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A história do meu projeto sobre as
histórias
a partir da “jornada do herói” de Joseph Campbell
Ana Franco Gil afrancogil@gmail.com
1. O mundo comum
• Decidi fazer o mestrado depois de trabalhar durante dois anos
como consultora de comunicação.
• Tinha um sonho: que, de alguma forma, aquilo que ia aprender
no mestrado me ajudasse a encontrar algo que gostasse
realmente de fazer e que me desse alguma capacidade de ver a
comunicação nas empresas de forma diferente.
• E tinha uma ideia que há um ano andava na minha cabeça...
como era a minha vida antes desta história começar?
1I.A chamada para a aventura
• O primeiro desafio foi o trabalho de métodos de investigação:
era preciso desenhar um projeto de investigação para a tese.
• Lembro-me de pensar: porque não começo já a pensar a sério
no que quero fazer?
• Lembro-me de sentir: isto vai ser difícil e tenho pouco tempo...
mas devia tentar!
qual foi o desafio que me apareceu?
III.A reticência do herói
• Como qualquer herói em qualquer história, porque sentia
medo...
• Tinha medo de não conseguir chegar onde queria, medo de não
descobrir nada de novo, medo de não saber lidar com aquilo
que todos chamam “o pesadelo da tese”.
porque demorei a embarcar nesta aventura?
1V. O encontro com o mentor
• Não considero ter tido um mas sim vários impulsionadores: um
antigo professor entusiasta sobre o tema, uma profissional de
comunicação e marketing a quem me apresentei e que adorou a
ideia... e uma empresa onde bati à porta e que acreditou no
projeto!
• Eu também fui a minha mentora: a certa altura acreditei que
seria capaz se superasse os meus medos...
quem me motivou a aceitar o desafio?
V. O cruzamento do 1º portal
• Se há algo que pode descrever como é entrada no “mundo da
tese”, então será difícil, muito difícil.
• Por onde começar? Que livros ler? O que quero realmente
estudar?
• E a pergunta de partida? Aquela que parece tão bem... até que a
tentamos explicar a alguém e, de repente, nada faz sentido!
como foi entrar no mundo mágico?
VI. Provas, aliados e inimigos
• Os testes são muitos e exigentes: fazer uma gestão assertiva do
tempo, saber procurar fontes, aprender a ler e estruturar as
ideias, construir um plano de ação e... o mais difícil, cumprir o
plano!
• As ajudas temos de nós as saber procurar: partilhar com várias
pessoas o trabalho, não ter medo de pedir ajuda, não hesitar em
perguntar.
• Os obstáculos são inumeráveis: tanta informação, tão pouco
tempo e tantas dúvidas se estamos no caminho certo...
que testes, ajudas e obstáculos encontrei no caminho?
VII.A aproximação
• A partilha das minhas pequenas conquistas com a família, com
os amigos, com as pessoas interessadas no tema e com outras
tantas que nada têm a ver com o assunto foi um forma de ter
feedback sobre o meu trabalho.
• Fui percebendo que estava no bom caminho: o tema é
interessante e útil para as organizações e a minha perspectiva é,
de facto, inovadora.
que sinais fui recebendo ao longo da aventura?
VIII.A prova difícil
• Uma conversa com a minha própria orientadora. Lembro-me de
pensar que estava finalmente tudo alinhado e o projeto parecia
finalmente estruturado... eu achava que agora não havia nada a
apontar.
• Na verdade, não foi bem assim...!
• A conversa originou quase “um novo trabalho”.
qual a maior crise pela qual passei?
IX.A recompensa
• Uma consciência muito clara do que tinha de mudar para chegar
onde queria e com as limitações que tinha pela frente, quer em
termos de tempo, quer de metodologia.
• Tenho a noção que a partir deste momento consegui olhar para
o projeto com outro olhar mais focado e mais exacto sobre o
que ia realmente fazer.
o que ganhei por ultrapassar esse obstáculo?
X. O caminho de regresso
• A partir deste momento foi necessário planear e organizar o
trabalho: estruturar o trabalho, fasear as entregas, rentabilizar as
leituras e gerir de forma mais eficaz o tempo.
• E um “smart advice” ajuda-me a fazer-me ao caminho: “Confia
em mim, começa a escrever que isso vai ganhando forma.”
como voltei para o mundo comum?
XI.A ressurreição
• Acho que ainda está para vir...
qual o último teste por que passei?
XII. O regresso com o elixir
• Com o que aprendi no processo posso assegurar-vos que esta é
uma aventura difícil mas maravilhosa ao mesmo tempo quando
acreditamos na nossa ideia e nas nossas capacidades.
• Com o que aprendi no projeto penso vir a ajudar as
organizações a pensar a sua comunicação interna de uma forma
diferente e mais humana através da utilização das histórias na
vida organizacional.
como posso ajudar os outros com o que aprendi?
to be continued.

