História Secreta do Brasil 1 - Gustavo Barroso

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História Secreta do Brasil 1 - Gustavo Barroso

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História Secreta do Brasil 1 - Gustavo Barroso

  1. 1. *u* . .P COLEÇÃO CO¡v¡E¡”~. «'¡OR¡ixÍ1¡fx DO CEi'~! TEl'ÁR¡O$DE GUSTWO B›'-. '3ROSO= . . ¡Í! i VJSM . 0 . .I 4/ . II.
  2. 2. DIGITALIZADO POR WWW. VALHALLA88.COM O MAIOR PORTAL NACIONAL SOCIALISTA DA AMÉRICA DO SUL NA INTERNET ° . Í' a ' ^ . V 4 _J_ . _h _" . . ' y L -. .. ›_ 'g a. "UCÍJJiv. -.ÉE V, É - 'y ~~. ~-«~, h . rs l 'Í' ñxhgu. . L . sfuui 1900 z' Desenânos de x-láxrão Bazroso "-I @HORA CIDA conferindo e dívulgandô a História Caixa Postal 10.466 90901 - Porto Alegre - RS
  3. 3. :rn-WE: ~'1~'¡ItH_1=v 1' n REVISÃO EDITORA LTDA REVISÃO EKHTOHA LTDA. . dentru ao seu ! ema 'CONFERWDCA E DlVlILGANDD A H| STÓRIA tem (J honra de cornumcar : :ns Ic-vtores que acertou , a Reed¡- cào das ¡rnpcl tantos ? bras di? aurorm da' Gustavo Bar' rose. crnarudu Luna ÍJIÊÇÊIL' ¡rmtljiada COLEÇÃO CEN TENÁRIO DE GUSTAVO BARROSO. Tratan1~su= .~ -zlhras de grand: : profundidade e v» lor histonco destmadas a todas classes socuans. prm- cipalmente : :mos Jovens. que desconhecem totalmente quem fo¡ este grande PATRKJTA Mbnlugtzm: Murilo Alves 'Lópes Capa'. Sérgm Miguel MINIh lT-. HIU UA ISULHKACÇÀO P2 (JULTURA MUSEU HISTÓRICO NACIONAL GUSTAVO BARROSO BIO BIBLIOGRAFIA PRAÇA MARECHAL ANCORÀ RIO DE JANEIRO - BRASIL ¡958
  4. 4. G USTAVO BARROSO DADOS [ilOGRAl-*ICOS Nascido qm fortaleza. Estado dn (Tur-à. a 29 de fICZHTIbFO do 1888. Fllho de Antonio F'. Barmso F. Barrosu c' Ana DDdL Educado no Liceu do Ceará. Fortaleza. 1906. cursou a Faculdade de Direita de Fortalr-zel. 19/7/1909. Faculrlarlc dc Dirt-Itu du Rio clr' Janeiro. 1910/1911. nndc colou grau (Ir batharrl r-m ciànrlas jurídicas c' wclnls. ATIVIDADES CLILTURAIS Redator du Jornal do Ceará. 1908/1909. redator rlo Jornal do Comércio. Rio dc . Janeiro. 1913/1919. Redator do jornal humorístico O Garoto do Fortaleza. Secretário Grral da Cumissàn de Drfesa da Borracha. Rin dv . lanriro. 1913. Secretário dc Eslado do Interior c . Justiça, nn (Ívarú. l9l4. Deputado Fuck-ral pelo Esladu do (Jmrá. 1915/1918. Setzrclràrio : la Dclz-gaçáo Ilraslkalru¡ à r-onIk-rénvi: : da Fuz. om úrrsulkua-s, 1918). Inspetor Escnlar. Rin dc . Janeiro. 19151/1922. Secretário Gcral da Junta Americana do . Jurlsuonsnnlnvs. 1927. Srrcrelárío Lie-ral da Academia lírasilrira d(- Loiras. 1028. 1931-1949. Presldenlc da Arudnennla Brasilrlru de tura-a. 19314932. 1950. Dlrmor da RI-vista Fon-Fon desdr' 1916. Dlrclur e' Fundador do Museu H¡ lúriun NÉICÍOHLI] (lvsdt- 1922. Reprcsonmnlr do Brasil na Com o lnlvrnac-kvnaml dc Munumrnlos rusmn- cos [criada pa-, Ia Liga rlas Nações¡ Representante do Brasil nas rnmt-¡nnrações dos (fr-rm-narlns rlr- Phrlugal. [940, Representante do Bmsil I1u(', m1gr0ssn llwrxr/ nuwicznruu (lr Bvrlinn. 1940. Colaborador de A Manhã. desde 1942, Colabrrmdor rla Rrvisw O Cruzeiro. desde 1948. Colaborador da Revista Ilustração Brasileira. (lcsde l942. Rcprcsenlanlc do Brasil a Assembléia Gcrvanllna vn¡ Madrid. 1947. Diretor e Professor do Curso do Must-us do MHSCU Histórico Nacional. dcsdv 1932. (Ínnvldado pela Unlvrrsírladc dr- Coimhru palm mzcr cnnIi-riwxrlus l'lT| maio dc 1950. Embaixador da Brasil cm Missao l-lspomul na solcmrlado rlc possr- do PrL-sIdz-n te'. elvllu da Rntpílhhra (Drlcnlnl dn Uruguai cm fvvrrvlro do: 1951. Delegado do Brasil à X Conferência Imcramerlcarta de Caracas. 1954. ! Embaixador (ln Brasil rm Missão Espvrlrul na solcnirlzlrlu d: - pussc do Presldmr N* do Peru. 1956. Mt-mbm da vamíllva do Mínlsl ru dusRxrlaçocs fíxlvriarvs Embaixador . Jnsí- Ca-rlus rlr: Macedo Soares, na sua visita uflrlnl 2m (fhllr. I957
  5. 5. SOCIEDADES CULTURAiS A QUE PERTENCIA Membro da Academia Brasileira de Letras. Membro da Academia de Ciências de Lisboa. Membro da Academia Cearense de letras. Membro da Academia de Historia de Portugal. Membro da Real Academia Espanhola dc la bengua. Membro do instituto Libertador Ramos Castilla du Peru. Membro da Academia Espanhola d: : Historia. Membro da Academia de Belas Artes de lbrtugal. Membro do instituto Histórico e Geográfico do Ceará. Membro do instituto lriistorieo e Geográfico do Maranhão. Membro do instituto Historico e Geográfico da Bahia. Membro do instituto Histórico e Geográfico do Espirito Santo. Membro do instituto Histórico e Geográfico da Cidade do Rio de Janeiro. Membro da Royal Society oi' london. Membro da Sociedade de Geografia de Lisboa. Membro da Sociedade de Geografia do Rio tie Janeiro. Membro da Sociedade de Geografia tie Lima. Peru. Membro do instituto dc Coimbra. Portugal. Membro da Sociedade dos Arqueólogos Portugueses. Membro da Sociedade dc Numismática dc Bruxelas. Membro da Sociedade de Historia Argcrnitra. Membro da Sociedade Capistrano tie Abreu. Sócio Bcnemérito do instituiu Historic-o e Geográfico Brasileiro. Conselheiro do Instituto Cultural Bntsil-Alentattlta. Presidente do Conselho Geral do instituto Brasileiro de Cultura Hispânica. Presidente do Colegio de Annas e Consulta liemldlna do iíirasil. Presidente do instituto (ie Cultura BrasiLSlria. Presidente da Sociedade Boliviana rlo Brasil. Prt-. sldtrrtte de Honra do instituto Guatemala-Brasil. Presidente de Honra do instituto Peru-Brasil. Presidente de Honra do instituto de Cultura GréeiuvBmsil. PSEUDÔNIMOS Asslnava com as seguintes pseudortimos: Nautilus. Joao do Norte. -Jolaenntz Claúdio França. CONDECORÀÇÓES Gran Cruz do Mérito da Siria. Gran Cruz de Sao Tiago de Portugal. Gran Cmz rla instrução Pública de Portugal. Gran Cruz da Coroa da italia. Gran Cruz da Ordem do Santo sepulcro. Gran Cruz de Cisne-ros da Espanha. Gran Oficial de Cristo. de Portugal. Gran Oilcial cio Salvador. da Grecia. Gran Oficial da Ordem do Sol. do Peru. Gran Oliciai dos Servicos Disiintos. do Peru. Gran Oficial do Condor dos Andes da Bolivia. Gran oficial do Mérito Aeronáutico. do Brasil. Oficial da Ordem da instrução Pública de França. Comendador da Ordem de Santo Olavo da Noruega. Comendador do Mérito Militar do Brasil. Comendador do Mérito Nava¡ do Brasil. Comendador do Mérito Naval do Peru. Comendador da Ordem Nacional do Mérito do Brasil. Comendador do Leão Branco de 'Ihheco-Eslovaquia. Comendador da Ordem do Libertador da Venezuela. Comendador da Ordem de Leopoldo ll da Bélgica. Comendador da Ordem da Polonia Restaurada. Cavaleiro da Legião de Honra. de França. Cavaleiro da Ordem de Malta. MEDALHAS (ltneoentenário da República Brasileira. Souza Aguiar. Marechal Hermes. imperatriz Leopoldina. Estácio de Sá. Rio Branco. Rui Barbosa. Paeiñcador. Sesquiccntenário da Fábrica da Estrela. Silvio Romero. Anchieta. Maria Quitéria. Cruz lermclha de Portugal. lãenemeréttcla dc Portugal. Socorros Humaniiários de Portugal. Ouro da Legiao Portuguesa. ouro do Liceu Literário Portugues. Presidencia do Govcmo da Nicarágua.
  6. 6. BIBLIOGRAFIA LIVROS E opúscuws Alma sertaneja (contos trágicos e scniimeniais do sertão) Rio de . Janeiro. Ben- jamin Constaiiat 8: lvliccolis. 1923. 159p. Almas de lama e de aço (lampcâo e outros cangaceiros) São Paulo etc. . Com- panhia Melhoramentos de S. Paulo. 1930. 124p. O anne-l das tnaraviihas. .. Texto e figuras dc . João do Norte. Rio de Janeiro. Pi- menta de Mello 8: (fia. 1924. 441p. : Xntes do bolciicvismt) (novella) Rio de . Janeiro. Ofliciuas graphicas do Jornal do Brasil. 1923. 132p. Ao som da viola (folk-lore) Rio de Janeiro. Leite Ribeiro. 1921. 733p. Ao som da viola (folclore) Nova edição correta c aumentada. Rio dc Janeiro. im- prensa nacional. 1949. 595p. Apólogos orientais (rnoralistas e fábulas) São Paulo etc. . Companhia Melhora- mentos de São Paulo. 1928. 865p. (Biblioteca da Adolescência, Série 3. Li- vro 2). Aquem da Atlântida. São Paulo. Companhia Editora Nacional. 1931. 288p. Através dos lolclorcs. S. Paulo ctc. . Companhia Melhoramentos. 1927. 196p. A batata. .. Rio de Janeiro. Ministerio da Agricultura. indústria e Comércio. 1913. 22p. (Exposição Nacional dc borracha de 1913) Monografia n? 20. O bracelete de safiras. Rio de Janeiro. Editora Americana. s. d. 198p. Brasil colónia de banqueiros (história dos empréstimos dc 1824 a 1934) Rio de Janeiro. (Yiviiizagrào Brasileira. 1934. Várias cdicótes. 259p. Brasilittn - cine Kolonie der Bankicrs (Gcschichie der Anleihen von 1824 bis 191341 Curitiba. impressora Paranaense. s. d., 179p. O Brasil e a restauração de Angola. pelo acndõtnlco titular brasileiro Gustavo Barroso. Lisboa, :Academia Portuguesa de l-iiStÓria. 1942. p. 43-70 (Separa- ta dos "Anais" Volume 7). O Brasil na lenda e na cartografia antiga. Edlçãm ilustrada. São Paulo. etc. . Com- panhia Editorial Nacional. 1941. 203p. (Biblioteca Pedagógica Brasileira. Ser. õ? Brasiiiana. v. 199). O Brasil em (at-c cio Wo ta. a 2'" cd. Rio dc . Janeiro. Freitas Bastos. 1952. 456p. (BiblinIr-ca do Exército. vol. 171-172.). O Brasil em lave cio Prata. Rio do: Janeiro. imprensa Nacional. 1930. 452p. (Kasa fl! ? IHEXFÍhOHÓO (contos) Por . Joao (ln Norte. psc-uti. . São Paulo. Revista do Brasil. Nlonieim luhaio d: ('ia. . 1921.
