Regulamento de provas de futsal 240309

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Regulamento de provas de futsal 240309

  1. 1. FEDERAÇÃO DE FUTEBOL DA GUINÉ-BISSAU *Fundada a 10 de Setembro de 1974* (Membro da CAF – FIFA – UFOA) PROPOSTA Elaborado nos termos do Artigo ______No _____dos Estatutos da FFGB Aprovado em Reunião do Congresso da FFGB, a______/200___ REGULAMENTO PROVAS OFICIAIS DE FUTSAL
  2. 2. 2 CAPÍTULO – I (NOMENCLATURA) 1. GENERALIDADES 1.1.As Provas Oficiais da Federação de Futebol da Guiné-Bissau, na modalidade de FUTSAL, são as que se seguem: 1.1.1. Campeonato Nacional da I Divisão; 1.1.2. Campeonato Nacional da II Divisão; 1.1.3. Taça da Guiné-Bissau; 1.1.4. Super Taça; 1.1.5. Campeonato Nacional Feminino; 1.1.6. Campeonato Nacional Júnior e Juvenil Masculino e Feminino; 1.1.7. Campeonato Nacional Cadetes Masculino e Feminino 1.2.Estas Provas são de participação obrigatória, relativamente aos Clubes para elas inscritas e classificadas; 1.3.Cada Prova será organizada segundo normas específicas e normas gerais comuns a todas as competições incluídas neste Regulamento Geral; e 1.4.Para as Provas consideradas de fomento não constituem obrigatoriedade. 2. DURAÇÃO DOS JOGOS 2.1.Os jogos de FUTSAL terão a duração de quarenta (40) minutos, divididos em duas partes de vinte (20) minutos cada, separados por um intervalo de dez (10) minutos para a Categoria Sénior e trinta (30) minutos, divididos em duas partes de quinze (15) minutos cada, separados por um intervalo de dez (10) minutos para a Categoria Júnior, conforme estabelece as leis internacionais para esta modalidade. 3. CASOS OMISSOS 3.1.Os casos não previstos neste Regulamento serão resolvidos de acordo com os Regulamentos Gerais de Provas da FFGB em vigor. CAPÍTULO – II (ORGANIZAÇÃO TÉCNICA) 1. DA ORGANIZAÇÃO COMPETIÇÕES DA FFGB/INTERNACIONAIS 1.1. O Campeonato Nacional da I e II Divisão será disputado por ……. Clubes, por pontos, a duas voltas; 1.2. A prova terá início em data a indicar pela FFGB em Comunicado Oficial, ouvidos a Comissão de FUTSAL e a Direcção Técnica Nacional; 1.3. Todos os jogos serão disputados em recinto coberto sendo obrigatórios os, Clubes indicarem os pavilhões onde realizarão os seus jogos antes da realização do sorteio da prova; REGULAMENTO PROVAS OFICIAIS DE FUTSAL DA FFGB
  3. 3. 3 1.4. Os jogos serão disputados com uma Bola Oficial definida previamente pela Direcção Técnica Nacional da Federação de Futebol da Guiné-Bissau em Comunicado Oficial da FFGB; 1.5. Os Clubes que disputam o Campeonato Nacional da I e II Divisão terão que dispor, obrigatoriamente, de uma equipa de Júnior e Juvenil, que participarão nas provas oficiais das respectivas categorias; 1.6. O primeiro classificado de cada Prova será o Campeão Nacional respectiva; 1.7. Descem automaticamente à II Divisão Nacional, os Clubes classificados nos dois (2) últimos lugares. 1.8. Ascendem à I Divisão Nacional, os dois (2) primeiros classificados de cada uma das duas Provas Nacional; e 1.9. As competições para a Categoria Cadete terão um Regulamento específico e próprio. 2. SORTEIOS 2.1. Os sorteios para elaboração do Calendário dos jogos e das provas serão realizados na sede da FFGB ou em local a indicar por esta, podendo a eles assistir os delegados das Associações, dos clubes e os Órgãos de Comunicação Social, para o que serão avisados previamente; 2.2. Admitem-se, para os sorteios, arranjos e agrupamentos de jogos, na defesa dos interesses desportivos e financeiros das provas; e 2.3. Dentro das possibilidades que o esquema da prova permita, a Federação tomará em consideração os arranjos e agrupamentos que lhe forem sugeridos. 3. HORÁRIO DOS JOGOS 3.1. Os jogos desta Prova poderão ser realizados tanto no período diurno como nocturno, se tais forem criadas as devidas condições organizacionais, sendo que os horários de inicio e final dos jogos fixados pela FFGB em Comunicado Oficial. 