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II World Environmental Education Congress, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2005

  ANÁLISE CONCEITUAL DE PROJETOS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL
  NO BRASIL. ESTUDO DE CASO: PROJETO ALUNOS GUARDIÕES DA
                           ORLA.



 Alexandre de Gusmão Pedrini ( Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Adriana Galdino dos
                  Santos e Celso Sanchez (Universidade Veiga de Almeida)

RESUMO


       A coerência conceitual em Projetos de Educação Ambiental Não -Formal é desconhecida na
maioria deles. O objetivo deste trabalho foi realizar um estudo de caso s obre o Projeto da Secretaria
municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro intitulado: Alunos Guardiões da Orla. Para a
realização deste trabalho foram usadas três estratégias de coleta de dados: a) análise documental das
fontes escritas sobre o projeto; b) observação participante nas atividades de campo; c) entrevista
gravada semi-estruturada aos principais atores envolvidos no projeto. O referencial teórico -
conceitual adotado foi baseado nos pressupostos pedagógicos da Declaração da Conferência
Internacional de Educação Ambiental de Tbilisi. A equipe de Educação Ambiental do Parque
Natural Municipal de Marapendi, Recreio dos Bandeirantes começou seu trabalho junto a alunos
das escolas municipais da região que tivessem áreas degradadas. O projeto foi inicia do em 2001
através de palestras nas escolas. Em 2003, as atividades passaram a ser todas no parque. Consistem:
a)de uma palestra sobre a ecologia de restingas; b) plantio de mudas de Ipomoea pes-caprae; c)
visita orientada pelo Parque, entrando em contatos com a fauna, flora e solo locais; d) avaliação via
questionários. O presente trabalho concluiu que 70% dos dez principais pressupostos teóricos -
metodológicos de EA, segundo Tbilisi, são atingidos pelo projeto estudado. Porém, pontos cruciais
como o não envolvimento da comunidade do entorno do Parque e a discussão de alguns conceitos
importantes como o desenvolvimento sustentável precisam ser incrementados.


                                        INTRODUÇÃO

       Em um país como o Brasil onde a miséria e o desemprego estão cada vez maiores é muito
difícil se trabalhar a questão ambiental com a grande massa que vive no nível da pobreza. Para o
indivíduo que está desempregado há um ano ou mais, a questão ambiental global muitas vezes pode
passar desapercebida. Para este indivíduo, um problema ambiental só vai lhe interessar se este
problema de alguma forma lhe afetar cotidianamente.
      Com a demanda da Educação Ambiental (EA) para buscar resolver a crise ambiental mundial
devemos procurar soluções para superar o desafio de buscar a melhoria da qualidade de vida da
população em geral, introduzindo a EA. Segundo REIGOTA (2001) a EA:


               “(...) por si só não resolverá os complexos problemas ambientais planetários. No entanto ela pode
      influir decisivamente para isso, quando forma cidadãos conscientes dos seus direi tos e deveres. Tendo
      consciência e conhecimento da problemática global e atuando na sua comunidade, haverá uma mudança no
      sistema, que se não é de resultados imediatos, visíveis, também não será sem efeitos concretos.” (REIGOTA,
      2001, p.12)

       A educação ambiental é um processo que deve ser permanente e que está cada vez mais
ativo na vida do planeta. O objetivo principal da educação ambiental é a busca por soluções para os
problemas ambientais atuais, a conscientização da população promovendo a mudança de atitude
com relação ao meio ambiente, e a elaboração de projetos que visam o desenvolvimento do planeta,
de forma que se obtenha um equilíbrio entre as necessidades econômicas humanas e o meio
ambiente. Mas, antes disso, devemos ter consciência das causas para os problemas ambientais, e ter
definida o máximo possível à concepção do que é desenvolvimento sustentável. O problema
ambiental para Reigota está relacionado principalmente ao desperdício, em suas palavras:


“(...) o problema ambiental não está na qu antidade de pessoas que existe no planeta e que necessita consumir
cada vez mais os recursos naturais (...) o problema está no excessivo consumo desses recursos por uma
pequena parcela da humanidade e no desperdício e produção de artigos inúteis e nefastos à qualidade de
vida.” (REIGOTA, 2001, p.9)