  7. 7. (Jatálogo descritivo e cumeniado da cxposicân do Museu Hlsiórlcn Nacional. organizado por Gustavo Barroso. .. 1940. 134p. [Con-nissan lvmsilelm dos cel» Ie-viárlos du Puriugal. pavilhàn du mundu ¡nuriuguõs c pavilhão dn Brasil independente). Catálogo gem! da 1+ seu-ção: arvheologia o hislúrla du Must-u Hlsiúrico Naclo» 3314. organizada prln director Gustavo Barroso. Rio d» Janclru. 5.0. 1924. p. (Juiálogo da coleção Sàgiu Silva organizado por Gustavo Bnrmso. .. Rio (lr- . lu- neirn 5.1:. . 1949. 40p. Caxias. Rio de . Jane-im. Livraria Agir Ediiora. 1945. 116p. Caxias m) Museu ilislórii-l; Nacional pelo Dr. Gustavo Barroso, Rio dc Janrirn, imprensa nacional. 1938. p. (i7-69 (Sn-parar. : da Revista Militar Brasllclra. n. 3. v. 35. 1936). Cinza dn tempo ironias. ) Rin (lc . Jam-im. A Nnlic. s. d. 240p. A coleção Miguel Pzilmun na Museu Histórico, Rin : lc Jnncim. hnprcnsa naclu- nul. 1944. 263p. Ar¡ colunas da tem plo; vrudiçsln. lulvlorv, irisinrin. itriiicu, liiolrzglu. lilo (lc . Ja- neiro. Civilização Brasileira. 1932. 358p. (Tonmnisinn. crlsiiaimlsnnn c rnrpunallvisnuv. Rin (ii-. Janeira Edlinm A. li. (*. . 19314. 16-1 p. O Consulado da (Jhlna. 3'! vulumv ¡Ir Memórias. Rio dv Janeiro. Uclúllo (foslu . ' . . 274p. Curuçá: : d: : Eixmpn. lilu rlc . JAnc-lro. A . snsiilhiu 1922. 260p. Curaçao tic munluu. Rio (lv JRIHUÍNJ, (jr u i0 M. ( . . 1935). 11201,). ll" valumi- dc Memórias). En cl iicmpn dv los 'LZXTCS por Gusuivu Barroso (ln La Il0'l'1ii semanal. Bilcnus Alrcs. 1925. uno 9. u. 404. p.3-l7]. O cspirim du seculo XX. Rio dl' . Janeiro. (Jivillzacáu Brasllclru. 1936. 290p. 2*. ” rd. C111 19137. O estudo da ("cráiuica nos lnuscus do Brasil. (In Esludus Brasili-lrrms, Ano Li. v 8. n. 23. p. 173-2031. Fábulas sorinurjas. Rio dl' Janclm_ Bibllnu-ca 11111111111 do 'llcn-'fico s. d.. 030p. A gurml dv Arlngus_ 1816-1820. São Paulo. Companhia Edlinm Narlunsil. 1930. 190p. A gilcrra (lc Arilgam. 1816-1820. 2:' od. Rin di' Janeiro. Gvlúlir; M. Cosla. 1939. 191p. A guerra (ln Hnrvs: vnulus L' UPÍRÓÓÍOS da vampzmha : lu Llrugilai Miu-IBGE. Sàu lãmlu. Companhia Editor. : Nacional. 1929, 202p. 2°. ' cd. :: m 1930. A guciTa (ln Flurvs: rimlus c cplsódius da vampmllul do Uruguai. 1864-1865. Riu (lu JBIIIÉÍTU, Grtúllo M. Custa, ll 9. 202p. A guerra do lupa-z. (1 umas n' episódios da Fíllllpdllllil do Paraguay) : São 11min. Companhia Editora Nacional. 1928. 206p. 2'? rd. u; 3*' url cn¡ 1929. lluvrm (lu ÍDPVI, runlua v vplsfidlns (1a Campanha cln Puragu. i 4" L-tl. Rio (i1- Junviro. Gviúlin M. (Énsiu. 1939. 239p. . - gilcrra do Rosas [COIIIDS 1- z-pisúdlos relalivos i1 campanha dn [Jrugunl u da Argcniina 18511852] São Paulo. Campanha Ediiuru Narlmial. 1929. 241p. 2*! Cd. 1939. A gucrm tin Vidro; tanloa c episódio» da campanha du Cisplaiinan. ll~i25 n 1828. S210 Pãilllü. Companhia Edilnra NuL-¡unaL 1930, 254p. A guerra (lu lídc uuius n: episodios. da Falilpallhil da (Tispleiiiila. 1825 a 1828. Riu : lr . iam-Ivo. i7cii'llll› M. Costa. 1939, 216p. l-lnràls v bandido: - [Os cavigurcirus do nordeste). .. Saiu Paulo. Rio d: : Jana-ira. F. Alvcs, 1917. 27813. 2'! ed. cm 1931. Ilisiória nulilar do Brasil: r-diçàn iluslrada com curva dc 50 gravuras e mapas. @.10 Paulo. Companhia Edlinra Nacíunal. 1935. 341p. 2? cd. em 19313. (B1- 1 'h-xocz¡ Pedagógica Hmsilcirzl. Scr. 54': Brasllrana. v. 49). Hlsiu¡ . do Palácio llamamil pur (lusiavo Barman. Rin do . Jam-im IBGE. . 1956, 186 1. HÍSIÓYIZIISC¡'I'1'I:1 do Brasil. Prilnvira pairlr: do ¡lz-scubrlnlcnlu a) abdicucão dc D. lhdro l. Dosi-nlms de Flávio Barton; Sao Paulo etc. , Companhia Editora Na- vmnul. l 1:17. 369p. 3? : :cl c-m 1939. (Biblioteca Pcdagixglca Brasileira. Scr. FN: Hrasiliana. v. 76). História : ar-rriria do Brasil. Srgurlrlzi parto: da abdicacãu (lc D. Pedra l à maior» dade (lc D. Pi-dm ll. Rio dc . .lant-lru. Civilização Brasileira. 1937. 394p. llisiàrlu sccrcla do Brasil. 'lt-rccira pnrlc: da Inalorldadc à Rcpfihlii-u. Rin dr- Jnneiro. Civilização Brasileira. 1938. 379p. Idéias e palavras. Rio de Janeiro. Leite Ribeiro Br Maurilio. 1917. 260p. lnsxrrlçórs primitivas no sertão do Ceará. Rio (lc . Jana-im. Imprmsa navional. 1930. 65-71. (Sc rala dus Annacs do XX Cnngrrssn Inlvrnai-ionnl di- Amc- rlvíinlsias. vol. 1. parti' 11'). l O ¡niegralismo do Noru- ii Sul. Rio (ic . Jam-Im. Civilização Brasileira SM. 1934. 187 p. lnlegralismi) L' ralollclsnin. Rio (lu Jam-ira. Edllura A. B.C. . 1937. 286p. 0 Ílllügfêllsllki cu¡ mancha. Rio dr . Janeiro. Schmirli. 1933. 143p. 2'? cd. em 193 . O Inlegrallsmo c o mundo. Rio do Janeiro. Civilização Brasileira. 1936. 290p. 2'! cd. cm 1937. 1llC11E_l'l1i'121 das coisas. Rio (lv . lauclru. Annuurin do Brasil. 1923. 221p. lulrudulgao il lócnlra de iuuscus. .. Rio dr Janeiro. Giáfim Ollmpica. 194647 2 voluvncs. 2°. ' cd. um 1951. Judalsmu. maçonaria c comunismo. Rin de Jnneim Civilimç-áiv Brasileira. 1937. 234 . Liouu (ÍIECPHTÓ. 2" vul. (IP Memórias. Riu de . Janeiro. Gvlúllo M. (ínslu. 1940. 220. () livm (105 culbrrrldas. Riu (iv . Jam-im. (iciúlin M. (Tania. 1934. 185p. O livro dns milagres. Rio dc . Jam-im rir. . Francism¡ Alw-s. 192-1. 204p. Llll u pó. Rio (lu -Jmlcírix lãvnanscvnçzn. 1932. 249p. Musquiia ¡nucrla por Gilsiavu Barnmn_ [In 1.a ntwvla srmanal. Bucnus Aires. 1921. Ano 5. n. 172. 1817. ¡Iàu muitu-raias). Mula sun cum-qu. San lhuln. d Olegário Ribeiro. 1922. 131p. Mtllhcrcs (lc Paris illusiraçúvs¡ a . .l. (iurIIJs. Paulo Wr-rncck 1' Daniel) Riu kk' Ja' nvlm. Marisa¡ Ediluru. 1933. 179p. lxiylhi-s. unnIr-s. :: l légcndirs des indios: lu1k»lun- hrésllicn. Punta. A. Fcrrouii-l-Í Fcrroud. 19110. 179p. A uringraiiu ollrial por GHSIHVU Barrnsn [Jnàu dn Nnrivi . . lilo di' . lx-insira (Zivi iizacân Brasileira. 1931. 90;). 'finas cdiçfxvs. Osórln. o ri-nlaurn dns Pampas Rio lli- . Janeiro. l-Zrlilnrzi (lunnalnnra. 1933. 196p. Osório. u crnlauu-z¡ dos Pampas. 2'? (mi. Rio clL- . Jana-im Gulúlll) M. Cusia. 1939. 198 . Ii ¡Jalavfa e u pensamento lnicgrallsta. Rio dv . Janeiro. Civilização Brasileira. 191.15. 217p. _ l). Potim 1 (peça liisióriita r-m 3 aius i- 4 ciuaclros). .. 5.1.. Gráfica da Preleliura. 1951. 47 ). Wrgaunnhtlsf ilustrado por Corri-ia Dias Rio : ic Janeiro. F. liriguici a: Cla. . 1.922. 91 . Firm (Jgciho (lr 511117,: : por Gustavo Barroso. .. Lisbon. Editorial Ática. 1940. (íOp.
  8. 8. lbrtugal. scmentc dc impérios. Rio de Janeiro. Getúlio Costa s. d.. 271p. Praias e varzeas. ilustrações dc Alircdo de Morais Rio : le Janeiro etc. , Francis» cn Alvos. Aillaud õ¡ Bertrand. 1915. 142p. Os pmlncolos dos sábios de Sitio. .. Tex m compleio c. aposlilado por Gustavo Bar- roso São Paulo. Minerva. 1936. 238p. 2'? ed. em 1936 e Sã' cd. em 1937. Quando nosso scnhnr andou no mundo [contos para crianças com figuras de M. Constantino) por . João do Norte. pscud. Rio de . Janeiro PIC. . F. Alves. 1936. 84g 0 quarto império. Riu de . Jam-ira. José Olympic. 1935. 177p. O que o uiiegmlisla. devc saimr. .. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 1935, 203p. Qulnas c castelos. Silo Paulo. Editora lhnomnla. 1948. 236p. O ramo de oliveira. Rio (lc . Janeiro. Edição Lln Anuariu duBrasll. 1925. 335p. Relli-xói-. .s dc um bodv. Rio dr: .Janeiro. Gráfica Educadora Ltda. sd. . 178p. 2'. cd. Sum data. A ronda dos séculos por Gustavo Banosu (João do Norte). Rlo dc Janeiro. leite Rihclro & Maurilio. 1920. 352p. A ronda dos séculos por Gustavo Barroso. . 3'! cd. Sao Paulo. José Olympic. 1933. 350p. 4'? cd. em 193W. Roosevelt os judia trad. directa dei portugués de Mario Busallo. Buenos Aires. La Maiorca, 1938. 134p. O santa do brejo (romance) Rio de Janeiro. Renascença. 1933. 194p. Seca c mcca e ulivais do Santarém. São Paulo. Presença. 1946. 218p. Segredos c rcvc-. laçm-s da hislória do Brasil. Rio de Janeim O Cruzeiro. 1958. 287p. A senhora da Panglm (romance). Rio dc . Janeiro Ed. Guanabara. 1932. 203p. A senhora( dcPmigim. 2'? cd. brasileira rv: v. c documentada. Rio dc Janeiro. Gcv iúiio Costa. prei'. 1940. 165p. A cllãyangim por Gustavo Barroso. .. Lisboa. Agencia Geral das Colônias. - (l A senhora de Pangim. Rio dc . Janeiro. Editora Brasil América Lida. . Edicao em quadrinhos _ _ O sertão n o mundo. Rio dc . Janeiro. Livraria Leite Ribeiro. 1.923. 301p. As seu: vozes do espirito (poesias) 5.11.1.. (956. 209;: A Sinagoga panlisin. 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Washi Rodrigues. direção geral e organização do Irxio por (Ensiam llzirrosr) (João do Nnriu Rin de Jíllltlnl. lmprrlnsa Mlli~ (ar. N12. Hop_ 221k ('51 col. OBRAS EM COLABORAÇÃO, COM PILAÇÃO E ADAPTAÇÃO (]~ AHCHHIY» . x vunlns IIINIÚTH na ili- ihiiiiigul uni Ali mnilrr llrxrriilzuin Conde m 'a rllfgilâíi f I'Íi_: i ÍII' _uiirirrv c) nHÍHi). PrvIui-iur- arlc-i; z'ii› di' l ¡usiavu [lar mu» “II(]I'i| .I| |1^lli¡_ lklivyirilhvit. lvlmiiliyis. I'I * . dll. [Pulli_Â(': <'I1'i§. -i]r'()! o ç iI›iiii'iiiiiiinliirnr. , (llflLLlílUi ¡vnr Lumi i'm( ¡Illlniil dl- lHluHflil luzmili 1m (lu lingua phrluuii( iilllillll/ Clvhl pm llilíl-*hruii ilu rli Lim: : 1.' (HNIIIXWW Hu( rum r' “Tltalll im p. ) r- ; Ji-mil inn' ll. iiiiii l lizinrh ira r JHW' liziplici. : ill! Luz, H" r-il. rw JHIH, Riiuiv- . Lnzviruvlcz, ('i'¡li/ ..igín› BIHN- o A. M57_ Lllüp 'iI( . i illnlíLlHl1|ylÍl('-| '~. i1|h| IlI (ll llilililm l nlnrnlz» ¡him (ir-i) ilílh i x11 n | i|› ruim llii «lráignu» ih Hiimux : i Fnvier-«ni '--i~. .iu i: .iilniyinçinvv (i1) (jiisiawzi | '›, IllI-, ~-. '›. Rm -lz- . Lini mu, Pdllh. |. Ji; iii. i Lhiinici', M120_ Hisii i). DISCIÍRSfJS E (IONFERÉNCIAS . ilinu -l; i.~ i ziiuniiaih. Riu (Iv lumziin. Iilll (('i= iilr1'x'›iirx. i¡irmiiiiii-inilnimâsnii- vw : in l 'nun . lr lvliignx. 102!). i “l-Iall ihH* Iunsilririr, Sun lãiiiio. liiiiiiuasiiiii lPSlS. 1930. 15;) Ilíiluaiiu maili- z' il: : llil l*-. iiiiilil. irii' ili- lnrriii. ili- Âiu Paulo i'll) IU J) i -›i: l<'i~: irv. i:«: (Iii “cllllíi 'urlniz Ar Ciràiirnn. 1051. 155p. linux I ulll( iFJIPLiN l'( IIIIHUN, Lis-Jum, . ii-(Lidr P. . m. 19 S. 59p. liivi (iii ~< m n ¡iiwzsriiçn rir Puriiigiil nu Br íl. Eiuind s a prc . c. : di) Portu- gal : m iziiiiiniu. 27.21.¡ , lilñú. Hp. ÍDIE-ULIISU ¡irnnunrmdui em lfirli- r-irinbm do WW. na bwaâñu minL-i11<›i': i(li: z cio 81”zanivvrsnriridnLir-vu Liii-mrii) Hir- (Iiigixi-sl . inunn; l'llllJI'Í4ZllllÔ(“f›i'df'Pflflllglll: H1llllllllÍü, SHÍWKÍUÍ. MLUHL 1956_ (Con lbií-iiri. : ¡Jinniiiirigiílu nn "Dm 'IP Portugal" nn Cuablnolr' Pnrlugmís dl'. liclv | l.| i'1l rI. i Hziliiul. . « lnílrlPlll uimculvcs Dias. Rio dr . Juni-ira, .Jornal do ("niiiôi'i'iu. 1943. (Conilv rciirni rmlizailai nu Arutln-iuio Hllxrsll' Hi1 ih' LvinL-il. llovc-iwijiin» (ln S¡ (iii-si 11W. ) Hni'i'i. i<. riv Il( 2-' ilc- illillñ ilv l92ll. Dlsi. (Irsn di) rcclplrrn- rlliiiiux l¡ spc-wii riu Si Mir lIII ils l“. ii¡. i. Rio ih' Janeiro. .-nuâlrii› do Brasil. '~J l 611v. 