RICARDOLEGORRETALUZ, MUROS, COR, MISTÉRIO E BELEZA
01 02 03 04 05QUEM É       OS             LA         CARACTERÍSTICAS   BIBLIOTECALEGORRETA?   MESTRES        CULTURA    AT...
QUEM ÉLEGORRETA?
RICARDOLEGORRETAhttp://legorretalegorreta.com/07 DE MAIO DE 1931MÉXICOARQUITETURA REGIONALISTA.CARÁTER VERNACULARINFLUÊNCI...
1948 1948 1955 1961 19641952 1955 1960 1964 2011FORMADO EM    DESENHISTA E   SÓCIO DE JOSÉ     ATIVIDADE          SÓCIOARQ...
1991          1999 2000 2002 2011PRÊMIO        MEDALHA DE       MEDALHA DE     ORDEM ISABEL   PRAEMIUMNACIONAL DE   OURO, ...
OS MESTRESINSPIRADORES
`JOSEVILLAGRANVANGUARDA DO MOVIMENTORACIONALISTA MODERNO DOMÉXICO DOS ANOS 60LEGORRETA TRABALHOU POR 12ANOS (CHEGOU A SER ...
LUIS      `BARRAGANMESTRE DA COMBINAÇÃO DE LUZE ESPAÇO, "A INSPIRAÇÃO PARA APRIVACIDADE, O HUMANISMO, OMISTÉRIO E A COR"A ...
LOUISKAHN“O MURO NÃO SABIA DA SUAEXISTÊNCIA ATÉ O MOMENTOQUE A LUZ INCIDIU SOBRE ELE.”IMPORTÂNCIA DAS RAÍZES DOLOCAL E PRO...
LA CULTURAMEXICANA
INFLUÊNCIA DOS TEMPLOSPRÉ-HISPÂNICOSHOTEL CAMINO REAL CANCÚN
GRANDE INSPIRAÇÃO RETIRADA DE SUAS VIAGENS COM O PAI PELO INTERIOR DOMEXICO VENDO OS PEQUENOS PUEBLOS, AS HACIENDAS DE TRA...
INFLUÊNCIA DAS CORESUTILIZADAS NAS CASASMEXICANAS
CORES UTILIZADAS POR LEGORRETA
CARACTERÍSTICASATRAVÉS DAS OBRAS
VOLUMES SÓLIDOSUTILIZAÇÃO DE MUROS E PAREDESO MUSEU PIPA DA CRIANÇA E PLANETÁRIOCIDADE DO MÉXICO, MÉXICO(1993)
VOLUMES SÓLIDOSUTILIZAÇÃO DE MUROS E PAREDESMUSEU DE ARTE DO SUL DO TEXASCORPUS CHRISTI, EUA(2006)
VOLUMES SÓLIDOSUTILIZAÇÃO DE MUROS E PAREDESCENTRO CULTURAL LATINODALLAS, EUA(2003)
LUZ E SOMBRACAMPUS CENTRALUNIVERSIDADE AMERICANA DO CAIROCAIRO, EGITO(2009)
LUZ E SOMBRACATEDRAL METROPOLITANA DE MANÁGUANICARÁGUA(1993)
LUZ E SOMBRACASA NO DESERTO MEXICANOBAIXA CALIFÓRNIA, MÉXICO(2010)
CORES FORTES E VIVASCORPORATIVO TELEVISACIDADE DO MÉXICO, MÉXICO(1998)
CORES FORTES E VIVASMUSEU DESCOBERTA DAS CRIANÇASSÃO JOSÉ, CALIFÓRNIA(1989)
CORES FORTES E VIVASCASA JAPÃOZUSHI, JAPÃO(1998)
NATUREZA INTEGRADACASA A CRUZTAMARINDO DESENVOLVIMENTO ECOLÓGICOMÉXICO(2001)
NATUREZA INTEGRADACASA EM SONOMAEUA(1993)
PROPORÇÕESCATEDRAL METROPOLITANA DE MANÁGUANICARÁGUA(1993)
EMOÇÕES E MISTÉRIOHOTEL FAZENDACABO SÃO LUCASMÉXICO(1972)
HORIZONTALIDADEESCOLA DE COMPUTAÇÃO E NEGÓCIOSPARA CARNEGIE MELLONDOHA, QATAR(2009)
PLANOS INCLINADOSCASA NO VALE DE BRAVOMÉXICO(1973)
