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Investir em Treinamento. Vale a Pena?

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Treinamento não é custo, é investimento. Capacitar os colaboradores tem como retorno resultados melhores. “O maior benefício do treinamento não vem de se aprender algo novo, mas de se fazer melhor aquilo que já fazemos bem” (Peter Drucker).

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Investir em Treinamento. Vale a Pena?

  1. 1. contato@andremerino.com.br www.andremerino.com.br “O desafio é o que nos move” Investir em Treinamento. Vale a pena? Certo dia, numa clinica, esperando para ser atendido fiquei observando as duas moças que atendiam na recepção, pois o comportamento de ambas frente aos clientes me chamou à atenção. Percebi que cada cliente que entrava e ia em direção as atendentes, eram recebidos de forma muito fria, com certo mau humor. Isso se repetia cada vez que um cliente entrava. Sempre com caretas de reprovação. Fiquei pensando no comportamento dessas duas moças. Será que não percebem que quanto mais clientes entrarem melhor? Será que não entendem que quanto mais clientes, maior será o faturamento da empresa que trabalham? E que, quanto mais recursos a empresa possuir, mais garantia de manter seus empregos teriam? Tenho certeza que, NÃO é a resposta para todas as perguntas. Infelizmente é comum encontrarmos nas empresas, colaboradores que, não tão colaboradores assim, apresentam tais comportamentos. Torcem para que o seu dia transcorra sem atividades, sem problemas que perturbem o seu sossego e pouco trabalho. Mas no final do mês querem o seu salário completo. A primeira pergunta que nos fazemos em situações desse tipo é: esses colaboradores não receberam treinamento? Eu iria mais longe: que tipo de treinamento esses colaboradores receberam? Na minha opinião, pior do que não dar treinamento é dar o treinamento errado. Sempre falo aos meus clientes que somente o treinamento não resolve os problemas. O que resolve é a aplicabilidade do conhecimento aprendido, no dia a dia, pelas pessoas que participaram no treinamento. As empresas estão sempre em busca de profissionais competentes, profissionais que tragam resultados rápidos. Quando falamos de competência, não há como não nos lembrarmos do famoso ideograma “CHA”, que serve para designar conhecimento, habilidade e atitude. Este ideograma é uma maneira de definir o sentido de competência a partir de uma referência que possa ser mensurada ou, até mesmo, comparada a alguns padrões. Por estar atrás dos resultados rápidos, uma grande parte das empresas investem pouco em treinamentos e, o pouco investimento que há, é focado em conhecimento e habilidade, relacionado
  2. 2. contato@andremerino.com.br www.andremerino.com.br “O desafio é o que nos move” diretamente ao seu produto/serviço, não investindo nenhum recurso no aspecto comportamental, a atitude. O que vemos após, são colaboradores que sabem o que devem fazer, mas não conseguem mensurar o impacto da sua atividade na empresa como um todo, ou seja, não há uma visão sistêmica. Na maioria das vezes, não conseguem ver sentido no que fazem. Realizam o seu trabalho sem nenhum entusiasmo, fazem simplesmente por fazer e para que possam receber o seu salário ao final do mês. A empresa, quando percebe que os resultados não são os esperados, entende que os conceitos (conhecimentos) devem ser reforçados através de mais um treinamento, normalmente teórico. Os colaboradores são colocados novamente em sala de aula para ouvir conceitos que já conhecem. Quando isso acontece, é comum perceber um grande desinteresse na participação desse “novo” treinamento. O problema, normalmente, não é a falta de conhecimento dos colaboradores e sim o porquê de não fazer o que é correto, não aplicando o que foi aprendido. O fato de não perceberem significado e sentido em suas atividades, causa insatisfação e desmotivação, resultando em queda de produtividade. Certa vez um amigo, psicólogo, me disse: “quer ver alguém realizar algo? Faça-o perceber que terá um ganho”. Se as pessoas não enxergam um sentido ou significado na realização de suas atividades, somente