Pensar o curriculo_de_arte_2013

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Pensar o curriculo_de_arte_2013

  1. 1. Dois dedos de ProsaBARROS, Manoel. 2004. Poemas Rupestres. Rio de Janeiro: Record, p.4)
  2. 2. QUEM SOU
  3. 3. PENSAR OCURRÍCULO DEARTE...
  4. 4. Pensar e Articular Arte...Uma proposta de pensamento curricular para a disciplina de arte, estruturado numa cartografia que traz um mapeamento de territórios da arte, propondo a partir deles e em conexão entre eles,conceitos e conteúdos geradores de processoseducativos da 5ª série do Ensino Fundamental ao Ensino Médio.
  5. 5. I ENCONTRO DE ARTE – CICLO I 2012 SECRETARIA DA EDUCAÇÃO Coordenadoria de Gestão da Educação Básica
  6. 6. Rizoma
  7. 7. Base teóricaDe acordo com os PCN de Arte e o Currículo ,o ensino de arte, visto como área de conhecimento elinguagem, deverá se dar de forma a articular três eixosmetodológicos, a saber:•Criação/produção em arte – o fazer artístico.•Fruição estética – apreciação significativa da arte e douniverso a ela relacionado, leitura, crítica. •Reflexão: a arte como produto da história e da multiplicidade de culturas.
  8. 8. Esses três eixos metodológicos, presentes na propostatriangular de Ana Mae Barbosa,articulam-se com a fundamentação filosófica docurrículo na concepção dos territórios deArte e Cultura,que abrem possibilidades para o mergulho emconceitos, conteúdos e experiências estéticas naslinguagens da Arte, colocando-a como objeto de estudo.
  9. 9. O objetivo do currículo é mover a aproximação, a convivência e ainvestigação da Arte na escola como um saber e um conhecimento.
  10. 10. Cada objeto de arte tem sua própria linguagem e seus modos e meios próprios de se fazer como linguagem, para ir chegando cada vez mais perto danatureza específica do que nomeamos de Linguagens da Arte
  11. 11. Nesse sentido, seguindo o pensamento do professor ecurador Agnaldo Farias,“cada obra de arte é um arquipélago porque cada boa obraengendra uma ilha, com topografia, atmosfera e vegetaçãoparticulares, eventualmente semelhante a outra ilha, massem confundir-se com ela.Percorrê-la com cuidado equivale a vivenciá-la, perceber oque só ela oferece”. (FARIAS, Agnaldo. Arte brasileira hoje. São Paulo: Publifolha, 2002. p. 20).
  12. 12. O currículo apresenta uma proposta de pensamentopara a disciplina Arte, estruturado numacartografia que traz um mapeamento de 8territórios da Arte, propondo, a partir deles e emconexão entre eles, conceitos econteúdos geradores de processos educativos da5a série/6o ano do Ensino Fundamental à 2a série doEnsino Médio.
  13. 13. Leitura comparativa SECRETARIA DA EDUCAÇÃOCoordenadoria de Gestão da Educação Básica
  14. 14. SECRETARIA DA EDUCAÇÃOCoordenadoria de Gestão da Educação Básica
  15. 15. Rizoma conceito
  16. 16. Em botânica, chama-se rizoma um tipo de caule que algumas plantas verdes possuem, que cresce horizontalmente, muitas vezes subterrâneo, mas podendo também ter porções aéreas como várias espécies de capim. Gilles Deleuze e Félix Guattari. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1.(Tradução de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa. São Paulo: Editora 34, 1995).
  17. 17. O rizoma nos faz compreender o funcionamento (ou agenciamento) dos sistemas hipermidiáticos e a própria linguagem hipertextual, no mundo contemporâneo. Gilles Deleuze e Félix Guattari. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1.(Tradução de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa. São Paulo: Editora 34, 1995).
  18. 18. O rizoma se refere a um mapa que deve ser produzido, construído, sempre desmontável, conectável, reversível, modificável, com múltiplas entradas e saídas, com suas linhas de fuga. Gilles Deleuze e Félix Guattari. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1.(Tradução de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa. São Paulo: Editora 34, 1995).
  19. 19. Contra os sistemas centrados (e mesmo policentrados), de comunicação hierárquica e ligações preestabelecidas, o rizoma é um sistema a-centrado não hierárquico e não significante, sem general, sem memória organizadora ou autômato central, unicamente definido por uma circulação de estados. Gilles Deleuze e Félix Guattari. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1.(Tradução de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa. São Paulo: Editora 34, 1995).
