos Estados Unidos, Argentina,México e diversosoutros paísesdo continente,as- sinaraa "Declaragáode Chapultepec",assegurandoo liwe exercícioda manifestagáode pensamentoe expressáo.(Vide Anexo 5) Afirmava o subtítuloda notícia:"A censurapréviae asrestrigóesá circulagáodosmeiosde comunicagáodevemserbanidos"' Em outraspalavras,os chefes-de-Estadoamericanosreunidosem Chapultepec,no México, assegufavama livre circulagáo de toda e q.rulq.t"t obra, responsabilizando-Seos autores e editores pelos con- ceitosveiculados. Os autorese suaseditorassó podemserresponsabilizadosperante a Justigapelo cometimentode crimesde calúnia, injúria ou difama- gño. Náo cabeprejulgar obras de qualquer natureza.Cabe áqueleou áquelesque sejulgarem ofendidosprocufar a via legal, processando' quandofor o caso,os ofbnsores. 47
  43. 43. A par dasresolugóesde Chapultepec,os editoresbrasileirosdos mais expressivosjornais do país,reuniram-seem Guarujá, Sáo Paulo. no I Encontro Regionalde Guarujá,defendendoo direito á plenaliber- daclede expressáo. JaymeSirotsky - na qualidadede presidenteda AssociagáoNaci- onal de Jornais(ANJ), abriuo encontroreafirmando: "Náo existedemocraciasemliberdadedeexpressáo,e liberdadede expressáoé questáofi¡ndamentalmenterelacionadaá liberdadede im- prensaemtodoomundo." Como em relagáoao que ocorre com a Constituigáobrasileira"o discursodo presidenteda AssociagáoNacionalde Jornaisestálongede corresponderá realidadedo órgáoqueeleprópriodirige,isto é o jornal "Zero Hora". (Vide págs.38/39destaobra.) O referido órgáo lidera.expressae decididamente.a campanhade "cagaásbruxas",queprosperaemplenofinal do segundomilénio. Talvez sejacansativoao leitor, masé preciso enfatizarque a His- tória só poderá ser equiparadaás ciénciasexatase transfbrmar-seem dogma quando aponta, acriticamente.datas. locais, personalidades. efemérides.lsto náoocoffe quandoo historiadorquestionaos porqués" os fatores" as circunstáncias,as causasque determinarama sucessáo dosacontecimentos. Se ele chegar á conclusóeserrÓneas,destituídasde fundamento. deverásercontestado.Mas o fato de que tenhaseequivocadonáo si- gnificaque suaobra devaser apreendida.impedidade ser lida. Afinal de contas,ele emitiu um juízo, náo uma certeza.A apreensáosumária de obras desta natureza(emissorasde julzo) levam a que mesmo as pessoaspoucodotadasdeperspicáciacheguema umaconclusáo: a) osjuízos emitidosnáo sáoabsurdos.fruto de insániaou desva- rio. porqueseo fossem,ninguémsepreocupariacoma suadivulgagáo; b) os argumentosapresentadosnáo podem ser facilmenterebati- dos,daía preocupagáodetorná-losinacessíveisao público. A análisehistóricade guerrasé uma dastarefasmaisdificeis com que sedefrontamos historiadores.Ao fazé-lo,elesestaráo,invariavel- nrente,influenciadospor uma ideologia- a suaprópria ótica, seumo- delo de crengas,valores, suposigóese explicaqóesde causae efeito. 48
  44. 44. Nenhumindivíduoüvendo em sociedadeconsegue,por maisque quei- ra, peffn¿lnecerimune á influéncia de ideologias.De modo que, por mais que se esforce,o historiador náo expÓeo que é, mas o que sua reflexáocrítica,seujuízo particular,entende que é. Seas ideologiasexistentesinfluem o historiador' um cientistaque se vale do método racional, que se poderá dizer em relagáoao leitor comum, afeito muito maisá leitura informal, e náo á leitura crítica? Quandosetrata do relato dehistóriasde guerras,todo leitor deve- rá estar atento para um detalhe. O vencedor nanará o sucedido de acordo com o seuponto de vista. O mesmosedaráem relagáoao lado perdedor.um e oüro secolocaráona posigáode "vítima da agressáo", át.ib.ritdo ao outro contendor,o papelde agressor.A