'I'i. iilii_-- ~. IIIÍIÍIHFPW . Rin cli- . Mutum. m lí-ilH. .Mp. (ffmili-rriiriu liil. : nn Cluh Million i. PREEÁCIOS A| hl| f|| l!? |''1|¡| ' M' : mim: l. .Juan rli- 4 Hlsmi i. i iln indnslrin ílÇllÚíHClTd nu nnrdcsii: (Fzl-. IMHJFÍ snoiul di' CnIi-ndr) Rin dr . Janeiro. F. 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  9. 9. Dodi. (mslavo Luv: : Gnilhvrynr r 1)<'_:1<'r11;a1n(| <'15 rios 151111211131111 1- Líunnpy vom ílxtstrnçtãvs c ¡Hízlpklh *rrli11-111 1.11' <'111=-.1;1v(. › Uarrusn] São Paulo 1-11- Comp. Ed. Na1~innu1. 11131-1. 1111 l1$111111111-1:11 1'I›(11:;1O¡1I1':1 lvlmsilclra Sm' :1">Rr;1:s1- 11mm. v. 1:38). Mlnmda. Amomo [ma] ur ~ O mllagrr- (nuvvla sertmnqjan) Pra-fama de João dn_ Nor- U2.. R111 111' 11:,1111'ír1 u_ (11111i1111.~ Qluplnruu dn. ,l11r11. 1111 Isrrxsü. 19252. afãp. Olylnpln. Dunnngux 1111/.1n lmlnvu¡ ' :1-1 111-(11151-_11111 fíarnxvxy. Rin 111- . Jam-im. Liu' n11 (zaslillm 151.65). 112151). Wrvim 1t1.~¡s:11u1111›1 ~ M; 1.1Q11¡11':1'1z1. Rx1›Ll1uI: uwlrr›. lmprrwmax1121011111111. 12153. 71 1. 1'irr~s 11[1'- Lima. Frrnunrln 111- 11151111 7 Os. !ri-s prinríprs 1': outros 011111115 pura vrxancus 1111111114111 ›~ 11:1 lr. ¡r111,í111 pupular pm' 1-'1'1'n1¡11c11›zI<: <l1'n1'1rcsL1r 1,1111.1 1'“r1~1x1r~I1›<11-1]11<1.1v1›lmrnsa, Hrsc-nhrm dv laura ("na a Pnnu. May: - ra 5.11. 136p. TRADUÇÕES . Adam ! Karl 7 . Jwuu I 11. '1151111213111 r11~I111sIz1v1›13arro3o. i3" 1-11. Pnmbpolls 14-'- v. v . 1^›r›1›. :zl›4,. A¡';1¡_r1"111 . J (11- 4 (11-1111111111111-.11-1111 112111111411111 (fumava Tiurmsn.5111111111114. (lmnpunlud Ilnhlruu Nau-inn : I 1513111. . 1¡1. [Fulvçk › '11'I'm111:111'111. v . Àmuon 1 111- - 1,11"-1I11111;.1111l;1 1I.111<11.I.1|1*11'121›11u'111' IA1'l'x1(ÍllÇ1"lu(1l bush¡ '1v[*1111r11s1›, 55111 12111111. 1211111114 11.11'11111.1| 19216, ('(.1|CI_':1z› '1'1:rr: |r11u1'z›:1r v 1141 151111. HPHIHI. Horn' -' ('.1~. I1'1:111-11..111;,1111111'1›111.1r111 | 11ux11uri1u di' Ífnuslzurn Bau msn. Rin 1111 ›I. u11›ir11_ V1 ("V111 12111111111. 1'PZ1'. ' 211711. Hrrl| u11d.1 / 111.u;1111.11'i¡~1~:1›-1l.1¡1111.111›.1 ~11.1-11111gr-11.x_ ~:1¡, ;'1I*Í1|.1(11'1 I'i11.I| ix1;1- 1'11': -.1|1l11'I'I. ~:x;1~. 11'.1du<_. '111111< 011.511.111¡ 11.11'¡'1-~11. 511111 Íhuln. N11111-nu1_ 171194. . › 1)ckr›hr. -1l. 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  10. 10. “D mundo é governado por personagens muito giferentes das que imaginam os indivíduos cuja olha: D50 Denetra nos bastidores". (Benjamim d'Israe1i, lord Beaconsfield, - gggingsbg, 18ú4). "J que É : erdadeira va ur si mesmo; mas há verdades dmaiqas E vezdacea doces. verdades úteis u verdades pezígcsss. .." (Marius André, - La fin gg_l'emgire espang¡ nol d'Amérigue, pg. 67). "Entre as falsas hiztósias que ron| nre~, as cortará; 3 minna «erdadeíra. ..". (Tomás Antonio Gonzaga, - Lira XVIII). r. "Sob e'( critério é que deve ser pennunu a nossa histñr v a história do eubiexrâneu don acontecimentos". (Máro Sáa - A invasão dos judeus, pg. 10). "Lendo as h1stórías. ., deparamos com este fato síngu; ar: em toda a parte n judeu apdreceg do em luta com a nação Em Cujü Saiu habita". (Hugo vast, - Oro, pg. 7-8). "Na sociedade. que é a humanidade no espa- ço, e na história que é a humanidade no Lemon, há bacilos e toxinas de forma humana que U 0- lnar das gerações não descobre, que o olhar dos historiadores ignora ou, muitas vezes, finge i- gnorar, mas cuja existencia não é um miscório para O bacleriologista da sociedade e da nisld- ria". .. (Emmanuel Malynski e León de Poncins, - Lg Guerre Occulte, pg. 90).
  11. 11. CAP. CAP. CAP. CAP. CAP. CAP. CAP. CAP. CAP. CAP. CAP. Í N D 1 C E I - 0 MONOPOLIO oo PAU-DE-TINTA . . . . . . . .29 II - o EMPÓRIO oo AçucAR. .._ . . . . . . . . . ,.37 III - o TRÁFICO oe CARNE HUMANA . . . . . . . .sa Iv _ A PIRATARIA E A CONQUISTA . . . . . . . _.55 v _ A LADROEIRA oo ESTANCO . . . . . . . . . . . .. es vI - A TRAGÉDIA oo OURO . . . . . . . . . . . . . . . .9s vII - o DRAMA nos DIAMANTES . . . . . . . . . ..111 vIII - A GUERRA JuoA1cA . . . . . . . . . . . . . ..116 IX _ o NINHO no CONTRABANDD . . . . . . . . . ..13o X - A ENTRADA EM CENA DA MAÇONARIA. ...145 XI ~ O DIABO COXO E O BODE PRETO . . . . . .168
  12. 12. Na "HISTORIA SECRETA DO BRASIL", propõe o Sr. Gustavo Barroso desprender da complexidade das forças que traba- 1haram na preparação dos acontecimentos politicos do Brg sil, aquela que lhe parece predominante, senão decisiva, e, portanto, suficiente para nos dar, desses fatos, uma perfeita compreensão. E uma sondagem profunda a que ¡oro- cede, a procura da verdade histórica ou melhor da "histg ria subterrânea dos acontecimentos". Terá o ilustre es- gritar encontrado o fio da meada? Terá o mergulhador cog seguido trazer suas sondagens, a pérola da verdade his- tórica ou uma parcela da verdade? Nos dramas, represen- tados por personagens conhecidos, nos largos cenários 'das agitações públicas, ou nos palcos dos teatros polí- ticos, terá seu olhar penetrado os bastidores? A todas essas perguntas que se reduzem, afinal, a uma só, respon derão os seus leitores, que serão muitos e os seus crí- ticos que serão bastante competentes para julgar da im- parcialidade, segurança e penetração do historiador bra- sileiro. É certo que, como diz Disraeli, citado pelo próprio autor, "o mundo é governado por personagens muito dife- rentes dos que imaginam os indivíduos cujo olhar não pe- netra os bastidores". Mas, quantas vezes esses "persona- gens diferentes" longe de serem "causa", não passam de "instrumentos" das forças reais e profundas que governam 05 acontecimentos politicos? E quantas vezes, dan: a com plexidade dos fenômenos sociais, e, daí a dificuldade de Ver claro, o que se aponta como bastidores reais. não é mais do que a armadura de cenários fabricada pela par- cíalidade ou erguida pela imaginação? Em todo caso, es- te livro que representa um grande esforço de pesquisa, é realmente digno de exame e de reflexão, pela documen~ tação abundante que nele se recolheu; e das discussões e divergências que suscitar a sua leitura, poderá sal- tar um pouco de luz sobre as "zonas de mistério" de nossalhistória. A presente é a 1ê d uma série de 6 (seis) volumes gua compõe a obra completa da HISTORIA SECRETA D0 BRA- “IL. 23
  13. 13. O CONCEITO DR HISTÓRIA A história não é propriamente uma ciência; é antes uma arte. Muitos espiritos avançados do século XIX se as forçaram para dar à história esse conceito cientifico. Havia a mais generalizada do cientificismo. Seus esforços, porém, como que se anularam ante a concepção atual da história. 0 espirito do século XX é outro e não admite mais esses exageros do cientificismo generalizado, que- rendo impor a todos os departamentos e categorias do pag samento humano seus canones empíricos ou pragmáticos. -A investigação dos fatos, a fixação das datas, a ng terpretação das dúvidas, o confronto e a análise dos do- cumentos, devem certamente obedecer a principios rigo- rosamente científicos. Mas a narração dos acontecimentos e sua fixação precisa no tempo e no espaço, não são a verdadeira história, não formam completamente a história. Além disso, há coisa mais importante, substancial, a org jeção dos homens e dos acontecimentos no espelho das épg cas, as idéias de cada século, seu espirito, seu gênio próprio. São as mudanças dos aspectos intelectuais do mundo que transformam os critérios dos homens. 4Para que a história deixe de ser uma cronologia se- ca, um rol de fórmulas mnemônicas, é necessário iluminá- la com o esplendor solar das idéias, com a luz maravilhg sa da vida espiritual. Assim, a história se reflete me- lhor na obra dos pensadores, escritores, poetas, drama- turgos e críticos do que na enumeração dos governantes, na série das batalhas ou nos salões dos congressos di- plomáticos. Por isso, em geral, o que se aprende na his- tória são movimentos dos corpos sociais, ignorando-se a , ação-e a vida das almas sociais, das almas dos povos. A verdadeira história seria a revelação da vida espiritual dos homens. "A história é obra representativa - escreve um mes- tre - e, portanto, deve ser uma obra de arte. Não nego Os méritos da investigação científica no campo da histó- ria_ Sobre essa investigação se identificaram os mais bg los monumentos da arte, no gênero mais difícil entre os Qêneros literários. Entre a obra de arte histórica e a investigação que lhe serve de base, há a mesma diferença Que entre a anatomia e a escultura estatuária. O escul- 25
  14. 14. tor precisa conhecer a fundo, cientificamente, a anato- mia do corpo humano; entretanto, isso não é o bastante para que sua obra seja considerada científica. Nas for- mas humanas representadas no mármore. revela-se um espí- rito, na emoção e nos sentimentos expressos pelas atitu- des e gestos da estátua". Esta página do magnífico livro "La Guerra Ucculte" de Emmanuel Malynski e Léon de Poncins termina com essas palavras profundas, que resumem a história da humanidade nos últimos tempos: "Ainda se tem em vista toda a hierag quía humana, quando o mundo começa a se afastar de Cris- to, no Renascimento. Ainda se têm em vista os Príncípes e os Reis, quando se afasta do Papa e do Imperador, na reforma. Ainda se têm em vista a burguesia quando se re tiram a nobreza Reis e Príncipes, que são os seus pontos culminantes, na Revolução Francesa. Ainda se têm em vis- ta o Povo, quando se ultrapassa o plano da Burguesia de 1808 à 1917. E não se têm mais em vista senão a borra sg cial guiada pelo judeu, quando se vai além das massas, em 1917". Todo esse plano, em todas as nações, foi cuidadosa- mente elaborado e lentamente executado pelo judaismo, rg ramente descoberto e sempre embuçado nas sociedades se- cretas. Judaismo e maçonarias criaram um meio social prg pício à guerra do que está embaixo contra o que se acha em cima, desmoralizando e materializando a humanidade pg lo capitalismo mamõnico, dividindo-a e enfraquecendo-a intimamente pela democracia, separando-a e tornando-a a- gressiva pelo exagero dos nacionalismos, díssolvendo-a e descaracterizando-a pelo cosmopolitismo, encolerizan- do-a pelas crises econômicas e enlouquecendo-a cm o co- munismo. Conhecendo isso, é que se pode dar seu verdade; ro caráter aos acontecimentos históricos e mostrar a veg dadeira fisionomia das revoluções. Até hoje se têm escrito histórias politicas do Bra sil. Empreendo, neste ensaio, a história da ação deletéÍ ria e dissolvente dessas forças ocultas. Até hoje se es- creveu a história do que se via a olho nu, sem esforço. Esta será a história daquilo que somente se descobre com certos instrumentos de ótica e não pequeno esforço. É a primeira tentativa no gênero e, oxalá possa servir de eg sinamento à gente moça, a quem pertence o futuro. GUSTAVO BAROSU 26 "Há duas histórias, a oficial, mentirosa, Ad Usun Delphini, e a secreta, em que estão as verdadeiras causas dos acontecimentos, Histó- ria vergonhosa". (Balzac, "Les illusion: perdues' t. III). 27
