Não desista

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Não desista

  1. 1. NÃO DESISTA “Nunca se deve concluir, mesmo quando tudo vai mal, que não é possível vencermos. Mesmo no pior, há sempre uma saída, um ponto secreto capaz de mudar o fracasso em sucesso, o desespero em felicidade. Não há situação tão negra que não possa ser aclarada por um raio de luz.” Norman Vincent Peale “Se vocês tiverem fé do tamanho de uma semente de mostarda, podem dizer a esta montanha: “Vá daqui para lá, e ela irá. E nada será impossível para vocês. ” Jesus UM AMIGO NO CAMINHO “ A força não vem da capacidade física. Vem de uma vontade indomável. “ Ghandi Durante o processo deste livro, nós procuramos uma forma de defini-lo. Somente após a sua finalização, nós chegamos a uma sentença: despretensioso. Não Desista se propõe apenas a ser um companheiro naqueles dias de tempestade, em que estamos já cansados de lutar, e preferimos ficar em nossas camas e observar a chuva através da segurança de nossas janelas. Em muitos momentos, persistir acreditando em nossos propósitos parece que nos torna alienígenas em meio à multidão. E, quando já cansados das tentativas sem sucesso, vemos que a multidão segue calada os seus destinos, nossentimos desestimulados e prestes a se juntar a esse gigantesco rebanho, que vaga por infinitas pastarias secas.
  2. 2. Nesse momento, em que nos sentimos convidados a abandonar as pesadasmochilas cheias de sonhos, devemos procurar a serenidade. Descansar e recobrarforças é essencial para continuar essa viagem. Nessa hora, quando se toma fôlego para a jornada, oferecemos a você este pequeno amigo, de nome Não Desista. Neste pequeno guia, passamos a conhecer um pouco mais dos grandes nomes da história. Vemos as suas trajetórias e o que os motivou a persistirem, acreditando no sucesso. Como eles, ainda hoje, escritores, inventores, administradores, diretores de cinema, professores, guardas de trânsito ou balconistas continuam a perpetuar através do tempo o desejo de realizar seus sonhos. Metas como a de guiar o primeiro vôo fora de nosso sistema solar ouvender os quibes mais saborosos de sua cidade são pretensões incomparáveis em seus fins, mas iguais em suas intensidades. Você, que acalenta o nobre desejo de exterminar a doença sobre a face da Terra, ou o seu vizinho, com o bem arquitetado planejamento de se livrar das dívidas e pagar a hipoteca da casa, percorrerão ambos o mesmo caminho: desejo, metas, planejamento, execução, sobreviver às tentativas fracassadas, persistir e reorganizar-se quantas vezes for necessário, sem abandonar o seu sonho até a sua realização. Essa entrada, com placas já tão famosas, leva ao sucesso. E nessa viagem, Não Desista é o alento que tanta falta nos faz. Antes de iniciar a sua leitura, fica o recado: se tantos já sobreviveram a essa estrada, você também pode se juntar a eles. COMPRE AQUI: INGRESSOS PARA A SUCESSOLÂNDIA! “No confronto entre a água e a rocha, a água ganha sempre. Não pela força, mas pela perseverança.” H. Jackson Brown Uma antiga anedota dizia que pior do que um vizinho com um carro velhoe barulhento, é um vizinho com um carro novo e silencioso. Essa observaçãobem-humorada sobre o desconforto da inveja é um conceito que devemos deixarexatamente na data dessa piada: no passado.
  3. 3. Se há um sentimento que devemos ter e cultivá-lo em relação a quemconseguiu alcançar algum patamar na escada do sucesso, este é o respeito,acrescido de atenciosa observação sobre quais caminhos o levaram a se destacarna multidão. O desejo de se sobressair em qualquer área é o desejo comum a todos osseres humanos. Na infância, competimos entre a família, disputando com osirmãos a atenção dos pais. Na adolescência, quando se multiplicam os grupos deamigos, as verdades sobre a nossa personalidade têem a tendência a esticaremcom elasticidade inimaginável. Todos querem transpor os limites da realidadepara apresentar uma personalidade, no mínimo, admirável. Na vida adulta, somoscompelidos a lutar pela sobrevivência na busca e na permanência dos empregos.Nos corredores das grandes empresas isso é notado mais claramente, como éexposto nas tiras neuróticas de Dilbert, criação do cartunista norte-americanoScott Adams. Dessa forma, almejar o sucesso é uma das característicasembutidas no nosso estojo de instinto de sobrevivência. Se temos sucesso,alcançamos a certeza de uma existência não apenas segura, mas privilegiada. Mas, se o desejo de alcançar o sucesso é ponto comum entre toda a raçahumana, por que somente um reduzido número de pessoas o alcança? Sesomarmos todos os grandes nomes que brilharam em sua área no século XX,daria para hospedá-los em uma cidade de pouco mais de 5 mil habitantes.Suponhamos que essa referida cidade, minúscula existisse e, devido ao quilate deseus moradores se chamasse Sucessolândia. Com certeza, ela seria o local maisvisitado do mundo. A Disneylândia poderia fechar as suas portas, porque todostrocariam sorridentemente dias de diversão, para transitar nas ruas deSucessolândia, e assim colher as informações sobre como alcançar uma vidacoroada de sucesso. Olhe, ali está o senhor Rockfeller entrando naquela padaria.Bom dia, senhor Gates. Senhor Spielberg, como tem passado? O senhor teria unspoucos minutos para me tirar uma dúvida? Coronel Sanders, o senhor por aqui!Eu também vou ao barbeiro. Seria um prazer acompanhá-lo. Nas ruas dessa terra de verdadeiros dínamos humanos, o trânsito seria umcolírio para os olhos. Pessoas transpirando confiança, certos de que todos os diasforam feitos para a vitória. Um trânsito basicamente de um ou outro Cadillac,Continental ou Rolls Royce. O senhor Lee Iacocca estacionando logo ali naesquina a sua obra- prima, o Mustang.
