Colégio São LuísArquitetura X.25      Andressa J. Silveira       Filipe dos Santos          Hélio Metz     São Leopoldo, 2...
INDICE  1. INTRODUÇÃO........................................................................................................
1. INTRODUÇÃO          A arquitetura de uma rede computacional pode ser definida de maneiras  diferentes. Se analisada de ...
2. HISTÓRIA DO X.25          A arquitetura X.25 foi criada pelo Tymnet em 1970, em San Jose, Califórnia.  Antecessor do Fr...
Fig. 3: O Tymnet era uma rede internacional de comunicação que ligava milhares de grandes               empresas, institui...
3. O QUE É A ARQUITETURA X.25          Essa arquitetura é um dos protocolos WAN, ou seja, ela possui a habilidade de  real...
4. FUNCIONAMENTO DA ARQUITETURA         A rede X.25 fornece uma arquitetura orientada à conexão para transmissão de  dados...
Telecommunication Union"), sediado em Genebra, Suíça. Antes de 1992, o ITU-T eraconhecido como CCITT (Comitê Consultivo In...
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Fig. 8: A arquitetura X.25 utiliza as três primeiras camadas do modelo OSI.       4.3.2. CANAIS LÓGICOS (LOGICAL CHANNELS)...
BIBLIOGRAFIAhttp://www.angelfire.com/nt/ipredes/dpn100.htmlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/X.25http://efagundes.com/openclass...
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Arquitetura x 25

  1. 1. Colégio São LuísArquitetura X.25 Andressa J. Silveira Filipe dos Santos Hélio Metz São Leopoldo, 2013
  2. 2. INDICE 1. INTRODUÇÃO......................................................................................................... 02 2. HISTÓRIA DO X.25................................................................................................. 03 2.1. O TYMNET........................................................................................................ 03 3. O QUE É A ARQUITETURA X.25......................................................................... 05 4. FUNCIONAMENTO DA ARQUITETURA.......................................................... 06 4.1.PADRONIZAÇÃO ITU-T................................................................................. 06 4.2.MONTADOR DE PACOTES PAD(PACKET ASSEMBLER/ DISASSEMBLER).... 08 4.3.TIPOS DE ACESSO............................................................................................ 08 4.3.1. CAMADAS DO MODELO OSI............................................................. 08 4.3.2. CANAIS LÓGICOS (LOGICAL CHANNELS)................................... 09 BIBLIOGRAFIA....................................................................................................... 10 1
  3. 3. 1. INTRODUÇÃO A arquitetura de uma rede computacional pode ser definida de maneiras diferentes. Se analisada de um ponto de vista concreto, podemos dizer que é um edifício funcional composto de equipamentos de transmissão, de softwares e protocolos de comunicação e de uma infraestrutura filiar ou radioelétrica que possibilita a transmissão dos dados entre os diversos componentes. Já se analisada topologicamente, pode ser classificada entre a forma de uma estrela, de um segmento linear ou barramento, de um loop ou anel, de uma estrela (hierárquica), malha ou híbrida. Pode também ser classificada de acordo com a tipologia, que pode ser qualificada como LAN (Local Area Network), quando a rede cobre uma área local (<1 km), MAN (Metropolitan Area Network), em regiões metropolitanas (<100 km), e WAN (Wide Area Network), de longa distância. A arquitetura de uma rede pode ser classificada também pela arquitetura de baixo nível, onde pode ser Ethernet, Frame Relay, X.25, Token Ring, FDDI ou ATM. Especificamente falaremos sobre a arquitetura X.25, criada em 1970 pelo Tymnet, e baseada em estrutura de rede analógica, tipo predominante em seu período de criação. Fig. 1: A arquitetura X.25 foi criada pelo Tymnet, San Jose, Califórnia. O X.25 é considerado o antecessor do Frame Relay, e como protocolo de rede sua função é gerenciar pacotes organizando as informações, atuando na camada de enlace do RM-OSI. Ele executa esta tarefa ficando responsável pela interpretação de uma onda modulada recebida, efetuando a demodulação do sinal e lendo o cabeçalho de cada pacote. Quando uma informação entra na interface de rede esse é o primeiro protocolo a ser acionado. Atualmente, a utilização desta arquitetura é cada vez mais rara, caindo no desuso. 2