  15. 15. 3-1' ' _o ("N " . *s* " 'ai' S" . ÉÍ. «Ê_A3É. ¡?'=3'“~7-Ê' : :EC Amanhecera o dia 25 de setembro do ano da graça da 1498 e o que ia acontecer teria repercussão mais tarde nos destinos do Brasil, que ainda não fora descoberto. A armada portuguesa de vasco da Gama ancorara diante da costa baixa e emoldurada de palmeiras da ilha de Anche- diva, a doze léguas de Goa. Das longas vergas e das in- clinadas antenas das naus se desdobravam, secando lenta mente. ao sol matutino, as lonas das velas em que a salsg gem dos mares nunca d'antes navegados esmaecera a cor vermelha das cruzes da Ordem de Cristo. Sobre o castelo de popa, lavrado de douraduras e ari cado de falconetes (1) de bronze, fundidos nos arsenais de Gênova, o almirante conversava com os capitães, olhag do a faina de limpeza a que se procedia em algunsrmvios. No seu, a capitânea "S. Gabriel", contra-mestre e maruja preparavam as espias que deviam puxá-lo até a praia lisa onde morriam. sorrindo em espumas, as ondas do Oceano In dico. a fim oe ser raspada a carena crostada de mariscos e algas na longa travessia dos mares tenebrosos. O vigia do "S. Gabriel" assinalou um barco ao longe que se aproximou, arfando sobre a toalha azul das águas debaixo da concha muito azul do céu. Era um parau que vinha de Goa, tangido pela sua vela pardusca de esteira. Encostou a nau. Um homem galgou o portaló e saltou no convés. vestia-se de maneira hindu: mundaçó à cabeça, ter çado ã cinta, brincos nas orelhas. O nariz adunco se en- curvava para os beiços úmidos e sensuais. Queria falar ao almirante a quem abraçou, como se usa no Oriente, com expansões. Curvando-se em salamale- ques. disse em péssimo italiano que era cristão levantis C0. viera muito criança para as terras do mouro SabayoÍ senhor da ilha e da cidade de Gõa. Enquanto falava, seus Olhos, miúdos e vivos, como os de um camundongo, esprei- tavam todo o navio, detendo-se, sobretudo, na artilharia, (1) Pequenas peças de artilharia. 29
  16. 16. como a computar-lhe o número de peças e a força de caca uma . Vasco da Gama sorria na sua barba açoitada pelo ven- to. De repente: - Mestre¡ Um português moreno e seminu, de farta bigodeira, de braços Deludos e atléticos, levantou a cabeça dentre us marujos que desenrolavam os cabos de cânhamo. E o almi- rante deu-lhe esta ordem: - Amarre este espião ao mastro e meta-lhe o calabro- te! Num abrir e fechar de olhos, o levantino estava nu da cintura para cima, amarrado ao mastro grande, e um chicote de cabo alcatroado cantava-lhe nas carnes que se tingiam de sangue. - Eu digo toda a verdade! uivou o supliciado na sua algaravia. Os açoites pararam, o almirante aproximou-se e o ho- mem disse a verdade: não era cristão nem levantisco; era judeu e natural da Polônia. Os azares de sua vida aventg reira e errante haviam-no trazido à India. O Sabayo man- dara-o como espião, mas preferia servir aos portugueses. A armada do Sabayo era grande e poderosa, bem tripulada de rumens (2) e bem provida de canhões venezianos. .. No dia 26 de setembro, a frota dos Lusíadas fazia-se de vela para Portugal e levava a bordo o astuto e ines- crupuloso judeu polaco, "por ser de grande experiência e muito conhecedor das coisas da India, o qual foi, mais tarde, batizado e recebeu o nome de Gaspar da Gama, sen- do vulgarmente conhecido por Gaspar das Indias. Este ju- deu conversava muitas vezes com El Rei D. Manuel, que folgava de lhe ouvir falar sobre as coisas da India, e lhe fez muitas dádivas e mercês. A vasco da Gama e ou- tros almirantes portugueses, Gaspar das Indias prestou inestimáveis serviços (3)". (2) Soldados muçulmanos da India, mercenários levag tinos ou turcos, Ef. Alberto D. de Castro, "A cinza dos myrtos", pág. 193; Dalgado, "Glossário, Luso-Asiático, t. II. págs. 260 e segs. (3) Solidônio Leite Filho, “Os judeus do Brasil" eo J. Leite A Cia. , 1923, pág. 2h e 25. A documentação do resto do capitulo está em Gaspar Corrêa, "Lendas da In- 30 mais anos depois, vestida de luto, como era de pra- e. ñà época, quando as armadas iam em busca de terras ãegàanhecídas, a corte manuelina assistia do eirado da torre de Belém a partida dos navios de Pedro Alvares Ca- b§a1, 0 judeu Gaspar embarcara na nau do capitão-mor co- ma iíngua e conselheiro, hoje diriamos intérprete e tec- nico. am coisas e negócios das Indias. Seus olhos vivos 3 espertos, olhos de rato fugido dos ghetos da Polo- nia viram o nosso Brasil no primeiro dia de seu amanhe- àgr: Ao lado de Pedro Alvares Cabral, “de quem não se a- partawa", avistou o vulto azul do Monte Pascoal nos lon- gas do horizonte, contemplou a terra virgem e dadlvosa, a indiada nua e emplumada de cocares, assistiu a primei- ra missa celebrada por frei Henrique de Coimbra e ouviu a leitura da carta de Pero Vaz de Caminha. D judeu Gaspar da Gama fez toda a viagem de Pedro Al veres Cabral: Moçambique, Mlinde, Cananor, Calecut, Co- chim; tornou às Indias em 1502 e 1505 com seu padrinho, Vasco da Gama. Na última dessas expedlçoes, encontramo- . lo com o nome de Gaspar de Almeida, "por amor de Viso- -Rei, d quem era estímadíssimo", declara um panegirista dos Judeus (A). Por adulação e balxeza, afirmamos diante dos fatos. Batizado por Vasco da Gama, o israelita tomou, de acordo com o costume em má hora instituído por D. Ma- nuel e que estragou, na judiaria, os grandes apelidos da nobreza lusa, o nome de família do seu padrinho; mas, quando a estrela do navegador se foi empanando ante a glória de Dom Francisco de Almeida, o poderoso Vice-Rei do Ultramar, o hebreu mesquinho abandonou o nome de Gama e adotou o de Almeida, sem cerimônia. .. _ Ao tempo do governo de D. Francisco de Almeida, o Jg deu Gaspar da Gama, de Almeida ou, simplesmente, das"In- dias, casou-se com uma judia. "grande letrada na lei . Ve ja-bem. como os Gama, os Cabral e os Almeida, nao seriam i- laqueados na sua boa fé de navegadores rudes e heroicos ba- taihedores pela lábia e a solércia do judeu po1ones! ~Ba- tízado, sua conversão era tão sincera que se unia, nao a una cristã, mas a uma israelita ferrenha, talmudísta pra día', tomo i. Entre as mercês. segundo Damião de Góis, "cronica d'El Rei D. Manoel", pág. 32. fé-lo cavalheiro no sua casa, deu-lhe tenças, ordenados e ofícios. (A) Solldohio Leite Filho, op. cit. , pág. 27. 31
  17. 17. ticante. Foi ela quem fez com que os judeus das sinago- gas hindus comprassem as bíblias hebraicas que vendia Francisco Pinheiro, filho do Corregedor da corte de D. Manuel, o doutor Martim Pinheiro, por mando deste, decer to cristão-novo ou cristão judaizante. O episódio mostra como os judeus secretamente, influenciavam as decisões dos grandes navegadores (5), manobravam nos bastidores da governação das Indias e até faziam proselitismo e org paganda religiosa através do próprio Corregedor da Corte magistrado cuja maior atribuição era perseguir ao judais mo. A história, referida pelos cronistas, da arca de bi: blias, EM HEBRAICO, enviadas de Lisboa para a India, E um tanto escura. Não há, infelizmente, documentação que faça suficiente luz sobre o interessante assunto. A vinda do judeu Gaspar ao Brasil está iniludivelmeg te comprovada pelas instruções dadas ao capitão-mor Pe- dro Alvares Cabral, conservadas entre os documentos da Torre do Templo, que se referem pessoalmente a ele. Fu- gido às perseguições que, do meado do século XV ao come- ço do XVI, se desencadearam na Polônia contra os israel; tas, cortara as gadelhas reveladoras de sua procedência e afundara-se no Oriente, tendo alcançado às Indias, de- pois de viver em Jerusalém e Alexandria. Segundo 0 autor das "Lendas da India", Gaspar Corrêa, o rei Dom Manuel noel recomendou que ele servisse com Pedro Alvares Ca- bral, porque lhe havia dado "muita informação das coisas da India". Em Porto Seguro, quando as naus portuguesas lançaram ferros, no ano da Graça de 1500, o judeu procurou enten- der-se com os silvículas, recorrendo às linguas e diale- tos que aprendera no Oriente. Não se Fez entender nem eg tendeu patavina. Mas compreendeu o que poderia valer a nova terra, na qual, se quisesse plantar, daria tudo, cg mo anunciava o escrivão da feitoria de Calecut embarcado na Real Armada. (5) D. Solidônio Leite Filho, op. cit. pág. 25. "A sua voz (do judeu Gaspar) foi sempre aoataoa nos conse- lhos dos capitães". Na India, até o grande Afonso de Ai- buquerque, conforme depõe Gaspar Correa, "Lendas da in- dia", tomo II. pág. 177, muito se aconselhava com seu intérprete o judeu Hucefe. A tola confiança do cristãono judeu é que permite a este dar os seus botes. .. 32 Para não sermos taxados de fantasista ou parcial, da mggia-palavra ao panegirista dos judeus, Sr. Solidõnjõ kt te Filho, grifando suas afirmações mais importantes: -leave: por seu intermedia tivessem os israelitas perce- bia, desde logo, a inportância do novo descobrimento, qyp pouco impressionara o ambicioso espírito do Afortuna , ofmgnarca portugues, cujas atenções estavam inclinadas para as riquezas da India. Aproveitando-se desta opinião ggngauiram alguns cristãos-novos, a cuja frente se acha ; Mistas-aonde de Noronha, arrendar a terra havia pouco des Ê' . Sabiam eles PERFEITAMENTE que o comércio do paü ; l, por si só, os indenizaria das despesas (6). _ '_ Eãtes grifos auxiliam a clara visão do primeiro capi told de história do Brasil, tão diferente do que nós agggmdemos nas escolas. Aos meninos e rapazes somente se mggra p palco e ninguém se lembra de levá-los aos bas- tidares, onde os atores mudam de vestimenta e estão à ads. Aprende-se unicamente a aparência da história, Q o melhor meio de ocultar a sua essência. Na verda- rum judeu aventureiro da Polônia, apanhado por Vasco da-mama em flagrante delito de espionagem, adere aos lu- sqa-que o chicoteiam, batiza-se, toma nome fidalgo, casa üwiüha' udia talmudista e vem, com Cabral, ao Brasil Maraba na em primeira mão. Os portugueses estão hipno- tizaoos pela India, sonham epopéias e conquistas. Ele 'nãbtsonha nada, olha praticamente a vida, calcula todas asrvantagens materiais. Que lhe importam os açoites amar BSQD ED mastro do "S. Gabriel" e a água lustral do batia mo? WPoI esse preço pagou o direito de assoprar informa: *9§as ao ouvido de D. Manuel o Venturoso e de dar hábeis (6) Up. Cit. , págs 36 e 17. Vejamos como sabia. FEx*e1tamente. A 28 de abril de 1500, as equipagens de Paura Álvares Cabral descem à terra para cortar lenha e E31# primeira vez o machado das civilizados retumba nos *funcao das virgens Florestas do Brasil. cr, J. M. de Mg -QEUO. "Efeméride Histórica do Brasil", Tip. do Globo, Mto. $977, pág. 261. Nesse corte de madeira, com certe- ítg Q judeu Gaspar descobriu o pau-brasil, pois conhe- cfia como Prático das coisas do Oriente, 0 verzlno calog de Ceilao. Nada disse à cabral nem ao Hei; mas in- Iormuu os cristãos-novos, seus irmãos. Não é claro como andar. ..
