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Duque de Caxias
2020.1
Avaliação Psicológica II
QUESTIONÁRIO SOBRE ENCARTE DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA COMPULSÓRIA
NA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
Avaliação psicológica no transplante de órgãos
1)Qual o objetivo da Avaliação Psicológica (AP) nesse contexto?
A avaliação psicológica tem o objetivo de detectar se aquele paciente tem
condições de tomar a melhor decisão quanto ao transplante, seu estado
psicossocial antes da cirurgia e de realizar um autocuidado depois da cirurgia, se
ele tem o entendimento de todo o processo e, também, se ele tem algum outro tipo
de patologia que possa interferir no autocuidado após o transplante.
As equipes, que devem ser multidisciplinar, de transplante consideram
seriamente fatores a severidade da doença do paciente, a disponibilidade local e
regional de doadores de órgão e o tempo de inscrição dos candidatos na lista de
espera pelo órgão antes de ser transplantado, para tomar decisões sobre quem é ou
não, o candidato de transplante, embora a importância dada a estes fatores varie
consideravelmente de centro para centro, e de acordo com o tipo de transplante.
A equipe de transplante, além dos dados médicos, geralmente tem
preocupações sobre algumas questões psicossociais e psicológicas que devem ser
focalizadas adequadamente na avaliação.
Embora cada equipe de transplante determine quais informações
psicossociais são consideradas importante
2) Quais os desafios da AP compulsória neste contexto?
Alguns dos desafios é a busca por prevenir problemas emocionais e
psicossociais após o transplante.
A primeira tarefa, talvez a mais difícil, para o psicólogo, é responder a
pergunta sobre o caráter da motivação para o transplante do potencial doador, pois
cria um espaço propício para diversas reações psicológicas do doador, do receptor
e da família.
3) Quais os fenômenos/ constructos que são alvo da AP nesse contexto?
São avaliados os fenômenos emocionais do individuo com ansiedade e medo. E
após o procedimento a um acompanhamento para verificar se irá apresentar alguma
psicopatologia como depressão.
4) Quais outros desafios você imagina para essa área?
Primeiramente o grande desafio é estabelecer de forma mais esclarecedora sobre o
transplante de órgãos muitas pessoas não sabe como funciona muitas vezes não
escutam falar deveria ter mais transparência e mais divulgação, para a família do
paciente, para o próprio paciente que irá ser transplantado fazendo com que o
psicólogo possa sanar duvidas e trabalhar o emocional dessas pessoas pois não
envolve só o paciente mais sim a família como um todo.
Dando um suporte pois essa situação gera comorbidades psicológicas como
ansiedade, depressão e transtorno do pânico.
psicológica é característica de mudanças psicológicas em pacientes transplantados
no período imediato e posterior do pós-cirúrgico.
Livre do tratamento e do contato intensivo com a equipe médica, o paciente
em sua “nova liberdade” sente-se inseguro e desprotegido, inundado pela relação
ambivalente frente as suas novas habilidades e seus velhos desejos. No período
pós-cirúrgico imediato, o medo da rejeição do órgão paira sobre toda ação que ele
faz e determina o seu comportamento, seu humor e restringe suas atividades. Com
o tempo, o medo é diluído gradualmente e deixa de estar focalizado na possibilidade
da morte.
Depois da cirurgia bem sucedida, com o funcionamento do órgão
transplantado traz uma melhoria global em qualidade de vida a nível físico e
psicológico.
A vida pode voltar a ser organizada com maior liberdade e autonomia, os
pacientes podem readquirir a liberdade de fazer planos futuros.
Em alguns pacientes, a doença pode ferir o seu narcisismo profundamente,
assim o transplante é imaginariamente visto como a restauração de saúde total e a
perda definitiva do estado de paciente.
A demonstração exagerada de “saúde restabelecida” pode conduzir os
pacientes em promiscuidade, abuso de várias substâncias, principalmente o álcool,
e a evitação do acompanhamento terapêutico, médico, psicoterápico e outros.
O transplante como um método terapêutico não tradicional traz uma série de
problemas psicológicos, sociais, legais e filosóficos. Considerando as implicações
psicossociais significantes em todas as suas fases, este método mostrou a
necessidade de um psicólogo como membro da equipe multidisciplinar
Referência
ENCARTE, Avaliação Psicológica – Vários temas – Tema adotado – Avaliação
psicológica no transplante de órgãos; Maio 2019;
LAZZARETTI, Claire Terezinha. TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS: AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA. ​Psicologia Argumento​, [S.l.], v. 24, n. 45, p. 35-41, nov. 2017.
ISSN 1980-5942. Disponível em:
<​https://periodicos.pucpr.br/index.php/psicologiaargumento/article/view/20019​>.
Acesso em: 26 abr. 2020.