  4. 4. Imaginemos quanta informação, conselhos e inspiração não teria esselocal? Mas como a utópica Sucessolândia é apenas um empreendimento longe denossa realidade, devemos observar esses moradores à distância que nos épermitida. Colher os frutos seguros rumo à realização de nossos objetivos é a basedeste livro. Para isso, foram organizadas as minibiografias sobre os grandeshomens que abalaram as estruturas do mundo. Mas acredito que após a leitura deNão Desista, o prezado leitor admirará ainda mais as pessoas que listamos naspáginas seguintes por um motivo em comum. Quando todos eles receberamsonoros “nãos” e tiveram seus sonhos bloqueados por grossas paredes, elespassaram a derrubá-las, dia após dia, tijolo por tijolo. Ao Mago do entretenimento, Walt Disney, foram ditos mais de duzentos“nãos” ante o seu projeto inviável de construir um parque temático com seunome, a Disneylândia. Uma das mentes mais privilegiadas de todos os tempos, oinventor Thomas Alva Edison, ainda no primário, foi mandado de volta para casacom um recado da professora. Ela relatava à sua mãe que, como o garoto faziamuitas perguntas, o que podia se supor é que ele tivesse problemas mentais e quenão poderia ficar entre os alunos de uma escola normal. Quando o escritorStephen King começou a escrever seus contos de terror, passou a ver o seutrabalho sendo ridicularizado pelas editoras que procurava. Segundo ele mesmoconta, junto às recusas invariavelmente iam simpáticos conselhos como:“esqueça essa idéia e procure um emprego rentável”. O Coronel Sanders vagoupor todo o país, de cima a baixo, oferecendo uma receita de frango frito, pedindoem troca que os proprietários de restaurantes lhe dessem regularmente parte dolucro da venda dos frangos. Ele, então, em plena terceira idade ouvia entrerisadas e recusas educadas, inúmeros “nãos”. O título impresso em bom tamanho na capa deste livro, sugere uma dasinformações mais caras do mundo. Se você almeja, embora em níveis diferentes,o mesmo sucesso dos grandes habitantes da nossa utópica Sucessolândia , nãoprecisaria nem ter comprado o livro. O supra-sumo das suas histórias de sucessoreúne-se nessa expressão: “não desista”. Mas, se você acredita que sucesso gerasucesso e que quanto mais se sabe, mais se vale parabéns. Este livro foi feito pravocê. De posse de mapas, qualquer estrada pode ser percorrida.
  5. 5. AONDE DESEJA IR? “Quando você não sabe o que quer, muitas vezes acaba onde não quer estar.” Bob Greene Conta-se que numa noite, em um antigo mosteiro, um visitante que malentrara em seus portões se depara comum monge bem velho se curvandoseguidamente num dos pátios, andando de lá para cá, parecendo estar à procurade algo. O visitante se achega e educadamente se oferece para ajudar e pergunta:”O que o senhor perdeu? Talvez possa ajudá-lo a encontrar.” O ancião aceitaalegremente o oferecimento e explica que perdeu as chaves de seus aposentos.Então, ambos passam a procurar juntos. Passada meia hora e nada da chave, ovisitante pergunta ao velho monge: “O senhor tem certeza de que perdeu aschaves por aqui?” Ao que o monge respondeu com amabilidade: Na verdade nãofoi aqui. Eu as perdi naquele outro pátio. O visitante surpreso pergunta por queestão procurando tais chaves naquele pátio e não no outro. O velho mongeresponde com serenidade: “É que lá está muito escuro.” Como o monge dessa história, muitos desistem de procurar as chaves dosucesso por causa das dificuldades que surgem no caminho. As dificuldades sãobarreiras que surgem unicamente para serem transpostas e fazerem com que avitória tenha um sabor mais duradouro. Infelizmente, muitos se deparam com asbarreiras e as compreendem apenas como muros intransponíveis, postos ali comouma placa reluzente que diz: “Pare! Volte e Desista!” Todas as histórias de sucesso têm em comum o período em que tudopareceu tempo perdido. Você tem idéia de quantas coisas já desistiu em sua vidaaté o presente dia? Muitas, se você enumerar até as oportunidades de falar nomomento em que resolveu se calar.
  6. 6. Exceto quando você estiver à beira de um penhasco ou num terreno repletode minas, avance quando lhe disserem “pare”. Exceto quando você estiver paraatravessar uma ponte que vai ruir em segundos, continue quando lhe disserem“volte”. E, exceto quando forem fechar a tampa do seu caixão, não desista delutar pelo que acredita. Embora o professor Graham Bell estivessem imerso na pobreza, elecontinuava a expor a todos a utilidade da sua geringonça chamada “telefone”.Com isso, ele apenas conseguia ser motivo de riso. Diziam que ele perdia seutempo e que o único uso prático de seu projeto seria como brinquedo para ascrianças. Na tarde de 10 de março de 1876, Graham Bell inaugurou o seuaparelho, comunicando-se com seu assistente que estava em outro cômodo dacasa: “Senhor Watson, venha cá, preciso de senhor”. Uma notícia que costuma desanimar muitas pessoas é que toda primeiraresposta aos nossos objetivos é uma negativa. Em alguns casos, será também asegunda, a terceira e daí por diante. Um dia, alguém lhe dirá um “sim”, e vocêsaberá aproveitar a chance como uma bóia atirada até as suas mãos em plenooceano. Você se agarrará a essa chance e fará dela a mola mestra do seu sucesso.Até lá, considere dois pontos básicos para alcançar o sucesso: especificação dosseus objetivos e um cuidadoso planejamento. ÀS SUAS ORDENS, AMO! “Se você é capaz de sonhar, você pode realizar.” Walt Disney Com o passar dos anos, ouvindo muitos sonhos e algumas realizações, euadquiri o hábito de sempre perguntar aos que me contam seus planos como elesse vêem daqui a dez anos. Uma década é tempo suficiente para traçar e executarum projeto de vida. Então, peço que fechem os olhos e me descrevam, comriqueza de detalhes, a sua vida após esse período, onde moram, os ambientes queestão no momento dessa visão, que roupas usam, se estão casados, se tem filhos ea descrição de suas personalidades. Um amigo músico se viu numa grande sala de carpete de madeira, enormesjanelas que quase alcançavam o teto, uma mobília moderna e um bom
  7. 7. instrumento em suas mãos. Ele estava então cuidando da mixagem final de seusegundo CD. Suas roupas eram agradavelmente confortáveis e caras. Em sua narrativa, ele saiu de sua sala de visitas e me guiou até uma outrasala, onde estava o seu próprio estúdio de ensaio e gravação. Ele acabara deagendar por telefone com seu agente as duas entrevistas que daria naquelasemana na TV e as da semana seguinte em alguns jornais. Segundo sua descrição, sua esposa era amável e uma companheira quecaminhava junto com ele em sua trajetória de sucesso. Tinha também dois filhos, igualmente amáveis. Loucura? Perda de tempo? Passatempo de malucos e sonhadores? Não.Certamente que não. O que esse processo produz é criar uma imagem real deonde pretendemos estar quando atingirmos o sucesso. Se você não sabe aonde vai, como pretende chegar lá? Ficar Sempretensões, como as folhas e as nuvens, ao prazer de vento, fará com que vocêdesperdice toda uma vida de tentativas desconexas sem chegar a um único lugarsequer. Quando se trata do destino que você dará à sua vida, o assunto requer muitaserenidade. O que não quer dizer que você está proibido de falhar. Muitoshomens e mulheres de sucesso falharam e vagaram por caminhos tortuosos atéencontrarem as chaves das suas realizações. O milionário inglês Richard Brensoncomeçou com uma pequena loja de discos. Acreditou que estava realizado.Mudou suas convicções. Passou a acreditar que somente uma gravadora lhe dariaa sensação de sucesso. Surgiu a Virgin. Daí passou a uma revista, uma bemsucedida marca de bebida e até o presente momento está acreditando que suaempresa aérea é o que procurava. Você vê uma pessoa próxima ou mesmo um ídolo mundial em êxtase comseu sucesso e pensa que quer ser como ele, experimentar aquela sensação de queele desfruta. Isso não basta. É ser evasivo.
