O Duplo Etérico - atualidades da ciência espírita

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Um estudo esclarecedor sobre o duplo etérico.

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O Duplo Etérico - atualidades da ciência espírita

  1. 1. O DUPLO ETÉRICO Pesquisa, compilações e análises por Anderson F. Santos Email: andersonhistoria@yahoo.com.br
  2. 2. Iniciando nosso trabalho, faremos das palavras de Kardec, àsnossas: (...) para fatos novos pode e deve haver novas leis? Ora,para se conhecerem essas leis, preciso é que se estudem as circunstâncias em que os fatos se produzem e esseestudo não pode deixar de ser fruto de observaçãoperseverante, atenta e às vezes muito longa. (Allan Kardec, item III da introdução de O livro dos Espíritos.)Kardec Pesquisador
  3. 3.  O homem que julga infalível a sua razão está bem perto do erro. Mesmo aqueles, cujas ideias são as mais falsas, se apoiam na suaprópria razão e é por isso que rejeitam tudo o que lhes pareceimpossível. Os que outrora repeliram as admiráveis descobertas deque a Humanidade se honra, todos endereçavam seus apelos a essejuiz, para repeli-las. O que se chama razão não é muitas vezes senãoorgulho disfarçado e quem quer que se considere infalível apresenta-se como igual a Deus. Dirigimo-nos, pois, aos ponderados, que duvidam do que não viram,mas que, julgando do futuro pelo passado, não creem que o homemhaja chegado ao apogeu nem que a Natureza lhe tenha facultado ler aúltima página do seu livro. (grifos são nossos) (Allan Kardec, item IV da introdução de O livro dos Espíritos.)Kardec Pesquisador
  4. 4.  Acrescentemos que o estudo de uma doutrina, qual a Doutrina Espírita,que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande, sópode ser feito com utilidade por homens sérios, perseverantes, livres deprevenções e animados de firme e sincera vontade de chegar a umresultado. Não sabemos como dar esses qualificativos aos que julgam a priori, levianamente, sem tudo ter visto; que não imprimem a seus estudosa continuidade, a regularidade e o recolhimento indispensáveis. (grifos sãonossos) (Allan Kardec, item VIII da introdução de O livro dos Espíritos.)Kardec Pesquisador
  5. 5.  O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá. (Allan Kardec, item VIII da introdução de O livro dos Espíritos.)Kardec Pesquisador
  6. 6. Kardec PesquisadorKardec, sempre bom lembrar, era um pesquisador. Um questionador e um inquiridor.Lúcido e aberto ao novo. Fez na Revue Spirite, editou a Revue Spirite até1869,parando só quando desencarnou. E, dela fez sua tribuna pesquisística. Fazendoampla análise de todos os fenômenos espirituais, anímicos e mediúnicos quechegaram até ele. Sempre atento a imprensa mundial. Realizando análises,construindo hipóteses, revendo ou ampliando pontos de vista.Infelizmente a Revue Spirite teve sua importância Minimizada no Brasil quecircunscreveu os trabalhos de Kardec em níveis de importância que ele nunca deu.Circunscrevendo 5 de suas obras como ―pentateuco‖ (Coisa típica de ex- seguidordo deus Bíblia, não sabemos exatamente por quais interesses ou por quem.Talvez ingenuidade. Mas, o fato é que este termo, pentateuco, NÃO FOI CUNHADOPOR KARDEC. Ele não minimizou nenhuma obra sua perante outras. Isso ao nossover desvalorizou a obra que Kardec deu mais atenção, a Revue Spirite, (11 anoscuidando da mesma) e, isso levou a desvalorização do Kardec pesquisador.
  7. 7. Kardec PesquisadorE, consequentemente do caráter progressivo da Doutrina Espírita. Sempre citado,(não tem jeito de não citar pois foi Kardec que a enfatizou), mas pouco seguido.Também o termo codificação , tanto utilizado por nós, não foi coisa de Kardec, lheé posterior. Se, sem a gravidade do termo pentateuco, constitui ainda em umalimitação ao conjunto da obra de Kardec. Ele nunca disse que 5 obras eram a suapalavra e outras não. Essa seleção foi feita posteriormente.Com isso não queremos impor novas dogmas –já que não foi criado por Kardec,não pode ser falado, citado ou dito. Não, nada disso. Apenas queremos salientarque toda a obra de Kardec tem seu valor. E, que a Revue Spirite tem um valor, bemgrande, que não deve ser desprezado. Não para ampliar dogmas, mas para analisaras posturas, métodos e objetos de estudo realizados por Kardec..
  8. 8. Kardec PesquisadorO fato é que o termo pentateuco, NÃO FOI CUNHADO POR KARDEC. Ele nãominimizou nenhuma obra sua perante outras. Isso ao nosso ver desvalorizou a obra queKardec deu mais atenção, a Revue Spirite, (11 anos cuidando da mesma) e, isso levou adesvalorização do Kardec pesquisador. E, consequentemente do caráter progressivo daDoutrina Espírita. Sempre citado, (não tem jeito de não citar pois foi Kardec que aenfatizou), mas pouco seguido.O termo não tem nada demais, mas além de remeter À Biblia e a toda a manipulaçãopolítica histórica que os líderes do cristianismo fizeram em sua longa história. Pode, noconfrade mais desavisado, fazer acreditar que, assim como acontece com as religiõesprotestantes e muçulmanas seus livros sagrados são a sua Doutrina e tudo que ali está éa verdade. Visão fixista, tradicionalista e que caracterizou a religião no ocidente.Nos 5 livros ―sagrados‖ espíritas, ―o pentateuco‖, estariam à Doutrina. Essa é umaverdade decantada há muito tempo por muitos confrades bem intencionados.Infelizmente, essa visão não era a de Kardec. Como quero enfatizar, ele era UMPESQUISADOR. Não um cardeal chefe de uma nova Igreja.
  9. 9. Esta pouca divulgação, está de certa forma, atrelada a pouca divulgação que aRevista espírita teve entre nós. Apesar de ser editada há muito tempo no Brasil. Sóagora, no século XXI, com a FEB destituída de presidentes roustaiguistas que elapassou a editar a Revue Spirite. ( aqui não vai nenhuma crítica ou desrespeito aosconfrades roustainistas, nem estamos dizendo que eles não publicaram a RevueSpirite, por algum motivo negativo dos citados acima, a FEB editando às obras deAndré Luiz, Jacob Melo, Jorge Andréa, Antonio Freire, Manoel Philomeno e naspáginas de O Reformador em centenas de artigos entre outros, demonstrou semprena sua prática histórica o caráter progressivo da Doutrina Espírita.)Apenas, nós sabemos ,que está inserido no corpo da Revista espírita, críticas deKardec as ideias de Roustaing. Kardec, com sua lucidez clarividente, vaticinou queseriam teses que trariam divisão ao movimento espírita. E, isso , com certeza,desestimulou a publicação da mesma pela FEB no século XX.Kardec Pesquisador
  10. 10. O fato é que, agora, também editado pela FEB, graças ao seugrande parque editorial e aos grandes penetração que a FEBtem, nas casa espíritas de todo o Brasil, mercê de sua qualidadeeditorial. A Revista Espírita pode ser adquirida com facilidade e aum preço baixo. Começando a se tornar conhecida e sendoestudada, e, portanto, começamos a entender o caráterpesquisístico de Kardec, como método utilizado por ele para lidarcom a realidade do mundo espiritual.Kardec Pesquisador
  11. 11.  ―A coleção da Revista Espírita é a mais prodigiosa fonte de informações sobre oEspiritismo e de instruções doutrinárias. Allan Kardec a indica, no capítulo 3º de Olivro dos Médiuns, como obra indispensável para o estudo da Doutrina. Aconselhamesmo a seguinte ordem para esse estudo: 1º) O que é o Espiritismo; 2º) O Livro dos Espíritos; 3º) O Livro dos Médiuns; e 4º) a Revista Espírita. Considera o primeiro livroindicado como de simples introdução, os dois seguintes como fundamentais e aRevista como obra complementar, no sentido exato da palavra, ou seja, destinada acompletar o ensino básico de O Livro dos Espíritos e de O Livro dos Médiuns. Eis como ele se refere à revista Espírita, no trecho referido: "Variada c oletânia defatos, de explicações teóricas e de trechos destacados que completam a exposiçãodas duas obras precedentes, e que representa de alguma maneira a sua aplicação.Sua leitura pode ser feita ao mesmo tempo que a daquelas obras, mas será maisproveitosa e sobretudo mais compreensível após a leitura do Livro dos Espíritos".Kardec Pesquisador
  12. 12.  ―Esta expressão de Kardec : e que representa de alguma maneira a sua aplicação dáà Revista Espírita uma posição excepcional no conjunto da Codificação, a deverdadeiro documentário, c om um sentido ainda mais significativo e valioso que é ode relatório científico e histórico. Aliás, o próprio Kardec escreveria mais tarde, comose pode ler em Obras Póstumas, no capítulo X da Constituição do Espiritismo: "...ARevista foi até agora, e não podia deixar de ser, uma obra pessoal, visto que faziaparte de nossas obras doutrinárias, constituindo os Anais do Espiritismo. Por seu intermédio é que todos os princípios novos foram elaborados e entregues aoestudo. Era pois necessário conservar o seu caráter individual, para que seestabelecesse a unidade". (Introdução feito pela tradução brasileira da Revista Espírita, editora Edicel.)Kardec Pesquisador
  13. 13. Como sabemos o caráter religioso ou moral da DoutrinaEspírita, tem nada que ver com os dogmatismos,religiosismos, tradicionalismos e idolatrias, adotadas pelocristianismo em sua longa história neste planeta.Mas, como Kardec deixou claro, na introdução do Evangelhosegundo o Espiritismo, com os preceitos morais, que tornam ohomem um homem de bem, um ser espiritualizado. É oreligare, que liga o homem à sua essência divina. Dando a eleuma visão espiritual das coisas.Kardec Pesquisador
  14. 14. ―Agora o ponto de vista científico, ou seja: a essênciamesma do perispírito. Isso é outra questão. Compreendeiprimeiro moralmente. Resta apenas uma discussão sobrea natureza dos fluidos, coisa por ora inexplicável. A ciênciaainda não sabe bastante, porém lá chegará, se quiser caminhar como Espiritismo. O perispírito pode variar e mudar ao infinito. A alma é opensamento: não muda de natureza. (...) Supondes que, como vós,também eu não perquiro? Vós pesquisais o perispírito; nós outros, agora, pesquisamos a alma. Esperai, pois.‖ — Lamennais.‖ ( O Livro dos Médiuns, Dos Sitemas, item 51)Kardec Pesquisador
  15. 15.  “Apoiada, exclusivamente,em leis naturais, não pode ser (aDoutrina) mais variável que estas leis, mas se uma nova lei fordescoberta, deve modificar-se para harmonizar-se com esta; nãodeve cerrar a porta a nenhum progresso sob pena de suicidar-se.Assimilando todas as idéias reconhecidamente justas, de qualquerordem que sejam, físicas e metafísicas, nunca será posta àmargem e é esta uma das principais garantias da suaperpetuidade.” (Allan Kardec, Nisso consiste a força do Espiritismo. Na sua capacidade deavançar progredindo, incorporando novos conhecimentos, com prudência, lógica e consenso.Kardec Pesquisador
  16. 16.  “Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamaisserá ultrapassado, porque, se novas descobertas lhedemonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer,ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova serevelar, ele a aceitará. [A Gênese, Cap. I, item 5 – Allan Kardec] ” Nisso consiste a força do Espiritismo. Na sua capacidade deavançar progredindo, incorporando novos conhecimentos, com prudência, lógica e consenso.Kardec Pesquisador
  17. 17. Sendo fruto de pesquisa do campo espiritual do ser, isso nãosignifica atrelar qualquer novidade, sem pé nem cabeça , nocorpo da Doutrina.Mas, sim dar continuidade nas pesquisas e análises que fazemparte do seu campo de estudos. Sendo os princípios básicos daDoutrina Espírita, alicerces estruturais do Universo em quevivemos. Nos estudos relativos à s questões morais, espirituais esobre a composição espiritual do ser , sempre será possívelencontrar nas obras e pesquisas de Kardec, alguma referênciadireta, ou indireta de matéria moral ou espiritual para cotejarmos,estudarmos, analisarmos. Em outras palavras, nem tudo foi dito,mas tudo pode ser analisado com as informações contidas naobra kardequiana.Kardec Pesquisador
  18. 18. Sinônimos - o duplo etéricotambém é chamado de:Campo vital, corpo vital, corpo de fluido vital, aerossoma ;armadura energética; casca luminosa; contracorpo; cópiavital humana; corpo aitérico; corpo Bardo (tibetanos); corpobiocósmico; corpo bioplásmico; corpo de vitalidade; corpodiáfano; corpo efêmero; corpo energético; corpo etérico;holochacra, corpo lepto-hílico; corpo leptomérico; corpoódico; corpo prânico; corpo unificador; djan; duplo vital;grande fantasma; lastro do psicossoma; ponte corpo-humano-psicossoma; pranamayakosha; primeiro corpo deenergia; reboque energético; reflexo do corpo físico; umbra;energossoma, veículo de vitalidade; veículo do prana; veículoenergético; veículo semifísico; véu do corpo humano; véuetéreo, força ódica, corpo bioplasmático, etc..