  4. 4. 2. HISTÓRIA DO X.25 A arquitetura X.25 foi criada pelo Tymnet em 1970, em San Jose, Califórnia. Antecessor do Frame Relay, foi baseado em uma estrutura de rede analógica, comumente utilizada em tal período. Recentemente, o X.25, muito menos utilizado, é aplicado em máquinas de cartão de crédito, mais especificamente na troca de dados dos Pin Pad. Fig. 2: O X.25 pode ser ocasionalmente utilizado na troca de dados de Pin Pads (máquinas de cartão de crédito) No Brasil, as redes X.25 são administradas e operadas por empresas de telefonia e/ou operadoras de telecomunicações. Ainda em uso, o X.25 está perdendo espaço por conta dos sistemas de interligação baseados em Frame Relay e ADSL. 2.1. O TYMNET Tymnet era uma rede internacional de comunicações de dados com sede em San Jose, Califórnia, que usou pacotes virtuais na chamada tecnologia de comutação e X.25, SNA / SDLC , ASCII e BSC para conectar computadores host (servidores) em milhares de grandes empresas, instituições de ensino e agências governamentais. Os usuários normalmente conectado via conexões discadas ou conexões assíncronas específicas. O negócio consistia em uma grande rede pública que apoiou usuários dial-up e um negócio de rede privada que as agências governamentais e grandes empresas (principalmente bancos e companhias aéreas) para construir suas próprias redes específicas. As redes privadas foram muitas vezes ligadas via gateways para a rede pública para chegar a locais fora da rede privada. Tymnet também estava ligado a dezenas de outras redes públicas no Estados Unidos e internacionalmente via X.25 / X.75 gateways. 3
  5. 5. Fig. 3: O Tymnet era uma rede internacional de comunicação que ligava milhares de grandes empresas, instituições de ensino e agências governamentais. À medida que a Internet cresceu e tornou-se quase universalmente acessível nofinal de 1990, a necessidade de serviços, tais como Tymnet migraram para outrasconexões, mas ainda tinha algum valor no terceiro mundo. No entanto, o valor destasligações continuaram a diminuir, e Tymnet foi oficialmente encerrado em 2004. 4
  6. 6. 3. O QUE É A ARQUITETURA X.25 Essa arquitetura é um dos protocolos WAN, ou seja, ela possui a habilidade de realizar transmissões de dados de redes fisicamente distante através de uma infraestrutura de canais de dados de longa distância. Fig. 4: O X.25 está inserido na WAN, ou seja, pode realizar transmissões entre redes fisicamente distantes. X.25 é uma arquitetura de rede de pacotes para comunicações para redes geograficamente distribuídas da International Telecommunication Union (ITU). O X.25 foi projetado para operar sistemas de rede de dados. É tipicamente usado em redes de comutação de pacotes (PSNs) de provedores de serviços de telecomunicações. Os assinantes do serviço são tarifados de acordo com o uso do serviço. Havia uma necessidade por protocolos para transmissão de dados em redes públicas (PDNs). Agora o X.25 é administrado como um padrão internacional pelo ITU-T. 5
  7. 7. 4. FUNCIONAMENTO DA ARQUITETURA A rede X.25 fornece uma arquitetura orientada à conexão para transmissão de dados sobre uma rede física com alta taxa de erros. A verificação desses erros é feita em cada nó da rede o que, consequentemente, acarreta alta latência, inviabilizando assim essa arquitetura para a transmissão de voz e vídeo. A rede X.25 em si definida nas recomendações do ITU-T. A rede de dispositivos em uma arquitetura X.25 se enquadram em três categorias gerais: equipamento terminal dados (DTE – data terminal equipment), equipamento de conexão de circuito de dados (DCE – data circuit-terminating equipment), e a rede de comutação de pacotes (PSE). Os dispositivos do equipamento terminal de dados são sistemas fim-a-fim que se comunicam pela rede X.25. Fig. 5: Esquema de uma rede de arquitetura X.25. Eles normalmente são terminais, computadores pessoais ou servidores que ficam no local e sob a responsabilidade do assinante do serviço. Os DCEs são dispositivos de comunicações, como modem ou roteadores que provêm à interface entre os dispositivos de DTE e o PSE e ficam, geralmente, nas instalações do provedor do serviço. Os PSEs são os comutadores de pacotes que compõem a infraestrutura básica do provedor do serviço. Eles transferem dados de um dispositivo de DTE para outro pelo X.25 PSN. 4.1. PADRONIZAÇÃO ITU-T O setor de padronização de telecomunicações, o qual define como devem ser estabelecidas e mantidas as conexões entre dispositivos de usuários e os dispositivos de rede é conhecido como ITU-T, que é a seção de Padronização da área de Telecomunicações do ITU - União Internacional de Telecomunicações ("International 6
