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Sexo em cores

O documento apresenta três situações distintas: 1) Uma delegada tem relações sexuais violentas com um homem negro após o assassinato de seu filho, como forma de alívio emocional. 2) Ela investiga o assassinato conversando com a namorada do filho, que apresenta sinais de agressão física. 3) A delegada continua sua investigação questionando também o irmão da namorada.

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SEXO EM CORES 1
Angelo Tomasini
LIVRO ERÓTICO
Angelo Tomasini
sexo em
CORES
SEXO EM CORES2
SEXO EM CORES 3
1. Ui, por aí não, seu jumento
Aloira bonita, de corpo atlético, estava inconformada.
Conversava com um negro, ambos sentados a uma
mesa, num bar chique de Boa Viagem, bairro nobre do Recife:
- Não, não me conformo em te perder por causa do
meu filho! Dê-me mais um tempo, e eu o convencerei a dei-
xar minha vida de mão...
- Por várias vezes você já me pediu isso, Sara. Ele nunca
irá me aceitar. Não o critico por gostar ainda do pai, mesmo
ele tendo abandonado vocês quando o garoto ainda era uma
criança. Ele não gosta de mim, e pronto. O garoto é racista, só
você é que não quer ver isso.
- Ele não é. Se fosse, não teríamos empregadas negras.
Acredito que ele te considere um intruso, que me roubou do
pai dele. Já te disse isso. Mas daí a ser racista, só porque você
é negro? Me poupe.
- Bem, o fato é que eu não consigo mais fingir que gosto
SEXO EM CORES4
dele. Não gosto. Aliás, passei a detestá-lo desde a última vez
que ele me destratou.
- É, você já me disse isso. Mas me responda com since-
ridade: você já tem alguém?
Ele demorou a responder. Olhou para o outro lado, es-
teve pensativo, pigarreou e soltou a bomba:
- Infelizmente, sim. Conheci alguém e estivemos sain-
do. Ela é negra, como eu. Acredito que não vou ter com ela os
problemas que tenho contigo.
Ela baixou a cabeça. Seu rosto estava triste. No entanto,
disse:
- Vá-se embora. E não apareça mais na minha frente.
Ou juro que não saberei me conter.
O homem levantou-se, colocou a mão no bolso e tirou
de lá algum dinheiro. Retirou umas cédulas e depositou-as
sobre a mesa. Disse:
- Acho que dá para pagar a minha parte.
- Soque no cu. Não quero teu dinheiro. Só quero que
suma da minha frente.
Nem bem o negro se afastou, o celular da mulher to-
cou. Ela atendeu:
- Oi, filho. Onde você está?
- Aqui é o sargento Milton, dona Sara. Estou ligando do
telefone do teu filho. Infelizmente, para te dar uma péssima
notícia: ele foi assassinado.
A mulher gelou. Deixou o aparelho escapar-lhe das
mãos. Iniciou um pranto convulsivo. Quando se acalmou,
apanhou o celular do chão e falou:
- Como isso aconteceu, pelo amor de Deus?
Não houve resposta. O sargento havia desligado. Ela
chamou o garçom e pediu a conta. Ele perguntou-lhe:
- Aconteceu algo, senhora delegada? Está com uma
cara...
SEXO EM CORES 5
- Meu mundo acaba de desabar, Carlos. Duas vezes se-
guidas. Depois, te conto.
- Então, não precisa pagar agora. Quando me contar, a
senhora faz isso.
Cerca de meia hora depois, ela chegava ao local do cri-
me: uma rua não muito movimentada de Boa Viagem. Aper-
reou-se, quando viu o corpo do rapaz estendido no chão:
- Meu Deus, um menino tão bom. E tão novo. Por quê,
Senhor? Ele estava com alguém? – Perguntou ao sargento,
que estava ao seu lado.
- Parece que não, senhora. Mas não houve testemunhas.
Nem existem câmeras de vídeos nesta área. Já checamos.
Ela aproximou-se aos prantos, do cadáver do filho. Ele
tinha o nariz quebrado e dois tiros no peito. Ela gemeu:
- Porra, não se contentaram em quebrar o nariz dele.
Atiraram duas vezes contra meu menino.
- A imprensa já chegou, delegada. Deixo-os passar?
- Sim, Milton. Tenho um recado para mandar para o
assassino ou, quem sabe, assassinos?
Pouco depois, ela encerrava a entrevista:
- ... pois eu repito: quem cometeu esse bárbaro assassi-
nato do meu filho, esteja certo que eu te pegarei. Pode ser um
ou muitos. Farei justiça com minhas próprias mãos.
O sargento interviu diante dos microfones:
- Ela está transtornada. Por favor, vocês não ouviram
isso.
- Deixa com a gente. Editaremos essa parte, retirando
essa fala. Não gravamos ao vivo. – Disse uma repórter.
Sara Menezes ligou para o ex-marido, pai do rapaz.
Quis dar-lhe a notícia, antes que ele soubesse pelos noticiá-
rios. Depois, deixou o sargento encarregado das diligências
SEXO EM CORES6
e foi embora. Mas não se afastou muito. Entrou no primeiro
bar que encontrou em seu caminho. Parou seu carro no es-
tacionamento e entrou. Pediu um uísque duplo. Sua imagem
estava na tela do aparelho de tevê de 52 polegadas, do local.
Alguns clientes olharam para ela. Haviam-na reconhecido.
Ela encarou um negrão que estava com um rapaz ao lado. O
garoto devia ter a idade do seu filho. Lágrimas escorreram
dos seus olhos. O sujeito estava bebendo uma cerveja, en-
quanto o adolescente tomava um refrigerante. Viu quando o
cara falou algo ao ouvido do jovem e este concordou com um
aceno de cabeça. Parecia um afeminado.
O rapaz levantou-se e foi embora, dando um beijo no
rosto do negrão. Este lhe devolveu o afago. A delegada Sara
estreitou os olhos. Detestava prostituição, principalmente
de menores. Estava com raiva. Chamou o negrão para perto
dela. Ele olhou em volta, achando que não era com ele. Ela o
apontou diretamente e lhe fez um sinal com o dedo indica-
dor. Só então, ele se levantou e veio até a mesa dela, trazendo
a garrafa de cerveja. Sentou-se.
- Isso, sente-se aí e me pague uma bebida, pederasta
maldito. Ou eu prendo você no ato.
- Não sei do que está falando, senhora. E não permito
que me destrate.
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- Não sabia, até que vi tua entrevista, quase inda agora,
na tevê. Sinto muito pela morte do teu filho. De coração.
Ela caiu num pranto. Acalmou-se e bebeu toda a dose
de um só gole. Depois, perguntou-lhe:
- Quem é o bichinha?
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  • 1. SEXO EM CORES 1 Angelo Tomasini LIVRO ERÓTICO Angelo Tomasini sexo em CORES
  • 3. SEXO EM CORES 3 1. Ui, por aí não, seu jumento Aloira bonita, de corpo atlético, estava inconformada. Conversava com um negro, ambos sentados a uma mesa, num bar chique de Boa Viagem, bairro nobre do Recife: - Não, não me conformo em te perder por causa do meu filho! Dê-me mais um tempo, e eu o convencerei a dei- xar minha vida de mão... - Por várias vezes você já me pediu isso, Sara. Ele nunca irá me aceitar. Não o critico por gostar ainda do pai, mesmo ele tendo abandonado vocês quando o garoto ainda era uma criança. Ele não gosta de mim, e pronto. O garoto é racista, só você é que não quer ver isso. - Ele não é. Se fosse, não teríamos empregadas negras. Acredito que ele te considere um intruso, que me roubou do pai dele. Já te disse isso. Mas daí a ser racista, só porque você é negro? Me poupe. - Bem, o fato é que eu não consigo mais fingir que gosto
  • 4. SEXO EM CORES4 dele. Não gosto. Aliás, passei a detestá-lo desde a última vez que ele me destratou. - É, você já me disse isso. Mas me responda com since- ridade: você já tem alguém? Ele demorou a responder. Olhou para o outro lado, es- teve pensativo, pigarreou e soltou a bomba: - Infelizmente, sim. Conheci alguém e estivemos sain- do. Ela é negra, como eu. Acredito que não vou ter com ela os problemas que tenho contigo. Ela baixou a cabeça. Seu rosto estava triste. No entanto, disse: - Vá-se embora. E não apareça mais na minha frente. Ou juro que não saberei me conter. O homem levantou-se, colocou a mão no bolso e tirou de lá algum dinheiro. Retirou umas cédulas e depositou-as sobre a mesa. Disse: - Acho que dá para pagar a minha parte. - Soque no cu. Não quero teu dinheiro. Só quero que suma da minha frente. Nem bem o negro se afastou, o celular da mulher to- cou. Ela atendeu: - Oi, filho. Onde você está? - Aqui é o sargento Milton, dona Sara. Estou ligando do telefone do teu filho. Infelizmente, para te dar uma péssima notícia: ele foi assassinado. A mulher gelou. Deixou o aparelho escapar-lhe das mãos. Iniciou um pranto convulsivo. Quando se acalmou, apanhou o celular do chão e falou: - Como isso aconteceu, pelo amor de Deus? Não houve resposta. O sargento havia desligado. Ela chamou o garçom e pediu a conta. Ele perguntou-lhe: - Aconteceu algo, senhora delegada? Está com uma cara...
  • 5. SEXO EM CORES 5 - Meu mundo acaba de desabar, Carlos. Duas vezes se- guidas. Depois, te conto. - Então, não precisa pagar agora. Quando me contar, a senhora faz isso. Cerca de meia hora depois, ela chegava ao local do cri- me: uma rua não muito movimentada de Boa Viagem. Aper- reou-se, quando viu o corpo do rapaz estendido no chão: - Meu Deus, um menino tão bom. E tão novo. Por quê, Senhor? Ele estava com alguém? – Perguntou ao sargento, que estava ao seu lado. - Parece que não, senhora. Mas não houve testemunhas. Nem existem câmeras de vídeos nesta área. Já checamos. Ela aproximou-se aos prantos, do cadáver do filho. Ele tinha o nariz quebrado e dois tiros no peito. Ela gemeu: - Porra, não se contentaram em quebrar o nariz dele. Atiraram duas vezes contra meu menino. - A imprensa já chegou, delegada. Deixo-os passar? - Sim, Milton. Tenho um recado para mandar para o assassino ou, quem sabe, assassinos? Pouco depois, ela encerrava a entrevista: - ... pois eu repito: quem cometeu esse bárbaro assassi- nato do meu filho, esteja certo que eu te pegarei. Pode ser um ou muitos. Farei justiça com minhas próprias mãos. O sargento interviu diante dos microfones: - Ela está transtornada. Por favor, vocês não ouviram isso. - Deixa com a gente. Editaremos essa parte, retirando essa fala. Não gravamos ao vivo. – Disse uma repórter. Sara Menezes ligou para o ex-marido, pai do rapaz. Quis dar-lhe a notícia, antes que ele soubesse pelos noticiá- rios. Depois, deixou o sargento encarregado das diligências
  • 6. SEXO EM CORES6 e foi embora. Mas não se afastou muito. Entrou no primeiro bar que encontrou em seu caminho. Parou seu carro no es- tacionamento e entrou. Pediu um uísque duplo. Sua imagem estava na tela do aparelho de tevê de 52 polegadas, do local. Alguns clientes olharam para ela. Haviam-na reconhecido. Ela encarou um negrão que estava com um rapaz ao lado. O garoto devia ter a idade do seu filho. Lágrimas escorreram dos seus olhos. O sujeito estava bebendo uma cerveja, en- quanto o adolescente tomava um refrigerante. Viu quando o cara falou algo ao ouvido do jovem e este concordou com um aceno de cabeça. Parecia um afeminado. O rapaz levantou-se e foi embora, dando um beijo no rosto do negrão. Este lhe devolveu o afago. A delegada Sara estreitou os olhos. Detestava prostituição, principalmente de menores. Estava com raiva. Chamou o negrão para perto dela. Ele olhou em volta, achando que não era com ele. Ela o apontou diretamente e lhe fez um sinal com o dedo indica- dor. Só então, ele se levantou e veio até a mesa dela, trazendo a garrafa de cerveja. Sentou-se. - Isso, sente-se aí e me pague uma bebida, pederasta maldito. Ou eu prendo você no ato. - Não sei do que está falando, senhora. E não permito que me destrate. - Você sabe quem sou, seu puto? - Não sabia, até que vi tua entrevista, quase inda agora, na tevê. Sinto muito pela morte do teu filho. De coração. Ela caiu num pranto. Acalmou-se e bebeu toda a dose de um só gole. Depois, perguntou-lhe: - Quem é o bichinha? Ele esteve algum tempo calado e muito sério. Em se- guida, respondeu: - É meu filho. Confesso que é um tanto delicado, mas não é boiola, como deve estar pensando.
