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ESCOLA MUNICIPAL EDITE PORTO MENDONÇA DE BARROS
ALUNO (A): ________________________________________________________________
SIMULADO DE LÍNGUA PORTUGUESA 5º ANO
1- Leia o texto abaixo.
António Manuel Couto Viana (poeta português). Versos de palmo e
meio (1994). (Fragmento).
A expressão “dá com o nariz na porta” (linha 8)
significa:
(A) arrancar o nariz com a porta.
(B) bater o nariz na porta.
(C) desenhar o nariz na porta.
(D) esfregar o nariz na porta.
2- Leia o texto abaixo.
Você sabia que...
No Brasil, é crime discriminar alguém por causa
de sua raça, cor, religião ou nacionalidade?
Ninguém pode ser impedido de entrar em uma
loja ou estudar em um colégio por esses motivos.
É que as pessoas são diferentes, mas os direitos
de todos são iguais.
Revista Recreio. São Paulo: Abril, n. 111, 25 abr. 2002.
O assunto central do texto é
(A) a proibição para entrar na loja.
(B) o direito das pessoas estudarem.
(C) os direitos iguais para todos.
(D) os crimes cometidos no Brasil.
3- Leia o texto abaixo.
Guardas de Belo Horizonte usam tapa-ouvidos
Se você estiver dirigindo pelas ruas de Belo
Horizonte (MG), buzinar e o guarda nem lhe
der atenção, não estranhe. É que, desde o início
de outubro, os guardas de trânsito de
Belo Horizonte usam um tapa-ouvidos para se
proteger dos níveis de ruído a que estão
submetidos diariamente e que podem provocar
surdez, estresse, insônia e doenças do coração.
Texto baseado em artigo publicado na Revista Zá, Novembro de
1997.
O que pode provocar algumas doenças nos
guardas de trânsito?
(A) A falta de atenção dos motoristas de Belo
Horizonte.
(B) Buzinar demais durante todo o dia de
trabalho.
(C) Dirigir diariamente pelas ruas de Belo
Horizonte.
(D) Os níveis de ruído a que estão submetidos
diariamente.
4- Leia o texto abaixo e responda.
Anedota
— Carlos! Por que você está me ligando de
madrugada?
— Porque estou preso!
— Preso? Por quê?
— Sei lá! Eu não fiz nada! Acho que me
confundiram com um bandido. Vem aqui me
soltar?
— Eu não!
— Por quê?
— Porque se estão prendendo quem não fez
nada, acabam me prendendo também.
(Domínio público)
No texto, existe um diálogo entre
(A) dois bandidos.
(B) dois personagens.
(C) narrador e personagem.
(D) policial e bandido.
5- Leia o texto abaixo e responda.
Fonte:http://usuarios.idbrasil.org.br. (Adaptado)
O texto tem a finalidade de
(A) ensinar como se deve cortar as árvores.
(B) fazer comercial da indústria de papel.
(C) incentivar o desmatamento das florestas.
(D) reivindicar contra a destruição da natureza.
Leia o texto abaixo e responda a questões 6 e 7.
Anjo do silêncio
Esse anjinho tão discreto já foi confundido muitas
vezes com seu primo, o Anjo da Guarda. Na
verdade, são bem diferentes um do outro.
Quando nascemos, o Anjo da Guarda nos abraça
e não desgruda mais. Como nasce uma hora
antes, sabe o que vai nos acontecer no futuro e
faz de tudo para nos proteger. Já o Anjo do
Silêncio, como o próprio nome diz, aparece só
quando se faz silêncio absoluto. É ele que nos
leva para um cantinho da casa e nos deixa
encolhidos e quietos, pensando na vida.
(João A. Carrascoza. Zoomágicos. Belo Horizonte, Formato, 1997.)
6- O trecho que contém ideia de tempo é
(A) “confundido muitas vezes com seu primo”.
(linha 1-2)
(B) “nos deixa encolhidos e quietos”. (linha 10-
11)
(C) “nos leva para um cantinho da casa”. (linha
9-10)
(D) “sabe o que vai nos acontecer no futuro”.
(linha 6)
7- Segundo o texto, é possível entender que
(A) o Anjo da Guarda aparece nas horas
silenciosas.
(B) o Anjo da Guarda está sempre conosco.
(C) o Anjo do Silêncio já nasce conosco.
(D) o Anjo do Silêncio não se desgruda de nós.
8- Leia o texto abaixo e responda.
Rodrigo Chaves. Fonte:
http://tirasnacionais.blogspot.com/2011/01/ferias.html08.
Nos três quadrinhos, percebe-se que, em relação
às imagens, o texto escrito tem sentido
(A) idêntico.
(B) contrário.
(C) lógico.
(D) semelhante.
Leia o texto abaixo e responda as questões 9 e
10.
O socorro
Ele foi cavando, cavando, cavando, pois sua
profissão—coveiro era cavar. Mas, de repente, na
distração do ofício que amava, percebeu que
cavara demais. Tentou sair da cova e não
conseguiu. Levantou o olhar para cima e viu que,
sozinho, não conseguiria sair. Gritou. Ninguém
atendeu. Gritou mais forte. Ninguém veio.
Enrouqueceu de gritar, cansou de esbravejar,
desistiu com a noite. Sentou-se no fundo da cova,
desesperado.
A noite chegou, subiu, fez-se o silêncio das horas
tardias. Bateu o frio da madrugada e, na noite
escura, não se ouvia um som humano, embora o
cemitério estivesse cheio dos pipilos e coaxares
naturais dos matos. Só pouco depois da meia-
noite é que lá vieram uns passos. Deitado no
fundo da cova, o coveiro gritou. Os passos se
aproximaram. Uma cabeça ébria apareceu lá em
cima, perguntou o que havia: “O que é que ha?”
O coveiro, então, gritou, desesperado: “Tire-me
daqui, por favor. Estou com um frio terrível!”.
“Mas, coitado!” — condoeu-se o bêbado. “Tem
toda razão de estar com frio. Alguém tirou a terra
de cima de você, meu pobre mortinho!”. E,
pegando a pá, encheu-a de terra e pôs-se a
cobri-lo cuidadosamente.
MORAL: Nos momentos graves é preciso verificar
muito bem para quem se apela.
(Millôr Fernandes. Fábula fabulosa. 5. ed. São Paulo, Círculo do
Livro, 1976. p. 13. )
9- O fato que gera o conflito dessa narrativa é
(A) no momento que o bêbado aparece na cova.
(B) no momento que o bêbado cobre o coveiro
com terra.
(C) quando a noite chega e faz-se o silêncio das
horas tardias.
(D) quando o coveiro percebe que não consegue
sair da cova.
10- O trecho que se percebe a fala do bêbado é
(A) “A noite chegou, subiu, fez-se o silêncio das
horas tardias.”
(B) “Tem toda razão de estar com frio.”
(C) “Tire-me daqui, por favor.”
(D) “Uma cabeça ébria apareceu lá em cima,
perguntou o que havia.”
Leia o texto abaixo e responda as questões 11 e
12.
Quino. Fonte:http://clubedamafalda.blogspot.com
11- Na frase “VOCÊ É UMA BESTA!” (terceiro
quadrinho), a palavra “BESTA” foi destacada
para indicar que:
(A) o menino está reclamando.
(B) o menino recebeu um elogio.
(C) Susanita está falando baixinho.
(D) Susanita está gritando.
12- Pela expressão do menino (quadrinhos 4 e
5), percebe-se que Susanita o deixou bastante
(A) calmo.
(B) orgulhoso.
(C) irritado.
(D) sorridente.
13- Leia o texto abaixo e responda.
O assunto dos dois textos é “a oferta da venda
de uma casa”. A diferença entre os dois está na
(A) casa do primeiro texto, que é imaginária e a
do segundo, que é real.
(B) cor azul da primeira casa e na cor amarela da
segunda.
(C) floresta da segunda casa e no jardim da
primeira.
(D) primeira casa, por ter várias formas de
pagamento e a segunda, nenhuma.
14- Leia o texto abaixo e responda.
O tema desse texto é:
(A) a origem do povo indígena no Brasil.
(B) a consequência do desmatamento para o
índio.
(C) a cesta básica para o índio sobreviver.
(D) o crescimento do pequeno índio na floresta.
15- Leia o texto abaixo e responda.
BRASIL PODERÁ PASSAR VEXAME COM
AEROPORTOS NACOPADE 2014
Dos treze aeroportos brasileiros que receberão
investimentos para modernização e aumento de
capacidade para a Copa do Mundo de 2014,
nove poderão não estar prontos a tempo, e um
será finalizado no mês em que se inicia o
campeonato. A conclusão é de um estudo
divulgado nesta quinta-feira (14/04) pelo Instituto
de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O
documento sinaliza a possibilidade de um grande
vexame no Mundial – afinal, tanto o presidente da
Confederação Brasileira de Futebol (CBF),
Ricardo Teixeira, como o presidente da FIFA,
Joseph Blatter, sempre avisaram que uma
infraestrutura aeroportuária eficiente é fator
indispensável para que a Copa no Brasil dê certo.
Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia. (Fragmento adaptado)
Segundo o texto, para a Copa do Mundo de
2014, o número de aeroportos que corre o risco
de não estar pronto para o campeonato é:
(A) treze.
(B) nove.
(C) quatro.
(D) um.
16- Leia o texto abaixo e responda.
A graça do texto está no fato de:
(A) a Shirley possuir um treinador físico.
(B) a Shirley contratar alguém para treinar por
ela.
(C) Herman ser o treinador físico de Shirley.
(D) Maluquinho passar correndo pelas meninas.
Leia o texto abaixo e responda as questões
17 e 18.
17- Segundo o texto, nota-se que a Gripe A é:
(A) bem mais forte que a Gripe Comum.
(B) mais leve do que a Gripe Comum.