  19. 19. O Duplo Etérico está longe de ser um novidadismo. É instrumento de estudo intrínsecoda Ciência Espírita. Identificado, fruto de pesquisas sérias no século XIX e XX. OEspírita não pode ignorá-lo sem estar, desta forma um avestruzismo irresponsável,postura anti-doutrinária por excelência. Visto, que, Kardec, e entendendo bem suaproposta, Denis, Dellane, Hermínio de Miranda, Hernani Guimarães, Jorge Andréa,entre outros , sempre fizeram suas análises sem fugir de nada. E, sem dogmatizarnada. Sem ―novidadismos‖ pouco estudados e risíveis, mas também semavestruzismos dogmáticos e incompreensíveis. E, também , sempre bom citar, sempreguiças, não querer estudar, simplificar tudo com redundâncias preguiçosas. E, quecausam mais confusão do que esclarecimento.O Espírita, graças aos estudos de Kardec, Dellane e De Rochas e Bozzano. é quempode melhor estudar, pesquisar e revirar de ponta À cabeçaeste campo de fluido vital. Podendo dar informações espirituais à espíritas e nãoespíritas sobre o mesmo.
  20. 20. • NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE CAP. 11• A princípio seu perispírito ou “corpo Astral” estavarevestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrioentre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, emseu conjunto, como sendo o “duplo etérico”, formado poremanações neuropsíquicas que pertencem ao campofisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maiorafastamento da organização terrestre, destinando-se àdesintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal,por ocasião da morte renovadora.psicossomaCampo etéricoc. físico
  21. 21.  MEDICINA DA ALMA CAP. 4 PÁG. 43 (1998) No ser humano, o duplo-etérico constitui a parte mais eterizada, oumenos grosseira, do corpo físico. DA ALMA HUMANA CAP. 3 PÁG. 46 (1956) O duplo-etérico tem, pois, uma individualidade própria,característica, inconfundível, ainda que fazendo parte integrante do corpo físico ou somático. O PASSE ESPÍRITA - CAP. 4 PÁG. 84 (1996) O duplo-etérico é, pois, um corpo fluídico, que se apresenta comouma duplicata energética do indivíduo, interpenetrando seu corpo físico, ao mesmo tempo em que parecedele emergir. FORÇAS SEXUAIS DA ALMA - CAP. 1 - PÁG. 36 (1996) Não poderíamos deixar de aventar as possibilidades da existênciade um campo energético apropriado, entre o erispírito e o corpo físico, o duplo-etérico.
  22. 22.  EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS - 1ª PARTE - CAP. 17 PÁG. 128(1958) No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamenteenriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações docampo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo dealgumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura.
  23. 23.  Fluido vital é um fluido mais ou menos grosseiro, encontrado apenas nosseres orgânicos. É o responsável pela animalização da matéria nos seresvivos. Forma-se, como todos os fluidos espirituais, de transformações do FluidoCósmico Universal. Durante o processo gestacional, o Espírito reencarnante irá se impregnandode determinada quantidade deste fluido, quantidade esta, proporcional aotempo médio de vida que terá na Terra. Esta carga de fluido vital, no entanto, poderá sofrer modificações durante aexistência (para mais ou para menos). O perfeito funcionamento dos órgãospoderia renová-lo; assim como também poderia sofrer um processo dedeterioração em conseqüência de uma vida atormentada moral eemocionalmente.FLUIDO VITAL
  24. 24.  São três as principais condições onde o fluido vital terá uma participação ativa: a) Animalização da Matéria: o fluido vital é a força motriz dos seres orgânicos; oelemento que dá impulsão aos órgãos, movimento e atividade à matériaorganizada; b) Mediunidade de Efeitos Físicos: o fluido vital é um dos constituintes doectoplasma, material de que se utilizam os Espíritos nas manifestações mediúnicasde efeitos físicos. Os médiuns aptos à produção de tais fenômenos libertam essasenergias com mais facilidade; c) Curas Espirituais: nos processos de cura espiritual onde são utilizados energiasdos encarnados, o fluido vital será o principal elemento a ser transfundido para oenfermo. Quem o possui em melhor condição pode doá-lo àquele que necessitadele e fazer retornar à saúde uma criatura doente. Nos processos de "moratóriaespiritual", onde o encarnado recebe permissão para continuar na Terra por maisalguns anos, estará ele recebendo determinada carga de fluido vital, para renovaras suas reservas já combalidas. O fluido vital no seu conjunto vai constituir o que se denomina de "duplo etérico","corpo vital" ou "corpo bioplásmico". O DUPLO ETÉRICO TRAZ, EM SI, APROGRAMAÇÃO DO TEMPO DE VIDA FÍSICA DO INDIVÍDUO. O DUPLOETÉRICO POSSUI UM QUANTUM‖ DE ENERGIA VITAL.FLUIDO VITAL
  25. 25.  Toda pessoa possui ao seu redor um campode energia denominado corpo energético ouDuplo Etérico. As plantas, o solo, a água, aatmosfera também possuem padrõesespecíficos de energias.O DUPLO ETÉRICO
  26. 26.  O corpo físico está associado ao molde holográfico deenergia o duplo etérico. Ele é uma matriz energética quecontém os dados estruturais relativos à morfologia e à funçãodo organismo. O nosso molde etérico é um padrão decrescimento que dirige os processos celulares a partir de umnível energético superior. Se for um molde holográficaseguirá o princípio holográfico que preconiza que cadapedaço contém o todo. a matriz celular do corpo físico podeser vista como um complexo padrão de interferência de energia interpenetrado peloscampos organizativos bioenergéticos do corpo etérico.O DUPLO ETÉRICO
  27. 27.  O Duplo etérico" é um modelo holográfico de energia queorienta o crescimento e o desenvolvimento do corpo físico.Ele é uma matéria ―física‖ em uma frequência mais elevada,ou seja: as partículas vibram numa frequência mais elevada,de modo que a matéria etérica é percebida de formadiferente. A matéria do assim chamado "universo físicovisível" é meramente matéria com uma determinadadensidade ou frequência mais baixa. A matéria etérica, "matéria sutil" de matéria menos densa doque a física, isto é, de frequência mais alta. O corpo etéricoé um padrão de interferência de energia com ascaracterísticas de um holograma É provável que haja réplicasintangíveis do universo físico constituídas por matéria deO DUPLO ETÉRICO
  28. 28. Vivemos uma existência energética, ou seja,todos os contatos, trocas ou interações querealizamos com outras pessoas, com objetos ecom o mundo de modo geral envolvem trocasenergéticas. Recebemos e doamos energias atodo instante. Existem padrões de energiasmais sadios e outros mais doentios. A pessoapode identificar, dominar e empregar suasenergias para otimizar sua vida, fortalecer suasaúde física e mental.O DUPLO ETÉRICO
  29. 29.  Qual a função principal ou a função básica doduplo etérico ?RDB: FUNÇÃO BÁSICA: O CORPO ETÉRICO É O VEÍCULO E ARESERVA DA NOSSA ENERGIA VITAL, ABSORVE O FLUIDO VITAL EO DISTRIBUI PELO CORPO HUMANO ALÉM DE O TRANSFORMAREM FLUIDOS SUTIS ENVIANDO-OS AO CORPO ASTRAL(PERISPÍRITO).O DUPLO ETÉRICO
  30. 30.  É um campo mais denso que o perispiritual, condensandoas energias espirituais que seguem para o físico, mas, aomesmo tempo, recebe os impulsos físicos, converte-os edireciona-os aos arquivos perispiríticos, mentais,inconscientes e espirituais. Atua como uma proteçãonatural contra intensas investidas de habitantes menosesclarecidos do plano espiritual, defendendo-o tambémdo ataque de bactérias e larvas que podem invadir não sóa organização física na encarnação, mas a própriaconstituição perispiritual. As energias que entram noorganismo físico, como o fluido vital, passam pelasregiões do duplo etérico responsáveis pela absorção ecirculação destas: os centros de força conhecidos comochacras. Os chacras do duplo etérico são temporários,durando o tempo que este existir, ao contrário doschacras perispirituais, que são permanentes. Cada chacraconta com uma localização e função principal,correspondente a uma região de plexos nervosos docorpo físico. São sete os principais chacras, ligados entresi por condutos conhecidos como meridianos, por ondeflui a energia vital modificada pelo duplo etérico.O DUPLO ETÉRICO
  31. 31.  Qual a função principal ou a função básica doduplo etérico ?RDB: FUNÇÃO BÁSICA: O CORPO ETÉRICO É O VEÍCULO E ARESERVA DA NOSSA ENERGIA VITAL, ABSORVE O FLUIDO VITAL EO DISTRIBUI PELO CORPO HUMANO ALÉM DE O TRANSFORMAREM FLUIDOS SUTIS ENVIANDO-OS AO CORPO ASTRAL(PERISPÍRITO).O DUPLO ETÉRICO
  32. 32. Função 2 - PRODUÇÃO DE ECTOPLASMA:O CORPO ETÉRICO É O PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELAELABORAÇÃO DO ECTOPLASMA, PORTANTO PARTICIPA DIRETA-MENTE NA MEDIUNIDADE DE EFEITOS FÍSICOS E MATERIALIZAÇÃODOS ESPÍRITOS.O DUPLO ETÉRICO
  33. 33. Função 3 - EXTERIORIZAÇÃO DE ENERGIAS:NOS PROCESSOS DE IRRADIAÇÃO, PASSES MAGNÉTICOS E SIMILARES HÁ PROJEÇÃO DEENERGIA VITAL DO CORPO ETÉRICO EM DIREÇÃO AO PACIENTE. 6- Então o corpo etérico ou corpovital tem importância NAS TERAPIAS ENERGÉTICAS ?RDB: SIM. É o fluido vital ou bioenergia que é mobilizado nestas terapias energéticas.MAGOS, MÉDIUNS, PARANORMAIS, FEITICEIROS, ETC, USAM (CONSCIENTEMENTE OU NÃO), APROJEÇÃO DO SEU C. ETÉRICO COM FINALIDADE TERAPÊUTICA OU CRIMINOSA.O DUPLO ETÉRICO
  34. 34. O duplo etérico não é mais do que o corpo vital, também denominado de corpoódico e corpo ectoplásmico, exatamente o que cede o ectoplasma para aprodução de efeitos físicos. Nas ocorrências de materialização, por exemplo, elepode desdobrar-se a partir do corpo físico, permitindo ao Espírito comunicanteuma sobreimposição, quando a manifestação ocorre com a sua apropriação porparte daquele, ou pode apenas ceder o ectoplasma disforme que possibilita aoEspírito construir um corpo. No primeiro caso, o Espírito materializado guarda umacerta parecença com o médium, o que tem proporcionado a críticos apressados aalegação de fraude (Bozzano, s.d:139-144).O DUPLO ETÉRICO
  35. 35. Quando os elementos espiritual, perispiritual e físico se contactaram, observou-se a necessidadede haver um filtro que absorvesse e reciclasse as energias vitalizadoras que passariam a percorreressas três entidades. Assim, criou-se o filtro conhecido como "duplo etérico", que é a sede doscentros de captação de energia, o elo mais tênue, que liga o corpo ao seu perispírito, ou o maisdenso, que une o perispírito e o espírito ao seu corpo físico momentâneo.O duplo etérico, composto por energias bastante densas, quase materiais, mas ainda ocultas davisão humana, é o responsável pela repercussão vibratória direta do perispírito sobre o corpocarnal.(Edvaldo Kulcheski)duplo etéricoCorpo físicoperispírito
  36. 36. Sua atividade principal é filtrar, captar e, por isso mesmo,canalizar para o corpo físico todas as energias que deverãoalimentá-lo. Esta comunicação é realizada por meio doschacras, que captam as vibrações do espírito e as transferempara as regiões correspondentes na matéria física. O duploetérico é permanentemente acoplado ao corpo físico, sendoresponsável por sua vitalização. Portanto, morrendo o corpofísico, imediatamente morrerá o correspondente corpo etérico.Ele funciona como um mediador na ligação entre o corpo físicoe o perispírito, não sendo, portanto, um veículo separado daconsciência.
