27 DE JUNHO DE 2013

REALIZAÇÃO

APOIO

ANAIS

CONFRESA - MT
2013
Coordenação Geral do Evento
André Luis Bonfim Bathista e Silva
Aldemira Ferreira da Silva
Comissão Organizadora
André Luis...
Prefácio
É evidente, pela experiência dos últimos anos, a necessidade de que se passe a raciocinar com outra lógica
acerca...
SUMÁRIO
EIXO TEMÁTICO: ALIMENTO .............................................................................................
DETERMINAÇÃO DA ACIDEZ DA FOLHA DE COUVE ....................................................................................
EIXO TEMÁTICO: ALIMENTO

I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013

Página 6
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO.
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos c...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO.
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos c...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO.
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos c...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO.
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos c...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO.
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos c...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
EIXO TEMÁTICO: AGRONOMIA

I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013

Página 27
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA

Aplicação dos c...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO.
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos c...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA

Aplicação dos c...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE MATO GROSSO
CAMPUS CONFRESA
Aplicação dos co...
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Anais   i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Anais i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013

1.014 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.014
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
6
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Anais i feira de ciências do ifmt campus confresa - 27 de junho 2013

  1. 1. 27 DE JUNHO DE 2013 REALIZAÇÃO APOIO ANAIS CONFRESA - MT 2013
  2. 2. Coordenação Geral do Evento André Luis Bonfim Bathista e Silva Aldemira Ferreira da Silva Comissão Organizadora André Luis Bonfim Bathista e Silva Aldemira Ferreira da Silva Éder Joacir de Lima Maria Auxiliadora de Almeida Renato Silva Vasconcelos Agnaldo Gonçalves Borges Júnior Claudiney de Freitas Marinho Thiago Barros Miguel Emerson Hoffmann Robes Alves da Silva Rafael de Araújo Lyra Comissão de Divulgação Telma Silva Aguiar Michael Alves de Almeida Aldemira Ferreira da Silva Gislane Aparecida Moreira Maia Éder Joacir de Lima Maria Auxiliadora de Almeida Claudiney de Freitas Marinho Comissão Científica Manoel Xavier de Oliveira Junior Sandra Aparecida Tavres William Cardoso Lima Raphael Maia Aveiro Cessa Rafael de Araújo Lyra César Antônio da Silva Élio Barbieri Júnior Anderson Plattini do Nascimento Eikhoff Josemar Pedro Lorenzetti Giliard Brito de Freitas I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 2
  3. 3. Prefácio É evidente, pela experiência dos últimos anos, a necessidade de que se passe a raciocinar com outra lógica acerca do consumo, do dinheiro e do meio ambiente. Assim, é urgente que sejam revistos muitos dos conceitos e valores que predominaram na história do capitalismo ocidental, dentre os quais se têm como principais o consumo e o gasto desenfreado do dinheiro, mercadorias e dos recursos naturais. Sem estudo, pode-se prever um colapso social e ambiental num futuro não tão distante. Na cidade de Confresa-MT e pela convivência cotidiana com os estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – Campus Confresa nota-se, a falta de oportunidades de aprendizado de novos valores éticos, ambientais e financeiros que têm arrebatado as mentes de muitos jovens em outras regiões de nosso estado e nosso país. As ideias de soluções sustentáveis para necessidades cotidianas, e de economia solidária com a intenção de um novo paradigma para o tratamento do dinheiro e do meio ambiente entre os jovens têm realizado verdadeiras transformações nas formas de sociabilidade entre as pessoas pelo mundo e pelo Brasil. A I Feira de Ciências do IFMT – Camus Confresa permitirá uma análise entre os acadêmicos internos e externos, da existência da prática de economia solidária. O intuito é fortalecer laços, possibilitar novas formas de convívio, criar oportunidades sustentáveis de lazer e trocas culturais e entretenimento entre tais estudantes. Esses jovens convivem com tecnologias de informação e produção avançadas, podendo-se esperar produções bastante criativa em diversas áreas. Dessa forma, é viável a constatação no meio social de soluções criativas de produção e consumo sustentável, assim como ideias de produção artística. O evento será um importante espaço em que os acadêmicos terão oportunidade de exercitar a consciência sustentável, a economia solidária e suas capacidades e competências adquiridas na escola. Possivelmente poder-se-á observar de imediato alguns benefícios pertinentes à formação técnica e profissional viabilizada por um ambiente bastante favorável ao desenvolvimento de novas e variadas habilidades e competências. Conta-se ainda como garantia o maior aproveitamento dos conteúdos explanados, pelo fato dos acadêmicos inserirem-se na categoria “jovens adolescentes”, uma idade comprovadamente propícia ao aprendizado. Inaê Soares de Vasconcellos é professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa / Área: Ciências Sociais I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 3
  4. 4. SUMÁRIO EIXO TEMÁTICO: ALIMENTO ........................................................................................................................................................................................ 6 ANÁLISE SENSORIAL DE SORVETE FORMULADO COM DIFERENTES QUANTIDADES DE POLPA DE PEQUI (Caryocar brasiliense Camb.) ... 7 CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FARINHA DE TRIGO UTILIZADA PARA FABRICAÇÃO DE PÃO FRANCÊS NO MUNICÍPIO DE CONFRESA – MT ............................................................................................................................................................................................................ 8 RECEITINHAS DA VOVÓ QUE “CURAM” ...................................................................................................................................................................... 9 CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E ACEITAÇÃO SENSORIAL DA GELÉIA DE AÇAÍ (Euterpe oleracea) ....................................................... 10 ANÁLISE SENSORIAL DE BEBIDA LÁCTEA FERMENTADA COM POLPA DE CAGAITA ........................................................................................ 11 BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DOS EDULCORANTES PARA O ORGANISMO .......................................................................................................... 12 BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DOS AROMATIZANTES NO ORGANISMO(1) .............................................................................................................. 13 SUCO DE GABIROBA OBTIDO POR EXTRAÇÃO ENZIMÁTICA ................................................................................................................................ 14 BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DO AÇÚCAR PARA O ORGANISMO........................................................................................................................... 15 BENEFÍCIOS DOS ANTIOXIDANTES NATURAIS PARA O ORGANISMO HUMANO ................................................................................................ 16 AVALIAÇÃO SENSORIAL DE BOLO DE FARINHA DE TRIGO COM ADIÇÃO DA FARINHA DE SOJA .................................................................... 17 AVALIAÇÃO SENSORIAL DE CHOCALATE COM AMENDOIM EM DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE CHOCOLATE .................................... 18 AVALIAÇÃO SENSORIAL DO DOCE DE LEITE SEM ADIÇÃO DE ESPESSANTE .................................................................................................... 19 AVALIAÇÃO SENSORIAL DE DOIS TIPOS DE REQUEIJÃO ...................................................................................................................................... 20 AVALIAÇÃO SENSORIAL DE BOLO DE CHOCOLATE ............................................................................................................................................... 21 ELABORAÇÃO DE BISCOITOS TIPO COOKIE DE BURITI E AVALIAÇÃO SENSORIAL .......................................................................................... 22 A QUANTIDADE DE AÇÚCAR NOS ALIMENTOS ....................................................................................................................................................... 23 REAPROVEITAMENTO DO ÓLEO DA COZINHA INDUSTRIAL CAMPUS CONFRESA MT ...................................................................................... 24 QUANTIDADE DE SAL NOS ALIMENTOS ................................................................................................................................................................... 25 SAL NOS ALIMENTOS .................................................................................................................................................................................................. 26 EIXO TEMÁTICO: AGRONOMIA .................................................................................................................................................................................. 27 CARACTERIZAÇÃO DA POROSIDADE DO ARGISSOLO VERMELHO AMARELO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO – CAMPUS CONFRESA ..................................................................................................................................... 28 DISPONIBILIDADE DE ÁGUA NO SOLO E DESENVOLVIMENTO DO MILHO “SAFRINHA” EM DOURADOS-MS .................................................. 29 UTILIZAÇÃO DA CULTURA DO ARROZ E DO FEIJÃO PARA A DIFERÊNCIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE MONOCOTILEDÔNEAS E DICOTILEDÔNEAS ....................................................................................................................................................................................................... 30 TEOR DE CLOROFILA DO CAPIM Brachiaria brizantha cv. MARANDU E SUA PRODUTIVIDADE EM UM SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA EM DIFERENTES NÍVEIS DE SATURAÇÃO POR BASES ....................................................................................................................... 31 CONTABILIZAÇÃO DE FAMÍLIAS EXISTENTES NA COLEÇÃO ENTOMOLÓGICA DO IFMT – CONFRESA .......................................................... 32 PERFIL DOS CONSUMIDORES DE PLANTAS MEDICINAIS NO BAIRRO JARDIM DO ÉDEN NA CIDADE DE CONFRESA-MT ........................... 