PLANOS INCLINADOSHOTEL CAMINHO REAL CANCUNMÉXICO(1975)
PLANOS INCLINADOSHOTEL WESTIN BRISASIXTAPA, MÉXICO(1981)
CILINDROS, CIRCUNFERÊNCIASE ESFERASMUSEU TECNOLÓGICO DA INOVAÇÃOSÃO JOSÉ, EUA(1998)
CILINDROS, CIRCUNFERÊNCIASE ESFERASPERSHING SQUARELOS ANGELES, EUA(1993)
CILINDROS, CIRCUNFERÊNCIASE ESFERASESCOLA DE COMPUTAÇÃO E NEGÓCIOSCARNEGIE MELLONDOHA, QATAR
JANELAS EM QUINACASA MORUMBISÃO PAULO, BRASIL(2007)
JANELAS EM QUINACONJUNTO JUÁREZCIDADE DO MÉXICO, MÉXICO(2003)
JANELAS EM QUINAMUSEU FORTWORTH DE CIÊNCIA E HISTÓRIAFORTH WORTH, EUA(2009)
GRANDES VÃOSCENTRO COMUNITÁRIOCAMPUS MISSION BAYSAN FRANCISCO, EUA(2005)
GRANDES VÃOSESCOLA DE DIPLOMACIA DAUNIVERSIDADE GEORGETOWNDOHA, QATAR(2011)
GRANDES VÃOSMULTIPLAZA PANAMERICANASAN SALVADOR, EL SALVADOR(2004)
COMPOSIÇÃO DE BLOCOSCASA MONTALBANLOS ANGELES, EUA(1985)
PLANOSCASA SOTOGRANDESOTOGRANDE, ESPANHA(2004)
PLANOSCASA ITACARÉBAHIA, BRASIL(2010)
SUBTRAÇÕESCENTRO COMUNITÁRIOCAMPUS MISSION BAY, UNIVERSIDADE DACALIFÓRNIA, SAN FRANCISCO(2005)
ÁGUAAPARTAMENTO EM NOVA YORKEUA(2010)
ÁGUAPRAÇA ROBLEESCAZÚ, COSTA RICA(2007)
VERTICALIDADESMULTIPLAZA PANAMERICANASAN SALVADOR, EL SALVADOR(2004)
VERTICALIDADESBIBLIOTECA DE CHULA VISTACHULA VISTA, EUA(1995)
VERTICALIDADESPERSHING SQUARELOS ANGELES, EUA(1993)
BIBLIOTECA CENTRALDE MONTERREY
BIBLIOTECAMAGNA RAÚLRANGEL FRIASLOCALIZAÇÃO:MONTERREY, MÉXICOÁREA:24,000 M²CLIENTE:UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE NUEVO LEÓNARQUI...
NATUREZA COMO          CONJUNTO DA OBRA    O ARQUITETO INCORPOROU O LAGO AO DESENHO E À               LOCALIZAÇÃO DO EDIFÍ...
FORMAS                     `                 GEOMETRICAS    O CILINDRO E O CUBO ABRIGAM AS FUNÇÕES BÁSICAS DA  BIBLIOTECA....
FUNCIONALIDADE               E FORMAUMA BASE DE DOIS NÍVEIS, DESENHADA PARA DAR À BIBLIOTECA UMA ESCALA HUMANA, ALOJA AS Á...
IMPLANTAÇÃO
IMPLANTAÇÃO
IMPLANTAÇÃO
VISTA DO LAGOOESTE
VISTA PÓRTICOSUDOESTE
VISTA DA BASESUL
VISTA DA TORRESUDESTE
VISTA DABIBLIOTECA DECIÊNCIASPOLÍTICASLESTE
VISTA DOSEGUNDOPÓRTICONORTE
RELAÇÃO COM O ENTORNO
RELAÇÃO COM O ENTORNO
RELAÇÃO COM O ENTORNO
MATERIAIS UTILIZADOS         CONCRETO         APARENTE                                 METAL                     VIDROTIJOLO
CORTE D          CORTE B                                       CORTE A                                       CORTE C      ...
RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA2º PAVIMENTO
RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA3º PAVIMENTO
RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA4º PAVIMENTO
RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA1º PAVIMENTO
RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA1º PAVIMENTO
RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESCORTE A
RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESCORTE B
RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESCORTE C
RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESCORTE D
SISTEMA ESTRUTURAL                       LAJE  VIGA                              PILARFUNDAÇÃO
ORGANIZAÇÃO ESPACIALORGANIZAÇÃO CENTRALIZADA.ESPAÇO CENTRAL DOMINANTE.                            82
ORGANIZAÇÃO ESPACIALSE ESTICARMOS A PLANTA DO CILINDROEXTERNO, A ORGANIZAÇÃO É LINEAR
CIRCULAÇÃO VERTICAL                      84
CIRCULAÇÃO HORIZONTAL                        85
CIRCULAÇÃO INCLINADA
01                                            1.   ÁREA DE LEITURA           05                     01                    ...
1.                  01       AUDITÓRIO                   2.                  02       HALL MULTI-USO                      ...
CONJUNTO
UNIDADEDETALHE
UNIDADEFORMAS - CIRCUNFERÊNCIAS
UNIDADEFORMAS - TRIÂNGULOS
UNIDADEFORMAS - QUADRADOS E RETÂNGULOS
ADIÇÃO
ADIÇÃO
ADIÇÃO
ADIÇÃO
SUBTRAÇÃO
SUBTRAÇÃO
SUBTRAÇÃO
REPETITIVO             ELEVAÇÃO OESTE
SINGULAR           ELEVAÇÃO SUL
ILUMINAÇÃO                 A                             B             D                         C             A          ...
ILUMINAÇÃO - A
ILUMINAÇÃO - B
ILUMINAÇÃO - C
ILUMINAÇÃO - D
ILUMINAÇÃO - E
ILUMINAÇÃO - F
VOLUMETRIA
CHEIOS E VAZIOS                  ÁREAS VAZIAS
CHEIOS E VAZIOS                  ÁREAS VAZIAS
1.            01    CILINDRO MAIOR             2.            02    CUBO CENTRAL             3.            03    RETÂNGULO ...
HIERARQUIANOS CORTES
01          03     0204                           05               HIERARQUIA               NOS VOLUMES
RITMO
“       A ARQUITETURA NÃO É   UM MONUMENTO AO CRIADOR,MAS UM ATO DE SERVIÇO AOS USUÁRIOS               ”
BIBLIOGRAFIACHING, FRANCIS D. K.ARQUITETURA – FORMA, ESPAÇO E ORDEM.SÃO PAULO: MARTINS FONTES, 2008.CERVER, FRANCISCO ASEN...
RICARDOLEGORRETALUZ, MUROS, COR, MISTÉRIO E BELEZA                  ALUNOS                   ALEX LIN WORM                ...
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Análise da Obra de Ricardo Legorreta

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Trabalho realizado para a FAU-PUCRS em agosto de 2011 sobre a obra do arquiteto mexicano Ricardo Legorreta.

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Análise da Obra de Ricardo Legorreta

  1. 1. RICARDOLEGORRETALUZ, MUROS, COR, MISTÉRIO E BELEZA
  2. 2. 01 02 03 04 05QUEM É OS LA CARACTERÍSTICAS BIBLIOTECALEGORRETA? MESTRES CULTURA ATRAVÉS DAS CENTRAL DE INSPIRADORES MEXICANA OBRAS MONTERREY
  3. 3. QUEM ÉLEGORRETA?
  4. 4. RICARDOLEGORRETAhttp://legorretalegorreta.com/07 DE MAIO DE 1931MÉXICOARQUITETURA REGIONALISTA.CARÁTER VERNACULARINFLUÊNCIA DA ARQUITETURACOLONIAL E POPULARDEFINE A PRÓPRIA PROFISSÃO COMOSENDO A DE UM “FAZEDOR DESONHOS”SENSO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL.