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A história do meu projeto sobre as histórias.

  • 1. A história do meu projeto sobre as histórias a partir da “jornada do herói” de Joseph Campbell Ana Franco Gil afrancogil@gmail.com
  • 2. 1. O mundo comum • Decidi fazer o mestrado depois de trabalhar durante dois anos como consultora de comunicação. • Tinha um sonho: que, de alguma forma, aquilo que ia aprender no mestrado me ajudasse a encontrar algo que gostasse realmente de fazer e que me desse alguma capacidade de ver a comunicação nas empresas de forma diferente. • E tinha uma ideia que há um ano andava na minha cabeça... como era a minha vida antes desta história começar?
  • 3. 1I.A chamada para a aventura • O primeiro desafio foi o trabalho de métodos de investigação: era preciso desenhar um projeto de investigação para a tese. • Lembro-me de pensar: porque não começo já a pensar a sério no que quero fazer? • Lembro-me de sentir: isto vai ser difícil e tenho pouco tempo... mas devia tentar! qual foi o desafio que me apareceu?
  • 4. III.A reticência do herói • Como qualquer herói em qualquer história, porque sentia medo... • Tinha medo de não conseguir chegar onde queria, medo de não descobrir nada de novo, medo de não saber lidar com aquilo que todos chamam “o pesadelo da tese”. porque demorei a embarcar nesta aventura?
  • 5. 1V. O encontro com o mentor • Não considero ter tido um mas sim vários impulsionadores: um antigo professor entusiasta sobre o tema, uma profissional de comunicação e marketing a quem me apresentei e que adorou a ideia... e uma empresa onde bati à porta e que acreditou no projeto! • Eu também fui a minha mentora: a certa altura acreditei que seria capaz se superasse os meus medos... quem me motivou a aceitar o desafio?
  • 6. V. O cruzamento do 1º portal • Se há algo que pode descrever como é entrada no “mundo da tese”, então será difícil, muito difícil. • Por onde começar? Que livros ler? O que quero realmente estudar? • E a pergunta de partida? Aquela que parece tão bem... até que a tentamos explicar a alguém e, de repente, nada faz sentido! como foi entrar no mundo mágico?
  • 7. VI. Provas, aliados e inimigos • Os testes são muitos e exigentes: fazer uma gestão assertiva do tempo, saber procurar fontes, aprender a ler e estruturar as ideias, construir um plano de ação e... o mais difícil, cumprir o plano! • As ajudas temos de nós as saber procurar: partilhar com várias pessoas o trabalho, não ter medo de pedir ajuda, não hesitar em perguntar. • Os obstáculos são inumeráveis: tanta informação, tão pouco tempo e tantas dúvidas se estamos no caminho certo... que testes, ajudas e obstáculos encontrei no caminho?
  • 8. VII.A aproximação • A partilha das minhas pequenas conquistas com a família, com os amigos, com as pessoas interessadas no tema e com outras tantas que nada têm a ver com o assunto foi um forma de ter feedback sobre o meu trabalho. • Fui percebendo que estava no bom caminho: o tema é interessante e útil para as organizações e a minha perspectiva é, de facto, inovadora. que sinais fui recebendo ao longo da aventura?
  • 9. VIII.A prova difícil • Uma conversa com a minha própria orientadora. Lembro-me de pensar que estava finalmente tudo alinhado e o projeto parecia finalmente estruturado... eu achava que agora não havia nada a apontar. • Na verdade, não foi bem assim...! • A conversa originou quase “um novo trabalho”. qual a maior crise pela qual passei?
  • 10. IX.A recompensa • Uma consciência muito clara do que tinha de mudar para chegar onde queria e com as limitações que tinha pela frente, quer em termos de tempo, quer de metodologia. • Tenho a noção que a partir deste momento consegui olhar para o projeto com outro olhar mais focado e mais exacto sobre o que ia realmente fazer. o que ganhei por ultrapassar esse obstáculo?
  • 11. X. O caminho de regresso • A partir deste momento foi necessário planear e organizar o trabalho: estruturar o trabalho, fasear as entregas, rentabilizar as leituras e gerir de forma mais eficaz o tempo. • E um “smart advice” ajuda-me a fazer-me ao caminho: “Confia em mim, começa a escrever que isso vai ganhando forma.” como voltei para o mundo comum?
  • 12. XI.A ressurreição • Acho que ainda está para vir... qual o último teste por que passei?
  • 13. XII. O regresso com o elixir • Com o que aprendi no processo posso assegurar-vos que esta é uma aventura difícil mas maravilhosa ao mesmo tempo quando acreditamos na nossa ideia e nas nossas capacidades. • Com o que aprendi no projeto penso vir a ajudar as organizações a pensar a sua comunicação interna de uma forma diferente e mais humana através da utilização das histórias na vida organizacional. como posso ajudar os outros com o que aprendi?