  8. 8. Se você tivesse à sua frente o famoso gênio da lâmpada e ele lheconcedesse apenas um desejo, o que pediria? Cuidado. Lembre-se que aqui valeo mesmo princípio: especificação. Suponhamos que você pedisse: “Eu quero serrico”. Como você não foi claro o bastante sobre o quanto rico desejou ser, tantopoderia aparecer em suas mãos uma maleta com um milhão de dólares quantouma nota de cinqüenta dólares, o que, em algumas localidades do mundo, lheconfeririam o status de “rico”. Ou pior, poderiam aparecer à sua volta váriossacos de sal, o que lhe tornaria alguém rico, mas apenas se você pudesse voltarpróximo ao ano de 1500 a.C., em que certamente seria bajuladíssimo pela suafortuna. Você quer realmente dar passos em direção ao seu sonho? Então, numpedaço durável de papel, que o acompanhará por um bom tempo, estabeleça asua meta final, dando a ela os contornos necessários, como aquele meu amigomúsico, que revelou especificamente o seu estado de realização. Este é omomento da verdade. Como ele, faça isso com clareza e o máximo desinceridade para consigo mesmo. Sem se restringir a limites, estabeleça o seudesejo. O MAPA DO TESOURO “O vento nunca é favorável para o marinheiro que não sabe para o porto que se dirige.” Elísio Reali Num conhecido conto de fadas, os irmãos João e Maria, a fim de não seperderem, espalharam pedaços de pão pelo caminho de sua casa até a floresta.Tanto trabalho para distribuir cuidadosamente o pão pelo caminho, assim como ofato de ficarem sem alimento, foi desperdiçado, graças os pássaros que oseguiam, interessados nos pedaços de pão, comendo-os um após o outro. É claroque o final da história é feliz, mas atentemos para esse trecho, quando osprotagonistas trilharam um caminho desconhecido e, fazendo uso de um péssimométodo, se perderam.
  9. 9. Se os pobres irmãos da história tivessem se mirado na maior dentre asárvores e passado a usá-la como ponto de referência, sem esquecerem, é claro, deolhar onde pisavam, nunca teriam se perdido nem se deparado com a bruxadevoradora de crianças. Infelizmente, como eles, muitos adultos não aprendem avisualizar o alto da árvore onde está o seu objetivo. E, distribuindo passosdesconexos, como aqueles pedaços de pão, não percebem que o fracasso ospersegue, devorando cada tentativa, tornando-as inúteis. Muitos vêem o sucesso da banda inglesa The Beatles atravessar trêsdécadas e permanecer como a maior banda de todos os tempos e pensam quequerem ser como eles. Serem perseguidos nas ruas por multidões em delírio.Comandar estádios lotados com um único aceno de mão e gravar melodias quepermanecem como as mais vendidas na história da música. Mirar-se no triunfodaqueles que chegaram ao topo é um dos melhores princípios na escalada dessamontanha chamada sucesso. Mas, infelizmente, não é o bastante. Como eu disse,muitos conhecem o sucesso dos Beatles, mas poucos sabem do tortuoso caminhoque os quatro componentes percorreram e dos momentos em que estiveram aponto de jogar tudo para o alto e arrumarem empregos no porto de Liverpool. Feita a sua opção de sucesso, procure conhecer a sua estrada, estabelecendoum minucioso trajeto, de um ponto ao outro. É como decidir para ondeviajaremos e o ato de comprarmos a passagem, quando tomaremos conhecimentodo nosso percurso. Se preferir, pense em delicioso bolo de chocolate. Penseprincipalmente no momento em que você o leva à boca e sente-se tomado por umsentimento de satisfação inigualável. Agora suponha que não há padarias nemsupermercados onde se venda o seu querido bolo, não lhe restando outra opção anão ser fazê-lo com suas próprias mãos. Mesmo não sendo um chef Francês,você poderá fazê-lo, se tiver a receita. Estude detalhadamente cada itemnecessário, para não correr o risco de esquecer um deles e acabar olhandopacientemente para um forno que assa uma intragável anomalia culinária. Por mais simples que sejam os bolos, eles seguem, como o sucesso, umaminuciosa ordem de ingredientes a serem unidos. E somente a sua exataconfecção é que tornará possível sua degustação. Mas, caso o seu bolo seja deuma total inovação e para ele não exista receita, o trabalho é bem mais árduo,mas não impossível.
  10. 10. Obstáculos inesperados sempre surgirão em seu caminho. E, como decostume, eles se mostrarão como o fim da estrada. Não desista. Encare-os comoempecilhos temporários, jamais como fracassos. Na medida em que foremsurgindo, sabiamente passe a utilizá-los como breves pausas na jornada. Comnovo fôlego, coloque-se novamente de pé e encare o desafio posto à sua frente.Nunca se esqueça de traçar estradas alternativas, pois graças às novasperspectivas o mundo um dia deixou de ser plano. APAIXONE-SE “O homem se converte naquilo que acredita ser.” Provérbio Hindu Há muitos anos, os moradores de uma pequena comunidade agrícola quelidava com uma terrível seca resolveram se reunir na igreja e realizar um longoculto de oração, para que Deus enviasse a chuva. As orações murmuradas pelosfiéis já ecoavam pela igreja, quando o padre notou que, para sua tristeza,ninguém havia trazido um guarda-chuva sequer. Como os membros dessa igreja, se você estabelecer objetivos sem acreditarem sua vitória, estará só enganando a si próprio. Acreditar é como estar apaixonado. Quando nos apaixonamos, ativamos onosso cérebro para que fique atento ao mínimo detalhe relacionado à pessoaamada. Assim, a paixão, dentre outros benefícios, ativa a concentração. Sem ela,as oportunidades de sucesso podem bater ou quase derrubar as nossas portas e,mesmo assim, nós não a notaremos. Tome o exemplo de um garoto que faz a escolha de seu time por uma razãoqualquer. Em pouco tempo ele saberá de cor o seu hino, já terá adquirido umacamisa, saberá o nome do técnico e dos jogadores e, acredite, notará até umminúsculo adesivo do time em um carro que passar rapidamente, identificando,assim, outros torcedores iguais a ele. Agora, imagine os benefícios dessaconcentração quando nos dispomos a alcançar um objetivo na vida. Quem já
  11. 11. passou pela experiência afirma que é como num espelho. Damos um passo e eledá um passo em nossa direção. DE TIJOLO EM TIJOLO SE ERGEM OS CASTELOS “Se o vento mudar, ajuste as velas” Alberto Alpino Algumas pessoas têm o hábito de enumerar as suas tentativas econseqüentes fracassos. Por isso culpam desde a economia oscilante do país até ovizinho invejoso que deve ter feito um trabalho de macumba para contribuir comseu fracasso. O poder da macumba é discutível e seria assunto para outros livros.A economia oscilante é uma realidade não somente aqui, como até na maiorpotência do planeta, os Estado Unidos da América. Motivos para o fracasso podem ser numerados infinitamente, mas namaioria dos casos só existe realmente um: a auto- sabotagem. Algumas pessoasse atiram em seus projetos sem pararem para estruturá-los. Vão amontoandotijolos, um sobre o outro, acreditando que estão construindo algo, e sem perceberesquecem a base e o concreto que farão a ligação entre os tijolos. No fim, o quevêem é um enorme muro desmoronando sobre suas cabeças. O que leva alguns indivíduos a instalarem bananas de dinamite sob afundação de seus sonhos é o temor de levarem tempo demais no preparo de algoque tem grande possibilidade de fracassar. Então, o que acreditam ser o maislógico é pular de um projeto para o outro, sem levá-los à finalização,abandonando- os um após os outro, diante dos primeiros desafios. Dessa forma,segundo suas crenças, jamais estarão definitivamente derrotados. Estarãoeternamente tentando. De cipó em cipó, ou melhor, de projeto em projeto, elesvagarão pela selva sem nunca tocarem o chão.