  20. 20. Não existem pontos ou posições num rizoma como se encontra numa estrutura, numa árvore, numa raiz. Existem somente linhas. Gilles Deleuze e Félix Guattari. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1.(Tradução de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa. São Paulo: Editora 34, 1995).
  21. 21. A árvore é filiação, mas o rizoma é aliança, unicamente aliança. Gilles Deleuze e Félix Guattari. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1.(Tradução de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa. São Paulo: Editora 34, 1995).
  22. 22. Um rizoma pode ser rompido, quebrado em um lugar qualquer, e também retoma segundo uma ou outra de suas linhas e segundo outras linhas. Gilles Deleuze e Félix Guattari. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1.(Tradução de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa. São Paulo: Editora 34, 1995).
  23. 23. Rizoma ISMOS QUESTÕES DESCENTRALIZADO TRONCO CENTRO INTERNET (1962) rede de comunicação militar EUA X UNIÃO SOVIÉTICA RAIZES = BASE:elementos dos princípios combinados um elemento por vez ESTRUTURA PODEROSA RESISTENTE HISTÓRIA DA ARTE, PRINCÍPIOS MORRE NÃO MORRE EDUCAÇÃO MODERNA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA
  24. 24. Conceito de Rizoma A imagem elaborada por Mirian Celeste Martins e Gisa Picosqueapresenta a criação e composição do pensamento curricular em Arte para mapeamento dos conteúdos direcionados no Currículo.
  25. 25. Iole de Freitas. Estudo para superfície e linha, 2005.Policarbonato e aço inox, 4,2 x 30,0 x 10,6 m. Instalação no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, RJ.
  26. 26. Linhas para a configuração do mapa dos territórios da arte a partir da obra de Iole de Freitas.
  27. 27. O mapa ajuda a visualizar os territórios da Artecomo formas móveis de construção e organização de estudoda Arte, no contexto escolar.É utilizado como um desenho, entre muitos outros possíveis,ligado ao conceito de rede, mostrando uma forma notempo e espaço de caminhar por trilhas que trazempaisagens específicas para o estudo das artes visuais,da música, do teatro ou da dança.
  28. 28. linguagens artísticasA prática simbólica da criação artística, por sua vez, é um exercício deinvenção de sentido para as coisas do mundo, que opera no espaço deintersecção entre o mundo subjetivo do homem e o contexto em que ele estáinserido. Ao mesmo tempo em que cada fazer artístico produz umalinguagem própria, a criação da linguagem artística tanto é ato produtor comoproduto de cultura.
  29. 29. Quando estamos no Território da forma e Conteúdo , qual o foco de estudo?O território de forma-conteúdo,no currículo propõe o estudo dos elementosformais na composição artística e a investigação de assuntos que sãoespelhados na arte. A obra se abre a múltiplas interpretações, na construção desentido por parte do espectador.Quais são os elementos básicos que formamas linguagens das artes visuais, da dança,da música, do teatro? forma-conteúdo
  30. 30. O estudo da materialidade das produções artísticas nos aproximadas poéticas dos materiais, do sentido que nasce da matéria, e domodo como esse sentido brota dessa matéria ao se tornar signoartístico. Matéria, procedimento com a matéria realizados peloartista,suportes e ferramentas estão envolvidos na transformaçãoda matéria e são os aspectos que podemos investigar no territórioda materialidade. materialidade
  31. 31. processo de criaçãoO estudo do processo de criação artística nos desloca paraolhar, pensar e entrar em estado de invenção, operandocom o fazer artístico. O processo de criação será olhado epensado como produção sensível, inteligente e, portanto,como trabalho, como uma ação concretizada pelo artista oupelo aluno. Produção que é feita e construída em umpercurso criador, revelador de uma poética pessoal.Olhando mais de perto para o processo de criação,investiga-se tanto o fazer artístico dos artistas como o doaluno para além da idéia de um único trabalho acabado, umproduto finalizado.