  • 7. SEXO EM CORES 7 - Não? - Não, senhora. Foi criado com a avó e cinco primas. Por isso, adquiriu trejeitos femininos. Mas é muito macho! - E cadê a mãe? - Infelizmente, morreu do parto. Ela o olhou nos olhos. Uns olhos azuis, apesar da sua cor da tez. Era um negro muito bonito, até mais do que o ex- namorado. Pegou em suas mãos enormes e pediu desculpas. Ele as aceitou. Depois, chamou a garçonete. Pediu-lhe uma cerveja e uma dose dupla do mesmo uísque que a delegada bebia. Ela agradeceu, antes mesmo da moça trazer a bebida. - Quer conversar, senhora? Sou todo ouvidos. - Sim, quero desabafar. Hoje não é o meu melhor dia. Quero tomar todas, mas não estou com dinheiro aqui. Ainda teria que passar por um caixa eletrônico. Também estou de carro. Você dirige? - Sim, senhora. - Deixe de me chamar de senhora. Você parece ter mais idade que eu. - Tenho quarenta anos, sen... - Se me chamar de senhora mais uma vez, te dou um tiro. – Disse ela, entredentes. - Desculpe-me. Você é uma autoridade. Por isso tenho respeito. - Pois hoje não quero inspirar respeito em ninguém. Estou me sentindo uma puta. Me trate desse jeito, por favor. - Sinceramente, não sei o que quer de mim... - Quero que me faça sofrer. Só assim, serei capaz de dar a volta por cima em tudo o quanto está me acontecendo hoje. A mulher o puxou para perto de si e lhe tascou um bei- jo demorado. Por baixo da mesa, levou a mão ao cacete dele, por cima da calça. Sentiu-o duro. Tentou abrir-lhe a bragui- lha. - Aqui não, senhora. Podem ver e será um escândalo:
  • 8. SEXO EM CORES8 uma delegada que acabou de perder um filho, fodendo num local público. - Então, me leva para casa. Tenho bebidas lá. Enquanto bebo, você me fode. Pouco depois, estavam no apartamento da delegada. Já entraram se pegando. Ele arrancou suas vestes de um puxão, rasgando-as. Ela lhe apontou um revólver calibre 45. Ele li- bertou sua “pistola” entre as pernas. Ela agachou-se, apontan- do-lhe a arma para a barriga. E caiu de boca em seu enorme e grosso caralho. Ele a desarmou, de um movimento rápido. Ela o esbofeteou. Levou de volta um tapa que a fez beijar o solo. Levantou-se e quis aplicar-lhe um golpe de judô. Ele o rebateu e atirou-a de volta de cara no chão. Suspendeu-a pela cintura, deixando-a de bunda para cima. - Por aí, não. Eu não gosto por aí. Pare, seu jumento... Ele não parou. Lambuzou o cu dela de saliva e meteu- lhe a pica. Ela tentou se livrar do incômodo, mas ele a subju- gou. Ela gemeu: - Aiiiiiiiiiiiiiiiii, por aí dói. E não estou brincando: de- testo dar o cuzinho... - Cale-se e aproveite, enquanto estou com vontade de foder essa bunda magra. - Bunda magra? Todos elogiam a minha bundinha... - Então, vive oferecendo-a para todo mundo, como se ofereceu para mim, catraia? - Catraia é a tua mãe! Ele empurrou o cacete de uma vez. Ela berrou de dor. - Se falar mais uma vez em minha mãe, te estraçalho o cu. - Catraia é a mãe. Catraia é a mãe. Catraia é... Ele tapou sua boca com uma das mãos e enfiou-lhe o cacete com mais força. Ela gemeu: - Fode, fode, fode, foooooooooooodeeeeeeeeeeeee...
  • 9. SEXO EM CORES 9 2. Uma chupada inesperada Adelegada Sara Menezes caminhou até o ba- nheiro, nuinha. Mostrava seu corpo rijo e o ne- grão ficou olhando-a. Ao abrir o chuveiro, ela disse: – Agora, vá embora. Deixe-me sozinha, pois preciso começar a investigar o assassinato do meu filho. Com você aqui, eu não conseguiria. Não quero nenhuma distração. – Primeiro, procure saber com quem ele estava. – Quer me ensinar o meu ofício, porra? – Oh, desculpe. Claro que não. – Então, faça o que mandei. Aproveite para levar o meu lixo lá para baixo. Já está ensacado. – Não seria o caso de um “por favor”? – Vai te foder. Se não quiser levar, deixa essa merda aí. – Não quer saber meu nome? – Não, caralho. E não pense que vai me foder de novo. Não estamos namorando. Apenas, precisei de uma trepada
  • 10. SEXO EM CORES10 para distrair a imensa tensão, só isso. Ele não retrucou. Vestiu-se e foi embora, sem levar o lixo. Ela tomou banho pensativa. Demorou mais do que o usual. Quando terminou, ligou para o sargento Milton: – Milton, preciso que investigue se há imagens grava- das da câmera mais próxima da rua. Quero saber com quem ele estava, antes de ser assassinado. Pode fazer isso para mim? Ouviu o que o cara disse, depois desligou o celular. Ves- tiu-se e enfiou uma pistola na cintura da saia de comprimen- to médio que usava, que lhe realçava a bunda. Olhou-se no espelho e gostou do que viu. Em seguida, saiu. Havia esque- cido de pegar de volta o telefone usado por seu filho. Quem sabe não haveria registrada nele alguma ligação interessante? Dirigiu-se à delegacia. Requisitou, e logo lhe entregaram um saco plástico com o aparelho. A última ligação havia sido para Adriana, a namorada dele. Ligou para ela. – Oi, querida. Desculpa te ligar tão cedo. Mas você já deve estar sabendo da morte de Bruno, não é? – Sim senhora. Eu vi pela tevê. – Vocês não estavam juntos, no momento do crime? – Não, senhora. – Por quê não? A agenda do telefone dele indica que sua última ligação foi para você, cerca de três horas antes dele ser morto. – É que nós brigamos. – Qual o motivo da briga? A moça esteve em silêncio por alguns segundo, depois respondeu: – O de sempre. Ele tinha muito ciúme de mim, dona Sara. E eu já não aguentava mais. E ele me bateu. Então, não
  • 11. SEXO EM CORES 11 quis mais ficar com ele. – Ele te bateu? – Sim, senhora. Se quiser, posso te mostrar meu rosto machucado. – Eu vou querer ver isso. Me aguarde, pois estou indo para aí. Pouco depois, ela via o machucão no rosto da jovem. Faltava-lhe um dente. A boca estava inchada e ela disse que havia sido atingida ali. – Onde está teu irmão? – Está dormindo. Quer que eu o acorde? – Sim. Por favor. Pouco depois, um jovem de cerca de vinte anos apare- ceu sonolento. Ela o chamou para perto de si e examinou suas mãos. Não havia marcas nela, como esperava. Perguntou-lhe: – Onde estava ontem, por volta das dez da noite? – Eu? Estava em casa. – Tem como provar? – Por quê? Estou sendo acusado de alguma coisa? Ela o olhou detidamente. Na verdade, não achava que tinha sido o rapaz que havia quebrado o nariz do seu filho, ou batido na irmã. Ele era muito franzino, e Bruno o venceria fa- cilmente numa briga. Pediu desculpas ao rapaz e foi embora. Logo, estava de volta à delegacia. O sargento Milton analisava as imagens gravadas de algumas câmeras. Disse à delegada: – Até agora nada, senhora. E a essa hora o departa- mento de trânsito está fechado. - Ele conferiu no relógio - Te- mos que esperar que abram, para podermos checar as ima- gens que têm lá. Essas são da nossa câmera de vigilância. – Tudo bem. Meu filho já está no necrotério, não? – Sim senhora, eu mesmo o levei para lá. – Venha comigo. Vou precisar de você.
  • 12. SEXO EM CORES12 Pouco depois, estavam diante do cadáver de Bruno Menezes. Ela examinou suas mãos. Depois, exclamou: – Aquela puta safada está mentindo: ele não bateu nela. – Como, senhora? – Estive na casa da namorada dele. Ela disse que meu filho lhe havia espancado. Mas não há marcas nas mãos de Bruno. Não foi ele quem bateu naquela catraia. Vá buscá-la em casa e leve-a ao meu gabinete. Uma hora depois, o sargento voltou à delegacia. – Não a encontramos, senhora. O irmão disse que ela estava muito triste com a morte de Bruninho e foi para a casa de parentes. – Essa mulherzinha está escondendo algo. Eu sei. Ali- ás, nunca gostei dela. Por mim, meu filho nunca a teria na- morado. Mas não quis me meter na vida dele pois já vivíamos brigando por outras coisas. Você devia ter trazido o irmão dela, ou lhe obrigado a dizer onde ela está. – A senhora não me deu essa ordem. Por isso, não in- sisti com o rapaz. Quer que vamos pegá-lo? – Duvido que ele ainda esteja lá. Já deve ter “ido para casa de parentes”, também. – O que faremos, senhora? – Você, cuida do funeral do meu garoto, por favor. Eu, vou voltar à cena do crime. Mas não. Primeiro, ela foi dar uma olhada nos arquivos da polícia. Tinha a forte impressão de que conhecia o negrão com quem havia passado a noite, de algum lugar. Não estava enganada: achou a ficha policial dele. O cara já havia sido preso, várias vezes, por desacato a autoridades e por brigas de rua. Ela sorriu satisfeita. Achava que ele tinha alguma coisa a esconder sobre o assassinato do
  • 13. SEXO EM CORES 13 rapaz, pois o encontrou próximo ao local onde o filho morre- ra. Talvez até tivesse testemunhado o crime. Anotou o ende- reço contido na pasta e rumou para lá, torcendo para que ele ainda residisse no mesmo lugar. Teve sorte. O cara morava numa casa modesta, perto do bar onde estiveram bebendo. A caminho de lá, passara pela cena do crime. Colocou uma rosa branca no chão, que ainda estava manchado de sangue. Prometeu: – Eu quero voltar aqui com o assassino, antes que essa flor seque, meu filho. Hei de vingar tua morte… Quando bateu com os nós dos dedos da mão direita na porta, um rapaz veio atendê-la. Era o mesmo com modos afeminados que ela vira ao lado do negrão. Ele perguntou: - S-sim, senhora? Ela percebeu que ele estava nervoso. Fez a pergunta: - Está nervoso, garoto, ou nunca viu uma mulher? Para sua surpresa, ele respondeu: - Gostosa do jeito da senhora, nunca vi, não… Ela riu. Olhou-o de cima a baixo. Quis saber: - Está me cantando, menino? Não vê que tenho idade para ser tua mãe? - Eu já fodi mais velha. - Foi a resposta dele. Ela deu uma gargalhada. Falando daquele jeito, ela não mais achava que ele era viado. Indagou: - Onde está teu pai? - Não sei, senhora delegada. Ele saiu. Deve ter ido fazer algum biscate. - Ah, você sabe que sou delegada? - Sim, senhora. Tenho te visto na tevê. - Teu pai trabalha com quê? - Ele faz de tudo. Mas é mesmo bom como pedreiro.
  • 14. SEXO EM CORES14 - Porra, eu fodi com um maldito pedreiro. Que deca- dência, menina. - O que a senhora disse? - Espantou-se o rapaz. - Nada, nada. Deixe-me entrar, pois quero esperar teu pai. Ele lhe indicou uma poltrona da sala e sentou-se de- fronte a ela. Ficou olhando em direção às suas coxas, queren- do ver-lhe algum lance de calcinha. Ela percebeu. - Acha que teu pai vai demorar? - Acho, sim, senhora. Ele nunca vem cedo. Daria para a gente dar uma foda, que ele nem saberia. - Ei, garoto. Mais respeito comigo. Posso te prender. - Pois me prenda entre as pernas que eu vou achar é bom. Ela estava escandalizada com a cara de pau do rapaz. Resolveu provocá-lo, abrindo mais as pernas. Deixou que ele lhe visse o fundo da calcinha. Ele arregalou os olhos. Ela fez mais: pediu que ele tirasse a bermuda que usava. - Mas, se tiver pinto pequeno, perde a chupada que pre- tendo te dar. Ele apressou-se a ficar nu. Botou para fora um pau grande e grosso, quase tão quanto o do pai. Levantou-se e se aproximou nu dela. Ela apalpou-lhe o cacete e logo este esta- va duríssimo. Levou-o à boca. Ele gemeu: - Fode meu cacete bem devagar, que eu quero demorar a gozar nessa boca gulosa. Ela começou a masturbá-lo, enquanto o chupava. Ele gemia baixinho. Pegou a cabeça dela com as duas mãos e ten- tou enfiar-lhe na boca todo o cacete. Ela engasgou. Mas, em seguida, voltou a mamá-lo. - Vai, tira todo o meu leitinho. Estou adorando a chu-
  • 15. SEXO EM CORES 15 pada. Estou quase gozando. - Primeiro você me diz onde posso encontrar teu pai. Depois, pode gozar à vontade na minha boca… - Juro que não sei onde ele está, dona… Então, inesperadamente, ela retirou a boca do pau dele. Disse: - Pois então, enquanto você não me disser onde ele está, não te faço gozar.
  • 16. SEXO EM CORES16 3. O que você quiser, eu topo Orapaz ligou para o pai. Mas o telefone chamou, chamou e ninguém atendeu. A delegada quase que tomou o ce- lular das mãos dele. Enquanto rediscava o número, disse: – Se está fingindo ligar para aquele puto, você tá fodi- do comigo, garoto. No entanto, foi uma tentativa vã. Então ela discou do celular do rapaz para o seu próprio número, deixando-o re- gistrado lá o seu telefone. Em seguida, disse a ele, devolven- do-lhe o aparelho: – Meu número está gravado aí. Quando ele aparecer, me ligue. E anote o telefone do teu pai para mim. Depois, eu mesma tento falar com ele. – Ei, não vai terminar de me chupar? Eu fiz o que pe- diu… – Bata uma bronha, garoto. Pode muito bem gozar sem mim.
  • 17. SEXO EM CORES 17 Ela disse isso e saiu. O rapaz deu um tempo, depois teclou um número. O pai atendeu: – Diz, filho. O que é que manda? – Aquela delegada que está aparecendo na tevê esteve aqui, pai. Quer falar com o senhor. Mas, como eu não sabia se o senhor queria falar com ela, dei-lhe um número errado. Fiz bem? – Sabe o que ela quer comigo? – Não, senhor. Mas deve ser coisa urgente. – Está bem. Obrigado. Vou ligar para ela. Você tem o número?... Pouco depois, a mulher atendia: – Alô. Seja breve, pois estou muito ocupada. – O que quer comigo? Ela esteve muda ao telefone. Depois perguntou: – É o negrão estuprador? – Sim, e não me diga que ainda precisa que te jogue o lixo fora… Ela riu. Estava de humor melhor, depois de ter sacane- ado com o rapaz. Explicou: – Preciso que venha à delegacia. Estou precisando de tua ajuda. Pouco depois, o negrão estava diante dela. Tinha uma mão enfaixada e estava irritado. – Diga logo o que quer, já que não pode, ou não quis, me dizer por telefone. E seja breve, pois eu tive que largar o que estava fazendo para vir aqui. – Machucou a mão? Ontem, não vi que estava machu- cado. – Nem podia. Eu estava por trás, te fodendo o cu. – Eh, chega de provocações. Estou precisando, mesmo, de você.