  12. 12. Um planejamento é algo que deve ser encarado com seriedade e, acima detudo, calma. Você já reparou para observar a construção de um edifício?Primeiro, com um bate-estaca, cavam-se os fossos onde serão colocados oconcreto e as vigas que formarão a estrutura do futuro edifício. Após a conclusãodessa tarefa, os operários darão a ela um período para secagem. E, somente apósesse período, começarão a erguer o primeiro piso, depois o segundo e os demais.Tanto na feitura dos edifícios como na execução de projetos, vale o mesmoprincípio: audácia para idealizá-los e sabedoria para erguê-los, um pouquinho decada vez. SEM AS PEDRAS, NÃO HAVERIAM TANTOS CAMINHOS “A cada minuto uma nova oportunidade”. Arlen Fabiano Quase todas as estradas já foram percorridas, e para todas elas há um mapa.Conhecer em minúcias o glorioso momento em que a faixa de chegada é rompidanão vale de nada se você não souber como é a estrada que foi percorrida. O atorAl Pacino conta que, ainda na infância, os seus parentes, incluindo uma tia surdapara quem ele fazia imitações dos personagens que via no cinema, convenceramsua mãe viúva, Rose, a matriculá-lo em uma escola de arte dramática. A farradurou até a situação financeira da família apertar e Rose tirá-lo de lá e tentarconvencê-lo de que atuar era coisa para rico. O pequeno Al não se queixou. Foifaxineiro, lanterninha de cinema, mensageiro de banco, vendedor de seguros, dedicionários, de sapatos e até de cachorros para cegos. Todos os esforços tinhamuma meta: ajudar a família e, claro, pagar as aulas de interpretação. Hoje,assistimos às memoráveis atuações de Pacino em filmes como “O poderosochefão” e “Um dia de cão”, e elas não deixam dúvidas de que ele alcançou o seuobjetivo.
  13. 13. Quando idealizamos nossos projetos de vida, é hábito não lhes adicionaruma porcentagem de percalços a serem encontrados no caminho. Embora sejauma possibilidade bem real, acreditamos que problemas não combinam em nadacom sonhos. E assim, após experimentarmos aquela sensação de que estamosprontos para começar, vamos tratando de avançar horizontalmente na execuçãoplanejada. Um dia, cedo ou tarde, deparamo-nos com um daqueles empecilhos quesurgem do nada, como visitas indesejadas na nossa porta. E, como não noshavíamos preparado para o confronto acreditamos que estamos no caminhoerrado. Infelizmente, a alternativa encontrada por muitos é a de se resignar com ofracasso e desistir. Desistir, até encontrar um outro projeto perfeito, semproblema algum. Baseado nas experiências de quem já se sagrou vencedor no ramo em quevocê pretende investir grande parte de sua vida, analise quais as suas reaischances de concretizar o mesmo feito. Se no fim das contas você concordarconsigo mesmo de que o caminho escolhido é o melhor, aglomere informaçõessobre o assunto. Estude com afinco religioso tanto sobre as tentativas dos quetiveram sucesso como daqueles que fracassaram. Todas as informações sãonecessárias. Afinal, é de tentativas que é feito o sucesso.
  14. 14. PRAZER, SR. TIJOLO! PRAZER, SR. CIMENTO! “Pequenas associações podem ser o começo de grandes empreendimentos” Napoleão Bonaparte No ao ano de 1876, Thomas Alva Edison, aos 29 anos de idade, reconheceuque tinha diante de si um enorme empecilho para alcançar o sucesso na vida. Seucurto período escolar de apenas três meses era uma grande desvantagem emrelação aos seus contemporâneos que tiveram acesso a educação acadêmica. Depois de muito ponderar sobre o assunto, ele teve uma idéia que poderiasolucionar o problema. Iria reunir o talento de químicos, engenheiros, modelistas,cientistas, matemáticos e mecânicos, somando um total de 61 homens, com opropósito de projetarem uma pequena invenção a cada dez dias e uma grandeinvenção a cada seis meses. A idéia deu resultado. Em menos de seis anos, Thomas Edison e sua equipejá tinham mais de 300 patentes. A partir desse exemplo coroado de sucesso,muitos de seus contemporâneos e homens do século seguinte se beneficiaramdessa fórmula para atingir o sucesso, através da cooperação entre os homens. Se estamos tratando de descobrir os ingredientes que conduzem ao sucesso,devemos compreender inicialmente que ninguém chega ao topo sozinho. E, paracontarmos com a ajuda dos outros, que, de certa forma, passarão à posição decolaboradores, devemos ter com eles um relacionamento agradável e salutar. Sempre haverá algo que se possa apresentar como moeda de troca numarelação. Conta-se que perto da Universidade de Princeton, onde lecionavaEinstein, morava uma senhora cuja filha, de oito anos, costumava visitar, todas astardes, o ilustre cientista. Um dia, quando tais visitas já haviam se tornado umhábito, a mãe da garota dirigiu-se ao professor para lhe pedir desculpas pelasinterrupções freqüentes de sua filha. - Não me incomoda em absoluto, minha senhora - assegurou-lhe Einstein. - Gosto muito que sua filha venha me visitar. Nós nos damos muito bem. - Mas que interesse o senhor pode achar numa criança de oito anos?
  15. 15. - É simples - respondeu o grande físico. - Adoro as jujubas que ela me traz, e em compensação eu a ajudo nas lições de matemática. Como Einstein, todos os habitantes do planeta apreciam uma conversaagradável, e esse item, tão barato do qual fazemos tão pouco uso, é de um valorincalculável e, não raro, a chave das relações. Todos possuem o desejo de secomunicarem, mas poucos conhecem as engrenagens da arte da comunicaçãoverbal.* Analisando superficialmente alguns filmes que bateram recordes debilheteria e entraram para a história do cinema, como "O Poderoso Chefão"Uma Linda Mulher” "Karate Kid", e mais recentemente. “Harry Potter .“(Este livro foi comercializado em 2001) . * Nota Clube do E-book. Encontraremos Um mesmo ponto comum em seus roteiros: os personagensprincipais no início desses filmes foram humilhados, depois passaram por umlongo processo de aprendizado e no fim, acabaram se vingando dos seusinimigos e, mostrando a sua superioridade. Por que tantas pessoas ao redor doMundo criaram vínculos com esses filmes e seus personagens? Todos se sentemsatisfeitos quando, em “Uma Linda Mulher", a prostituta Vivian, interpretada pelaatriz Julia Roberts, volta à loja chique de onde tinha sido expulsa dias antes ese vinga das vendedoras que a esnobaram. Na última cena de Karate Kid, ojovem Daniel vence um campeonato de karatê. Todos vibram no momento emque seu oponente, visivelmente arrependido por ter aprontado tantas para omocinho, vem até ele e diz: "Daniel, você é o melhor!". Filmes como esses, naverdade, não falam de vingança, como pode parecer à primeira vista. O pontoexposto é um desejo comum de todos os milhões de seres humanos que sesentiram inexplicavelmente conectados a esses filmes: tornar-se importante.