as fazem por obrigação. Desta forma, conseguimos identificar a importância do investimento, principalmente, em treinamentos comportamentais. Ao lembrarmos do caso da clínica, citado no início, tenho certeza de que as duas atendentes sabiam o que era e como realizar um bom atendimento, mas não enxergavam o significado de fazê-lo. É comum ouvir, nas empresas em que desenvolvo treinamentos, colaboradores reclamando por falta de reconhecimento por parte da empresa. Em alguns casos, em que tenho oportunidade, pergunto o porquê essas pessoas acham que deveriam ser reconhecidas. Os motivos mais relatados são:  Nunca tive um atraso;  Nunca faltei ao serviço;  Cumpro minha jornada de trabalho;  Faço tudo o que está previsto no meu cargo;  Nunca desrespeitei ninguém no ambiente de trabalho, entre outros.
  3. 3. contato@andremerino.com.br www.andremerino.com.br “O desafio é o que nos move” Todos esses motivos citados são obrigações que constam no contrato de trabalho, na politica de RH e/ou nos manuais de trabalho. O cumprimento desses itens é, no mínimo, o que se espera de um bom colaborador. O pagamento do salário pela empresa já é uma forma de reconhecimento por esse “acordo” feito previamente. Não satisfeitos, emendam: Mas eu quero mais! A empresa também. Se você quer receber mais, tem que oferecer mais. Conheci, na minha carreira, muitos profissionais com grande experiência, muito conhecimento e muita habilidade na sua área, mas extremamente acomodados, ou seja, sem atitude alguma. Uma pessoa com muita atitude é capaz de buscar o conhecimento e a habilidade que não tem. Aí vem a pergunta: que tipo de treinamento devemos priorizar, o técnico ou o comportamental? A resposta correta é: os dois. Um completa o outro. Estudos estatísticos nos mostram que as pessoas são contratadas nas empresas pelo conhecimento e habilidade que possuem, mas demitidas pelo comportamento apresentado. Desta forma, podemos concluir que os dois tipos são importantes e que devem ser constantes na empresa. Algumas empresas ainda são muito reticentes aos resultados do investimento em treinamentos, principalmente por medo de perder o colaborador treinado. Segundo Zig Ziglar, "Pior que treinar um funcionário e vê-lo partir para a concorrência, é não treinar e mantê-lo na empresa". Lembre-se que são os seus colaboradores que vendem o seu produto/serviço, são eles que mantêm contato direto com o seu cliente e, principalmente, são eles que representam a sua marca. Pelo mau atendimento proporcionado pela sua empresa, serão os clientes que migrarão para a concorrência. Vivemos um momento de constantes mudanças e para que a empresa seja competitiva, se faz necessário acompanhá-las de forma criativa e inovadora, gerando oportunidades de desenvolvimento e crescimento. O acesso à informação e tecnologia não é mais um diferencial e sim o valor agregado aos resultados das empresas, pelas pessoas, com o uso desses dois recursos. Todos os alunos de um curso universitário recebem a mesma informação em classe, mas cada um decide o que fará com elas após as aulas, decidem se essas informações se transformarão em conhecimento (considerando que conhecimento é a informação aprendida), agregando valor a alguma coisa ou alguém.
  4. 4. contato@andremerino.com.br www.andremerino.com.br “O desafio é o que nos move” Treinamento não é custo, é investimento. Capacitar os colaboradores tem como retorno resultados melhores. “O maior benefício do treinamento não vem de se aprender algo novo, mas de se fazer melhor aquilo que já fazemos bem” (Peter Drucker). No mercado competitivo em que vivemos melhoria contínua não é diferencial, é sobrevivência. Então eu te pergunto: vale a pena investir em treinamento? Pense nisso! André Merino Palestrante e Treinador Comportamental. Consultor Organizacional. Professor Universitário de Graduação e Pós-Graduação. Pesquisador da metodologia de gestão da Walt Disney World. Practitioner em Programação Neurolinguística. Pós-Graduação em Desenvolvimento e Gestão de Pessoas pela FGV. MBA em Gestão Estratégica de Recursos Humanos. Administrador de Empresas.

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