33 MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PONTA PORÃ-MS............................................................................................................... 34 MAPA DE DECLIVIDADE PARA PONTA PORÃ-MS(1) ................................................................................................................................................. 35 CONSTRUÇÃO E FUNCIONAMENTO DE CARNEIRO HIDRÁULICO DE GARRAFA PET ........................................................................................ 37 RESPOSTA DA Brachiaria brizantha À ADUBAÇÃO NITROGENADA SOB VARIAÇÃO MENSAL DE CHUVAS EM CONFRESA ........................... 38 DESENVOLVIMENTO DO COLMO DA CANA DE AÇÚCAR EM TRÊS AMBIENTES DE CULTIVO, SOB IRRIGAÇÃO ........................................... 39 CONSTRUÇÃO E FUNCIONAMENTO DE CARNEIRO HIDRÁULICO DE GARRAFA PET ........................................................................................ 40 PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA MENSAL E HORÁRIA EM CONFRESA-MT NOS ÚLTIMOS VINTE MESES ..................................................... 41 CARACTERIZAÇÃO DA AGROINDÚSTRIA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE CONFRESA – MT ................................................................................. 42 EIXO TEMÁTICO: PORTUGUÊS .................................................................................................................................................................................. 43 LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA: MIA COUTO ................................................................................................................ 44 LITERANDO NO FACEBOOK ....................................................................................................................................................................................... 45 EIXO TEMÁTICO: FÍSICA ............................................................................................................................................................................................. 46 CARACTERIZAÇÃO DE POLÍMEROS E COMPÓSITOS RECICLADOS(1).................................................................................................................. 47 ESPECTROSCOPIA DE RMN DA QUERCETINA ........................................................................................................................................................ 48 AVALIAÇÃO BIOMECÂNICA DE COORDENAÇÃO MOTORA DAS MÃOS ................................................................................................................ 49 GERADOR DE VAN DE GRAAFF ................................................................................................................................................................................. 50 CLIMATIZADOR ALTERNATIVO DE BAIXO CUSTO: APLICANDO CONHECIMENTOS FÍSICOS PARA MELHORIA NA QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO DE CONFRESA ...................................................................................................................................................................................... 51 EFEITO DOPPLER E SUAS CURIOSIDADES ............................................................................................................................................................. 52 ESTIMATIVA DA RADIAÇÃO SOLAR NO IFMT CAMPUS CONFRESA ...................................................................................................................... 53 APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA: A DENSIDADE DOS ELEMENTOS ..................................................................................................................... 54 EIXO TEMÁTICO: QUÍMICA ......................................................................................................................................................................................... 55 ZINCO ............................................................................................................................................................................................................................ 56 FÓSFORO ..................................................................................................................................................................................................................... 57 A IMPORTÂNCIA DA QUÍMICA PARA A SOCIEDADE ATUAL ................................................................................................................................... 58 FERRO........................................................................................................................................................................................................................... 59 MAGNÉSIO .................................................................................................................................................................................................................... 60 POLÍMEROS: NOVOS RUMOS PARA O FUTURO ...................................................................................................................................................... 61 BORO............................................................................................................................................................................................................................. 62 PÓ DE REPOLHO ROXO COMO INDICADOR NATURAL DE pH ............................................................................................................................... 63 FERMENTAÇÃO DE MAÇA PARA POTENCIAL PRODUÇÃO DE VINAGRE ............................................................................................................. 64 I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 4
  5. 5. DETERMINAÇÃO DA ACIDEZ DA FOLHA DE COUVE ............................................................................................................................................... 65 DEMONSTRAÇÃO DA PRESENÇA DE DNA NA BANANA ......................................................................................................................................... 66 AÇÃO DA AMILASE SALIVAR SOBRE O AMIDO ........................................................................................................................................................ 67 FUNCIONALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO ARGILOMINERAL CAULINITA/ILITA COM O COMPOSTO ORGÂNICO N-3-TRIMETOXISILIL PROPIL-ETILENODIAMINO .......................................................................................................................................................................................... 68 A EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE MATO GROSSO (1)................................................................. 69 TENDÊNCIAS NO ENSINO DE QUÍMICA: O USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS ........................................ 70 DESENVOLVIMENTO DE UMA METODOLOGIA DE BAIXO CUSTO PARA O ENSINO EXPERIMENTAL DE ESTEQUIOMETRIA ....................... 71 EIXO TEMÁTICO: ENSINO ........................................................................................................................................................................................... 72 O ENSINO DE QUÍMICA COMO PROMOTOR DE REFLEXÕES PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL .......................... 73 DIFICULDADES ENCONTRADAS PELOS ALUNOS DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA – HABILITAÇÃO EM QUÍMICA DO IFMT CAMPUS CONFRESA ................................................................................................................................................................................................... 74 O ENSINO DE QUÍMICA PARA DEFICIENTES VISUAIS POR MEIO DA CONFECÇÃO DA TABELA PERIÓDICA EM BRAILLE ............................ 75 INSERÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO-CAMPUS CONFRESA NA REGIÃO “NORTE ARAGUAIA”..................................................................................................................................................................................................... 76 MEDICINAS NATURAIS ................................................................................................................................................................................................ 78 EIXO TEMÁTICO: MATEMÁTICA ................................................................................................................................................................................ 79 OFICINA: EXPLORANDO CONCEITOS MATEMÁTICOS POR MEIO DE JOGOS ..................................................................................................... 80 RELOGIO SOLAR: UMA ESTRATÉGIA DE ENSINO PARA AULAS DE MATEMÁTICA ............................................................................................. 81 A UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) COMO RECURSO DE APOIO À APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA................................................................................................................................................................................................................ 82 EIXO TEMÁTICO: MEIO AMBIENTE............................................................................................................................................................................ 83 PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS PROFESSORES DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA COM HABILITAÇÃO EM QUÍMICA CAMPUS-CONFRESA .................................................................................................................................................................................. 84 A CASA SUSTENTÁVEL ............................................................................................................................................................................................... 85 ROBÔ AQUÁTICO: UMA ALTERNATIVA PARA O LIXO ELETRÔNICO ..................................................................................................................... 87 O DESTINO DO LIXO HOSPITALAR DE PORTO O ALGRE DO NORTE –MT ........................................................................................................... 88 ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM SANTA CRUZ DO XINGU – MT ............................................................................................................................. 89 AVALIAÇÃO COMPARATIVA DA EROSÃO DAS MARGENS DO CÓRREGO DA ONÇA EM CONFRESA-MT ........................................................ 90 AVALIAÇÃO DE LAUDOS DE CONTROLE DE QUALIDADE DA ÁGUA DE SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA – MT ........................................................ 91 MEIO AMBIENTE E SACOLAS ECOLÓGICAS - UMA PROPOSTA ECO SOCIAL PARA O ....................................................................................... 92 MUNICÍPIO DE CONFRESA –MT ................................................................................................................................................................................. 