(C) transmitida de uma pessoa para outra.
(D) transmitida por uma bactéria.
18- O texto tem a finalidade de:
(A) contar uma história.
(B) divertir.
(C) ensinar as regras de um jogo.
(D) informar.
Leia o texto abaixo e responda as questões
19 e 20.
Título: Em boca fechada não entra estrela
Autor: Leo Cunha
Ilustração: Roger Mello
Sinopse: Narrativa infantil. A história de Guta,
uma menina curiosa e tagarela, que tem um
passatempo incomum: conversar com as
estrelas. Alias, só ela fala, que “estrela é bicho
calado e gosta de escutar”. Os pais, preocupados
com os perigos da noite, proíbem os passeios de
Guta. A menina, então, resolve fugir, não
deixando outra alternativa aos pais senão a de
enfrentar o escuro também.
Indicação: 1º ao 5º ano.
Elizabeth Baldi. Leitura nas séries iniciais: uma proposta para
formação de leitores de literatura. Porto Alegre: Editora Projeto,
2009.
19- Segundo o texto, Guta decide fugir porque:
(A) não quer mais morar com os pais.
(B) sente-se cansada de ficar em casa.
(C) seus pais estão muito preocupados.
(D) seus pais proibiram-na de passear à noite.
20- No trecho “estrela é bicho calado e gosta
de escutar” (linha 4), percebe-se a:
(A) opinião de Guta sobre as estrelas.
(B) opinião do narrador em relação às estrelas.
(C) preocupação dos pais com os perigos da
noite.
(D) rejeição de Guta aos perigos da noite.
21- Leia o texto abaixo e responda.
Pontes no céu
Há muito tempo, as pessoas pensavam que os
arco-íris eram encantados. Alguns acreditavam
que o arco-íris era uma ponte que aparecia no
céu quando os deuses queriam sair de lá para
visitar a Terra. As pessoas também acreditavam
que, se você pudesse encontrar o lugar onde o
arco-íris tocava o chão, provavelmente
encontraria uma panela cheia de ouro enterrada.
Hoje sabemos que um arco-íris é simplesmente
causado pela luz do sol que brilha nas gotas de
chuva. Para ver um arco-íris, você deve ficar com
o sol atrás de você e a chuva caindo à sua frente.
A luz solar parece sem cor, mais é na verdade
feita de muitas cores. Quando a luz solar entra
numa única gota de chuva, ela se divide em
violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e
vermelho.
A gota de chuva reflete estas cores como um
espelho. Uma vez que as cores se misturam nas
faixas de encontro, podemos, em geral, distinguir
apenas quatro ou cinco delas.
Muitos raios de sol, ao se dividirem em cores e
serem refletidos por milhares de gotas de chuva,
formam um arco-íris deslumbrante e curvo. Às
vezes, há outro arco-íris mais fraco fora do
primeiro. As cores do segundo arco-íris estarão
na ordem inversa à das cores do primeiro.
O mundo da criança, v. 6, O nosso mundo. São Paulo: Enciclopédia
Britânica, 2010.
A palavra “ela” (linha 16) refere-se à
(A) cor.
(B) gota de chuva.
(C) luz solar.
(D) você.
Leia o texto abaixo e responda e responda as
questões 21 e 22.
Imaginação
Acho que não há ninguém que não saiba o que é
imaginação.
Quem é que não fica pensando às vezes que é
um aviador, ou um artista de televisão, ou mesmo
um herói de historinha? Quem é que nunca
pensou em viagens, em lutas, em namorados ou
namoradas? Em cenas de amor? Isto tudo é
fabricado pela nossa imaginação. A imaginação é
uma coisa maravilhosa. Ela nos ajuda a viver. Ela
viaja conosco por toda a parte. Com ela o menino
pobre anda nos lugares muito longe sem gastar
um centavo. Com ela os artistas inventam
histórias, com ela todo mundo descansa um
pouco da realidade para passear por todos os
recantos da vida. Mas não é só isto o que
podemos fazer com nossa imaginação. Ela
também nos ajuda a resolver uma porção de
problemas.
Ela enriquece nossa vida, criando soluções novas
para coisas que a gente não sabia resolver. Quer
um exemplo? Um menino que não pode comprar
muitos brinquedos transforma caixas, vidros,
tampinhas, trapos em toda espécie de
brinquedos.
Maria Clara Machado. A aventura do teatro. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora. (Fragmento)
21- No texto, para evitar a repetição, a palavra
“imaginação” foi substituída pela palavra
(A) ela.
(B) ele.
(C) nossa.
(D) quem.
22- No trecho “Quer um exemplo?” (linha 12), o
sinal de interrogação foi usado para enfatizar
uma
(A) afirmação.
(B) explicação.
(C) pedido.
(D) surpresa.
23- Leia o texto abaixo.
http://www.google.com.br
A figura acima sinaliza que é necessário:
(A) fugir dos mosquitos.
(B) aniquilar todos os insetos.
(C) combater o mosquito da dengue.
(D) desrespeitar as placas de trânsito.
24- Leia o texto abaixo:
Quanto pesa a sua mochila?
Ana Holanda
Você já parou para pensar quanto pesa a sua
mochila? Então, aproveite e pare em uma
farmácia do caminho para pesá-la. O material
escolar que todos têm de levar para a escola
diariamente muitas vezes supera os cinco quilos.
Pode ser pouco para um adulto, mas certamente
mais do que muitas crianças poderiam carregar
sem comprometer sua coluna.
Agora, imagine todo esse peso colocado em cima
de suas costas. Ruim, né?
E isso sem falar que você provavelmente
costuma levar todo o peso da mochila em um
ombro só, o que pode ser mais prejudicial. A
melhor forma de carregar a mochila é bem
apoiada nas costas e presa nos dois ombros,
pelas alças.
(Revista Zá, ano 1, n. 1, julho 1996, p. 24.)
O texto alerta ao leitor que:
(A) o peso do material escolar pode comprometer
a coluna.
(B) todo o peso da mochila deve ser carregado
em um ombro só.
(C) toda a criança é capaz de transportar peso
superior a cinco quilos.
(D) o uso de mochila garante uma qualidade de
vida elevada no futuro.
25- Leia o texto abaixo.
Irapuru – o canto que encanta
Certo jovem, não muito belo, era admirado e
desejado por todas as moças de sua tribo por
tocar flauta maravilhosamente bem. Deram-lhe,
então, o nome de Catuboré, flauta encantada.
Entre as moças, a bela Mainá conseguiu o seu
amor; casar-se-iam durante a primavera.
Certo dia, já próximo do grande dia, Catuboré foi
à pesca e de lá não mais voltou.
Saindo a tribo inteira à sua procura, encontraram-
no sem vida, à sombra de uma árvore, mordido
por uma cobra venenosa. Sepultaram-no no
próprio local.
Mainá, desconsolada, passava várias horas a
chorar sua grande perda. A alma de Catuboré,
sentindo o sofrimento de sua noiva, lamentava-se
profundamente pelo seu infortúnio. Não podendo
encontrar paz, pediu ajuda ao Deus Tupã. Este,
então, transformou a alma do jovem no pássaro
irapuru, que, mesmo com escassa beleza, possui
um canto maravilhoso, semelhante ao som da
flauta, para alegrar a alma de Mainá.
O cantar do irapuru ainda hoje contagia com seu
amor os outros pássaros e todos os seres da
natureza.
(Waldemar de Andrade e Silva. Lenda e mitos dos índios brasileiros.
São Paulo: FTD, 1997.)
Catuboré foi à pesca e de lá não mais voltou
porque
(A) apaixonou-se por uma índia de outra tribo.
(B) encontrou uma flauta encantada.
(C) dormiu à sombra de uma árvore.
(D) foi mordido por uma cobra.
26- No trecho “Deram-lhe, então, o nome de
Catuboré, flauta encantada.” do primeiro
parágrafo do texto “Irapuru – o canto que
encanta”, o termo destacado se refere
(A) ao grande dia.
(B) ao certo jovem.
(C) à bela Mainá.
(D) a sua tribo.
27- Para conceder a paz a Catuboré, o Deus
Tupã
(A) transformou a alma do jovem no pássaro
irapuru.
(B) desapareceu com todas as cobras
venenosas.
(C) criou a primavera para celebrar o casamento.
(D) convocou toda a tribo para tocar flauta.
28- Leia os textos abaixo.
Texto 1
Troco um fusca branco
Por um cavalo cor de vento
Um cavalo mais veloz que o pensamento.
Quero que ele me leve pra bem longe
E que galope ao deus-dará
Que já me cansei deste engarrafamento...
(Roseana Murray. Classificados poéticos.São Paulo:
Companhia Ed.Nacional,2004.)
Texto 2
VENDO OU TROCO caminhão ford 1971
VENDO OU TROCO F-100 AZUL ANO 71
DIESEL MECANISMO OPERACIONAL VALOR
R$10.000,00 (aceito troca por veículo de passeio)
tel:****-****.
http://carros.viaki.com/mercado
Na comparação dos textos acima, concluímos
que o texto 1
(A) é um classificado de jornal; o 2 é um
classificado poético.
(B) descreve um fusca 1971; o 2 divulga um
caminhão moderno.
(C) anuncia um cavalo cor de vento; o 2 anuncia
um fusca branco.
(D) é estruturado em forma de versos; o 2
apresenta a linguagem objetiva.
29- Leia o texto abaixo
Recomendações ao consumidor
Mesmo os produtos mais simples têm o jeito certo
de usar. Por isso é tão importante seguir algumas
recomendações tanto na hora da compra quanto
na hora do consumo.
 Observe se a aparência é boa (no caso
dos perecíveis).
 Confira a data de validade.
 Veja se a embalagem está intacta, se
for uma lata, certifique-se de que não está
amassada.
 Leia as informações de rótulo e etiquetas
sobre o modo de usar, conteúdo e cuidados.