  32. 32. saberes estéticos e culturaisO Currículo de Arte compreende os territórioscomo uma rede de conexões em que alguns delessão enfatizados, mas sem deixar de perceber queoutras conexões podem ser realizadas, pois essetrabalho depende das possibilidades de tempo,dos interesses dos alunos e das relaçõespossíveis com os diversos campos de saberesestéticos e culturais.(História da Arte – Arte Indígena – Cultura Visual –Arte afro-brasileira 0 Arte popular)
  33. 33. Obra de Arte que habitam a rua , que vivem em museus, obras de Arte efêmeras que são registradas em diferentes mídias, manifestações artísticas do povo que são mantidas de geração em geração. Certamente convivemos com os bens culturais materiais e imateriais de nossa região e também com aqueles que fazem parte do patrimônio cultural da humanidade, mas nem sempre o ensino de arte os focaliza para um estudo mais aprofundado. Viagens são feitas ás cidades históricas para conhecer o barroco mineiro, por exemplo, mas até que ponto o patrimônio ali presente é discutido? Olhar para o patrimônio é perceber as questões de bens simbólicos, preservação, memória, registro, conservação, tendo em vista a educaçãopatrimônio cultural patrimonial. É oportunizar a ampliação do olhar acerca da cultura e das heranças culturais que marcam e dão referência sobre o que somos. Para andarilhar por esse território, vamos percorrer caminhos diversos, sem nos dividirmos pelas linguagens artísticas. Lá vamos nós as expedições culturais
  34. 34. mediação cultural Em Arte, há um modo de (con)tato que se faz por meio de mediação cultural. Mediação cultural que acontece em museus, galerias, salas de música, de espetáculos de dança e de teatro, em instituições culturais. Mediação cultural que se faz na escola, quando mostramos e conversamos com o alunos sobre diferentes obras de arte, sobre as manifestações culturais, sobre nosso patrimônio cultural, nossa história e vida cultural. Seja como for e onde for, a mediação cultural é sempre provocadora de uma aproximação entre arte, cultura e público
  35. 35. zarpando...
  36. 36. “zarpando”indicando potencialidades paranovas viagenspor outros possíveis territórios.
  37. 37. Conteúdos - Como se Aprende? Conteúdos - Como se Aprende? Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas FATOS FATOS PROCEDIMENTOS CONCEITOS ATITUDES Telefones Telefones Dirigir Carro Sistema Alfabético Responsabilidade Walkiria Rigolon - copyright 2011Datas ImportantesDatas Importantes Cozinhar Fotossíntese Hábito de Leitura Nomes Nomes Grafia das Letras Divisão -Linguagens Solidariedade CONSTRUÇÃO COERÊNCIA MEMÓRIA MEMÓRIA FREQUÊNCIA PESSOAL Vivenciar situações Exercitar e Exercitar e Receber ajuda Pensar, comparar, daquele que sabe que representemrepetir várias vezes repetir várias vezes Compreender, estabelecer relações valores
  38. 38. A concepção de aprendizagem queembasa a nossa proposta de trabalhopressupõe que o conhecimento não éconcebido como uma cópia do real eassimilado pela relação direta do sujeitocom os objetos do conhecimento, masproduto de uma atividade mental porparte de quem aprende, que organiza eintegra informações e novosconhecimentos aos já existentes,construindo relações entre eles.
  39. 39. Grupo III – Esquemas Operatórios REALIZAR COMPREENDER CompetênciasGrupo II – Esquemas Grupo I – EsquemasPROCEDIMENTAIS Presentativos OBSERVAR
  40. 40. Saberes Fundamentais
  41. 41. Conteúdos e habilidades A tridimensionalidade nas linguagens artísticas O espaço no território das linguagens artísticas Luz: suporte, ferramenta e matéria pulsante na Arte Olhares sobre a matéria da arte O desenho e a potencialidade do registro nas linguagens artísticas A forma como elemento e registro na arte O “trans-formar” matérico em materialidade na arte Experimentação: uma fresta para respirar o poético O suporte na materialidade da arte A ruptura das tradições nas linguagens artísticasReflexos e reflexões da vida na Arte – as temáticas no território de forma- conteúdo
  42. 42. Conteúdos e habilidades“Misturança” étnica: marcas no patrimônio cultural, rastros na cultura popular Processos de criação nas linguagens artísticas Materialidade e gramática das linguagens artísticas Fusão, mistura, contaminação de linguagens Travessia poética: do fazer artístico ao ritual de passagem Arte, cidade e patrimônio cultural In[ter]venção em arte: projetos poéticos na escola In[ter]venção na escola: arte e ação In[ter]venção: instantâneos poéticos na escola O encontro entre a arte e o público Poéticas pessoais e processos colaborativos em arte Tempo de fazer, gestando o mostrar O mostrar anunciado: a produção poética na escola
