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TECENDO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Os resultados  obtidos enfatizam que os currículos das disciplinas relacionadas à inf...
TECENDO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Consideramos relevante, propor ações de formação continuada dos professores que se en...
REFERÊNCIAS <ul><li>BRASIL,  Ministério da Ciência e Tecnologia. Sociedade da Informação no Brasil : livro verde. Organiza...
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CCT UEPB LUCIA SERAFIM

  1. 1. A INSERÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO CURRÍCULO DOS CURSOS DE LICENCIATURA DO CCT-UEPB Maria Lúcia Serafim - UEPB [email_address] Adilson Barros Soares [email_address] COLÓQUIO BRASILEIRO EDUCAÇÃO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA GT05: Novas tecnologias na prática pedagógica
  2. 2. Introdução <ul><li> INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>O estudo trata da inserção das novas tecnologias no currículo dos Cursos de Licenciatura ministrados no Centro de Ciências e Tecnologia – CCT na Universidade Estadual da Paraíba. Considera-se a importância do uso e aplicação da Informática e todos os recursos a ela associados no processo de ensino-aprendizagem, como saber fundamental na atualidade, que deva ser presente nos currículos destes cursos. Tendo em vista, que o profissional recém-formado chegue ao mercado de trabalho e ao exercício da profissão docente com o conhecimento específico e os saberes necessários para que possam ser estes constituidores de uma prática pedagógica reflexiva e atual. A formação de professores para utilizar o computador como recurso de mediação não pode se reduzir à visão simplista de um treinamento operacional. </li></ul>COLÓQUIO BRASILEIRO EDUCAÇÃO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA GT: Novas tecnologias na prática pedagógica
  3. 3. INTRODUÇÃO <ul><li>Além da apropriação dos recursos da Informática, a formação deve provocar reflexões sobre como, quando e por que utilizar o computador, já que a nova meta da formação é o professor crítico e criativo. Dentro desta perspectiva, a formação dos educadores deve favorecer a uma mediação entre teoria e prática, além de propiciar a experimentação de novas técnicas pedagógicas. Isso não significa jogar fora as velhas práticas, mas, sim, apropriar-se das novas para promover a transformação necessária. </li></ul>
  4. 4. Objetivo do estudo <ul><li>Verificar se as disciplinas que contemplam as novas tecnologias da informação presentes no currículo preparam o licenciado recém-formado a fazer uso crítico e adequado do computador em sala de aula e na prática pedagógica. </li></ul>
  5. 5. Fundamentação <ul><li>Cabe as universidades em conformidade com sua função social configurar uma política curricular dentro de seu projeto político pedagógico que assegure ao alunado dos cursos de licenciatura uma sólida formação que contemple estudos disciplinares e interdisciplinares em torno das aprendizagens de novos saberes configurados pela informática e todos os recursos a ela aliados. E dessa forma, trabalhar na formação de um novo perfil de professor contextualizado, que possa ter acesso e condições para se apropriar de conhecimentos referentes às novas tecnologias da informação e da comunicação, exigências de uma sociedade que aprende, potencializada pela dinâmica da informática e da Internet . </li></ul>
  6. 6. Fundamentação <ul><li>A formação dos estudantes licenciados deve ocorrer num processo de inter-relacão do domínio dos recursos tecnológicos com a ação pedagógica, os saberes docentes e os conhecimentos teóricos. Para que possam refletir, compreender e transformar as ações dentro de um novo paradigma que envolva a mudança das modalidades organizativas e administrativas e o papel social de suas funções em uma sociedade da informação. Numa “sociedade que aprende e se desenvolve”, caracterizada assim por Tavares (1996), ser aluno é ser aprendente. </li></ul>
  7. 7. Fundamentação <ul><li>É importante que o curso propicie aos formandos momentos de imersão na prática pedagógica com uso do computador. Ou seja, cada formando deve ter a oportunidade de atuar como observador e como mediador de outros alunos, explorar o computador no desenvolvimento de projetos, em que são empregados diferentes recursos computacionais. </li></ul><ul><li> O formador precisa assumir uma postura investigadora, questionadora e flexível para mediar à organização, a interconexão e a construção de conhecimentos pelos formandos, procurar identificar as dificuldades e os bloqueios que surgem no decorrer da implementação do projeto e atuar para auxiliar os formandos a sobrepujá-las. Esta postura vivenciada durante a formação contribuirá para o fortalecimento da concepção construcionista pelo formando em sua prática pedagógica junto aos alunos com quem irá conviver e orientar. </li></ul>
  8. 8. Metodologia <ul><li>Trata-se de uma pesquisa empírica, descritiva e de levantamento, contendo informações de cunho avaliativo do currículo das disciplinas relacionadas à informática nos cursos de licenciatura, bem como, a metodologia utilizada e a formação dos professores que as ministram. Respondido por estudantes dos períodos finais dos cursos de Licenciatura em Física, Matemática e Química, da UEPB . Realizada com 26 estudantes em um universo de 120 alunos das turmas finais de três cursos de licenciatura descritos, o que corresponde a um percentual de 21,8% desse universo de pesquisa. </li></ul>
  9. 9. APRESENTANDO OS RESULTADOS A análise dos dados revelou que 50% dos alunos entrevistados possuem apenas conhecimentos básicos em informática.