  16. 16. O desejo de sentir-se importante é uma das principais características dos seres humanos. Todos, em algum momento de suas vidas, sentiram-se desprezados de alguma forma, seja no trabalho, na escola ou mesmo no seio familiar. Sabendo disso, já que estamos tratando de como criar laços com futuros amigos, passemos a dispensar um tratamento exclusivo e respeitoso a todos aqueles que cruzarem o nosso caminho. No seu livro "Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Dale Carnegierelata uma lição de vida aprendida pelo genial William Lyon Phelps. Conta ele:"Quando tinha oito anos de idade, eu estava passando um fim de semanaem visita à minha tia Libby Linsley, em sua casa em Stratford. Certanoite chega um homem de meia-idade que, após uma polida troca deamabilidades com minha tia, concentrou sua atenção em mim. Naqueletempo eu andava muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiao assunto de tal modo que me deu a impressão de estar particularmenteinteressado no mesmo. Depois que ele saiu, falei dele com entusiasmo.Que homem! E como está interessado em barcos! Minha tia informou-me então que ele era um advogado em Nova York, que não entendiacoisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.Confuso, eu perguntei: "Mas então porque falou todo o tempo sobrebarcos?" "Porque ele é um cavalheiro". Foi a sua resposta. Viu queestava interessado em barcos e falou sobre coisas que lhe interessavam elhe causavam prazer. “Fez-se agradável”. Não pense o leitor que estamos dizendo que o cinismo é a chavedas relações humanas. Não é isso. O ponto exposto aqui é que paradeixarmos uma primeira boa impressão, a conversa deve se concentrarnos interesses do nosso interlocutor. Se estivermos na frente de umapessoa educada, haverá reciprocidade. E essa conversa pode ser o iníciode uma excelente associação.De nada adianta para alguém que dedicou grande parte de sua vida aaglomerar conhecimento, não saber se comunicar com quem o cerca. E,ninguém, exceto numa cela, se obrigará a ficar num curto espaço dedistância, ouvindo alguém que só considera o monólogo como meio decomunicação.
  17. 17. Para se tornar agradável como o cavalheiro do relato de Phelps,procure cultivar o saudável hábito da leitura. Um jornal diariamente e umarevista semanalmente farão com que o seu grau de conhecimento se eleve aníveis inimagináveis. Já familiarizado sobre os assuntos de sua época, você estará aptonão apenas para ser uma visita agradável, mas sempre bem-vindo emqualquer grupo de conversa. Política, economia, livros, Internet, futebol, culinária ou até mesmobarcos são temas discutidos em qualquer parte do mundo. Partindodesse ponto, você saberia apontar qual é o assunto de interesse mútuoentre um pescador de Bornéu e um aristocrata inglês? Difícil? Então,para facilitar: você saberia apontar qual o assunto comum entre umpigmeu da Costa do Marfim e um feirante de Boston? Ainda difícil?Entenda então que não importa a época, a idade, raça ou o credoreligioso, sempre haverá um assunto que através dos tempos permaneceimutável como o preferido de todos os seres humanos: eles mesmos. Você já se deu conta de que todos, indistintamente, têm verdadeiroprazer em falar de si mesmos? O assunto preferido do senhor Clóvis? Osenhor Clóvis. O assunto preferido da jovem Brigite? A jovem Brigite.E por aí em diante. Embora nossa sociedade se erga contra oegocentrismo, ele inegavelmente faz parte do nosso ser.De posse de assuntos para discorrer uma boa conversa com o senhorClóvis ou mesmo com a jovem Brigite, e sabendo quais os seus temaspreferidos, lembre-se qual dentre eles é o primordial. Vale lembrar também que todas as pessoas têm seus própriosnomes e sentem-se enormemente felizes em ouvi-los, seguidas vezes.Sem parecer um disco arranhado, repita em meio à conversa, quantasvezes puder, o nome de seu interlocutor. A impressão que fica é de quevocê realmente se interessa por ele. Mas não se esqueça da regra deouro: procure sempre ser o mais sincero possível em seusrelacionamentos. As máscaras, tal como a maçã de Newton, obedecemigualmente à lei da gravidade: cedo ou tarde, caem.
  18. 18. NÃO DESISTA! "A maior proeza que você pode realizar é surpreender-se." Steve Martin Em meados da década de 40, em Memphis, um jovem estaciona oseu velho caminhão em frente a um teatro onde estavam sendo feitosalguns testes para novos cantores, Embora tenso, ele entrou e seapresentou com seu violão. Logo ouviu do diretor do teste: "Rapaz, se eu fosse você, pensariaseriamente em continuar a dirigir caminhão". O candidato a cantor eraElvis Aaron Presley, o futuro rei do Rock n Roll. Dali a alguns anos eleseria adorado e reverenciado nos quatro cantos do planeta. Mesmo hoje,após tantos anos desde a sua morte, milhares de pessoas juram tê-lovisto em meio à multidão, num supermercado, numa lanchonete e atémesmo num disco voador, tal é o efeito "Elvis Presley". Se ele tivesseaceitado aquele conselho do tal diretor, talvez ainda estivesse dirigindoseu caminhão. Um tanto amargurado, ele seria, assaltado por um inquietantepensamento à toda hora: e se eu tivesse persistido? Todos temos sonhos.No entanto, poucos dentre a humanidade os realizam. Esses, seinterrogados sobre como foi o seu trajeto, do desejo à sua concretização,citarão passagens em que se sentiram desmotivados, cansados eirritados com tantos empecilhos encontrados no caminho. Essesentraves se devem a um único problema: o ser humano não consegueprever o futuro. E sem esse dom, ainda não conseguimos ver além doque está à nossa frente. O Rhythm and Blues, um ritmo inventado pelos negros norte-americanos, produzia grandes sucessos musicais na década de 40. Mas,devido ao racismo que imperava no Estados Unidos, eles não eramtocados nas rádios, restringindo a sua divulgação e conseguindo apenasvender os seus discos para os próprios negros. Enquanto os brancosouviam conjuntos e cantores engomadinhos de vozes melodiosas, osnegros, através de gravadoras como a Chess, inundavam um restritomercado com uma música cheia de ritmo, sensualidade e frases deduplo sentido.