  • 18. SEXO EM CORES18 – Isso não me importa. Vim pensando que precisava de uma nova comida de rabo. – Fale baixo. E mais respeito: posso te prender por de- sacato. – Vai te foder. Fale logo, antes que eu vá embora. Ela esteve olhando-o por um momento. Sim, achava-o lindo. Os olhos azuis se destacavam do rosto e dava-lhe um ar inteligente. Talvez, inteligente demais para um simples pe- dreiro. Finalmente, abriu o jogo: – Desconfio que a namorada do meu filho o viu sen- do assassinado. Ela nega. E sumiu de casa, para que eu não possa achá-la de novo. Ela e meu filho sempre vinham aqui. Conhece todos os meus policiais. Não posso mandar que a sigam, pois logo seriam reconhecidos. Você, não. Você, ela não conhece. Então, quero te contratar para saber o paradei- ro dela. – A policial é você, dona. Essa profissão não me inte- ressa. Aliás, tenho verdadeira aversão por policiais. – Por quê? – Alguns fizeram da minha vida um inferno. – Não seria o caso de dizer que você é que fez da vida deles um pandemônio? Vi a tua ficha na Polícia. Ela é longa. – Se sabe disso, por que me procurou? Ela esteve por um momento o encarando, depois con- fessou: – Você tem razão. Gostei da foda. Mas prefiro ser fodi- da na tabaca. Não gosto de homem me subjugando. – Entendo. Você acha que deveria ter nascido macho, e macho não gosta de dar a bunda… – Talvez. Nunca pensei nisso. Mas me incomoda ter- rivelmente tomar no cu. Mas isso não é papo para ser levado aqui. Faça o que te pedi e, à noite, a gente se encontra nova- mente. Você pode ir de novo lá em casa.
  • 19. SEXO EM CORES 19 – Vou pensar no teu caso. Mas quanto está disposta a me pagar? – Não sei. Quanto é a tua diária como pedreiro? – Como sabe que sou pedreiro? – Teu filho me disse. O rapaz é mesmo macho, esqueci de dizer. Quis me foder, sabia? – Ele não me disse. E não sabe que estivemos juntos. Você gostou dele? – Talvez. Mas, por enquanto, prefiro foder com o pai. – Então, não precisa me pagar pelo trabalho que terei para localizar a moça. Nos encontramos à noite. Espero já ter boas notícias. Como está tua investigação? – Na mesma. Não sei com quem ele estava, quando foi assassinado. Mas sei que não estava sozinho. Ele nunca andava só, a não ser quando estava com a namorada. Mas, se é verdade que brigaram, ela não estava com ele. – Se fugiu, é porque estava. - Afirmou ele - Não impor- ta o que ela diga. Que mais você sabe do crime? – Mais nada. Estou esperando meu sargento voltar do Depto. de Trânsito com as imagens da rua próxima à que meu filho foi morto. Ele já deve estar vindo. – Então, vou lá. Me dê o endereço da garota. Não sou adivinho… – Ah, desculpa. Já tinha esquecido de te dar. - Dis- se ela, pegando papel e caneta. Sabia o endereço da pretensa nora de cor. Quase meia hora depois, o sargento entrava na sala da delegada todo afobado. Foi logo dizendo: – Consegui as imagens com o Detran, mas fui assalta- do. O cara, que estava mascarado, me abateu com um único murro. - Falou o policial, apontando o seu olho roxo. O es- tranho é que só levaram o DVD com o filme. A delegada esteve pensativa. Disse:
  • 20. SEXO EM CORES20 – Isso está ficando interessante. Você chegou a ver as imagens? – Não, senhora. Eu havia pedido o disco a um policial amigo, lá do Departamento de Trânsito. Ele ligou para mim, dizendo que tinha localizado o momento que queríamos. Mas que eu lhe devolvesse, depois, o DVD, pois ele não tivera tempo de fazer uma cópia. – Puta que o pariu. Agora, fodeu. Ele disse quantas pessoas estavam com meu filho? – Ainda não sabe que me roubaram o disquete. Deixa eu ligar para ele… Pouco depois, o sargento dava a notícia: – Havia quatro pessoas com teu filho, mas não lembra se tinha alguma mulher com ele. – Porra, bando de incompetentes… – Como é que é, senhora? – Nada, nada. Estava matutando aqui. Você viu teu agressor? – Só de relance. Como disse, ele estava mascarado. E me atacou num cruzamento. Devia saber que naquela área não havia câmeras de vigilância da Polícia. – Puta merda. O cara é esperto. Deve ter sido o mes- mo que esmurrou meu filho, depois atirou duas vezes contra ele… Já estava escuro, quando a jovem se aproximou do ne- grão, temerosa. Ele estava sentado à mesa de um bar, na orla de Boa Viagem, tomando uma cerveja. Assim que a viu, ele a chamou para perto de si. – Boa noite, Adriana. Vai querer um gole? – Como me encontrou? - ela perguntou, sentando-se à mesa, perante ele. – Através do teu irmão. Achei-o em casa e mostrei aquilo a ele. Você trouxe?
  • 21. SEXO EM CORES 21 Ela lhe entregou um disco. Estava trêmula. Quis saber: – A delegada já sabe disso? – Ainda não. Mas vou entregar a ela. Quem te bateu? – Meu namorado. Eu já disse isso a ela. – O filho dela te deu um murro, foi? – Claro que não. Eu gostava dele, mas ele não era meu namorado. Era um pobre coitado. Um fraco, querendo pro- var que era homem de verdade. – Não entendo. Na fita, você está agarrada ao filho da meganha. – Sim. Nós fodíamos de vez em quando. Havia um acordo entre ele e meu namorado. Ele queria entrar para a nossa gangue. Meu namorado disse que, para ele ter esse di- reito, deveria passar por diversas provas. – Entendo. Infelizmente, vou ter que dar essa informa- ção à delegada. – Não! Faço qualquer coisa. Não quero que ele vá pre- so. – O.k. O que está disposta a me oferecer? – Não tenho dinheiro. Sou viciada em drogas. Meu namorado é quem as consegue para mim. Aí, gasta todo o dinheiro que tiro da minha mãe. – Ela sabe que você se droga? – Deve saber. Tanto eu, como meu irmão. Mas nun- ca disse nada. Apenas nos abandonou e foi viver com outro cara. Meu pai já havia morrido. Então, de vez em quando eu e meu irmão vamos passar o dia com ela. Aí, aproveitamos para roubá-la. O dinheiro não é dela, mesmo… – O cara dela é rico? – Muito rico. Chamou-a para morar com ele, mas avi- sou que não queria que ela levasse os filhos. Minha mãe sem- pre ambicionou riqueza. Deixou-nos e foi embora. O cara nos dá uma pensão, que mal dá para o nosso sustento. – Então, como pretende comprar o meu silêncio?
  • 22. SEXO EM CORES22 Ela botou a mão por baixo da mesa e apalpou o caralho dele. Estava mole. Ela disse: – Se esse caralho subir, dou uma foda inesquecível contigo. – Já tenho com quem foder. E você é muito jovem, não acho que tenha experiência suficiente para me satisfazer. – Quer apostar? – Não. Não quero. Mas sexo contigo não me interessa. – Me acha feia? Ele olhou bem para ela. Depois, disse: – Bonitinha, mas ordinária. Não faz o meu gênero. – Por favor. Ou então, esconda-me, em algum lugar, do meu namorado. Se ele souber que fomos descobertos, vai bater em mim de novo. – Se ele for preso, não poderá fazer isso. - Eu não quero que ele seja preso, tio. Senão, quem comprará drogas para mim? – Isso é problema teu. – Por favor – ela disse-o chorando. Ele esteve pensativo, depois falou: – Está bem. Vou te levar para a minha casa. Ficará lá com meu filho, até a delegada se decidir o que fazer. – Vai dizer a ela que me encontrou? – Vou, sim. Mas não vou dizer onde você está. Direi que fugiu. – Obrigada. - Disse ela, se atirando em seus braços e dando-lhe um beijo. Quando o negrão apertou a campainha do apartamen- to da delegada, ela já veio atendê-lo nua. Bebia uma dose de uísque. Parecia já embriagada. Ele lhe entregou um envelope contendo um disco metálico de grande capacidade de arma- zenamento. Falou: – Tome. Mas ela jurou que não viu o assassinato do
  • 23. SEXO EM CORES 23 teu filho. A delegada colocou o disco em seu aparelho de Blu -Ray e esteve assistindo por um tempo. Avançou várias vezes, até achar o que queria. – Como conseguiu esse disco? – Você já deve saber. – Caralho, agrediu um policial para consegui-lo? Ele ficou calado. – Devo admitir que você tem coragem. Mas pra que tudo isso? – Você me deu um trabalho. Eu o cumpri. Ponto final. – Você é chato, né porra? Convencido. Se acha o tal. Mas não descobriu quem matou meu filho, não é? – Isso é um trabalho teu. Pare de encher o cu de cana e trabalhe. Irá descobrir. – Vem cá. Quero te dar um beijo. - Disse ela, cami- nhando trôpega em sua direção. Ele a beijou. Ela tirou-lhe toda a roupa. Mamou no ca- ralho dele. Ele a fez se levantar de entre suas pernas. Disse: – Vem cá, digo eu. Vamos para o banheiro. Vou te dar um banho, para te livrar dessa cachaça. - Uebaaaaaaaaaaaa… Ele a banhou, lavando-lhe entre as nádegas e esfregan- do o dedo no seu anel. Ela reclamou: - Por aí de novo não, seu puto… Eu não quero… - Não vou te foder. Estou apenas te dando um banho. - Ah, não. Quero rola, porra. Me fode… Ela saiu de baixo do chuveiro e sentou-se na tampa da privada. - Me dá… Ele se aproximou dela e a delegada iniciou uma mama- da. Ele meteu a mão entre suas pernas. Ela gemeu:
  • 24. SEXO EM CORES24 - Para. Hoje eu quero só te chupar. Não vou querer ser fodida, não. - Mas você acabou de me pedir pata te foder… - Retiro o que disse… Quero só tua porra. Goza na mi- nha boca, goza… Ele rebateu: – Mas eu quero teu cuinho. Adorei fodê-lo. – Não, caralho. Já disse que não gosto por trás. – Então, nada feito. Deixa eu terminar de te dar banho e vou te jogar na cama. – Não, não e não. Quero, primeiro, leitinho quente. - Disse ela, com voz engrolada. Ele permitiu que ela continuasse o chupando. Os ca- belos molhados da loira tocavam em seu pau, causando-lhe uma sensação estranha. Ela disse: – Quando estiver para gozar, me avisa… – Vai. Mama. Mas para de falar. E punheta esse caralho também. Quando estiver perto, te digo… Ela se empenhou mais na chupada. Gemia, enquanto fazia a felação, masturbando-o também. Então, pouco de- pois, sentiu o pênis dele inchar. Sem aviso, se levantou da privada, virou-se de costas e levantou uma perna, apoiando o pé na tampa. Gemeu: – Agora. Agora eu deixo. Vai… mete de uma só vez… arromba esse cu de fêmea… Ele não fez com violência, como da vez anterior. Apon- tou a pica e ficou fazendo círculos com ela em seu buraqui- nho. Ela afrouxou as pregas, abrindo as nádegas com as duas mãos. Ele colocou só a cabecinha. - Vai, puto. Para de me negar esse caralhooooooo… Ele a beijou no cangote. Enfiou a língua em seu ouvi- do. Mordeu-lhe o lóbulo da orelha. Quando ela estava con- centrada naquele prazer, enfiou mais um pouco do cacete no
  • 25. SEXO EM CORES 25 ânus dela. Ela choramingou: – Ou empurra de vez, ou tira. Não me deixe nesse sus- pense, puto. Estou quase gozando… Ele não ligou para as suas palavras. Retirou toda a pica, para depois tornar a enfiá-la, cada vez mais profundo. - Vai, vai vai, vaaaaaaaiiiiiiiiiii. Mete todaaaaaaaaaaaa- aa… Ele começou a cavalgá-la suavemente. Não tardou a fazê-la gozar. Ela espirrou um jato esbranquiçado contra a parede do banheiro. Gritou: – Pooraaaaaaaaaa, eu nunca tinha enguiçado gozo as- sim, putooooooooooo...
  • 26. SEXO EM CORES26 4. Enquanto ela fingia dormir Obanho não tirou o efeito da bebida ingerida pela dele- gada. O negrão a carregou nos braços, ainda molhada, e a deitou na cama. Ela começou a tremer de frio. Ele a co- briu com um lençol limpo e sentou-se ao lado dela, na borda da cama. Cerca de duas horas antes, tinha levado Adriana para casa, onde estava o filho. Este estranhou a moça ter sido trazida, mas não fez perguntas. Ela olhou para ele acanha- da, mas entrou na humilde residência. O rapaz perguntou: - Você já comeu? Papai, eu sei que não gosta da minha comida. - Qual é o rango? - Indagou ela. - Uma gororoba de ontem, mas acho que ainda dá pra comer. - Bem, vocês se resolvam. Vão passar uns tempos jun- tos, até eu resolver a bronca. Vou ter que sair. Só volto ama- nhã.
  • 27. SEXO EM CORES 27 Depois que o negrão saiu, a mocinha falou: - Posso dar uma olhada na cozinha? Se tiver os ingre- dientes, faço uma lasanha, já que nunca mais comi. - Não sei fazer lasanhas. Venha comigo. Também adoro lasanha. Adriana estava com uma bolsa escolar às costas. Tirou -a e depositou-a encima do sofá. Quando se dobrou, quase deixou ver o fundo da sua calcinha, pois usava um vestido curto, quase uma minissaia. O rapaz ficou de pau duro. Mor- deu os lábios de tesão. Quando se voltou, ela percebeu seu olhar de gula, mas não comentou. Apenas sorria contente, quando ele a levou até a cozinha. Estivera excitada com a conversa que teve com o pai do rapaz, e tinha achado o jovem bonito. Seus olhos azuis, como os do negrão, lhe chamara à atenção. Por isso, quando passou na frente dele, já dentro do modesto cômodo, roçou-lhe a bunda no cacete. Percebeu que este já estava duro. Sorriu mais ainda. Terminaram de comer em silêncio, e ela perguntou onde dormiria. Ele ficou meio envergonhado. Disse: - Só temos uma única cama, onde dormimos meu pai e eu. Então, você dorme nela e eu me acomodo no sofá. Ao menos, por hoje. Acho que meu pai foi em busca de um col- chonete, para te acomodar. - Não tem problema. Hoje, você pode dormir comigo. Estou cansada, e num instante pegarei no sono. - Ela disse, com uma carinha sonsa. Ele animou-se. - Então, vem cá, para eu te mostrar a casa. Pegue sua mochila e venha para o quarto. ´- Gostaria de tomar um banho, antes. - Oh, claro. Mas advirto que nosso banheiro não tem porta. - Tudo bem. Eu confio em você. Não vai querer me
  • 28. SEXO EM CORES28 olhar tomando banho, não é? Ele ia dizer que sua pretensão era essa, até porque ainda estava excitado da chupada interrompida da delegada. Mas não quis espantar a presa. Ela torcia para que ele a fosse “bre- char” ao banho, mas também não quis se insinuar muito. No entanto, estava também doida de tesão, só pensando em safa- dezas. Por isso, antes de entrar no banheiro, ela disse: - Olhe para lá. Vou me despir… Claro que olhou “para lá”. Não tirou os olhos da bun- dinha arrebitada dela. Ela fez que não percebeu, ficando to- talmente nua. Entrou debaixo do chuveiro de costas para ele. E não se virou, pois sabia que o jovem estava ali, em pé, na porta. Empinou a bunda, para lavar a xoxota. Ele não aguen- tou mais olhá-la e saiu de lá. Foi para fora, e procurou um local escondido, para bater uma punheta. Ela percebeu sua saída e ficou frustrada. Mas pensou que aquela noite ele não escapava: iria foder-lhe, nem se tivesse de esfregar a boceta na cara dele, para dizer a que veio. Ela acabou de tomar banho e vestiu apenas uma calci- nha. Deitou-se na cama e se cobriu até o pescoço. Arrepen- deu-se e baixou o lençol de forma desajeitada, descobrindo os seios. Virou a cabeça para o lado da parede e fingiu dormir. Até ressonava, como se estivesse a sono solto. Ouviu quando o jovem entrou no quarto. O rapaz não conseguira um local propício para bater uma punheta. Apesar do adiantado das horas, havia vizinhos por perto, acordados. Ficou frustrado. Voltou para dentro de casa, quando não ouviu mais o barulho da água do chuveiro. Deu um tempo, até que o tesão arrefeceu um pouco. Ainda estava de caralho meio bambo, quando entrou. Achou que ela já estivesse dormindo e deitou-se de bermuda, ao seu lado.