  43. 43. CADERNO DO PROFESSOR NA MATRIZ Situação de Competências e Competência Habilidade ARTE Aprendizagem Habilidades da Área Grupo 3 •Reconhecer, interpretar e estabelecer diferenciações entre as O espaço no linguagens artísticas tendo o espaço como território das Competência 5ª SÉRIE foco da Área 1 H03 – (G1)(VOLUME 2) Artes Visuais •Desenvolver as (HISTÓRIA ) percepções visual e sonora na leitura e na criação de idéias. Tema 1 •Operar o pensamento analítico na distinção dos modos de utilizar o espaço no decorrer do tempo
  44. 44. Competência da Área 1 ( HISTÓRIA )Reconhecer que a formação das sociedades contemporâneas é resultado deinterações e conflitos de caráter econômico, político e cultural. Tema 1: História, memória e sociedade. Tema O espaço no território das Artes VisuaisH03 – (G1) Reconhecer a importância do patrimônioétnico-cultural para a preservação da memória eo conhecimento da história
  45. 45. CADERNO DO PROFESSOR NA MATRIZ Situação de Competências Competência Habilidade ARTE Aprendizagem da Área Grupo e Habilidades 3 •Ler a forma e suas potenciais significações Competência da nas diversas linguagens H16- (G1) Área 4 A Forma como da arte. H17- (G1) elemento e •Interpretar e (LINGUA 6ª SÉRIE registro na relacionar as PORTUGUESA )(VOLUME potencialidades da linguagem da forma como elemento 2) Dança Tema 4 básico das linguagens artísticas •Operar com a forma para tornar visíveis ideias nas diferentes linguagens da arte •Operar com a forma na criação de notações da dança e da música.
  46. 46. Competência da Área 4 ( LINGUA PORTUGUESA )Situações de leitura de gêneros não literários: propagandas institucionais,regulamentos, procedimentos, instruções para jogos, textos informativos deinteresse curricular, verbetes de dicionário ou enciclopédia, artigos de divulgação,relatórios, documentos, definições, notícias, folhetos de informação, indicaçõesescritas em embalagens, cartas-resposta, fotos, ilustrações, tabelas. Tema 4 : Reconstrução da intertextualidade e relação entre textos. Tema A Forma como elemento e registro na linguagem da DançaH16- (G1) Identificar diferenças ou semelhanças observadas notratamento dado a uma mesma informação veiculada emdiferentes textos.H17- (G1) Identificar recursos verbais e não verbais utilizados emum texto com a finalidade de criar e mudar comportamentos ehábitos ou de gerar uma mensagem de cunho político, cultural,social ou ambiental
  47. 47. CADERNO DO PROFESSOR NA MATRIZ Situação de Competências Competência Habilidade ARTE Aprendizagem da Área Grupo e Habilidades 1 •Identificar temáticas em obras de arte por meio da A vida na Arte relação entre forma e conteúdo. •Experimentar diferentes Competência As temáticas no modos de construção e de Área 1 7ª SÉRIE território de solução estética a partir de H01 – (G1) temáticas. (CIÊNCIAS )(VOLUME forma-conteúdo •Reconhecer a relação 3) Música entre Arte e vida presente Tema 1 nas poéticas artísticas. •Operar com idéias, sentimentos, pensamentos e emoção na produção de poéticas pessoais e/ou em grupo.
  48. 48. Competência de Área 1 ( CIÊNCIAS )Construir conceitos para a compreensão de elementos astronômicos visíveis no céu; dalocalização de objetos no céu; do tamanho e distâncias dos planetas em comparaçãocom a TerraTema 1 : Terra e Universo: elementos astronômicos visíveis e elementos do SistemaSolar. Tema A vida na Arte – As temáticas no território de forma-conteúdo MúsicaH01 – (G1) Interpretar fenômenos ou acontecimentos queenvolvam conhecimentos a respeito do céu, apresentadosem diferentes linguagens, como música, desenhos, textose cartas celestes.
  49. 49. CADERNO DO PROFESSOR NA MATRIZ Competência Habilidade Situação de Competências ARTE da Área Grupo Aprendizagem 3 e Habilidades • Investigar a potência da matéria, dos suportes e Uma conversa procedimentos técnicos nas linguagens da Arte. sobre a •Pesquisar o diálogo entre Competência materialidade a intenção criativa, a H30 (G1) da Área 6 8ª SÉRIE- nas Linguagens materialidade e as H38 (G3) conexões entre forma-(VOLUME 2) Artísticas (LINGUA H40 (G3) conteúdo. Teatro •Operar com os elementos PORTUGUESA ) da forma em Arte, com temáticas e com a Tema 6 materialidade, gerando sua expressão em artes visuais, música, teatro ou dança.