  5. 5. 1948 1948 1955 1961 19641952 1955 1960 1964 2011FORMADO EM DESENHISTA E SÓCIO DE JOSÉ ATIVIDADE SÓCIOARQUITETURA CHEFE DE VILLAGRÁN PROFISSIONAL FUNDADOR DEPELA PROJETOS DO GARCÍA LIVRE LEGORRETAUNIVERSIDAD ESCRITÓRIO ARQUITETOS,NACIONAL JOSÉ ATUALMENTEAUTÓNOMA VILLAGRÁN LEGORRETA +DE MÉXICO GARCÍA LEGORRETA 1959 2011 PROFESSOR NA UNIVERSIDAD NACIONAL AUTÓNOMA DE MÉXICO, NA UNIVERSIDADE DA CALIFORNIA E NO INSTITUTO TECNOLÓGICO E DE ESTUDOS SUPERIORES DE MONTERREY
  6. 6. 1991 1999 2000 2002 2011PRÊMIO MEDALHA DE MEDALHA DE ORDEM ISABEL PRAEMIUMNACIONAL DE OURO, UIA OURO, AIA LA CATÓLICA IMPERIALE DOARTES PELO (UNIÃO (INSTITUTO DO GOVERNO JAPÃOGOVERNO INTERNACIONAL AMERICANO DE ESPANHOLMEXICANO DE ARQUITETOS) ARQUITETOS)
  7. 7. OS MESTRESINSPIRADORES
  8. 8. `JOSEVILLAGRANVANGUARDA DO MOVIMENTORACIONALISTA MODERNO DOMÉXICO DOS ANOS 60LEGORRETA TRABALHOU POR 12ANOS (CHEGOU A SER SÓCIO)O RIGOR NA CONSTRUÇÃO DEUMA OBRA, A DISCIPLINA, APONTUALIDADE E A ÉTICAARQUITETURA MODERNA(RACIONALISTA E FUNCIONALISTA)LEGORRETA DISSE:ONDE ESTÁ A EMOÇÃO?
  9. 9. LUIS `BARRAGANMESTRE DA COMBINAÇÃO DE LUZE ESPAÇO, "A INSPIRAÇÃO PARA APRIVACIDADE, O HUMANISMO, OMISTÉRIO E A COR"A ARQUITETURA É LINDA, MAS OPAISAGISMO É LAMENTÁVELCORES VIVAS E FORTESLEGORRETA UTILIZOU:NATUREZA COMO ELEMENTOS DECOMPOSIÇÃO
  10. 10. LOUISKAHN“O MURO NÃO SABIA DA SUAEXISTÊNCIA ATÉ O MOMENTOQUE A LUZ INCIDIU SOBRE ELE.”IMPORTÂNCIA DAS RAÍZES DOLOCAL E PROJETAR EDIFÍCIOS QUEPERTENCEM AO LUGAR, AO INVÉSDE TENTAR IMPOR SUA PRÓPRIAARQUITETURA.APRENDEU TAMBÉM A RESPEITODA MANIPULAÇÃO DA LUZ.LEGORRETA APRENDEU:MANIPULAÇÃO DA LUZ E AIMPORTÂNCIA DA CULTURA LOCAL
  11. 11. LA CULTURAMEXICANA
  12. 12. INFLUÊNCIA DOS TEMPLOSPRÉ-HISPÂNICOSHOTEL CAMINO REAL CANCÚN
  13. 13. GRANDE INSPIRAÇÃO RETIRADA DE SUAS VIAGENS COM O PAI PELO INTERIOR DOMEXICO VENDO OS PEQUENOS PUEBLOS, AS HACIENDAS DE TRADIÇÃOESPANHOLA, AS CIDADES HISTÓRICAS E AS RUÍNAS DOS TEMPLOS PRÉ-COLOMBIANOS.