  19. 19. Para satisfazer ambas as partes, o mercado fonográfico estavaentão à procura de um branco, com voz de negro, para cantar o Rhythmand Blues, apelidado em seguida de Rockn Roll. A resposta surgiu napessoa de Elvis Presley. Agora, caro leitor, fica a pergunta: como o pobrediretor do teste de Elvis poderia deduzir que nos anos seguintes omercado fonográfico estaria justamente à procura daquele rapaz quesaiu do teatro imerso em tristeza? Não é possível detectar uma futura pessoa de sucesso apenas coma convivência de algumas horas ou até mesma de alguns anos. Ninguémsabe o dia de amanhã. Assim como ninguém tem como prever queaquele colega de escola poderá ser citado no futuro com grandeorgulho: eu o conheci e ele sentava bem ao meu lado. Todos os dias nós cruzamos com centenas de pessoas. Às vezes, as mesmas, pela manhã e pela tarde. Não há como adivinhar se alguma delas estará estampada amanhã na capa da Forbes. Através da história, vemos inúmeros casos de pessoas que como Élvis Presley, foram aconselhadas a mudar o rumo de seus sonhos. Por voltade 1820, em Indiana, os pais de um modesto lavrador viam com orgulhoos esforços de seu filho, que caminhava todos os dias vários quilômetros para ir à escola. Paupérrimo, pedia livros emprestados a seus colegas para ler após o serviço no campo. Eles podiam prever que ele talvez chegasse a conseguir um bom emprego, mas, com certeza, nenhumdeles imaginava que estava frente à frente com Abraham Lincoln, o 16opresidente dos Estados Unidos da América e uma das maiores figuras da história. Em 1900, um banqueiro experiente, uma verdadeira "raposavelha" dos negócios, aconselhava a um dos futuros investidores da Ford Motors: "O automóvel é só uma novidade. O cavalo está aqui para ficar". Em 1946, o presidente da 20th Century Fox, Darryl F. Zanuck, afirmava nos jornais: "Em seis meses a televisão some do mercado. As pessoas vão se cansar de ficar sentadas na frente de uma caixa de madeira". Quando pequeno, Luciano Pavarotti se trancava no quarto para cantar a ária La Dorina é Mobile, do Rigoletto, de Verdi. O resultado era sempre o mesmo: uma enxurrada de gritos e muitas vezespalavrões, suplicando para que se calasse. Um começo pouco promissor
  20. 20. para aquele que seria considerado mais tarde "uma das maiores vozes doséculo". Em 1962, um dos diretores da gravadora Decca recebeu em seuescritório os integrantes de um novo conjunto. Ele analisou as gravaçõesque eles e seu empresário lhe entregaram e lhes disse: "não gostamos do som de vocês. Além disso, conjuntos de guitarristas não têm futuro". O conjunto em questão era formado por Paul McCartney, George Harrison, Ringo Starr e John Lennon, ou como ficaram mais conhecidos, os Beatles. A questão é: não há como saber. Assim como não há por que vocêdesistir de seus planos, desejos e sonhos, simplesmente porque alguémlhe disse que você não pode realizá-los. Só você e sua persistênciapodem gerar a resposta, ninguém mais. JUNTE-SE A ELES "Não sabemos o que podemos fazer, até que decidimos tentar.” Roosevelt Viajando no tempo, imaginemos presenciar a seguinte cena noporto da cidade espanhola de Paios, no ano de 1492. Os primeiros raiosde sol tocam o navegador Cristóvão Colombo, que está logo ali, à nossafrente. Sentado num baú onde estão seus pertences pessoais, ele olhapara as caravelas que estão sendo organizadas para a partida. Ele estáendividado financeiramente com seus credores e moralmente com todoo continente europeu, que acredita vê-lo voltar em muito breve,derrotado na busca de sua "nova rota para as riquezas do Oriente".Como você veio do futuro, sabe que dali a algumas semanas eleencontrará aquilo que mais tarde chamaremos de continente americano eque seu sucesso o fará entrar para a história da humanidade. Mas, apesarde Colombo ter realizado um minucioso planejamento e ter a plenacerteza do sucesso de sua empreitada, angustiado, ele fita os navios e alinha do horizonte infinito. Suponhamos que você pudesse chegar aoseu lado e lhe dar um camarada tapinha nas costas e dizer: "Fiquetranquilo, senhor Colombo. Eu sou do futuro e vim avisá-lo para não termais medo. Entrando naquele navio, o senhor mudará os rumos da
  21. 21. história mundial. Se o senhor tem um objetivo, um planejamento, contacom a colaboração de seus marinheiros e tem a disposição para persistire fazer adequações diante dos empecilhos, então deve assumir os riscose dar um passo adiante". O nosso caro Colombo o fitaria por algunsminutos e diria: "Palos tem realmente toda espécie de maluco. Mas suaspalavras aquecem estranhamente a minha alma e agora sinto minhasforças renovadas. Obrigado". Deixando o nosso bom Colombo e voltando à nossa época, pensenaquele momento em que você estiver preparado, com tudo pronto paradar o passo seguinte e arriscar-se. Como seria bom se alguém de umfuturo não muito distante viesse lhe falar de seu sucesso, não é? Mas,como ainda não inventaram uma forma de viajar pelo tempo, sempreficamos como aquele navegante genovês, inseguros e fitando ohorizonte infinito, pensando no risco de persistir. Nesses momentos,procure se lembrar das lições contidas neste livro. Recorra a ele quantasvezes for necessário, até que as suas mensagens de perseverança façamparte de sua vida. De posse do conhecimento, você agora acaba de receber um títulopermanente de cidadão da Sucessolândia. A seguir, você conhecerá umpouco mais da história de algumas pessoas obstinadas, na verdade, seusvizinhos na nossa querida cidade. Aprenda com eles o caminho dosucesso. Passe a dirigir a sua vida como eles, acreditando em seussonhos e nunca desistindo diante dos obstáculos. Seja bem-vindo àSucessolândia!
  22. 22. Henry Ford Quando tinha 13 anos de idade, Henry Ford viu pela primeiravez um trator a vapor. Desde então não quis mais saber da lavoura.Aos 28 anos, comunicou à sua mulher, Clara, que precisariam semudar para Detroit, onde aceitaria um emprego mal remuneradonuma usina elétrica, com o único objetivo de adquirir conhecimentossobre eletricidade, parte essencial em seu projeto de um motormovido a gasolina. Sua esposa assumiu a função de ajudante nostestes do motor instalado sobre a pia da pequena cozinha. Apesar doconstante descrédito de seus colegas e vizinhos, Ford foidesenvolvendo o seu projeto. Na madrugada de 4 de junho de 1896,seus vizinhos foram acordados pela destruição da parede de tijolosda modesta casa alugada pelos Ford. A parede veio abaixo e surgiuum veículo de aspecto frágil, com quatro rodas de bicicleta e umacampanhia de porta, dirigido por Henry Ford
  23. 23. Carmem Miranda A modesta família de imigrantes portugueses já residia há alguns anosno bairro carioca da Lapa, quando a filha Maria do Carmo Miranda daCunha passou a demonstrar uma incrível convicção de que alcançaria osucesso como artista. Aos 11 anos, no colégio de freiras para criançaspobres, foi escolhida para recitar uma poesia para o rei e a rainha daBélgica, que visitavam o Brasil. Ela foi severamente censurada pelasfreiras devido às suas "excessivas gesticulações". Aos 15 anos,abandonou o colégio para trabalhar em uma loja de gravatas. Mesmodurante esse período, ela continuou a perseguir a carreira de artista. Apósuma apresentação na festa de caridade do Instituto Nacional de Música,ela foi descoberta pelo empresário Josué de Barros, que a levou ao iníciode uma bem-sucedida carreira no rádio e no cinema. Alguns anos maistarde, ela se tornaria uma celebridade de fama internacional.