  50. 50. Competência da Área 6 (LINGUA PORTUGUESA )Situações de leitura de gêneros literários: contos, crônicas, novelas, romances, peças de teatro,cartas literárias, letras de música e poemasTema 6: Compreensão de textos literários (Situações de leitura de gêneros literários – peças deteatro) Tema Uma conversa sobre a materialidade nas Linguagens Artística - TeatroH30 (G1) Identificar o discurso direto de uma personagem numenunciado de literário narrativoH37 (G3) Inferir o papel desempenhado pelas personagens emuma narrativa literáriaH40 (G3) Justificar o efeito de humor ou ironia produzido em umtexto literário pelo uso intencional de palavras ou expressões
  51. 51. CADERNO DO PROFESSOR NA MATRIZ Situação de Competência Habilidade Competências ARTE Aprendizagem da Área Grupo 1 e Habilidades •Ampliar a compreensão sobre a intervenção em Arte. •Conhecer e refletir sobre a Nutrição materialidade em Arte e suas possibilidades em processo de Competência H4 – (G3) 1º ANO EM Estética criação e forma-conteúdo na linguagem das artes visuais, da a Área 1 H6 – (G3)(VOLUME 3) música, do teatro ou da dança. •Avaliar os processos já realizados no 1º e no 2º bim. (BIOLOGIA ) Teatro como um modo de leitura- sondagem para a continuidade dos projetos de intervenção. Tema 1 •Apresentar outras idéias de intervenção em artes visuais, música, teatro ou dança na escola, por meio de projetos individuais ou colaborativos.
  52. 52. Competência da Área 1 ( BIOLOGIA )Construir conceitos para a compreensão das hipóteses sobre a origem da vida;das ideias evolucionistas de Darwin e Lamarck; dos mecanismos de evoluçãobiológica Tema 1 : Origem e evolução da vida: Hipóteses e teorias Tema Nutrição Estética TeatroH4 – (G3) Explicar a transformação das espécies ao longodo tempo por meio dos mecanismos de mutação ,recombinação gênica e seleção naturalH6 – (G3) Analisar as idéias sobre a origem da vida a partirda leitura de textos históricos
  53. 53. CADERNO DO PROFESSOR NA MATRIZ Situação de Competências Competência Habilidade ARTE da Área Grupo Aprendizagem 2 e Habilidades •Desenvolver poéticas pessoais, coletivas e/ou colaborativas por meio de percursos de Uma conversa experimentação. •Vivenciar a invenção poética Competência sobre poéticas durante o fazer da construção da Área – 4 2º ANO EM pessoais artística, inventando o seu H26 – (G1) modo de fazer.(VOLUME 2) •Instigar as potencialidades das Tema 4 relações entre linguagens Artes Visuais artísticas e forma-conteúdo. •Inventar e elaborar a escrita de pré-projetos individuais ou colaborativos como condutores de espaço para a realização do fazer artístico da comunidade escolar e/ou do seu entorno, no 2º semestre.
  54. 54. Competência da Área – 4Compreender a produção, detecção e transmissão de sons e imagens para: lidar deforma apropriada com sistemas de informação e comunicação; avaliar evolução,benefícios e riscos das tecnologias usadas em meios de comunicação. Tema 4: Som, imagem e comunicação. Som: fontes, características físicas e usos; Luz: fontes e características físicas; Luz e cor; ondas e transmissões eletromagnéticas. Tema Uma conversa sobre poéticas pessoais Artes VisuaisH26 – (G1) Descrever, por meio de linguagemdiscursiva ou gráfica, fenômenos eequipamentos que envolvem a propagação daluz e formação de imagens
  55. 55. Boa Situação de Aprendizagem por Telma Weisz e David Ausubel
  56. 56. TarefaLeitura do Texto:” Como fazer o conhecimento do aluno avançar?” Telma Weisz
  57. 57. Avaliação O que aprendi hoje?O que já sabia e utilizo na minha prática?
  58. 58. Bibliografia: CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO Linguagens, códigos e suas tecnologiasEnsino Fundamental – Ciclo II e Ensino Médio. Elaborado por Prof. Pio Santana Equipe Técnica de Arte andreiaoficina@gmail.com Adaptado por Andréia Carla 2012-2013
  59. 59. Núcleo Pedagógica D.E. São José dos Campos PCNP de ArteAndréia Carla Lobo da Silva andreiaoficina@gmail.com

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