 No caso dos produtos eletrônicos, só
ligue depois de ler o manual de instruções.
 Ao fechar algum contrato, leia tudo antes
de assinar.
 E não se esqueça de pedir sempre a
nota fiscal.
Se, mesmo assim, você tiver qualquer dúvida ou
sugestão, ligue para o SAC – Serviço de
Atendimento ao Consumidor, o telefone vem na
embalagem.
As boas empresas possuem esse serviço e terão
o maior prazer em atender você.
15 de março. Dia Internacional do
Consumidor.
Folha de S. Paulo.São Paulo 15 mar.2007.Encarte.
O texto acima apresenta
(A) informações sobre produtos consumidos
diariamente.
(B) recomendações sobre compra e venda de
produtos.
(C) orientações para montagem de boas
empresas.
(D) instruções para manuseio de alguns produtos.
29- Leia o texto abaixo
A causa da chuva
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo
que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que
ia chover logo, outros diziam que ainda ia
demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
— Chove só quando a água cai do telhado de
meu galinheiro - esclareceu a galinha.
— Ora, que bobagem! - disse o sapo de dentro
da lagoa. - Chove quando a água da lagoa
começa a borbulhar suas gotinhas.
— Como assim? - disse a lebre. - Está visto que
só chove quando as folhas das árvores começam
a deixar cair as gotas d'água que têm dentro.
Nesse momento começou a chover.
— Viram? - gritou a galinha. — O telhado de meu
galinheiro está pingando. Isso é chuva!
— Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa
borbulhando? - disse o sapo.
— Mas, como assim? - tornou a lebre — Parecem
cegos! Não vêem que a água cai das folhas das
árvores?
Millôr Fernandes
O trecho do texto que indica um fato é
(A) “...começou a chover.”
(B) “... diziam que ia demorar...”
(C) “... que bobagem!”
(D) “... diziam que ia chover...”
30- A ideia central do texto é apresentar uma
discussão sobre
(A) o telhado do galinheiro.
(B) a chuva.
(C) a água da lagoa.
(D) as folhas das árvores.
31- Leia o texto abaixo.
Caverna
Houve um dia,
no começo do mundo
em que o homem
ainda não sabia
construir sua casa.
Então disputava
a caverna com bichos
e era aí sua morada.
Deixou para nós
seus sinais,
desenhos desse mundo
muito antigo.
Animais, caçadas, danças,
misteriosos rituais.
Que sinais
deixaremos nós
para o homem do futuro?
Roseana Murray. Casas.Belo Horizonte: Formato,2004.
No último verso da segunda estrofe: ”e era aí sua
morada”, a expressão em destaque pode ser
substituída por
(A) sua casa.
(B) o homem.
(C) do mundo.
(D) com bichos.
32- Leia o texto abaixo.
Chegou a festa junina!
(Fragmentos)
Antes da era cristã, alguns povos antigos -
persas, egípcios, celtas, sírios, bascos,
sardenhos, bretões e sumérios - faziam rituais
para invocar a fertilidade de suas plantações.
Eles acendiam fogueiras para espantar os maus
espíritos e desejavam obter uma boa safra. Isso
acontecia em junho, época em que se inicia o
verão no hemisfério norte. Esses festejos se
perpetuaram. Mais tarde, passaram a ser
seguidos não só pelos camponeses, mas
também pelos homens da cidade na Europa. No
entanto, os rituais eram considerados pagãos
pela Igreja Católica. Como não era possível dar
fim a uma tradição tão antiga, a Igreja adaptou
essa celebração a seu calendário de festividades
no século 4. Estava iniciada a Festa Joanina, que
recebeu este nome em homenagem a São João
Batista, um dos santos mais importantes
celebrados em junho - os outros são Santo
Antônio (no dia 13) e São Pedro (no dia 29).
(http://www.cienciahoje.uol.com.br)
A igreja adaptou os rituais a seu calendário de
festividades porque:
(A) deveria espantar os bons espíritos.
(B) queria perpetuar os festejos na Europa.
(C) desejava manter os rituais no hemisfério
norte.
(D) seria muito difícil romper com as antigas
tradições.
33- Leia o texto abaixo e responda à questão.
Caipora
É um Mito do Brasil que os índios já conheciam
desde a época do descobrimento. Índios e
Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da
caça e das matas.
Seus pés voltados para trás servem para
despistar os caçadores, deixando-os sempre a
seguir rastros falsos. Quem o vê, perde
totalmente o rumo, e não sabe achar o caminho
de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas
vítimas, ele, às vezes, chama as pessoas com
gritos que imitam a voz humana. É também
chamado de pai ou Mãe-do-mato, Curupira e
Caapora. Para os índios Guaranis, ele é o
Demônio da Floresta. Às vezes é visto montando
um porco do mato.
http://www.arteducação.pro.br
De acordo com esse texto, os pés voltados para
trás da Caipora sevem para
A) atrair suas vítimas
B) despistar caçadores
C) montar um porco do mato
D) proteger as matas
34- Leia o texto abaixo.
Sempre o Juquinha
No primeiro dia de aula, a professora explica que
vai testar a capacidade de raciocínio das
crianças, fazendo-as ligar determinadas
características ao animal certo. Chama o
Juquinha e começa:
– Quem pia é...
– Pião! – diz o garoto terrível.
Com paciência, a professora diz que é o pintinho
da galinha que pia.
– Vou lhe dar outra chance: quem ladra é...
– Ladrão!
A professora, irritada, explica que é o cachorro.
– Seu Juquinha, vou lhe dar a última chance:
quem muda de cor é...
E o Juquinha:
– Semáforo!
Almanaque Brasil de Cultura Popular. São Paulo,
ano 2, n. 15, jun. 2000, p. 30.
Nos trechos ”– Quem pia é ...”; “quem ladra é...”;
“quem muda de cor é...”, o uso das reticências,
em relação ao aluno, reforça a
(A) oportunidade de completude da fala.
(B) informação sobre extinção de animais.
(C) expressão de irritação da professora.
(D) falta de resposta dos alunos.
35- Leia o texto abaixo e responda à questão.
O feitiço do sapo
Eva Furmari
Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da
Serra tem Zóio. Ele é um sujeito cheio de idéias,
fica horas falando e anda pra cima e pra baixo,
numa bicicleta pra lá de doida, que só falta voar.
O povo da cidade conta mais de mil casos de
Zóio, e acha que tudo acontece, coitado, por
causa da sua sincera mania de fazer “boas
ações”. Outro dia, Zóio estava passando em
frente à casa de Carmela, quando a ouviu cantar
uma bela e triste canção. Zóio parou e pensou:
que pena, uma moça tão bonita, de voz tão doce,
ficar assim triste e sem apetite de tanto esperar
um príncipe encantado. Isto não era justo. Achou
que poderia ajudar Carmela a realizar seu sonho
e tinha certeza de que justamente ele era a
pessoa certa para isso. Zóio se pós a imaginar
como iria achar um príncipe para Carmela.
Pensou muito par encontrar uma solução e
finalmente teve uma grande idéia de jerico: foi até
a beira do rio, pegou um sapo verde e colocou-o
numa caixa bem na porta da cada dela.
FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p.
4 e 5. Fragmento
A intenção de Zóio ao colocar um sapo na porta
da casa de Carmela foi
A) ajudá-la a encontrar um príncipe encantado.
B) ajudá-la a cantar com voz mais doce ainda.
C) encontrar alguém para cuidar do sapo que
vivia no frio.
D) fazer uma surpresa, dando-lhe um sapo de
presente.
36- Leia o texto abaixo e responda à questão.
CACHORROS
Os zoólogos acreditam que o cachorro se
originou de uma espécie de lobo que vivia na
Ásia. Depois os cães se juntaram aos seres
humanos e se espalharam por quase todo o
mundo. Essa amizade começou há uns 12 mil
anos, no tempo em que as pessoas precisavam
caçar para se alimentar. Os cachorros
perceberam que, se não atacassem os humanos,
podiam ficar perto deles e comer a comida que
sobrava. Já os homens descobriram que os
cachorros podiam ajudar a caçar, a cuidar de
rebanhos e a tomar conta da casa, além de
serem ótimos companheiros. Um colaborava com
o outro e a parceria deu certo.
www.recreionline.com.br
O assunto tratado nesse texto é a
A) relação entre homens e cães.
B) profissão de zoológico
C) amizade entre os animais.
D) alimentação dos cães.
37- Leia o texto abaixo e responda à questão.
Esse texto serve para
A) dar uma notícia.
B) deixar um recado.
C) fazer um convite.
D) vender um produto.
38- Leia o poema abaixo e responda à questão.
MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. Rio de Janeiro. Civilização
Brasileira. 1981, p. 85.
“Os passarinhos lá se escondem”. Nesse poema,
onde é o lá?
A) Céu
B) Mundo inteiro
C) Terraço
D) Último andar.
39- Leia o texto e responda à questão.
O TERREMOTO
Depois do terremoto, apenas uma casa ficou de
pé.
— Por que você ficou de pé, sua casa doida, não
sabe que houve um terremoto — advertiu a
bruxa.
— Um terremoto?! — repetiu a casa com as
janelas esbugalhadas.
E foi tratando logo de desabar também com
medo da bruxa.
DIDIMO, Horário. As historinhas do mestre jabuti. Fortaleza: Edições
Demócrito Rocha, 2003, p. 23.
A casa que estava em pé desabou:
A) por causa de um terremoto.
B) porque teve medo da bruxa.
C) porque era uma casa doida.
D) por causa das janelas abertas.
40- Leia o texto e responda à questão.
A TARTARUGA E A LEBRE
— Vamos apostar quem chega primeiro lá onde fica
aquela árvore? — perguntou a tartaruga à lebre.
A lebre riu dela:
— Você esta louca? Vagarosa como você é! Está
se lembrando que sou um dos animais mais rápidos
que existem?