  37. 37. Encontraremos uma sucinta percepção do que vem a ser o Duplo Etérico,no capítulo , do livro ―Nos domínios da mediunidade‖ de André Luiz. Ei-lo:Chegara a vez do médium Antônio Castro.Profundamente concentrado, denotava a confiança com que se oferecia aosobjetivos de serviço.Aproximou-se dele o irmão Clementino e, à maneira do magnetizador comum,impôs-lhe as mãos aplicando-lhe passes de longo circuito.Castro como que adormeceu devagarinho, inteiriçando-se lhe os membros.Do tórax emanava com abundância um vapor esbranquiçado que, em seacumulando à feição de uma nuvem, depressa se transformou, à esquerda docorpo denso, numa duplicata do médium, em tamanho ligeiramente maior.Nosso amigo como se revelava mais desenvolvido, apresentando todas asparticularidades de sua forma física, apreciavelmente dilatadas.(...)O DUPLO ETÉRICO
  38. 38. O médium, assim desligado do veículo carnal, afastou-se dois passos, deixando ver o cordão vaporoso que o prendia ao campo somático. Enquanto o equipamento fisiológico descansava, imóvel, Castro, tateante e assombrado, surgia, junto de nós, numa cópia estranha de si mesmo, porquanto,além de maior em sua configuração exterior, apresentava-se azulada à direita ealaranjada à esquerda. Tentou movimentar-se, contudo, parecia sentir-se pesado einquieto... Verifiquei, então, que desse contacto resultou singular diferença. O corpo carnal engolira, instintivamente, certas faixas de força que imprimiam manifestairregularidade ao perispírito, absorvendo-as de maneira incompreensível para mim. Desde esse instante, o companheiro, fora do vaso de matéria densa, guardou o porte que lhe era característico. Era, agora, bem ele mesmo, sem qualquer deformidade, leve e ágil, embora prosseguisse encadeado ao envoltório físico pelo laço aeriforme, que parecia maisadelgaçado e mais luminoso, à medida que Castro-Espírito se movimentava emnosso meio.O DUPLO ETÉRICO
  39. 39.  Enquanto Clementino o encorajava com palavras amigas, o nossoorientador, certamente assinalando-nos a curiosidade, deu-sepressa em esclarecer: - Com o auxílio do supervisor, o médium foi convenientemente exteriorizado. A princípio, seu perispírito ou ―corpo astral‖ estavarevestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entrea alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto,como sendo o ―duplo etérico‖ , formado por emanaçõesneuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, porisso mesmo, não conseguem maior afastamento da organizaçãoterrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre aoinstrumento carnal, por ocasião da morte renovadora. Paramelhor ajustar-se ao nosso ambiente, Castro devolveu essasPara melhor ajustar-se ao nosso ambiente, Castro devolveuessas energias ao corpo inerme, garantindo assim o calorindispensável à colmeia celular e desembaraçando-se, tantoquanto possível, para entrar no serviço que o aguarda.
  40. 40. Ah! – disse Hilário, com expressão admirativa – aqui vemos,desse modo, a exteriorização da sensibilidade!...- Sim, se algum pesquisador humano ferisse o espaço em quese situa a organização perispirítica do nosso amigo, registrariaele, de imediato, a dor do golpe que se desfechasse,queixando-se disso, através da língua física, porque, nãoobstante liberto do vaso somático, prossegue em comunhãocom ele, por intermédio do laço fluídico de ligação.
  41. 41. Observei atentamente o médium projetado ao nosso círculo de trabalho.Não envergava o costume azul e cinza de que se vestia no recinto, mas simum roupão esbranquiçado e inteiriço que descia dos ombros até o solo,ocultando-lhe os pés, e dentro do qual se movia, deslizante.Áulus registrou-me as anotações íntimas e esclareceu:- Nosso irmão, com a ajuda de Clementino, está usando as forçasectoplásmicas que lhe são próprias, acrescidas com os recursos decooperação do ambiente em que nos achamos. Semelhantes energiastransudam de nossa alma, conforme a densidade específica de nossa própriaorganização, variando desde a sublime fluidez da irradiação luminescente atéa substância pastosa com que se operam nas crisálidas os variadosfenômenos de metamorfose.Depois de fitar o médium hesitante alguns momentos, prosseguiu:- Castro é ainda um iniciante no serviço. À medida que entesoureexperiência, manejará possibilidades mentais avançadas, assumindo osaspectos que deseje, considerando que o perispírito é constituído deelementos maleáveis, obedecendo ao comando do pensamento, seja nascidode nossa própria imaginação ou da imaginação de inteligências maisvigorosas que a nossa, mormente quando anossa vontade se rende, irrefletida, à dominação de Espíritos tirânicos ouviciosos, encastelados na sombra.
  42. 42. - Nosso amigo, então, se pudesse... – comentou Hilário, curioso.Mas, cortando-lhe a frase, o Assistente completou-a, ajuntando:- Se pudesse pensar com firmeza fora do campo físico, se játivesse conquistado uma boa posição de autogoverno, comfacilidade imprimiria sobre as forças plásticas de que se revestea imagem que preferisse, aparecendo ao nosso olhar comomelhor lhe aprouvesse, porque é possível estampar em nósmesmos o desenho que nos agrade. ( André Luiz, Nos Domínioda mediunidade, cap. 11.)
  43. 43. Compõe o duplo etérico, os chacras, a aura humana e osnadis. Canais energéticos que circulam pelo corpo. Utilizadosna medicina chinesa. Principalmente na acupuntura.
  44. 44.  O Dr. Victor Inyushin, da Universidade de Kazakh, na Rússia, vemrealizando extensas pesquisas com o Campo da Energia Humanadesde a década de 1950. Usando os resultados dessas experiências,ele sugere a existência de um campo de energia ―bioplásmica‖,composto de íons, prótons livres e elétrons livres. Sendo este umestado distinto dos quatro estados conhecidos da matéria — sólidos,líquidos, gases e plasma — Inyushin dá a entender que o campo deenergia bioplásmica é um quinto estado da matéria. Suasobservações mostraram que as partículas bioplásmicas,constantemente renovadas por processos químicos nas células, estãoem contínuo movimento, parecendo tratar-se de um equilíbrio departículas positivas e negativas dentro do bioplasma relativamenteestável. Em havendo uma severa alteração nesse equilíbrio, a saúdedo organismo estará afetada. A despeito da estabilidade normal dobioplasma, Inyushin descobriu que uma quantidade significativa daenergia é irradiada para o espaço. Nuvens de partículas bioplásmicas,destacadas do organismo, podem ser medidas em seus movimentospelo ar. Desse modo, fomos mergulhados num mundo de campos de energiavital, de campos de pensamento e de formas bioplásmicas que seO Plano etérico
  45. 45.  As energias sutis do nível etérico estão apenas uma oitava acimaque as do nível físico. A título de exemplo, comparemos asdiferenças entre as oitavas no teclado de um piano. O primeiroconjunto de teclas na extremidade inferior do piano produz umaescala musical constituída por notas graves. As teclas adjacentes aestas produzem uma escala musical numa oitava ligeiramentemais alta. Juntas, essas teclas poderiam representar as duasoitavas de frequências que constituem os domínios físico e etérico.No piano, existem oitavas mais altas no lado direito do teclado. Omesmo acontece com as oitavas mais altas da energia sutil queconstitui os nossos corpos de frequência mais elevada incluindo osnossos veículos mental e astral. Nossa anatomia energética sutil éconstituída por muitos desses corpos trabalhando em harmoniaEles formam uma orquestração de energias de frequências maisaltas e mais baixas, compondo sinfonias multidimensionais deexpressão da singularidade de cada ser humano.O PLANO ETÉRICO
  46. 46.  A matéria, tal como a luz, vibra numadeterminada frequência ou frequências.Quando maior for a frequência devibração da matéria, menos densa oumais sutil ela será. O corpo etérico éconstituído de matéria que vibra numafrequência mais elevada que a do corpofísico e que é chamada de matéria sutil.O Plano etérico
  47. 47. Tudo que existe se manifesta em uma dada frequênciadimensional. Existe uma dimensão que sendo física, trazfrequências ainda não de todo descortinadas. Para fazermos –nos compreendidos iremos chamar essa dimensão de planoetérico. Mas, essa dimensão também é conhecida de dimensãoenergética. Para compreendermos bem, entendamos que ela éum plano vibratório onde o corpo energético dos seres vivosatuam. Sabemos que para qualquer coisa atuar, ela necessita deum meio. A eletricidade para chegar a nossa casa precisaDos fios e cabos para se propagar. A luz do sol utiliza a atmosferapara atuar. Assim também, a dimensão etérica é meio em queuma série de energias, raios e ondas se manifestam. È no campoetérico que poderemos ver os fluidos, os pensamentos, a aura, asforma-pensamentos, etc.O Plano etérico
  48. 48.  O Psicoscópio: É um aparelho a que intuitivamente se referiu ilustre estudioso dafenomenologia espirítica, em fins do século passado. Destina-se áauscultação da alma, com o poder de definir-lhe as vibrações e c omcapacidade para efetuar diversas observações em torno da matéria –esclareceu Áulus, com leve sorriso. – Esperemos esteja, mais tarde, entreos homens. Funciona à base de elementos radiantes, análogos naessência aos raios gama. (...) Analisando a psicoscopia de umapersonalidade ou de uma equipe de trabalhadores, é possível anotar-lhesas possibilidades e categorizar-lhes a situação. (...) Segundo as radiaçõesque projetam, planejamos a obra que podem realizar no tempo. (...) O psicoscópio, só por si, dá margem a preciosas reflexões.Imaginemos uma sociedade humana que pudesse retratar a vida interior dos seusmembros...Isso economizaria grandes quotas de tempo na solução de inúmeros problemasO Psicoscópio
  49. 49. Chegada a minha vez de usa-lo, assombraram-me as peculiaridades doaparelho. Sem necessidade de esforço mental, notei que todas as expressõesdematéria física assumiam diferente aspecto, destacando-se a matéria de nossoplano.Teto, paredes e objetos de uso corriqueiro revelavam-se formados decorrentes de força, a emitirem baça claridade.Detive-me na contemplação dos companheiros encarnados que agoraapareciam mais estreitamente associados entre si, pelos vastos círculosradiantes que lhes nimbavam as cabeças de opalino esplendor.Tive a impressão de fixar, em torno do apagado bloco de massa semiobscuraa que se reduzira a mesa, uma coroa de luz solar, formada por dez pontoscaracterísticos, salientando-se no centro de cada um deles o semblanteespiritual dosamigos em oração.Desse colar de focos dourados alongava-se extensa faixa de luz violeta, queO Psicoscópio
  50. 50.  presa ao círculo dos rostos fulgurantes, visivelmente unidos entre si, àmaneira de dez pequeninos sóis, imanados uns aos outros. Reparei quesobre cada um deles se ostentava uma auréola de raios quase verticais, fulgentes e móveis, quaisse fossem diminutas antenas de ouro fumegante. Sobre essas coroas que separticularizam, de companheiro a companheiro, caíam do Alto abundantes jorros deluminosidade estelar que, tocando as cabeças ali irmanadas, pareciamsuaves correntes de força a se transformarem em pétalas microscópicas,que se acendiam e apagavam, em miríades de formas delicadas ecaprichosas, gravitando, por momentos, ao redor dos cérebros em que seproduziam, quais satélites de vida breve, em torno das fontes vitais quelhes davam origem.O Psicoscópio
  51. 51.  O psicoscópio permite a observação acurada do plano etérico ou dimensãoenergética. Os duplos etéricos se manifestam neste plano.O Psicoscópio
  52. 52.  O Corpo Físico é o instrumento por meio do qual temosconsciência do mundo dos Sólidos, dos Líquidos e dos Gases ,através dos cinco sentidos. Acima dessa Região, e penetrando-a, encontramos a RegiãoEtérica , constituída de matéria mais sutil que ospróprios gases. Assim como o Corpo Físico é constituído por grande número deátomos de matéria densa. O Corpo Vital , também chamadode Duplo Etérico , é formado por muitíssimos átomos de matériaetérica. Mas, ne tudo que se manifesta na dimensão energética é duploetérico. O duplo energético dos minerais, por exemplo, existemcomo “vibração ou irradiação da vida atómica em seu interior,mas não é duploetérico. Pois não desempenha o mesmo papel. O duplo etérico pertence apenas a bios, a tudo que tem vida.Existente entre animais e vegetais. Inexiste onde não há vida.