  • 29. SEXO EM CORES 29 Ela percebeu sua aproximação e sorriu. Continuou fingin- do dormir. Ele esteve um tempo olhando pro teto, tentando acalmar a vontade de fodê-la. Mas era grande a necessidade de boliná-la. Os seios à mostra o deixava doidão. Devagar, baixou mais o lençol, para saber se ela estava sem calcinha. Com muito cuidado, apalpou-a sobre o tecido. Ela suspirou, pois estava ansiosa. Ele parou, temendo acordá-la. Mas logo voltou a mexer com ela. Meteu a mão lentamente, entre a cal- cinha e a boceta, querendo encontrar-lhe a racha. Estava mo- lhadinha. Com jeito, enfiou o dedo ali. Ela mexeu-se de novo, e por pouco ele não desiste. Ele meteu o dedo profundamente e ela suspirou. Ele jurava que ela tinha gemido. Adriana vi- rou-se de lado, encostando a bunda nele. O coração do rapaz ribombava, de tão nervoso. Havia puxado a mão rápido, an- tes que ela acordasse. Mas a proximidade do bundão com seu pau lhe rea- cendeu a vontade de foder. Como ficou difícil acertar a greta, levou a mão a um dos seios dela. Mexeu no biquinho e ele ficou durinho. Ele animou-se. Será que ela estava acordada? Resolveu arriscar. Baixou a bermuda de elástico e en- costou o pau na bunda dela. Ela não se recolheu. Ele afastou um pouco a calcinha e tocou com a cabeçorra no ânus dela. Ela, mais uma vez, se mexeu. Gemeu: - Nãooo… Ele parou. Deu um tempo e tentou novamente. A cabe- ça da pica invadiu um pouco o buraquinho. Ela voltou o rosto para ele, já de olhos abertos. Ficou olhando-o, por uns segun- dos. O coração dele queria disparar. Mas ela sorriu. Virou- se totalmente e deitou a cabeça em seu peito. Levou a mão ao seu cacete duríssimo. Afagou-o um pouco, depois desceu com o rosto em direção ao seu caralho. Quando o tocou com a boca cheia de saliva, o jovem deu um gemido arrastado. Ela
  • 30. SEXO EM CORES30 ajeitou-se melhor, de forma a chupar o seu pênis. Fê-lo com maestria, como se fosse uma experiente profissional. - Não goze depressa. Temos a noite toda… Ele balançou com a cabeça, afirmando ter entendido. Ela chupava suavemente, quase sem tocar-lhe a glande. Ape- sar de a peia ser enorme e grossa, a boca dela a acondicionava bem. Ele sentiu a baba dela lhe escorrer pelo membro erétil e fechou os olhos, evitando gozar. Percebeu que ela se mastur- bava, enquanto o chupava, e levou a mão à tabaca dela. Ela lhe afastou sua mão. Subiu sobre ele e posicionou a boceta em seu rosto. Ele lambeu-a bem no grelo e ela deu um demorado gemido, interrompendo a felação. Depois voltou a mamá-lo, com mais gula. Ele apontou o dedo para o seu furico e enfiou -o lá. Ela voltou a gemer, cada vez mais alto. Quando a falan- ge penetrou toda, ele ficou mexendo lá dentro. Ela elasteceu mais o ânus, e ele pode masturbá-la com mais comodidade. Num instante, ela estava gozando. Mamou-o com mais inten- sidade, e ele teve que se prender muito, para não gozar ainda. Então, ela inundou seu rosto de gozo, tendo orgasmos múltiplos, com jatos tão fortes que o deixou sem fôlego. Fi- nalmente, ele também gozou.
  • 31. SEXO EM CORES 31 5. Ela tinha marido Sara Menezes acordou no meio da noite. Deu um sal- to da cama, quando viu um homem sentado per- to dela. Acalmou-se, quando percebeu que era o ne- grão. Ele assistia ao vídeo onde aparecia o falecido filho dela, numa tevê do quarto. O homem perguntou-lhe: - Teu filho usava arma? - Bruno? Claro que não. É certo que algumas vezes de- monstrou curiosidade pela que eu uso, mas nunca o deixei nem pegá-la. Por quê? - Olhe com atenção para a sua imagem no vídeo: ele parece estar armado. Dá para ver o cabo de uma pistola sob a camisa. O outro que está abraçado à mocinha, também. - Porra, onde conseguiu essa fita? - Eu te dei ontem, não lembra? Mas acho que você esta- va bêbada demais para querer perceber o que tinha em mãos. - Puta que me pariu. Agora, estou entendendo: meu
  • 32. SEXO EM CORES32 pobre filho era corno e não sabia. Ou será que sabia? - Eu acho que sim. Ache a mocinha, e ela vai confirmar que namorava o cara que está abraçado a ela. O que está, tam- bém, com uma arma. Não dá para perceber se os outros estão armados. Eu acho que não. - Espera um minuto… - Disse ela, correndo para a sala. Abriu uma gaveta e exclamou: - Caralho! Minha arma sobressalente não está aqui. Ele deve ter pego. Um momento. Deixa eu ligar pro sargento… Pouco depois, ela dizia: - Tem certeza de que não encontraram nenhuma arma com ele? Então, quem o matou a levou. A pistola que guar- do em casa sumiu. Mas as caixas de balas estão todas aqui. Então, a arma estava descarregada. Ficou fácil para alguém esmurrá-lo e tirar-lhe a arma das mãos. O resto, já sabemos. - E o que devemos fazer, dona Sara? - Prenda todos os quatro para averiguação: os três ami- gos dele e a catraia que eu jurava que era sua namorada. Mas ela parece mais ser uma testemunha. Os outros são mais im- portante. E não falhe, desta vez. Ela desligou. Depois, perguntou para o negrão: - Quem você acha que é o assassino? O namorado da catraia? - Difícil dizer. E não quero me meter nessa porra. Des- cubra você. - Deixa de ser chato, homem. Estou te pedindo ajuda. Será que não percebe? - Não quero me envolver nisso mais do que já estou. Se não precisar mais de mim, vou embora. E não vou carregar teu lixo pra fora… Ela o beijou suavemente nos lábios. Massageou leve- mente seu cacete. Perguntou:
  • 33. SEXO EM CORES 33 - Como é o nome dele? - De quem? - Deste grande caralho, porra. - Bruno. - Bruno? Como meu filho? Caralho. Perdi um e ganhei outro. Obrigada, meu Deus. - O que pretende fazer? - Agora? Agora pretendo me aproveitar de Bruno, pois eu estava tão bêbada que nem me lembro de ter fodido. E ela sentou-o num sofá sem braços. Abriu bem as per- nas e acomodou-se em seu colo, de frente para ele, deixando as tetas à altura da sua boca. Ele as mamou, uma a uma. Tre- mulou a língua nas duas, dando-lhe um arrepio de prazer. Ela apoiou-se no encosto do sofá e apontou o caralho dele para a vulva. Esta já estava encharcada. Ela voltou a cabeça para o teto e se enfiou devagar e sempre. - Uhmmmmmm, eu gosto é assim… Ele, no entanto, enfiou-lhe um dedo entre as nádegas. Ela gemeu: - Você não desiste, não é? - Eu adoro um cu. Ela soltou o corpo e se enterrou no caralho dele. Deu um gemido demorado. Ele deixou-a se encaixar e enfiou mais o dedo lá, no cuzinho dela. Ela começou os movimentos de cópula e ele continuou lhe sugando os seios. Agora, ela quase urrava de prazer. O dia já estava amanhecendo. A luz do sol que invadia o ambiente recortava as silhuetas dos dois foden- do. Ele parou de lamber e apertou as mamas dela. A delegada apertou-se mais a ele. Logo, estavam os dois gozando ao mes- mo tempo. Mas desta vez ela não esguichou esperma. O sol já estava alto, quando os dois acordaram com o barulho da cigarra. Ela exclamou:
  • 34. SEXO EM CORES34 - Puta que pariu. Deve ser meu ex-marido. Ele deve ter vindo pro enterro de Bruninho, que é hoje à tarde. Caralho. O pior é que ele vai ter que entrar, pois veio de Sampa para cá. Esconda-se em algum lugar. Ele não deve te ver. - Não vou me esconder em caralho nenhum. A menos que você ainda esteja casada com ele e o ame. - Não, não o amo. Mas ele detesta negros, e eu quero evitar um escândalo entre vocês. - Problema dele. Não vou sair da cama. - Puta merda, você é chato mesmo. Não diga que eu não avisei. E vocês não poderão ir às tapas, pois ele é capaz de te prender: é delegado, como eu. - Ele que tente. Tenho você como minha testemunha de que fui agredido. - Agora, fodeu… estou entre dois fogos. Fica aí. Não saia da cama, haja o que houver. O coroa forte entrou fungando o ar. Perguntou: - Estava fodendo? Sinto cheiro de sexo no ar. - Não é da tua conta. Já estamos há muito divorciados. - Mas eu ainda te pago o aluguel, sua vadia. - Pagava. Com a morte do Bruninho, não vai ser mais preciso, pois você pagava moradia para ele. - Mas não para você trazer machos para cá, sua puta. - Eh, cuidado com o linguajar, que você está na casa alheia. - Ouviu-se uma voz lá do quarto. A delegada escondeu o rosto com as mãos. Sabia que ia começar um inferno, em pleno apartamento. O ex-marido sacou uma pistola e foi em direção ao quarto. O negrão já o esperava perto da porta. Deu-lhe um murro, sem que o cara esperasse, que lhe quebrou o nariz. Mas o delegado não sol- tou a arma. Recebeu um golpe de caratê no antebraço que o fez largar a pistola. Um segundo murro, desta vez o fez beijar o chão. O cara não mais se moveu.
  • 35. SEXO EM CORES 35 - Dê-lhe as minhas condolências pela morte do filho. Vou-me embora. - Disse Bruno, vestindo as roupas. - Puta merda. Você é fodinha! Meu ex-marido vai ficar uma fera, quando acordar. - Problema teu e dele. Já fiz a minha parte. - Rá rá rá. - Zombou ela. Ele não ligou. Terminou de se vestir e abriu a porta. Ela correu até ele e abraçou-se ao seu corpo. Disse: - Obrigada. Não deixe de voltar aqui. Mas deixa eu do- mar a fera primeiro. Depois, te ligo. Ele não respondeu. Foi-se embora. Quando o negrão chegou em casa, o filho estava abra- çado à jovem, ambos nus, dormindo. Ele fez uma cara preo- cupada, mas não acordou os dois. Tomou um banho e depois fez um rápido lanche. Quando já ia sair de novo, o casal acor- dou. Vieram nus à cozinha. A mocinha não parecia empu- lhada diante do negrão, por causa da nudez. Agia como se estivesse vestida. - Bom dia, pai. - Bom dia, tio. - Cumprimentou ela. Ele não respondeu. Continuou se ajeitando para sair. O rapaz perguntou: - O que houve com a mão? Está sangrando. - Acidente de percurso. Nada grave. Mas, se eu fosse você, não me envolvia com essa mocinha. Ela pode ser presa a qualquer momento, por cumplicidade num crime. - Acho que devíamos ajudá-la, pai. - Pois eu já acho que fiz muito. E te aviso: ela não presta. A mocinha estava sorrindo. Também gostava daquele coroa. Ainda daria uma foda com ele. Deixou o cara sair, de- pois disse: - Vou precisar que faça um favor para mim. - Qual?
  • 36. SEXO EM CORES36 - Comprar uns baseados. Não tenho muito dinheiro. A menos que você me empreste algum. - Baseado? Nem pensar. Se meu pai souber que você se droga, te expulsa imediatamente daqui. - Mas ele sabe. Eu disse a ele. - E, mesmo assim, te trouxe? Estou estranhando… - Compra, ou não compra? Ele esteve pensativo, depois disse: - Está bem, eu compro. Mas não tenho dinheiro. - Não tem importância. Te faço um bilhete e tu leva ao meu fornecedor.