  14. 14. INFLUÊNCIA DAS CORESUTILIZADAS NAS CASASMEXICANAS
  15. 15. CORES UTILIZADAS POR LEGORRETA
  16. 16. CARACTERÍSTICASATRAVÉS DAS OBRAS
  17. 17. VOLUMES SÓLIDOSUTILIZAÇÃO DE MUROS E PAREDESO MUSEU PIPA DA CRIANÇA E PLANETÁRIOCIDADE DO MÉXICO, MÉXICO(1993)
  18. 18. VOLUMES SÓLIDOSUTILIZAÇÃO DE MUROS E PAREDESMUSEU DE ARTE DO SUL DO TEXASCORPUS CHRISTI, EUA(2006)
  19. 19. VOLUMES SÓLIDOSUTILIZAÇÃO DE MUROS E PAREDESCENTRO CULTURAL LATINODALLAS, EUA(2003)
  20. 20. LUZ E SOMBRACAMPUS CENTRALUNIVERSIDADE AMERICANA DO CAIROCAIRO, EGITO(2009)
  21. 21. LUZ E SOMBRACATEDRAL METROPOLITANA DE MANÁGUANICARÁGUA(1993)
  22. 22. LUZ E SOMBRACASA NO DESERTO MEXICANOBAIXA CALIFÓRNIA, MÉXICO(2010)
  23. 23. CORES FORTES E VIVASCORPORATIVO TELEVISACIDADE DO MÉXICO, MÉXICO(1998)
  24. 24. CORES FORTES E VIVASMUSEU DESCOBERTA DAS CRIANÇASSÃO JOSÉ, CALIFÓRNIA(1989)
  25. 25. CORES FORTES E VIVASCASA JAPÃOZUSHI, JAPÃO(1998)
  26. 26. NATUREZA INTEGRADACASA A CRUZTAMARINDO DESENVOLVIMENTO ECOLÓGICOMÉXICO(2001)
  27. 27. NATUREZA INTEGRADACASA EM SONOMAEUA(1993)
  28. 28. PROPORÇÕESCATEDRAL METROPOLITANA DE MANÁGUANICARÁGUA(1993)
  29. 29. EMOÇÕES E MISTÉRIOHOTEL FAZENDACABO SÃO LUCASMÉXICO(1972)
  30. 30. HORIZONTALIDADEESCOLA DE COMPUTAÇÃO E NEGÓCIOSPARA CARNEGIE MELLONDOHA, QATAR(2009)
  31. 31. PLANOS INCLINADOSCASA NO VALE DE BRAVOMÉXICO(1973)
  32. 32. PLANOS INCLINADOSHOTEL CAMINHO REAL CANCUNMÉXICO(1975)
  33. 33. PLANOS INCLINADOSHOTEL WESTIN BRISASIXTAPA, MÉXICO(1981)
  34. 34. CILINDROS, CIRCUNFERÊNCIASE ESFERASMUSEU TECNOLÓGICO DA INOVAÇÃOSÃO JOSÉ, EUA(1998)
  35. 35. CILINDROS, CIRCUNFERÊNCIASE ESFERASPERSHING SQUARELOS ANGELES, EUA(1993)
  36. 36. CILINDROS, CIRCUNFERÊNCIASE ESFERASESCOLA DE COMPUTAÇÃO E NEGÓCIOSCARNEGIE MELLONDOHA, QATAR
  37. 37. JANELAS EM QUINACASA MORUMBISÃO PAULO, BRASIL(2007)
  38. 38. JANELAS EM QUINACONJUNTO JUÁREZCIDADE DO MÉXICO, MÉXICO(2003)
  39. 39. JANELAS EM QUINAMUSEU FORTWORTH DE CIÊNCIA E HISTÓRIAFORTH WORTH, EUA(2009)
  40. 40. GRANDES VÃOSCENTRO COMUNITÁRIOCAMPUS MISSION BAYSAN FRANCISCO, EUA(2005)
  41. 41. GRANDES VÃOSESCOLA DE DIPLOMACIA DAUNIVERSIDADE GEORGETOWNDOHA, QATAR(2011)
  42. 42. GRANDES VÃOSMULTIPLAZA PANAMERICANASAN SALVADOR, EL SALVADOR(2004)
  43. 43. COMPOSIÇÃO DE BLOCOSCASA MONTALBANLOS ANGELES, EUA(1985)
  44. 44. PLANOSCASA SOTOGRANDESOTOGRANDE, ESPANHA(2004)
  45. 45. PLANOSCASA ITACARÉBAHIA, BRASIL(2010)
  46. 46. SUBTRAÇÕESCENTRO COMUNITÁRIOCAMPUS MISSION BAY, UNIVERSIDADE DACALIFÓRNIA, SAN FRANCISCO(2005)
  47. 47. ÁGUAAPARTAMENTO EM NOVA YORKEUA(2010)
  48. 48. ÁGUAPRAÇA ROBLEESCAZÚ, COSTA RICA(2007)
  49. 49. VERTICALIDADESMULTIPLAZA PANAMERICANASAN SALVADOR, EL SALVADOR(2004)
  50. 50. VERTICALIDADESBIBLIOTECA DE CHULA VISTACHULA VISTA, EUA(1995)
  51. 51. VERTICALIDADESPERSHING SQUARELOS ANGELES, EUA(1993)
  52. 52. BIBLIOTECA CENTRALDE MONTERREY
  53. 53. BIBLIOTECAMAGNA RAÚLRANGEL FRIASLOCALIZAÇÃO:MONTERREY, MÉXICOÁREA:24,000 M²CLIENTE:UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE NUEVO LEÓNARQUITETO ASSOCIADO:CHÁVEZ & VIGIL ARQUITECTOSANO:1994
  54. 54. NATUREZA COMO CONJUNTO DA OBRA O ARQUITETO INCORPOROU O LAGO AO DESENHO E À LOCALIZAÇÃO DO EDIFÍCIO. DOIS ELEMENTOS GEOMÉTRICOS BÁSICOS, UM CUBO RODEADO POR UM CILINDRO, DOMINAM O DESENHO. OS DOIS EXTREMOSESTÃO DEFINIDOS POR DOIS TRIÂNGULOS, UM DOS QUAIS DESCE E SE INTRODUZ NO LAGO, CRIANDO UM EFEITO ESCULTÓRICO.O LADRILHO, QUE FOI DESENHADO ESPECIALMENTE PARA A OBRA,PROPORCIONA COR E TEXTURA AO CILINDRO, CONTRASTANDO COM O CONCRETO APARENTE DO CUBO E DA BASE.