4. DOS JOGOS 4.1. A Federação estabelecerá, no início de cada época desportiva, as datas das provas oficiais e dos jogos internacionais a realizar durante a época, com a ressalva de, no caso de haver necessidade de marcação de jogos internacionais, poder alterar o Calendário já elaborado e tornado público; 4.2. As provas da Federação não serão interrompidas por motivo da realização de jogos internacionais de carácter particular, ficando todavia reservado aos Clubes que tenham um ou mais jogadores para as datas em que, pelo efeito acima, se verifique a impossibilidade de os poderem utilizar; 4.3. Para os jogos Oficiais e das Selecções os procedimentos serão outros; 4.4. A Federação comunicará com a devida antecedência aos Clubes contendores a indicação dos locais e das horas dos encontros; 4.5. A Federação poderá marcar jogos para horas diferentes das habituais, salvo em relação às duas últimas jornadas das provas disputadas por
  4. 4. 4 pontos, nas quais os jogos terão que ser sempre disputados à mesma hora e no mesmo dia por todos os Clubes intervenientes; 4.6. Todos os jogos das provas serão disputados de harmonia com as regras de jogos oficiais adoptadas; 4.7. Apenas se poderão realizar jogos das provas da FFGB em pavilhões que obedeçam as seguintes condições: 4.7.1. Recinto de jogos:  A distância mínima entre as linhas laterais e qualquer tipo de vedação seja de 50cm;  A distância mínima entre as linhas de baliza e qualquer tipo de vedação seja de 100cm;  A distância mínima entre as linhas laterais e os bancos dos suplentes seja de;  A distância mínima entre as linhas laterais e a mesa de cronometrista seja de 50cm;  Nenhum objecto esteja colocado a uma altura a 4m sobre o terreno de jogo;  O piso seja em madeira ou material sintético a FFGB poderá também autorizar a realização de jogos em piso de cimento e/ou mosaico (excepto para a I Divisão Nacional e a partir da Terceira Eliminatória da Taça da Guiné-Bissau), desde que, após vistoria a solicitar pelo Clube interessado, se conclua que a integridade física dos atletas não é posta em causa; e  As dimensões do recinto do jogo terão um cumprimento máximo de 40m e mínimo de 3Sm, e a largura máxima de 20m e mínima de 16m e as linhas de marcação deverão ser visíveis com uma largura mínima de 5m e máxima de 8m. 4.7.2. Tenham assinalado, de forma visíveis, todas as linhas e marcas previstas nas regras de jogo; 4.7.3. Tenham assinalado, de forma visível linhas de 20cm a 40cm de comprimento, marcadas perpendicularmente à linha de baliza e no exterior do terreno de jogo, a 5m da linha lateral, de cada um dos lados da baliza; 4.7.4. Disponham de uma mesa e de uma cadeira para utilização pelo cronometrista fora do terreno de jogo e no prolongamento da linha delimitadora do meio campo; 4.7.5. Disponham de instalação para o controlo Anti-Doping de acordo com as disposições legais em vigor; 4.8. Todos os jogos das provas oficiais da FFGB serão disputados em tempo real, isto é, o cronometrista procederá a paragem da contagem do tempo de jogo sempre que a bola não esteja em jogo; 4.9. Os jogos de cujos recintos de jogo se encontrem interditados por motivos disciplinares, efectuar-se-ão em recintos neutros, a escolha da FFGB após consulta às Associações respectivas: 4.9.1. Quando por qualquer motivo de força maior, independentemente da intervenção humana, não poderão iniciar-se o jogo, caberá ao Clube
  5. 5. 5 visitado, sempre com o acordo da equipa visitante e da equipa de Arbitragem, efectuar as diligências necessárias para que o jogo se realize noutro pavilhão, numa distância nunca superior a 20km do pavilhão para o minutos após o início previsto e grande a comparência da força policial. Se, mesmo assim, não for possível iniciar o jogo, este será marcado/remarcado pela FFGB; 4.9.2. Quando o jogo for nocturno e não possa iniciar-se por falta de energia eléctrica que permita a normal iluminação do recinto do jogo, este realizar-se-á nas condições expressas na alínea?????; 4.9.3. Iniciado e interrompendo o jogo nocturno, o mesmo completar-se- á com o tempo que falta jogar no momenta de interrupção para concluir a duração regulamentar do mesmo. O jogo será marcado nas condições previstas na alínea a) e serão tidas em consideração todas as ocorrências que se verificavam no momento da interrupção (nomeadamente: tempo de jogo, resultado, exibição de cartões, número de faltas acumulativas para cada equipa número de golos; e 4.9.4. Nos casos previstos nas alíneas anteriores as despesas a realizar serão consideradas encargos de organização, nomeadamente o acréscimo de despesas que o Clube visitante haja de suportar até ao limite previsto no comunicado Oficial No 1 (TEOR DESTE COMUNICADO). 