  18. 18. pareceres, logo aceitos, nos "conselhos dos capitães". Sua raça continuará a hipnotizar os lusos na conquista. navegação e comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e India. a fim de que se possa enriquecer com os produtos quv afloram por toda a vasta extensão da Terra de Santa crua que um esforçozinho de cartógrafos e cosmógrafos judeus. ou inspirados por judeus mais adiante mudará a Terra do Brasil (7). Compulsemos Capistrano de Abreu em suas notas a Var- nhagen e este em suas notas ao "Diário de Navegação" de Pero Lopes de Souza. O cristão-novo Fernando de Noronha, que tomara este nome fidalgo com a mesma desfaçatez com que o judeu polônio tomara os de Gama e Almeida, em 1503 associado a outros cristãos-novos, equipara uma frota e saíra do Tejo, no mês de maio, rumo ao oeste. Navegação feliz. A ZA de junho, dia de São João, pôs a capa sobre uma ilha penhascosa, de praias brancas, aqui e ali vesti da de vegetação luxuriante. Os marujos deram-lhe o nome de São João devido à data do descobrimento. Os israeli- tas mudaram-no, mais tarde, para o do próprio armador e comandante da Frota, Fernando de Noronha. Como e por que vinham tão cedo, mal findara a viagem redonda de Cabral e com eles conversara seu irmão Gaspar das Indias sobre as riquezas da nova terra? O judeu Fer- nando de Noronha e seus sócios haviam arrendado o Brasil a D. Manuel, que continuava dentro do sortílégio, "des- lumbrado com as maravilhas da Asia". Pelo contrato de ar rendamento, os judeus deviam mandar todos os anos seis navios ao Brasil, para explorar ou descobrir trezentas léguas de costa para além dos pontos já conhecidos, fin- cando um forte no extremo em que tocassem. Esses navios poderiam levar qualquer produto para a metrópole sem pa- gar o menor imposto, tributo ou Fínta, no primeiro ano; pagando um sexto do valor, no segundo, e um quarto no terceiro. O prazo de arrendamento, como se vê, era de (7) Simão de Vasconcelos. "Crônica da Companhia de Jesus do Estado du Brasil". ed. A. J. F. Lopes. Lisboa. 1765, pág. XXXII, 9: ". ..Terra de Santa Cruz, titulo que depois converteu a cobiça dos homens em arasilmontentes do nome de outro pau bem diferente do da cruz e de efei- tos bem diversos". 34 : iãʧân3Ía(3â de janeiro de 1504, D. Manuel fez doação 7" íha de S João a Fernando de Noronha, 3 QU31 f°Í C95 @Á i; aa or Ó João III em 3 de março de 1522. Desta sor §íF? §ñte§'de á1v1dindo, o Brasil em capitanías heredlta- ¡§àa_multo antes das primeiras concessoes de sesmarãããâ 3 'dos primitivos latifundios, a coroaã bpâr ãg 8 “ ” va uma parte do Brasil, dando-a de m o e Ja _ uiijgpgu traficante do pau-de-tinta, que era a anillna aãâmãnou 6 prazo de arrendamento da costa brasileira amu V. Fernando de Noronha agenciou› “a °°rt5:eãU3 ÊÊSÊ; ç. ~ @Lau prorrogação, obtendo-a por dez anos, , ügn" : mento anual de quatro mil ducados, 0 que deixa = _ . é 'o da madeira de Êâãpúiãríã 132:: : ãgfããâgããcgg êgmvíãa brasileira, “5° . . ›, 7 fâltmmrsido de desprezar. Além da nrorr09aÇão, io: eJ: g:Íf r , nham o monopólio do neggcloy D015 QUEb° YÊI com a In . gay _Ja-não permitir mais o trato do patíl-hras aWde-u¡ Éüñu-'Ela' com efââãâ' do orâãnairggãri 2 aagcg Polo Ú ^ S e un , - Êâíawwüwnênê: ãgernosso, Piá, em verdade, graças as infor- gigus-levadas pelo astuto judeu que Vasco da Gamãtaãoi; Wggcanduzira à pia batismal, tivera compareceu" a o lãmlãão¡ Para empregar a linguagem m°d9F“a , lí d 'ggí msummas. Naturalmente, que era o monopü 0 0 _. eioida madeira tintóría, desde que o savana de Java E « " pl 'd d m cados europeus senão 1550? tan mãgifmmoíezoàhslnloatjvi: dãromrsórcio Fernando de Noronh? citwegavam por ano de nossas matas litoraneas a bagatela n¡dMy1nte mil quintais da preciosa madeira R (9). Dão; metro carregamento foi levado logo em 1593, dois 8 m _, $'o descobrimento (10). A famosa nau brBt°a rtque fé 1 lã veio ao Brasil carregar o pau, batendo a cos a a . Q Gabo Frio, foi armada e despachado por Fernando de No- _ e' ma) Piero Rondinelli, "Raccolta colombiana", sl pa; _ti-trívwal. II, pág. 121. ' - (9) Solldonio Leite Filho, op. cit. pag. 37: 110031'. .little Chade Messer in "Livro comemorativo do Descnbrimeg bond¡ Ama-isa", ed. da academia de Ciencia da Lisboa. ': (10) Melo Morais. "Crônica do Império dv 5r35i1"v 3379, pág. 19. 35
  19. 19. ronha e seus amigos (11). Neste primeiro capitulo da nossa história. encarada por um método novo e verdadeiro, se vêem o palco e os bastidores. No palco: a armada de Cabral com as velas pendentes em que o sol empurpurava as cruzes heráldicas; a cruz erguida na praia, diante da qual um frade diz a primeira missa; um padrão cravado no solo virgem da terra descoberta em Forma de cruz, a cruz nos punhos das espa- das linheiras que retiniam de encontro aos coxotes de aço fosco; a cruz nas bandeiras alçadas, os nomes de Ve- ra Cruz e Santa Cruz impostos a toda a nova região ameri cana: o idealismo cristão, o heroísmo cristão, o sentido cristão da vida, a propagação da Fé e a dilatação do Im- pério que a gasta dos Lusíadas cantaria com o ritmo do rolar das ondas. Nos bastidores, manobrando os cenários e arranjando as vestiduras, o judeuzinho de Goa, o cristão-novo Fer- nando de Noronha, os Cristãos-novos e israelitas do seu consórcio comercial, inspirados pela sinagoga e pelo ka- hal, realizando o lucro à sombra do idealismo alheio; ganhando o ouro à cLsta. do esforços dosanguedos outros; apagando o nome da Cruz com o nome do pau-brasil, o que indignou a João de Barros (12); usando a epopeia da nave- gação e o poema do descobrimento para a fundaçao trivial de um monopólio de anilinas. .. (11) Solidonio Leite Filho, idem, idem. Caprlstano de Abreu, "D descobrimento do Brasil", pág. 267, Varnha- gen, "História Geral do Brasil", 1% ed. , I, págs. A27- 432 "Diário do Pero Lopes", Rio de Janeiro, 1867 (12) "Décadas". .. como que importava mais o nome de um pau que tinge panos que daquele pau que deu tintu- ra a todos os sacramentos por que somos 5a1vn5___ 36 CAPÍTULO n O empório do açúcar Passaram-se muitos anos antes que a coroa portuguesa desse fé do Brasil. Monarca e povo "tinham os olhos ofus- cagos pelos resplendores das predarias do Oriente (1)". Esse pensamento repete-se de tal modo nos historiadg res Filo-judaicos que somos forçados a admitir o proposi- to por parte dos judeus em conservar as atençoes voltadas para outro lado, afim de poderem, a vontade, nao so titan sem grande trabalho, a custa de bugigangas dadasaoindio, milhares e milhares de quintais de pau-brasil. produtor de tintura, ou de canafistula produtora de mírra (2), como de preparar uma espécie de refúgio para a sua raça deste lado do Atlântico. "Aconteceu que os judeus Foram obriga- dos a emigrar, açoitados por uma perseguição feroz (15U6l Seu instinto mercantil adivínhara (3)_as riquezas natu- rais do Novo Mundo. Teriam aqui tranquilidade e segurança, o Santo Ofício não os inquietaria (ú)". Tanto asâím que B gruem dos Dominicanos, à qual estava quase sempre afeto este tribunal, nunca logrou estabelecer-se no Brasil. Em todo o nosso vastíssimo país, não existe um unico conven- to de S. Domingos. O número c a influência dos cristãos- novos impediram 0 funcionamento da lnquísiçao entre nos. Houve somente visitações e quem lê seus DFOCESSOS fica assombrada da persistência do judaísmo nos marranos con- vertidos e que viviam dentro da religião católica com tit. pag. 39. a2 Carta of: (1) Solidonio Leite Filho OD- (27 "Livro do Centenário", I. vespúcio o Pedro Soderini. (5) 0 grlfo é nosso. D historiador diz adivinhara, Dorque não se lembrou do espião Gaspar da Gama, que VB0 reconhecer a terra e levou, em lã01, informaCÕ@5 à 5Í“5' guga L¡5b0eLa_ Em 1503_ U pau. qe-tinta já estava sendo Carregado! (14) Pedro Calmon, 75", ed. da Cia. Editora Nacional, Q. «› z. Américo "História da Civilização Brasile; Paulo, 1933. ooo. 37
  20. 20. o simples fito de auferir vantagens. Aliás, esse sistema vem do fundo dos séculos: em Roma, já havia os cripto-ju- deus ou Judeus ocultos (5). Citemos dois exemplos elucidativos dessa persistên- cia: o cristão-novo Jorge Fernandes, que veio para cá no tempo do segundo Governador-Geral, D. Duarte da Costa, e faleceu em 1567, antes de morrer pediu que lavassem e se pultassem o cadáver segundo os ritos da sinagoga; o cris- tão-novo Afonso Mendes, vindo com Mem de Sá, costumava, às escondidas, açoitar o crucifixo. .. Até freiras claus- tradas judaizavam. .. (6). No Reino, as Ordenações puniam com rigor os cristãos -novos judaizantes. Num pais bárbaro em vias de coloniza- ção, as leis eram, naturalmente, interpretadas com maior benevolência e liberalidade, permitindo o próprio meio, melhor defesa para os acusados, até mesmo a facilidade da fuga e da ocultação. Fechavam-se os olhos sobre muita coi sa (7). "Não admira, pois, que as famílias hebréias tive§ sem emigrado para a América Portuguesa, onde, livres dos tribunais do Santo Oficio, viviam na mais absoluta tran- quilidade, guardando a lei de Moisés (8)". Vieram, assim para o Brasil, nos primeiros tempos, os Guilhens, os Cas- tros Boticários, os Mendes, os Rabelos, os Antunes, os Va ladares, os Bravos, os Nunes, os Sanches, os Diques, os Cardosos, os Coutinhos, os Montearroios, os Cirnes, os Xi menes, os Peres, os Calaças, os Teixeiras, os Rodrigues, os Barros. os Siqueiras. Anos e anos deslizaram sobre mui tos deles sem lhes abrandar a impenitêncla talmudista. continuaram, como rezam os documentos coevos, convictos, fictos, falsos, simulados, variantes, revoqantes, impeni- tentes, profluentes, diminutos, conflitantes, negativos e (5) Chamoerlain, "Dle Grundlagen des naunzehnten Iahrhunderts". (6) Rodolfo Garcia, “Os Judeus no Brasil Colonial" in "Ds judeus na História do Brasil", págs. 13, 1h e kl, ed. do vendedor de livros judeu Uri Zwerling. Este israg lita Fez o livro como propaganda judaica, mas, muito ig- norante, coitadol aceitou o que lhe quiseram dar ea obra é um repositório de documentação anti-judaica. (7) cf. João Ribeiro, "História do Brasil", pág. 7a (B) Solidcnio Leite Filho, op. cit. pág. 46. -ginazes", merecendo as penas inquisitoriais (9). Rodo; ggãsárcia (10), acha que "O Caramuru", João Ramalho, Frag &¡§ég_de Chaves, o próprio misterioso Bacharel de Cana- nggg aquele castelhano que vivia no Rio Grande do Norte, ggtre os Potiguaras, com os beiços furados como os deles, 3 fgntos outros desconhecidos - seriam, quem sabe, desse número de judeus, colonizadores espontâneos das terras de sggta Cruz". , Com efeito, "os navios que, enviados pela coroa por- tgàgesa, aportavam às nossas plagas duas vezes por ano gggaiam somente judeus e degredados, com os quais se for- mgúâo primeiro núcleo de população (11)". Isto Confirma E ”” ição de Rodolfo Garcia, da qual só discordamos quan- tagãncaramuru. A religiosidade de Paraguassu, sua mulhen qgñbxàde demonstra o espirito profundamente católico do me ; inn *o~oue não se dá com os cristãos-novos. Vede como gg§b5Ramalho, por exemplo, se obstina em não praticar o culto católico e entra em luta contra os padres da Compa- nhaq de Jesus. _ _ _ A 7 iü monopólio da madeira de tinturaria, habilmente con seguido por Fernando de Noronha e seu grupo, vivia de ali manter a desatenção do rei D. Manuel quanto ao Brasil. le vamdn›o a só dar tento aos negocios da India. EnüU3nt0 lê ad, por via da proibição do comercio do pau-de-tinta com d üriente, o consórcio judaico ia se enchendo de ouro. Ca da Quintal de madeira posto em Lisboa, ficava com todas ag despesas, por meio ducado. Era vendido em flandres por dois e meio a três ducados (12). Lucro formidavell Esse lucro atraiu, naturalmente, "a cobiça dos corsarios euro- nems", sobretudo diepeses e maloinos. Seus barcos percor- metam a costa, arribaram as abras e enseadas, comerciali- Zênde com o gentio e carregando o Brasil. Mao era _ mais Juh comente o judeu luso que exercia a funçao comercial de *5Ins1le1ro. Outros a disputavam: franceses, alemães. 