92 OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS E A RESPONSABILIDADE AMBIENTAL PÓS-CONSUMO ..................................................................................... 93 EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR NUMA PERSPECTIVA SUSTENTÁVEL NO ÂMBITO DA ESCOLA ESTADUAL TAPIRAPÉ MUNICIPIO DE PORTO ALEGRE DO NORTE-MT .......................................................................................................................................................................... 94 POLUIÇÃO SONORA: NA REGIÃO CENTRAL EM VARZEA GRANDE “Cruzamento entre as avenidas Filinto Muller e Pedro Pedrossian” ( ........... 95 DISPOSIÇÃO INADEQUADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS: O CASO DO LIXÃO NO MUNICÍPIO .............................................................................. 96 DE SANTA TEREZINHA - MT ....................................................................................................................................................................................... 96 RESÍDUOS DA CASCA DE ARROZ NA COMPOSTAGEM PARA ADUBAÇÃO DE HORTAS .................................................................................... 97 EIXO TEMÁTICO: SOCIOLOGIA.................................................................................................................................................................................. 98 A OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA, A SOCIEDADE DO CONSUMO E OS PROBLEMAS AMBIENTAIS ............................................................. 99 CONCEPÇÃO DOS ALUNOS ACERCA DA UTILIZAÇÃO DOS BRINQUEDOS PEDAGÓGICOS NA ALFABETIZAÇÃO ....................................... 100 CRITÉRIOS DA DISTRIBUIÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA FARMÁCIA BÁSICA DE PORTO ALEGRE DO NORTE ................................................. 101 NEGRO/BRANCO: DIFERENTE SÓ NA COR ............................................................................................................................................................ 102 O ENSINO DE TÉCNICAS AGRÍCOLAS NO CONTEXTO DA ALDEIA TAPIRAPÉ .................................................................................................. 103 ECONOMIA SOLIDÁRIA E DESENVOLVIMENTO ALTERNATIVO ........................................................................................................................... 104 EIXO TEMÁTICO: ARTE ............................................................................................................................................................................................. 105 O ENSINO DE VIOLÃO NO IFMT CAMPUS CONFRESA .......................................................................................................................................... 106 OS EVENTOS MUSICAIS NO IFMT CAMPUS CONFRESA: UM DESPERTAR PARA APRECIADORES ............................................................... 107 EIXO TEMÁTICO: HISTÓRIA ..................................................................................................................................................................................... 109 CAMPININHA DAS FLORES: ANOITECE CIDADE E AMANHECE BAIRRO ............................................................................................................ 110 RITUAIS FÚNEBRES E REFORMAS SANITÁRIAS NO SÉCULO XVIII .................................................................................................................... 111 I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 5
  6. 6. EIXO TEMÁTICO: ALIMENTO I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 6
  7. 7. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar ANÁLISE SENSORIAL DE SORVETE FORMULADO COM DIFERENTES QUANTIDADES DE POLPA DE PEQUI (Caryocar brasiliense Camb.)(1) Raphael Maia Aveiro Cessa(2), Sandra Aparecida Tavares(3); Arthur Venicio Moraes Galeno(4); Nathalia Gabrielly de Sousa Batista(4) (1)Trabalho financiado pelo Programa Federal de Extensão Mulheres Mil do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); (2)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Agronomia / email: raphael.cessa@cfs.ifmt.edu.br; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br; (4)IFMT – Campus Confresa / Acadêmico do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: andreluizsodre@hotmail.com; nathaliagabrielly_sb_@hotmail.com Eixo temático: Alimento RESUMO Este trabalho objetivou avaliar as características sensoriais cor, aroma e sabor de sorvetes formulados com duas quantidades de polpa de pequi e, ainda analisar suas intenções de compra por provadores. O trabalho foi realizado no Laboratório de Análise Sensorial do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa). Os frutos de pequi (Caryocar brasiliense) utilizados foram adquiridos no comércio local, selecionados por ausência de rachadura e/ou manchas na casca, para preparo do sorvete em duas concentrações da polpa dos frutos. Foram preparadas duas formulações contendo quantidades diferentes de polpa cosida de pequi. Para realização do teste de aceitação usou-se uma ficha com escala hedônica e outra de intenção de compra. Os dados foram manipulados obtendo-se a moda das características avaliadas referente às preferências sensoriais das amostras. A formulação 1 de preparo de sorvete contendo menor quantidade de polpa de pequi foi classificada pelos provadores na categoria “Gostei extremamente” para as características sabor e aroma. Para tais características a formulação 2 de preparo de sorvete contendo maior quantidade de polpa de pequi foi classificada na categoria. Para as características textura e impressão global os valores as classificações categóricas foram iguais para as formulações 1 e 2 de preparo do sorvete com polpa de pequi, sendo respectivamente “Gostei moderadamente” e “Gostei extremamente”. Pode-se considerar satisfatória a aceitação das formulações 1 e 2 de preparo de sorvete com polpa de pequi, uma vez que o valor modal 4 foi igual para intenção de compra (categoria “Provavelmente compraria”). Palavras-chave: Processamento; Aceitação; Alimento. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 7
  8. 8. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FARINHA DE TRIGO UTILIZADA PARA FABRICAÇÃO DE PÃO FRANCÊS NO MUNICÍPIO DE CONFRESA – MT(1) Flávio Santos Silva(2); André Luis Sodré Fernandes(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: engalflavio@Yahoo.com.br; (3)IFMT – Campus Confresa / Aluno do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: andreluizsodre@hotmail.com (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Farinha de trigo é um produto elaborado com grãos de trigo (Triticum aestivum) ou outras espécies de trigo do gênero Triticum, ou combinações por meio de trituração ou moagem e outras tecnologias ou processos por meio do processo de moagem (quebra do grão, retirada ao máximo do endosperma e trituração do material remanescente). As propriedades físico-químicas podem avaliar a qualidade da farinha do trigo, pois estão relacionadas com a forma de seu beneficiamento e, assim, são empregadas para aperfeiçoar a qualidade tecnológica ou nutricional do produto. Contudo o objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade físico-química da farinha de trigo especial tipo 1 utilizada para elaboração de Pão Francês comercializada no município de Confresa-MT, para gerar informações do produto disponível ao consumidor. Foram coletadas em estabelecimentos mercadistas de Confresa-MT, 3 amostras de farinha de trigo especial tipo 1, sendo estas submetidas às determinações dos teores de: umidade em estufa a 105ºC até peso constante, cinzas por incineração em mufla a 550ºC e proteínas pelo método gravimétrico. Os resultados revelaram que 100% das amostras de farinha de trigo analisadas estavam em acordo com a qualidade físico-química estabelecida pela legislação. Palavras - chave: Triticum aestivum; Qualidade e tecnologia; Consumidor; Pão francês. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 8
  9. 9. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar RECEITINHAS DA VOVÓ QUE “CURAM”(1) Aurinete Vieira lima da Fonseca(2); Eveliny de Lima Julião(3) (1)Trabalho financiado pela Escola Alexandre Quirino de Souza; (2)Escola Alexandre Quirino de Souza / Professor do Ensino Fundamental / Psicopedagogia / e-mail: aurinetevl@hotmail.com; (3)Escola Alexandre Quirino de Souza / Professor do Ensino Fundamental / Pedagogia Eixo temático: Alimento RESUMO O presente projeto estabelece relação entre o conhecimento empírico e o científico, resgatando e fortalecendo o elo entre avós e alunos/netos da turma da III fase do I ciclo da Escola Alexandre Quirino de Souza. Buscou-se referencial e sustentação teórica em Paulo Freire, Magda Soares, Jussara Hoffman e Harri Lorenzi. Sensibilizou a efetivação desse projeto o índice de alunos detectados que, ao se ausentarem da escola por motivos de doenças/moléstias, procuram demasiadamente o tratamento alopático. Objetiva-se a desmistificação da cultura alopática em detrimento do conhecimento popular e preservação da credibilidade da criança ao “conhecimento da vovó”. Pesquisou-se sobre as ervas “milagrosas” que as avós cultivam em casa e que servem como base medicinal para tratamento das crianças e demais pessoas da família. O processo metodológico do projeto foi estabelecido através de entrevistas, dramatizações, experimentos, pesquisas de campo e a viveiros, visitas e depoimentos da vovó na escola, pesquisas bibliográficas e finalmente a construção da horta medicinal escolar. Resultou-se a uma nova adaptação de hábitos saudáveis e naturais cotidianos da família, bem como seu uso consciente e sustentável no próprio âmbito da escola com uma visível percepção de fortalecimento de uma relação de crédito e fé, que vinha se abalando e até mesmo uma relação mais harmônica com a natureza, bem como reconhecimentos mais sócio-coletivos de valores tradicionais relevantes à própria história da humanidade. Palavras – chave: Conhecimento Popular; Ervas; Depoimentos. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 9
  10. 10. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E ACEITAÇÃO SENSORIAL DA GELÉIA DE AÇAÍ (Euterpe oleracea)(1) Flávio Santos Silva(2); André Luis Sodré Fernandes(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: engalflavio@Yahoo.com.br; (3)IFMT – Campus Confresa Aluno do curso / Acadêmico do Ensino Médio / Alimento / e-mail: andreluizsodre@hotmail.com (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Este trabalho tem seu foco principal o mapeamento físico-químico da polpa de açaí (Euterpe oleracea), visando uma melhor aceitação sensorial de seu subproduto, no caso a geleia de açaí. O fruto do açaizeiro depois de colhido é processado no prazo de 24 horas, pois ele perde muita estabilidade e se altera facilmente comprometendo a qualidade de seus subprodutos. Contudo esse mapeamento da polpa de açaí vem minimizar algumas perdas de qualidade depois do produto ser processado, e os resultados obtidos são analisados como principal fator de qualidade da polpa de açaí, e divulgados em tabelas quantitativas e qualitativas, seguindo a metodologias recomendadas pelo Instituto Adolfo Lutz. O açaí é um fruto que apresenta em cachos, e são de coloração violácea quase negra quando maduros. Produzidos durante boa parte do ano, porém com maior intensidade nos meses de julho a dezembro. Palavras - chave: Qualitativa; Polpa; Fruto. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 10