— Estou sim. E continuo apostando.
A lebre sabia que era capaz de chegar até a árvore
em quatro pulos.
— Está bem. Depois não diga que não avisei.
Combinaram um premio e a lebre deixou a tartaruga
partir.
Pastou, escutou de que lado vinha o vento, dormiu
— e enquanto isso a tartaruga ia indo, no seu passo
solene. Tinha consciência de sua lentidão e, por
isso, não parava de andar.
— Essa aposta é indigna dos meus dotes —
pensava a lebre.
— Para a vitória ter algum valor, só saindo no último
instante.
Afinal, quando a tartaruga estava quase chegando
ao fim combinado, partiu como uma flecha.
Tarde demais. Quando chegou, a tartaruga já
estava lá. Teve que lhe entregar o premio e, por
cima, dar os parabéns.
Mais vale um trabalho persistente do que dotes
naturais mal aproveitados.
GARTNER, Hans & ZWERGER, Lisbeth 12 fábulas de Esopo. São
Paulo. Ática, 1999.
Na frase “Afinal, quando a tartaruga estava quase
chegando ao fim combinado, partiu como uma
flecha”, a palavra “afinal” dá idéia de:
A) conclusão
B) oposição
C) comparação
D) explicação
41- Leia o texto abaixo.
EU
Eu não era nova nem velho. Tinha a capa colorida,
um pouco amassada, e uma das páginas rasgadas
na parte de baixo, naquele lugar que chamam de pé
de pagina. Vivia jogado no canto de um quarto,
junto de velhos brinquedos. Todos os dias o menino
entrava no quarto para brincar. O que eu mais
queria era que ele me desse atenção, me
segurasse, passasse minhas páginas, lesse o que
tenho para contar.
Mas, que nada! Brincava naquele quarto e nem me
olhava. Ficava horas e horas com os toquinhos de
madeira, carrinhos, quebra-cabeças e outros
brinquedos. Eu me sentida um grande inútil.
Um dia não aguentei mais: chorei tanto, mas tanto,
que minhas lágrimas molharam todas as minhas
páginas e o chão. Parecia que eu tinha feito xixi no
quarto. Levei um tempão para secar.
Veio a noite, as páginas continuavam úmidas.
Comecei a bater o queixo de frio e espirrar. Só não
fiquei gripado porque fui dormir debaixo do ursinho
de pelúcia.
No dia seguinte, quando os raios de sol entraram
pela janela, me senti melhor, e minhas páginas
secaram todas.
A minha sorte é que as letras não deslizaram pelas
páginas e foram embora.
PONTES NETO, Hidebrando. Eu. Ilustrações de Mariângela Haddad
– Belo Horizonte: Dimensão, 2002
O ponto de exclamação no final da frase “Mas
que nada!” indica que o personagem do texto
está:
A) curioso.
B) decepcionado.
C) assustado.
D) pensativo.
42- Leia o texto abaixo e responda a questão.
Domingão
Domingo, eu passei o dia todo de bode. Mas, no
começo da noite, melhorei e resolvei bater um fio
para o Zeca.
— E ai, cara? Vamos ao cinema?
— Sei lá, Marcos. Estou meio pra baixo....
— Eu também tava, cara. Mas já estou melhor!
E lá fomos nós. O ônibus atrasou, e nós pagamos
o maior mico, porque, quando chegamos, o filme
já tinha começado. Teve até um mane que
perguntou se a gente tinha chegado para a
próxima sessão.
Saímos de lá, comentando:
— Que filme massa!
— Maneiro mesmo!
Mas já era tarde, e nem deu para contar os
últimos babados pro Zeca. Afinal, segunda-feira é
de trampo e eu detesto queimar o filme com o
patrão. Não vejo a hora de chegar de novo para
eu agitar um pouco mais.
CAVÉQUIA. Márcia Paganini. In:
http://ensinocomalegria.blogspot.com
Os dois personagens que conversam nesse texto
são
A) adultos
B) crianças
C) idosos
D) jovens.
43- Leia o texto abaixo.
ROSEANA MURRAY
Roseana Murray nasceu no Rio de Janeiro, onde
vive até hoje. É casada, tem dois filhos e mais de
quarenta livros publicados. Roseana gosta de
animais e de viajar pelo mundo, olhando as
coisas e as pessoas. Além de escrever poemas
para gente de todas as idades, ela visita feiras de
livros e escolas, onde trabalha junto com
professores e alunos. Suas poesias falam de
coisas simples como amor, peixes e flores. Em
seu livro Receitas de Olhar, encontramos
sugestões poéticas para sermos felizes.
Recentemente, Roseana fez uma grande
descoberta, a Internet; ela está adorando
trabalhar em sua página
http://www.docedeletra.com.br/murray, onde
responde carinhosamente a todos que lhe
escrevem.
Fonte:
http://www.edukbr.com.br/leituraeescrita/setembro02/iautores.asp
Esse texto é
A) uma receita.
B) uma biografia.
C) um poema.
D) um aviso.
44- Leia o texto abaixo.
O Lagarto Medroso
O lagarto parece uma folha verde e amarela.
E reside entre as folhas, o tanque
E a escada de pedra.
De repente sai da folhagem,
Depressa, depressa,
Olha o sol, mira as nuvens e corre
Por cima da pedra.
Bebe o sol, bebe o dia parado,
Sua forma tão quieta,
Não se sabe se é bicho, se é folha
Caída na pedra
Quando alguém se aproxima,
- Oh, que sombra é aquela?
O lagarto logo se esconde
entre as folhas e a pedra.(...)
MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo.
Rio de janeiro: Nova Fronteira, 1990.
O lagarto se parece com
(A) uma pedra.
(B) uma folha.
(C) uma nuvem.
(D) uma escada.
45- Leia o texto abaixo.
Razão maior
Vizinhos e vizinhas
chamaram o galo
e mesmo as galinhas
quiseram acusá-lo:
pois já não canta de madrugada.
Mas logo o galo falou assim:
que haja calor ou faça frio,
eu sempre canto, pobre de mim,
Mas desta vez meu clarim
entupiu,
piu,
piu.
Sidônio Muralha
O texto trata de um galo que
(A) dormia muito.
(B) gostava de festas.
(C) perdeu a voz.
(D) escrevia história.
46- Leia o texto abaixo.
Para ir à Lua
Enquanto não têm foguetes
Para ir à Lua
Os meninos deslizam de patinete
Pelas calçadas da rua.
Vão cegos de velocidade:
Mesmo que quebrem o nariz,
Que grande felicidade!
Ser veloz é ser feliz.
Ah! Se pudessem ser anjos
De longas asas!
Mas são apenas marmanjos.
MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. Rio de janeiro: Nova
Fronteira, 1990.
No último verso do poema, a expressão em
negrito significa
(A) anjos.
(B) meninos.
(C) idosos.
(D) astronautas.
47- Leia o texto abaixo.
No quadrinho abaixo, as expressões das árvores
indicam
(A) medo.
(B) tristeza.
(C) decepção.
(D) raiva.
48- Leia o texto abaixo.
Vampiro Dentuço
Com estes dentões, a morsa deixaria o conde
drácula com inveja! Ela usa seus dois únicos
dentes para se defender e para procurar comida
pelo chão. Além disso, eles são importantes para
a locomoção do bicho, pois quando não está
nadando nas águas geladas do hemisfério norte,
a morsa se apóia nos dentes para andar. Os
filhotes nascem sem dentes. Depois de um ano,
eles aparecem e não param mais de crescer,
atingindo mais de 1 metro.
(Recreio. 28 de outubro de 2004, Ano 05, edição, nº.222 editora
Abril).
A finalidade do texto é:
(A) apresentar dados sobre a vida do vampiro.
(B) divulgar as águas geladas do hemisfério
norte.
(C) instruir sobre a dentição.
(D) informar sobre a vida da morsa.
49- Leia o texto abaixo.
Os preguiçosos
Dois preguiçosos estavam sentados, cada um na
sua cadeira de balanço, sem vontade nem de
balançar. Um deles diz:
Será que está chovendo?
O outro:
Acho que está.
Será?
Não sei.
Vai lá fora ver.
Eu não. Vai você.
Eu não.
Chama o cachorro.
Chama você.
Tupi!
O cachorro entra da rua e senta entre os dois
preguiçosos.
E então?
O cachorro tá seco....
VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Santinho.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
A frase que expressa um fato é
(A)
(B)
(C)
(D) i!”
50- Leia os textos abaixo.
Texto I
Copyright © 1999 Mauricio de Souza Produções Ltda. Todos os
direitos reservados.
Texto II
João e o pé de feijão
Era uma vez uma família de camponeses que
viviam em extrema dificuldade. João e sua mãe
não tinham mais nada, a não ser uma vaca
leiteira, que não produzia mais leite. A mãe do
menino pede a ele que vá até a cidade vender a
vaca. No caminho, João encontra um camponês,
que, ao saber que o menino quer vender a vaca,
propõe uma troca: a vaca por cinco feijões
mágicos. João aceita. Ao chegar em casa porém,
João acaba levando um sermão de sua mãe que
irritada, joga as sementes no quintal. Durante a
noite as sementes começam a se transformar
num enorme pé de feijão.
(http://pt.w ikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_e_o_
p%C3%A9_de_feij%C3%A3o)(Acesso: 20/03/2009).
Comparando os dois textos com relação ao tema,
percebe-se que eles são:
(A) idênticos.
(B) contrários.
(C) antagônicos.
(D) diferentes.
51- Leia o texto abaixo.
Servindo a refeição
Clarissa entra. A sala de refeição já está cheia.
Nestor vem descendo as escadas, assobiando,
fazendo barulho com os pés, jogando os braços
para os lados, estabanadamente.