Guerrado Para- guai é um exemplo.Na versáoda Tríplice Alianga(Brasil, Argentinae úruguai), Solano Lopez foi o viláo da história, o granderesponsável pelJconflito. Na u.rráo paraguaia,Lopez aparececomo grandeherói nacionale os paísesOafiiptici Aliangacomo agressoresaguladospela Inglaterradesejosaem extérminara industrializagáonascenteda nagáo guarani.Com quemestáa verdade? costumamoscompafaro relato de guerrasa um divórcio litigioso, onde aparecemnos autos do processoduasversÓesdiferentes- a do marido e a da mulher. A verdade,provavelmente,náo estarácom um nemcom outro, rnasnumponto intermediário,desconhecido,que cabe- rá ao ju:z,usandode argúcia,localizar'. A verdade,quandósetfata do relato de guerras,tarnbémestálo- calizadaemum ponto intermediárioentrea versáodasduaspartes'Di- ficilmenteum historiador conseguemanter-seneutro á influéncias'Ele próprio possuiuma ideologia, mesmoque esta perrnanegaescondida, em estadolatente. Portanto, nos casosde relatosde guerras,para que sepossache- gar o maispróximo possívelda verdade,é precisoantesde maisnada, inteirar-sedasduasversóes. Em relagáoá SegundaGuerraMundial, asfontescolocadasao al- cancedos leitores brásileirossáo única e exclusivamenteaquelasque contéma versáodos vencedores.As obrasque procuramrelatara ver- sáoda bandaperdedora- comoocorreuemrelagáoa'oO Massacrede Katyn" - sáo perseguidas,apreendidas,retiradasde circulagáo'Deste
  45. 45. modo, o leitor sevé na contingénciade conhecerapenasumadasfaces da verdade. Muitos háo de perguntarcomo o historiador e editor revisionista S. E. CASTAN conseguesuportar as terríveispressóesque contra ele se avolumaramdesdeo lar4amentode "Holocausto - Judeu ou Ale- máo?". Como autor e editor, elepoderiater escolhidoaviamais fácil - a do editorial comercializáveldo agrado de seusdetratores.Provavel- menteseabririampara ele aspáginásdos grandesjornais, dasredesde televisáoe revistas,da mídia brasileira,enfirn, quasetoda ela sob um mesmoferreo controle.O enveredopela'tontra-máo da História" tem- lhetrazido sensíveispreju2os. Mas elefez de suaposturaumadevogáo e perseguiuo destinoindiferenteás dificuldadese tropegos.Chegaram a insinuar,em determinadaépoca,que seueditorial era subvencionado por "órgáosocultos". Quemsabea ODESSA? Talvez,paraos que veneramo Bezerro de Ouro sejadificil enten- der o que sejadedicagáoÍntima, compromissocom a verdade,preocu- pagáocom o destino do Paíse de seusnacionais,dedicagáoá causas cujo objetivo final náo sejaa pecúnia,fllas a paz interior de ter contri- buídoparao despertardoshipnotizados. Quem náo selembrade SamuelBronstein - aquelepersonagemda "Escolinhado ProfessorRaimundo"?E do bordáo por ele populariza- do: "Mais vale qualquercoisa do que um prejuízo no bolso"? Chico Anísio criou o personagem e o bordáo para caracterizat uma espéciede gente.Genteque náo acredita que o revisionismo histó- rico é uma cruzadacívica, humanística,e náo um negócio. 50
  46. 46. lt oJUDAísn¡oANTESDEcRtsro Os primeiros cinco livros bíblicos - Génesis,Éxodo, Levítico, Números e Deuteronómio- narrama história do povo hebreudesdea criagáodo mundo até a morte de Moisés. Os cristáosdenominamao conjunto destes cinco livros de Pentateuco e os judeus de Torá (Torah). A autoria do Pentateucoou Torá foi atribuídapela tradigáo cristá e judaica a Moisés. Hoje, os especialistasem história da Bíblia concluíramque o Pentateucoprovémde diversasfontes,incluindopelo menosquatro diferentesciclos de tradigóes,denominadasJavista,Elo- ísta,Deuteronomistae Sacerdotal.A redagáodesseslivros em suadefi- nitiva versáoocorreu no séculoV a.C.Entendemos especialistasque a redagáofinal do