  24. 24. Gisele Bündchen Descoberta em 1995, por olheiros da Elite, quando passeava em umshopping numa excursão a São Paulo, a gaúcha Gisele participou em seguidado concurso Look of the Year. Tirou o segundo lugar e foi morar com maissete meninas num apartamento em São Paulo. "Eu morria de saudade decasa e a grana só dava para ir ao McDonald’s", diz Gisele. Contrariando osprognósticos de alguns produtores, que diziam a ela que era muito clássica enão servia para fotos de moda jovem, ou aqueles que a aconselhavam adesistir porque seu nariz era grande demais, ela permaneceu firme em suaconvicção de não voltar a Horizontina derrotada. Pontual, paciente ecompenetrada, ela foi abrindo caminho até desembarcar em Nova York, semsaber falar uma palavra em inglês. Em novembro de 1999, a revistaamericana Vogue estampou Gisele como um dos rostos do século.
  25. 25. Ray Kroc Ao ver lotada uma barraca de lanches em San Bernardino, naCalifórnia, Ray Kroc, o ex-vendedor de máquinas de milk-shake, de 52anos, teve a idéia de operar um negócio no qual os hambúrgueres fossemsempre iguais, as batatas fossem fritas na mesma temperatura, aqualidade e o atendimento fossem os mesmos, não importasse o lugar.No dia seguinte, procurou os irmãos Richard e Maurice McDonald comuma proposta: "Por que vocês não abrem uma série de unidades comoesta?" Meses mais tarde, a notícia de q u e u m c e r t o R a y Krocp r o p u n h a aos interessados em abrir u ma réplica de sua lanchonete adivisão mensal dos lucros, o transformou na grande piada do país. Em1963, a rede McDonalds atingiu a marca de mais de I bilhão dehambúrgueres vendidos e 500 lojas abertas.
  26. 26. Walt Disney Desolado. Essa era a expressão estampada na face de Walt Disney,durante um trajeto de trem de Nova York para Los Angeles, no fim dadécada de 20. Ele acabara de perder os direitos sobre a sua grandecriação, o coelho Oswald. Para a Universal. De volta à estaca zero,começou a recordar dos tempos em que os únicos companheiros eram osratos que habitavam a garagem que alugava como estúdio. Então, comum lápis, começou a rabiscar um camundongo, que a princípio sechamaria Mortimer. Após muita insistência, sua mulher, Lilian, oconvenceu a trocar por Mickey. O personagem lhe rendeu fama mundiale uma fortuna incalculável. Anos mais tarde, ele teve uma idéia queencontrou muita oposição: criar um parque que seria uma espécie deterra da fantasia. Mesmo com enormes empecilhos, em 1955 aDisneylândia abria as suas portas e logo se tornaria uma mina de ouro.
  27. 27. J. K. Howling Em 1996, às vésperas de completar 30 anos, Joanne K. Rowlingestava divorciada, falida, e já não se lembrava mais de quanto tempoestava vivendo basicamente do seguro-desemprego. Sua casa era tãovelha que não tinha calefação. O frio castigava sua filhinha. Para aquietara menina, ela a punha num carrinho de bebê e rumava para o café daesquina, aquecido e confortável. Enquanto a criança dormia, Joanneescrevia um romance infantil. Contava a história de Harry Potter, ummenino que tinha uma estranha cicatriz em forma de raio na testa.Depois de muito trabalho, ela completou o livro. Nove editorasrecusaram os originais. A décima, que os aceitou, pagou uma bagatelacomo adiantamento. Em pouco tempo, as aventuras de Harry Potterviraram mania entre as crianças da Inglaterra e, em seguida, do mundo.
  28. 28. Hugh Hefner Criar uma revista sofisticada, de circulação nacional, que apresentasseos prazeres da vida aos homens de uma nova geração. A idéia de HughHefner, então com 28 anos, era quase perfeita, faltava somente o dinheironecessário para levá-la à execução. Decidiu então pedir artigos aescritores, com a proposta de não receberem dinheiro, mas ações do novoempreendimento. Alguns concordaram, outros preferiram ver a cor dodinheiro. Sua família e os poucos amigos presenciaram a fundação daNation-Wide News. Uma empresa que consistia basicamente de umapequena mesa no centro da saia de visitas, Hefner empilhava o materialpara a primeira edição. Ele conseguiu então que uma gráfica adiasse opagamento da primeira tiragem para dali à um ou dois meses. Com umafoto colorida de Marilyn Monroe nua no miolo da revista, chegava àsbancas a Playboy.
  29. 29. Ted Turner Um caçador de encrencas. Essa é uma das melhores definições sobreTed Turner. Aos 18 anos, após ser expulso da Brown University, foitrabalhar com o pai na sua pequena empresa de outdoor. Em poucotempo tornou-a altamente lucrativa. Seu pai, antes de morrer, negociou a venda da empresa e coube aTed desfazer o negócio, ameaçando os novos proprietários com umaconcorrência das mais baixas possíveis. De volta ao controle da empresa,em pouco tempo decidiu mudar de negócio e, por todos acharemimpossível, decidiu investir toda a sua fortuna numa emissora de TVfalida, transformando-a num canal de TV a cabo. Com um estilo inédito de programação, alcançou sucesso e, emseguida, apesar da crítica generalizada, criou um canal que oferecianotícias 24 horas, a C N N .
  30. 30. Lee lacocca Lido Anthony Iacocca, mundialmente célebre como Lee Iacocca, ofilho de imigrantes italianos, de estagiário chegou à presidência da Ford.A sua história de sucesso estaria incompleta se parássemos por aqui. Em1978, após empinar as finanças da empresa com o lançamento da linhaesportiva Ford, integrada por sucessos de venda como o Mustang, ele foidemitido pelo dono da empresa, o magnata Henry Ford III, com adesculpa de que "não ia com a sua cara". Iacocca resumiu mais tarde que perder o emprego aos 55 anos, deforma tão abrupta, foi como ser chutado Everest abaixo. Em vez devoltar para casa cabisbaixo, assumiu a presidência da sua antigaconcorrente, a combalida Chrysler, e exigiu um único dólar, como saláriomensal, até reerguê-la. Em 1984, a Chrysler se tornava a terceira maiorfábrica de automóveis, embalada num lucro anual de dois bilhões dedólares.
  31. 31. Pelé Na decisão do Campeonato de Juniores de Santos de 1 9 5 6 , Pelé, ofranzino menino negro de menos de 1 6 anos, havia perdido um pênalti.Alguns dias depois, sem se perdoar pela falha, ele encheu a sua malacaqui quadrada com seus poucos pertences com uma decisão: iria desistirde tudo e voltar para Bauru. Quando já havia descido boa parte dosdegraus que o levariam do alojamento dos amadores do Santos para asaída da Vila Belmiro, uma voz interrompeu seus pensamentos: "Cadê a autorização para sair? Sem a autorização você nãosai daqui. O dono da voz era Sabuzinho, u m humilde funcionário doSantos, filho da cozinheira do clube. “Já pensou que besteira eu iria fazer? disse Pelé algumas décadas mais tarde, já então reverenciado em todo o planeta como o "deus de todos os estádios".