9502 - (9) Vide "Primeira visitação do santo ofício às va: 5?: do Brasil" pelo licenciado Heitor Furtado de Mendon- ii, eo. de Paulo Prado, 1922, 1925. 1929- (iü) Loc. cit. Pág. 10. (11) Solidñnio Leite Filho, op. cit. pág. 40. cf-W Sambart "Die Juden in des wirtchaFts'eben, pag. 30. (12) Peragalo, “Memória do Centenário". Bags 83-8"- 3
  21. 21. hhóis, ingleses, e, entre eles, cedencias. Ai, os sócios de Fernando de Noronha e ele mesmo, de certo, compreenderam que era necessário reagir contra oE piratas audazes, que vinham de Honfleur, Dieppe, Saint-Ma lô, San Lucar, Corunha e outros portos para a Terra doã Papagaios, considerada res nullius. Para comerciar e lu- crar, os judeus do grupo Noronha estavam sempre prontos; mas, para trocar tiros mortiferos de bombarda e arcabuz de navio a navio, no balanço das ondas, ou saltar de ter- çado em punho nas abordagens furiosas a bordo do barco inimigo, eles absolutamente não tinham sido feitos. Povo eleito para tudo, menos para a luta armada, o judeu segue o preceito do Talmud, que diz: "Na guerra sê o último a partir e o primeiro a voltar". .. Todavia, como expelir aos piratas que prejudicavam o futuroso negócio da tintu- raría? Era preciso apelar para o rei Afortunado, que per- seguia o judaismo, mas se deixava influenciar pelos con- selheiros hebreus, entre os quais o sabido Gaspar da Ga- ma. Ele, sem dar por isso, ia servir para defender os ing centes cristãos-novos que ganhavam o minimo de dois duca- dos em cada quintal de pau-brasil. Era chegada a hora de entrar em cena o cristão-velho a fim de derramar seu san- gue, batendo-se contra os corsários que estavam prejudi- cando, grandemente, os lucros opimos do kahal. .. Eis porque, logo, o soberano voltou sua atenção para o Brasil. Os hebreus a desviaram, quando assim era preci- so; agora, a solicitavam. "Foi graças aos israelitas - es- creve seu panegirista (13) - que Portugal começou já nos últimos tempos de D. Manuel, a perceber a importância da Terra de Santa Cruz". O rei observou também "os esplêndi- dos resultados colhidos pelos hebreus em prejuízo do erá- rio (14); e decidiu a colonização do novo pais. Desde mais ou menos 1516, começou a tomar medidas nesse sentido, bem como assecuratórias do comércio do pau-brasil. Naquele ano, Cristovam Jaques vem com dois navios policiar a cos- ta e fundar uma feltoria em Pernambuco, a qual floresce. Nela se faz a primeira experiência do plantio da cana-oe- açúcar, riqueza que, em breve, vai suceder à da extração muitos judeus dessas pro (13) Solidonio Leite Filho, op. cit . pág. ao. (IA) Idem. 40 da mgqeira de tinturaria. O ciclo da indústria extrativa É¡ dgsaparecer e será substituído pelo da industria açu- V ' Tà, 'cujo empório enriquecia aos judeus e marcava o período da história colonial. Em 153o, Martim A- fénaá de Souza dá caça aos corsários franceses, reaviva o veàtggào do domínio de Portugal, distribui povoadores, ba te^5”gb5ta até o Prata e traça o primeiro contorno politi cá ág-àmlôníã (15). Em canahéia, encontra servindo de líñ qu¡ u intérprete, o judeu Francisco de Chaves; em São Vi agggy no eio dos goianases, o judeu João Ramalho. Ai se 1'": * os fundamentos de uma verdadeira colônia, a prime; raÍ'k"se construiu à boa maneira portuguesa (16)". ' A coroa dava licença a quem quisesse tentar fortuna majgsil, com a condição de pagar-lhe o quinto dos pro- duá ", a.Casa da India fornecia instrumentos de lavoura e sejasse ir povoar a nova terra; favorecia-se com os. meios necessários a ouem fosse capaz de dar prig gipio a engenharia de açúcar (17). ”T'No século XVI, o açúcar era raro e caro. Até o acha- da db'eaminho das Índias, pelos portugueses, o pouco açu- cariàua chegava à Europa vinha do Oriente, trazido e dis- tríüuií _pelos venezianos. As populações européias. na suit maioria, contentavam-se com o mel das abelhas ' para suas idas e bebidas. Só os ricos conheciam o açucar o- 1. Imagine-se a revolução econômica produzida _pela entrada à larga do açúcar nos mercados em que antes nao a- pareciam , . *”ü§ nas ilhas de S. Tome, Cabo Verde e da Madeira_ se cultívàva cana; porém, na mão dos judeus, o Brasil _iria ser>o Verdadeiro instrumento dessa revoluçao, cujas ulti- mããtcanas ainda estão se desenrolando em Cuba. _ "”~Morto D. Manuel, D. João III prossegue no_intu1t0_d8 Pdvdar e colonizar 0 Brasil. Além de fazer varias doaçoes de'íát1fúndios a fidalgos ilustres e de confirmar outras, da-seu antecessor, como a ilha de S. João ao cristão-no- V9-Formando de Noronha, dividiu o imenso territorio em Ú92§'capitanias hereditárias. Esses feudos de cinquenta a K15) Pedro Calmon, op cit págs 13-15. 4* (16) Idem pag. 1a. " (17) Varnhagan, "História Geral do brasil , ima. soiiaonio Leite Filho op. cit. pág A1. vás- 41
  22. 22. cem léguas de litoral foram concedidos e escolhidos capi tães cobertos de serviços, como Duarte Coe1ho, Martin Arc so, Pero Lopes, Aires da Cunha, Pero de Góis e Vasco Feu nandes Coutinho; a homens ricos, como Pero de Campos Tou rinho; a altos funcionários do Reino e outros, como Jürg de Figueiredo Correa, Fernando Álvares de Andrade, nio de Barros Cardoso e João de Barros. A cargo dos donatários das capitanias, deixou o go- verno real povoação e defesa das novas terras e dos es- tabelecimentos que montassem, o que não era coisa fácil pois os piratas costumavam destruir o que podiam. Em 1530, um galeão Francês não arrasou o primeiro engenho de açúcar da América, o do capitão Pero Capico, em Per- nambuco. fundado em 1516 (18)? A Fazenda real não se po- dia consumir nesse serviço e por isso largava em mãos dos concessionários todo o peso da colonização. Dois de- les meteram ombros à empresa e suas capítanias progredi- ram: Pernambuco e S. Vicente. Outros abandonaram as doa- ções. Ainda outros apelaram para os judeus ou lhes vende ram suas terras. "Não podendo recusar trabalhadores, os capitães-mo- res estenderam às pessoas de origem hebraica, os favores concedidos às demais. Fundados nos privilégios excepcio- nais que lhes davam doações e forais, trouxeram algumas famílias israelitas (19), tendo um dos donatários contra tado com judeus laboríosos a montagem de engenhos em Pe; nambucn . . Quando os capitães-mores chegaram às suas ter ras, ai encontraram, exercendo grande influência sobre c gentio, vários cristãos-novos, vindo durante os trinta anos em que o governo português as deixara em quase com- pleto abandono. Qualquer perseguição contra eles provocg ria o ódio dos índios, o que tornaria dificultosíssima. senão impossível, toda tentativa de estabelecimento. Pa- ra a colonização das capitanías, seu auxílio era, porta: to, precioso e necessário (20)". 0 exemplo de João Ramalho é, desse ponto de vista, E mais concludente possível. "Bastaria para demonstrá-lo L ódio que sempre teve pelos jesuítas, mantendo contra eles (18) Pedro Calmon, op. cit. pág. 13. (19) Varnhagen, "Antonio José da Silva" in “Revista do instituto Histórico", vol. IX pág. 11h. (20) Solidonio Leite Filho, op. cit. págs. A1-M2. 42 Antó. g ma luta incessante, o que naquela éP°C3_d° 73“3tí5m° E U 'ssão ao clero era de estranhar". O mesmo autor des- Ígzmiinhas, que é judeu (21), acrescenta: "Mas 9 QU9 3°“' '~ ma incontestavelmante a origem Judaica de Joao Ramalho (ir i em a inúmeras controvérsias. Grande número de hlâ eu'0ão%es negava-lhe todo valor, achando G59 Se tratava Lara: traço sem sentido; outros afirmavam o contrário. sem ggrescntar, porém, argumentos convincentes. No DI1"CÍPã0 , . . Kaf e deste seculo foi publicado um trabalho_em queooéríco ca_ ]gã0 Ramalho era apresentado como um signo es › ~ lístico o que, apesar de não se prender bem 30 C350, n? ¡1a indicar que João Ramalho era um estudioso daCabal& V_ a maioria dos judeus daquela êP°°3 (3). Hoje, porem, "ÊÍOS recentes estudos do Sr. Ben Israel, diretor deste ãímanaque (22), podemos afirmar que a questão se acha plg “amante e5c1arecida e pela afirmativa. Trata-se de um Kañ um verdadeiro Kaf sem sentido cabalístico e ess: Kêãn S: - monstra que João Ramalho era judeu, do mais DU¡ 9 - U Sr Ben Israel demonstra QUE todo J“de“ perten°E“' L a estirpe dos “cohannín“, plural de "cohen" (d8SC8"Ú@“ 'e , . . ' tes de Aarão. sacerdotes hereditarios do povo Judeu), ha- trcscentam, ainda hoje» 5 5U3_3§5É"3t“Ia duas 1“; íaS _Ê_ hpaícas. um Kaf e um Tzedek, iniciais das duas pa avrasí. "cohen tzedek", isto É; C0“9” PUYG- D95ta5 duas letldb formou-se até um nome: Katz, que é hoje Ú 5°bre”°me de famílias iêrêêlítãs 0 Em “e 2°§d§$: à3“eãur2°; do infringe a religiao nao pode ser C0 5 _ _t' não tem direito a usar o Tzedek. Deve, portanto, l1m1 ar- : assinar com o kaf, simplesmente- Ú¡3› 3939 ÊaWa1Ú°v . , Linha casado com uma güntla, O fÍ1“3_°e T1b1rlÇa7_l”' _A“u¡›» 30 (que racismo! ) r tinha as regras da pruíc I . . ¡ V -'3 dci ado de ser um cohen DU! "."C0h““ t1Ld9k - t°r”a”d° 5** rx) Dr Isaque rzeckson. "A cU"lr¡UU195° 3““°Í°° '. rrrmarão da nacionalidade brasileira", in "Alm3“aQ“Ê íãraelira do Brasil". 5595-96, 1935 pág. í . _. ... ~ 1?) nulmunaquc Igxaelzi, no Brasit . U trahalho eg Juan Rama¡nn 4 qu” u auto¡ se refere , cum P[“ü¡tn UDIUMÊ de Horacio Lip. do "Dláxio Uli- rcuooro sampãív lã is Me u Ma! Lis'- Y' fingidu displírência é U Carvalho ~o Kaf de 1030 “3”31“°" r1a1n 5, Paulo, 1903, com orPVáC1“ U* É um- obra admirável nus revela 05 ? s9T9dÓ5 da °“b“ üaica. q. , 43