  53. 53. Se imaginássemos uma frequência hipotética 10, para a dimensão física visível. Asdimensões físicas mais sutis. Teriam a vibração cada vez maior. Tornando-se invisíveis.LÍQUIDOETÉRICO 1ETÉRICO 2ETÉRICO3ETÉRICO 4ETÉRICO 510701205007501000físicoSÓLIDOGASOSO1519
  54. 54. LÍQUIDOETÉRICO 1ETÉRICO 2ETÉRICO3ETÉRICO 4ETÉRICO 510701205007501000físicoSÓLIDOGASOSO1519
  55. 55.  Na dimensão energética existe uma sériede vibrações e energias além do duploetérico. O psicoscópio narrado por AndréLuiz é um aparelho que permite a almadesencarnada comum observar essadimensão.Dimensão Energética
  56. 56. Na dimensão energética é onde certa irradiaçõesEncontram campo para se irradiar. O meio onde a telepatiapode circular de um cérebro a outro. As energias do passe.Também quando atingem o corpo físico de um encarnado paraoutro se movimenta no campo etérico e quem tem clarividênciaetérica verá tais emanações perfeitamente.
  57. 57. Este corpo é formado no momento exato da fase inicial dareencarnação de um espírito e é destruído momentos apóso desencarne de um espírito.
  58. 58. Sua coloração varia. Meio azulada, meio plúmbea.Mais acinzentada ou esbranquiçada ou enegrecida.Depende muito das características do clarividente observador.Podendo ter características mais refinadas ou mais grosseiras conformeOs hábitos do individuo. Mente, atitudes, sentimentos,Alimentação, exercícios físicos. Ou seja, a evolução da pessoa.
  59. 59. O duplo etérico fica justaposto ao corpo físico.
  60. 60. Quando ocorre o desprendimento espiritual do corpo físico,o duplo etérico, que não é estável, mas um amálgama deenergias, pode ter uma parte seguindo com o perispírito durante oDesprendimento. Como vimos no exemplo de André Luiz.Isso acontecendo, dificulta a lucidez. O desempenho fica reduzido.Isso acontece no transe mediúnico, na hipnose, na anestesia.Diz-se que o perispírito ou Psicossoma fica lastreado pelo duplo etérico.A figura é meramente ilustrativa. Longe está de retratar a realidade.
  61. 61. As pessoas que tem facilidade de soltura do duplo etérico sãoos chamados médiuns de efeitos físicos.Essa soltura possibilita a irradiação ou produção doectoplasma. O ectoplasma é formado de certa forma com acondensação do duplo etérico. Ou, se podemos nos expressarmelhor, o duplo etérico é o responsável pela transformaçãodas diversas substâncias bioplásmicas e psicobioenergéticasdo médium em ectoplasma.
  62. 62. O transe sem lucidez ocorre comA descoincidência do perispíritoSecundada pela atmosfera doDuplo etérico. Que nubla a perce-pção espiritual.
  63. 63. Dos corpos ou campos quecompõem o ser humano, oduplo etérico é o que sai oudesloca parcialmente com maisfacilidade. Mas, entendamosque o duplo etérico não saitodo do corpo. Essa projeçãoenergética ou desprendimentodo duplo etérico é sempre deum certo percentual de fluidoetérico. Por que um valormínimo permanece sempre nocorpo físico encarnadovitalizando-o.
  64. 64. O Alcoolismo, o transe porbeberagens, o uso deentorpecentes, o transe, Omagnetismo , a hipnose,a epilepsia, A exaltaçãoreligiosa e a anestesia.São exemplos dedescoincidência do duploetérico.Levando A um estadodiferenciado de consciência.
  65. 65. O Alcoolismo, o transe porbeberagens, o uso deentorpecentes, o transe, Omagnetismo , a hipnose,a epilepsia, A exaltaçãoreligiosa e a anestesia.São exemplos dedescoincidência do duploetérico.Levando A um estadodiferenciado de consciência.
  66. 66. A pessoa ao desencarnar . Terá seu duplo etérico dissolvido notodo. Sua carga de fluido vital se esgotará do cadáver e dainfluência no desencarnado na razão direta do desapego que apessoa tem dos valores materiais. Dos desejos. Do apego à vida e assensações físicas.Às vezes essa dissolução pode ser percebidanos cemitérios. São os conhecidos fogo fátuo
  67. 67. Em muitos casos, quando há algum mérito,orientadores espirituais, técnicosespecializados, ajudam na dispersão dosfluidos etéricos.
  68. 68. O suicida mata o corpo físico, mas não esgota a “carga” de fluido vital.Consequentemente, seu duplo etérico ligado ao corpo faz com que eleainda sinta tudo que acontece com seu corpo físico. É uma prisão.
  69. 69. Isso atrai uma série de espíritos ainda muito apegados às sensações físicas.Que desejam vampirizar as energias etéricas que ainda abundam nosuicida.
  70. 70. (...) O ex-sacerdote não se fez de rogado.– Nossa função, acompanhando osdespojos – esclareceu ele,afavelmente –, não se verifica apenas nosentido de exercitar odesencarnado para os movimentosiniciais da libertação. Destina-setambém à sua defesa. Nos cemitérioscostuma congregar-secompacta fileira de malfeitores, atacandovísceras cadavéricas,para subtrair-lhes resíduos vitais.(...)(...)Logo após, ante meus olhos atônitos,Jerônimo inclinou-sepiedosamente sobre o cadáver, noataúde momentaneamente aberto antesda inumação, e, através de passesmagnéticos longitudinais, extraiu todosos resíduos de vitalidade, dispersando-os, em seguida, na atmosfera comum,através de processo indescritível nalinguagem humana por inexistência decomparação analógica, para queinescrupulosas entidades inferiores nãose apropriassem deles.( André Luiz, Obreiros da Vida Eterna,capítulo 15)
  71. 71. Duplo Etérico não dispersado por inferioridade moral ou suicídio moral.Adensando o estado vibratório do desencarnando e retendo-opróximo aos seus despojos.Quanto mais apegado, mais essa energia etérica ficará retida no campoperispiritual do desencarnado. Chumbando-o ao mundo físico. Nublandosua percepção e raciocínio. Vincando-o aos despojos mortais. É o caso, porexemplo, dos espíritos que ficam presos ao túmulo. Percebido por muitosclarividentes.
  72. 72. Impressionado com os soluços que ouvia em sepulcro próximo, fuiirresistivelmente levado a fazer uma observação direta.Sentada sobre a terra fofa, infeliz mulher desencarnada, aparentandotrinta e seis anos, aproximadamente, mergulhava a cabeça nasmãos, lastimando-se em tom comovedor.Compadecido, toquei-lhe a espádua e interroguei:– Que sente, minha irmã? – Que sinto? – gritou ela, fixando em mimgrandes olhos de louca – não sabe? Oh! o senhor chama-me irmã...Quem sabe me auxiliará para que minha consciência torne a si mesma? Seé possível, ajude-me, por piedade! Não sei diferençar o realdo ilusório...Conduziram-me à casa de saúde e entrei neste pesadelo que o senhor estávendo.Tentava erguer-se, debalde, e implorava, estendendo-me as mãos:– Cavalheiro, preciso regressar! Conduza-me, por favor, à minharesidência! Preciso retornar ao meu esposo e ao meu filhinho!...Se este pesadelo se prolongar, sou capaz de morrer!... Acorde-me, acorde-me!... (...)
  73. 73. (...)– Já orou, minha amiga? Já se lembrou da Providência Divina? – Quero um médico, depressa! só ouçopadres! – bradou irritadiça – Não posso morrer... Despertem-me! Despertem-me!...– Jesus é nosso médico infalível – tornei – e indico-lhe a oração como remédio providencial para que Ele aassista e cure.A infeliz, entretanto, parecia distanciada de qualquer noção de espiritualidade. Tentando agarrar-me comas mãos cheias de manchas estranhas, embora não me alcançasse, gritou estentoricamente:– Chamem meu marido! Não suporto mais! Estou apodrecendo!... Oh! quem me despertará?Da fúria aflita, passou ao choro humilde, ferindo-me a sensibilidade. Compreendi, então, que adesventurada sentia todos os fenômenos da decomposição cadavérica e, examinando-a detidamente,reparei que o fio singular, sem a luz prateada que o caracterizava em Dimas, pendia-lhe da cabeça.penetrando chão a dentro.Indiquei, porém o laço fluídico que a ligava ao envoltório sepulto e observei:– Vê-se, entretanto, que a mísera experimenta a desintegração do corpo grosseiro em terríveis tormentos,conservando a impressão de ligamento com a matéria putrefata. Não teremos recursospara aliviá-la?Tomei atitude espontânea de quem desejava tentar a medida libertadora e perguntei:– Quem sabe chegou o momento? Não será razoável cortar o grilhão?– Que diz? – objetou, surpreso, ointerlocutor – Não, não pode ser!Temos ordens.(...)Quando acalmar as paixões vulcânicas que lhe consomem a alma, quando humilhar ocoração voluntarioso, de modo a respeitar a paz dos entes amados que deixou no mundo, então serálibertada e dormirá sono reparador, em estância de paz que nunca falta ao necessitado reconhecido àsbênçãos de Deus.(...) ( André Luiz, Obreiros da Vida Eterna, capítulo 15)
  74. 74. • "(...)Quanto aos Espíritos inferiores, os fluidos terrestres ainda lhes são detodo inerentes; logo, são, como vedes, matéria. Daí os sofrimentos da fome,do frio, etc., sofrimentos que os Espíritos superiores não podemexperimentar, visto que os fluidos terrestres se acham depurados em tornodo pensamento, isto• é, da alma.(...)"• { instruções dos espíritos sobre dúvidas/pesquisas de Kardec, encontra-se no Livro dos Médiuns}(Kardec, O Livro dos Médiuns, capítulo IV, Dos Sistemas, item 51.)
  75. 75. Existe a hipótese de que a obnubilação do desencarnado. Sua loucuratransitória, suas dores, vômitos e mal estar, estejam ligados àdificuldade do desencarnado em limpar-se das energias etéricas.Tornando essas energias etéricas extremamente nocivas ao ser.Confirmando esta hipótese, o se livrar das energias etéricas está narazão direta da saúde físico/mental/espiritual da pessoa encarnada,além de seus méritos evolutivos conquistados.