4.10. Os jogos anulados e mandados repetir, por motivo de protestos julgados procedentes, serão disputados nos recintos de jogo onde se efectuaram da primeira vez, salvo se o recinto de jogo não tiver as condições regulamentares ou se, por motivo de força maior devidamente comprovado, não for possível utilizar o recinto de jogo. Nestes casos, a FFGB definirá um outro recinto de jogo, considerando-o neutro; 5. DOS JOGADORES 5.1. Nos jogos anulados e mandados repetir, por motivo de protesto julgado procedente, só poderão participar jogadores que satisfaziam as condições regulamentares de inscrição na data do jogo anulado; 5.2. Os jogadores que estavam a cumprir castigo que os impedia de tomar parte no jogo anulado, não poderão participar no jogo em repetição; 5.3. A participação de jogadores nas provas da FFGB depende de prévia inscrição, a qual só será concedida desde que, cumulativamente: 5.3.1. Estejam preenchidos todos os requisitos formais e regulamentares de inscrição; e 5.3.2. Seja legítimo o vínculo de representação do Clube invocado no acto de inscrição, nomeadamente ao abrigo da regulamentação desportiva aplicável. 6. CLASSIFICAÇÃO E DESEMPATES 6.1. Nas competições disputadas por pontos, adoptar-se-á a seguinte Tabela:  Vitória: 3 Pontos;  Empate: 1 Ponto; e
  6. 6. 6  Derrota: 0 Pontos. 6.2. A classificação geral dos Clubes que, no final das fases ou das provas disputadas por pontos, se encontrem com igual número de pontos depende, para efeito de desempate, das seguintes disposições, segundo a ordem de prioridade: 6.2.1. O número de pontos conquistados pelos Clubes empatados, no jogo ou que entre si realizaram; 6.2.2. A diferença entre o número de golos marcados e o número de golos sofridos pelos Clubes empatados, nos jogos que realizaram entre si; 6.2.3. A maior diferença entre o número de golos marcados e o número de golos sofridos pelos Clubes empatados, nos jogos realizados em toda a fase ou prova; 6.2.4. O maior número de vitórias em toda a fase ou prova; 6.2.5. O maior número de golos marcados em toda a fase ou prova; 6.2.6. O maior número de golos sofridos em toda a fase ou prova; 6.3. Se após a aplicação sucessivas dos critérios constantes do número anterior ainda subsistir a situação de igualdade, observar-se-á o seguinte processo de desempate; 6.3.1. Caso se trate apenas de duas equipas: Um jogo de competência campo neutro. Se as equipas terminarem o jogo empatados, aplicar-se- á o previsto no artigo 5102.04; 6.3.2. Caso se trate de mais de duas equipas: Prova por pontos a uma só mão, em campo neutro, susceptível de repetição tantas vezes quantas se façam necessárias, salvo se, entretanto, o número das equipas empatadas vier a diminuir para duas, caso em que se aplicará o previsto na alínea 1.3.1. 6.4. Se no final de um jogo de uma prova ou fase a disputar por eliminatórias a uma mão, se verificar uma igualdade, a determinação do Clube vencedor será efectuada da seguinte forma: 6.4.1. Serão os jogos interrompidos durante cinco (5) minutos e depois prolongados por dez (10) minutos, divididos em duas partes de cinco (5) minutos cada, sem intervalo, mas com troca de campo; e 6.4.2. Se, no final deste prolongamento, o empate subsistir, apurar-se- á o vencedor por marcação de pontapés de grandes penalidades, seguindo as disposições das Leis de Jogo para esta modalidade. 6.5. A determinação do Clube vencedor de uma eliminatória, de uma prova ou fase a disputar por eliminatórias em duas mãos será efectuada pela aplicação sucessiva das seguintes disposições: 6.5.1. Serão os jogos interrompidos durante cinco (5) minutos e depois prolongados por dez (10) minutos, divididos em duas partes de cinco (5) minutos cada, sem intervalo, mas com troca de campo; 6.5.2. Se no final deste prolongamento, o empate persistir, apurar-se-á o vencedor por marcação de pontapés de grandes penalidades, seguindo as disposições das Leis de Jogo para esta modalidade; 6.5.3. O previsto na alínea a) do artigo 5102.04; e (TEOR)
