Genre por ana_ale

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Apresentação realizada por Alessandra e Ana Cláudia no PPGEL - UEL

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Genre por ana_ale

  1. 1. Responsáveis: Alessandra e Ana Claúdia
  2. 2. INTRODUÇÃO• cap. 4 – distinções entre a linguística(ESP) e abordagens retóricas: ênfasescomunicativas e sociológicas e quaisgêneros deveriam ser ensinadosexplicitamente.5. GENRE IN THETORICAL ANDSOCIOLOGICAL TRADITIONS
  3. 3. SIMILARIDADES E DISTINÇÕES ENTRELSF, ESP E RGSINTRODUÇÃO
  4. 4. . ESP, RGS: diferenças nas definições que guiam estas áreas etradições que os informam.Swales, ESP, gêneros como eventos comunicativos queauxiliam membros de uma comunidade discursiva a alcançarpropósitos comunicativos compartilhados. (açõescomunicativas).RGS (Carolyn Miller) formas de ação social (explorado cap. 6).Neste capítulo: comparar definições de gêneros do RGS e ESPpara clarificar suas ênfases comunicativas e sociológicas.Situar RGS definição de gênero dentro das tradiçõesretóricas, fenomenológicas e sociológicas. Conclusãodescrição escolas recentes de gêneros no Brasil quesintetizaram as tradições acima (também nas tradiçõesSuiças e francesas) que revelam possíveis interconexõesentre essas tradições.INTRODUÇÃO
  5. 5. Definição de Gênero (ESP)Formas de ação comunicativa que auxiliam membros de umacomunidade discursiva a realizar seu trabalhoObjetivo da análise de Gêneros (ESP)Analisar quais são os objetivos de uma comunidade discursiva e comoas características do gênero ajudam os membros dessa comunidadea realizarem seus propósitos comunicativosAnálise de Gêneros (ESP)
  6. 6.  Compreender como os gêneros possibilitam que os seus usuáriosrealizem ações simbólicas (situadas retoricamente e linguisticamente)para desempenhar ações e relações sociais, habilitar papéis sociais eestruturar realidades sociais. Além disso, busca entender como os gêneros medeiam às práticassituadas, interações e realidades simbólicas, ou seja, o papel que ogênero desempenha em como os indivíduos vivenciam, co-constroem edesempenham um papel na prática social e lugares de atividade.
  7. 7.  Para os RGS, o contexto, mediado pelos gêneros e outrasferramentas culturais disponíveis, é entendido como umdesempenho intersubjetivo em curso. Enquanto para o ESP os gêneros são entendidos como“ferramentas comunicativas situadas em um contexto social”,a RGS tende a compreendê-los como “conceitos sociológicosque medeiam modos sociais e textuais de saber, ser einteragir em contextos específicos”. Para os RGS o contexto constitui-se tanto como o ponto departida para análise de gêneros quanto como o seu objetivo.
  8. 8. Debate entre acadêmicos dos RGS :O desenvolvimento de abordagens pedagógicas.XO entendimento de que o gênero não deve serexplicitado, explicado ou adquirido unicamente pormeios linguísticos e textuais, e nem ser retirado deseu contexto de uso para um objetivo pedagógico.
  9. 9. CRÍTICA RETÓRICA E GÊNERO Burke (1951) – diferença entre Retórica antiga e anova: persuasão e identificação. Impacto no estudoe ensino retórico. Sec. 20. “the use of language as a symbolic means ofinducing cooperation in beings that by naturerespond to symbols”. Fleming – condição de nossa existência (ser,conhecer, organizar, e interagir no mundo). Expansão – papel para compreensão gêneros comoformas complexas de ação social e retórica.
  10. 10. CRÍTICA RETÓRICA E GÊNERORGS – maneiras retóricas tipificadas de agir dentro de situaçõesrecorrentes – funções como meios simbólicos para estabeleceridentificação social e cooperação.Na escola – crítica retórica e sociologia focado na tipificação social eretórica.Crítica Retórica (Black e Bitzar, 60) – gênero fundamentalmenteconectado a tipos situacionais.Crítica Black: crítica retórica: eventos retóricos singulares eestratégias. Não permite examinar como formas retóricas eestratégias moldam as maneiras como nós reconhecemos e somosinclinados a agir dentro de situações que percebemos como similar.Propôs perspectiva genérica na CR – premissas:número limitadosituações em que um ‘falante’ se encontra; l. maneiras pode eresponderá retoricamente; recorrência de um tipo situacionalatravés da história proverá o crítico com informação em respostasretóricas disponíveis na situação.
  11. 11. CRÍTICA RETÓRICA E GÊNEROBitzer – Retórica Situacional – pré-condição para a açãoretórica – todo discurso acontece em contexto, o discursoretórico emerge de e responde à uma situação retóricapercebida. Discurso retórico somente pela natureza dasituação que o invoca a ser.Situação retórica: um complexo de pessoas, eventos,objetos e relações que apresentam uma exigência realou pontencial que pode ser total ou parcialmenteremovido se o discurso, introduzido a situação podeassim restringir decisão humana ou ação quanto paratrazer para a modificação signicativo da exigência. (p.63)
  12. 12. CRÍTICA RETÓRICA E GÊNEROEXIGÊNCIA RETÓRICA: discurso, indivíduos capazes de agir.(p. 63)