  11. 11. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar ANÁLISE SENSORIAL DE BEBIDA LÁCTEA FERMENTADA COM POLPA DE CAGAITA(1) Carmem Torres Guedes(2); Keile Torres Guedes(2); Clea Torres Guedes(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante do Ensino Médio / Técnico em Alimento; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O fruto da planta cagaita (Eugenia dysenterica) tem grande potencial de exploração econômica no Cerrado brasileiro. Possui na sua composição nutricional elevado teor de vitamina C e ácidos graxos polinsaturados (linoleico e linolênico). Visando o aproveitamento do soro produzido no processo de fabricação de queijo este trabalho objetivou desenvolver bebida láctea fermentada com polpa de cagaita em duas formulações (25% e 50% de soro) com a finalidade de avaliar suas características sensoriais, tendo em vista um produto de baixo custo. Para avaliação das amostras 30 mL da bebida láctea (formulações) foram servidos em copos plásticos descartáveis, codificados com números de três dígitos seguindo a ordem balanceada de apresentação. Os julgadores foram alunos da faixa etária de 15 a 25 anos de ambos os sexos. Os parâmetros avaliados foram cor, sabor, textura e impressão global. Foi observada diferença significativa pelo teste F da análise de variância entre as formulações testadas de bebida láctea sabor cagaita apenas para cor e textura, embora o teste de média “t” não detectado tal diferença. Conclui-se que não houve diferença entre os dois tipos de bebida láctea, sendo possíveis as utilizações ambas as concentrações. Palavra chave: Concentrações; Meio Ambiente; Soro de Queijo. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 11
  12. 12. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DOS EDULCORANTES PARA O ORGANISMO(1) Allana Lyne Morais SIlva(2); Ana Clara Antônia do Carmo(2); Bruno Pereira Garcês(3); William Cardoso Lima(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: allana.lyne@hotmail.com; anaclara_carmo@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; william.lima@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Os edulcorantes ou adoçantes são substancias de baixa caloria com alta capacidade de adoçar os alimentos. Os adoçantes podem ser de duas categorias: artificiais e naturais. Há dúvidas sobre edulcorantes em relação aos seus benefícios e malefícios. Dentro do grupo dos edulcorantes artificiais destacam se: ASPARTAME (como beneficio esse edulcorante possui uma diferença da sacarose, ele não contribui para o desenvolvimento de cáries, também não afeta a resposta glicêmica em indivíduos normais nem com diabetes, assim como não afeta o controle metabólico nem a libertação de insulina, por outro lado, essa substancia é um grande alvo de pesquisa, pois é suspeito de causar câncer). CICLAMATO (Este adoçante é ilegal em vários países por ser causador de efeitos carcinogênicos), SACARINA, ACESULFAME-K e SUBRALOSE. Entre os edulcorantes naturais destacam se: FRUTOSE (é um monossacarídeo calórico, muito encontrado em frutas e tem um baixo índice glicêmico), SACAROSE (encontra-se principalmente na cana de açúcar e na beterraba, é o açúcar mais comum encontrado, conhecido como o açúcar comercial). SORBITOL (também conhecido como glucitol, é um álcool de açúcar encontrado naturalmente em diversas frutas, como no bagaço do fruto da sorveira). XILITOL e DEXTRINA. Conclui-se que alguns edulcorantes artificiais são mais propícios a causar efeitos carcinogênicos do que os naturais, porém são recomendados em vários casos principalmente quando há a necessidade de substituição de alguns adoçantes naturais, como no caso dos diabéticos. Palavras - chave: Aspartame; Câncer; Adoçantes. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 12
  13. 13. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DOS AROMATIZANTES NO ORGANISMO(1) Diogo Araújo Villa(2); Gustavo Kaique da Silva Machado(2); Bruno Pereira Garcês(3) William Cardoso Lima(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante de Ensino Médio/ Técnico em Alimentos / e-mail: diogovilla2023@hotmail.com; ustavoksmachado@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; william.lima@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Os aromatizantes, também conhecidos como flavorizantes são utilizados para melhorar o paladar dos alimentos, fazendo com que os mesmos pareçam mais saborosos e para realçar o sabor de vários alimentos enlatados ou industrializados. Podem ser encontrados em carnes “enlatadas”, comida chinesa, caldos, tabletes. Destacam-se como benefícios destes aditivos, o impedimento da deterioração e ranço dos alimentos, o realce no sabor e na aparência e em alguns casos, o reforço no conteúdo nutricional. Em contraposição, pessoas suscetíveis podem ter reações alérgicas ou adversas a esses produtos e, algumas pessoas podem apresentar piora em seus problemas de saúde. É muito importante atentar-se à composição dos produtos que serão consumidos. Em caso de suspeita sobre algum alimento específico, deve-se procurar um profissional especializado, para detectar possíveis intolerâncias, muitas pessoas são alérgicas a alguns aditivos alimentícios sem mesmo saber. Existem aromatizantes naturais e artificiais. Os naturais são mais seguros para o consumo, porém, visto que os artificiais são mais viáveis economicamente, porque os sabores e os aromas mais delicados são misturas complexas e difíceis de serem extraídas de frutas ou flores, eles são mais utilizados. Para citar um exemplo, o aromatizante natural de morango é uma mistura de mais de 100 substâncias. Portanto, uma vez que os alimentos são produzidos industrialmente, visa-se mais o valor de mercado que o valor nutricional. Em razão disso, a legislação criou normas para o uso dessas substâncias artificiais nos alimentos, como as especificadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Assim, em alguns rótulos destes produtos há a letra F, que indica que há aromatizantes ou flavorizantes. Essa letra vem seguida de algarismos romanos que indica qual é o tipo de aromatizante. Os aromatizantes na indústria de alimentos são utilizados em grandes processos de preparo, muitos destes utilizando aromatizantes artificiais ou naturais que são encontrados principalmente nas essências de morando, kiwi, framboesa, rum, jasmim, rosa, e uva. No entanto, as industriais que utilizam os aromatizantes tem como objetivo a melhora nas características organolépticas do produto na qual fabricam, para assim, conseguirem maior lucro. Palavras - Chave: Indústria de Alimentos; Flavorizantes; Alergia. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 13
  14. 14. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar SUCO DE GABIROBA OBTIDO POR EXTRAÇÃO ENZIMÁTICA(1) Marli da Silva Santos(2) (1)Trabalho financiado pelo Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (2)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa) / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: marli.santos@cfs.ifmt.edu.br Eixo temático: Alimento RESUMO Os frutos nativos tropicais tem conquistado a preferência do consumidor, principalmente no que se refere às características sensoriais como o sabor e aroma. O Brasil é um dos principais produtores e exportadores de inúmeras espécies de frutíferas, com grande potencial para expansão nesse setor.. A gabiroba (Campomanesia xanthocarpa Berg.) é um fruto pertencente à família das Mirtáceas, nativo do Brasil e que apresenta fácil adaptação às vários tipos de solo e diversas condições climáticas. O objetivo do presente trabalho foi extrair e caracterizar o suco da fruta gabiroba, visando, assim, a introdução de uma alternativa para o aproveitamento tecnológico dessa matéria prima e agregação de valor ao fruto nativo. Frutos maduros de gabiroba foram colhidos e selecionados de acordo com a uniformidade de cor, tamanho e ausência de qualquer tipo de injúrias. O suco foi obtido por meio da extração enzimática utilizando enzimas pectinolíticas (Pectinex Ultra SP-L KRN05508) doados pela empresa Novozymes. A extração do suco foi realizada utilizando-se de dois fatores e dois níveis, com um ponto central, tendo como variáveis o tempo, a concentração de enzima e a temperatura de incubação fixada em 50°C. O conteúdo de vitamina C foi determinado através de método espectrofotometrico. O teor de carotenoides foi determinado por cromatografia liquida de alta eficiencia (HPLC). Os rendimentos obtidos para os sucos de gabiroba foram de 55,35 % para o suco sem a adição de enzima e 74,11 % com o tratamento enzimático, que resulta em um aumento de 18,76 % em relação ao suco in natura. A amostra de suco tratado enzimaticamente apresentou uma boa retenção no teor de vitamina C e carotenóides cerca de 80% e 92,54% respectivamente. O suco tratado enzimaticamente apresentou rendimento mais elevado e apresentou maior retenção dos compostos fotoquímicos resultando em um produto final com aspectos sensoriais como cor e aroma mais atraente. Não foram observadas mudanças visuais na coloração das amostras durante os 120 dias de armazenamento em temperatura de refrigeração,evidenciando a boa estabilidade do produto, indicando que a metodologia adotada para obtenção do suco foi adequada. O aproveitamento de espécies nativas para elaboração de novos produtos pode contribuir para a conservação da biodiversidade regional, protegendo, ou expandindo as fontes naturais de diversidade genética da flora em questão e da fauna a ela associada, bem como auxiliar na diversificação da fruticultura local. O uso de técnicas simples e apropriadas na produção de novos produtos diversifica as opções dos consumidos podendo auxiliar na geração de receita e renda. Através dos parâmetros avaliados verificou-se que os frutos da Campomanesia xanthocarpa Berg são de grande potencial econômico e nutricional, devido, principalmente, as suas características sensoriais atrativas, exóticas e incomparáveis. Palavras-chave: Frutos Nativos; Aspectos Sensoriais; Agregação de Valor. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 14