       E esse consumo excessivo é que esta cada vez mais degradando o nosso ambiente, e somente
com uma conscientização da população é que poderíamos ter um desenvolvimento sustentável, que
segundo a Comissão Brundtla nd (DIAS 2000) “é aquele que atende às necessidades do presente, sem
comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem a suas próprias necessidades”.
       Dentre as conceituações que a EA pode ter ela pode ser compreendida como sendo um
processo de aprendizagem pelo qual os indivíduos passam e assim compreendem o Meio Ambiente
em sua totalidade, tendo uma visão ampla deste meio, percebendo -se incluído neste. E a partir desta
percepção, a Educação Ambiental tenciona promover a sustentabilidade (DIAS, 2 000).
       Autores como GONÇALVES (1990), PEDRINI e DE -PAULA(2002) e SATO (2004) têm
visões semelhantes sobre EA, considerando que ela deva ser um processo que aborde as dimensões
sociais, políticas, culturais e ecológicas, respeitando acima de tudo os indivíd uos que estão
envolvidos no processo, dando a oportunidade para que essas pessoas tenham “vez e voz” dentro de
sua comunidade e até mesmo na sociedade, exercendo assim a sua cidadania. Funciona como um
importante instrumento político, objetivando o desenvo lvimento da cidadania dos indivíduos, e
fazendo com que estes tenham um olhar mais crítico. Deve promover a mudança de hábitos, e a
melhoria na qualidade de vida (SANCHEZ, 1996)
       Também podemos considerar que a EA não deve ser vista como uma educação especi al, e
deve ser interdisciplinar dentro de um processo longo e contínuo, sendo “a ação conscientizadora
mútua, que envolve a capacidade crítica, o diálogo, a assimilação de diferentes saberes, e a
transformação ativa da realidade e das condições de vida” (L OUREIRO, 2004)
      E tendo um enfoque local, podemos considerar que a EA dentro de uma metodologia de
resolução de problemas ambientais locais, deve funcionar como um tema gerador (LAYRARGUES,
1997), fazendo com que o problema local seja apenas um objeto de se nsibilização para a
conscientização dos indivíduos envolvidos, tendo continuidade no processo educacional.
       A Conferência de Tbilisi, que ocorreu em 1977, continua sendo um marco referencial da EA
mundial. Até os dias atuais, suas finalidades, seus objetiv os e princípios são utilizados. E com base
nesses princípios é que se pretende desenvolver a análise do projeto “Alunos Guardiões da Orla” do
Centro de Referência em Educação Ambiental do Parque Municipal Ecológico de Marapendi (CEA
Marapendi), da Secretária Municipal de Meio Ambiente (SMAC) do Rio de Janeiro.
       O único estudo feito, buscando verificar compatibilidade entre pressupostos de Tbilisi com
propostas e práticas de projetos foi feito por SILVEIRA (1998). Ele, através da leitura dos textos de
quatro projetos em EA e entrevistas aos seus coordenadores permitiu verificar que nem todos eram
coerentes com o seu discurso. Assim, estudos sobre a coerência conceitual e metodológica de
projetos. Práticas e atividades em EA constituem -se numa demanda urgente, tentando configurar se
propostas em EA são de fato verdadeiramente embasados em pressupostos como os de Tbilisi. O
presente trabalho, visou confrontar a coerência conceitual entre os princípios propostos pela
Conferência de Tbilisi e a teoria -prática do projeto e assim contribuir para a divulgação do projeto e
seu aperfeiçoamento.


