Caminhos e descaminhos da Economia Solidária: Educação para cidadania   Gilson Luiz dos Anjos João Carlos Pereira Junior
<ul><li>Este artigo problematiza o PROEJA FIC enquanto política de governo, que é fruto das demandas do movimento social o...
Nossa reflexão tem por base a experiênciação docente com alunos e professores neste programa.
DESCAMINHOS
<ul><li>54 dias de prazo entre a publicação do Ofício no DO para a apresentação das propostas de cursos, carreiras, projet...
<ul><li>Em um programa tão abrangente e inovador, propor parcerias entre os Institutos Federais, sem experiência em ensino...
<ul><li>Dificuldade de determinar, em tão pouco tempo, as carreiras profissionais que mais convinham/interessavam aos suje...
<ul><li>Dificuldade dos parceiros em articular, no prazo, com os setores envolvidos no desenvolvimento local, propostas re...
<ul><li>Dificuldades de relacionamento do IFRS com o poder público municipal de alguns municípios que, em grande parte, ao...
<ul><li>  Resistência e desinteresse por parte dos profissionais do IFRS </li></ul><ul><li>em participar do Programa. </li...
<ul><li>Dificuldades pontuais na comunicação entre gestores do programa, funcionários do IFRS, gestores, coordenadores e e...
<ul><li>Formação dos professores e profissionais envolvidos no programa iniciou tardiamente em alguns municípios. </li></ul>
<ul><li>Falta de tempo para a construção do programa de formação dos professores e grande alteração no quadro de formadore...
<ul><li>Receio e insegurança inicial dos professores e diretores das escolas  participantes do programa. </li></ul>
<ul><li>Resistência dos educadores em transformarem as suas práticas pedagógicas. </li></ul>
<ul><li>Inexistência de educadores vinculados ao IFRS para ministrarem aulas em algumas carreiras profissionalizantes e di...
<ul><li>Um “não saber o que fazer” em diversas situações, causando lentidão na solução de questões emergentes e pontuais p...
<ul><li>Descumprimento por algumas prefeituras municipais de diversos combinados construídos e costurados durante as artic...
<ul><li>Trocas de professores e interlocutores/gestores municipais. </li></ul>
CAMINHOS
<ul><li>  O programa é de fato muito abrangente e inclusivo. </li></ul>
<ul><li>Oportunizou o retorno à escolarização de milhares de cidadãos em situação de vulnerabilidade social. </li></ul>
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<ul><li>Aprimoramento da estrutura das escolas participantes e dos próprios  Institutos Federais. </li></ul>
<ul><li>Realização de seminários e produção de livros com artigos produzidos pelos educadores envolvidos.  </li></ul>
<ul><li>Trouxe a certeza de que  outros modelos de educação são possíveis. </li></ul>
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PROEJA-FIC - Caminhos e Descaminhos da Economia Solidária: Educação para Cidadania - Profºs. Gilson L. dos Santos e João Carlos P. Júnior

  1. 1. Caminhos e descaminhos da Economia Solidária: Educação para cidadania Gilson Luiz dos Anjos João Carlos Pereira Junior
  2. 2. <ul><li>Este artigo problematiza o PROEJA FIC enquanto política de governo, que é fruto das demandas do movimento social organizado e dos debates no FORUM SOCIAL MUNDIAL Porto Alegre. </li></ul><ul><li>Na perspectiva da crítica construtiva </li></ul>
  3. 3. Nossa reflexão tem por base a experiênciação docente com alunos e professores neste programa.
  4. 4. DESCAMINHOS
  5. 5. <ul><li>54 dias de prazo entre a publicação do Ofício no DO para a apresentação das propostas de cursos, carreiras, projetos político pedagógicos, carreiras profissionais etc. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Em um programa tão abrangente e inovador, propor parcerias entre os Institutos Federais, sem experiência em ensino fundamental, com prefeituras municipais, sem experiência em formação profissional, com um prazo (54 dias) tão exíguo para a sua construção, gerou grandes dificuldades </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Dificuldade de determinar, em tão pouco tempo, as carreiras profissionais que mais convinham/interessavam aos sujeitos estudantes e que lhes permitissem uma inserção exitosa no mundo do trabalho. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Dificuldade dos parceiros em articular, no prazo, com os setores envolvidos no desenvolvimento local, propostas realmente significativas e produtivas, inclusive para a definição das carreiras profissionais escolhidas para as turmas de PROEJA FIC. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Dificuldades de relacionamento do IFRS com o poder público municipal de alguns municípios que, em grande parte, ao assinar os convênios, desconheciam exatamente a dimensão do programa. </li></ul>
  10. 10. <ul><li> Resistência e desinteresse por parte dos profissionais do IFRS </li></ul><ul><li>em participar do Programa. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Dificuldades pontuais na comunicação entre gestores do programa, funcionários do IFRS, gestores, coordenadores e educadores dos municípios envolvidos. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Formação dos professores e profissionais envolvidos no programa iniciou tardiamente em alguns municípios. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Falta de tempo para a construção do programa de formação dos professores e grande alteração no quadro de formadores. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Receio e insegurança inicial dos professores e diretores das escolas participantes do programa. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Resistência dos educadores em transformarem as suas práticas pedagógicas. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Inexistência de educadores vinculados ao IFRS para ministrarem aulas em algumas carreiras profissionalizantes e dificuldade burocrática para a contratação de profissionais não vinculados a órgãos federais. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Um “não saber o que fazer” em diversas situações, causando lentidão na solução de questões emergentes e pontuais por parte da SETEC , do IFRS e das Prefeituras. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Descumprimento por algumas prefeituras municipais de diversos combinados construídos e costurados durante as articulações. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Trocas de professores e interlocutores/gestores municipais. </li></ul>
  20. 20. CAMINHOS
  21. 21. <ul><li> O programa é de fato muito abrangente e inclusivo. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Oportunizou o retorno à escolarização de milhares de cidadãos em situação de vulnerabilidade social. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Desacomodou os Institutos Federais discutindo a importância, relevância e necessidade do atendimento </li></ul><ul><li>a estes sujeitos. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Amplo programa de formação de profissionais de educação com os cursos de formação e especialização </li></ul><ul><li>voltados para uma educação cidadã. </li></ul>
  25. 25. <ul><li>A transformação das práticas “respingaram” em outras turmas das escolas envolvidas e em outras escolas que os professores do PROEJA FIC lecionavam. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Resultados nos alunos participantes, tais como: </li></ul><ul><li>Ascensão profissional, </li></ul><ul><li>melhoria da autoestima e da autoimagem, melhoria nas relações familiares, profissionais e comunitárias </li></ul><ul><li>são visíveis e “gritantes”. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Aprimoramento da estrutura das escolas participantes e dos próprios Institutos Federais. </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Realização de seminários e produção de livros com artigos produzidos pelos educadores envolvidos. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Trouxe a certeza de que outros modelos de educação são possíveis. </li></ul>
  30. 30. <ul><li>; </li></ul>

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