Ondina se volta para ele, num sorriso. Barata tem
a cabeça inclinada sobre a mesa. O major conta
história engraçada a D. Glória, que ri
perdidamente, deixando visíveis as gengivas cor
de coral. A Belinha devaneia, olhos em branco,
mãos coladas à face direita. O tio Couto come
pacientemente suas batatinhas fritas, feitas no
azeite especialmente para ele, pois sofre do
fígado. Gamaliel, cabeça baixa, mãos
entrelaçadas, pede a benção de seu Deus.
Zezinho, muito pálido, pede um mingau de
maisena: está de dieta, outra vez o maldito
estômago.
VERÍSSIMO, Érico. Clarissa. 3 ed. Porto Alegre: Globo, 1975, p.
102.
Dos personagens presentes no texto, quem tem a
cabeça inclinada sobre a mesa é:
(A) Barata.
(B) Major.
(C) Tio Couto.
(D) Belinha.
Leia o texto abaixo.
REX em “Uma tarde no museu”
52- No segundo quadrinho, a personagem diz
que não sabe se foi uma boa levar o Rex ao
museu. Quem é o Rex?
(A) o alienígena.
(B) o soldado.
(C) o esqueleto de dinossauro.
(D) o dinossauro.
53- Rex aparece chorando no último quadrinho
porque:
(A) não está gostando do museu.
(B) se assustou com o esqueleto do dinossauro.
(C) achou que o esqueleto era de seu avô
falecido.
(D) discutiu com os amigos e ficou aborrecido.

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Simulado de Português 5º ano Edite Porto 2014

  • 1. ESCOLA MUNICIPAL EDITE PORTO MENDONÇA DE BARROS ALUNO (A): ________________________________________________________________ SIMULADO DE LÍNGUA PORTUGUESA 5º ANO 1- Leia o texto abaixo. António Manuel Couto Viana (poeta português). Versos de palmo e meio (1994). (Fragmento). A expressão “dá com o nariz na porta” (linha 8) significa: (A) arrancar o nariz com a porta. (B) bater o nariz na porta. (C) desenhar o nariz na porta. (D) esfregar o nariz na porta. 2- Leia o texto abaixo. Você sabia que... No Brasil, é crime discriminar alguém por causa de sua raça, cor, religião ou nacionalidade? Ninguém pode ser impedido de entrar em uma loja ou estudar em um colégio por esses motivos. É que as pessoas são diferentes, mas os direitos de todos são iguais. Revista Recreio. São Paulo: Abril, n. 111, 25 abr. 2002. O assunto central do texto é (A) a proibição para entrar na loja. (B) o direito das pessoas estudarem. (C) os direitos iguais para todos. (D) os crimes cometidos no Brasil. 3- Leia o texto abaixo. Guardas de Belo Horizonte usam tapa-ouvidos Se você estiver dirigindo pelas ruas de Belo Horizonte (MG), buzinar e o guarda nem lhe der atenção, não estranhe. É que, desde o início de outubro, os guardas de trânsito de Belo Horizonte usam um tapa-ouvidos para se proteger dos níveis de ruído a que estão submetidos diariamente e que podem provocar surdez, estresse, insônia e doenças do coração. Texto baseado em artigo publicado na Revista Zá, Novembro de 1997. O que pode provocar algumas doenças nos guardas de trânsito? (A) A falta de atenção dos motoristas de Belo Horizonte. (B) Buzinar demais durante todo o dia de trabalho. (C) Dirigir diariamente pelas ruas de Belo Horizonte. (D) Os níveis de ruído a que estão submetidos diariamente. 4- Leia o texto abaixo e responda. Anedota — Carlos! Por que você está me ligando de madrugada? — Porque estou preso! — Preso? Por quê? — Sei lá! Eu não fiz nada! Acho que me confundiram com um bandido. Vem aqui me soltar? — Eu não! — Por quê? — Porque se estão prendendo quem não fez nada, acabam me prendendo também. (Domínio público) No texto, existe um diálogo entre (A) dois bandidos. (B) dois personagens. (C) narrador e personagem. (D) policial e bandido.
  • 2. 5- Leia o texto abaixo e responda. Fonte:http://usuarios.idbrasil.org.br. (Adaptado) O texto tem a finalidade de (A) ensinar como se deve cortar as árvores. (B) fazer comercial da indústria de papel. (C) incentivar o desmatamento das florestas. (D) reivindicar contra a destruição da natureza. Leia o texto abaixo e responda a questões 6 e 7. Anjo do silêncio Esse anjinho tão discreto já foi confundido muitas vezes com seu primo, o Anjo da Guarda. Na verdade, são bem diferentes um do outro. Quando nascemos, o Anjo da Guarda nos abraça e não desgruda mais. Como nasce uma hora antes, sabe o que vai nos acontecer no futuro e faz de tudo para nos proteger. Já o Anjo do Silêncio, como o próprio nome diz, aparece só quando se faz silêncio absoluto. É ele que nos leva para um cantinho da casa e nos deixa encolhidos e quietos, pensando na vida. (João A. Carrascoza. Zoomágicos. Belo Horizonte, Formato, 1997.) 6- O trecho que contém ideia de tempo é (A) “confundido muitas vezes com seu primo”. (linha 1-2) (B) “nos deixa encolhidos e quietos”. (linha 10- 11) (C) “nos leva para um cantinho da casa”. (linha 9-10) (D) “sabe o que vai nos acontecer no futuro”. (linha 6) 7- Segundo o texto, é possível entender que (A) o Anjo da Guarda aparece nas horas silenciosas. (B) o Anjo da Guarda está sempre conosco. (C) o Anjo do Silêncio já nasce conosco. (D) o Anjo do Silêncio não se desgruda de nós. 8- Leia o texto abaixo e responda. Rodrigo Chaves. Fonte: http://tirasnacionais.blogspot.com/2011/01/ferias.html08. Nos três quadrinhos, percebe-se que, em relação às imagens, o texto escrito tem sentido (A) idêntico. (B) contrário. (C) lógico. (D) semelhante. Leia o texto abaixo e responda as questões 9 e 10. O socorro Ele foi cavando, cavando, cavando, pois sua profissão—coveiro era cavar. Mas, de repente, na distração do ofício que amava, percebeu que cavara demais. Tentou sair da cova e não conseguiu. Levantou o olhar para cima e viu que, sozinho, não conseguiria sair. Gritou. Ninguém atendeu. Gritou mais forte. Ninguém veio. Enrouqueceu de gritar, cansou de esbravejar, desistiu com a noite. Sentou-se no fundo da cova, desesperado. A noite chegou, subiu, fez-se o silêncio das horas tardias. Bateu o frio da madrugada e, na noite escura, não se ouvia um som humano, embora o cemitério estivesse cheio dos pipilos e coaxares
  • 3. naturais dos matos. Só pouco depois da meia- noite é que lá vieram uns passos. Deitado no fundo da cova, o coveiro gritou. Os passos se aproximaram. Uma cabeça ébria apareceu lá em cima, perguntou o que havia: “O que é que ha?” O coveiro, então, gritou, desesperado: “Tire-me daqui, por favor. Estou com um frio terrível!”. “Mas, coitado!” — condoeu-se o bêbado. “Tem toda razão de estar com frio. Alguém tirou a terra de cima de você, meu pobre mortinho!”. E, pegando a pá, encheu-a de terra e pôs-se a cobri-lo cuidadosamente. MORAL: Nos momentos graves é preciso verificar muito bem para quem se apela. (Millôr Fernandes. Fábula fabulosa. 5. ed. São Paulo, Círculo do Livro, 1976. p. 13. ) 9- O fato que gera o conflito dessa narrativa é (A) no momento que o bêbado aparece na cova. (B) no momento que o bêbado cobre o coveiro com terra. (C) quando a noite chega e faz-se o silêncio das horas tardias. (D) quando o coveiro percebe que não consegue sair da cova. 10- O trecho que se percebe a fala do bêbado é (A) “A noite chegou, subiu, fez-se o silêncio das horas tardias.” (B) “Tem toda razão de estar com frio.” (C) “Tire-me daqui, por favor.” (D) “Uma cabeça ébria apareceu lá em cima, perguntou o que havia.” Leia o texto abaixo e responda as questões 11 e 12. Quino. Fonte:http://clubedamafalda.blogspot.com 11- Na frase “VOCÊ É UMA BESTA!” (terceiro quadrinho), a palavra “BESTA” foi destacada para indicar que: (A) o menino está reclamando. (B) o menino recebeu um elogio. (C) Susanita está falando baixinho. (D) Susanita está gritando. 12- Pela expressão do menino (quadrinhos 4 e 5), percebe-se que Susanita o deixou bastante (A) calmo. (B) orgulhoso. (C) irritado. (D) sorridente. 13- Leia o texto abaixo e responda.
  • 4. O assunto dos dois textos é “a oferta da venda de uma casa”. A diferença entre os dois está na (A) casa do primeiro texto, que é imaginária e a do segundo, que é real. (B) cor azul da primeira casa e na cor amarela da segunda. (C) floresta da segunda casa e no jardim da primeira. (D) primeira casa, por ter várias formas de pagamento e a segunda, nenhuma. 14- Leia o texto abaixo e responda. O tema desse texto é: (A) a origem do povo indígena no Brasil. (B) a consequência do desmatamento para o índio. (C) a cesta básica para o índio sobreviver. (D) o crescimento do pequeno índio na floresta. 15- Leia o texto abaixo e responda. BRASIL PODERÁ PASSAR VEXAME COM AEROPORTOS NACOPADE 2014 Dos treze aeroportos brasileiros que receberão investimentos para modernização e aumento de capacidade para a Copa do Mundo de 2014, nove poderão não estar prontos a tempo, e um será finalizado no mês em que se inicia o campeonato. A conclusão é de um estudo divulgado nesta quinta-feira (14/04) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O documento sinaliza a possibilidade de um grande vexame no Mundial – afinal, tanto o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, como o presidente da FIFA, Joseph Blatter, sempre avisaram que uma infraestrutura aeroportuária eficiente é fator indispensável para que a Copa no Brasil dê certo. Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia. (Fragmento adaptado) Segundo o texto, para a Copa do Mundo de 2014, o número de aeroportos que corre o risco de não estar pronto para o campeonato é: (A) treze. (B) nove. (C) quatro. (D) um. 16- Leia o texto abaixo e responda. A graça do texto está no fato de: (A) a Shirley possuir um treinador físico. (B) a Shirley contratar alguém para treinar por ela. (C) Herman ser o treinador físico de Shirley. (D) Maluquinho passar correndo pelas meninas.