METODOLOGIA
       A metodologia adotada para a obtenção dos dados, baseou -se em três estratégias de coleta: a)
análise documental das fontes escritas sobre o projetos; utilizando -se folders, fotografias e outros
documentos oficiais do projeto. b) observação participante no período de 07 de abril a 09 de junho
de 2004, acompanhando as turmas (dentro e fora das salas de aula) que participaram do projeto no
Parque Municipal Ecológico de M arapendi.; c) entrevistas gravadas semi -estruturadas aos principais
atores envolvidos no projeto; foram entrevistados coordenadores, professores e alunos.
Os princípios adotados para a análise conceitual do projeto, tendo como referencial os
pressupostos da Conferência de Tbilisi(cf. DIAS, 2000) foram : 1- Considerar o meio ambiente em
sua totalidade; 2- Constituir um processo contínuo e permanente, através de todas as fases do ensino
formal e não-formal; 3- Aplicar um enfoque interdisciplinar; 4- Examinar as principais questões
ambientais, do ponto de vista local, regional, nacional e internacional, de modo que os educandos se
identifiquem com as condições ambientais de outras regiões geográficas; 5- Concentrar-se nas
condições ambientais atuais, tendo uma a perspectiva histórica; 6- Insistir no valor e na necessidade
da cooperação local, nacional e internacional, para prevenir e resolver os problemas ambientais; 7-
Considerar, de maneira explícita, os aspectos ambientais nos planos de desenvolvimento e de
crescimento; 8- Ajudar a descobrir os sintomas e as causas reais dos problemas ambientais; 9-
Destacar a complexidade dos problemas ambientais e, em conseqüência, a necessidade de
desenvolver o senso crítico e as habilidades necessárias para resolver tais problemas; 10- Utilizar
diversos ambientes educativos e uma ampla gama de métodos para comunicar e adquirir
conhecimentos sobre o meio ambiente, acentuando          devidamente as atividades práticas e as
experiências pessoais.
       A metodologia desenvolvida pela equ ipe do CEA Marapendi divide o projeto em duas
fases, cada uma com duração de 2 meses, estando a primeira fase relacionada ao ensino das noções
básicas sobre o ecossistema restinga e a segunda à consolidação do aprendizado. Cada período conta
com a participação de 3 turmas do primeiro segmento do ensino fundamental, das escolas
municipais do Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca.
       Na primeira fase do projeto, os alunos assistem a uma palestra sobre ecologia de restinga no
Auditório do CEA Marapendi, e p articipam da recuperação de trechos da orla nas praias do Recreio
e do Grumari através do plantio de mudas de Ipomoea pes-caprae (L.) Sweet. As áreas recuperadas
são cercadas com mourões de eucalipto e arame.
       Na segunda fase, dois meses após a primeira vis ita, os alunos retornam ao CEA Marapendi
para participar de uma aula, onde os conceitos sobre restinga são aprofundados, assistem ao filme de
sua turma no dia do plantio e realizam uma visita orientada ao Parque Natural Municipal de
Marapendi ou ao Parque Natural Municipal Chico Mendes, onde podem entrar contato com espécies
da fauna e flora típicas da região.Todas as atividades são registradas através de filmagem e
fotografia.


RESULTADOS
O Centro de Educação Ambiental (CEA) do Parque Natural Municipal de Marapendi se
situa à beira da extremidade sul da Lagoa de Marapendi, Baixada de Jacarépaguá, município do Rio
de Janeiro.
       O projeto Guardiões da Orla é realizados pela equipe de EA do CE. A proposta do projeto se
justifica pela intensa degradação da veget ação das áreas litorâneas do município do RJ e pela
redução e até a extinção potencial de algumas espécies de organismos, ocasionada pelo processo de
urbanização da cidade do Rio de Janeiro. Assim, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente através
do Centro de Referência em Educação Ambiental do Parque Natural Municipal de Marapendi
estimulou a realização do projeto “Alunos Guardiões da Orla”, visando recuperar as áreas
degradadas e conscientizar ambientalmente os alunos das escolas municipais da região.
       O projeto foi iniciado em 2001, e como ainda não existia o CEA Marapendi, as palestras
eram ministradas nas próprias escolas. Em 2002, com a inauguração do CEA Marapendi, as
atividades passaram a ser todas desenvolvidas no Parque. Nesta ocasião, o projeto era desenvolvido
em várias escolas, mas em 2003, optou -se por trabalhar apenas com 4 escolas, para que assim
pudesse se trabalhar melhor a EA nas escolas, e também para que a participação desses alunos no
projeto não representasse somente uma atividade extra, e sim uma consolidação dos conceitos já
trabalhados nas escolas.
       Os resultados são percebidos através das avaliações realizadas pelos coordenadores do
projeto, por meio de questionários distribuídos para os professores e para os alunos. Atualmente o
projeto já contou com a participação de 1.500 alunos que efetuaram o plantio de 16.000 mudas. A
recuperação das áreas é prejudicada principalmente pela falta de rega diária das mudas no primeiro
mês após o plantio.
       Relacionando o projeto aos princípios de Tbili si, observou-se que o projeto trabalha a EA de
forma que não se passe somente a problemática da restinga, mostrando que é necessário preservar
todo o meio ambiente. Também ressalta bem a importância do habitat, chamando a atenção dos
alunos para o que aconteceria se destruíssem as suas casas. Isso faz com que eles passem a pensar
na importância de se conservar o ambiente de restinga, que é o que esta sendo problematizado.
       Ir a praia para a realização do plantio e saber quais foram os motivos que levaram até aquele
estágio de degradação faz com que os alunos compreendam o objetivo e o porquê deste plantio.
       Há a sensibilização dos alunos para os problemas ambientais por serem problemas que estão
presentes no seu cotidiano, e esse fato faz com eles comecem a d esenvolver o seu senso crítico.
Apesar do projeto em si não fazer com que isso aconteça, de uma certa forma, podemos considerá -
lo como uma “fagulha” que desencadeia o processo de desenvolvimento do senso crítico.
O projeto tem a perspectiva de que a EA se ja trabalhada dentro das escolas, de forma que
este seja apenas um apoio na educação desses alunos. Há uma preocupação na escolha dessas
escolas, baseada nesse critério.
       Há pontos no projeto que não são trabalhados como a definição de desenvolvimento
sustentável, que seria muito importante de se abordar com os alunos para que esse conceito desde já
fizesse parte da vida deles. E a participação dos moradores da região, que faz com que algumas
recomendações da Conferência de Tbilisi não sejam cumpridas.


CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES


       O projeto cumpriu a maioria dos pressupostos pedagógicos preconizados para um projeto
coerente conceitualmente de EA. Durante todo o processo de pesquisa surgiram muitas questões
para serem trabalhadas em EA. Com o propósito de aux iliar aos profissionais que atuam no projeto
a superar algumas das dificuldades, sugere -se algumas recomendações: a) Formular outros projetos
que sejam interligados a este, afim de que o tema seja gerador, e não uma atividade fim; b)
Qualificar os professores, para que eles continuem a desenvolver a EA com os alunos; c)Procurar
adotar e discutir as Recomendações de Tbilisi, para que assim o projeto possa se adequar melhor ao
que se espera dele de acordo com os princípios destas recomendações; d) Abrir o pro jeto também às
escolas da rede privada; e) Ampliar o projeto formando grupos de moradores para que eles também
sejam “Guardiões da Orla”; f) Aumentar o efetivo de funcionários do parque, para que se possa
atender a um número maior de público.


BIBLIOGRAFIA CITADA


DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas . – 6.ed. – São Paulo:
       Gaia, 2000.


GUIMARÃES, Mauro. A dimensão ambiental na educação . – 5.ed. – Campinas-SP: Papirus,
       2003.


LAYRARGUES, P.P. Resolução de problemas ambient ais: tema gerador ou atividade fim da
       educação ambiental? In: Educação Ambiental em debate: 20anos de Educação Ambiental
       pós- Tbilisi. SIMPÓSIO, PUC-RIO, 1997.
LOUREIRO, Carlos Frederico B. Trajetória e Fundamentos da Educação Ambiental . São
      Paulo: Cortez, 2004.


PEDRINI, A & DE-PAULA, J.C. Educação Ambiental: discursos e práticas. In: PEDRINI, A
      G.(org.) Educação Ambiental: Reflexões e práticas contemporâneas. 5.ed., Petrópolis:
      RJ: Vozes, 2002


REIGOTA, Marcos. O que é educação ambiental . São Paulo: Brasiliense, 2001b. – (Coleção
      primeiros passos 292)


SANCHEZ, Celso. Maturidade, Responsabilidade e Educação Ambiental : Uma breve reflexão
      conceitual. Anais do Seminário de Educação Ambiental do GEA/ UFRJ. Rio de Janeiro:
      UFRJ, 1996.


SATO, Michèle. Educação Ambiental: o que diz a literatura. 1994.


SILVEIRA, André Luis Barbosa Estolano da. Comparação entre as recomendações da
      Conferência de Tbilisi e projetos de Educação Ambiental; estudo introdutório .
      Monografia de graduação em Ciências Biológicas – Universidade Federal Rural do Rio de
      Janeiro. Rio de Janeiro:UFRRJ, 1998.


TAUTZ, Carlos. E agora, Terra? Revista Ecologia, Rio de Janeiro, Nº 104, p.1 -48, out./nov.
      2002.