  • 37. SEXO EM CORES 37 6. Gozando pelo cu Ocoroa levantou-se, levando a mão ao nariz que- brado. Topou com um curativo ali. Olhou em volta, depressa. O negrão já não estava por perto. - Cadê ele? Cadê aquele tição de carvoaria? - Te derrubou e foi embora. Sorte tua. Se fosse eu, teria te tirado a arma e atirado em tu com ela. E alegaria legítima defesa. - Você é uma devassa. Com tanta gente para foder, es- colhe logo um negro. - Um negro bem melhor de cama que tu, diga-se de passagem. Mas não estou afim de discutir. Tome um banho e vista-se, pois, está quase na hora do enterro do nosso bebê... – Ela disse choramingando. *********************
  • 38. SEXO EM CORES38 A cerimônia foi simples. A moça que pensavam ser na- morada dele não estava lá. Nem os outros, que que tinham sido vistos no vídeo, antes do assassinato. Apenas uns poucos alunos, da escola onde ele estudava, compareceram. Nenhum negro. Inclusive, o ex-namorado da delegada. Ela achou es- tranho essa ausência do pessoal de cor. Será que o filho era mesmo racista? Esperou o último apresentar as condolências e depois entrou no carro com o ex-marido. Ele tinha um curativo no rosto e um braço na tipoia. Esteve o tempo todo olhando em volta, talvez procurando pelo negrão que o agrediu. O sar- gento Milton conduzia a viatura onde estavam. Informou: - Achamos uma testemunha. A mulher deve ter uns se- tenta anos, e não enxerga bem. Mas afirmou que ouviu três tiros, e não dois, como pensávamos. - Muito bem, sargento. A partir de agora, eu assumo as diligências – Disse o coroa – e você se reporta só a mim. - Um caralho! Eu sou a titular da delegacia. Temos a mesma patente. Você é quem deve se reportar a mim. – Re- bateu a delegada. - Sinto muito, mas ela tem razão, senhor. Não posso te dizer nada que não seja autorizado por ela. - Então, deixem-me aqui. Vou investigar por conta pró- pria. E não direi nada a vocês. – Disse o homem, descendo do carro. - Que seja. Mas vá se hospedar em algum hotel. Não quero você lá em casa. O cara não respondeu. Pegou um táxi e seguiu para destino ignorado, já que não sabia quem era a testemunha identificada. Sara Menezes foi para a delegacia. O sargento havia in- formado que a testemunha a aguardava lá. Conversou com ela, mas não conseguiu nenhuma informação a mais. A mu-
  • 39. SEXO EM CORES 39 lher era bem míope, e não sabia nem quantas pessoas esta- vam com o rapaz assassinado. Mas insistia em dizer que ou- vira três disparos. Um deles, cerca de cinco minutos antes dos outros. Ela dispensou a mulher, mas continuou matutando. Sentiu necessidade de conversar com o negrão e ligou para ele. O cara estava com o celular desligado. Telefonou para o filho dele: - Oi, teu pai está por aí? - Não, senhora. Aliás, estou fora de casa. Não sei dele. – Mentiu o rapaz, pois não queria que ela visse a mocinha que estava em sua residência, caso fosse lá. Ele, realmente, estava na rua, intencionado a comprar a droga para Adriana. Mas estava nervoso. Se o pai soubesse que fez aquilo, ficaria muito zangado. E, nem por sonho, que- ria o pai zangado com ele. - Okay. Diga a ele que estou querendo falar-lhe. - Eu te dei seu telefone. - Mas ele não atende, aquele porra. - Talvez não queira falar com a senhora. - Bem observado. Então, dê-lhe o recado de que estou esperando-o lá em casa. - Ué, já estão fodendo, vocês dois? - Não é da tua conta, garoto. Vá cuidar da tua vida. – E desligou. Mais uma vez, o jovem ligou para o pai e deu o recado. Perguntou se podia dar o telefone certo dele à delegada, mas o negrão disse que ele mesmo faria isso. O rapaz disse estar fora, fazendo umas compras, e perguntou se o pai ia voltar cedo. Ele disse que só voltaria no outro dia, confirmando as suspeitas do filho de que estava trepando com a policial. Depois que desligou, o jovem seguiu para onde esta- va indo: uma favela bem no centro do bairro nobre de Boa Viagem. Entrou numa rua estreita, cheia de casebres. Gente
  • 40. SEXO EM CORES40 mal-encarada olhava para ele. Um garoto perguntou: - O que está fazendo aqui, cabrão? Quer ser assaltado? - Estou procurando um tal de Edmundo. Tenho um re- cado para ele. - Me dê o recado. Eu repasso pra ele. - Não. Me disseram que tinha que ser com ele mesmo. O garoto de cerca de doze anos pegou um celular e fez uma ligação. Depois, sacou um revólver, das costas, quase maior que ele. Disse: - Tire toda a roupa e venha comigo. O jovem olhou em volta e vários olhares hostis recaíam sobre ele. Resolveu colaborar. Tirou tudo o que vestia e ficou só com o envelope com o bilhete na mão. - Porra, que caralho grande do caralho! Mundinha vai adorar. Pouco depois, estavam diante do chefe do tráfico da fa- vela. Era um travesti alta e bonita, que estava sentada numa poltrona como se estivesse num trono. Ele ordenou: - Me dê o recado e senta aí. Depois de ler, cuido de tu. Ele deu. Sentou-se num velho sofá, entre duas mulhe- res visivelmente drogadas. Uma delas foi logo pegando no seu pau. O travesti gritou: - Ninguém mexe com ele antes de mim, ouviu querida? A mulher recolheu a mão. O rapaz suspirou. Mas sabia que entrara numa roubada. Com certeza, o boiola iria querer transar com ele. O traveco leu o bilhete, depois perguntou: - Tu também fumas, ô meu gato? - Não. Não curto drogas. - E o que está fazendo aqui? - Você não sabe ler? O travesti deu uma gostosa risada. Disse:
  • 41. SEXO EM CORES 41 - Oooooh, ele é cheio de onda. Merece uma lição, não é, meninas? As mulheres não responderam. Estavam tão chapa- das que nem devem ter ouvido a pergunta do traficante. Ele olhou para três asseclas que estavam de vigia, perto, e fez um sinal. Todos deixaram as armas de lado e se aproximaram do rapaz. Este disse: - Três é covardia, mas podem vir. Foram e se arrependeram. O jovem acertou um mur- ro na cara do primeiro, derrubando-o de costas. Os outros investiram contra ele, mas o rapaz os recebeu com golpes de pernas. Derrubou os outros dois. Rosnou: - Fiquem no chão, ou não me responsabilizo do que posso fazer. Não ficaram. Outro erro. Levaram mais murros do jo- vem e foram postos fora de combate. Mas o negro se descui- dou e foi abatido por um golpe de caratê, na nuca, desferido pelo travesti. - Puto corajoso. E luta bem. Gostei dele. Não quero que o machuquem. Amarrem-no naquela cama que eu mesmo quero cuidar dele. – Disse, se dirigindo a outros que estavam por perto, todos armados de pistolas e metrancas. ********************* O delegado havia pego um táxi e se dirigira a um luxu- oso apê naquele mesmo bairro. À entrada do prédio, o revis- taram. Ficaram com sua pistola. - Guarde-a com carinho, que eu a quero de volta. Foi levado à presença de um coroa bonitão. Este, ao vê-lo, quase correu a abraça-lo. Estava contente. Disse: - Pôrra, meu irmão, que prazer revê-lo. Por onde an- dou? - Estou delegado em São Paulo. Mas vim aqui te pedir um favor.
  • 42. SEXO EM CORES42 - Sou todo ouvidos. - Assassinaram meu filho. Já deve ter visto a notícia na tevê. Quero quem o matou. - Não foi gente minha, se é o que está pensando. Mas posso ver isso para você. - Outra coisa: tem um negro safado que anda comendo a minha ex. Quero que lhe deem uma surra. Daquelas bem dadas. - Sabe quem é o cara? - Um pilantra que vivia me dando trabalho, quando eu era delegado daqui. Um tal de Bruno. Lembra-se dele? - Claro que sim. E sei onde mora. Tenho uma conta em aberto com ele. - Pois bem, me faça esses favores e pode contar comigo pro que der e vier. - Eu cuidarei disso pessoalmente. Já vai? - Sim. Estou cansado da viagem. E a porra desse braço dói prá caralho. - O nariz foi um presente do negrão? - Claro. - Deixa comigo. Considere-se vingado. Assim que o delegado saiu, o coroa chamou dois se- guranças parrudos a ir com ele. Entraram num carro e se- guiram direto para a favela. Deixaram os três entrar, sem nenhum incômodo. Até cumprimentaram respeitosamente o cara, quando ele passava. Pararam justamente na frente da casa onde estava o traveco. O coroa entrou, acompanhado dos seguranças armados. Viu o jovem amarrado na cama. Reconheceu-o. Perguntou ao travesti: - O que ele faz aqui? - Veio comprar droga pra tua enteada. - Adriana veio com ele? - Não. E não sabemos dela. Sumiu de casa desde ontem. Perguntamos ao irmão.
  • 43. SEXO EM CORES 43 - Porra, o negrão lhe deve ter sequestrado. Duvido muito que ela esteja lá na casa dele. Aquele cara é esperto. Mas eu quero ele. Achem-no e lhe deem uma surra daquelas. Fotografem o desgraçado, pois quero uma prova de que está quebrado. - E o garoto bonito, de olhos azuis? - Tratem-no bem, e não o deixe se escapulir. Qualquer coisa, teremos um refém para negociar com o negrão. Cuida- do com o pai. É perigoso. - Posso, ao menos, dar uma foda com esse rapazinho aí? - Melhor não. Mas pode deixar alguma viciada trepar com ele, contanto que não esteja infectada, fui claro? - Por que o protege? - Eu o conheço. É um ótimo rapaz. E devo favores ao pai dele. - Mesmo assim, pretende dar uma surra nele? - Negócios. Apenas negócios. Mas devo minha vida a ele. Certa vez, os meganhas atiraram em mim. Ele me escon- deu na própria casa e cuidou de mim durante vários dias, até que eu sarasse. - Porra, bofe. Assim é sacanagem com o cara. - Faça o que eu mando. E não me chame disso que você falou. Mais respeito! - Desculpe, chefe. – Baixou a cabeça o traveco – Con- sidere feito. Quando bruno chegou ao apê de Sara, ela estava nua. Porém, novamente, bêbada. Abriu-lhe a porta e se jogou nos braços dele. A mão foi de pronto ao pênis do cara. Despiu-o com urgência, quando percebeu o membro duro. Abocanhou o caralho rijo e ele temeu que ela o mordesse. Ela parou de chupá-lo, para dizer: - Hoje eu deixo você fazer o que quiser de mim... - Continua chupando. Depois eu decido o que você
  • 44. SEXO EM CORES44 merece. - Eu mereço gozar bem muito. Estou carente de pica. - Fodemos ontem. - Achei pouco. E nem senti, pois estava bêbada. - Hoje, também está. - Não ligue para isso. Foda-me muito e pronto. - Você nem vai sentir. - Tudo bem. Depois fodemos de novo, quando eu esti- ver boa da cachaça. - Então, vira esse cu para mim. Ela virou. Ele lambuzou a pica com saliva e apontou seu buraquinho. Ela fechou os olhos, pressentindo a dor. Ele parafuseou a pica nas pregas dela, antes de enfiar devagar. Ela gemeu demoradamente. Ele retirou a pica, quando entrou a cabeçorra. - Vai, não tira. Não tira. Continua, porra. Eu já estava me acostumando... Ele voltou a enrabá-la, mas com suavidade. Movimen- tou o corpo, socando só na entrada do cu, sem deixar entrar muito. Aos poucos, o ânus foi ficando mais relaxado. Dila- tou-se, e ele empurrou mais alguns centímetros. Aí, ela se empalou de vez, jogando a bunda contra o caralho dele e o engolindo totalmente. - Agora me fode... vaiiiiiiii...... Ele ficou parado. Ela mordeu a pica dele com o cu. Fez isso várias vezes. Só então, ele começou os movimentos, fo- dendo-a lentamente. À medida em que ela aumentava o som dos gemidos, ele apressava as bimbadas. Ela levou as mãos à bunda dele, puxando-o mais para si. Estavam em pé. Ele ajei- tou-se e meteu rola. Logo, ela sentia prazer no anal. Urrava: -Tôgozando.Tôgozando,porra.TôooooGooooooooo- zando pelo cuuuuuuuuuuuu...
  • 45. SEXO EM CORES 45 E lançou um jato forte de esperma, pela vagina, para ele saber que ela não mentia.