  • 5. Leia o texto abaixo e responda as questões 17 e 18. 17- Segundo o texto, nota-se que a Gripe A é: (A) bem mais forte que a Gripe Comum. (B) mais leve do que a Gripe Comum. (C) transmitida de uma pessoa para outra. (D) transmitida por uma bactéria. 18- O texto tem a finalidade de: (A) contar uma história. (B) divertir. (C) ensinar as regras de um jogo. (D) informar. Leia o texto abaixo e responda as questões 19 e 20. Título: Em boca fechada não entra estrela Autor: Leo Cunha Ilustração: Roger Mello Sinopse: Narrativa infantil. A história de Guta, uma menina curiosa e tagarela, que tem um passatempo incomum: conversar com as estrelas. Alias, só ela fala, que “estrela é bicho calado e gosta de escutar”. Os pais, preocupados com os perigos da noite, proíbem os passeios de Guta. A menina, então, resolve fugir, não deixando outra alternativa aos pais senão a de enfrentar o escuro também. Indicação: 1º ao 5º ano. Elizabeth Baldi. Leitura nas séries iniciais: uma proposta para formação de leitores de literatura. Porto Alegre: Editora Projeto, 2009. 19- Segundo o texto, Guta decide fugir porque: (A) não quer mais morar com os pais. (B) sente-se cansada de ficar em casa. (C) seus pais estão muito preocupados. (D) seus pais proibiram-na de passear à noite. 20- No trecho “estrela é bicho calado e gosta de escutar” (linha 4), percebe-se a: (A) opinião de Guta sobre as estrelas. (B) opinião do narrador em relação às estrelas. (C) preocupação dos pais com os perigos da noite. (D) rejeição de Guta aos perigos da noite. 21- Leia o texto abaixo e responda. Pontes no céu Há muito tempo, as pessoas pensavam que os arco-íris eram encantados. Alguns acreditavam que o arco-íris era uma ponte que aparecia no céu quando os deuses queriam sair de lá para visitar a Terra. As pessoas também acreditavam que, se você pudesse encontrar o lugar onde o arco-íris tocava o chão, provavelmente encontraria uma panela cheia de ouro enterrada. Hoje sabemos que um arco-íris é simplesmente causado pela luz do sol que brilha nas gotas de chuva. Para ver um arco-íris, você deve ficar com o sol atrás de você e a chuva caindo à sua frente. A luz solar parece sem cor, mais é na verdade feita de muitas cores. Quando a luz solar entra numa única gota de chuva, ela se divide em violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho. A gota de chuva reflete estas cores como um espelho. Uma vez que as cores se misturam nas faixas de encontro, podemos, em geral, distinguir apenas quatro ou cinco delas. Muitos raios de sol, ao se dividirem em cores e serem refletidos por milhares de gotas de chuva, formam um arco-íris deslumbrante e curvo. Às vezes, há outro arco-íris mais fraco fora do primeiro. As cores do segundo arco-íris estarão na ordem inversa à das cores do primeiro. O mundo da criança, v. 6, O nosso mundo. São Paulo: Enciclopédia Britânica, 2010. A palavra “ela” (linha 16) refere-se à (A) cor. (B) gota de chuva. (C) luz solar. (D) você.
  • 6. Leia o texto abaixo e responda e responda as questões 21 e 22. Imaginação Acho que não há ninguém que não saiba o que é imaginação. Quem é que não fica pensando às vezes que é um aviador, ou um artista de televisão, ou mesmo um herói de historinha? Quem é que nunca pensou em viagens, em lutas, em namorados ou namoradas? Em cenas de amor? Isto tudo é fabricado pela nossa imaginação. A imaginação é uma coisa maravilhosa. Ela nos ajuda a viver. Ela viaja conosco por toda a parte. Com ela o menino pobre anda nos lugares muito longe sem gastar um centavo. Com ela os artistas inventam histórias, com ela todo mundo descansa um pouco da realidade para passear por todos os recantos da vida. Mas não é só isto o que podemos fazer com nossa imaginação. Ela também nos ajuda a resolver uma porção de problemas. Ela enriquece nossa vida, criando soluções novas para coisas que a gente não sabia resolver. Quer um exemplo? Um menino que não pode comprar muitos brinquedos transforma caixas, vidros, tampinhas, trapos em toda espécie de brinquedos. Maria Clara Machado. A aventura do teatro. Rio de Janeiro: José Olympio Editora. (Fragmento) 21- No texto, para evitar a repetição, a palavra “imaginação” foi substituída pela palavra (A) ela. (B) ele. (C) nossa. (D) quem. 22- No trecho “Quer um exemplo?” (linha 12), o sinal de interrogação foi usado para enfatizar uma (A) afirmação. (B) explicação. (C) pedido. (D) surpresa. 23- Leia o texto abaixo. http://www.google.com.br A figura acima sinaliza que é necessário: (A) fugir dos mosquitos. (B) aniquilar todos os insetos. (C) combater o mosquito da dengue. (D) desrespeitar as placas de trânsito. 24- Leia o texto abaixo: Quanto pesa a sua mochila? Ana Holanda Você já parou para pensar quanto pesa a sua mochila? Então, aproveite e pare em uma farmácia do caminho para pesá-la. O material escolar que todos têm de levar para a escola diariamente muitas vezes supera os cinco quilos. Pode ser pouco para um adulto, mas certamente mais do que muitas crianças poderiam carregar sem comprometer sua coluna. Agora, imagine todo esse peso colocado em cima de suas costas. Ruim, né? E isso sem falar que você provavelmente costuma levar todo o peso da mochila em um ombro só, o que pode ser mais prejudicial. A melhor forma de carregar a mochila é bem apoiada nas costas e presa nos dois ombros, pelas alças. (Revista Zá, ano 1, n. 1, julho 1996, p. 24.) O texto alerta ao leitor que: (A) o peso do material escolar pode comprometer a coluna. (B) todo o peso da mochila deve ser carregado em um ombro só. (C) toda a criança é capaz de transportar peso superior a cinco quilos.
  • 7. (D) o uso de mochila garante uma qualidade de vida elevada no futuro. 25- Leia o texto abaixo. Irapuru – o canto que encanta Certo jovem, não muito belo, era admirado e desejado por todas as moças de sua tribo por tocar flauta maravilhosamente bem. Deram-lhe, então, o nome de Catuboré, flauta encantada. Entre as moças, a bela Mainá conseguiu o seu amor; casar-se-iam durante a primavera. Certo dia, já próximo do grande dia, Catuboré foi à pesca e de lá não mais voltou. Saindo a tribo inteira à sua procura, encontraram- no sem vida, à sombra de uma árvore, mordido por uma cobra venenosa. Sepultaram-no no próprio local. Mainá, desconsolada, passava várias horas a chorar sua grande perda. A alma de Catuboré, sentindo o sofrimento de sua noiva, lamentava-se profundamente pelo seu infortúnio. Não podendo encontrar paz, pediu ajuda ao Deus Tupã. Este, então, transformou a alma do jovem no pássaro irapuru, que, mesmo com escassa beleza, possui um canto maravilhoso, semelhante ao som da flauta, para alegrar a alma de Mainá. O cantar do irapuru ainda hoje contagia com seu amor os outros pássaros e todos os seres da natureza. (Waldemar de Andrade e Silva. Lenda e mitos dos índios brasileiros. São Paulo: FTD, 1997.) Catuboré foi à pesca e de lá não mais voltou porque (A) apaixonou-se por uma índia de outra tribo. (B) encontrou uma flauta encantada. (C) dormiu à sombra de uma árvore. (D) foi mordido por uma cobra. 26- No trecho “Deram-lhe, então, o nome de Catuboré, flauta encantada.” do primeiro parágrafo do texto “Irapuru – o canto que encanta”, o termo destacado se refere (A) ao grande dia. (B) ao certo jovem. (C) à bela Mainá. (D) a sua tribo. 27- Para conceder a paz a Catuboré, o Deus Tupã (A) transformou a alma do jovem no pássaro irapuru. (B) desapareceu com todas as cobras venenosas. (C) criou a primavera para celebrar o casamento. (D) convocou toda a tribo para tocar flauta. 28- Leia os textos abaixo. Texto 1 Troco um fusca branco Por um cavalo cor de vento Um cavalo mais veloz que o pensamento. Quero que ele me leve pra bem longe E que galope ao deus-dará Que já me cansei deste engarrafamento... (Roseana Murray. Classificados poéticos.São Paulo: Companhia Ed.Nacional,2004.) Texto 2 VENDO OU TROCO caminhão ford 1971 VENDO OU TROCO F-100 AZUL ANO 71 DIESEL MECANISMO OPERACIONAL VALOR R$10.000,00 (aceito troca por veículo de passeio) tel:****-****. http://carros.viaki.com/mercado Na comparação dos textos acima, concluímos que o texto 1 (A) é um classificado de jornal; o 2 é um classificado poético. (B) descreve um fusca 1971; o 2 divulga um caminhão moderno. (C) anuncia um cavalo cor de vento; o 2 anuncia um fusca branco. (D) é estruturado em forma de versos; o 2 apresenta a linguagem objetiva. 29- Leia o texto abaixo Recomendações ao consumidor Mesmo os produtos mais simples têm o jeito certo de usar. Por isso é tão importante seguir algumas recomendações tanto na hora da compra quanto na hora do consumo.  Observe se a aparência é boa (no caso dos perecíveis).  Confira a data de validade.  Veja se a embalagem está intacta, se for uma lata, certifique-se de que não está amassada.  Leia as informações de rótulo e etiquetas sobre o modo de usar, conteúdo e cuidados.
