Social media? Que medo!
por Andreia Amaro
Novembroa, 2009
Social media?
                                      Que medo!

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Social media?
                                      Que medo!

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Talvez o alcance das redes sociais seja mais amplo do que à partida possamos pensar.

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Social media? Que medo!

  1. 1. Social media? Que medo! por Andreia Amaro Novembroa, 2009
  2. 2. Social media? Que medo! A entrada das redes sociais na Internet veio revolucionar o modo como são difun- didos os conteúdos (texto, imagem, vídeo ou áudio), e evidenciou a capacidade inesgotável de inovação das indústrias de informação e de entretenimento. O poder que antes estava limitado a um número restrito de organizações, agora está nas mãos de todo o utilizador comum, uma consequência do desenvolvimento da Internet e parte daquilo a que hoje se chama de Web 2.0. Hoje a interacção é um elemento chave e o leitor já não é um mero espectador. Porque razão têm os CEO medo de apostar no social media? Diariamente os clientes querem um novo site e desejam ser encontrados online, mas a palavra social media nem sequer faz parte do discurso e não entra na estra- tégia de marketing. Todas as justificações e argumentos são encontrados contra a integração das suas marcas nas redes sociais, e muitas são as empresas que ape- nas procuram encontrar aspectos negativos. Eis alguns motivos e receios evocados pelos CEO: • Prejudica a produtividade dos colaboradores; • Pode danificar a reputação de uma empresa; • Medo do desconhecido; • Sobrecarga de informação; • Desconhecimento sobre o funcionamento das plataformas; • Irrelevância do que é discutido online; • Falta de tempo e de recursos para actualizar as páginas; • Os clientes não utilizam; • Não se encaixa nas estruturas actuais; • Dificuldade em calcular o ROI - Return on Investment; • As ferramentas que medem e analisam os social media não estão ainda maduras; • É aborrecido para as empresas e para os clientes; • Impossibilidade de se controlar reacções/ feedback; • Medo de errar; • Provoca confusão; • Falta de dinheiro. Porque motivo se deve perder o medo? Tal como a moeda, também as redes sociais têm duas faces. Se por um lado Talvez o alcance das redes sociais existem empresas que receiam estas plataformas, por outro são cada vez mais as seja mais amplo do que à partida que investem nestes meios como forma de vingarem no mercado. Porquê? Qual possamos pensar. o interesse? Talvez o alcance das redes sociais seja mais amplo do que à partida possamos pensar. As empresas, com o propósito de aumentar a notoriedade de uma marca junto do público, apostam nas redes sociais porque: • A marca pode ser notada pelos consumidores como portadora de valores e ideias com os quais se identificam; • São um meio privilegiado para saber o que pensam as pessoas sobre um produto; • O relacionamento com o cliente é informal, falam a “mesma língua” que eles, prestam apoio, esclarecem dúvidas e recolhem feedback; 2
  3. 3. Social media? Que medo! • Todas as acções desenvolvidas na plataforma transmitem uma mensagem, uma ideia, contribuindo para a política de comunicação da empresa; • São uma oportunidade para estabelecer uma ligação mais emocional entre os consumidores e a marca, favorecendo a lealdade; • Podem gerar milhões de page views mensais e representam um potencial de promoção de produtos e serviços, tanto através de networking como de publicidade segmentada; • Prolificam dezenas de links relacionados nos motores de busca e contribuem para o link building e aumento de popularidade do site da empresa na Inter- net; • Estão onde estão as pessoas, e mostram-lhes a marca a custo ZERO. Uma empresa que aposte nestes novos A ideia central é que a relação de uma empresa com as redes sociais pode ocorrer meios não tem, portanto, de saber como um mecanismo de comunicação com públicos de interesse, a fim de lhes apenas emitir mensagens como tem fazer chegar, por exemplo, mensagens ou absorver opiniões. Uma empresa que também de saber escutar. aposte nestes novos meios não tem, portanto, de saber apenas emitir mensagens como tem também de saber escutar. É possível perder o medo sem o perceber? LINKEDIN O LinkedIn é uma rede de negócios utilizada principalmente por profissionais. É uma plataforma muito útil para quem quer fazer contactos a nível profissional, e foi criada exactamente com esse propósito (característica que mais distingue esta rede social das restantes). Encontrar emprego, recrutar colaboradores, dar a conhecer a sua empresa, cimen- tar ou estabelecer um contacto profissional são acções permitidas pelo LinkedIn. Esta rede social, fundada em 2003, é das que apresenta um maior crescimento e conta já com vários milhões de utilizadores. FACEBOOK O conceito de social media, ao contrário do que se possa pensar não se esgota no Facebook, porém, esta é, actualmente, a rede social mais popular e utilizada em todo o mundo. A presença de uma marca em canais do género pode ser um forte contributo para se atingirem objectivos de marketing, pois existe a probabilidade de se chegar a grandes volumes de utilizadores. O Facebook é a rede social com maior crescimento e acumula 300 milhões de membros, impossível de ignorar! Tem a audiência mais alargada, assim como apli- cações e ferramentas úteis para promover um negócio/marca a potenciais consumi- dores e clientes. Actualmente mais de 20 mil empresas têm conta activa no Facebook. 3
  4. 4. Social media? Que medo! TWITTER Rede social de micro-blogging, que funciona num sistema de mensagens curtas, com um máximo de 140 caracteres. É uma espécie de blogue em formato de SMS. Grande parte da fama do Twitter provém da importância que lhe deu Barack Obama. Com uma forte componente de networking o Twitter permite escolher quem quere- mos “seguir” Os nossos seguidores vêem as nossas mensagens, e nós vemos as . mensagens de quem estamos a seguir. É o 3º site de social media mais usado, a seguir ao Facebook e ao MySpace, e um dos que melhor permite transmitir mensagens a uma grande audiência. Conclusões As marcas ganham uma personalidade As redes sociais concedem a quem gere uma empresa uma voz e um meio de co- e a mensagem é difundida de uma municarem com os seus parceiros, clientes e potenciais consumidores. As marcas forma relacional e descontraída. ganham uma personalidade e a mensagem é difundida de uma forma relacional e descontraída. O tempo e os recursos organizacionais que podem consumir, uma vez que exigem uma manutenção diária, são considerados os aspectos mais negativos. Contudo, tendo em conta que grandes empresas já estão a investir neste formato de comu- nicação a pergunta impõe-se: Compensa ultrapassar as dificuldades? Ainda é cedo para se responder, com segurança, a esta pergunta, mas o potencial dos social media é evidente. Barack Obama aproveitou sem dúvida este potencial. Qual o resultado? 2,589,559 seguidores no Twitter. Também a Ford obteve vanta- gens da presença nas redes sociais quando, recentemente, sem gastar um cênti- mo obteve uma projecção superior a seis meses de campanha publicitária. Muitos mais casos existem, mas fica a questão “não existe ali algo que também pode ser útil para nós?” 4

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