  10. 10. APRESENTANDO OS RESULTADOS Quanto às disciplinas relacionadas à informática oferecidas pelos cursos, constatou-se que 61,5% dessas disciplinas possuem ementas com finalidades educacionais.
  11. 11. Observou-se que 100% dos alunos consideram as disciplinas de informática muito ou bastante importantes para suas carreiras profissionais. APRESENTANDO OS RESULTADOS
  12. 12. Constatou-se que 53,8% dos professores de informática desses alunos possuem formação na área que lecionam.
  13. 13. No entanto para 38,5% dos alunos o nível de conhecimento de seus professores de informática, aplicado na prática pedagógica classifica-se como intermediário.
  14. 14. Quanto aos conteúdos de informática ora ofertados, 73,1% dos entrevistados julgaram ser insuficientes.
  15. 15. Os dados indicaram ainda que 90,9% dos estudantes consideram relevantes que nos currículos dos Cursos de Licenciatura sejam ofertadas disciplinas voltadas para a informática educativa.
  16. 16. Verificou-se que 69, 2% acreditam que o atual currículo de informática não os capacita para inserção e apropriação das novas tecnologias frente às exigências do mercado de trabalho no tocante as novas funções docentes.
  17. 17. TECENDO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Os resultados obtidos enfatizam que os currículos das disciplinas relacionadas à informática, dos cursos de licenciatura, precisam ser repensados e trabalhados numa perspectiva de contribuição para a prática pedagógica dos licenciados concluintes. Uma vez que para os alunos dos cursos pesquisados, tais disciplinas não preparam o licenciado para uso mediador e reflexivo do computador em sala de aula e na configuração de novas práticas, tendo em vista, a presença dos saberes advindos com as novas tecnologias.
  18. 18. TECENDO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Consideramos relevante, propor ações de formação continuada dos professores que se encontram lecionando nas Instituições de Ensino Superior (IES) atuando nos cursos de licenciatura, pois a qualificação de recursos humanos constitui requisito fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade emancipatória, sobretudo, nos dias atuais. Com as TICs, certamente se poderá suscitar inquietações a novas pesquisas, compromissos de mudança no âmbito dos projetos pedagógicos e curriculares e outras inserções que conduzam a construção de uma formação docente marcadamente assegurada pelos desafios dos tempos
  19. 19. REFERÊNCIAS <ul><li>BRASIL, Ministério da Ciência e Tecnologia. Sociedade da Informação no Brasil : livro verde. Organizado por Tadao Takahashi. – Brasília, 2000. </li></ul><ul><li>FRIGOTTO, Gaudêncio. A formação e profissionalização do educador frente aos novos desafios. Anais do VIII ENDIPE, Florianópolis, 1996. </li></ul><ul><li>Moraes, M. C., Informática Educativa: Dimensão e Propriedade Pedagógica . Maceió, AL, jan. (não publicado), 1993 </li></ul><ul><li>MORIN, Edgar. O Método-3. O conhecimento do conhecimento . 2ª edição. Sintra(Portugal Europa-América ), 1996. </li></ul><ul><li>SANCHO, Juana M. Para uma tecnologia educacional ; trad. Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. </li></ul><ul><li>TAVARES, J. Uma Sociedade que aprende e se Desenvolve. Relações Interpessoais . Porto: Porto Editora, Coleccção CIDInE, 1996. </li></ul>

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