  • 8.  No caso dos produtos eletrônicos, só ligue depois de ler o manual de instruções.  Ao fechar algum contrato, leia tudo antes de assinar.  E não se esqueça de pedir sempre a nota fiscal. Se, mesmo assim, você tiver qualquer dúvida ou sugestão, ligue para o SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor, o telefone vem na embalagem. As boas empresas possuem esse serviço e terão o maior prazer em atender você. 15 de março. Dia Internacional do Consumidor. Folha de S. Paulo.São Paulo 15 mar.2007.Encarte. O texto acima apresenta (A) informações sobre produtos consumidos diariamente. (B) recomendações sobre compra e venda de produtos. (C) orientações para montagem de boas empresas. (D) instruções para manuseio de alguns produtos. 29- Leia o texto abaixo A causa da chuva Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão. — Chove só quando a água cai do telhado de meu galinheiro - esclareceu a galinha. — Ora, que bobagem! - disse o sapo de dentro da lagoa. - Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas. — Como assim? - disse a lebre. - Está visto que só chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d'água que têm dentro. Nesse momento começou a chover. — Viram? - gritou a galinha. — O telhado de meu galinheiro está pingando. Isso é chuva! — Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? - disse o sapo. — Mas, como assim? - tornou a lebre — Parecem cegos! Não vêem que a água cai das folhas das árvores? Millôr Fernandes O trecho do texto que indica um fato é (A) “...começou a chover.” (B) “... diziam que ia demorar...” (C) “... que bobagem!” (D) “... diziam que ia chover...” 30- A ideia central do texto é apresentar uma discussão sobre (A) o telhado do galinheiro. (B) a chuva. (C) a água da lagoa. (D) as folhas das árvores. 31- Leia o texto abaixo. Caverna Houve um dia, no começo do mundo em que o homem ainda não sabia construir sua casa. Então disputava a caverna com bichos e era aí sua morada. Deixou para nós seus sinais, desenhos desse mundo muito antigo. Animais, caçadas, danças, misteriosos rituais. Que sinais deixaremos nós para o homem do futuro? Roseana Murray. Casas.Belo Horizonte: Formato,2004. No último verso da segunda estrofe: ”e era aí sua morada”, a expressão em destaque pode ser substituída por (A) sua casa. (B) o homem. (C) do mundo. (D) com bichos. 32- Leia o texto abaixo. Chegou a festa junina! (Fragmentos)
  • 9. Antes da era cristã, alguns povos antigos - persas, egípcios, celtas, sírios, bascos, sardenhos, bretões e sumérios - faziam rituais para invocar a fertilidade de suas plantações. Eles acendiam fogueiras para espantar os maus espíritos e desejavam obter uma boa safra. Isso acontecia em junho, época em que se inicia o verão no hemisfério norte. Esses festejos se perpetuaram. Mais tarde, passaram a ser seguidos não só pelos camponeses, mas também pelos homens da cidade na Europa. No entanto, os rituais eram considerados pagãos pela Igreja Católica. Como não era possível dar fim a uma tradição tão antiga, a Igreja adaptou essa celebração a seu calendário de festividades no século 4. Estava iniciada a Festa Joanina, que recebeu este nome em homenagem a São João Batista, um dos santos mais importantes celebrados em junho - os outros são Santo Antônio (no dia 13) e São Pedro (no dia 29). (http://www.cienciahoje.uol.com.br) A igreja adaptou os rituais a seu calendário de festividades porque: (A) deveria espantar os bons espíritos. (B) queria perpetuar os festejos na Europa. (C) desejava manter os rituais no hemisfério norte. (D) seria muito difícil romper com as antigas tradições. 33- Leia o texto abaixo e responda à questão. Caipora É um Mito do Brasil que os índios já conheciam desde a época do descobrimento. Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas. Seus pés voltados para trás servem para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos. Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas, ele, às vezes, chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana. É também chamado de pai ou Mãe-do-mato, Curupira e Caapora. Para os índios Guaranis, ele é o Demônio da Floresta. Às vezes é visto montando um porco do mato. http://www.arteducação.pro.br De acordo com esse texto, os pés voltados para trás da Caipora sevem para A) atrair suas vítimas B) despistar caçadores C) montar um porco do mato D) proteger as matas 34- Leia o texto abaixo. Sempre o Juquinha No primeiro dia de aula, a professora explica que vai testar a capacidade de raciocínio das crianças, fazendo-as ligar determinadas características ao animal certo. Chama o Juquinha e começa: – Quem pia é... – Pião! – diz o garoto terrível. Com paciência, a professora diz que é o pintinho da galinha que pia. – Vou lhe dar outra chance: quem ladra é... – Ladrão! A professora, irritada, explica que é o cachorro. – Seu Juquinha, vou lhe dar a última chance: quem muda de cor é... E o Juquinha: – Semáforo! Almanaque Brasil de Cultura Popular. São Paulo, ano 2, n. 15, jun. 2000, p. 30. Nos trechos ”– Quem pia é ...”; “quem ladra é...”; “quem muda de cor é...”, o uso das reticências, em relação ao aluno, reforça a (A) oportunidade de completude da fala. (B) informação sobre extinção de animais. (C) expressão de irritação da professora. (D) falta de resposta dos alunos. 35- Leia o texto abaixo e responda à questão. O feitiço do sapo Eva Furmari Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da Serra tem Zóio. Ele é um sujeito cheio de idéias, fica horas falando e anda pra cima e pra baixo, numa bicicleta pra lá de doida, que só falta voar. O povo da cidade conta mais de mil casos de Zóio, e acha que tudo acontece, coitado, por causa da sua sincera mania de fazer “boas ações”. Outro dia, Zóio estava passando em frente à casa de Carmela, quando a ouviu cantar uma bela e triste canção. Zóio parou e pensou: que pena, uma moça tão bonita, de voz tão doce, ficar assim triste e sem apetite de tanto esperar um príncipe encantado. Isto não era justo. Achou que poderia ajudar Carmela a realizar seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa para isso. Zóio se pós a imaginar
  • 10. como iria achar um príncipe para Carmela. Pensou muito par encontrar uma solução e finalmente teve uma grande idéia de jerico: foi até a beira do rio, pegou um sapo verde e colocou-o numa caixa bem na porta da cada dela. FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento A intenção de Zóio ao colocar um sapo na porta da casa de Carmela foi A) ajudá-la a encontrar um príncipe encantado. B) ajudá-la a cantar com voz mais doce ainda. C) encontrar alguém para cuidar do sapo que vivia no frio. D) fazer uma surpresa, dando-lhe um sapo de presente. 36- Leia o texto abaixo e responda à questão. CACHORROS Os zoólogos acreditam que o cachorro se originou de uma espécie de lobo que vivia na Ásia. Depois os cães se juntaram aos seres humanos e se espalharam por quase todo o mundo. Essa amizade começou há uns 12 mil anos, no tempo em que as pessoas precisavam caçar para se alimentar. Os cachorros perceberam que, se não atacassem os humanos, podiam ficar perto deles e comer a comida que sobrava. Já os homens descobriram que os cachorros podiam ajudar a caçar, a cuidar de rebanhos e a tomar conta da casa, além de serem ótimos companheiros. Um colaborava com o outro e a parceria deu certo. www.recreionline.com.br O assunto tratado nesse texto é a A) relação entre homens e cães. B) profissão de zoológico C) amizade entre os animais. D) alimentação dos cães. 37- Leia o texto abaixo e responda à questão. Esse texto serve para A) dar uma notícia. B) deixar um recado. C) fazer um convite. D) vender um produto. 38- Leia o poema abaixo e responda à questão. MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 1981, p. 85. “Os passarinhos lá se escondem”. Nesse poema, onde é o lá? A) Céu B) Mundo inteiro C) Terraço D) Último andar. 39- Leia o texto e responda à questão. O TERREMOTO Depois do terremoto, apenas uma casa ficou de pé. — Por que você ficou de pé, sua casa doida, não sabe que houve um terremoto — advertiu a bruxa. — Um terremoto?! — repetiu a casa com as janelas esbugalhadas. E foi tratando logo de desabar também com medo da bruxa. DIDIMO, Horário. As historinhas do mestre jabuti. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2003, p. 23.