  8. 8. Telecommunication Union"), sediado em Genebra, Suíça. Antes de 1992, o ITU-T eraconhecido como CCITT (Comitê Consultivo Internacional de Telefonia e Telegrafia). Fig. 6: O ITU faz parte da ONU, e tem como função estabelecer padrões e normas para as telecomunicações. Os padrões internacionais produzidos pelo ITU-T são citados com"Recomendações" (a palavra é maiúscula para distinguir do significado comum dapalavra "recomendação"). Como o ITU faz parte da ONU, seus padrões tem maisreconhecimento formal do que outras organizações que publicam especificações enormas internacionais. O setor de telecomunicações divide o seu trabalho emcategorias que são identificadas através de uma letra, conhecidas como as "séries", eas Recomendações são numeradas dentro de cada série, por exemplo, "H.264". Entre 1960 até a criação do ITU-T em 1992, as Recomendações do CCITTeram apresentadas a cada quatro anos na assembleia plenária para aprovação. Oconjunto completo das Recomendações era publicado após a assembleia plenária emum conjunto de volumes que era conhecido coletivamente pela cor da sua capa. Apósa criação do ITU-T este esquema de aprovação de quatro em quatro anos foi revisto,pois era considerado lento. Atualmente as Recomendações estão todas disponíveispara aquisição no site do ITU-T, na forma individual ou em CDs que são atualizados acada trimestre. Fig. 7: Níveis de Recomendação do ITU para o X.25. 7
  9. 9. 4.2. MONTADOR DE PACOTES PAD (PACKET ASSEMBLER/ DISASSEMBLER) O PAD (Packet Assembler/ Disassembler) é um dispositivo comumenteencontrado em redes de pacotes X.25. Os PADs são usados quando um dispositivoDTE opera apenas no modo caractere, o que não o permitiria se conectar em uma redeX.25 que somente opera com pacotes. O PAD fica situado entre um dispositivo deDTE (Equipamento terminal de dados) e um dispositivo de DCE (Equipamento deConexão de Circuitos de Dados), e executa três funções básicas: buffering(armazenando os dados até que o pacote estiver pronto para ser transmitido),montagem e desmontagem de pacotes. Os dados armazenados no buffer são enviaram ou recebidos pelo DTE.Também monta os dados de transmissão em pacotes e os remete ao dispositivo DCE,incluindo a adição do cabeçalho de X.25. Finalmente, o PAD desmonta os pacotesrecebidos antes de remeter os dados ao DTE, removendo o cabeçalho de X.25. 4.3. TIPOS DE ACESSO O protocolo X.25 permite o acesso a redes públicas ou privadas operando coma comutação de pacotes sendo orientado a bit. A transmissão de dados ocorre entre oterminal cliente denominado de Data Terminal Equipment (DTE) e um equipamentode rede denominado Data Circuit-terminating Equipment ou Data CommunicationsEquipment (DCE). A transmissão dos pacotes de dados é realizada através de umserviço orientado a conexão (a origem manda uma mensagem ao destino pedindo aconexão antes de enviar os pacotes), garantindo assim a entrega dos dados na ordemcorreta, sem perdas ou duplicações. 4.3.1. CAMADAS DO MODELO OSI A arquitetura X.25 trabalha com três camadas do modelo OSI. São elas acamada física a qual define as características mecânicas e eléctricas da interface doTerminal e da Rede e a transmissão é feita de modo síncrono e full duplex. A camadade enlace, responsável por iniciar, verificar e encerrar a transmissão dos dados naligação física entre o DTE e o DCE. Responsável pelo sincronismo, detecção ecorreção de erros durante a transmissão. E por fim a camada de rede, responsávelpelo empacotamento dos dados. Define se a transmissão será realizada por CircuitoVirtual (conexões temporárias, estabelecidas somente no momento da comunicação)ou por Circuito Virtual Permanente (conexão permanente não existe a necessidade derealizar uma chamada para estabelecer conexão). 8
  10. 10. Fig. 8: A arquitetura X.25 utiliza as três primeiras camadas do modelo OSI. 4.3.2. CANAIS LÓGICOS (LOGICAL CHANNELS)Nesta arquitetura as ligações podem ocorrer em canais lógicos (logical channels) dedois tipos. o Circuito Virtual Comutado (SVCs): Os SVCs funcionam de uma forma semelhante às chamadas telefônicas. É estabelecida uma ligação onde os dados são transferidos e a ligação é terminada. A cada DTE é atribuído na rede um número único que pode ser utilizado como um número de telefone. A implementação deste tipo de circuito virtual para o frame relay é bastante complexa, apesar do conceito de CVC ser simples. Por este motivo a maioria dos fabricantes de equipamentos para redes frame relay implementam somente os CVP’s. o Circuito Virtual Permanente (PVCs): Um PVC é semelhante a uma linha alugada/dedicada dado que a ligação está sempre ativa. A ligação lógica é estabelecida de uma forma permanente pela administração da Packet Switched Network. Por esta razão, os dados podem ser sempre transmitidos sem necessidade de estabelecer a ligação. Neste tipo de circuito virtual os usuários estão habilitados a estabelecer/retirar conexões com outros usuários dinamicamente, conforme a sua necessidade (em demanda). 9
  11. 11. BIBLIOGRAFIAhttp://www.angelfire.com/nt/ipredes/dpn100.htmlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/X.25http://efagundes.com/openclass_networking/index.php/redes-geograficamente-distribuidas/redes-x-25/http://pt.kioskea.net/faq/9215-o-que-significa-arquitetura-de-redehttp://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/index.php/ITU-Thttp://www.paiossin.com/wordpress/?p=255http://en.wikipedia.org/wiki/Tymnet 10

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