  23. 23. _ , 21-59 espanhola, em Lima, e lavados à Fogueira. Entre ou- um "cohen" simples, que so tinha direito a assinar com c Í 25 Baltazar Rodrigues de Lucena e Duarte Nunes, em Kat. D sr. Israel demonstra, pois, cabalmente, que João , íógã Gregório Dias, Diogo Lopes de Vargas e Duarte Hen- Ramalho era um judeu, tão consciente de seu judaísmo que, ;É_Ug5, em 1605; Diogo de Andrade, João Noronha e Manuel 39353¡ Ú9 í5°13d0 num mUnÚ° dí5t3nÍeç "ã° d9í*3 de 01"* QQ Almeida, em 1625; Manuel Batista Pires em 1639. prir, na medida do possível, os preceitos de sua religião Não se vá pensar que o judeu entrou com entusiasmo Com isso fica afirmado que o movimento inicial para a For na indústria do açúcar que nascia. Do mesmo modo que veio mação da grande metrópole, que é a São Paulo de hoje, foi na sombra dos descobridores, examinar a terra a ver o que um movimento promovido por um judeu. Ele não foi, porém, nela havia de mais facilmente aoroveitávei - o oau-brasil o único. Tangídos pela inguisição, que então era rigorosa esperou que o negócio do açúcar fosse Õesbravado por ou- em Portugal, inúmeras fam lias judaicas ou cristãs-novas, 1,05 até chegar a um bom ponto. Eis como se explica a ra_ como então se chamavam, vieram estabelecer-se na Pauli- lênciñ dos primeiros edifícadores de engenhos. Perdido o céia. São de origem judaica os Pintos, Costas, Silvas, PE capital inicial, o judeu adquiriu os engenhos abandonados reiras, Castros, Salgados, Buenos, Mesquitas, etc. ". E_ como neles não invertera as somas que os cristãos ha- A Citação É um tanto longa, mas preciosa, não pelo viam perdido, seus lucros teriam de ser muito grandes. As estilo, que é horrível, sim pelo documento que representa sin, agifíã. mais tarde, Cüm 0 OUYOI O bandeirante @Unai Vemos por ela a infiltração judaica no Sul, através de S. descobriria. HDOS mil t0FmEnt05› 3§ 13Vr35§ EIÉS ãe_ HDD- Vicente, subindo ao planalto piratiningano, do mesmo mo- J[8“íãm delas, depois, 9913 íTníǧ0› *nda C n1S§0Il8 du do que a vimos no Norte, em Pernambuco. As duas capita_ Brasii e assim: uma aparencia - o idealismo construtor do nias que prosperavam, chamavam 1990 3 jugiaría_ Mgstr, portugues, do mamaluco g do brasileiro, dos cristaos; uma ainda essa página judaica seu racismo até em relação ar Fnülídane - Ú UVi1Ít3rÍ5m0 0CU1t0 U0 JUÚPU, @XG10F3nd0 ? S gentio, a persistência dos ritos o dos estudos cabalísti- °Ú7õ5 “Ê Ídâaliçmü e1“EÍÚ~ Q5 39TíCU1t0¡95 E 95 QUBFYG1* cos, o ódio ao missionário jesuíta catequizador do índíge , U5» ' O imD3I°í31 3050 LUCÍÚ 09 ^Z9Y°“°› São 03 Elemüü na, que g judeu queria tão somente escravizar para expldj rue p tutores e construtores das pátrias. Ú Judeu nao o rar-1he O trabalha_ nem wgxicultor nom guerreiro. A América meridignal gra um ótimo refúgio para Os ¡_ › vejam c quadro dos desbravadores, dos bandeirantes do deus convictos e para os disfarçados. vinham aos milhar 39UC9Tv Pintado P0? PEÚTÚ 931m0” (2”)¡ "~--fFaC35$3r3m t0 Lendo a obra de Hrgeu Guimarães, verifica-se o perigo so- 395 35 Empresas de Qfanüeã C3Ú9d3í5› - ÍÚÍCÍD Ú0 d95e"VQT cial que representavam; infiltrados no próprio cerne do V1“9“t° mundial do C0m9TCl° " que 55 3P11C3F3m 3 9*D10r3' catolicismo. No ano de 1881. . Inquisição queimou em Li- 'E055 OU PUYQUE 95 D0TtU9U95?5 55 Sabiam ÍT3Ú31haT P3I3.3Í ma dois padru: purlu' , s do Brasil, porque os ML “Ô” Para C3P1t3115t35› qUE› 3 moda da Hülandas 9SDET3Vãm mos praticavam o = :Slvarc Hour: ues n», U" Lin-lua 0 seu Drovento, ou parque não se antecipam aos J 9 Antonjg Osóyjg qd F- ' ; p, ¡mBi¡Ú5 Qátulüí da Husg ííahaihos um reconhecimento da terra e sua efetiva ocupa- história, houve um grande comércio de ouro e p , M13 5a ^95lm› em Í1hÊU5› LUC35 blFa1Ó95› QUE COWPTÚU 3 Capl terra, com 0 Peru, 05 hÇm@ñ§ que um nrupsvqm d da tan › ao seu donatario, fez edificar oito engenhos, e tag contruhando de metais precio os, nu maíorjg judéua ÊC 5.1 roubado pelo feitor (que depois se estabeleceu no nadas uerulejros Muitos neLu¡eír*' E°°”°aV° Com engenho Drüprlü) como pelos Aimores, que tu ou jutuizantos Foram pilhadus p&1q rigorosa inquí~ <"“““'*“ oie eram PEÕYD Taques, "Nohiliarquia Paulistana", ed. de Escrag- n0lLe Taunay, I, zus; Pedro Calmon, "História da Civili- (7<; " nbra da nrgeu Guimaraes irLiFu! u~se: "oz 23930 Brasileira", cap. o caminho do perú, pãgs. 76 e -rh-/ uü ptwtugu , . wL-n Améxim : .:. r_-ur›rIo1a", Sobrf n' tu; r o tráfiu* da prata, víüv "niíingos da› (24) OD- Bit. pág. 16. eu. na Academia Brapiãníxa, 5/ e uug 45
  24. 24. do perdeu. .. Em Porto Seguro, o duque de Aveiro, que ac. quiriu a capitania ao seu dono, igualmente mandou COUSLT; il vários engenhos que pareceram. Vasco Fernandes Coutint donatario do Espirito Santo e homem opulento, inverteu g riqueza granqeada na india em engenhos poderosos, e de um forma lhes atacou o gentio, que morreu sem lençol para mc¡ talha. Desgraça maior ocorreu ao capitãoda Bahía, que gaÊ tou numa boa Frota sua fortuna, começou dois engenhos, te ve-os demolidos pelos Tupinambás e acabou trucidado po? eles". A indústria do açúcar, porém, progredíu admiravelmen te em duas capitanias: Pernambuco e S. Vicente. Osenge- nhos eram movidos por água ou por bois. A lavoura da cana era feita, primeiramente, pelos indios escravizados, depok pela escravaria africana. Maquinário simples, de Fácil mon tagem, de mais fácil reparo e de custo relativamente baiÍ xo. Mão-de-obra abundante e barata. O açúcar começou a criar para o judaísmo negócio novo e lucrativo: o tráfico dos negros. O açúcar era negociado com os mercados das Flandrev desde 1532, quando Martim Afonso de Souza se associara É» holandês (25) Erasmo Schr cujo engenho sessenta anos mais tarde valeria quatorze mil ducados (26). D. João li via com bons olhos essa nova fonte de riqueza ultramarina e mandava passar ao Brasil vários lavradores de cana da: (25) De acordo com a documentação reunida por Aluí- bíades Furtado em "O5 Schetz da Capitania de S. vicente Rio de Janeiro, íüih uzviu cus nessa dix. de bancária em Dntu rasmo k Filhos. S. vicente de Ma que há um rcrtc Foetnr judaj de negócios. Tinham cas- iirma Erasmus ende Sonen, ¡- smo comprou as partes dt capitania JE n Mionso e ao piloto "ra isco L, Os &chef; 'avam ligados ao banoweirc João venistre Weñix de . . um fílht de Erasmo, Gaspar Schetr Çã5)uIEÍED de 'elipe 11 nos Países Baixos. G Rei 0 uios w enhorlua. D que os : eis costuma- seus econonos jideus. Filhos de Gaspar bedais em Bruxelas HJ FU. »z n r [1 : › xlv. emigra- ”›nb1icaçdas Ur Nruuivo Nacional”, vol. nnet. "Nut›. à t*nistL1re de: 91s". as da Madeira e Cabo Verde (27). o fidalgo-agricultor, o gentilhmm-colmagmrd. 0 ho- au riqueza social de todos os países, ligado profun- Q2É_4 damente ilh à terra pela tradição, pela alma e D910 í”t9T@55e ; pücgntrado sempre, no Brasil oolonia1,encabeçando todas J djnící3tÍV8S nom sua coragem e seu idealismo. A sua som ãía naminha agachado o judeu, negaceanüo. UUSCEHÕO 0 PV? ” . ' - ' v risco possi- , alto da suas conquistas com o maior L menor ã A _ › Duarte Coelho e quem manda, em 1549» Úqbçer “°me“5 II tinos, isto é, técnicos, no Reino, nas canarias E na Gê D- ~ À sua custa. para montar os engenhos (28). Sau homens lézâlolios que iniciam g n¡; .tlo de cana na Bahía. venC8n- '7- - - ' ' ' ' r tor . , hr f1~u1dades (29). E o nome usual de sen¡ do tudu_ as dl u _ _ _ V__ 4' _ da Ge ¡ngenno, transmitido ate nossos Jld5, tem um 5850? v título nobiliarquico. ' _ V l _ _ Dj; 0 "üzalogn das grandeza ' Que U $0b5Td“0 0 ÚÕYÚ em ~artas C Drovisões (30). Assim “ f0Tm0U 3 “O55” pri' meira aristocracia rural. A esse n vo Feudalismo não fal- tou até uma das mais comuns e inteIes<anteS ln5t1tU1Ç0@5 ' É ' - -›~ - . '-"- r banalidade. Havia de carater soc1al1sLa da Idade Media. 3 _ _ os “enoenhos reais". idênticos 80 "lagar U0 PF1“ClPB" em Portugal ou ao "moulín banal” de FrB”Ç8»Ú95ti“3dÚi: (Tʧr a cana da gente Pobre» QU9 P13“t3Va Sem Fe? e“9e” N : ° O açúcar espalhava-se por toda 3 Eulüpn que o conuu- nda com avidez, tantos e tantos séculos fora privada de coisa tão deliciosa, dependendo a sua pastelaria do mel (27) pedro Calmon, "História da Eivilização Brasí- lelra". pág. 18. (25) Capistrano de Abreu, nota a Porto Segufü. I: 230-1. (29) Pedro Calmon, up. cit. 19. valia a Pena VE"°é' las. Os lucros eram convidatívos. Em 1699, um Guiln U9 açúcar valia 2 mil réis no porto da Bahia, “preço fabu- losa para época". cr. Escragnolle T8un3Y› "NS Bahía 5°' Lgníalu_ separata da "Revista do Instituto Histórico Brg Sllelro", Imprensa Nacional, Rio de janelrü. 1925: P395< 303. (30) Edição da Academia Brasileira, pág. 33. (31) Frei Gaspar da Madre de Deus, "Memória “istúria da capitania de 5. vicente". ed. -Taunay. 17] para a pág. 47