      Endereço da entidade do primeiro autor


Laboratório de Ficologia e Educação Ambie ntal, Departamento de Biologia Vegetal, Universidade
      do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier, Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha,
      Sala 525/1, CEP 20550-013, Rio de Janeiro, RJ, Brasil; pedrini@uerj.br

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  • 1. II World Environmental Education Congress, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2005 ANÁLISE CONCEITUAL DE PROJETOS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL. ESTUDO DE CASO: PROJETO ALUNOS GUARDIÕES DA ORLA. Alexandre de Gusmão Pedrini ( Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Adriana Galdino dos Santos e Celso Sanchez (Universidade Veiga de Almeida) RESUMO A coerência conceitual em Projetos de Educação Ambiental Não -Formal é desconhecida na maioria deles. O objetivo deste trabalho foi realizar um estudo de caso s obre o Projeto da Secretaria municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro intitulado: Alunos Guardiões da Orla. Para a realização deste trabalho foram usadas três estratégias de coleta de dados: a) análise documental das fontes escritas sobre o projeto; b) observação participante nas atividades de campo; c) entrevista gravada semi-estruturada aos principais atores envolvidos no projeto. O referencial teórico - conceitual adotado foi baseado nos pressupostos pedagógicos da Declaração da Conferência Internacional de Educação Ambiental de Tbilisi. A equipe de Educação Ambiental do Parque Natural Municipal de Marapendi, Recreio dos Bandeirantes começou seu trabalho junto a alunos das escolas municipais da região que tivessem áreas degradadas. O projeto foi inicia do em 2001 através de palestras nas escolas. Em 2003, as atividades passaram a ser todas no parque. Consistem: a)de uma palestra sobre a ecologia de restingas; b) plantio de mudas de Ipomoea pes-caprae; c) visita orientada pelo Parque, entrando em contatos com a fauna, flora e solo locais; d) avaliação via questionários. O presente trabalho concluiu que 70% dos dez principais pressupostos teóricos - metodológicos de EA, segundo Tbilisi, são atingidos pelo projeto estudado. Porém, pontos cruciais como o não envolvimento da comunidade do entorno do Parque e a discussão de alguns conceitos importantes como o desenvolvimento sustentável precisam ser incrementados. INTRODUÇÃO Em um país como o Brasil onde a miséria e o desemprego estão cada vez maiores é muito difícil se trabalhar a questão ambiental com a grande massa que vive no nível da pobreza. Para o indivíduo que está desempregado há um ano ou mais, a questão ambiental global muitas vezes pode
  • 2. passar desapercebida. Para este indivíduo, um problema ambiental só vai lhe interessar se este problema de alguma forma lhe afetar cotidianamente. Com a demanda da Educação Ambiental (EA) para buscar resolver a crise ambiental mundial devemos procurar soluções para superar o desafio de buscar a melhoria da qualidade de vida da população em geral, introduzindo a EA. Segundo REIGOTA (2001) a EA: “(...) por si só não resolverá os complexos problemas ambientais planetários. No entanto ela pode influir decisivamente para isso, quando forma cidadãos conscientes dos seus direi tos e deveres. Tendo consciência e conhecimento da problemática global e atuando na sua comunidade, haverá uma mudança no sistema, que se não é de resultados imediatos, visíveis, também não será sem efeitos concretos.” (REIGOTA, 2001, p.12) A educação ambiental é um processo que deve ser permanente e que está cada vez mais ativo na vida do planeta. O objetivo principal da educação ambiental é a busca por soluções para os problemas ambientais atuais, a conscientização da população promovendo a mudança de atitude com relação ao meio ambiente, e a elaboração de projetos que visam o desenvolvimento do planeta, de forma que se obtenha um equilíbrio entre as necessidades econômicas humanas e o meio ambiente. Mas, antes disso, devemos ter consciência das causas para os problemas ambientais, e ter definida o máximo possível à concepção do que é desenvolvimento sustentável. O problema ambiental para Reigota está relacionado principalmente ao desperdício, em suas palavras: “(...) o problema ambiental não está na qu antidade de pessoas que existe no planeta e