Pentateucoconservouo estilo, o espíritoe a teologia dastradigóes. No Pentateucosegundoo comentárioá Bíblia (SáoPaulo,Edito- ra Vozes.20. ed., 1993,p. 26), "Israelolhaparaseupassadoe desco- breDeuscomoalguémqueo elege,protegee conduz..." Surge,aqui, portanto, a pretensáoalimentada,em todos os tem- pos, pelos judeus, de que o Senhor Deus lhes concedeua graga de "povo eleito", e, conseqüentemente,o direito de domÍnio sobre os "náo eleitos"(goyns). No Deuteronómio,o último dosliwos do Pentateuco,a nítidacor- relagáoentre religiáo e nacionalismocomegaa transparecerde forma explícita.Moisésé a figura dominantede todo o liwo. Sendoo Penta- teuco um conjunto de leis, sua apücagáoefetiva exigiu interpretagáo, ampliagáoe adaptagáo.Isto se materialaou atravésdo Talmud, um conjunto de leis orais.passadasde geragáoá geragáopelatradigáo.Na 5l
  47. 47. épocade Jesuscristo, já os escribase fariseusexigiam uma observán- cia minuciosade todos os detalhesda legislagáotalmúdica. para eles eraelamaisimportantedo quea matériacontidano Torá. Em oposigáo aos talmudistas,os saduceusopunham-sea isto e aceitavamapenaso Pentateuco.Alegavam que o texto bíblico representavaa palawa de Deus, enquantoo Talmud expressavatáo-somenteo pensamentodos rabinos. Por volta do ano 200da eracristá,130anosdepoisqueos roma- nos destruÍrama cidadede Jerusalérr¡o rabinoJudasHanassicompilou as leis esparsas,compondo a parte do Talrnud denominada"Mishnah" (instruqáo). Reportando-seao períodoque antecedeua vindade Jesuscristo, Maurice PYNAY diz que "o povo hebreufoi escolhidopor Deus como depositarioda verdadeirareligiáo,cujaconservagáolhe foi confiada,no meio dos povos idólatras, até a vinda do Messiasprometido, com o qual secumpririamasprofeciasdo Antigo Testamento.Mas os judeus comegaram,já antesda vinda de Cristo, a tergiversarasprofecias,dan- do-lhesumainterpretaqáofalsa,racista e imperialista".r2 A promessade um reinado verdadeirode Deus na Terra, reinado espiritualda religiáo auténtica,interpretaram-naosjudeus como o rei- nado material de suaraga,como a promessade Deus aos israelitasde um domínio mundial e da escravizagáopor elesde todos os povos da Terra. Já no Génesis,o primeiro dos liwos bíblicos,comegamas distor- góesda Palavrade Deus.O Anjo do Senhordiz a Abraáo: "Abengoar-te-eie multiplicareia tua descendénciacomoasestrelas docéuecomoaareiaqueestánofundodonrar.Tuaposteridadepossui- rá asportasdosteusinimigos.E nastuassenrentesseráobenditastodas asnagóesdaTerra."(Génesis,XXII, l7l18) O imperialismojudaico deu a estesversículosuma interpretagáo material, ao considerar que Deus lhes oferecia, como descendentes consangüineosde Abraáo, o direito de seassenhorardasportas do seu '2 MauricePYNAY.Op.Cit.Vol.I, p.l2t. 52
  48. 48. inimigo, e que só atravésdelespoderiamser abengoadasasdemaisna- gdesda Terra. As palawas de JesusCristo, consignadasnos Evangelhose nos Atos dos Apóstolos, daria a verdadeirainterpretagáodestapassagem bíblica.A ütória consignadano Génesistinha caráter espirituale náo material. O inimigo a que Deus se referia era Satanáse os pecados oriundos de suastentagóes.E alémdissonáo erÍrmespecificamenteos hebreusos benefici¡íriosda bengáodivina: "QueméminhanÉeequemsáomeusirn€os(filhosdeDeus)?p es- tendendoarrñoparaseusdiscípulos,disseJesus:VedeaquiaminhanÉe e osrircusirnúos.Porquetodoaquelequefizera vontadedemeuPai, queestiínoscéus.esseémeuirmáo,irmñenñe."