  76. 76. É conhecido o número enorme de “zumbis ou múmias extrafísicas” pessoas completamentealheias ao mundo ao redor. Em atmosfera cinzenta. Devido ao cultivo da forma de veressencialmente fisicalista/sensualista terrena. Essa multidão de loucos desencarnados. Estariamcarregados de “carga etérica”. Assim, os suicidas morais levam consigo carga etérica nãodissipada. Que resultaria na dificuldade de adaptação ao mundo espiritual. Reações adversas.Inconsciência. Manutenção de vícios trazidos da vida terrena e uma profunda queda dacapacidade de análise crítica.
  77. 77. Ficando meio lesado, lerdão, demorando sua demora de “acordar “ plenamente no extrafísico.Podendo ser manipulados por outros, umbralinos, já “acordados” ou ser resgatado nas câmarasde retificação como vemos nos livros, Nosso lar e os mensageiros. E, como vemos,semanalmente, em nossas reuniões mediúnicas.
  78. 78. Em alguns casos de suicidas, como os reincidentes sem méritos, e, com amplaficha de desenganos e de suicidas morais reincidentes em mais de uma vida. Oprocesso de permanência de fluido etérico deletério ( aquele que deveria tersido descartado quando tinha ocorrido o desencarne) que sufoca, transtorna edeixa o desencarnado abestado, hemiplégico, acompanha-o até a próximaencarnação. Dificultando, ainda mais, a nova encarnação da pessoa.Facilitando geneticamente a predisposição para doenças. E, trazendovulnerabilidades para obsessões graves e loucuras. E, uma profundaincapacidade de entender questões ligadas a vida espiritual. É a chamadaencarnação compulsória trancada.
  79. 79. Sempre lembrando que quando estudamos as questões multidimensionais doser. Cada caso é um caso, com suas especificidades. E, em tudo existindoagravantes e atenuantes.Sendo que, a cada dia, com a ampliação de núcleos espíritas realizando o ensinodas leis espirituais, os trabalhos desobsessivos, a educação e o esclarecimentomediúnico, os resgates espirituais e socorro aos desencarnados suicidas diretose indiretos, tem sido um sopro de misericórdia sobre o mundo . Resgatando,socorrendo e amparando milhares de seres humanos desencarnados em tristecondição pós mortem.
  80. 80.  ―O perispírito ao se colar às organizaçõessomáticas, faz às expensas de zona energética bemdefinida, chamada o Duplo – Etérico, cujasefusões, de mistura com aquelas da organizaçãofísica, determinam um halo energético em volta docorpo; halo este , de configuração ovóide em seutodo, variável de indivíduo a indivíduo, não só comsuas expansões, mas também de múltiplacoloração”- Jorge Andréa Psicologia Espírita Vol IIO DUPLO ETÉRICO
  81. 81. A Aura HumanaA nossa aura é um reflexo das energias do duplo etérico, que seprojeta para fora, e se apresenta como um invólucro luminoso, deforma ovóide, que pode se expandir ou se contrair de acordo com ascircunstâncias, emoções, pensamentos, etc.As emanações neuropsíquicas ultrapassam os limites do corpo físico,cerca de um ou dois centímetros. Irradiando –se em um formatoovoide. Nossos pensamentos, uma vez irradiados, embebem-se dematéria etérica, que são expelidas ( como ocorre com o ectoplasma,só que de forma mais sutil que este) dando surgimento as formaspensamentos, que podem ser observadas por clarividentestreinados.
  82. 82. A Aura Humana• “Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos• mais complexos, se revestem de um “halo energético” que lhes correspondeà natureza. No homem, contudo, semelhante projeção surgeprofundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamentocontínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhemodelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duploetéreo (...) duplicata mais ou menos radiante da criatura.André Luiz , no livro Evolução em dois mundos, que nos informa:
  83. 83. A Aura Humana• André Luiz que nos diz, em Seu Livro Evolução em Dois Mundos, pág 129 - " A aura é,portanto a nossa plataforma onipresente em toda comunicação com as rotas alheias,antecâmara do espírito, em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vidaque nos rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas inteligênciasSuperiores, sentidos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ouamados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa.• Isso porque exteriorizamos, de maneira invariável, o reflexo de nós mesmos, noscontatos de pensamentos a pensamentos, sem necessidade das palavras para assimpatias ou repulsões fundamentais".• .
  84. 84. A Aura Humana• Esclarece ainda, no mesmo livro - " É por essa couraça vibratória, espécie decarapaça fluídica, em que cada consciência constrói o seu ninho ideal, quecomeçaram todos os serviços da mediunidade na Terra, considerando-se amediunidade como atributo do homem encarnado para corresponder-se com oshomens liberados do corpo físico.
  85. 85. • Nas reentrâncias e ligações sutis dessa túnica eletromagnéticade que o homem se entraja, circula o pensamento, colorindo-a com as vibrações e imagens de que se constitui, aí exibindo,em primeira mão, as solicitações e os quadros que improvisa,antes de irradiá-los no rumo dos objetos e das metas quedemanda.A Aura Humana
  86. 86. • Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a aurahumana, peculiar a cada indivíduo, interpenetrando-o, ao mesmo tempoque parece emergir dele, à maneira de campo ovoide, não obstante afeição irregular em que se configura, valendo por espelho sensível em quetodos os estados da alma se estampam com sinais característicos e emque todas as ideias se evidenciam, plasmando telas vivas, quandoperduram em vigor e semelhança como no cinematógrafo comum.Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende• à cromática variada, segundo a onda mental que emitimos,• retratando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos• respondem aos objetivos e escolhas, enobrecedores ou deprimentes.(...)”• (André Luiz, Evolução em dois mundos, capítulo 17)A Aura Humana
  87. 87. HOMEM SUPERIOR HOMEM INFERIORA AURA DO HOMEM SUPERIOR TEM A PARTE DE CIMA AMPLIADA,DEMONSTRANDO O USO DAS POTENCIALIDADES NOBRES E EVOLUTIVAS DO SER.JÁ A AURA DO HOMEM VULGAR TEM UMA DILATAÇÃO NA PARTE INFERIOR,USO DO CÉREBRO ABDOMINAL E NÃO DO CÉREBRO SUPERIOR, ONDE RESIDE OCORPO MENTAL.DEMONSTRANDO UTILIZAR DOS CHACRAS INFERIORES E AGIR MAIS POR IMPULSÃO,CARACTERÍSTICA DE BICHO, DO QUE POR REFLEXÃO.
  88. 88. • Poderemos verificar acima que, refletimos o que sentimos e pensamos em nós mesmose é essa aura que nos apresenta como verdadeiramente somos. Principalmenterefortificando um ditado - a raiva é um veneno que tomamos e esperamos que outrosmorram, ou seja, esta mesma raiva ficará impregnada em nós transparecendo aquiloque sentimos e afetando principalmente o nosso próprio tônus vibratório.• É um campo resultante de emanações de natureza eletromagnética, a envolver todo oser humano, encarnado ou desencarnado. Reflete, não só sua realidade evolutiva, seupadrão psíquico, como sua situação emocional e o estado físico, espelha, pois, o serintegral: alma-perispírito- duplo etérico- corpo e no desencarnado: Espírito –perispírito.• A nossa desarmonia íntima provoca uma alteração sensível na aura, no pontocorrespondente à situação do órgão ou região desarmonizada. Assim é que a aurapoderá apresentar pontos frágeis e doentes que, com intervenção magnética poderãoser corrigidos. É também por essas descontinuidades de nossa aura desarmonizada queespíritos malfazejos podem alcançar o nosso perispírito e provocar, desarmonia que,como vimos vai gerar perturbações e esta a doença (vide figura).A Aura Humana
  89. 89. A aura etéricaA aura etérica por sermais “física”, é mais fácil deser percebida. Exercíciossimples, mas constantes,de visualização deum objeto com um fundonegro, permite em poucassemanas que sejampercebidas.Aura astral. A irradiaçãodo perispírito.A aura, que é apenas airradiação do campoperispiritual. Neste caso,é mais difícil de serpercebida. Exigindo umnível de vidência maisprofundo.Aura mental. A irradiação docorpo mental. Muito maisdifícil de ser observada. Arigor , o clarividente comumsó a observa com ajuda domentor.
  90. 90. PERISPÍRITO E DUPLOETÉRICO – DÚVIDAS QUEFICAMMESMA COISA?Alguns autores espíritas ao descreverem o duplo etérico o definemcomo ― a mesma coisa que perispírito.‖ Vemos isso, por exemplo, noDicionário de Filosofia espírita, de Lamartine Palhano e a obra deJacob Melo: O passe – seu estudo suas técnicas e sua prática.Gostamos muito do trabalho sério que Palhano realiza em suasobras, mas neste caso, ao simplificar demais acaba confundindo.Realmente se nos atermos a uma definição abrangente do termoperispírito o mesmo poderia ser facilmente inserido como sendo umdos perispíritos. Explico-me. Se entendermos, como disse, o termoperispírito no seu sentido literal. Ou seja, envoltório em torno doespírito. O duplo etérico ou corpo vital pode ser definido como sendo,sim, uma das multiplas capas perispirituais que o espírito necessitaenvergar para poder manifestar sua individualidade. Só que aí, ocorpo físico também teria que ser chamado assim.
  91. 91. O Duplo Etérico, ao contrário do psicossoma e do corpomental não é um corpo para o espírito se manifestar. Ele é uminstrumento utilizado pelo espírito que faz aponte psíquicoespiritual entre o corpo físico e o perispírito. Faz parte damatéria do mundo físico ,só que ainda não identificada pelaciência oficial. Mas, isso é uma questão de tempo. Aacupuntura já deixou a pulga atrás da orelha do pesquisadorsincero. Se ela funciona, e está adstrita ao corpo energético,então faz-se necessário uma abertura mental aos céticos deplantão.
  92. 92. PERISPÍRITOEspíritoEnvoltórios do espíritoInstrumentos para manifestação noPlano Físico.
  93. 93. Comentando:André Luiz, como sempre, esclarecedor. Nos instrui sobre oduplo etérico, confirmando as observações clarividentes doséculo XIX e as investigações de De Rochas.O Duplo Etérico é um campo de fluido vital, um campo ondeas energias vitais circulam, através dos centros de forças.Absorvendo e irradiando. É distinto do perispírito, ou seja nãofaz parte deste. Como o próprio André Luiz nos informa:―formado por emanações neuropsíquicas que pertencem aocampo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguemmaior afastamento da organização terrestre(...)‖André Luiz deixa claro que o Duplo etérico não é uma dascapas do perispírito, não pertence ao mesmo. Por que ―pertence ao campo fisiológico‖ Perispírito como deixa claroKardec, não perece após a morte do corpo físico. E, nãopertence ao corpo físico. Compreendem o equívoco deassociar o mesmo como sendo perispírito?
  94. 94. A confusão ocorreu devido ao fato de que muitas das funções do Duplo etérico, estaremrelacionadas `a funções as a que nós, espíritas, estamos acostumados a dizer, que sãofunções do perispírito.Mas, se existe alguma coisa que o avanço das ciências nos mostra, é que a tudo na naturezaé muito complexo. A natureza das investigações são imensas. Pensar que não seriamidênticas no campo espiritualSó estamos começando a deslindar o imenso universo que é o campo espiritual das coisas.Pela sua estruturafunções do conjunto de envoltórios que a alma utiliza para poder manifestar–se em mundosmateriais de diferentes densidades.Pouco a pouco as pesquisas vão deslindando a fisiologia espiritual do ser. E, na medida queisso acontece vamos delineando particularidades e funçõesO duplo etérico é um instrumento fundamental para toda criatura encarnada, pois ele é ointermediário entre o psicossoma / mundo espiritual e o corpo físico.