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  • 1. Universidade do Grande Rio Curso de graduação Em Psicologia Luciano Batista dos Santos 3700678 Rafaely Pazeto 3700909 Thayssa Pagano Bezerra de Menezes 3700581 Alexandre Trigueiro Santana 3700455 Duque de Caxias 2020.1
  • 2. Avaliação Psicológica II QUESTIONÁRIO SOBRE ENCARTE DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA COMPULSÓRIA NA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
  • 3. Avaliação psicológica no transplante de órgãos 1)Qual o objetivo da Avaliação Psicológica (AP) nesse contexto? A avaliação psicológica tem o objetivo de detectar se aquele paciente tem condições de tomar a melhor decisão quanto ao transplante, seu estado psicossocial antes da cirurgia e de realizar um autocuidado depois da cirurgia, se ele tem o entendimento de todo o processo e, também, se ele tem algum outro tipo de patologia que possa interferir no autocuidado após o transplante. As equipes, que devem ser multidisciplinar, de transplante consideram seriamente fatores a severidade da doença do paciente, a disponibilidade local e regional de doadores de órgão e o tempo de inscrição dos candidatos na lista de espera pelo órgão antes de ser transplantado, para tomar decisões sobre quem é ou não, o candidato de transplante, embora a importância dada a estes fatores varie consideravelmente de centro para centro, e de acordo com o tipo de transplante. A equipe de transplante, além dos dados médicos, geralmente tem preocupações sobre algumas questões psicossociais e psicológicas que devem ser focalizadas adequadamente na avaliação. Embora cada equipe de transplante determine quais informações psicossociais são consideradas importante 2) Quais os desafios da AP compulsória neste contexto? Alguns dos desafios é a busca por prevenir problemas emocionais e psicossociais após o transplante. A primeira tarefa, talvez a mais difícil, para o psicólogo, é responder a pergunta sobre o caráter da motivação para o transplante do potencial doador, pois cria um espaço propício para diversas reações psicológicas do doador, do receptor e da família.
  • 4. 3) Quais os fenômenos/ constructos que são alvo da AP nesse contexto? São avaliados os fenômenos emocionais do individuo com ansiedade e medo. E após o procedimento a um acompanhamento para verificar se irá apresentar alguma psicopatologia como depressão. 4) Quais outros desafios você imagina para essa área? Primeiramente o grande desafio é estabelecer de forma mais esclarecedora sobre o transplante de órgãos muitas pessoas não sabe como funciona muitas vezes não escutam falar deveria ter mais transparência e mais divulgação, para a família do paciente, para o próprio paciente que irá ser transplantado fazendo com que o psicólogo possa sanar duvidas e trabalhar o emocional dessas pessoas pois não envolve só o paciente mais sim a família como um todo. Dando um suporte pois essa situação gera comorbidades psicológicas como ansiedade, depressão e transtorno do pânico. psicológica é característica de mudanças psicológicas em pacientes transplantados no período imediato e posterior do pós-cirúrgico. Livre do tratamento e do contato intensivo com a equipe médica, o paciente em sua “nova liberdade” sente-se inseguro e desprotegido, inundado pela relação ambivalente frente as suas novas habilidades e seus velhos desejos. No período pós-cirúrgico imediato, o medo da rejeição do órgão paira sobre toda ação que ele faz e determina o seu comportamento, seu humor e restringe suas atividades. Com o tempo, o medo é diluído gradualmente e deixa de estar focalizado na possibilidade da morte. Depois da cirurgia bem sucedida, com o funcionamento do órgão transplantado traz uma melhoria global em qualidade de vida a nível físico e psicológico. A vida pode voltar a ser organizada com maior liberdade e autonomia, os pacientes podem readquirir a liberdade de fazer planos futuros. Em alguns pacientes, a doença pode ferir o seu narcisismo profundamente, assim o transplante é imaginariamente visto como a restauração de saúde total e a perda definitiva do estado de paciente.
  • 5. A demonstração exagerada de “saúde restabelecida” pode conduzir os pacientes em promiscuidade, abuso de várias substâncias, principalmente o álcool, e a evitação do acompanhamento terapêutico, médico, psicoterápico e outros. O transplante como um método terapêutico não tradicional traz uma série de problemas psicológicos, sociais, legais e filosóficos. Considerando as implicações psicossociais significantes em todas as suas fases, este método mostrou a necessidade de um psicólogo como membro da equipe multidisciplinar
  • 6. Referência ENCARTE, Avaliação Psicológica – Vários temas – Tema adotado – Avaliação psicológica no transplante de órgãos; Maio 2019; LAZZARETTI, Claire Terezinha. TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS: AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA. ​Psicologia Argumento​, [S.l.], v. 24, n. 45, p. 35-41, nov. 2017. ISSN 1980-5942. Disponível em: <​https://periodicos.pucpr.br/index.php/psicologiaargumento/article/view/20019​>. Acesso em: 26 abr. 2020.