(Mateus,XII, 49150) Ainda no Génesis,o episódiode Josédo Egito caracterizabem o caráterjudaico: ódio, ganánciapor dinheiro, atragáopela magia e a adivinhagáo,uso de cortesáose cortesáspara conquistara boa graga dos poderosos,habilidadeno aproveitamentodas técnicasda quinta- coluna... O cortesáoJoséseriareeditadopor diversasvezesna histÓriaan- tiga dos hebreus,sendoque asfigurasmaisnotóriasforam Juditee Es- ter. A tática da quinta-coluna (minar o inimigo através de agáo sub- reptíciaem um paísem guelra ou em vias de entrar em guerra)foi lar- gamenteutilizadapeloshebreusemtodos os tempos. As cortesásou cortavam cabegaselas próprias (Judite) ou con- venciamoutros a fazé-lo,concedendo-lhesfavoresde leito (Ester, Sa- lomé,Popéia). Dentre todas,Popéiadeveter sido, emnúmeros,a quemaisestra- gos causouá humanidade.Mas náo era de descendénciahebréia,ape- nasfilo-semitae, por isso,cedeulugar na galeriade heroÍnaspara Es- ter, a tréfega sobrinha de Mardoqueu. O amante,Assuero, náo lhe trouxe nutna bandeja a cabegade Joáo Batista; ofereceu-lhemuito mais:75 mil apéndicesde "inimigos", devidamentedegolados! A cortesádo Purim mereceu,semqualquertipo de contestagáo,o mérito que lhe deram!o 14 de Adar proporcionaa que milharesdejo- vetaitashebréiasse"fantasiem"de Ester e dancemcom seusirmáosde ragasobrea memóriados cadáveresde seus"inimigos". A tradigáose 53
  49. 49. perpetua no tempo, desde o rnassacre dos persas até os dias de hoje, em todas as comunidades judaicas. Os profetas Esdras e Neemias náo fizeram mais do que repetir as exortagóes do Deuteronómio, consolidando o sentimento racista e san- guinário dos judeus: "Quandoo SenhorDeuste introduzir naterra quevais possuir,expul- sandoda frente muitos povos,os hititas, os gerseseus,os amotreus,os cananeus,os fereseus,os heveus,osjebuseus,setenagóesmaisnumero- sasenraispoderosasdo quetu; e quandoo SenhorteuDeusasentregara ti e tu asderrotares,deveriíscondenii-lasaoextermínio.Náo faráspactos comelasnemlhester.áscompixáo. Náo contrairásrnatrimóniocomeles, náod¿rástua filha a um de seusñlhos nemtomarásurnade suasfilhas parateufiIho..." (Deuteronómio,VII, 1,3) "Enquanto Esdrasrezzva e confessava,reuniu-seem redor dele um grandenúrnerode israelitas. Eram homens,mulherese criangas,todos chorando.Entáo Sequeniastomoua palawa e dissea Esdras:'Fomosin- fiéis a Deus,casando-noscommulheresestrangeiras,Ílrls aindarestaes- perangapara lsrael. Mandarernosemboraas mulheresestrangeirase os filhos delasque nÍrsceranl' (Eram muitos os casarrcntosmistose grande o núnreroda prole delesresultante.)Todosos que setinham casadocom mulheresestrangeirasfnandarafrFnasembora,assimcomoa seusfilhos." (Esdras,X,l-44) "Cada um de vós esháextorquindojuros do próprio irnúo... Nós res- gatamosos irnños estrangeiros,e agoravós tornaisa vendé-losparaque nósostenharnosderecomprar.(A nufia judaica novaiorquina,mostrada por Sergio l,eone,ern "Era uma vez na América", já existia cercade dez séculos antesde Cristo!) E disse Neemias: 'Deveríeis deixar-vos guiar pelo temor de Deus, pa.ranáo passarmosvergonhaperanteos es- trangeiros, nossosinimigos.' E concluiu: 'Assim Deus sacudade sua casa e sua propriedade todo aquele que explorar o seu irmáo'." (Neemias,V,7/9,13) Para que a exortagáo de Neemias náo fosse tomada em sentido demasiado amplo, livrando náo só os judeus, mas também os náo- judeus,daexploragáo,o Talmuddirimiuasdúvidas: 54