  15. 15. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DO AÇÚCAR PARA O ORGANISMO(1) Lunária Batista da Silva(2); Daniele Kuhnen Escher(2); Bruno Pereira Garcês(3); William Cardoso Lima(3); Ilson Dias da SIlva(4) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante de Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: lunaria20@hotmail.com; danielekuhnen@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; willian.silva@cfs.ifmt.edu.br; (4)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Educação Física / e-mail: Ilson.silva@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O açúcar comercial é a fonte mais fácil para o organismo humano absorver glicose. A presença da glicose é essencial, pois sua ausência causa hipoglicemia no organismo. Os sintomas podem ser dores de cabeça e vertigem. Não é necessária a inclusão do açúcar comercial em nosso cardápio, pois carboidratos podem ser encontrados em frutas, alimentos conhecidos como “massas”, pães e biscoitos. Uma boa alimentação não requer a retirada de alimentos açucarados conhecidos também por doces ou que produzem sensação gustativa doce, pois esses auxiliam no controle de ansiedade. Os adoçantes artificiais são uma boa opção quando combinados com uma atividade física regular, mas é importante optar pelos açucares naturais presentes nos alimentos. Para os adoçantes deve-se ter uma regulamentação na quantidade ingerida, pois este poderá alterar no estado físico do indivíduo da mesma forma que os açúcares naturais. Mas esses também tem seu lado negativo, considerado por muitos especialistas como assassino número um do século XXI, pois se sabe que este produto mata hoje em dia mais pessoas do que os ataques de coração. O açúcar causa mais mal às artérias do que a mesma quantidade em gordura. A sua ingestão eleva os triglicerídeos, uma substância gorda no sangue que acelera a formação de colesterol. Com base na pesquisa conclui-se que o problema do açúcar, em específico o refinado, é que ele é 100% caloria, sem valor nutricional. Quando consumido regularmente em grande quantidade ou puro, ele apresenta uma série de reações bioquímicas que podem levar à obesidade, e esta, à hipertensão, ao diabetes e até alguns tipos de câncer. Isso é conhecido pela medicina há muitas décadas. O que existe de novo no estudo do metabolismo do açúcar no corpo vem da medição exata de como outros alimentos podem produzir os mesmos efeitos adversos do doce pó branco. Palavras - Chave: Triglicerídeos; Diabetes; Energia. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 15
  16. 16. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar BENEFÍCIOS DOS ANTIOXIDANTES NATURAIS PARA O ORGANISMO HUMANO(1) Jaqueline Donin Noleto(2); Scarlath Silva Souza(2); Bruno Pereira Garcês(3); William Cardoso Lima(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante de Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: jaquelinedn@live.com; scarlathsouza@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; william.lima@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O presente estudo tem como objetivo realizar uma revisão bibliográfica sobre os malefícios e os benefícios dos antioxidantes naturais para o organismo humano, pois a maioria das pessoas não possui o conhecimento sobre as propriedades destes compostos sobre o corpo ou até mesmo na utilização do mesmo na indústria alimentícia. Os antioxidantes possuem uma grande capacidade de sequestrar radicais livres e inibir a oxidação de lipídeos evitando também o estresse oxidativo, que é um dos principais fatores que causam câncer na atualidade. Estes benefícios fazem com que os especialistas incentivem o consumo de alimentos que tenham compostos fenólicos, pois essas características são de grande importância para saúde humana. A oxidação lipídica é responsável pela formação de compostos que dão cor, sabor e aromas que são indesejáveis e os compostos fenólicos são inibidores da reação de oxidação. Dos estudos realizados nada ainda foi encontrado sobre os malefícios dos antioxidantes naturais, apenas dos sintéticos. Com isso percebemos que os antioxidantes tem um grande papel benéfico na saúde humana e mais ainda na indústria de alimentos. Como estes compostos auxiliam no sequestro de radicais livres no organismo, uma grande quantidade de doenças pode ser evitada ou minimizada através do consumo frequente deles, como artrite, aterosclerose, diabetes, catarata, esclerose múltipla, inflamações crônicas, disfunção cerebral, cardiopatias, enfisema, envelhecimento precoce, câncer e algumas doenças do sistema imune. Alguns dos alimentos que possuem estes antioxidantes naturais são o mamão, brócolis, laranja, chá, vinho, cenoura, tomate, uva, salsa, morango, noz, espinafre, repolho entre outros. Pode-se observar que vários alimentos que possuem antioxidantes são da coloração amarela ou vermelha, isto se deve devido à grande presença de duplas ligações nestes compostos, que confere uma coloração nestas faixas. Palavras - Chave: Oxidação; Radicais Livres; Organismo. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 16
  17. 17. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DE BOLO DE FARINHA DE TRIGO COM ADIÇÃO DA FARINHA DE SOJA(1) Gabriel Clinton Gomes Siel(2); Ângel Almeida Borges(2); Noelle Delmagro(2); Viviane Lima Ordonio(2); Railane Neves da Silva(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Projeto financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia de Mato Grosso - Campus Confresa (IFMT - Campus Confresa); - Campus Confresa / Estudante Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: gabrieljj_gomes@hotmail.com; (3)IFMT - Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO A soja é uma importante alternativa alimentar na nutrição humana, devido principalmente ao teor e a qualidade proteica, desta maneira a soja pode enriquecer o alimento, sendo assim indicado para elaboração de produtos, como pães e bolo. Uma das formas de avaliar a qualidade do produto é por meio da análise sensorial, um teste recomendado seria o triangular. O teste triangular indica se existe diferença significativa entre dois tratamentos que sofreram processos diferentes, esta análise é utilizada para verificar se existe diferença perceptível entre dois produtos comparando-se três amostras, onde 2 são iguais e 1 diferente. Contudo o objetivo do estudo foi avaliar se houve diferença entre as duas formulações de bolo, por meio do teste triangular. Avaliaram-se três amostras de bolo, que foram apresentadas de seis ordens diferentes ABA, BAB, AAB, BBA, ABB e BAA, a amostra A era referente ao bolo com farinha de trigo e a amostra B com substituição de 50% de farinha de trigo por farinha de soja. Os provadores avaliaram as amostras da esquerda para a direita e fizeram um circulo no da amostra diferente. O teste foi feito com 23 julgadores, sendo eles alunos do técnico em alimentos na faixa etária de 14 a 16 anos, ambos os sexos. O resultado do teste triangular foi de submetido á análise da tabela de resultados, com 0, 1% de significância, e 21 dos 23 julgadores acertaram, ou seja, identificou o bolo diferente, o que permitiu afirmar que houve diferença significativa entre as amostras. A substituição em parte da farinha de trigo seria de grande importância, pelo elevado valor energético da soja. Porém após os testes realizados não foi possível a adição de parte da farinha de soja, devido á diferença notável em todo produto. Palavra chave: Nutrição; Julgadores; Amostras. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 17
  18. 18. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DE CHOCALATE COM AMENDOIM EM DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE CHOCOLATE(1) Daniele Kuhnen Escher(2); Allana Lyne Morais Silva(2); Gustavo Kaique da Silva Machado(2); Lunária Batista da Silva(2); Diogo Araujo Villa(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Projeto financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia do Mato Grosso - Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: danikuhnen@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO A análise sensorial é usada para evocar, medir, analisar e interpretar reações acerca das características dos alimentos, e são percebidas pelos sentidos da visão, olfato, gosto, tato e audição. O teste de preferência avalia a preferência do provador quando ele compara dois ou mais produtos entre si, para isto pode ser utilizado a escala hedônica que avalia o grau com que os julgadores gostam ou desgostam de um produto, no caso o chocolate com amendoim. Este trabalho teve como objetivo avaliar a preferência dos julgadores sobre o produto de chocolate com amendoim, de diferentes tipos de chocolates e concentrações. Foram elaboradas formulações diferentes para o produto, chocolate com amendoim, sendo que em uma formação o chocolate comercial foi adicionado na concentração de 45g e na outra o chocolate cacau foi adicionado na concentração de 22,5g os demais ingredientes foram acrescentados na mesma concentração para as diferentes formulações, esses ingredientes foram leite condensado, margarina e amendoim, obtendo ao fim do processo um chocolate pastoso. Para avaliação das amostras, 30 ml do chocolate com amendoim foi servido em copos plásticos descartáveis, codificados com números de três dígitos, seguindo a ordem balanceada de apresentação e servidos aos julgadores, nesta avaliação foram 24 alunos da faixa etária de 15 a 25 anos de ambos os sexos. As características avaliadas foram sabor e percepção global. Com base nos resultados obtidos a partir da pesquisa realizada no laboratório de analise sensorial, obteve maior média de notas para a formulação com 45g de chocolate comercial, sendo esta mais aceita pelos julgadores. Pode-se concluir que o chocolate mais aceito foi o da formulação com chocolate comercial, tendo como características avaliadas, sabor e a percepção global. Palavras chaves: Cacau; Julgadores; Preferência. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 18
  19. 19. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DO DOCE DE LEITE SEM ADIÇÃO DE ESPESSANTE(1) Franci Junior Gomes da Silva(2); Jaqueline Donin Noleto(2); Raymora Pereira(2); Eva Chaves(2); Scarlath Silva(2); Ana Clara Antonia(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Acadêmico do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: francjunio123@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O doce de leite é um produto típico da América Latina, produzido e consumido em grande escala no Brasil. Esse produto é obtido basicamente da cocção do leite com açúcar ocorrendo a caramelização. Foi desenvolvido um doce de leite diferenciado do comercializado, pois no processo de fabricação não houve adição de espessante, somente açúcar e leite. O objetivo do trabalho foi analisar as características sensoriais do doce de leite sem adição de espessantes. Para fabricação do doce de leite foi feito previamente a pasteurização lenta para que os microrganismos patogênicos fossem eliminados, após foi acrescentado açúcar e deixou o doce cozinhando até atingir a consistência desejada para que fosse formado o doce de leite tradicional. Para avaliação das amostras 30 mL de doce de leite pastoso foi servido em copos plásticos descartáveis, codificados com números de três dígitos servido aos julgadores. Nessa avaliação foram 34 alunos da faixa etária de 15 a 25 anos de ambos os sexos. As características avaliadas foram textura, sabor e cor. A partir dos dados obtidos pode-se perceber que os consumidores gostaram do produto. Conclui-se que os resultados obtidos foram bem sucedidos, já que a maior parte dos julgadores deram a nota ao doce referente a gostei muitíssimo, o faz acreditar que gostaram do doce de leite. Palavra chave: Fabricação; Julgadores; Teste Sensorial. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 19