que necessita consumir cada vez mais os recursos naturais (...) o problema está no excessivo consumo desses recursos por uma pequena parcela da humanidade e no desperdício e produção de artigos inúteis e nefastos à qualidade de vida.” (REIGOTA, 2001, p.9) E esse consumo excessivo é que esta cada vez mais degradando o nosso ambiente, e somente com uma conscientização da população é que poderíamos ter um desenvolvimento sustentável, que segundo a Comissão Brundtla nd (DIAS 2000) “é aquele que atende às necessidades do presente, sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem a suas próprias necessidades”. Dentre as conceituações que a EA pode ter ela pode ser compreendida como sendo um processo de aprendizagem pelo qual os indivíduos passam e assim compreendem o Meio Ambiente em sua totalidade, tendo uma visão ampla deste meio, percebendo -se incluído neste. E a partir desta percepção, a Educação Ambiental tenciona promover a sustentabilidade (DIAS, 2 000). Autores como GONÇALVES (1990), PEDRINI e DE -PAULA(2002) e SATO (2004) têm visões semelhantes sobre EA, considerando que ela deva ser um processo que aborde as dimensões sociais, políticas, culturais e ecológicas, respeitando acima de tudo os indivíd uos que estão envolvidos no processo, dando a oportunidade para que essas pessoas tenham “vez e voz” dentro de sua comunidade e até mesmo na sociedade, exercendo assim a sua cidadania. Funciona como um
  • 3. importante instrumento político, objetivando o desenvo lvimento da cidadania dos indivíduos, e fazendo com que estes tenham um olhar mais crítico. Deve promover a mudança de hábitos, e a melhoria na qualidade de vida (SANCHEZ, 1996) Também podemos considerar que a EA não deve ser vista como uma educação especi al, e deve ser interdisciplinar dentro de um processo longo e contínuo, sendo “a ação conscientizadora mútua, que envolve a capacidade crítica, o diálogo, a assimilação de diferentes saberes, e a transformação ativa da realidade e das condições de vida” (L OUREIRO, 2004) E tendo um enfoque local, podemos considerar que a EA dentro de uma metodologia de resolução de problemas ambientais locais, deve funcionar como um tema gerador (LAYRARGUES, 1997), fazendo com que o problema local seja apenas um objeto de se nsibilização para a conscientização dos indivíduos envolvidos, tendo continuidade no processo educacional. A Conferência de Tbilisi, que ocorreu em 1977, continua sendo um marco referencial da EA mundial. Até os dias atuais, suas finalidades, seus objetiv os e princípios são utilizados. E com base nesses princípios é que se pretende desenvolver a análise do projeto “Alunos Guardiões da Orla” do Centro de Referência em Educação Ambiental do Parque Municipal Ecológico de Marapendi (CEA Marapendi), da Secretária Municipal de Meio Ambiente (SMAC) do Rio de Janeiro. O único estudo feito, buscando verificar compatibilidade entre pressupostos de Tbilisi com propostas e práticas de projetos foi feito por SILVEIRA (1998). Ele, através da leitura dos textos de quatro projetos em EA e entrevistas aos seus coordenadores permitiu verificar que nem todos eram coerentes com o seu discurso. Assim, estudos sobre a coerência conceitual e metodológica de projetos. Práticas e atividades em EA constituem -se numa demanda urgente, tentando configurar se propostas em EA são de fato verdadeiramente embasados em pressupostos como os de Tbilisi. O presente trabalho, visou confrontar a coerência conceitual entre os princípios propostos pela Conferência de Tbilisi e a teoria -prática do projeto e assim contribuir para a divulgação do projeto e seu aperfeiçoamento. METODOLOGIA A metodologia adotada para a obtenção dos dados, baseou -se em três estratégias de coleta: a) análise documental das fontes escritas sobre o projetos; utilizando -se folders, fotografias e outros documentos oficiais do projeto. b) observação participante no período de 07 de abril a 09 de junho de 2004, acompanhando as turmas (dentro e fora das salas de aula) que participaram do projeto no Parque Municipal Ecológico de M arapendi.; c) entrevistas gravadas semi -estruturadas aos principais atores envolvidos no projeto; foram entrevistados coordenadores, professores e alunos.