  25. 25. das abelhas! ue - . ou do Brasil, Qsurãiãapãgdzeããlãoeããê ; :ãêÊIg°ã, PÊpÊ9a1°Ê ás A asse sangue judaico, que inúmeras vezes se mistu- nha a madeira corante que tingia os panos flãndreñ l Vin Í sangue cristão, deve quiçá a maioria dos brasilei- ll vinha mais o doce. coisa rara cujo preço dobr ses › T 5 os defeitos que lhes são apontados: falta de fixidez plrcava nos mercados Flandrinos , onde pontificavaãvíf ; náo caráter, inclinação a não levar nada a sério, capacida dos Judeus do pau-brasil, os judeus do açúcar bra 3lEPLuae da deformar todas as idéias, indisciplina inata e pra- qs Paises-Baixos, como Nova York hoje eram a J U5? elrqiet do despistamento. Muitos judeus permaneceram puros ep°°a' Pi“ta 0 Quadro um historiador Que ni” Uéã ela d Úgté nossos dias, fingindo-se mesmo de cristãos, mas con- taxar de anti-semita, mas que conhece a docugenta "po efgervando às ocultas a fé talmúdica, praticando os ritos, que alicerça suas afirmativas: "os judeus que venããom mjudaizando, como diriam os inquisitores (36). Outros se çucar enriqueciam a termos de estender-se a culturàa slifundiram na consciência e na raça, exemplo raro, talvez Açores e Canárias, febrilmente fomentada a ocupar pb “único no mundo inteiro. O Brasil absorveu~os completamente des organizações financeiras que teciam 'entre as Qmramros milhares de hebreus se encaminharam para nossa ter ' varia' João III proibiu a saída dos cristãos Praças européias a rede de crédit 32 a que em 1532 D- contou em Pernamouco com 0 auxílioOdaquele2UÊãÊÊtalÊ2e~ ã°V°5 ào Reino Éom mudança de Casa 8 Venda de proprieda' comissários (33); Subrogavam-se nas responsabilidades U des, sob graves penas. Eles porém, continuaram a fugir pa * forçando o governo real a novos alvaras de mais ri QÚVBIHU para intensificar cr' ' ra cá devolveu com altos juros os cÊÍ: aÊ: Í Êãogãmíâétgãe (àrçsgorosa proibição, em 1567. Dez anos mais tarde, premido Nao houve melhor negócio na época e aov impulo í ã àkx pelas necessidades de dinheiro para a infeliz jornada de biças resolveu João II¡ da¡ ao Brasil Em p “°~ e5535C)Africa. D. Sebastião revogou as proibições por duzentos e Em 1549, depois de ter comprado aos herde? °V9¡3Ú re9Ul§r<vsnte cinco mil cruzados que lhe pagou o Kahal de Lisboa. co Pereira Coutinho a capitania da Bahia Âosd E Çraqcl . que motivou uma representação da Inquisição ao poder Souza fundar a capital da colônia (35)" ' an ou ame real, em 1578. O cardeal D. Henrique revalidou os atos Desta sorte, a primeira Cidade e O àrimeíro O __ de D. 3050 III (37). resultam do comércio açucareirü que U, -Ude . tg VÊLÚ A enxurrada judaica encheu o Brasil que amanhecia, Ê nais manobram das Flandreg po¡ maio de; Â. U5 ln ern? “? Kírando«se aos negócios de mascate, de açucar e de escra- to. U 3 rede de CIEÚl'vos. Dia a dia, o número de israelitas crescia nos primi- A emigração israelita, que rugía à Inquzsí ã _: V tivos núcleos da população. Suas sinagogas, que o povo de guiar, bifUrCava_SB para as Indias Q parü Dra ÇAÊI Den_« nominava esnügas, multiülicavam-se. Havia-as em casas Daí belecído O santo Ofíciü em Goa. 8 Csrrenêe ver: sÊOaaEÊlj_LlcuJares. como a de Matuim, na Bahia, na residencia do - - : :u (32) Data de longe o inteznacionalismo do capita= l$6) As visitacões do Santo Oficio citadas 9 o li- judalco. ., ' V1" de Mário Sáa. "A invasão dos judeus". demostram a (33) É bem claro, manifesto. 0 papel do judeu rom_ ”“? “êHêHcia do judaísmo e do judeu dentro das populações inLermedLárlo. Os grifos em toda citação são nossos. i nú pñrt“9a1 E do Hrasil' Em 171"' ° Vi3ja"te Frezler QD' (3b) Velha e conhecidíssima técnica. A história pr* “erva que 5 devüçãg Eelxginêa na Bahía servia "para Ca' cisa ser lida às vezes, nas entrelinhas. Quanto segr Dear U J”°aÍ5m°'" p°iS Estava H Bahia repleta de judeus' escondido! "Fundemo-nos todos em haver dinheiro, porq Uepoís de lvngcs anos de falsa devução "Havia he¡ pouco, **tErlor, fugire subitamente para a Holanda um vigário QUEP 5933 “D350, quer se a alheio é -Í GÉ1 Vicente "Obras", ed. JMendes dos Rzãêãiosverdadíàmz : ârtPga“d° H5 àlfaías de sua fgrgja 8' “ma vez all' che' D39- 182. ' ' 9390. mostraro o que era, correndo à sinagoga". Taunay. (35) Pedro Calmon, op. pit_ pág. 19. "Na Bahia Colonial", pág. lui. (37) Soliionio Leite Filho_ op. cit. págs. a7-A8. 48 48
  26. 26. cristão-novo muito conhecido Heitor Antunes. Havia-as nos próprios engenhos, como a do cristão-novo Bento Dias de Santiago, em Camaragibe, "onde, nas luas novas de agostc em carros enramados, os judeus da terra iam celebrar c YOM KIPPUR e outras cerimônias do rito judaico" (38). grandezas do Brasil servem gos diálogos judaicos. O Brans dõnio dos "Diálogos das Grandezas do Brasil" era o judeu Ambrósio Fernandes Brandão, ex-feitor do engenho sinago. gal de Bento Dias de Santiago, onde também fora empregado o cristão-novo Nuno Alvares, "por ventura o interlocutor Alvíano dos referidos diálogos" (39), como feitor dos di- zimos reais que o seu patrão arrematava, consoante o ve- lho hábito dos publicanos hebreus. Essa judiaria do primeiro século do ciclo de negócio do acúcar, adorava tranqüilamente, apesar de batizada, o Deus de Israel (40). Eram todos como aquele Diogo Fernan- des, natural de Viana, a quem se referem os documentos, o qual, na agonia, quando lhe diziam que chamasse por Jesus "virava sempre o focinho e nunca o quis nomear" (41). Depois de caído Portugal sob 0 domínio Espanhol, r número de famílias judaicas no Brasil não cessou de aumcg tar (42). No reinado de Filipe III, 0 alvará de A de abru de 1601, conseguido pelo Kahal a peso de ouro, e a bula papal de 23 de agosto de 1604, que custou à judiaria um milhão e seiscentos mil cruzados, permitiram aos cristão; -novos deixar as terras peninsulares e sair dos cárceres ig quisitoriais. Mal se apanharam soltos, foram vendendo C que tinham e fugindo. Assim, quando veio a cobrança do que haviam prometido dar pelo alvará e pela bula, o rci não conseguiu receber nem metade. Indignado, o soberanc revogou a licença de saída e estabeleceu a obrigatorieda- E (38) pag. (39) (140) (M) (42) Rodolfo Garcia. Idem pág. 20. Solidonlo Leite Rodolfo Garcia, Solldonio leite cit. A9 Filho, op. cit. pág. ae. loc. cit. . pág. 1B. Filho, op. cit. pag. A9. “L portuguesas da Bahia eram geralmente de raça judia, or- servou o viajante Froger, no fim do seculo XVII. Cf. lag “FIV, "Na Bahia Colonial". Pág. 291. Por isso, antes deir. diz outrw viajante, Pvrard ic Laval. eram na maioria criminoso- ou falidos. Eomn a indústria judaica de Falãg ria é sauna! Cr', op. oil. págs, 251. 50 A5 1o uma provisão real para cada emigrante. com qUítaÇã0d0 fazenda devia a cada israelita pela sua quota (53). Nada disso impediu a emigração JUÚGÍCE Para 3 Amerl' _B Portuguesa e Espanhola. No começo do século §VIi _ os É 5 são quase donos do Brasil atraves do comrcio do ~ qeu¡ que manejam; através das profissões líberalã, QUE açuca J- através da própria Igreja. "H qual S9 í“fí1tTam› “lerçegà servi-la (AA); através da magistratura, que inva flnglngnseguiñdü vencer as eleições para os juizados (45Í dEm' É ao rofessorado no qual enxameiam, ensinando os atíaves mboga as desfavoráveis ausências oue de al9U“5 moküsioíessores judeus se fazem (A6). Usam-Se 510855 59- ? °Êtpg para suas reuniões secretas. Um guarda do varadou- ÍÊ"uÊ Olinda, 0 judeu Tomás LUDBS, VUÉ90 M9”íQUet9›_ 565' gia_ pur exemp1o, para um desses sinais. Quando devia ha- Ve¡ ¡eur-. iões dos roschim do Kahal na 850093 de Canvaragibe, ele andava pelas ruas, com um pe ÓÇSCBÂÇD E 9m P3“? 3ÊaÊ° cima do artelho. Os judeus ja sabiam o QUE 1350 Signifi- cava (ü7% Daí a dade que a necessidade das visitações do Santo Ofício des de 1S"j e as proibições da coroa, em 1624, sobre negócios Í ensino. De novo, o ouro judaico tilintou aos 'ouvidos do monarca espanhol, mundano e díssíD3d0Y- Uma 19155 16”9 permitiu a saida de judeus e conversas; QUE 59 derrãmaram ncia Brasil e Holanda. As ligações entre as comunidades de lá e as de cá vão permitir 4 conquista e ocupaçao dO Hor^P$iP pela Companhia das Indias Dcídentais e as 9¡3“j da n oouiaLas de açúcar, 110m0 veremos oporbunamente. a vângegeg eram os transportadores do açucar graças a barat Zn dos Fretes marítimos. "SUD 8 Capa de “990C1a”t95 me Lisboa, Porto e Viana", como dir Frei Vicente do Salva V, judeus portugueses se entendiam com os de Flañ também dc origem portuguesa, do mesmo modo que com (A3) idem, idem. (Aa) rurtunotc Almeida, "História da Igreja Em P01- Lugal", Lomo III, parte Il, pág. 112. (db) Códice dos séculos Xvl e XVII; Í" "RFVÍSÍE da Faculdade de Direito" na 103, pág. 11. (ae) Rodolfo Garcia, Loc. nit. pág. 21. (A7) ; dem pág_ 25_ como coxeasse quando assim anda- V3, até hoje em Pernambuco e na Paraíba o POVO Chama 90% coxas cohens. .. 51
  27. 27. ,Ni os dos engenhos brasileiros. Da Holanda se mandavem po; Odia", ínígia¡ a desagregação do império colonial ano. Dara o Brasil, 3 a a mil bíblias em hebraico, CD(Y'I| *_(53)1 P nhol conquistando -0 Brasih terra do açúcar' e ja' vimos que eram mandada: : para a Índia, o que dpcumentcumlusm : Diana: do escravo que plantava a cana, aquém e as denmciações d° Sam” mich' Angolahlântico* Que têm sido sempre o judeu senão o fer- Para oBrasil e para a Europa, o século XVI fora o ; L 913m Aâesa rega-dor dos impérios e das civilizações? Ele patroa-tinta, das anilinas, por assim dizer; o séculoxvíímento 13 ag chamamentt* @O seu destino, se n50 tentasse a- foi o do açúcar. Nas primeiras décadas _do centenário, r: faltar r D- empórío de açúcar (54), com expedições pagas e desenvolvimento da indústria açucareira se tornou ívnpetuutmcannãias organizadas com o dinheiro ganho com o próprio so (4.8). Em 1610, segundo um viajante observador, era c õcmÚpan nico meio de vida (49). Os preços subiam ao ponto de cri? açucaL” ar nos senhores de engenho esse delírio de gastos, grande zas e luxo, que vimos contemporaneamente nos donos de ssÍ ringais da Annazõrwia e nos fazendeiros de café. .. É o que dizem os cronistas: Cardim, Soares, Barlaen: : Frei Vicente. Segundo c: estudos de J. Lúcio de Azcvu: : (50), em 1610, a produt, o de açúcar foi de 735 mil arrr. bas. no valor dr: : 1501? mní: os. soma respeitável para a é. . nuca. Ú trabalho breçal do escr t- sua iniciativa, ben tãos, criaram no Brasil o mu" trevas, unidos os de Portugal, os ria col os da Holanda pelo: seus Kahais. r: - judeu riqueza como intermediários, man-Jr 'lJl-Eltlüréfã, necedores de capitais, onzene' ueis (-¡4Í. Mas . ic. " ainda não é oastante para ele Jrecíoam apnderar-se do pório, domina-lu completamente, fazer pesar sua fllãú-ÚB-J -' vo, n fortuna dos fidalgo: de outros portugueses cri ~ : rio do Açu' 'ar (51). ?mf mia ruascente ^ exploram l ' ro sobre os . rico-s egenrmu, de eng ano, «zvrnulnoscns de linhagem e de sua Lrcrzca. snbcrar* peninsulares, *ancandw z; *e sua coroa. l Estados Gerais l Ham-mia, 1' íudaí . (53) Pediu Calmon, 0P› CIC- P39~ 52- (bú) "A influência dos negociantes israelitas es- (ha) Pedro Calm0_4 OU' ÇÃL_ bag_ _ tenola-se ao engenho produtor. E firma embarcadora. ao (uy) pyrara ou Layàly , V_vaL. q 5 Ha_l5, 1515, nác intermediário de Lisboa a quem era consignada a mercado- 530_ ' Tia. às praças consumidoras oo centro e do sul da Euro- Da. Quando a Espanha se coloc u de permeia entre os En- Qenhos do Brasil e os compradores Plamengos, estes ima- ginaram a organização de uma aumpanhla. mercant11 de con- (SOW "Épocas de portugal ': nnñmic0“. pág. 271 (ni) Pedro Calmon, op. alt. pág. 5!: "Tornava-M parto do Recife c maior enporium do açúcar em todo mpg dün Huista e empro"ndEm a guerra nú 152#-165k". Pedro Calmon ' . _ . . . , - . .. .. "Espírito da sociedade Colonial". companhia 541110” Na' O b¡ «Jon us dCuocÇõzk do _IUÔCU . msn Nunessr. r lar (anual São Pa_ a WN. pág ! É cf : rei vicente do Sal 'I'I'1› m -" ^ I; , - , ao. “ ' ' ' ' ' " le . o V. , nom z me mniér. ; de nsura, ln Rodo¡ o arc vedar "Históy _v da Brasil" V_ 'm' _Mig_ MM_ UL. 1:. peu. -'. ' ' ' “ 52 53

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