  • 46. SEXO EM CORES46 7. Marina, você se pintou Interromperam o coito, ao ouvirem passos se aproximando da porta de entrada do apartamento. Ele foi mais rápido e pegou a arma da delegada, antes dela. Bem no momento em que arrombavam a porta, talvez com um pontapé. Dois su- jeitos parrudos apareceram, cada um com uma arma branca na mão. Um deles empunhava uma espada, como um samu- rai. Talvez, para que os vizinhos não ouvissem o barulho de disparos. Foi o primeiro a levar um tiro no peito. O ou- tro, vendo que não conseguiria atingir o negrão, rendeu-se. - Quem te mandou aqui? - Meu chefe, claro. - Sei quem é o chefe dele. É o maioral do tráfico da fa- vela daqui. – Informou a delegada. - Raimundo do Tráfico? Por que ele me quer morto? - Não te quer morto. Pediu-nos para te dar uma surra, mas que o deixasse vivo. Acho que foi ordem de alguém. Ne-
  • 47. SEXO EM CORES 47 gócios. Só negócios. - Ordem de quem? - Adivinha, porra. Não é difícil descobrir. Você deve ter incomodado alguém poderoso, recentemente. O negrão atirou no peito do cara. Ele caiu, de olhos arregalados. A delegada falou: - Puta que te pariu. Não precisava matá-los. Eu os pren- deria e serviriam de testemunhas. Mas já sei: legítima defesa, não foi? - Claro. A arma é tua e eles invadiram o teu apê. Você tinha de se defender, pois acordara assustada. - Maldito filho de uma égua. Pensa em tudo. Agora, me deixa. Vá-se embora. E não precisa levar o lixo. Tenho que ligar para o sargento e comunicar-lhe o ocorrido. Vai ser uma noite longa e agitada. O que você pretende fazer? - Visitar teu ex-marido. Sabe onde o encontro? ********************* O delegado acordou com uma pancada no nariz que- brado. Deu um grito e levantou-se. Deparou-se com o cano de uma pistola. - Não vim te desejar uma boa noite. Mas só porque es- tou com pressa, para foder um safado mal-agradecido que andou te ajudando. Nem bem terminou de dizer isso, deu outra pancada mais forte, com a coronha da arma, na testa do cara. Este caiu desmaiado. Não satisfeito, quebrou-lhe o braço sem tipoia. Ele acordou gritando de dor, só para sucumbir de novo, por causa de outra coronhada recebida. O negro guardou a arma dentro da gaveta, de onde a tinha tirado, pouco antes de acor- dar o sujeito. Depois, foi-se embora. Mais uma vez, evitou a recepção do hotel. Saiu por onde entrara: uma porta dos fundos, por onde retiravam o
  • 48. SEXO EM CORES48 lixo. Pouco depois, pegava um táxi para ir à residência do chefão do Tráfico. Quando chegou lá, foi barrado no portão. Três caras marrentos o impediram de entrar. Ele falou: - Diga a teu chefe que estou aqui. Que venha logo, antes que eu cisme de entrar. - Tente. – Disse um negrão, postando-se na frente dele. Levou um chute entre as pernas que o fez arriar de dor. Os outros não se alteraram. Um deles perguntou: - O que tu quer com o chefe? - Só conversar. Não estou armado e vocês podem vir comigo. Um deles sacou um celular e fez uma ligação. Dez mi- nutos depois, o maioral do Tráfico apareceu de pijama. Veio sorrindo: - Bruno, velho amigo... O que mandas? - Eu não mando. Você, sim, mandou dois candidatos a defunto atrás de mim. Quero saber o porquê. E não me enro- le. Posso ficar brabo, de repente. Ele riu. Mostrou seus dois homens armados. O negrão mostrou o que estava caído. O traficante deu uma gargalha- da. Disse: - Vamos entrar e conversamos. Pouco depois, o negrão estava sentado numa confor- tável poltrona, diante de uma mulher ruiva belíssima e do traficante. Ela perguntou: - Onde está minha filha? O que fez com ela? Eu a troco por teu filho. - Como assim? Cadê meu filho? - Não sabe que ele foi sequestrado, não é? Sei quem está com ele. Troco-o pela filha de Marina, que está em teu poder... - Disse o traficante. O negrão logo entendeu o que estava acontecendo: rap-
  • 49. SEXO EM CORES 49 taram seu filho, sem saber que a mocinha estava em sua casa. Pediam um resgate, mas bastava ter dado uma olhada em sua residência. A menos que a moça tivesse fugido. Isso compli- caria a atual situação. - Qual a garantia de eu ter meu filho vivo de volta? - Eu te garanto, só isso. Te devo uma parada, mas quero a filha da minha mulher de volta. Fazemos negócios? - Antes, vou tentar salvar, eu mesmo, meu filhote. De- pois, conversamos novamente. - Cabra teimoso. Posso muito bem alertar quem está com ele, e os caras vão te esperar preparados. E ainda tu po- des ser preso, se mexeu com o delegado. Fez o que eu penso? - Sim, fiz. - Então, fodeu. O cara deve estar uma arara. Melhor eu te entregar para ele. Aí, você não poderá salvar teu filho. O negrão esteve pensativo. Depois, falou: - O que propõe? - Traga a menina aqui e eu mando trazer teu filho. Por bem ou por mal. Melhor: você fica aqui, enquanto eu vou com os meus, resgatar teu menino. Quando eu o trouxer, tu vais buscar a menina. - Feito. Quando o marido saiu, o negrão aguardava na sala, guardado por dois homens, quando a ruiva se aproximou dele e cochichou: - O que fez com a minha filha? Por que a sequestrou? - Eu a salvei. Ela me pediu isso. - Como assim? - O namorado bateu nela. A Polícia o está procurando. Com medo dele achá-la, pensando que ela abriu o bico, tua filha pediu para ficar lá em casa. Neste momento, ainda deve estar lá. - Então, vamos nós dois lá. Vou me livrar dos seguran- ças e saímos. Se estiver dizendo a verdade, nós a traremos de
  • 50. SEXO EM CORES50 volta e eu a protejo aqui. – Disse ela, apreensiva. Pouco depois de driblar os homens do traficante, esta- vam na residência do negrão. A mocinha estava lá. Assustou- se quando viu a mãe. Abraçou-se com ela, chorando. Ambas estavam em prantos. Quando se acalmaram, o negrão disse: - Pronto. Agora vamos voltar. Quero estar lá, quando teu marido chegar. - Não. Para lá, eu não volto. – Surpreendeu o sujeito, a fala da mulher. - Ué, por quê? - Ele é mau comigo. Me bate quase sempre. Tem muito ciúme. Como traí meu marido para ficar com ele, acha que eu faria isso com outro. - Mas mãe, a senhora sempre nos disse que meu pai é que te tinha trocado por outra... - Eu menti, filha. Sinto muito. Você é filha dele, en- quanto teu irmão é filho do meu ex. Mas o atual, que eu achei que me amava, não te assume. Insiste que também és filha do meu marido. - Bem, eu tenho que voltar. Vocês decidem. - Podemos ficar aqui? Sim – Disse o homem, saindo. –, mas eu não aconse- lho. Alguém pode ter te visto e teu marido tem muitos olhei- ros. Melhor ficarem nalgum motel, os três. Será mais difícil dele achar vocês. - Não temos dinheiro. - Nem eu. Então, me esperem aqui. Traga teu irmão para cá, Adriana. - A polícia o esteve procurando. Ele sumiu. Mas tenho o telefone dele. - Ligue para ele e o encontre. Expliquem-lhe o que está acontecendo. Quando eu te ligar, já terei encontrado um lu- gar para vocês ficarem.
  • 51. SEXO EM CORES 51 Pouco depois, ele telefonava para a delegada: - Oi, sara. Dessa vez sou eu que preciso de dois grandes favores teus... ********************* Quando voltava da casa do travesti, trazendo o filho do negrão, o traficante foi parado por três viaturas da Polícia. Nenhum dos policiais era daqueles comprados por ele. Falou: - O que é, policial? Estou com pressa, e não tenho tem- po a perder. - Deixe o rapaz sair. Você e teus comparsas desembar- quem, e virem-se de costas. Quero ver se têm armas. Era o sargento Milton quem comandava a operação. O rapaz saiu imediatamente, antes que os sujeitos o impedis- sem. Disse ao policial: - Fui sequestrado, sargento. E esse cara aí foi o man- dante. Nenhum dos homens desceu do carro. O clima estava tenso. Os policiais apontavam suas armas para o trio dentro do veículo. - Proteja-se atrás de nós, garoto. E vocês, não vou repe- tir: desçam com as mãos para cima. O traficante fez um sinal e seus homens saíram do car- ro. Foram alijados de suas armas. Depois, foi a vez do chefe do Tráfico. - O que vem a ser essa palhaçada? - Perguntou. - Recebemos uma denúncia de que você tinha raptado o rapaz. Ele acaba de confirmar. Então, vocês estão presos. - Quero um advogado. - Terão, mas na delegacia. Quando chegou lá, o traficante viu o delegado. Ele ti- nha o rosto machucado, a testa ainda sangrando e as duas
  • 52. SEXO EM CORES52 mãos engessadas. Mesmo assim, estava algemado. - O que houve? - Perguntou o fora-da-Lei. - O negrão nos sacaneou. Me denunciou por ter man- dado teus homens atrás dele e por lhe ter raptado o filho. - Puta merda. Então, estamos fodidos. - Ainda não. Parece que minha ex tem uma proposta para nós dois. - -É verdade. - Disse a delegada, entrando na sala e in- terrompendo a conversa. - O negrão retira a acusação, se vo- cês disserem quem atirou no meu filho. - Sem chance. Não sabemos. Isso eu afirmo por nós dois - Disse o traficante, aludindo ao delegado. - Bem, se insistem nessa opinião, vou prender mesmo os dois, sob acusação de tentativa de assassinato. Os compin- chas de vocês invadiram meu apartamento, armados. - O alvo era o negrão, não você. - Cala essa maldita boca! - Disse o delegado. O outro aquietou-se. - Vamos fazer um trato: eu descubro quem matou o nosso filho e você nos solta. Ela esteve pensativa. Depois, perguntou: - E se eu mesma descobrir primeiro? - Então, você pode fazer o que quiser conosco. Mas quero o tição do inferno preso, por desacato à autoridade. - Por que não prestou queixa, ao invés de mandar ma- tá-lo? - Vai te foder. Não falo mais nada. - Disse o delegado. ********************* Naquele momento, o negrão estava num motel com as duas mulheres. Aguardava um telefonema de Sara Menezes, avisando que seu filho fora resgatado e que estava bem. Per- guntou à mocinha: - Como meu filho foi pego? Por que te deixou sozinha
  • 53. SEXO EM CORES 53 em casa? Ela esteve indecisa, depois confessou: - Ele foi à favela comprar maconha para mim. Eu pedi a ele. Estava desesperada para dar uns tragos. - Puta que te pariu! - Depois, pediu desculpas à bela mulher que estava com eles, acompanhada pelo filho. - Ele jamais deveria ter feito isso. - Por favor, não brigue com ele. Eu implorei para que fizesse isso. Não aguentava mais estar em abstinência... ´- Mesmo assim. Ele não devia ter ido. Mas depois eu falo com ele. - Enquanto isso, o que fazemos? - Perguntou a mãe de Adriana. - Eu vou ter que passar num caixa eletrônico. Uma ami- ga minha vai depositar um dinheiro em minha conta - disse se referindo à delegada -, senão, não poderei pagar a diária deste motel. De posse da grana, alugarei outro quarto, para ficarmos eu e o rapaz. Vocês, mulheres, ficam aqui. - Então, irei ao caixa contigo. Podem estar te vigiando, e eu te aviso se ver algo suspeito. - Disse o irmão de Adriana. - Está bem. Depois de tirar dinheiro, voltaram ao motel. O negrão alugou mais um quarto. Quando deu a notícia às duas mu- lheres, a mocinha disse: - Lembre-se de que isso aqui é um motel. Teremos que agir como tal, para não chamarmos atenção. - O que está dizendo, mocinha? - Perguntou o negrão. - Você e minha mãe são adultos, devem ficar num quarto. Eu e meu irmão ficaremos neste. - Muito bem pensado, filha... - Afirmou a coroa. Quando se trancaram no quarto, a mulher disse a Bru- no: - Vou tomar um banho, que estou me sentindo suja.
  • 54. SEXO EM CORES54 - Passou mais o medo de que teu marido te ache? - Não. Mas com você por perto, me sinto mais segura. Obrigada. - Vou deitar no sofá. Qualquer coisa suspeita, me acor- de. O negro dormiu quase que imediatamente. Quando a ruiva saiu do banheiro, ele estava roncando. Marina estava totalmente nua, se enxugando. Ficou olhando-o. Desde a pri- meira vez que o viu, o achara bonito. Aproximou-se. Sua pele branca como leite se contrastava com a dele. Deixou cair a to- alha no chão e se acercou do negrão. Com cuidado para não acordá-lo, abriu-lhe a braguilha, expondo seu enorme cacete. Ficou maravilhada com seu tamanho e grossura. Sentiu uma comichão na vulva. Estava excitada. Havia tempos que não fodia com o marido, pois ele só vivia lhe batendo. Para se vingar, ela o privava de sexo. Mas era uma mulher saudável, por isso morria de vontades. Ele continuava ressonando. Marina passou batom nos lábios, querendo ficar bonita para ele, quando acordasse. Mas, depois, agachou-se perto do negro e levou o caralho à boca. Apreciou-lhe o sabor. Lam- beu a pica por completo, enquanto afagava os testículos. Ele acordou. - O que está fazendo? - Não vê? Matando a minha vontade. Ele ajeitou-se no sofá e chamou-a mais para perto de si. Beijou-a de língua, por um longo instante. Quando ela per- deu o fôlego, toda arrepiada, ele falou: - Vou logo dizendo: eu gosto de foder cu. - Ela sorriu. Confessou: - Pois eu sempre tive vontade de dar meu cuzinho. Nunca fiz isso. E, nas minhas fantasias, queria que fosse um negrão bem caralhudo. Deus me ouviu. Mas, primeiro, quero
  • 55. SEXO EM CORES 55 ser fodida pela frente. Bruno a pegou pelas mãos. Ela subiu na poltrona. Apontou, ela mesma, a pica para a xoxota e se enfiou nela. O negrão gemeu, pois sua boceta estava muito quente. Mas ela não aguentou se enfiar toda. Pediu a ele: Deixe-me ficar por baixo. Desse modo, você pode do- sar a penatração. Teu caralho é muito grande e grosso. Até machuca. Ele fez o que ela pediu. Ela abriu-se toda, facilitando a acomodação da pica dele. Avisou: - Não tenho mais útero, portanto vai me achar oca por dentro. Você se importa? - Não, é até melhor. Posso enfiar meu caralho até o talo... - Sim, meu homem. Mas venha com calma. A noite é ainda uma criança... Ele foi empurrando devagar, e ela gemendo sem parar. Chorou, quando sentiu que havia engolido toda a pica. Mas não era de falar enquanto fodia. Permaneceu em silêncio, quando ele começou a fazer os movimentos de cópula. Sen- tia a cabeçorra dele bem profunda, mexendo dentro da sua barriga. Ele respirava em seu ouvido e ela ficava mais tesuda. Aí, sem mais nem menos, começou a se tremer. Sabia que quando isso acontecia, era porque estava para gozar. Falou: - Vou gozar. Aaaaaaaaaaahh, eu vou gozar. Empurra mais profundo, vai... Não havia mais o que enfiar nela. Estava totalmente dentro da mulher. Olhou em seu rosto e ela demonstrava es- tar quase delirando. Diminuiu o ritmo da foda. Ela gemeu: - Não. Daquele jeito estava bom. Estava quase gozan- do... Ele voltou a foder-lhe com mais ímpeto. Esticou os bra- ços, para facilitar a introdução mais profunda. Ela revirou
  • 56. SEXO EM CORES56 várias vezes os olhos e parou de falar. Ele gozou, finalmente, dentro da vulva da ruiva. Quan- do se sentiu inundada de porra, Marina deu um grito e quase o jogou de cima dela. O negrão ficou de pé, se masturbando. Ela aproximou a boca do caralho dele e ficou esperando ele ejacular de novo.
  • 57. SEXO EM CORES 57 8. Com a mãe e a filha na cama Bruno descansava da gozada na boceta da mulher be- líssima, quando bateram de leve na porta. Ele meteu a mão por baixo do travesseiro, em busca de uma arma que havia guardado ali. Empunhou-a, antes de perguntar: - Quem é? - Sou eu. Adriana. Abram, por favor. A mulher correu a abrir a porta. Perguntou, aflita: - O que foi, filha? - Nada demais, mãe. Não consigo dormir. Meu irmão ronca muito. - Oh, filha. Que susto. Está bem, pode dormir aqui, co- nosco. A jovem fungou o ar. Sorriu. Depois, perguntou: - Estavam fodendo? Está um cheiro, aqui dentro… A mãe, de branca ficou vermelha. Mas não respondeu.