  • 4. Os princípios adotados para a análise conceitual do projeto, tendo como referencial os pressupostos da Conferência de Tbilisi(cf. DIAS, 2000) foram : 1- Considerar o meio ambiente em sua totalidade; 2- Constituir um processo contínuo e permanente, através de todas as fases do ensino formal e não-formal; 3- Aplicar um enfoque interdisciplinar; 4- Examinar as principais questões ambientais, do ponto de vista local, regional, nacional e internacional, de modo que os educandos se identifiquem com as condições ambientais de outras regiões geográficas; 5- Concentrar-se nas condições ambientais atuais, tendo uma a perspectiva histórica; 6- Insistir no valor e na necessidade da cooperação local, nacional e internacional, para prevenir e resolver os problemas ambientais; 7- Considerar, de maneira explícita, os aspectos ambientais nos planos de desenvolvimento e de crescimento; 8- Ajudar a descobrir os sintomas e as causas reais dos problemas ambientais; 9- Destacar a complexidade dos problemas ambientais e, em conseqüência, a necessidade de desenvolver o senso crítico e as habilidades necessárias para resolver tais problemas; 10- Utilizar diversos ambientes educativos e uma ampla gama de métodos para comunicar e adquirir conhecimentos sobre o meio ambiente, acentuando devidamente as atividades práticas e as experiências pessoais. A metodologia desenvolvida pela equ ipe do CEA Marapendi divide o projeto em duas fases, cada uma com duração de 2 meses, estando a primeira fase relacionada ao ensino das noções básicas sobre o ecossistema restinga e a segunda à consolidação do aprendizado. Cada período conta com a participação de 3 turmas do primeiro segmento do ensino fundamental, das escolas municipais do Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca. Na primeira fase do projeto, os alunos assistem a uma palestra sobre ecologia de restinga no Auditório do CEA Marapendi, e p articipam da recuperação de trechos da orla nas praias do Recreio e do Grumari através do plantio de mudas de Ipomoea pes-caprae (L.) Sweet. As áreas recuperadas são cercadas com mourões de eucalipto e arame. Na segunda fase, dois meses após a primeira vis ita, os alunos retornam ao CEA Marapendi para participar de uma aula, onde os conceitos sobre restinga são aprofundados, assistem ao filme de sua turma no dia do plantio e realizam uma visita orientada ao Parque Natural Municipal de Marapendi ou ao Parque Natural Municipal Chico Mendes, onde podem entrar contato com espécies da fauna e flora típicas da região.Todas as atividades são registradas através de filmagem e fotografia. RESULTADOS
  • 5. O Centro de Educação Ambiental (CEA) do Parque Natural Municipal de Marapendi se situa à beira da extremidade sul da Lagoa de Marapendi, Baixada de Jacarépaguá, município do Rio de Janeiro. O projeto Guardiões da Orla é realizados pela equipe de EA do CE. A proposta do projeto se justifica pela intensa degradação da veget ação das áreas litorâneas do município do RJ e pela redução e até a extinção potencial de algumas espécies de organismos, ocasionada pelo processo de urbanização da cidade do Rio de Janeiro. Assim, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente através do Centro de Referência em Educação Ambiental do Parque Natural Municipal de Marapendi estimulou a realização do projeto “Alunos Guardiões da Orla”, visando recuperar as áreas degradadas e conscientizar ambientalmente os alunos das escolas municipais da região. O projeto foi iniciado em 2001, e como ainda não existia o CEA Marapendi, as palestras eram ministradas nas próprias escolas. Em 2002, com a inauguração do CEA Marapendi, as atividades passaram a ser todas desenvolvidas no Parque. Nesta ocasião, o projeto era desenvolvido em várias escolas, mas em 2003, optou -se por trabalhar apenas com 4 escolas, para que assim pudesse se trabalhar melhor a EA nas escolas, e também para que a participação desses alunos no projeto não representasse somente uma atividade extra, e sim uma consolidação dos conceitos já trabalhados nas escolas. Os resultados são percebidos através das avaliações realizadas pelos coordenadores do projeto, por meio de questionários distribuídos para os professores e para os alunos. Atualmente o projeto já contou com a participação de 1.500 alunos que efetuaram o plantio de 16.000 mudas. A recuperação das áreas é prejudicada principalmente pela falta de rega diária das mudas no primeiro mês após o plantio. Relacionando o projeto aos princípios de Tbili