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O PRINCÍPIO DE UTILIDADE E AS NORMAS MORAIS  NÃO HÁ AÇÕES INTRÍNSECAMENTE BOAS – NÃO HÁ DEVERES  QUE DEVAM SER RESPEITADOS...
A IMPARCIALIDADE DA ESCOLHA ENTRE A MINHA FELICIDADE E A                   INFELICIDADE GERAL         O FUNDAMENTO DA MORA...
10ºA – 2011-2012Adaptação manualFilosofia 10º - Plátano Editora                                     Profª Helena Bray
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  1. 1. STUART MILL• A ÉTICA UTILITARISTA DE STUART MILLA FELICIDADE COMO FINALIDADE ÚLTIMA DETODAS AS AÇÕES HUMANASA AÇÃO MORALMENTE CORRETA• O PRINCÍPIO DA UTILIDADE• AS NORMAS MORAISA IMPARCIALIDADE ENTRE A ESCOLHA DA MINHAFELICIDADE E A FELICIDADE GERAL
  2. 2. STUART MILL (1806-1873)Defende uma éticaconsequencialista e hedonista queconsidera o critério de moralidadea utilidade e a felicidade para omaior número de pessoasenvolvidas.
  3. 3. A ÉTICA UTILITARISTA DE STUART MILL“ A felicidade de cada pessoa é um bem para essa pessoa e a felicidade geral é,Um bem para o agregado de todas as pessoas …” Stuart Mill A FELICIDADE É A FINALIDADE ÚLTIMA DE TODAS AS AÇÕES HUMANAS UMA AÇÃO É MORALMENTE CORRETA SE DELA RESULTAR A MAIOR FELICIDADE POSSÍVEL PARA AS PESSOAS QUE POR ELA SÃO AFETADAS. ÉTICA CONSEQUENCIALISTA – CONSIDERA QUE A AÇÃO MORAL VISA AS MELHORES CONSEQUÊNCIAS
  4. 4. A FELICIDADE COMO FINALIDADE ÚLTIMA DE TODAS AS AÇÕES O FIM DE TODAS AS ATIVIDADES HUMANAS É A FELICIDADE OU O BEM ESTAR PERSPETIVA HEDONISTA – IDENTIFICA A FELICIDADE COM O PRAZER OU BEM ESTAR HÁ PRAZERES SUPERIORES E INFERIORES – OS PRAZERES DO ESPÍRITO E OS PRAZERES INTELECTUAIS SÃO SUPERIORES REJEIÇÃO DE UMA CONCEPÇÃO QUNTITATIVA DO PRAZER – UMA QUANTIDADE MENOR DE PRAZERES SUPERIORES É PREFERÍVEL A UMA QUNTIDADE MEIOR DE PRAZERES INFERIORES
  5. 5. A AÇÃO MORALMENTE CORRETA É AQUELA DE ONDE RESULTA A MAIOR FELICIDADE E BEM ESTAR PARA AQUELES QUE POR ELA SÃO AFETADOS A AÇÃO CORRETA DEVE SER AVALIADA PELAS SUAS CONSEQUÊNCIAS (CONSEQUENCIALISMO) UMA AÇÃO TEM BOAS CONSEQUÊNCIAS SE , DADAS AS ALTERNATIVAS DISPONÍVEIS, DELA RESULTAR A MAIOR FELICIDADE PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS QUE POR ESSA AÇÃO SÃO AFETADAS O CRITÉRIO DE MORALIDADE DE UM ATO É O PRINCÍPIO DE FELICIDADE
  6. 6. O PRINCÍPIO DE UTILIDADE E AS NORMAS MORAIS NÃO HÁ AÇÕES INTRÍNSECAMENTE BOAS – NÃO HÁ DEVERES QUE DEVAM SER RESPEITADOS EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS O PRINCÍPIO DE UTILIDADE É UM PRINCÍPIO MORAL OBJETIVO E UNIVERSAL QUE TODOS DEVEM SEGUIR AS DECISÕES MORAISDEVEM SEGUIR O PRINCÍPIO DE UTILIDADE E NÃO AS NORMAS SOCIALMENTE ESTABELECIDAS AS NORMAS MORAIS ESTÃO EM VIGOR PORQUE RESISTEM À PROVA DO TEMPO, DETERMINANDO UM ATO NORMALMENTE MAIS ÚTIL DO QUE PREJUDICIAL
  7. 7. A IMPARCIALIDADE DA ESCOLHA ENTRE A MINHA FELICIDADE E A INFELICIDADE GERAL O FUNDAMENTO DA MORALIDADE É O PRINCÍPIO DA MAIOR FELICIDADE DEVE PENSAR-SE ESTRITAMENTE NAS CONSEQUÊNCIAS DAS AÇÕES NA AÇÃO MORALMENTE CORRETA NÃO DEVEMOS ABRIR EXCEÇÕES PARA NÓS PRÓPRIOS – DEVEMOS SER IMPARCIAIS NA ESCOLHA ENTRE A NOSSA FELICIDADE E A FELICIDADE GERAL
  8. 8. 10ºA – 2011-2012Adaptação manualFilosofia 10º - Plátano Editora Profª Helena Bray

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