  20. 20. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DE DOIS TIPOS DE REQUEIJÃO(1) Wingret Lorrane de Freitas(2); Ilana Teixeira dos Santos(2); Maria Gabrielly Spangol(2); Nathália Gabrielly de Sousa Batista(2); Mikaelle Odara B.S.S de Castro(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Acadêmico do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: wingretlorrane@gmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O requeijão cremoso é um produto derivado do leite, apresenta geralmente cor branca, textura cremosa e sabor agradável. A avaliação sensorial do produto requeijão tem grande valia, pois permite sabermos se há diferença notável e, ainda saber a aceitabilidade do produto. Contudo o objetivo deste estudo foi avaliar se há diferença perceptível em relação as características globais do requeijão cremoso caseiro para o requeijão cremoso industrial, utilizando o teste sensorial duo-trio. Os ingredientes necessários para a fabricação do requeijão cremoso caseiro foram: leite pasteurizado, manteiga de leite, vinagre e sal. Ocorreu à análise sensorial dos produtos utilizando o teste duo-trio, para avaliação foram utilizados 20 julgadores, sendo eles alunos do técnico em alimentos na faixa etária de 14 a 16 anos, ambos os sexos. Esse teste consistiu em avaliar duas amostras, para isso ofereceu uma amostra padrão e em seguida foram ofertadas mais duas amostras e o julgador teve que dizer qual das duas é a mesma que a padrão, que neste caso foi a amostra requeijão cremoso caseiro. Os provadores conseguiram diferenciaram as amostras e, dessa maneira observou-se diferença entre amostras requeijão cremoso caseiro e requeijão cremoso industrial. Concluiu-se não pode substituir o requeijão cremoso industrializado pelo caseiro, pois o produto que fora desenvolvido apresenta características sensoriais perceptíveis diferenciadas do requeijão cremoso industrializado. Palavra chave: Provadores; Aceitabilidade; Teste Sensorial. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 20
  21. 21. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar AVALIAÇÃO SENSORIAL DE BOLO DE CHOCOLATE(1) Clea Torres Guedes(2); Carmem Torres Guedes(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Acadêmico do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: torresguedes@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O chocolate é um produto apreciado pela população, assim como o bolo de chocolate. A avaliação sensorial do produto bolo de chocolate tem grande valia, pois permite sabermos se há diferença notável e, ainda saber a aceitabilidade do produto. Contudo o objetivo deste estudo foi avaliar se houve diferença perceptível em relação as características globais de diferentes bolos de chocolate, utilizando o teste sensorial duo-trio. Os ingredientes necessários para a fabricação dos bolos foram açúcar, farinha de trigo, óleo, leite, ovos, fermento em pó e chocolate em pó. Ocorreu à análise sensorial dos produtos utilizando o teste duo-trio, para avaliação foram utilizados 24 julgadores, sendo eles alunos do técnico em alimentos e funcionários de diferentes faixas etárias de ambos os sexos. Esse teste consistiu em avaliar duas amostras, para isso ofereceu uma amostra padrão e em seguida foram ofertadas mais duas amostras e o julgador teve que dizer qual das duas é a mesma que a padrão, que neste caso foi a amostra chocolate de menor custo Os provadores conseguiram diferenciaram as amostras, já que houve 17 acertos e 7 erros, desta maneira foi notado diferença entre os bolos. Concluiu-se não pode substituir o chocolate do bolo de chocolate, pois o produto que fora desenvolvido apresenta características sensoriais perceptíveis diferenciadas. Palavra chave: Características Sensoriais; Julgadores; Teste Sensorial. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 21
  22. 22. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar ELABORAÇÃO DE BISCOITOS TIPO COOKIE DE BURITI E AVALIAÇÃO SENSORIAL(1) João Paulo Lima Christichini(2); Suelma Matos Soares(3); Mileny Alves da Silva(2); Rafael Araújo Lira(4). (1)Projeto financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Aluno do Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: joaochr11@hotmail.com; mileny.gatona@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Aluno de Graduação / Agronomia / e-mail: suelma_soares@hotmail.com;(4)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimentos / rafael.lira@cfs.ifmt.edu.br; (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO A Mauritia vinífera Mart. popularmente conhecida como buriti, é uma palmeira encontrada em quase todo território brasileiro. Seu fruto pode ser consumido tanto na forma in natura quanto na forma processada de farinha. O presente trabalho tem como objetivos obter tecnologicamente a farinha de buriti (F.B.), bem como estudar a utilização desta no desenvolvimento de biscoitos tipo cookie Doce avaliando suas características sensoriais. Os experimentos foram realizados no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT- Campus Confresa). Primeiramente foram obtidos a F.B. e sendo elaboradas três formulações de biscoito, onde a farinha de buriti substitui a farinha de trigo nos níveis de 10%, 15% e 20%. Foram realisados dois testes sensoriais de afetividade, o de escala de ação e o índice de intenção de compra. No teste de escala de ação todas as três amostras foram bem aceitas no mercado, poiso índice de aceitabilidade (I.A.) com boa repercussão deve ser superior a 70%, valor tal que todas as amostras obtiveram, sendo assim a amostra com 10% de F.B. obteve o I.A. a 86,6%; amostra a 15% sendo a mais aceita chegando a um resultado de 89,1 % de aceitabilidade, e amostra a 20% com 87,0%. No teste de índice de intenção de compra todas as amostras alcançaram um bom resultado, a amostra com 10% obteve um I.A. com 71,5%; a amostra a 15% foi a que teve o maior I.A com 80,6% um índice razoavelmente alto, a amostra a 20% obteve um I.A. com 76,5%. Como pode ser observado todas as amostra obtiveram um bom resultado, sendo a mais bem aceita tanto em questão de aceitabilidade e a intenção de compra foi a amostra com 15% de F.B. podendo assim ser feitos outros estudos de viabilidade econômica da implantação deste produto no mercado regional. Palavras - chave: Viabilidade Econômica; Analise Sensorial, Novos Produtos. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 22
  23. 23. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar A QUANTIDADE DE AÇÚCAR NOS ALIMENTOS(1) Maria Gabrielly Spagnol(2), Ilana Teixeira dos Santos(2) , William Cardoso Lima(3), Bruno Pereira Garcês(3), Ilson Dias da Silva(4) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Estudante de Ensino Médio / Técnico em Alimentos / e-mail: mariagabrielly_spagnol@hotmail.com; ilana_mendes1@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Química / e-mail: william.lima@cfs.ifmt.edu; bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br (4)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Educação Física / e-mail: Ilson.silva@cfs.ifmt.edu (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O consumo excessivo de açúcares é um dos principais causadores do aumento da obesidade e diabetes entre os seres humanos. Recomenda-se o consumo de 35 a 40 g dia-1 de carboidratos, correspondendo a uma colher de sopa rasa de açúcar comercial. Algumas pesquisas demonstram que os brasileiros consomem 172 g de açúcar por dia, chegando a ingerir cerca de 60 kg ano-1, o que equivale a um carrinho de mão cheio de açúcar comercial. Os alimentos são “ricos” em carboidratos, podendo ser: frutose, lactose, sacarose e amido. Assim, este trabalho objetivou informar aspectos positivos e negativos sobre o consumo do açúcar presentes nos alimentos de maior consumo. Não é necessário o alimento ter sensação gustativa doce, ou seja, ser “doce” para conter açúcares. Exemplos existem: trinta unidades de amendoim japonês possuem uma quantidade de duas colheres de chá do produto comercial açúcar; duas balas de caramelo ou um copo de suco de laranja industrializado equivalem a duas colheres de sopa de açúcar. Dessa forma alimentos considerados saudáveis às dietas podem não ser. A barra de granola possui até 24 g de açúcar, e pode ser mais calórica que alguns outros alimentos. Um dos alimentos com alta quantidade de açúcares são os achocolatados. Uma colher de sopa de achocolatado equivale à uma colher de chá de açúcar. Alimentos salgados também possuem açúcares. Três unidades pequenas de esfirras de carne moída com peso médio de 100 g possuem uma colher de sopa de açúcar comercial. Seis colheres de arroz, alimento básico na mesa do brasileiro equivale a uma colher e meia de sopa de açúcar comercial. Palavras - chave: Saudáveis; Diabetes; Granola; Suco de Laranja. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 23
  24. 24. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar REAPROVEITAMENTO DO ÓLEO DA COZINHA INDUSTRIAL CAMPUS CONFRESA MT(1) Lorena Vilela(2), Wkerlen Abreu Martins(2); Sandra Aparecida Tavares(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Aluna do Ensino Médio / Alimento / e-mail: lorenavilela7@hotmail.com;(3) IFMT – Campus Confresa / Professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Alimento / e-mail: sandra.tavares@cfs.cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Muitas vezes o óleo utilizado na preparação de alimentos é descartado de forma incorreta afetando desta maneira o meio ambiente. A reciclagem do óleo de cozinha usado para a fabricação de sabão é uma alternativa viável no sentido de minimizar o impacto do descarte inadequado desse tipo de resíduo no meio ambiente. Este estudo teve como objetivo reaproveitamento do óleo da cozinha industrial do campus Confresa, assim como uma conscientização dos alunos quanto às questões ambientais envolvidas no descarte inadequado do óleo de residual. Para fabricação do sabão foi utilizado óleo residual, água, soda cáustica e álcool. Utilizou-se água quente, acrescentou-se o óleo, e em um recipiente separado foi dissolvida a soda em um litro de água e acrescentou na mistura e logo em seguida adicionou-se o álcool, fez –se a mistura de todos os ingredientes por um certo tempo, até atingir o ponto de pasta, depois de um tempo cortou-se o sabão em barras. Com o uso do sabão diminui os gastos com material de limpeza. Conclui-se que este estudo sensibilizou os alunos envolvidos no projeto quanto a preservação ambiental, além de diminuir os custos com a compra de material de limpeza, já que essa prática consolidou sendo todo o óleo residual revertido em sabão. Palavra chave: Meio Ambiente; Reciclagem; Sabão. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 24
  25. 25. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar QUANTIDADE DE SAL NOS ALIMENTOS(1) Franci Junior Gomes da Silva(2); Wingret Lorrane Mendonça Freitas(2); Bruno Pereira Garcês(3); Ilson Dias da Silva(4); William Cardoso Lima(3); Inocêncio Neto Borges Silva(2) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Bgrosso – Campus Confresa (IFMT Campus Confresa); Campus Confresa /Aluno do Ensino Médio / Técnico em Alimentos; (3)IFMT Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e ecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; willian.lima@cfs.ifmt.edu.br; (4)IFMT Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e ecnológico / Educação Física / e-mail: ilson.silva@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO O seguinte trabalho apresenta uma pesquisa realizada sobre o teor de sal que está presente nos alimentos: Azeitona, batata chips, biscoito recheado, extrato tomate, gelatina, macarrão instantâneo, maionese, pão de queijo, sal grosso e tablete de caldo de galinha. È importante destacar também que a cada 1kg de sal apresenta 400g de sódio e 600g de cloro. De acordo com as diretrizes brasileiras de consumo de sal, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), recomenda a ingestão diária máxima de 5g de sal, o equivalente a 2g de sódio, para que seja possível alcançar uma alimentação saudável e promover a saúde. Segundo o IBGE, a quantidade consumida hoje pelo brasileiro, é duas vezes maior do que a recomendada. Baseado nos dados levantados nesta pesquisa tornou-se indispensável à exposição deste trabalho com o intuito de conscientizar a sociedade em relação ao consumo excessivo de sal. Uma boa parte do sal consumido diariamente vem dos alimentos processados. Por isso, é importante conhecer a quantidade de sal presente nestes alimentos. Deve-se evitar a adição de muito sal na hora de cozinhar os alimentos e tirar o saleiro da mesa. Lembre que a cada 1 kg de sal iodado é suficiente para suprir uma família de 4 pessoas durante 50 dias. Contudo, conclui-se que devem ser tomados cuidados quanto à quantidade de sal ingerida diariamente, pois, o excesso do consumo traz males à saúde. Palavras - chave: Promover a Saúde; Cozinhar; Sódio. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 25