  32. 32. Akio Morita Akio Morita seria o representante da 15a geração de sua família a assumiruma tradicional fábrica de saque, em Nagoya, no Japão. A guerra interrompeuos planos de seu pai, quando Morita ainda era um estudante de Física. Em1946, com o desejo de ajudar a reerguer seu país, ele e o engenheiro MasaruIbuka resolveram criar uma companhia de telecomunicações, o embrião daSony, nas ruínas de uma loja de departamentos de Tóquio, criando emseguida o primeiro rádio transistorizado no Japão. Em 1970, a Sony foi aprimeira companhia japonesa a entrar na Bolsa de Nova York. Quando Morita,atento observador das tendências, viu americanos ouvindo música nos carrose levando grandes rádios para os parques, resolveu criar um pequeno rádioportátil. Surgia assim o walkman. "Levamos nossos produtos ao público antes de perguntar o queele quer", explicava Morita.
  33. 33. Chateaubriand Na sua infância e adolescência, o paraibano Assis Chateaubriand era a própriaimagem do fracasso. Gago e péssimo aluno, foi mandado pelo pai para morar como avô, no interior do País. Ali, desenvolveu o apego à leitura, se livrou da gagueira einiciou, através do Direito, uma rede de amigos influentes que lhe ajudariam acomprar, em 1925, o "Diário da Noite", o seu primeiro jornal. Desse embrião,passou a montar u m jornal em cada estado brasileiro, promovendo sucessivascampanhas nacionais. Amigo íntimo de todos os presidentes de sua época,Chateaubriand montou um i mpério sem parale los na h i stória dacomunicação, chegando a somar 40 veículos impressos entre jornais e revistas, 20estações de rádio, quase dez estações de TV, u ma ag ência de notícias eu ma de publicidade.
  34. 34. Madonna Já aos seis anos de idade, após o falecimento de sua mãe, Maria Cicceoneou Madonna, como ficou conhecida anos mais tarde, teve de aprender a tomarconta de seus irmãos na ausência do pai. Tanta responsabilidade em suasmãos a preparou para contar somente consigo mesma para alcançar seusobjetivos. Em 1978, desembarcou em Nova York com apenas 35 dólares nobolso, sozinha e decidida a alcançar o sucesso. Depois de passar um longoperíodo de apertos como garçonete em Manhattan, conseguiu entrar para ogrupo de dança de Alvin Ailey e Marta Grahan. Participou de algumas bandasde rock e pop, mas decidiu que conseguiria o sucesso sozinha e não com umabanda. Em 1983 veio o estouro com Holiday, Borde/ince Lucky Star. Noano seguinte, sem deixar o público respirar, emplacou "Like a Virgin". E assima América ganhava sua maior popstar.
  35. 35. Bill Gates “Trabalhe para valer, dê resultados e fique rico. Sem milagres".Esse é o lema de Bill Gates, o homem mais rico do mundo. Quandofoi matriculado pelos pais numa escola particular e teve o primeirocontato com os computadores, passou a ver seus colegas disputaremo uso de u m minicomputador PDP-10. Ocorreu-lhe que umcomputador com programas de fácil manipulação e a preçosacessíveis poderiam ser adquiridos por qualquer família americana. Mesmo sob a desaprovação de todos, em 1975 abandonou aUniversidade de Harvard e aventurou-se numa sociedade com seucolega Paul Allen, fundando a Microsoft e lançando mais tarde oMS-DOS e o Windows, a base da indústria de software. O maior mérito de Gates não foi descobrir novas tecnologias, esim como torná-las objetos de desejo.
  36. 36. Sua FotoNos espaços acima, preencha com seu nome, sua foto e sua história. ANTES DE IR, UM ÚLTIMO CONSELHO "Se você quiser ficar rico, conseguirá, se for apenas isso o que deseja." Henry Ford Esta célebre frase proferida por Henry Ford, nos últimosanos de sua vida, é uma constatação vinda de alguém querealizou o seu sonho de se destacar na multidão. Ele ficou rico,riquíssimo, um dos homens mais poderosos do planeta. Dia enoite ele se dedicou, inicialmente, à criação de um motor àgasolina. Conseguiu. Em seguida, passou a procurar uma formade fabricar carros em grande escala. Novamente obteve sucesso.
  37. 37. E, graças à sua produção em massa, o automóvel se tornouacessível ao cidadão comum. Sim, Henry Ford conseguiu. Masparece que não foi o bastante. De um objetivo ao outro, eleacabou com uma empresa gigante nas mãos, a Ford Motors, eesta exigia a sua constante presença. Quanto mais dinheiro epoder ele obtia, mais era exigido de seu tempo e sua atenção. Graças aos esforços do senhor Ford, hoje quase todo cidadãotem como adquirir um automóvel. Seu sucesso e as suascontribuições ao desenvolvimento da indústria lhe renderamcitações em todas as enciclopédias do mundo, inclusive noslivros que reúnem os grandes homens e feitos do século XX.Contudo, na frase com que abrimos este texto, Ford expõe umadura realidade sobre o sucesso: ele exige uma grande dedicaçãode nossa parte, seja para alcançá-lo, seja para mantê-lo. ComoFord, muitos de nós procuramos estar concentrados na busca dosucesso. Tão ocupados em alcançar objetivos, passamos adedicar uma mínima parcela de tempo aos nossos familiares eamigos. Mesmo sabendo que eles exigem a nossa presença e aconfirmação constante de que não foram esquecidos, seuslugares em nossas vidas, pouco a pouco, vão sendo ocupadospor indivíduos que compartilham de nossa visão ou que trilhama mesma estrada rumo ao sucesso. Para que o caro leitor não cometa esse erro e acabecomemorando as suas vitórias diárias na mais completa solidão,deve encontrar um período do dia para estar com aqueles que seimportam com você e com quem você se importa. Passe acompartilhar com eles não apenas os seus passos, como tambémos avanços e os empecilhos. A fim de que você não venha a setornar um eremita, refém do seu próprio sucesso, procure mediro seu tempo e com certeza ele não lhe faltará. Como regra de ouro, para que você consiga tirar da vida tudode bom que há nela, lembre-se de procurar não apenas osucesso, mas a felicidade.
  38. 38. Este livro é dedicado à memória de Patillo Higgins, que se manteve firme durante vinte anos, acreditando que encontraria o maior poço de petróleo do mundo num pântano no estado norte-americano de Texas.Apesar de toda a descrença de sua família, amigos e sócios, persistiu e em 1901, após passar duas décadas e n c o n t r a n d o somente água eareia, viu jorrar da terra uma negra coluna de petróleo. Naquela época, o maior poço d o mundo. Os autores Apoio: Clube do E-book http://clubedoebook.spaces.live.com/ http://clubedoebook.blogspot.com/

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