  95. 95. Observemos algumas definições de perispírito: ―O laço ou perispírito, que prende ao corpo o Espírito, é uma espécie deenvoltório ―semimaterial. A morte é a destruição do invólucro mais grosseiro.O Espírito conserva o ―segundo, que lhe constitui um corpo etéreo, invisívelpara nós no estado normal, porém que ―pode tornar-se acidentalmentevisível e mesmo tangível, como sucede no fenômeno das ―aparições.‖ (Kardec, Introdução de O livro dos espíritos)“Esse corpo sutil, essa duplicação fluídica, existe em nós em estadopermanente. Embora invisível, serve, entretanto, de molde para nosso corpomaterial. Esse não representa, no destino do ser, o papel mais importante. Ocorpo visível, o corpo físico varia. Formado de acordo com as necessidades daetapa terrestre, é temporário e perecível; desagrega-se e se dissolve com amorte. O corpo sutil permanece; existe antes do nascimento, sobrevive àsdecomposições do túmulo e acompanha a alma em suas transmigrações. É omodelo, a matriz original, a verdadeira forma humana que vêm incorporar-se,por um tempo, nas moléculas da carne, e que se mantém no meio de todas asvariações e de todas as correntes materiais. “(Leon Denis, O problema do ser, dodestino e da dor. cap. 3)
  96. 96. E a definição clássica do perispírito, e a forma comonormalmente o entendemos desde Kardec, deixa claro queseria confuso mesclar os dois envoltórios como sinônimos.Kardec inicia sua obra magistral nos alertando sobre isso: ―Para se designarem coisas novas são precisos termosnovos. Assim o exige a clareza da linguagem, para evitar aconfusão inerente à variedade de sentidos das mesmaspalavras.‖ (Kardec, introdução de O livro dos espíritos)
  97. 97. Vemos que a definição clássica que damos ao perispírito. De corpo quesobrevive à morte do corpo físico e que guarda a aparência que tivemos emvida, na nossa jornada além túmulo. Além de ser o instrumento que permite aoencarnado perambular durante o sono pelo mundo espiritual. Essa definição nãoabrange o duplo etérico.Que se dissolve após a morte, não serve de veículo para alma se transportarpara lugar algum e nem se desloca para muito longe do corpo físico. Sendomuito mais próximo do plano físico do que do plano extrafísico.Sabedor que somos disso, aí já não podemos confundir os dois envoltórios.São distintos. Ainda que intimamente ligados, porque o duplo etérico é um dosinstrumentos que o perispírito se utiliza para dar cabo de suas funcionalidades.A definição abrangente de perispírito não é utilizada por nós, normalmente.Quando nos referimos a perispírito, estamos nos referindo ao que André Luiz,sabiamente também chama de psicossoma ou no século XIX de corpo astral.O Envoltório espiritual que iremos utilizar como corpo espiritual , quando denosso desencarne.
  98. 98. Adstritos a matéria mais densa
  99. 99. PERISPÍRITO E DUPLOETÉRICO – DÚVIDAS QUEFICAMMESMA COISA?Alguns autores espíritas ao descreverem o duplo etérico o definemcomo ― a mesma coisa que perispírito.‖ Vemos isso, por exemplo, noDicionário de Filosofia espírita, de Lamartine Palhano e a obra deJacob Melo: O passe – seu estudo suas técnicas e sua prática.Gostamos muito do trabalho sério que Palhano realiza em suasobras, mas neste caso, ao simplificar demais acaba confundindo.Realmente se nos atermos a uma definição abrangente do termoperispírito o mesmo poderia ser facilmente inserido como sendo umdos perispíritos. Explico-me. Se entendermos, como disse, o termoperispírito no seu sentido literal. Ou seja, envoltório em torno doespírito. O duplo etérico ou corpo vital pode ser definido como sendo,sim, uma das múltiplas capas perispirituais que o espírito necessitaenvergar para poder manifestar sua individualidade.
  100. 100. Entendendo assim, os diversos corpos seriam definidos comoperispíritos. Mas, como nós nos acostumamos a chamarsomente de perispírito o envoltório com formato e aparênciahumana que o ser humano utiliza com plena capacidadequando desencarnado.E,
  101. 101. Vendo a partir dessa abordagem, ficaria melhor entendido o porquê, de,ao se falar das múltiplas funções do Duplo etérico, estarem muitas a quenós, espíritas, estamos acostumados a dizer, desde Kardec, que sãofunções do perispírito.São funções do conjunto de envoltórios que a alma utiliza para podermanifestar–se em mundos materiais de diferentes densidades.Pouco a pouco as pesquisas vão deslindando a fisiologia espiritual doser. E, na medida que isso acontece vamos delineando particularidades efunçõesO duplo etérico é um instrumento fundamental para toda criaturaencarnada, pois ele é o intermediário entre o psicossoma / mundoespiritual e o corpo físico.
  102. 102. Mas acontece que a definição clássica do perispírito, e aforma como normalmente o entendemos desde Kardec, deixaclaro que seria confuso mesclar os dois envoltórios comosinônimos.Kardec inicia sua obra magistral nos alertando sobre isso: ―Para se designarem coisas novas são precisos termosnovos. Assim o exige a clareza da linguagem, para evitar aconfusão inerente à variedade de sentidos das mesmaspalavras.‖ (Kardec, introdução de O livro dos espíritos)
  103. 103. Observemos algumas definições de perispírito: ―O laço ou perispírito, que prende ao corpo o Espírito, é uma espécie deenvoltório ―semimaterial. A morte é a destruição do invólucro mais grosseiro.O Espírito conserva o ―segundo, que lhe constitui um corpo etéreo, invisívelpara nós no estado normal, porém que ―pode tornar-se acidentalmentevisível e mesmo tangível, como sucede no fenômeno das ―aparições.‖ (Kardec, Introdução de O livro dos espíritos)“Esse corpo sutil, essa duplicação fluídica, existe em nós em estadopermanente. Embora invisível, serve, entretanto, de molde para nosso corpomaterial. Esse não representa, no destino do ser, o papel mais importante. Ocorpo visível, o corpo físico varia. Formado de acordo com as necessidades daetapa terrestre, é temporário e perecível; desagrega-se e se dissolve com amorte. O corpo sutil permanece; existe antes do nascimento, sobrevive àsdecomposições do túmulo e acompanha a alma em suas transmigrações. É omodelo, a matriz original, a verdadeira forma humana que vêm incorporar-se,por um tempo, nas moléculas da carne, e que se mantém no meio de todas asvariações e de todas as correntes materiais. “(Leon Denis, O problema do ser, dodestino e da dor. cap. 3)
  104. 104. Vemos que a definição clássica que damos ao perispírito. De corpo quesobrevive à morte do corpo físico e que guarda a aparência que tivemos emvida, na nossa jornada além túmulo. Além de ser o instrumento que permite aoencarnado perambular durante o sono pelo mundo espiritual. Essa definição nãoabrange o duplo etérico.Que se dissolve após a morte, não serve de veículo para alma se transportarpara lugar algum e nem se desloca para muito longe do corpo físico. Sendomuito mais próximo do plano físico do que do plano extrafísico.Sabedor que somos disso, aí já não podemos confundir os dois envoltórios.São distintos. Ainda que intimamente ligados, porque o duplo etérico é um dosinstrumentos que o perispírito se utiliza para dar cabo de suas funcionalidades.A definição abrangente de perispírito não é utilizada por nós, normalmente.Quando nos referimos a perispírito, estamos nos referindo ao que André Luiz,sabiamente também chama de psicossoma ou no século XIX de corpo astral.O Envoltório espiritual que iremos utilizar como corpo espiritual , quando denosso desencarne.
  105. 105. Adstritos a matéria mais densa
  106. 106. Quando os elementos espiritual, perispiritual e físico se contactaram, observou-se a necessidade dehaver um filtro que absorvesse e reciclasse as energias vitalizadoras que passariam a percorrer essastrês entidades. Assim, criou-se o filtro conhecido como "duplo etérico", que é a sede dos centros decaptação de energia, o elo mais tênue, que liga o corpo ao seu perispírito, ou o mais denso, que une operispírito e o espírito ao seu corpo físico momentâneo.O duplo etérico, composto por energias bastante densas, quase materiais, mas ainda ocultas da visãohumana, é o responsável pela repercussão vibratória direta do perispírito sobre o corpo carnal. Suaatividade principal é filtrar, captar e, por isso mesmo, canalizar para o corpo físico todas as energias quedeverão alimentá-lo. Esta comunicação é realizada por meio dos chacras, que captam as vibrações doespírito e as transferem para as regiões correspondentes na matéria física. O duplo etérico épermanentemente acoplado ao corpo físico, sendo responsável por sua vitalização. Portanto, morrendo ocorpo físico, imediatamente morrerá o correspondente corpo etérico. Ele funciona como um mediador naligação entre o corpo físico e o perispírito, não sendo, portanto, um veículo separado da consciência. Éum campo mais denso que o perispiritual, condensando as energias espirituais que seguem para o físico,mas, ao mesmo tempo, recebe os impulsos físicos, converte-os e direciona-os aos arquivos perispiríticos,mentais, inconscientes e espirituais. Atua como uma proteção natural contra intensas investidas dehabitantes menos esclarecidos do plano espiritual, defendendo-o também do ataque de bactérias e larvasque podem invadir não só a organização física na encarnação, mas a própria constituição perispiritual. Asenergias que entram no organismo físico, como o fluido vital, passam pelas regiões do duplo etéricoresponsáveis pela absorção e circulação destas: os centros de força conhecidos como chacras. Oschacras do duplo etérico são temporários, durando o tempo que este existir, ao contrário dos chacrasperispirituais, que são permanentes. Cada chacra conta com uma localização e função principal,correspondente a uma região de plexos nervosos do corpo físico. São sete os principais chacras, ligadosentre si por condutos conhecidos como meridianos, por onde flui a energia vital modificada pelo duploetérico.(Edvaldo Kulcheski)
  107. 107. Ele não é apenas um intermediário passivo entre o perispírito e o organismo carnal,reagindo de forma instintiva às emoções e aos pensamentos daninhos queperturbam o perispírito e, depois, causam efeitos enfermiços no corpo carnal. Esteautomatismo instintivo lhe possibilita deter a carga deletéria dos aturdimentosmentais que baixam do perispírito para o corpo físico, pois, do contrário, bastaria oprimeiro impacto de cólera para desintegrar o organismo carnal e romper sualigação com o perispírito, resultando no desencarne do ser. Algumas emoçõesafetam o duplo etérico em sua tarefa de mediador entre o perispírito e o corpofísico. No entanto, quando ele é submetido a impactos agressivos do perispíritoperturbado, baixa seu tom vibratório, impedindo que os raios emocionais quepartem da consciência perispiritual afetem o corpo carnal, promovendo umaespécie de barreira vibratória. Assim, o duplo etérico faz com que haja umaimunização contra a freqüência vibratória violenta do perispírito, contraindo suadensidade no sentido de evitar o fluxo dessas toxinas mortíferas, deixando oimpacto psíquico de ódio, cólera ou ciúme impossibilitado de fluir livremente eatingir o sistema fisiológico do corpo físico. Entretanto, quando o duplo etérico nãoconsegue reagir com seus recursos instintivos de modo a proteger o corpo físicocontra uma explosão emocional do perispírito, ele recebe um impulso deafastamento compulsório. Neste caso, a vitalidade orgânica do homem caiinstantaneamente, fazendo com que desmaie ou tenha o que chamamos de"ataques".
  108. 108. O transe mediúnico, a anestesia total, os passes, os ataques epilépticos, a hipnose, a catalepsia e osacidentes bruscos são fatores que afastam o perispírito do duplo etérico. Quando este se separa do corpo carnal,provoca uma redução de vitalidade física e queda de temperatura no homem, pois o corpo físico se mantém comuma reduzida cota de fluido vital para se nutrir, esteja adormecido ou em transe.Epilepsia e HipnoseO epiléptico é uma pessoa cujo duplo etérico se afasta com freqüência de seu corpo físico. O ataque epiléptico eo transe mediúnico do médium de fenômenos físicos apresentam certa semelhança entre si, com a diferença deque o médium ingressa no transe de forma espontânea, enquanto o epiléptico é atirado ao solo assim que seuduplo etérico fica saturado dos venenos expurgados pelo perispírito e se afasta violentamente, a fim de escoá-losno meio ambiente sob absoluta imprevisão de seu portador. Em certos casos, verifica-se que o epiléptico tambémé um médium de fenômenos físicos em potencial, já que a incessante saída de seu duplo etérico pode lhe abriruma brecha pela qual fica sensibilizado para a fenomenologia mediúnica.Todo ataque epiléptico é um estado de defesa do corpo físico, que expulsa o duplo etérico e o perispírito paraque estes se recomponham energeticamente, trocando energias negativas por positivas. Os epilépticos sãopessoas que tiveram ação com energias muito densas em encarnações passadas. Assim, os psicotrópicosutilizados pelos médicos dificultam o desprendimento do duplo etérico, evitando os ataques.