  7. 7. 7 6.5.4. O previsto na alínea b) do artigo 5102.04. (TEOR) 6.6. As vagas eventualmente existentes nos Campeonatos Nacionais da Primeira e Segunda Divisão serão ocupadas, desde que comunicados à FFGB até a realização respectivo, pelas equipas melhor classificadas, da Divisão imediatamente inferior, que não tenham sido automaticamente promovidos. 6.7. A determinação da (s) equipa (s) melhor classificada (s) é efectuada pela aplicação sucessiva dos seguintes critérios: 6.7.1. Maior coeficiente de pontos obtidos na prova; 6.7.2. Maior coeficiente entre a diferença de golos marcados e golos sofridos na prova; 6.7.3. Maior coeficiente de vitórias obtidas na prova; 6.7.4. Maior coeficiente é obtido dividindo o valor em causa (pontos, diferenças de golos, vitórias ou golos marcados) pelo número de jogos efectuados pelo Clube na prova. 7. PUBLICIDADE 7.1. É autorizado o uso de publicidade nas provas oficiais da Federação de Futebol da Guiné-Bissau; 7.2. A FFGB declina toda a responsabilidade ou competência em caso de conflito proveniente do contrato entre um clube e a empresa pública; e 7.3. É interdito aos Árbitros e cronometristas fazerem publicidade nos seus equipamentos. 8. OUTRAS DISPOSIÇÕES 8.1. Nas provas oficiais poderão ser substituídos jogadores sem qualquer limite e sem distinção de lugares, podendo ainda os jogadores substituídos voltar ao terreno de jogo quantas vezes o quiserem proceder; 8.2. A numeração nas camisolas dos jogadores é obrigatória, de acordo com as normas seguintes: 8.2.1. A numeração das camisolas dos jogadores é obrigatória nas costas, facultando-se, no entanto a sua aplicação nos calções e na frente das camisolas; 8.2.2. Os números devem ser em cor que contraste com as cores próprias das camisolas e dos calções; 8.2.3. Nas costas das camisolas os números devem ter, pelo menos 25cm de altura e nos calções e na frente das camisolas pelo menos 10cm de altura; 8.2.4. A numeração inicial dos jogadores é livre, devendo, no entanto, o número um (1) estar reservado com alguma exclusividade para um dos guarda-redes; e 8.2.5. A falta ou troca de números ou o seu arrancamento constituem actos de conduta incorrecta, devendo ser punidos como tal. 8.3. Com a antecedência mínima de trinta (30) minutos antes do início de cada jogo os Delegados de cada Clube entregarão ao Árbitro principal a relação dos jogadores e técnicas (modelo 144 da FFGB), acompanhada das licenças
  8. 8. 8 emitidas pela FFGB, não podendo ser mencionados nessa relação mais do que 12 jogadores. O modelo 144 é fenecido pela Federação de Futebol da Guiné- Bissau ou a instituição organizadora; 8.4. A vistoria das instalações desportivas compete à FFGB e às Associações: 8.4.1. No início de cada época as Associações deverão informar a FFGB, socorrendo-se de informes dos seus filiados prestados em auto próprio que para o efeito lhes será fornecido, sobre as condições dos campos a utilizar em provas oficiais nacionais e internacionais; 8.4.2. A FFGB poderá, através da Comissão de FUTSAL da Federação, sempre que o entender, fazer a Vistoria dos pavilhões a utilizar nas suas provas. 8.5. Compete ao Árbitro verificar, antes do início do jogo, se os campos obedecem as condições previstas no presente regulamento e dispõe da totalidade das marcações previstas nas Leis do Jogo; 8.5.1. Em caso negativo, o Árbitro dirige-se junto à equipa visitada, para tentar remediar a anomalia verificada, devendo aceder a sua efectivação se entender que as condições não põem em risco a verdade desportiva. 