  50. 50. "Todas ascoisaspertencentesaosgoyns(náo.judeus),sáoconroo de- serto;a prirrrcirapessoaqueasencontreaspodelevar comosendosu¿s." (BahbaBathra,54b) Em reforgo d medida tomada por Esdras em relagáo aos casa- mentosmistos,o Talmudacrescentou: "O sénremde um goyntem o mesmovalor queo de urnabesta.,' (Kethuboth,3b) "Queéunnprostituta?Qualquermulherquenáosejahebréia."(Eben HáEser,6e8) Paraque os hebreusnáo pensassemque os frutos de casamentos mistosrepresentavamum entraveapenastemporal, fadadoa desapare- cer sob efeito da hereditariedade,o autor do Deutoron6mio deixou bemclaro: "O amonitaoua moabitanáoentraráojanraisnacongregagáodo Se- nhor,nemdepoisdadécimageragáo."(Deuteronómio,XXilI, 3) AcusamHitler de ter aplicado,em face á questáoracial, a Lei de Taliño (dentepor dente,olho por olho) contra osjudeus.Náo é verda- de! O Deuteronómio estipulavaquenemdez geragóeseramsuficientes parajudaizar um estrangeiro.Hitler achavaque trés geragóeseramsu- ficientesparagermanizaros descendentesdejudeus. Osjudeus,duranteo períodoaqui considerado,foram pródigosno tratamentodesumanodado aosgoyns:selecionavammilharesde escra- vos para cortar pedrase carregá-lasás costas;serravampelo meio os inimigos;passavamsobreelescarrogasferradas;faziam-nosaos peda- gos com o uso de cutelos;coziam-nosvivos em fornos...(Consultar Isaías,Crdnicase Samuel.) Considerando-sesempre uma "raga superior", predestinadaa exercero domínio sobreasdemais,segundoo relato do Antigo Testa- mento, escravizaram,explorararn,matarame destruÍramas outras ra- gas,náo apenaspor "dever religioso" maspor acreditarfirmementeque isto era um direito da naqáajudaica. Em outras palawas,judaísmo e sionismoestiveramsemprejuntos. 55
  51. 51. "Assimfalao SenhorDeus:Olh4 euacenocoma nÉoasnagóes,e aospovoshasteiominhabandeira,eelestraráonosbragososteusfilhos. nosombroscarregaráoastuasfithas.os reisseráoseustutorese suas esposasassuÍrs¿urrrs;como rostoemterraseprostraráodiantede ti. lambendoo pó dosteuspés.Entiiosaberásque sou o senhore que aquelesqueemmimesperamnáoficaráofiustrados."(Isaías,XLIX, 22, 23) A "questño judaica", em razáoda essénciasionistado judaísmo haveria de acompanharos hebreusatravésdo tempo, por onde quer que andaram.Qual o povo que iria submeter-se,docilmente,á domina- gáo? Houston stewart chamberlain,um dos mais renomadosfilósofos do início do presenteséculo,por razóes óbvias colocado no rol dos "anti-semitas",afirmou:"Os judeus plasmaram o seu próprio desti- no!" Miquéias,o profeta de desgragas,preveniu,semsucesso: "Ai dosqueplanejama iniqüidadeetrarnamo rnalemseusleitos!Ao amanhecero praticar4porqueistoesüiemseupoder.Cobigamcampose osroubarn,cobigamcoisaseastornarryoprirremo homeme suacasa,o donoesuaheranga.Porissqassimdizo Senhor:'Eisqueplanejocontra essagenteurnadesgraga,daqualnño@ereis caminhardecabegaer- guida,porqueesteseráumtempodedesgragas!'..."(Miquéias,II, l/3) A primeira grande "desgraga" que se abateria sobre os hebreus afinadoscom o judaísmo-sionismoseriaa vinda do Messias. Paraestes, cristo traria a negagñode todos os anseiosde conquistae domínio. Para outros?um pequenogrupo a princípio, o Messiastrouxe as se- mentesde umanovareligiáo. Desdeo ano 63 a. C., PompeuconquistaraJerusalén1e osjudeus foram submetidosao domÍnio romano. Foi nestacircunstánciade do- minagáoda Palestinapelos romanos, que o Messiasanunciadopelos profetas,ao longo do Antigo Testamento,veio á Terra. Ao contrário do que esperavamosjudeus atravésde vários milénios,náo sancionou o judaísmocomo a religiáo "oficial" de seuPai. Pelo contrário, conde- nou suas práticas, rebelou-secontra a atitude dos sumo-sacerdotes (rabinos), expulsou os vendilhóesdo templo, denunciou a hipocrisia dos escribase fariseus.Abjurou o ódio e semeouo amor. 56