  109. 109. Já o hipnotizador atua pela sugestãona mente do hipnotizado, induzindo-oao estado de transe hipnótico. Resultadaí o afastamento parcial do duploetérico, que fica à deriva, permitindo aimersão no subconsciente. Com isso, ohipnotizado abre uma fresta no planoespiritual que lhe permite até mesmomanifestar e dar vivência aos estágiosde sua infância e juventude ou mesmode alguns acontecimentos e fatos desuas vidas pretéritas.
  110. 110. Quando o duplo etérico se afasta poralguns centímetros do corpo físico, aação física diminui e se amplia aabertura para a atuação do perispírito,tornando-se um catalizador deenergias espirituais. Por isso, favoreceo despertar de seu subconsciente e aimersão ou exteriorização dosacontecimentos arquivados nascamadas mais profundas do ser.
  111. 111. As anestesias operatórias, os anti-espasmódicos, osgases voláteis, as drogas e sedativos hipnóticos, oóxido de carbono, o fumo, os barbitúricos, osentorpecentes, o ácido lisérgico e certos alcaloidescomo a mescalina são substâncias que operamviolentamente nos interstícios do duplo etérico.Embora a necessidade obrigue o médium a se utilizar,por vezes, de algumas destas substâncias emmomentos imprescindíveis, é sempre imprudenteexagerar sob qualquer pretexto ou motivo. O médiumque abusa de entorpecentes que atuam comdemasiada frequência em seu duplo etérico setransforma em um alvo muito mais acessível aoassédio do mundo inferior.
  112. 112. Duplo EtéricoOs primeiros estudos sobre o mesmo surgiram das pesquisas de Hyppolite Baraduc,que ao fotografar parentes moribundos, conseguiu fotografar a dissolução do Duploetérico. Depois Albert de Rochas, o identificou em seus experimentos de magnetismo,sendo inclusive visto por médiuns em transe sonambúlico. Er a aexteriorização dasensibilidade. Assuméeque o duplo etérico sofreu uma série de pesquisas, deixandoclaro de que não se trata do corpo espiritual da alma – perispírito. Mas, de corpobioplasmático, mas material que espiritual, como bem salienta André Luiz, que, por issomesmo se dissolve na desencarnação. È um instrumento que perispírito e corpo físicose utilizam para dar fim às suas funções. NA sua capacidade de produzir as forçasectoplásmicas está o segredo do processo de reencarnação em que o perispíritoconsegue ―encarnar‖ no corpo físico, bem como os processos de metamorfose dabiologia e as mutações e adaptações evolutivas da natureza.O eminente Leopoldo Cirne (1870-1941), em Doutrina e Prática do Espiritismo - 1°volume (1920:79 a 91), já deduzia, das experiências de materialização, a existência deum corpo invisível no ser encarnado, distinto do perispírito, que poderia subsistir poralgum tempo após a morte física, mas não permaneceria definitivamente ligado aoEspírito desencarnado, a que denominou de corpo etéreo, duplo astral, corpo astral,corpo esse que seria responsável pela possibilidade de materialização dos Espíritos.Depois, na obra O Homem Colaborador de Deus, publicada em 1949, após a suamorte, manteve seu ponto de vista sobre a existência de um corpo não-físico além doperispírito, não o designando mais de duplo (corpo) astral, mas apenas de corpo etéreo,inseparável do corpo físico durante a vida (p.18 s).
  113. 113. As experiências do coronel Albert de Rochas com Eusapia Paladino em estado dehipnose, esta descreveu o aparecimento de um fantasma de cor azul, de cujasubstância se serviria o Espírito John durante as reuniões. O fato confere com asexplicações fornecidas por Katie King (Espírito), existentes no relatório de FlorenceMarryat, sobre a existência de um corpo do qual se servia, porém que lhe apresentavatal resistência passiva que não lhe era possível evitar os traços de semelhança com omédium, durante as materializações (Bozzano, idem:140). A Vidente de Prevorst (1820)denominou esse corpo de "espírito de nervos" ou "princípio de vitalidade nervosa", cujafunção seria permitir a ligação do Espírito com o corpo. Uma sonâmbula do reverendoWerner (1840) também referiu-se a um "fluido nervoso", que seria indispensável paraque a alma entrasse em relação com o corpo (Bozzano - idem:141s. Vide ainda Albertde Rochas dAiglun - Exteriorizacion de la Motilidad, p. 35).O coronel De Rochas, Hector Durville, H. Baraduc e outros verificaram, durante as suasexperiências de magnetização dos sensitivos, que estes descreviam o desdobramentode um duplo, um "fantasma ódico", que possuía uma cor azulada à esquerda ealaranjada à direita, estando ligado ao corpo físico por um cordão fluídico, fixado naregião esplênica (Freire, 1956:51, 91s, 98, 116, 118; Lorenz, 1948:141s). André Luiz(NDM,1955:89s), descrevendo o fenômeno de desdobramento de um médium, fornece-nos alguns dados que permitem a comparação: "O médium, assim desligado do veículocarnal, afastou-se dois passos, deixando ver o cordão vaporoso que o prendia ao corposomático"."
  114. 114. Um dos capítulos mais interessantes nas pesquisas que fazemos da alma, (...)relativosà exteriorização da sensibilidade e da motricidade.Esses fenômenos, (...) foram estudados com real valor pelo Conde De Rochas, oDoutor Baraduc, (...). Vejamos em que consiste a exteriorização da sensibilidade.Por aplicação de processos magnéticos usados por De Rochas, a sensibilidade doindivíduo se exterioriza, ficando disposta do seguinte modo:Fora da pele, a três ou quatro centímetros, forma-se uma camada sensível. Em tornodesta vai-se formando uma série de camadas eqüidistantes, separadas da primeira porum intervalo de seis a sete centímetros e sucedendo-se outras camadas até dois outrês metros; essas camadas vão-se penetrando e entrecruzando sem se modificarem.Se o sono hipnótico se acentua, as camadas sensíveis se condensam desde a terceiraou quarta fase de letargia, sobre dois pólos de sensibilidade, situados, um, à direita, eoutro à esquerda do indivíduo.
  115. 115. Depois, esses dois pólos acabam por reunir-se em um só; desde esse momento, asensibilidade apreciável do indivíduo se transforma num "verdadeiro fantasma", capazde distanciar-se do "corpo carnal", obedecendo à ordem do magnetizador e atravessarobstáculos materiais, conservando a referida sensibilidade. Esse fantasma, bem comoas diversas camadas sensíveis, são vistos perfeitamente pelos clarividentes, que osdescrevem com precisão. Eles notam que a metade direita do corpo lhes parece azul, ea metade esquerda, avermelhada.Essa exteriorização é patente, pois, tocando-se com alfinete à distância em que se achaa exteriorização, o sonâmbulo magnético acusa sentir dor, o que não acontece quandoa sensibilidade está localizada no corpo carnal.(...)Como se vê, pois, a exteriorização da sensibilidade e da motricidade pode efetuar-sepor processo magnético, ou por processo natural, bem como por auto-sugestão, o quequer dizer que o "ser individual" não é um produto do trabalho químico das células, mascompletamente independente dessa ação orgânica.
  116. 116. Nos casos de exteriorização, como dissemos, o corpo permanece completamenteinsensível. Enquanto durar a ação exteriorizante, seja ela natural, como nos casos desonambulismo e desdobramento espontâneo, seja artificial, como sob atuação hipnóticaou de anestésicos (éter ou clorofórmio), pode-se retalhar o organismo e nenhum sinalexterior de sensibilidade ele apresenta.Mas, cessada a ação, cessa o efeito, a sensibilidade volta novamente e o pacienteacusa as dores das picadas dos experimentadores.(...)Cairbar Schutel
  117. 117. Enquanto o equipamento fisiológico descansava, imóvel, Castro, tateante eassombrado, surgia junto de nós, numa cópia estranha de si, porquanto além de maiorem sua configuração exterior, apresentava-se azulada à direita e alaranjada àesquerda". "Submetido o médium" - esclarece André Luiz - "a operações magnéticas,recuou o duplo até o corpo; este engolira instintivamente certas faixas de força, edentro em pouco, fora da matéria densa, pôde o médium apresentar-se normalmente"(isto é, em corpo astral - idem:90).Essa deformidade existente na exteriorização do duplo foi observada por ME: "eu vi ocorpo do médium, não o corpo físico, mas, sim, o fluídico; estava sentado, tinha, porém,uma instabilidade, isto é, ele se movia de forma instável e havia uma diminuição muitogrande dos membros inferiores, e as pernas apresentavam-se curtas e disformes,projetando-se para o lado, era uma parte distorcida, como se visse uma sombra naparede e que, ao movimentar-se o corpo, tomasse a forma distorcida.A cor era esbranquiçada, era como um duplo do médium". A clarividente verificou queaplicaram uma espécie de "máscara" como a utilizada nos combates de esgrima, antesda tela final de proteção, algo branco, que dava a impressão de ser acolchoado, quetomava parte da testa até (mais ou menos) a boca. Ajustada a "máscara", "o duplocomeçou a tomar proporções corretas, todo o corpo (fluídico) se reajustou" (observaçãoem 22/11/1989). É de notar-se, porém, que, ao invés de uma figura maior, o médiumobservou diminuição dos membros. No entanto, em outro registro, anotou: "vimos todoo rosto do médium ondulando como uma imagem desfocada, com uma coloraçãoesbranquiçada, inicialmente".
  118. 118. Acrescentaremos aqui observações realizadas por outrosmédiuns: "Comecei a ver o lado direito do médium, dacabeça até em baixo, era como se ele estivesse todo cheiode fios, que pareciam nervos, de uma substância alva,prateada. Eu não via o médium (o corpo físico), somente osfios" (registro do dia 14/10/87 por ME)."(...) aparecia umaformação branca como um casulo humano com um ser todoenrolado por tênues fios brancos" (registro do dia 10/01/90por DSF (...) percebi todo seu braço até o ombro repleto decanais finos (...). O contorno do braço era prateado" . Adescrição coincide com a fornecida por Shaffica Karagulla eDora Van Gelder Kunz (1989:30): "Para o clarividente, ocorpo etérico parece uma teia luminosa de linhas finasbrilhantes".
  119. 119. Jacob Melo na página 76, de sua obra , o Passe da Feb. Põe sua opinião de que o duplo etéricoseria uma extensão do perispírito. Sua opinião deve ser respeitada. Mas, como estamos tentandodemonstrar o Duplo etérico, como vemos, foi observado, estudado, identificado e catalogado.Seguindo os ditames da ciência espiritual.Existe extensa bibliografia sobre o mesmo, não só no campo esotérico, mas tambémEstudos experimentais. Com De Rochas e Baraduc.Não podemos pura e simplesmente reduzi-lo ou escondê-lo definindo-o como perispírito ou comoum órgão ou capa do perispírito. Isso traz confusão.Este termo não surgiu no meio espírita, mas uma vez ratificado como sendo existente, não só porAndré Luiz mais por um sem número de experimentadores espíritas e não espíritas do mundotodo. Ele cabe perfeitamente dentro do critério de universalidade e deve por isso mesmo, sertratado a partir do que os experimentadores que o estudaram concluíram. Perispírito é perispírito,duplo etérico é duplo etérico.Melhor ignorar. Um autor ao falar do passe, da materialização e dos centros de força, pode até, sequiser ignorar o tema duplo etérico. Apesar das obras de André Luiz citadas , deixarem bem claro oassunto.Mas, ao citá-lo, deve tomar cuidado em esclarecer as coisas, sem opiniões apressadas fruto dafalta de pesquisa sobre o assunto. Não pode ignorar a extensa literatura que existe sobre omesmo. Sob pena de simplesmente ensinar desensinando ou ensinar errado, confundindoconceitos. Ao querer simplificar, confundir.