  13. 13. CRÍTICA RETÓRICA E GÊNEROBitzer/Black: Contribuições: 1. situação retóricacomo gerativa da ação retórica. Agir retóricodeterminado pelos tipos de situações pelos quaiso ‘indivíduo’ como parte.2. Algumas situações reaparecem, dando origem arespostas tipificadas (gêneros, expectativas,respostas às situações).Miller (et al) formas de discurso e situações –unidos – difícil estabelecer relação causa-efeitoentre eles.
  14. 14. CRÍTICA RETÓRICA E GÊNEROCampbell/Jamieson: demandas situacionais –base para identificar e definir gêneros.Método mais indutivo.G. Como emergentes em relaçõesdinâmicas, historicamentefundamentadas, situaçõespercebidas. “fusão”/”constelação” deformas substantivas e estilísticas queemergem em resposta a uma situaçãorecorrente. ( ação retórica tipificada eartefato cultural)Críticos: estudar como a retórica sedesenvolve no tempo e através dele.
  15. 15.  Tradição filosófica que traz o conceito de que amente é algo público, sendo logo manifestadapublicamente e não apenas em seu próprioconfinamento. Essa tradição tem como objetivo considerar comoas coisas são manifestadas a nós e como nósexperimentamos essa manifestação. O conceito de intencionalidade consiste em umato de tornar algo disponível para nossaconsciência, e não como um ato prático.
  16. 16.  O conceito de Mundo da vida (Life-world) é apresentado como “omundo de experiências comuns”, onde nós realizamos e percebemosnossas práticas sociais. Um aspecto central para a construção do mundo da vida são os“estoques de conhecimento”(stokcks of knowledge), os quais medeiamnossa apreensão dos objetos. A maior parte dos estoques de conhecimento que medeiam nossasexperiências no mundo da vida é constituída pelas tipificações(estoques de conhecimento derivados de situações as quais sãopercebidas como similares a experiências prévias diretas)Fenomenologia social e tipificaçãoFenomenologia social e tipificação
  17. 17. GÊNERO COMO AÇÃO SOCIALMiller – gêneros como ações retóricas tipificadas baseadas emsituações recorrentes – abordagem indutiva (étino-metodológica)que emerge do conhecimento que a prática cria.Exigência – é uma forma de conhecimento social – um construtomutuo de objetos, eventos, interesses e propósitos que nãoapenas os liga mas os torna o que são: uma necessidade socialobjetivada. (p.70)Tipification (Bazerman) : tipificações de situações, objetivos etarefas podem ser cristalizadas nas formas textuais ecircunstâncias reconhecidas (gêneros).Motivos sociasi( Miller): se torna propósito socialconvencionalizado, ou exigência dentro de situação recorrente.
  18. 18. GÊNERO COMO AÇÃO SOCIALPróximo capítulo:compreensão fenomenológica informada de gênerocomo ação social expandida pelos estudiosos do RGS para incluir aideia de sistemas de gêneros, como a teoria da Atividade(Vygotsky).Bazerman – tipificações de situação, intenções e objetivos, modos deação e gêneros textuais que o escritos aplica a situação cria um tipode ambiente para o escritor habitar ambos psicologicamente esocialmente.Lócus social de cognição: criação mutua de momentos sociais, ajudaorientar nossa compreensão de onde estamos e o que podemosfazer. (Kairos): aprender gêneros: reconhecer não apenascategorias de momentos sociais e o que faz retoricamente emt aismomentos mas também como podemos agir e responder.Gêneros simbolicamente criam ordem social e ações sociaiscoordenadas (relações espaciais e temporais). Ex. emergência deatividades acadêmicas.
  19. 19.  O ISD é fundamentado nas tradições retórica, linguística esociológica, sendo mencionado no texto como “uma teoriada ação humana baseada em contextos sociais e discursivose fundamentada no gênero”. As ações humanas devem ser tratadas em suas dimensõessociais e discursivas. Os indivíduos interagem por atividades de linguagemcoletivas e ações individuais, consolidadas por meio detextos de diferentes gêneros. Desse modo, a linguagem éconsiderada a característica principal da atividade socialhumana (Baltar et al. 53).As tradições de gênero suíças e asíntese brasileira de gêneros
  20. 20.   Gêneros: São produtos das atividades sociais; ferramentas quepermitem que as pessoas realizem as ações e participem em diferentesatividades sociais; papel mediador entre as dimensõescomportamentais e sociais da linguagem Atividade: refere-se à noção socialmente definida de agir emsituações específicas. Ação: refere-se à interpretação do agir em um nível individual. Agir: Refere-se a qualquer forma de intervenção direcionada. Modelo analítico de estudos de gêneroXModelo pedagógico de estudo de gêneros
  21. 21. Estudos de gênero no Brasil: várias tradições de estudode gêneros são sintetizadas.De acordo com a pesquisa de Araújo (2010): 20% dos estudos com gênero fazem uso de algum tipode pesquisa etnográfica, pesquisa-ação, estudos deacaso. O ISD é a abordagem teórica mais utilizada no Brasil,todavia, sendo frequentemente combinada a outrasperspectivas para descrever os aspectos de gêneros.

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