  52. 52. Quando da vinda de cristo, estavaprofundamentearraigadaentre osjudeus a crengade que o Messiasprometirdo apareceriana forma de um rei ou de um chefeguerreiro,que,com a ajudade Deus,conquista- ria todas as nagóesda Ter¡a, proporcionando-lhesdominar material- menteo mundo inteiro. Quando Jesuspregou a igualdadede todos os homensperante Deus, os judeus se convenceramde que'oo filho do carpinteiroJosé e da prostitutaMaria" estavaa demolir as suascrengasacercade Israel como povo escolhido paradominar os outros povos do mundo. Jesus punhaemrisco o brilhantefuturo de Israel! "Jesusenganou,corrompeuedestruiulsrael."(Sanhedrin,l07b) "Quenuncatenhasumfilhoouumdiscípuloqueporcolocartantosal nacomida,destruaseupaladarpublicamente,comoJesus,oNazareno." (Sanhedrin,l03b) "Perguntouo rabinoEliezeraosAnciáos:'Por acasoo filho deStad¿ (a prostituta)náopraticoumagiaegípcia?Náo fez introduziramuletos emsuacarne?'Responderam-lheosAnciáos:'Eleeraumnécioenáolhe prestannsatengáo'." (Sanhedrin,67a) "Os suÍto-sacerdotesfonm a Pilatose lhe disseram:'Seirhor,lem- bramo'nosdoqueaqueleimpostordisseemvida':'Depoisdetrésdias ressuscitarei'.?"(Mateus,XXVII, 62163) Antes de passarmosao próximo capítulo,que examinao judaísmo (por que náo dizerjudaísmo-sionismo?)na épocade Cristo, é interes- santetragarumasínteseda históriade Israel. De acordo com o relato bíblico, Abraáo, o "pai" do povo judeu, foi um dos primeiros homensa adoraro Deus Uno. A Biblia chama-o de '?braáo - o Hebreu". Por isso,seusdescendentessáotambémcha- madosde hebreus.Abraáo, seufilho Isaace seuneto Jacósñoconheci- dos como os "patriarcas" do povo hebreu.Jacó,tarnbémchamadode Israel,teve dozefilhos: Rubem,Simeáo,Levi,Iudá, Zabuláo,Isaachar, Dan, Gad,Aser, Neftali, Josée Benjamim.As dozetribos quemaistar- de formaram o povo judeu descendiamtodas dos filhos de Jacó (Israel).Origina-sedaío designativo"israelita". 57
  53. 53. A Bíblia naffa que os filhos de Jacó venderamseu irmáo José, como escravo, aos egípcios.Levado á corte do faraó, despertouas ateng6esda mulher deste.Tendo rejeitado as propostasda esposade seuamo, teria sido caluniadoe preso.Durante a épocaem que esteve preso,o faraóteve um sonhoe Joséo decifrou,evitandoque a fome se abatessesobreos egípcios.O faraó, agradecido,nomeouJoséseupri- meiro-ministro. Joséperdoou os irmáos que o haviamvendido e os levou para o Egito, juntamentecom o pai. Durante muitos anos, os israelitasviveram em prosperidadeno Egito. Mais tarde, um faraó fez dos israelitasessravos,obrigando-osa trabalharna construgáode grandescidadese palácios.Os pesquisado- res acreditam que os descendentesde José e seus irmáos viviam no Egito na épocaem que os hicsos,um povo vindo da Ásia, conquista- ram aquelepaís. Moisés, o grande líder israelita, retirou os judeus do Egito em 1.200a-C.Essemovimentoé chamadode Exodo. Durante um espagode 40 anos,os israelitasvaguearampelo de- serto,entreo Egito e a terra de Canaá.Nessaépoca,receberamos Dez Mandamentos,no monte Sinai.Moisésteria morrido sozinhono monte Pisgah,semalcangara "terra prometidade Canaá",e seutúmulo per- rnaneceuem local desconhecido,"a fim de que seusseguidoresnáo tentassemadorá-Io". Antes de morrer, Moisésteria escolhidoJosuécomo seusucessor. Este - aindana conformidadedo relato bíblico - teria guiado as doze tribos paraaterra de seusantepassados. Os israelitas(hebreus)estabeleceram-seem Canaá,por volta de 1160a. C., masos cananeus,os filisteus e os arameuslutaram contra elesdurantemuitos anos. De início, os governadoresisraelitaseram denominados 'Juízes". Os mais importantesdestesforam Gedeáo,Débora e Sansáo(aquele que se deixou tosquear por Dalila). Para enfrentar o perigo que os ameagava,os israelitasuniram-se,criandoum reino. O profeta Samuel advertia o povo contra a formagáo de uma monarquia,mas por fim submeteu-seaosdesejosdo povo e escolheuSaulpararei. O povo ad- mirava Saul por sua coragem,Íras convenceu-sede que lhe faltavam 58

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