  55. 55. FORMAS ` GEOMETRICAS O CILINDRO E O CUBO ABRIGAM AS FUNÇÕES BÁSICAS DA BIBLIOTECA. AS ÁREAS DE LEITURA, LOCALIZADAS DENTRO DOCILINDRO, TÊM VISTAS PARA O PARQUE. O CUBO ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO QUARTOS DE NÍVEL EM FORMA DE ESPIRAL.ESTA FORMA DIVIDE A PLANTA EM QUATRO PLATAFORMAS COM 1M DE DESNÍVEL ENTRE CADA UMA. ESSE EFEITO VISUAL E FÍSICO CRIAUM ESPAÇO FLUÍDO QUE DÁ FLEXIBILIDADE ÀS ESTANTES DE LIVROS,
  56. 56. FUNCIONALIDADE E FORMAUMA BASE DE DOIS NÍVEIS, DESENHADA PARA DAR À BIBLIOTECA UMA ESCALA HUMANA, ALOJA AS ÁREAS ADMINISTRATIVAS, O AUDITÓRIO E A BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS POLÍTICAS.UM PÓRTICO SE ESTENDE ATRAVÉS DAS GALERIAS DE EXPOSIÇÃO DA BASE E CONECTA A BIBLIOTECA COM A AVENIDA DA UNIVERSIDADE.
  57. 57. IMPLANTAÇÃO
  58. 58. IMPLANTAÇÃO
  59. 59. IMPLANTAÇÃO
  60. 60. VISTA DO LAGOOESTE
  61. 61. VISTA PÓRTICOSUDOESTE
  62. 62. VISTA DA BASESUL
  63. 63. VISTA DA TORRESUDESTE
  64. 64. VISTA DABIBLIOTECA DECIÊNCIASPOLÍTICASLESTE
  65. 65. VISTA DOSEGUNDOPÓRTICONORTE
  66. 66. RELAÇÃO COM O ENTORNO
  67. 67. RELAÇÃO COM O ENTORNO
  68. 68. RELAÇÃO COM O ENTORNO
  69. 69. MATERIAIS UTILIZADOS CONCRETO APARENTE METAL VIDROTIJOLO
  70. 70. CORTE D CORTE B CORTE A CORTE C RELAÇÃO ENTRE PLANTAS BAIXAS E CORTES PLANTA BAIXA 1º PAVIMENTO
  71. 71. RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA2º PAVIMENTO
  72. 72. RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA3º PAVIMENTO
  73. 73. RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA4º PAVIMENTO
  74. 74. RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA1º PAVIMENTO
  75. 75. RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESPLANTA BAIXA1º PAVIMENTO
  76. 76. RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESCORTE A
  77. 77. RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESCORTE B
  78. 78. RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESCORTE C
  79. 79. RELAÇÃO ENTRE PLANTASBAIXAS E CORTESCORTE D
  80. 80. SISTEMA ESTRUTURAL LAJE VIGA PILARFUNDAÇÃO
  81. 81. ORGANIZAÇÃO ESPACIALORGANIZAÇÃO CENTRALIZADA.ESPAÇO CENTRAL DOMINANTE. 82
  82. 82. ORGANIZAÇÃO ESPACIALSE ESTICARMOS A PLANTA DO CILINDROEXTERNO, A ORGANIZAÇÃO É LINEAR