  • 11. A casa que estava em pé desabou: A) por causa de um terremoto. B) porque teve medo da bruxa. C) porque era uma casa doida. D) por causa das janelas abertas. 40- Leia o texto e responda à questão. A TARTARUGA E A LEBRE — Vamos apostar quem chega primeiro lá onde fica aquela árvore? — perguntou a tartaruga à lebre. A lebre riu dela: — Você esta louca? Vagarosa como você é! Está se lembrando que sou um dos animais mais rápidos que existem? — Estou sim. E continuo apostando. A lebre sabia que era capaz de chegar até a árvore em quatro pulos. — Está bem. Depois não diga que não avisei. Combinaram um premio e a lebre deixou a tartaruga partir. Pastou, escutou de que lado vinha o vento, dormiu — e enquanto isso a tartaruga ia indo, no seu passo solene. Tinha consciência de sua lentidão e, por isso, não parava de andar. — Essa aposta é indigna dos meus dotes — pensava a lebre. — Para a vitória ter algum valor, só saindo no último instante. Afinal, quando a tartaruga estava quase chegando ao fim combinado, partiu como uma flecha. Tarde demais. Quando chegou, a tartaruga já estava lá. Teve que lhe entregar o premio e, por cima, dar os parabéns. Mais vale um trabalho persistente do que dotes naturais mal aproveitados. GARTNER, Hans & ZWERGER, Lisbeth 12 fábulas de Esopo. São Paulo. Ática, 1999. Na frase “Afinal, quando a tartaruga estava quase chegando ao fim combinado, partiu como uma flecha”, a palavra “afinal” dá idéia de: A) conclusão B) oposição C) comparação D) explicação 41- Leia o texto abaixo. EU Eu não era nova nem velho. Tinha a capa colorida, um pouco amassada, e uma das páginas rasgadas na parte de baixo, naquele lugar que chamam de pé de pagina. Vivia jogado no canto de um quarto, junto de velhos brinquedos. Todos os dias o menino entrava no quarto para brincar. O que eu mais queria era que ele me desse atenção, me segurasse, passasse minhas páginas, lesse o que tenho para contar. Mas, que nada! Brincava naquele quarto e nem me olhava. Ficava horas e horas com os toquinhos de madeira, carrinhos, quebra-cabeças e outros brinquedos. Eu me sentida um grande inútil. Um dia não aguentei mais: chorei tanto, mas tanto, que minhas lágrimas molharam todas as minhas páginas e o chão. Parecia que eu tinha feito xixi no quarto. Levei um tempão para secar. Veio a noite, as páginas continuavam úmidas. Comecei a bater o queixo de frio e espirrar. Só não fiquei gripado porque fui dormir debaixo do ursinho de pelúcia. No dia seguinte, quando os raios de sol entraram pela janela, me senti melhor, e minhas páginas secaram todas. A minha sorte é que as letras não deslizaram pelas páginas e foram embora. PONTES NETO, Hidebrando. Eu. Ilustrações de Mariângela Haddad – Belo Horizonte: Dimensão, 2002 O ponto de exclamação no final da frase “Mas que nada!” indica que o personagem do texto está: A) curioso. B) decepcionado. C) assustado. D) pensativo. 42- Leia o texto abaixo e responda a questão. Domingão Domingo, eu passei o dia todo de bode. Mas, no começo da noite, melhorei e resolvei bater um fio para o Zeca. — E ai, cara? Vamos ao cinema? — Sei lá, Marcos. Estou meio pra baixo.... — Eu também tava, cara. Mas já estou melhor! E lá fomos nós. O ônibus atrasou, e nós pagamos o maior mico, porque, quando chegamos, o filme já tinha começado. Teve até um mane que perguntou se a gente tinha chegado para a próxima sessão. Saímos de lá, comentando: — Que filme massa! — Maneiro mesmo! Mas já era tarde, e nem deu para contar os últimos babados pro Zeca. Afinal, segunda-feira é de trampo e eu detesto queimar o filme com o patrão. Não vejo a hora de chegar de novo para eu agitar um pouco mais. CAVÉQUIA. Márcia Paganini. In: http://ensinocomalegria.blogspot.com
  • 12. Os dois personagens que conversam nesse texto são A) adultos B) crianças C) idosos D) jovens. 43- Leia o texto abaixo. ROSEANA MURRAY Roseana Murray nasceu no Rio de Janeiro, onde vive até hoje. É casada, tem dois filhos e mais de quarenta livros publicados. Roseana gosta de animais e de viajar pelo mundo, olhando as coisas e as pessoas. Além de escrever poemas para gente de todas as idades, ela visita feiras de livros e escolas, onde trabalha junto com professores e alunos. Suas poesias falam de coisas simples como amor, peixes e flores. Em seu livro Receitas de Olhar, encontramos sugestões poéticas para sermos felizes. Recentemente, Roseana fez uma grande descoberta, a Internet; ela está adorando trabalhar em sua página http://www.docedeletra.com.br/murray, onde responde carinhosamente a todos que lhe escrevem. Fonte: http://www.edukbr.com.br/leituraeescrita/setembro02/iautores.asp Esse texto é A) uma receita. B) uma biografia. C) um poema. D) um aviso. 44- Leia o texto abaixo. O Lagarto Medroso O lagarto parece uma folha verde e amarela. E reside entre as folhas, o tanque E a escada de pedra. De repente sai da folhagem, Depressa, depressa, Olha o sol, mira as nuvens e corre Por cima da pedra. Bebe o sol, bebe o dia parado, Sua forma tão quieta, Não se sabe se é bicho, se é folha Caída na pedra Quando alguém se aproxima, - Oh, que sombra é aquela? O lagarto logo se esconde entre as folhas e a pedra.(...) MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. Rio de janeiro: Nova Fronteira, 1990. O lagarto se parece com (A) uma pedra. (B) uma folha. (C) uma nuvem. (D) uma escada. 45- Leia o texto abaixo. Razão maior Vizinhos e vizinhas chamaram o galo e mesmo as galinhas quiseram acusá-lo: pois já não canta de madrugada. Mas logo o galo falou assim: que haja calor ou faça frio, eu sempre canto, pobre de mim, Mas desta vez meu clarim entupiu, piu, piu. Sidônio Muralha O texto trata de um galo que (A) dormia muito. (B) gostava de festas. (C) perdeu a voz. (D) escrevia história. 46- Leia o texto abaixo. Para ir à Lua Enquanto não têm foguetes Para ir à Lua Os meninos deslizam de patinete Pelas calçadas da rua. Vão cegos de velocidade: Mesmo que quebrem o nariz, Que grande felicidade! Ser veloz é ser feliz. Ah! Se pudessem ser anjos De longas asas! Mas são apenas marmanjos. MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. Rio de janeiro: Nova Fronteira, 1990. No último verso do poema, a expressão em negrito significa
  • 13. (A) anjos. (B) meninos. (C) idosos. (D) astronautas. 47- Leia o texto abaixo. No quadrinho abaixo, as expressões das árvores indicam (A) medo. (B) tristeza. (C) decepção. (D) raiva. 48- Leia o texto abaixo. Vampiro Dentuço Com estes dentões, a morsa deixaria o conde drácula com inveja! Ela usa seus dois únicos dentes para se defender e para procurar comida pelo chão. Além disso, eles são importantes para a locomoção do bicho, pois quando não está nadando nas águas geladas do hemisfério norte, a morsa se apóia nos dentes para andar. Os filhotes nascem sem dentes. Depois de um ano, eles aparecem e não param mais de crescer, atingindo mais de 1 metro. (Recreio. 28 de outubro de 2004, Ano 05, edição, nº.222 editora Abril). A finalidade do texto é: (A) apresentar dados sobre a vida do vampiro. (B) divulgar as águas geladas do hemisfério norte. (C) instruir sobre a dentição. (D) informar sobre a vida da morsa. 49- Leia o texto abaixo. Os preguiçosos Dois preguiçosos estavam sentados, cada um na sua cadeira de balanço, sem vontade nem de balançar. Um deles diz: Será que está chovendo? O outro: Acho que está. Será? Não sei. Vai lá fora ver. Eu não. Vai você. Eu não. Chama o cachorro. Chama você. Tupi! O cachorro entra da rua e senta entre os dois preguiçosos. E então? O cachorro tá seco.... VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. A frase que expressa um fato é (A) (B) (C) (D) i!” 50- Leia os textos abaixo. Texto I Copyright © 1999 Mauricio de Souza Produções Ltda. Todos os direitos reservados.
  • 14. Texto II João e o pé de feijão Era uma vez uma família de camponeses que viviam em extrema dificuldade. João e sua mãe não tinham mais nada, a não ser uma vaca leiteira, que não produzia mais leite. A mãe do menino pede a ele que vá até a cidade vender a vaca. No caminho, João encontra um camponês, que, ao saber que o menino quer vender a vaca, propõe uma troca: a vaca por cinco feijões mágicos. João aceita. Ao chegar em casa porém, João acaba levando um sermão de sua mãe que irritada, joga as sementes no quintal. Durante a noite as sementes começam a se transformar num enorme pé de feijão. (http://pt.w ikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_e_o_ p%C3%A9_de_feij%C3%A3o)(Acesso: 20/03/2009). Comparando os dois textos com relação ao tema, percebe-se que eles são: (A) idênticos. (B) contrários. (C) antagônicos. (D) diferentes. 51- Leia o texto abaixo. Servindo a refeição Clarissa entra. A sala de refeição já está cheia. Nestor vem descendo as escadas, assobiando, fazendo barulho com os pés, jogando os braços para os lados, estabanadamente. Ondina se volta para ele, num sorriso. Barata tem a cabeça inclinada sobre a mesa. O major conta história engraçada a D. Glória, que ri perdidamente, deixando visíveis as gengivas cor de coral. A Belinha devaneia, olhos em branco, mãos coladas à face direita. O tio Couto come pacientemente suas batatinhas fritas, feitas no azeite especialmente para ele, pois sofre do fígado. Gamaliel, cabeça baixa, mãos entrelaçadas, pede a benção de seu Deus. Zezinho, muito pálido, pede um mingau de maisena: está de dieta, outra vez o maldito estômago. VERÍSSIMO, Érico. Clarissa. 3 ed. Porto Alegre: Globo, 1975, p. 102. Dos personagens presentes no texto, quem tem a cabeça inclinada sobre a mesa é: (A) Barata. (B) Major. (C) Tio Couto. (D) Belinha. Leia o texto abaixo. REX em “Uma tarde no museu” 52- No segundo quadrinho, a personagem diz que não sabe se foi uma boa levar o Rex ao museu. Quem é o Rex? (A) o alienígena. (B) o soldado. (C) o esqueleto de dinossauro. (D) o dinossauro. 53- Rex aparece chorando no último quadrinho porque: (A) não está gostando do museu. (B) se assustou com o esqueleto do dinossauro. (C) achou que o esqueleto era de seu avô falecido. (D) discutiu com os amigos e ficou aborrecido.