  26. 26. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar SAL NOS ALIMENTOS(1) Ângela Almeida Borges(2); Viviane Lima Ordonio(2); Bruno Pereira Garcês(3); Ilson Dias da Silva(4); William Cardoso Lima(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Bgrosso – Campus Confresa (IFMT Campus Confresa); Campus Confresa /Aluno do Ensino Médio / Técnico em Alimentos; (3)IFMT Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e ecnológico / Química / e-mail: bruno.garces@cfs.ifmt.edu.br; willian.lima@cfs.ifmt.edu.br; (4)IFMT Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e ecnológico / Educação Física / e-mail: ilson.silva@cfs.ifmt.edu.br (2)IFMT Eixo temático: Alimento RESUMO Esse trabalho foi uma breve revisão bibliográfica realizada sobre a quantidade de sal presente em alguns alimentos. O sal é um mineral composto por dois elementos principais: o sódio e o cloro, que se juntam formando o cloreto de sódio (NaCl), é um mineral presente em diversos alimentos. Ele ajuda nosso organismo a regular a entrada e saída de liquido em nossas células. Seu consumo exagerado faz com que aconteça uma retenção exagerada de líquidos fazendo com que haja um sobrecarregamento dos rins, causando doenças como a hipertensão, ou ate mais graves como AVC (ataque vascular cardíaco). O sódio participa de funções básicas no corpo, como equilíbrio ácido-base, equilíbrio de água no organismo, contração muscular, impulsos nervosos, ritmo cardíaco, entre outros, sendo então fundamental para a saúde física. Para as pessoas saudáveis, a dose máxima de sal recomendada pelo Ministério da Saúde é de 5 g por dia (2.000 mg de sódio). Os brasileiros, no entanto, consomem em média cerca de 10 gramas, o dobro do recomendado. A análise qualitativa dos dados obtidos, com algumas referências quantitativas, permitiu levantar questões significativas para possíveis soluções de problemas sobre o consumo excessivo do sal e seus malefícios para a saúde humana. Palavras - chave: Promover a Saúde; Cozinhar; Sódio. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 26
  27. 27. EIXO TEMÁTICO: AGRONOMIA I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 27
  28. 28. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar CARACTERIZAÇÃO DA POROSIDADE DO ARGISSOLO VERMELHO AMARELO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO – CAMPUS CONFRESA(1) Raphael Maia Aveiro Cessa(2); Elizeu Luiz Brachtvogel(2); Miashiro Fortes de Sousa(3); Igor Junior Hoppen Varão(4), Jeyssa Santiano Costa(4), Markondes Lacerda Araújo(4); Patrícia Simone Kranz Caçol(4) (1)Trabalho financiado pelo Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (2)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa)/ Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Agronomia / e-mail: raphael.cessa@cfs.ifmt.edu.br; elizeu.brachtvogel@cfs.ifmt.edu.br; (3)IFMT – Campus Confresa / Aluno de graduação / Agronomia / e-mail: mshiro@hotmail.com; (4) IFMT – Campus Confresa / Aluno do Ensino Médio / Técnico em Agropecuária / e-mail: igorjuniorhoppen@gmail.com; tecnica.agrop.ifmt@live.com; markondesaraujo@gmail.com; patyfofak@hotmail.com Eixo temático: Agronomia RESUMO A porosidade do solo pode ser entendida como sendo o volume total de vazio não ocupado pelos componentes inorgânicos e orgânicos organizados tridimensionalmente. Apenas com o volume total de poros (VTP) é difícil explicar alguns acontecimentos ocorrentes no solo associados ou não ao desenvolvimento de plantas; é necessário conhecer a distribuição do calibre desses poros. A porosidade de um solo geralmente é classificada como macroporosidade ou porosidade de aeração onde ocorre a infiltração da água gravitacional no solo e a de entrada e saída de gases e microporosidade ou porosidade capilar, onde por determinado período a água estará disponível à planta. O arranjamento das partículas do solo as quais variam em tamanho, forma, regularidade e tendência de expansão pela água faz com que os poros tenham variações quanto à forma, comprimento, largura e tortuosidade determinando sua quantidade e a “finalidade” à dinâmica da água no solo e, consequentemente ao cultivo de plantas. Assim, pode-se dizer que a porosidade do solo é dependente da sua textura e mineralogia. A caracterização da porosidade do Argissolo Vermelho Amarelo deuse por meio de uma mesa de tensão, quatro meses após sua gradagem e nivelagem seguido da semeadura de espécies vegetais. Na área cultivada manualmente com sorgo, para amostras de solo coletadas entre 0 – 0,05 m de profundidade determinaram-se: 41,23 % de VTP, 22,98% de macroporos e 18,26% de microporos, além de 1,27g cm -3 de densidade do solo. Na área cultivada mecanicamente com soja, para amostras de solo coletadas entre 0 – 0,20 m de profundidade determinaram-se: 45,53 % de VTP, 20,27% de macroporos e 25,26% de microporos, além de 1,20g cm -3 de densidade do solo. Solos arenosos têm menor VTP pelo fato de possuírem partículas maiores e angulosas. Na prática raras vezes encontram-se solos arenosos com VTP abaixo de 30% e solos argilosos com VTP acima de 60%. Outro fato, é que microporos predominam no VTP de um solo, variando em volumes próximos o meso e macroporos. No cultivo de plantas, em geral as raízes podem se desenvolver com porosidade de aeração acima de 10%, devendo o conteúdo de água armazenada ser superior o de ar para seu melhor desenvolvimento. Sendo assim, um solo ideal ao cultivo de plantas deve ter 1/3 de macroporos para 2/3 de microporos. É bom lembrar que se deve respeitar as condições de porosidade do solo específicas para o melhor desenvolvimento de cada espécie vegetal. Palavras-chave: Caracterização da porosidade; Porosidade capilar; Semeadura. I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Apoio Página 28
  29. 29. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar DISPONIBILIDADE DE ÁGUA NO SOLO E DESENVOLVIMENTO DO MILHO “SAFRINHA” EM DOURADOS-MS(1) José Luiz Faccin(2); Luiz Miguel Kadar(2); Raphael Maia Aveiro Cessa(3); Elmo Ponte de Melo(4); Fábio Régis de Souza(4) (1)Trabalho financiado pelo Centro Universitário da Grande Dourados; (2)Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN) / Aluno de Graduação / Agronomia; (3)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa) / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Agronomia / e-mail: raphael.cessa@cfs.ifmt.edu.br; (4)UNIGRAN / Professor de graduação / Agronomia e Tecnologia em Produção Agrícola / e-mail: elmo.melo@cientificams.com; fabio.souza@unigran.com.br Eixo temático: Agronomia RESUMO Este trabalho realizado no Município de Dourados em um Latossolo Vermelho Distroférrico com 61% de argila com e sem fornecimento de irrigação objetivou avaliar o desenvolvimento do “milho safrinha” com base na disponibilidade de água no solo. O monitoramento do potencial mátrico de água no solo e da sua quantidade deu-se por meio de tensiômetros instalados na profundidade de 0,20 m e da curva característica de umidade do solo. Sempre que o tensiômetro instalado na área irrigada registrava tensão de água no solo entre -0,40 e -0,70 bar fornecia-se uma lâmina de irrigação baseada na vazão dos aspersores para repor a quantidade de água no solo até a capacidade de campo. O estudo conclui que o cultivo do milho no sistema irrigado proporcionou melhor desenvolvimento das plantas e produtividade de grãos (30 sacos a mais), devido a maior frequência em que a água esteve em maior quantidade e menor tensão negativa no solo entre os limites de capacidade de campo e ponto de murcha permanente para a profundidade 0,20 m, fato esse determinante aos principais estágios fenológicos emissão de pendão, florada e polinização, grão leitoso e grão farináceo. Palavras-chave: Capacidade de campo; Potencial Mátrico; Tensiômetro. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 29
  30. 30. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar UTILIZAÇÃO DA CULTURA DO ARROZ E DO FEIJÃO PARA A DIFERÊNCIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE MONOCOTILEDÔNEAS E DICOTILEDÔNEAS(1) Mariano Pereira Noleto(2); Luhana Miranda Araújo(2); Ivanete Santos Barros(3) (1)Trabalho financiado pelo Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (2)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa) / Aluno do Ensino Médio / Técnico em Agropecuária / e-mail: mariano.cfs@gmail.com; luhana.araujaifmtcfs@hotmail.com; (3)Escola Municipal Tancredo Neves / Professor do Ensino Fundamental / Biologia / email: ivanetebarros@hotmail.com Eixo temático: Agronomia RESUMO O conhecimento botânico é importante na realização de pesquisa em áreas como melhoramento genético, biotecnológico e farmacêutico. Angiosperma é um grupo de plantas com maior representatividade no planeta, classificadas basicamente em duas categorias, monocotiledôneas (um cotilédone) e dicotiledônea (dois cotilédones). Este trabalho objetivou descrever as principais características de mono e dicotiledôneas utilizando plantas de arroz e feijão respectivamente para que os alunos de agronomia possam ter conhecimentos botânicos básicos sobre as Angiospermas. Para tal ação, em vasos de cinco litros semearam-se as referidas espécies vegetais. Em diferentes estágios fenológicos foram descritas algumas especificidades morfológicas e anatômicas. Observou-se nas plantas de arroz: nervuras foliares paralelas (paralelinérvea); no caule os vasos condutores de seiva irregularmente espalhados (difusos); raízes fasciculadas; flores formadas por três pétalas (trímeras); frutos subdivididos em três carpelos (lojas / repartições). Nas plantas de feijão observou-se: nervuras foliar reticuladas (peninérvea), caule com vasos condutores de seiva dispostos ordenadamente na periferia do caule ao redor do cilindro centra; raiz axial ou pivotante; flores formadas por quatro ou cinco pétalas (tetrâmeras ou pentâmeras) ou seus múltiplos; frutos subdivididos em dois ou cinco carpelos. Palavras - chave: Morfologia vegetal; Monocotiledônea e Dicotiledônea; Botânica. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 30