  • 58. SEXO EM CORES58 - Desculpem, se interrompi a foda. - Não interrompeu. - Falou o negrão, cobrindo-se com o lençol. - Agora, fui eu que fiquei excitada. Você me permite, mãe? - Você quer foder com ele, filha? Eu não te aconselho. Ele tem o pinto muito grande e grosso. Ela sorriu. Disse, feliz: - Que bom. Eu sempre desejei foder um cara assim. - Então, vem. Eu te ajudo… Pouco depois, bruno estava sob a mocinha. Ela passava saliva na boceta enquanto a mãe segurava o pau do cara, de novo ereto. Adriana apontou o cacete para a vulva inchada e tentou se estrepar nele. Gemeu de dor, sem conseguir seu intento. A mulher pediu licença e mamou o pau do negrão, com muita saliva na boca. Lubrificava-o para a filha. Liberou o caralho e a jovem tentou de novo. Em vão. Não conseguia se enfiar no sujeito. Choramingou, frustrada. A mãe disse: - Calma, filha. É assim mesmo. Tente outra vez… Mais uma vez, foi vã a tentativa. Na verdade, a mocinha estava muito tensa e ansiosa para foder o negrão. Mentira, quando dissera que o irmão roncava. Ela é que não conseguiu dormir, pensando que era, talvez, a última oportunidade que teria para foder o coroa. Portanto, tinha que conseguir. - Mãe, toma o lugar dele. Chupa minha xaninha, en- quanto ele me enraba por trás… - Tem certeza de que vai aguentá-lo no cu, minha filha? - Não. Pelo cu, não. Só um faz de conta. Mas aí, a senho- ra chupa meu grelinho, enquanto ele me invade a periquita. Aquela conversa e as tentativas frustradas da jovem tinham deixado Bruno mais excitado. Seu pau doía, de tão duro. Mas permaneceu calado, sem opinar. Na verdade, que- ria mesmo era foder o cu da garota, pois se fartara da xoxota da mãe dela. Levantou-se e se postou por trás de Adriana. A
  • 59. SEXO EM CORES 59 mãe se deitou em seu lugar, com a cabeça sobre um traves- seiro alto, posicionando-se no meio da cama. A filha ficou de quatro, com a vulva perto do rosto dela. A ruiva agarrou-se às suas coxas, abrindo-lhe mais as pernas, e encostou a boca na vulva da jovem. Primeiro, lambeu demoradamente a boceta da filha. Depois, sugou seu grelo. Adriana gemia alto, e ficou enchar- cada. O negrão se ajeitou melhor por trás da garota e apontou a cabeçorra. Iria empurrar o pau com firmeza, para romper a resistência dela. Aí, percebeu que não era necessário. O membro entrou macio, como faca na manteiga. Será que a jovem estivera fingindo dificuldade de ser penetrada, só para ganhar uma chupada da mãe? Mas deixou de pensar nisso, quando a coroa parou de chupar a filha e se empenhou em lamber-lhe e chupar-lhe os colhões. Ficou estático, enquanto a mocinha jogava o corpo para frente e para trás, às vezes rebolando, se enfiando em seu cacete. Ela urrava, gozando na pica dele. De repente, Adriana se projetou para frente, reti- rando-se do caralho dele. A mãe aproveitou para abocanhar o membro do cara. Mas a filha voltou a meter a xoxota na boca dela, enquanto empinava mais a bunda. Bruno fez que errou de buraco e tocou com a chapeleta no ânus dela. Esperou que a mocinha se retraísse, mas esta se demorou no contato. Sentiu-lhe o cu piscando. Então, não teve mais dúvidas: apontou melhor a cabeçorra e parafusou no rabo arrebitado. Quando entrou um pouco, pegou-a pelas ancas. A jovem urrava, sendo chupada pela coroa. Então, o negrão empurrou devagar, mas firme. A trolha foi entrando aos poucos, causando uma gostosa sensação a ele. Aí, sentiu a mocinha se tremer. Era o momento dele copular-lhe o cu. Nem bem o negrão bombou no buraco estreito dela, a mocinha começou a gozar. Agora, chorava feito um bebê.
  • 60. SEXO EM CORES60 A mãe chupou-lhe o grelo com mais ênfase. Adriana passou a murmurar algumas palavras, mas estas não tinham nexo nenhum. Então, ela espirrou o primeiro jato de gozo na boca da mãe. O segundo, veio logo depois. A coroa afastou a boca, sufocada. Aí o negrão empurrou tudo, até o talo. A jovem pa- receu ter perdido o juízo, sacudindo o corpo, urrando, cho- rando, dizendo palavrões e depois se jogando sobre a cama. A mãe livrou-se do corpo dela e levantou o seu, abocanhando o pênis do negrão. Masturbou-o com ferocidade, até que ele também gozou na sua cara. Mas aí, o celular dele tocou insis- tentemente. Ele demorou a atender. Quando o fez, reconheceu a voz da delegada: - Oi, onde está você? Estou com teu filho. Levei-o para a tua casa, mas não te encontramos. - Estou fazendo hora-extra – Mentiu ele -, e não vou voltar hoje. - Ah, tá. Vem amanhã cedo? - Talvez. - Posso dormir aqui hoje? Ele esteve mudo, antes de responder: - Claro que sim. Cuide bem do meu filho. - E desligou. A mulher perguntou: - Quem era? - A delegada. Resgatou meu filhote. - E por que você mentiu? - E ele ia dizer que estava fodendo, mamãe? - Disse a mocinha, ainda sem fôlego. A mulher beijou o negrão, depois confessou: - Nem te conheço, mas já fiquei com ciúmes, viu? A partir de agora, você é só meu. - E meu também, mamãe. Depois dessa foda, não largo ele mais nunca.
  • 61. SEXO EM CORES 61 Bruno não disse nada. A situação estava se complican- do. Teria de administrar suas três mulheres. Não achava que conseguiria. Teria que escolher, cedo ou tarde. Torcia para que fosse tarde, claro. No entanto, desviou seus pensamentos para o crime cometido contra o filho da delegada. Devia uma solução a ela, já que ela lhe salvara o filho. Em pouco tempo, o dia já estaria amanhecendo. Levantou-se e tomou um ba- nho. Disse para as mulheres: - Procurem dormir. Vou ter que sair. Tenho muito a fazer. - O quê, por exemplo, a essa hora? - Perguntou a mo- cinha. - Tenho que encontrar teu namorado. Devo isso à poli- cial. Não quer me ajudar? - Já disse que não quero que ele seja preso. - Não há escapatória para ele, garota. Se eu não o pegar, a Polícia o encontra. Aí, vai ser pior para ele. - Já disse, também, que ele não atirou no filho da dele- gada. - Então, quem atirou? - Não sei. Mas tenho certeza de que não foi ele. - Então, se ele não atirou, não tem o que temer. Prome- to ajudá-lo, se ele se entregar. Ela esteve pensativa, depois disse: - Está bem. Procure Mundinho, na favela. Diga que fui eu que te mandei lá. **************** O dia já estava claro, quando o negrão entrou na favela. Foi barrado quase assim que se aproximou dos casebres. Um branquela fortão, com todo jeito de estivador, quis saber: - o que faz aqui, negrão? Sabe que não é bem-vindo. Mundinho vai querer atirar em tu, assim que te ver.
  • 62. SEXO EM CORES62 - Sei disso. Mas ele pode ficar tranquilo. Não quero en- crenca com ele. Preciso de um favor do cara. - Da cara. Chame-o de macho, e ele te dá uma rajada de metranca, sabe disso. - Não, não sei. Não o conheço. - Não? E quem te mandou aqui? - Uma cliente dele. Posso pagar por uma informação. - Mostra o dindim. - E você acha que eu sou louco de vir com grana? Pago depois, a quem for comigo a um caixa eletrônico. O cara pegou um celular e ligou. Pouco depois, Bruno estava diante do travesti. Este perguntou: - É o pai do garoto que esteve aqui? Veio me punir por tê-lo sequestrado? - Nem sabia que tinha sido você. Mas ele já está comi- go. São e salvo. Foi resgatado pela Polícia. - Eu também não sabia disso. Então, estou fodida e mal paga. Mas fiz apenas um favor a uma amiga. O negrão estreitou os olhos. Desconfiou do que estava ouvindo. Peguntou: - Como é que é? Está me dizendo que Adriana te pediu para sequestrar meu filho? - Tenho prova. - afirmou o traveco, entregando um pa- pel ao negrão. Este o leu. Era o bilhete que a mocinha tinha envia- do pelo filho. Nele, lia-se que o traficante capturasse o rapaz, para trocá-lo por seu namorado, caso a Polícia o prendesse. - Puta que pariu. Bem que cismei daquela putinha. Será que meu filho não se importou de ler essas linhas? - Sei lá... Então, o que tem para me oferecer? - Grana e o meu silêncio. Em troca de uma informação. - Interessante. Qual informação? - Quis saber a “me- nina”.
  • 63. SEXO EM CORES 63 - Quero saber quem atirou no filho da delegada. “Ela” esteve muda por uns segundos, depois falou: - Quem você acha que foi? - O namorado da Adriana, claro. Mas não sei como en- contrá-lo. Te pago para que faça isso. - Não foi ele quem atirou. - Com sabe? - Ele mesmo me disse. - E você acreditou? Mais uma vez, o traveco ficou mudo. Depois, pergun- tou: - Quanto está disposto a me pagar? - Quanto quiser. Mas isso terá que ser negociado com a delegada. Pretendo entregá-lo a ela. - Então, você mentiu. Não tem o dinheiro… - Não. O travesti olhou em volta. Seus asseclas, todos arma- dos, esperavam pela ordem da chefe. Os dedos pousavam nervosos nas armas. Mas o cara disse: - Tragam meu irmão. Pouco depois, o irmão do traficante apareceu: - Diz, coroa. O que quer comigo? - Já conhecia meu mano? - Perguntou o travesti ao ne- grão. - Sim. Só não sabia que era teu irmão. - Então, agora sabe por que eu não posso entregá-lo à Polícia, né? - Foi você quem matou o rapaz? - Não. - Posso confiar? - Sim.
  • 64. SEXO EM CORES64 - Então, não há problema em se apresentar à delegada. - Há, sim. Não posso entregar quem o matou. E ela me forçará a fazer isso. - Entendo. Mas eu te garanto que, se eu pedir, ela não te prenderá. - Acredito. Mas prenderá quem o matou. E eu não que- ro isso. Portanto, que achem o assassino vocês mesmos. O negrão esteve pensativo. Agradeceu ao rapaz pela entrevista. Ele não respondeu. Foi-se embora, seguido de dois lacaios do travesti. Este falou: - Satisfeito? - Não. Esperava saber quem o matou. Devo isso à de- legada. - Agora, me deve duas pilhas. Pela informação. - Já te disse: tenho que negociar valores com a mega- nha. Mas por mim, eu pagaria. Já sei quem matou o filho dela. Obrigado. Dessa vez foi o traveco que estreitou os olhos. Os três homens que estavam por perto sacaram suas armas. Um ti- nha uma metralhadora apontada para o negro. A traficante fez um gesto, acalmando-os. - Sabe quem matou o bofe? Quem? Garanto que eu não sei. - Te digo, se não ficar te devendo nada.
  • 65. SEXO EM CORES 65 9. A mulher do traficante Por volta das dez da manhã, o negrão estava peran- te a delegada. Ela fechou a porta do gabinete à chave e se atracou a ele. Porém, sentiu que ele estava estranho. - O que foi, amor? O que aconteceu? Ele sacou uma pistola e a entregou a ela. Disse: - Tome a sua arma. Esteve comigo esse tempo todo. Ela esteve surpresa. Depois, pegou a pistola e cheirou o cano. - Alguém atirou com ela. Sinto o cheiro recente de pól- vora. Foi você? - Sim. Mas não matei teu menino. - Então, quem o matou? - Ela perguntou, cismada. - E não ouse me enrolar, seu safado. Confesso que confiava cega- mente em você. Agora, não confio mais. - Sente-se. Vou te contar uma breve história. Depois, você decide o que fazer de mim.