8.6. Como o objectivo de permitir uma rápida e inequívoca identificação por parte das equipas e dos Árbitros do momento em que um jogador excluso do terreno de jogo pode ser substituído, o cronometrista colocar na mesa, do lado em que se situa o banco de suplentes da equipa a que pertence o referido jogador, uma placa fornecida pela FFGB com a indicação da equipa, o número do jogador expulso, o minuto e segundo o qual a sua substituição pode ter lugar; 8.7. Ao c1ube visitado compete sempre fornecer as bolas necessárias para o jogo. No entanto permite-se que cada um dos Clubes apresente uma bola para cada metade do jogo. Nos jogos em campo neutro esta última regra deverá ser observada com obrigatoriedade; 8.8. O Árbitro principal, se não considerar uma das bolas em condições, deverá recusá-la; 8.9. A entrada das três equipas no terreno de jogo deverá ser efectuada em simultâneo, com os Árbitros à frente e os jogadores lado a lado, atrás de cada um dos Árbitros; 8.9.1. As equipas deverão alinhar em seguida, de acordo com o previsto nos regulamentos, mas com a presença de todos os jogadores; e 8.9.2. Com o objectivo de permitir iniciar os jogos na hora prevista, as equipas deverão estar junto da equipa de arbitragem, preparadas para entrar no terreno de jogo, três (3) minutos antes da hora prevista para o início do mesmo. 8.10. Quando dois Clubes utilizarem equipamentos semelhantes ou de difícil destrinça, será obrigado a mudar de equipamento Clube visitante. Se o jogo for realizado em pavilhão neutro, mudará o Clube mais novo, contando para o efeito o Clube que ocupe a primeira posição no sorteio; 8.11. Os Clubes deverão obrigatoriamente comunicar à FFGB, antes da época, as cores dos equipamentos que utilizam como principal e de reserva, devendo a FFGB divulgar através de Comunicado Oficial;
  9. 9. 9 8.12. A organização técnica das provas no que respeita a qualificação de jogadores, elaboração de calendários, homologação de resultados, julgamento de reclamação e aplicação de sanções disciplinares pertence à Federação de Futebol da Guiné-Bissau. CAPÍTULO – III (ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA) 1. COMPETÊNCIA 1.1.A organização de todos os jogos das Provas Oficiais de FUTSAL da FFGB ficará a cargo desta, que a poderá Delegar nas outras Instituições vocacionadas para organização de Futebol; 2. DISPOSIÇÕES GERAIS 2.1.Os encargos com as deslocações dos Clubes visitantes, concorrentes aos Campeonatos Nacionais, são da sua própria conta; 2.2.Nos jogos disputados em recinto neutro, as despesas de organização serão suportadas pelo Clube cujo recinto se encontra interditado; 2.3.Os Clubes que indicarem os campos que não sejam sua propriedade, suportarão de sua conta todas as despesas que não estejam previstas neste regulamento; 2.4.Nos jogos de repetição, as despesas de deslocação do Clube visitante, se as houver, serão consideradas como despesas de organização. A receita líquida reverterá a favor do Clube visitado; 2.4.1. As despesas de deslocação prevista neste artigo aludem ao transporte e a hospedagem (quando os Clubes não pertencem a mesma cidade ou localidade) para um máximo de dezassete (17) pessoas. A importância da subvenção individual para a hospedagem, bem como o número de diárias para cada deslocação, constarão de uma tabela a elaborar pela FFGB e a incluir em Comunicado Oficial; 2.4.2. No caso de ter havido despesas de deslocação, o Clube visitante apresentará a conta dessas despesas à FFGB e ao seu adversário no prazo de sete (7) dias; 2.4.3. O clube que, nos termos deste artigo, for considerado devedor de qualquer importância ao seu adversário deverá efectuar o pagamento dessa importância por intermédio da FFGB e no prazo de sete (7) dias, contados, a partir daquele em que tenha recebido da Federação o aviso de pagamento. 2.5.Os encargos da organização dos jogos serão devidamente especificados e deverão subordinar-se ao que se encontra determinado neste Regulamento; 2.6.Os Clubes, quando efectuarem jogos em campos neutros ou neutralizado, terão a faculdade de inspeccionar a organização desses jogos correndo por sua conta os encargos inerentes a essa inspecção; 2.7.Quando por motivos imprevistos não se iniciar qualquer jogo oficialmente marcado, os portadores de bilhetes para ele vendidos terão direito ao reembolso das respectivas importâncias quando a reivindicarem.