si, observou-se que o projeto trabalha a EA de forma que não se passe somente a problemática da restinga, mostrando que é necessário preservar todo o meio ambiente. Também ressalta bem a importância do habitat, chamando a atenção dos alunos para o que aconteceria se destruíssem as suas casas. Isso faz com que eles passem a pensar na importância de se conservar o ambiente de restinga, que é o que esta sendo problematizado. Ir a praia para a realização do plantio e saber quais foram os motivos que levaram até aquele estágio de degradação faz com que os alunos compreendam o objetivo e o porquê deste plantio. Há a sensibilização dos alunos para os problemas ambientais por serem problemas que estão presentes no seu cotidiano, e esse fato faz com eles comecem a d esenvolver o seu senso crítico. Apesar do projeto em si não fazer com que isso aconteça, de uma certa forma, podemos considerá - lo como uma “fagulha” que desencadeia o processo de desenvolvimento do senso crítico.
  • 6. O projeto tem a perspectiva de que a EA se ja trabalhada dentro das escolas, de forma que este seja apenas um apoio na educação desses alunos. Há uma preocupação na escolha dessas escolas, baseada nesse critério. Há pontos no projeto que não são trabalhados como a definição de desenvolvimento sustentável, que seria muito importante de se abordar com os alunos para que esse conceito desde já fizesse parte da vida deles. E a participação dos moradores da região, que faz com que algumas recomendações da Conferência de Tbilisi não sejam cumpridas. CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES O projeto cumpriu a maioria dos pressupostos pedagógicos preconizados para um projeto coerente conceitualmente de EA. Durante todo o processo de pesquisa surgiram muitas questões para serem trabalhadas em EA. Com o propósito de aux iliar aos profissionais que atuam no projeto a superar algumas das dificuldades, sugere -se algumas recomendações: a) Formular outros projetos que sejam interligados a este, afim de que o tema seja gerador, e não uma atividade fim; b) Qualificar os professores, para que eles continuem a desenvolver a EA com os alunos; c)Procurar adotar e discutir as Recomendações de Tbilisi, para que assim o projeto possa se adequar melhor ao que se espera dele de acordo com os princípios destas recomendações; d) Abrir o pro jeto também às escolas da rede privada; e) Ampliar o projeto formando grupos de moradores para que eles também sejam “Guardiões da Orla”; f) Aumentar o efetivo de funcionários do parque, para que se possa atender a um número maior de público. BIBLIOGRAFIA CITADA DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas . – 6.ed. – São Paulo: Gaia, 2000. GUIMARÃES, Mauro. A dimensão ambiental na educação . – 5.ed. – Campinas-SP: Papirus, 2003. LAYRARGUES, P.P. Resolução de problemas ambient ais: tema gerador ou atividade fim da educação ambiental? In: Educação Ambiental em debate: 20anos de Educação Ambiental pós- Tbilisi. SIMPÓSIO, PUC-RIO, 1997.
  • 7. LOUREIRO, Carlos Frederico B. Trajetória e Fundamentos da Educação Ambiental . São Paulo: Cortez, 2004. PEDRINI, A & DE-PAULA, J.C. Educação Ambiental: discursos e práticas. In: PEDRINI, A G.(org.) Educação Ambiental: Reflexões e práticas contemporâneas. 5.ed., Petrópolis: RJ: Vozes, 2002 REIGOTA, Marcos. O que é educação ambiental . São Paulo: Brasiliense, 2001b. – (Coleção primeiros passos 292) SANCHEZ, Celso. Maturidade, Responsabilidade e Educação Ambiental : Uma breve reflexão conceitual. Anais do Seminário de Educação Ambiental do GEA/ UFRJ. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996. SATO, Michèle. Educação Ambiental: o que diz a literatura. 1994. SILVEIRA, André Luis Barbosa Estolano da. Comparação entre as recomendações da Conferência de Tbilisi e projetos de Educação Ambiental; estudo introdutório . Monografia de graduação em Ciências Biológicas – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro:UFRRJ, 1998. TAUTZ, Carlos. E agora, Terra? Revista Ecologia, Rio de Janeiro, Nº 104, p.1 -48, out./nov. 2002. Endereço da entidade do primeiro autor Laboratório de Ficologia e Educação Ambie ntal, Departamento de Biologia Vegetal, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier, Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha, Sala 525/1, CEP 20550-013, Rio de Janeiro, RJ, Brasil; pedrini@uerj.br