  83. 83. CIRCULAÇÃO VERTICAL 84
  84. 84. CIRCULAÇÃO HORIZONTAL 85
  85. 85. CIRCULAÇÃO INCLINADA
  86. 86. 01 1. ÁREA DE LEITURA 05 01 02 2. ARMAZENAMENTO 03 3. BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS POLÍTICAS 01 4. 04 HALL MULTI-USO 02 01 05 5. ADMINISTRAÇÃO 6. 06 TERRAÇO 03 01 0106 04 USO
  87. 87. 1. 01 AUDITÓRIO 2. 02 HALL MULTI-USO 3. 03 ÁREA DE LEITURA 4. FOYER DO AUDITÓRIO 04 5. 05 TERRAÇO303 05 02 4 04 01 USO
  88. 88. CONJUNTO
  89. 89. UNIDADEDETALHE
  90. 90. UNIDADEFORMAS - CIRCUNFERÊNCIAS
  91. 91. UNIDADEFORMAS - TRIÂNGULOS
  92. 92. UNIDADEFORMAS - QUADRADOS E RETÂNGULOS
  93. 93. ADIÇÃO
  94. 94. ADIÇÃO
  95. 95. ADIÇÃO
  96. 96. ADIÇÃO
  97. 97. SUBTRAÇÃO
  98. 98. SUBTRAÇÃO
  99. 99. SUBTRAÇÃO
  100. 100. REPETITIVO ELEVAÇÃO OESTE
  101. 101. SINGULAR ELEVAÇÃO SUL
  102. 102. ILUMINAÇÃO A B D C A E E D E F E
  103. 103. ILUMINAÇÃO - A
  104. 104. ILUMINAÇÃO - B
  105. 105. ILUMINAÇÃO - C
  106. 106. ILUMINAÇÃO - D
  107. 107. ILUMINAÇÃO - E
  108. 108. ILUMINAÇÃO - F
  109. 109. VOLUMETRIA
  110. 110. CHEIOS E VAZIOS ÁREAS VAZIAS
  111. 111. CHEIOS E VAZIOS ÁREAS VAZIAS
  112. 112. 1. 01 CILINDRO MAIOR 2. 02 CUBO CENTRAL 3. 03 RETÂNGULO 4. CILIND 04HIERARQUIANA PLANTA
  113. 113. HIERARQUIANOS CORTES
  114. 114. 01 03 0204 05 HIERARQUIA NOS VOLUMES
  115. 115. RITMO
  116. 116. “ A ARQUITETURA NÃO É UM MONUMENTO AO CRIADOR,MAS UM ATO DE SERVIÇO AOS USUÁRIOS ”
  117. 117. BIBLIOGRAFIACHING, FRANCIS D. K.ARQUITETURA – FORMA, ESPAÇO E ORDEM.SÃO PAULO: MARTINS FONTES, 2008.CERVER, FRANCISCO ASENSIO.ARATA ISOZAKI, LEGORRETA ARQUITECTOS, JEAN NOUVEL, STEVEN HOLL.BARCELONA: F. A. CERVER, 1997.CONSTANTE JÁUREGUI, M. G.DEFINICIÓN ESTÉTICA DE LA OBRA DE RICARDO LEGORRETA Y SU APLICACIÓNAL DISEÑO GRÁFICO.UNIVERSIDAD DE LAS AMÉRICAS PUEBLA, 2005LEGORRETA+LEGORRETA | DISEÑAMOS PARA LA GENTE QUE UTILIZA LASCONSTRUCCIONES. SITIO OFICIAL DEL ARQUITECTO MEXICANO RICARDOLEGORRETA Y ASOCIADOS.DISPONÍVEL EM: HTTP://LEGORRETALEGORRETA.COM/ACESSO EM AGO. 2011
  118. 118. RICARDOLEGORRETALUZ, MUROS, COR, MISTÉRIO E BELEZA ALUNOS ALEX LIN WORM ALINE BUENO LUCAS DEL VALLE RAFAEL BENNETT VERENA GUÊ WILGES

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