  31. 31. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar TEOR DE CLOROFILA DO CAPIM Brachiaria brizantha cv. MARANDU E SUA PRODUTIVIDADE EM UM SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA EM DIFERENTES NÍVEIS DE SATURAÇÃO POR BASES(1) Henildo de Sousa Pereira(2); Givanildo de Sousa Gonçalves(3); Elizeu Luiz Brachtvoge(4) (1)Trabalho financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (FAPEMAT); (2)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa) / Aluno de Graduação / Agronomia / e-mail: enildop@gmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Aluno de Graduação / Licenciatura em Ciências Agrícola / e-mail: givanildosg@hotmail.com; (4)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Agronomia / e-mail: elizeu.brachtvogel@cfs.ifmt.edu.br Eixo temático: Agronomia RESUMO A fotossítense destaca nos processos bioquímicos das plantas como “força motriz” para as reações que se processam em seu metabolismo, sendo a principal unidade desse processo. Ela é a responsável pela conversão de energia luminosa em química. Os níveis de saturação por bases exercem grande influência nos teores de clorofila, isto por que os nutrientes ficam mais disponíveis as plantas e assim aumentam os teores de clorofila. São vários métodos utilizados para a sua quantificação destacando-se o uso de clorofilômetro portáteis por serem mais práticos, econômicos e de rápida leitura. São vários fatores que interferem o teor de clorofila nas folhas, sendo uns dos principais a luminosidade recebida e as condições químicas do solo, a saturação por base influência na disponibilidade de nutrientes as plantas. Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo mensurar o teor de clorofila e a massa seca do capim Brachiaria brizantha cv. Marandu cultivado em diferentes níveis de saturação por bases (0% testemunha, 45%, 60% e 75%) em duas modalidades de cultivo (consórcio com o milho e solteiro). Foi utilizado para medir o teor de clorofila um clorofilômetro portátil da marca ClorofiLOG modelo CFL 1030, onde foi realizado a leitura em dez perfilhos sendo que a leitura foi realizada em uma folha do 1/3 basal, uma do 1/3 mediano e em outra do 1/3 final do perfilho em três locais de cada folha. O aumento da saturação por bases aumentou de forma linear o teor de clorofila até a saturação elevada a 60%, havendo uma pequena redução quando os níveis de saturação foram elevados a 75%, para o fator modalidade de cultivo os tratamentos cultivados em consorcio com o milho tiveram maiores teores de clorofila em relação ao cultivo solteiro, mas o oposto ocorreu com a produtividade de massa seca, onde o cultivo solteiro apresentou maior quantidade de massa seca 13.759,15 kg ha-1, enquanto no cultivo consorciado foi de 10.070,55 kg ha -1. Esta diferença entre teor de clorofila e massa seca pode ser encontrada por que em plantas que se desenvolvem sob baixa luminosidade produz mais clorofila para compensar a baixa luminosidade recebida, as folhas dessas plantas são menos espessas de que plantas cultivadas a pleno sol resultando assim em uma menor produção de massa seca. Os níveis de saturação por bases e a forma de cultivo influenciou o teor de clorofila e a produtividade de massa seca do capim Brachiaria brizantha cv. Marandu. Palavras - chave: Clorofilômetro Portátil; Modalidade de Cultivo; Perfilhos. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 31
  32. 32. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar CONTABILIZAÇÃO DE FAMÍLIAS EXISTENTES NA COLEÇÃO ENTOMOLÓGICA DO IFMT – CONFRESA(1) Carlos Souza Messias(2); Railson Moreira Santos(2); Manoel Xavier de Oliveira Junior(3) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); – Campus Confresa / Acadêmico de Graduação / Licenciatura em Ciências Agrícolas / e-mail: carloskatarino@hotmail.com; shrailson@hotmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Agronomia / e-mail: manoel.junior@cfs.ifmt.edubr (2)IFMT Eixo temático: Agronomia RESUMO O conhecimento da população de insetos presente em uma região é de extrema importância para o equilíbrio ambiental, pois estes desempenham várias funções no ecossistema, como polinização, controle de insetos praga, abertura de tuneis no solo que facilitam a infiltração de água, ajudam na aceleração da decomposição de matéria orgânica, dentre outras. O presente trabalho teve como objetivo quantificar a população de insetos coletados para confecção de coleções entomológicas da disciplina de Entomologia. Os insetos foram coletados pelos alunos das turmas de Agronomia 2011 e Licenciatura em Ciências Agrícolas e entregues para avaliação. Em seguida estes insetos foram contabilizados a nível de ordem e famílias, por meio de contagens e anotações de sua presença. A ordem coleóptera se destaca como o maior número de famílias presentes, ocupando a primeira e a sétima posições em percentagem de insetos encontrados nas coleções entomológicas, 8,35 e 2,0%, respectivamente. Verificou-se um total de 104 famílias diferentes e dessas, oito se destacaram pelo grande número de insetos. A família Scarabeídae (ordem Coleoptera) se destaca das demais com a presença de 8,35% dos insetos coletados. Em seguida aparece a família Termitidae (ordem Isopetera) com 4,33%. Em terceiro lugar aparece a família Cercopidae (ordem Hemiptera) com 4,17%, em quarto a família Gryllidae (ordem Orthoptera) com 3,53%, em quinto a família Sphingidae (ordem Lepdoptera) 3,37%, sexto a família Mantidae (ordem Mantodea) com 3,37%, em sétimo a família Formicidae (ordem Hymenoptera) com 2,57% e em oitavo lugar aparece a família Corduliidae (Coleoptera) com 2,0% dos insetos presentes nas coleções. O levantamento de populações de insetos é de extrema importância para o conhecimento e manutenção a fauna ambiental e contabilizações como estas fornecem informações importantes sobre a estimativa da comunidade de insetos presentes na região. Palavras - chave: Entomologia; Levantamento; Insetos. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 32
  33. 33. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar PERFIL DOS CONSUMIDORES DE PLANTAS MEDICINAIS NO BAIRRO JARDIM DO ÉDEN NA CIDADE DE CONFRESA-MT(1) André Alves Barbosa(2); Polyana Rafaela Ramos(3); Arthur Paixão Correia(2); Pedro Henrique Freire Cardoso(2) (1)Trabalho financiado pelo Programa Federal de Extensão Mulheres Mil do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); (2)IFMT – Campus Confresa / Estudante de Graduação / Agronomia / e-mail: andre.barbosa.ifmt@hotmail.com; arthurpc121@hotmail.com; pedro.cardosoifmt@gmail.com; (3)IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico / Agronomia / e-mail: polyana.ramos@cfs.ifmt.edu.br; Eixo temático: Agronomia RESUMO Desde a antiguidade as plantas medicinais são de suma importância para os seres humanos, principalmente à sociedade egípcia, servindo como fitoterápicos, recursos de belezas para as mulheres, além de servir para embalsamar múmias. Atualmente as plantas medicinais são consideradas importantes principalmente pela indústria farmacêutica na produção de medicamentos alopáticos e nos tratamentos alternativos de saúde. Assim, este trabalho objetivou caracterizar o perfil dos consumidores de plantas medicinais no bairro Jardim do Éden, na cidade de Confresa-MT. A metodologia utilizada foi quali-quantitativa, onde foram feitas visitas em todas as residências ao qual os moradores eram entrevistados por meio de um questionário semi-estruturado com perguntas abertas e fechadas sobre o etnoconhecimento e o uso de plantas medicinais. Também foi levantado o perfil dos residentes quanto a idade e a origem do saber. Foram entrevistados 76 (setenta e seis) habitantes, sendo 34 % do sexo masculino e 66% feminino. Dos entrevistados aproximadamente de 89% afirmaram usar ou já terem usado plantas medicinais no tratamento de alguma enfermidade e, apenas 11% disseram não fazer uso das plantas, embora conheça, algumas espécies vegetais com utilizadas para tal finalidade. A idade média dos moradores entrevistados no período de Maio a Outubro de 2012 variou entre 20 e 76 anos, sendo que (39%) dos consumidores femininos tinham idade entre 30 a 40 anos e os (28%) do sexo masculino tinham idade entre 20 a 30 anos, indicando que a maioria da população, independente da idade detém essa informação. Cerca de 50% são originados da região do estado de Goiás e estão á pouco tempo no município. A maioria (80,2%) disse ter aprendido a manipular os conhecimentos sobre as plantas medicinais com os pais e/ou avós. Porém é possível observar também que há troca de informações entre vizinhos (10,5%) e atualmente alguns PSF (Posto de Saúde da Família) também adotaram estas espécies em seu catálogo de medicamentos, ainda em porcentagens baixas (9,3%), mas indicando a valorização do saber popular. De modo geral, pode-se observar que o consumo de plantas medicinais é feito por todas as classes sociais independente da idade ou das condições financeiras, e em sua maioria as mulheres possuem esse conhecimento, cultivando-as em áreas rurais e/ou em áreas urbanas e observa-se também a questão do etinoconhecimento, onde a tradição do uso de plantas medicinais e passado de geração para geração, por meios de parentes, vizinhos e outros. Palavras - chave: Medicamentos Alopáticos; Fitoterápicos; Etnoconhecimento. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 33
  34. 34. I FEIRA DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CONFRESA Aplicação dos conhecimentos de ciências dos professores de educação básica no contexto escolar MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PONTA PORÃ-MS(1) Raphael Maia Aveiro Cessa(2); Marcelo Henrique Soares Santos(3); Izidro dos Santos de Lima Junior(4) (1)Trabalho financiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus Confresa (IFMT – Campus Confresa); IFMT – Campus Confresa / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Agronomia / e-mail: raphael.cessa@cfs.ifmt.edu.br; (3)IFMT – Campus Confresa / Aluno do Ensino Médio/ Técnico em Agropecuária / e-mail: rikecapoeira@hotmail.com; (4)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul – Campus Ponta Porã (IFMS – Campus Ponta Porã) / Professor do Ensino Básico Técnico e Tecnológico / Agronomia / e-mail: izidro.junior@ifms.br (2)Instituto Eixo temático: Agronomia RESUMO O estudo foi realizado no Município de Ponta Porã, com área de 532.087,3180 hectares localizado entre os paralelos 21º e 23º e meridianos 57º e 54º, inserido no Estado do Mato Grosso do Sul. Este trabalho objetivou construir modelos digitais de elevação (MDE) do Município de Ponta Porã-MS por meio do interpolador krigagem. O MDE foi obtido a partir dos valores de altitude elipsoidal fornecidos pelo aplicativo computacional Google Earth nos vértices de uma grade poligonal retangular regular com auxílio do aplicativo computacional TrackMaker. O sistema de coordenadas geográficas métrico UTM, sistema geodésico de referência SIRGAS 2000 com o elipsoide GRS80 e datum geocêntrico foram utilizados nas configurações dos aplicativos computacionais Track Maker e Golden Surfer 11.0 – esse último utilizado para confecção do MDE por meio do interpolador. Embora os valores de altitude utilizados tenham sido elipsoidais, tornando obrigatório o emprego do Mapa Geoidal do Brasil na obtenção de altitudes referenciadas ao geóide (nível médio dos mares) foi possível estimar o MDE do Município de Ponta Porã-MS com base em softwares e base de dados georreferenciados disponíveis e de baixo custo, acreditando-se que os resultados obtidos são relevantes para utilização nas demais áreas científicas interessadas daquele Município. Palvras-chave: Poligonal retangular regular; Interpoladores; Modelo. Apoio I Feira de Ciências do IFMT – Campus Confresa – 27 de julho de 2013 Página 34

×