  120. 120. O Duplo etérico por trabalhar intrinsecamente com o corpo físico pode –se dizer´de certa forma que faz parte dele. Ainda invisível para nós.Por isso mesmo não serve de veículo independente da consciência,onde o homem possa atuar.Os médiuns de efeitos físicos destacam o duplo etérico com grande facilidade.( o campo inteiro sempre a curtíssima distância) permitindo a manipulação da matériaetérica e a pQue resulta na produção do ectoplasma.O duplo etérico pode ser afastado um pouco do corpo físico pelo desmaio, pela morte,pela anestesia e pelo Transe magnético ou hipnótico. A expulsão da matéria etéricamomentâneamente, envolve o perispírito em seu desprendimento do corpo físico, oque resulta em um amortecimento da lucidez espiritual. A pessoa apaga. Danosocorridos ao ectoplasma exaurido pelo médium de efeitos físicos podem, e a literaturamundial descreve tais ocorrências, trazer danos físicos ao médium através dofenômeno da repercussão. Devido a intima ligação que envolve duplo etérico e corpofísico.
  121. 121.  Entrevista com o Dr. Ricardo Di Bernardi (RDB) sobre fluido vital e temasrelacionados com o duplo etérico. 1- O fluido vital forma uma estrutura especial em nós? Ou está comoque...solto?RDB: Ele forma um "corpo" de certa forma sim. Constitui o chamado corpovital, também conhecido como corpo etérico . 2- São sinônimos ? Há outros sinônimos equivalentes ?RDB: Sim. Ei-los :DUPLO ETÉRICO, CORPO ETÉRICO, CORPO VITAL (KARDEC), CORPOPRÂNICO, VEÍCULO DO PRANA, CORPO BIOPLÁSMICO, HOLOCHACRA,CORPO ENERGÉTICO, PRIMEIRO CORPO DE ENERGIA, VEÍCULO DAVITALIDADE, CORPO DE VITALIDADE, CÓPIA VITAL HUMANA ... 4- Corpo etérico... é o mesmo que perispírito ou corpo astral ou psicossoma ?RDB: Não! O corpo etérico ou corpo vital é que liga o corpo físico aoperispírito. É uma estrutura ou "corpo" intermediário entre o corpo material e operispírito . 5- Fluido vital é o mesmo que bioenergia ?RDB: Sim.O DUPLO ETÉRICO
  122. 122.  7- Poderia nos dar (somos um grupo) uma definição melhor de corpoetérico ou duplo etérico ?RDB: CONCEITO : DUPLO ETÉRICO É UM INVÓLUCROENERGÉTICO,VIBRATÓRIO, LUMINOSO, VAPOROSO E PROVISÓRIOQUE COEXISTE ESTRUTURALMENTE COM O CORPO FÍSICO E OCIRCUNVOLVE. ESTÁ LIGADO À DOAÇÃO OU EXTERIORIZAÇÃO DEENERGIAS POIS NO DUPLO ETÉRICO É QUE SE SITUAM OSCHAKRAS OU CENTROS DE FORÇA. 8- Qual a situação anatômica , se assim posso dizer do duplo etérico ?RDB: LOCALIZAÇÃO: O CORPO ETÉRICO É O AGENTEINTERMEDIÁRIO ENTRE O CORPO FÍSICO E O PERISPÍRITO (CORPOASTRAL). 9- Este corpo etérico é então composto de energia ou fluido vital, é isto ?RDB: COMPOSIÇÃO: É CONSTITUÍDO POR FLUIDO VITAL (ENERGIAVITAL OU PRANA) DAÍ A DENOMINAÇÃO CORPO VITAL. ESTE FLUIDO,ORIGINADO DO FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL ABSORVIDO PELASMOLÉCULAS ORGÂNICAS CONFERE O ATRIBUTO DA VIDA 10- Corpo etérico fica fazendo a ligação entre perispírito e corpo físico. Noentanto ele ...como que sai fora dos limites do corpo material ?RDB: OS LIMITES PLÁSTICOS DO CORPO HUMANO SÃOULTRAPASSADOS EM CERCA DE 1 CM PELO CORPO ETÉRICOO DUPLO ETÉRICO
  123. 123.  11- Qual é a consistência deste corpo etérico? Ou melhor seria..como quê ?RDB: TEXTURA TÍPICA DOS ELEMENTOS FLUÍDICOS, MAISDENSA NOS INDIVÍDUOS PRIMITIVOS E MAIS SUTIL EDELICADA NOS SERES HUMANOS ESPIRITUALMENTE MAISEVOLUÍDOS. 12- Qual a FORMA deste corpo etérico ?RDB: HUMANÓIDE, COM GRANDE ELASTICIDADE. Lembra oGasparzinho ou um fantasminha. Uma massa de fluido vital quetoma a forma do corpo mas enquanto ocupa este espaço. Quandodesencarnamos esta massa de fluidos volta (quase toda) para ofluido cósmico. 13- Teria cor ?RDB: COLORAÇÃO: BRANCA (nos espíritos encarnados maissutis) OU ACINZENTADA nos menos evoluídosO DUPLO ETÉRICO
  124. 124.  Função 5- FIXAÇÃO DO CORPO ASTRAL AO C. FÍSICO Função 6 - VITALIZAÇÃO DAS FORMAS PENSAMENTO - AMENTE CRIA FORMAS PENSAMENTO QUE SE MANTÉMPELO FLUIDO VITAL QUE DOAMOS. É O ALIMENTO DASFORMAS PENSAMENTO. DÁ VIDA TEMPORÁRIA A ESTAFORMAS. VEJA O NOME : fluido vital...O DUPLO ETÉRICO
  125. 125.  22- O corpo ETÉRICO sendo composto de fluido vital , se desgasta ?Repõem-se este fluido vital ? Como ?RDB: Sim, Há um Desgaste Natural durante a vida, no entanto háreposição deste fluido (energia vital =prana=bioenergia)Reposição:a) Respiração , em especial pela respiração com mentalização ourespiração prânica, que é um técnica de absorção desta energia vitaldo cosmos.b) Reposição pela Alimentação , ao se ingerir alimento orgânicosempre se absorve energia vital . Se você come uma maçã estáingerindo energia vital além da composição química que compõe amaçã.c) Pode-se repor este fluido vital quando se recebe Passe ouIrradiação.d) Absorção pelo Chakra Esplênico, neste caso se absorvediretamente da massa de fluidos do universo.O DUPLO ETÉRICO
  126. 126.  23- Há desgastes Precoces deste fluido vital ? Como ?RDB: Sim!a) Vícios podem levar a desgastes mais rápidos da bioenergia.b) Obsessão Espiritual ou vampirização energética por espíritos desequilibrados.c) DOENÇAS também.d) Suicídio, por exemplo, seria o exemplo maior deste desgaste súbito. 24- O suicida sofre filosoficamente por transgredir a Lei de Deus não é ?RDB: SIM,É VERDADE MAS TAMBÉM VEJA CIENTIFICAMENTE: NÃO HAVENDOO ESGOTAMENTO DOS ÓRGÃOS HÁ RETENÇÃO DE FLUIDO VITAL NESTESÓRGÃOS E O PERISPÍRITO PODE PERMANECER LIGADO AO CADÁVER PELODUPLO ETÉRICO . 25- Dr. Ricardo, como se forma o corpo etérico em nós ou seja seria desde o início daencarnação? De onde vem ―a matéria prima"?RDB: Desde o início da Encarnação o Fluido Vital do óvulo já fixa as energiasperispirituais do reencarnante. Na fecundação, milhões de espermatozóidesexcedentes (não fecundantes) fornecem a energia vital excedente para a constituiçãoinicial do corpo etérico o qual fixará o corpo astral ao embrião Fonte: Associação Médico-Espírita do Estado de Goiás - Copyright 2010 - Goiânia-Goiás http://amegoias.com.br/artigos/nacional/duplo_eterico.htmO DUPLO ETÉRICO
  127. 127. ESPÍRITOS NÃO PRODUZEM ECTOPLASMATodos os estudos feitos, sobre as materializações de espíritos e os chamados“efeitos físicos”, demonstram que esses fenômenos ocorrem somente napresença de pessoas que podem fornecer ectoplasma.Isto leva à óbvia conclusão de que os espíritos não “produzem” ectoplasma.Eles apenas podem manipulá-lo. Uma observação mais cuidadosa leva,inclusive, à conclusão de que esta “manipulação” somente pode ocorrer com aconivência, consciente ou “inconsciente” dos encarnados que fornecem oectoplasma.Se assim, não fosse, esses fenômenos ocorreriam com tal freqüência eintensidade, no cotidiano da humanidade, que os desencarnados passariam aparticipar diretamente do mundo dos encarnados. Deste modo, pode-sededuzir que o ectoplasma é um atributo do corpo físico, portanto da matéria,uma vez que o corpo humano é material, embora seja controlado pelo espíritonele encarnado.O que se pode admitir que aconteça é que, os espíritos encarnados, emcontato com a matéria (corpo), durante a encarnação, manipulam-na (amatéria) de tal modo a produzirem o que chamamos de ectoplasma. Essaprodução se daria, de modo automático e inconsciente, desde a concepçãoaté o desencarne.O DUPLO ETÉRICO
  128. 128. O Duplo etérico pode ser visto acompanhado por formações devapor, neblina violácea, névoa ou nuvens de fumaça. Sua partemais visível constitui a aura humana. Absorve energia e adistribui pelo corpo humano, na qualidade de intermediário entreo corpo de carne e o perispírito, também chamado depsicossoma, corpo astral, corpo emocional, ou corpo dosdesejos.
  129. 129.  O duplo etérico reage a todos os pensamentos e emoçõesdo indivíduo. Influencia as funções e controla o metabolismo,atua na nutrição e na reparação das células gastas ouenfermas, substituindo-as por sadias. Recupera as perdasmateriais do corpo humano, que se renova inteiramente,segundo as últimas hipóteses, a cada 158 dias de nossavida humana.
  130. 130. Isso quer dizer que há 160 dias você usava outro corpo de matéria. Sevocê não fosse um espirito ou consciência, a esta hora já teria sumido.A integridade de nossa personalidade "inteira" permanece não emfunção do corpo humano, mas devido ao holossoma, ou o conjunto dosoutros veículos de manifestação do nosso ego: o corpo emocional e omental, além do duplo etérico. O corpo humano, na verdade, dependedo duplo etérico e este daquele. Ocorre ai uma interdependência defunções e atuações o tempo todo. As alterações de um veículoconsciencial acarretam mudanças no outro. O duplo etérico pode seapresentar e funcionar mais preso ou mais solto, dependendo de cadacriatura, de suas experiências reencarnatórias, multimilenares einterdimensionais. A condição do duplo etérico mais solto explica muitosfenômenos e efeitos das energias do homem, como as dores-fantasmas de quem amputou uma perna ou um braço. Além disso, elefunciona como impermeabilizante ou dessensibilizante no fenômeno daincombustibilidade, em que as pessoas pisam com os pés nus sobrebrasas vivas espalhadas no chão e não se queimam. Também atuacomo sensibilizante ou permeabilizante no fenômeno do campobioenergético que permite e mantém a sensação do calor físicohumano.
  131. 131. A aura é o nosso cartão de visita extrafísico, o radar parapsíquico, o nosso sistemade alerta energético. Ela modifica-se radicalmente a cada movimento da criatura eassemelha-se a um invólucro onde o objeto humano aparece engastado como numestojo. A sua forma lembra um grande ovóide vibrante, atravessado por muitascorrentes de luz, em constante movimento de raios e turbilhões. A aura refletesempre a imagem exata, nua e crua, do indivíduo, e pode ser lida por videntes,médiuns, sensitivos, iniciados, desencarnados, projetores conscientes e em certoscasos por animais subumanos, como o cãozinho doméstico e o gato do quintal.Existem auras secundárias e afluentes, mais comuns em torno da cabeça e dasmãos das pessoas. A aura pode ser apagada ou brilhante, estreita ou larga,enferma ou sadia, multicolorida ou unicolorida. Conforme as circunstâncias e asemoções do indivíduo. Através da aura, as criaturas humanas atuamincessantemente como receptoras ou esponjas psíquicas e emissoras ou doadorasde energia.

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