  • 66. SEXO EM CORES66 - Sou toda ouvidos. ********************* - Oi, pai. Desculpa a demora. É que larguei mais tarde do curso. Só agora, pude sair. - Sem problemas. Vamos tomar umas? Estou com sede. - Onde o senhor está? - Em casa. Te esperando. Mas posso ir te encontrar mais perto do bar. Pode ser aquele próximo daqui. Nos en- contramos no caminho. O rapaz desligou e foi até um ponto de ônibus. Logo, pegava uma condução para casa. Duas paradas depois, subi- ram quatro jovens: uma mocinha e três caras. O mais velho estava abraçado a ela. Um deles olhou em volta e veio em sua direção. - Levanta daí, tição do Inferno. Quero me sentar. Os outros riram, inclusive a mocinha. As pessoas que estavam no ônibus censuravam o grupo. O rapaz de olhos azuis não discutiu. Pegou sua bolsa escolar e levantou-se, ce- dendo o lugar ao cara. Foi mais para a traseira do coletivo. Os outros continuaram rindo dele. A mocinha soltou umas pia- dinhas, mas o negro de olhos azulados não lhe deu atenção. Quando chegou a hora dele descer para se encontrar com o pai, no entanto, o grupo desceu junto. - Vai para onde, boiola preto? Detesto bichas. Princi- palmente se ela for preta, como tu. O rapaz não se alterou. Continuou andando na frente, mas sem apressar os passos. No entanto, foi seguro pelo bra- ço pelo cara que lhe tinha tomado o lugar: - Calma aí, pirobo. Homossexual filho da puta. Atenda imediatamente, quando um branco te chamar. - É isso aí, Bruninho. Dê-lhe uns tapas. - Gritou uma
  • 67. SEXO EM CORES 67 voz de mulher. - Isso, garoto. Também detesto bichas. Basta o puto do meu irmão, no mundo. - Disse o que parecia o líder. O jovem continuou andando, sem se alterar com as provocações. Aí, o tal Bruno sacou uma pistola e apontou para o rapaz. Rosnou: - Se não me obedecer e parar, juro que atiro nas tuas costas. Aí, o jovem estancou. Viu o pai se aproximar. Disse pro sujeito que devia ter a sua idade: - Cara, eu não quero encrenca. E é melhor não brincar com armas, se não pretende atirar… - Olhaí, a menina agora falou grosso. Mas tem andar de frango. A voz, também. Chupa meu pau, menina. - É isso aí, Bruninho. Mostra o pau pra ele. Faz ele ba- bar de vontade de te chupar. - Gritou o mais velho do grupo. - Vai. Eu lambo teu cu, enquanto tu enraba ele. - Disse a mocinha, se agarrando com o jovem armado. Deu-lhe um beijo de língua. - Gente, é melhor vocês irem embora. Depois, será muito tarde. E não digam que eu não avisei. - Falou calma- mente o jovem, ainda sem se alterar. Na verdade, o pai já vinha bem próximo, sem ser per- cebido pelo grupo. - Vou atirar em você, se não ficar logo de quatro, boiola safado. Negro nojento. - Rosnou o que estava com uma pis- tola na mão. Aí, o negrão de olhos azuis fez-se notar de repente e deu-lhe um murro potente no nariz. A arma foi arremessada para cima e o crioulo a pegou no ar. Apontou-a para os ou- tros. Disse calmamente: - Ok, palhaços. A brincadeira acabou. Vão embora. O líder do grupo levou a mão à arma que trazia na cin-
  • 68. SEXO EM CORES68 tura. O negrão advertiu: - Se tocar de novo nessa merda, amanhã estará de pés juntos. - Não, amor. Faça o que ele diz. Ele não parece estar brincando. E atiraria em tu, antes que pudesse usar a arma. - Cale a boca, vadia. Quase agora, estava se oferecendo para o cabra que está no chão… - Não fique com ciúmes, bem. Eu estava zoando. Sabe que gosto mesmo é de ti. - Sai de perto de mim, puta. Eu faço o que quero, porra. E esse coroa tá fodido na minha mão… O negrão atirou para cima. Gritou: - Última chance. Vou meter bala em quem ficar. Podem acreditar. Aí, foi uma debandada geral. Cada um correu para um lado. O líder guardou a arma e também correu. Gritou, já longe: - E o nosso amigo? - Depois que eu for embora, podem voltar para buscá -lo. - Também gritou o negrão. ********************* - Quer dizer que todos correram? Mas como a arma tinha munição? Não roubaram nenhuma lá de casa. - Disse a delegada. - Acredito. Mas você me disse que teu filho costumava trazer a namorada aqui. Não teria roubado uma bala desta delegacia? A delegada esteve pensando. Balançava afirmativa- mente a cabeça. Perguntou: - Por que não me disse isso antes? - Porque não te conhecia, e não sabia como reagiria. - Faz sentido. Mas estou puta da vida contigo. - Acredito. Desculpe.
  • 69. SEXO EM CORES 69 - E por que está me dizendo isso agora? - Não adivinhou? Já sei quem matou teu filho. - Mesmo? - Animou-se ela – Quem foi? ********************* - Sim, eu estava com ele. Teu filho queria entrar para a nossa galera. Para isso, tinha que passar por alguns testes. Nós sabíamos que ele era um medroso, mas ele queria pro- var que estávamos errados. Certo dia, me apresentou uma pistola. Disse que era da senhora. E que ia roubar umas ba- las da delegacia, para aprontarmos por aí. Naquela noite, to- dos tínhamos consumido drogas. A senhora sabe com quem pegamos a erva, claro. Voltávamos de lá, quando Bruninho cismou com o negrão. Teu filho era um racista desgraçado. Ninguém gostava dele, na escola. Destratava todos os negros. Dizia que tinha aprendido isso com o pai. Naquele dia, po- rém, demos de cara com o negrão. Foi ele quem atirou no teu filho. A delegada não se alterou. Chamou o sargento Milton e ordenou: - Faça um exame de balística nela. Vejamos se tem resí- duos de pólvora em suas mãos. - Posso ir ao sanitário, primeiro? Estou prestes a mijar na calcinha. - Ah, quer esfregar bem as mãos com sabão, para su- mir com os resíduos, galinha safada? Acha que sou idiota? Levem-na da minha frente. Se ela se recusar a fazer o exame, lhe cortem as patas. Adriana foi levada em pranto e se esperneando. Mas de nada adiantou. Pouco depois, o sargento voltava ao gabinete da delegada. Disse: - Pronto, senhora. Prometeram os resultados para da- qui a cinco dias…
  • 70. SEXO EM CORES70 - É, eu já imaginava. Mas não tenho mais dúvidas. Foi aquela catraia quem matou meu filho. Chame aqui o namo- rado dela. Quando o líder do grupo foi trazido, perguntou: - Ela vai ser presa? - Você também, por cumplicidade, se não colaborar co- nosco. Quem bateu nela, naquele dia? - Fui eu. Ela ficou com raiva quando teu filho foi subju- gado pelo negrão. Também porque, mesmo armado, eu corri. Mas eu já sabia da fama do negrão. O cara é foda. Só não sabíamos que o afeminado era filho dele. - Ainda não me disse de fato por que bateu nela. - Ela quis que eu voltasse e atirasse no homem. Garan- tiu que teu filho tinha pouquíssimas balas. - Apenas uma, pelo que me consta. - Só uma? Porra, a gente não sabia. - Deixe de palavrões e continue. - Como eu disse, ela quis voltar. Tomou-me a arma e correu de volta, querendo achar o negrão. Como não o viu, atirou no teu filho. Estava com raiva e drogada, deve levar isso em consideração. - Continue. - Então, eu bati nela. Disse que ela tinha feito merda e poderia nos prejudicar a todos. Mandei-a embora. Mas, an- tes, prometemos um ao outro de não dar com a língua nos dentes. Senão, poderíamos amanhecer com a boca cheia de formigas, se o chefão do Tráfico ficasse sabendo. Quando a onda passasse, até poderíamos ficar juntos, novamente. O outro amigo de vocês assistiu ao crime? - Não. Acho que até hoje ele corre, com medo do ne- grão. Não o vi mais. - Onde você conseguiu a arma? - Roubei-a do meu irmão. Mas ele não sabe. - Vai saber. Você está livre, por enquanto. Mas não saia
  • 71. SEXO EM CORES 71 da cidade. Posso precisar te interrogar novamente. A delegada chamou de novo o sargento. Este trouxe o último elemento do grupo. Mas o jovem só fez confirmar o que ela já sabia. Não acrescentou nenhum elemento à inves- tigação. Dispensou-o. Pouco depois, ela tomava um uísque no mesmo bar onde conhecera o negrão. Não demorou muito e ele apare- ceu. Sentou-se à mesa e pediu uma cerveja. - Obrigado por não arrolar meu filho como testemu- nha. Acho que ele aprendeu a lição. - Disse ele. - Voltei a confiar em você. Não acho que ele tenha al- guma culpa no cartório. Mas ainda estou chateada contigo, apesar de ter resolvido o caso. - Quer que eu vá embora? - Não seja chato. Se quisesse, não teria te chamado aqui. Também tenho algo a te dizer… Ele tomou um grande gole. Depois afirmou: - Eu já sei. Meu filho me disse. - Disse? Aquele porra me prometeu segredo. - Tem um medo que se pela de mim. E sabe que estou irritado com ele, por ter ido comprar drogas para Adriana. - Jovens são assim mesmo. Não o censure. - Também não devo censurar vocês dois? Ela baixou o olhar. Quando levantou o rosto, duas lá- grimas estavam escorrendo. - Perdoe-me. Não consegui me conter. É sempre mais forte que eu. Deu-me uma vontade imensa de foder com ele, de madrugada. E o safado é muito bom de pica. Mas ainda prefiro o pai. - Sem chance. Não estou mais afim. Também não con- fio mais em você. Então, faça da tua vida o que quiser. Não
  • 72. SEXO EM CORES72 mais me interessa. Quando o negrão voltou ao motel, a mãe de Adriana esperava ansiosa. Ele guardou algo sob o travesseiro. Ela per- guntou: - Cadê minha filha? Você disse que aqui seria seguro, mas uns policiais vieram buscá-la. - Infelizmente, ela está presa. Dificilmente estará livre em doze ou quinze anos. Foi ela quem matou o filho da de- legada. - Oh, meu Deus. Que situação. Depois de tantos anos, a perdi de vez. - Visite-a no presídio de vez em quando. Será bom para vocês duas. - Obrigada. Vou confiar no Senhor meu Deus. Ele me orientará. Ele não disse nada. Estava pensativo. - Algum problema, amor? - Sim. Ainda temos de achar uma solução para a tua fuga de casa. Teu marido deve estar a tua procura. - Não quero pensar nisso agora. Ainda estou carente de ti. Fomos interrompidos em nossa foda, lembra? - Claro. O que sugere? Ela tirou toda a roupa, mostrando seu corpo alvo e si- nuoso. Era um mulherão. Bonita de rosto e de corpo. Depois, despiu-o também. Disse: - Eu fiquei muito excitada, vendo-te foder minha filha. Queria ser fodida daquele mesmo jeito… Pouco depois, ela dizia: - Não. Pelo cu, não. Quero só um faz de conta. Aí, eu meto o dedo e fricciono meu grelinho, enquanto você invade minha periquita.
  • 73. SEXO EM CORES 73 O que ela disse tinha deixado Bruno mais excitado. Seu pau doía, de tão duro. Na verdade, queria mesmo era foder o cu da coroa, pois se fartara da xoxota dela. Levantou-se e se postou por trás da mãe de Adriana. A mulher se deitou com a cabeça sobre um travesseiro alto, posicionando-se perto do espelho da cama. Ficou de quatro, com a bunda perto do ros- to dele. Primeiro, o negrão lambeu demoradamente a boceta dela. Depois, sugou seu grelo. A coroa gemia alto, e ficou logo encharcada. O negrão se ajeitou melhor por trás e apontou a cabeçorra. Iria empurrar-lhe o pau com firmeza, para tornar a foder a boceta dela. Aí, sentiu que o membro entrou macio, como faca na manteiga. Será que a coroa estivera fingindo querer ser penetrada pela frente, só para o deixar ansioso por enrabá-la? Deixou de pensar nisso, quando a coroa parou de pedir rola na xana e sugeriu que ele lhe lambesse o orifício anal. Ficou estático, enquanto a mulher jogava o corpo para frente e para trás, às vezes rebolando, abrindo e fechando o cuzi- nho, como se estivesse a convidar o seu cacete. Quando ele a penetrou, ela já chorava, gozando na pica dele. De repente, a coroa se projetou totalmente para frente, retirando-se do caralho dele. Voltou-se para abocanhar o membro do cara. Bruno tocou com a chapeleta na goela dela. Esperou que a branquinha se retraísse, mas esta se demorou com o falo lá dentro. Sentiu sua garganta abrindo e fechando. Então, apontou melhor a cabeçorra e parafusou goela abaixo. Quan- do ela engasgou-se, pegou-a pelos lados da cabeça. Marina tossia, sendo varada pelo sujeito. Então, o negrão empurrou devagar, mas firme. A trolha foi entrando aos poucos, cau- sando uma gostosa sensação nele. Aí, sentiu a coroa se tre- mer. Era o momento dele copular-lhe o cu.
  • 74. SEXO EM CORES74 Nem bem o negrão voltou a enfiar no buraco estrei- to dela, a mulher começou a gozar. Agora, chorava feito um bebê. O sujeito lhe massageou o grelo com mais ênfase, abra- çado a ela, por trás, enquanto lhe fodia o cu. A branquinha passou a murmurar algumas palavras de puro êxtase. Aí, o negrão empurrou tudo, até o talo. A coroa pareceu ter perdi- do o juízo, sacudindo o corpo, urrando, chorando, dizendo palavrões e depois se jogando sobre a cama. De repente, a porta do quarto do motel se abriu e três sujeitos entraram: o delegado com os dois braços na tipoia mas, mesmo assim, armado de revólver; o traficante travesti, irmão do namorado de Adriana; e, a frente de todos, o ma- rido traído. Este deu uma coronhada na cabeça da mulher. Gritou: - Vista uma roupa, puta safada. Vamos todos dar uma volta!
  • 75. SEXO EM CORES 75 10 - Uma foda bêbada - Nós não vamos a lugar nenhum! - Disse a mulher, sangrando na testa – O que tivermos de resolver, resolvemos aqui dentro do quarto. - Como ousa me contrariar, quenga safada? - Falou o chefe do Tráfico. - Eu estava doida para ter essa conversa, mas você nun- ca me deu a oportunidade. Sempre saiu pela tangente. Agora, a terá, queira ou não queira. - Ela deve ter algum trunfo, senão não se atreveria – disse o delegado. - Isso mesmo. Devem ter percebido como foi muito fácil entrar no motel, não? Não havia ninguém na portaria, nem nos corredores. Pois caíram numa armadilha. A Polícia já deve estar aí na frente, preparada para prendê-los. Eu mes- ma a chamei. O negrão, ao ouvir essas palavras, desistiu de sacar a
  • 76. SEXO EM CORES76 pistola que estava guardada sob o travesseiro. Já estava, dis- farçadamente, empunhando a arma. O marido dela fez um sinal. O traveco saiu do quarto. Não demorou muito a voltar aperreado: - Ela não está mentindo. Está coalhado de policiais, aí na frente. - Puta que pariu. Livrem-se das armas ou… - Todo mundo quieto. Estão presos. - Disse uma voz conhecida. O negrão, que até então estava sério, sorriu. Era a delegada, seguida do sargento Milton. - Qual a acusação? - Quis saber o delegado. - Ainda pergunta? Desta vez eu os peguei no flagra, graças a um telefonema da senhora nua que está diante de nós. Ela sabia que vocês viriam. - Essa puta ligou para mim, me provocando, dizendo que estava aqui com o amante. Deixou até a porta aberta. Nem desconfiei que era uma arapuca. - Lamentou o chefão do Tráfico. O negrão estava pasmo. Lembrou-se de que fechara a porta a chave, quando entrou no quarto. Nem percebeu que ela o havia destrancado, depois. Os sujeitos não ofereceram resistência. Depuseram as armas e se entregaram aos policiais. Depois de vestirem as roupas, o casal foi encontrar a delegada, na frente do motel. Ela estava chateada. - Pronto, não te devo mais nada, seu cachorro. Tam- bém não pode me recriminar por ter te traído com teu filho, pois você também esteve me traindo. E não venha me dizer que foi só depois de saber do meu caso com o rapaz. - Não, não foi. Nós não tínhamos futuro, mesmo… - Isso, quem decide sou eu. E eu já havia decidido que preferia o pai. Mas já não tenho certeza.