  10. 10. 10 3. ENCARGOS FINANCEIROS 3.1.Constituem encargos de organização em todos os jogos da I Divisão: 3.1.1. Confecção de Bilhetes; 3.1.2. Contribuição Tributária; 3.1.3. Policiamento; 3.1.4. Assistência a Primeiros Socorros; 3.1.5. Pessoal (Bilheteiros, Porteiros, Fiscais); 3.1.6. Aluguer de Campo; 3.1.7. Arbitragem; 3.1.8. Propaganda dos jogos nos órgãos de Comunicação Social (Comunicado Oficial). 3.2.Os encargos serão geralmente repartidos entre a instituição encarregue pela organização do Campeonato e os Clubes conforme se segue: 3.2.1. Instituição Organizadora: 3.2.1.1.Comunicação Oficial; e 3.2.1.2.Arbitragem 3.2.2. Clubes Participantes: 3.2.2.1.Confecção de Bilhetes; 3.2.2.2.Contribuição Tributária; 3.2.2.3.Policiamento; 3.2.2.4.Assistência a Primeiros Socorros; 3.2.2.5.Pessoal (Bilheteiros, Porteiros, Fiscais); 3.2.2.6.Aluguer de Campo; 3.2.2.7.Divulgação nos órgãos de Comunicação Social. 3.3.RECEITAS 3.3.1. Sendo uma categoria de fomento os ingressos aos campos de jogo onde se organizam estas provas podem ser subvencionadas pela entidade organizadora; 3.3.2. A receita do jogo da Final para apuramento do Campeão de Júnior e Juvenil caso seja a organização por Séries, será arrecadada pela FFGB e/ou Instituição encarregue e, será realizada em Bissau ou num outro local a ser definido previamente pelo Comité Executivo da FFGB. 3.4.BILHETES 3.4.1. Os preços dos bilhetes de entrada nos campos onde se realizam os jogos das provas organizadas pela FFGB ou outra instituição Delegada serão os fixados pelo seu Comité Executivo e divulgados em Comunicado Oficial; 3.4.2. Compete ao Clube visitado a emissão dos bilhetes para os jogos que realizar nessa ocasião, para este efeito o modelo dos bilhetes deve ser previamente aprovado pela FFGB; 3.4.3. Constitui infracção disciplinar a venda de bilhetes não homologados pela FFGB, bem como a emissão de bilhetes com preço diferentes dos aprovados para a prova em disputa.
  11. 11. 11 CAPÍTULO – IV (PRÉMIOS) 1. A Federação de Futebol da Guiné-Bissau agraciará aos Clubes vencedores com os seguintes Prémios, todas sob responsabilidade financeira da Instituição ou a quem a Delegar: 1.1.Uma Taça para o Clube Vencedor da Prova em disputa; 1.2.Vinte e cinco (25) Medalhas cada, para premiar o Vencedor e o Segundo Classificado, a distribuir da seguinte forma: 1.2.1. Um (1) Presidente; 1.2.2. Um (1) Director do Departamento de Futebol; 1.2.3. Um (1) Treinador Principal; 1.2.4. Um (1) Treinador Adjunto; 1.2.5. Um (1) Médico/Massagista 1.2.6. Vinte (20) Jogadores

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