Aula 7 ações e segurança

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Estrutuiras de Concreto armado I - UNASP-EC

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Aula 7 ações e segurança

  1. 1. FUNDAMENTOS DE SEGURANÇA DAS E.C.A NORMAS BRASILEIRAS PARA O CÁLCULO DAS ESTRUTURAS Método determinista • Tensões Admissíveis Método Probabilista • Estados Limites
  2. 2. ANTIGOS MODELOS DE SEGURANÇA TENSÕES ADMISSÍVEIS As máximas tensões atuantes, em serviço, nãoAs máximas tensões atuantes, em serviço, não devem ultrapassar as tensões admissíveis correspondentes σat MÁX ≤ σadm σat MÁX = Máximas tensões atuantes na estrutura sob ação das cargas de projeto (Pp + cargas acidentais)
  3. 3. NOVOS MODELOS DE SEGURANÇA ESTADOS LIMITESESTADOS LIMITES Estados a partir dos quais a estrutura apresenta desempenhos inadequados àsapresenta desempenhos inadequados às finalidades da construção Estados limites últimos Estados limites de serviço
  4. 4. REQUISITOS A estrutura deve atender aos requisitos: 1) Segurança: Deve suportar as ações durante sua vida útil; 2) Bom desempenho em serviço: Deve2) Bom desempenho em serviço: Deve apresentar deformações pequenas, para evitar desconforto, não prejudicar a aparência e proteger a armadura; 3) Durabilidade: Deve manter sua conservação sem a necessidade de reparos.
  5. 5. Estados Limites últimos quando a estrutura ou um dos elementos atingem o valor máximo da capacidade portante (ruína) Perda de estabilidade de uma parte ou do conjuntoPerda de estabilidade de uma parte ou do conjunto (tombamento, escorregamento ou levantamento); Ruína de seções críticas da estrutura (aço ou concreto) Aderência ultrapassada Transformação da estrutura em sistema hipostático Flambagem Instabilidade dinâmica - ressonância Deterioração por fadiga
  6. 6. ESTADOS LIMITES DE SERVIÇO INDÍCIOS DE COMPROMETIMENTO DA DURABILIDADE DA CONSTRUÇÃO Danos estruturais localizados que comprometem a estética ou a durabilidade da estruturaestética ou a durabilidade da estrutura (fissuração); Deformações excessivas afetando a utilização normal da estrutura ou o seu aspecto estético (flechas); Vibrações excessivas que provoquem desconforto aos usuários ou danos à construção
  7. 7. Ações Permanentes: pequena variação durante a vida útil da estrutura (praticamente constante). Ex: Peso- próprio; paredes, pisos, revestimentos, etc; Variáveis: variação significativa durante a vida útil da estrutura. Cargas de uso (pessoas, mobiliários, veículos etc); Excepcionais: extremamente curta e com baixa probabilidade de ocorrência. Explosões, choques de veículos, incêndios, enchentes, terremotos, etc.
  8. 8. Ações Ações Permanentes Diretas: Peso próprio dos elementos da construção, equipamentos fixos, empuxo de terras nãoequipamentos fixos, empuxo de terras não removíveis e outras; Ações Permanentes Indiretas: Protensão, recalques de apoios, fluência, retração, imperfeições geométricas.
  9. 9. Ações Ações Variáveis Normais: Probabilidade de ocorrência suficientemente grande (vento, água); Ações Variáveis Especiais: Ações especiais como ações sísmicas ou cargas acidentais de natureza ou de intensidade especiais, variações de temperatura.
  10. 10. Ações AÇÕES EXCEPCIONAIS: Explosões;Explosões; Choques de veículos; Incêndios; Enchentes; Sismos excepcionais.
  11. 11. Ações - Combinações normais:: As ações variáveis são divididas em dois grupos, as )FF(FF k,Qj n 2j j0k,1QQk,gi m 1i gid ∑∑ == Ψ+γ+γ= As ações variáveis são divididas em dois grupos, as principais e as secundárias, com seus valores reduzidos de ψ0 levando em conta a baixa probabilidade de ocorrência simultânea das ações variáveis; Para as ações permanentes devem ser feitas duas verificações, a favorável e a desfavorável (γg)
  12. 12. Ações - Combinações normais:: )FF(FF k,Qj n 2j j0k,1QQk,gi m 1i gid ∑∑ == Ψ+γ+γ= Qγ ● 1,4 = desfavoráveis; ● 1,3 = desfavoráveis (peças pré-fabricadas); ● 1,0 = favorável. ● 1,4 = em geral; ● 1,2 = temperatura depende da natureza da ação variável
  13. 13. São considerados no Cálculo Valores de cálculos para as resistências valor característico/coeficiente de minoração ckf f = ykf Valores de cálculo para as ações valor característico x coeficiente de majoração c ck cd f f γ = s yk yd f f γ = kd F4,1F ⋅=
  14. 14. CONCEITO BÁSICO DO MODELO DE SEGURANÇA Solicitações majoradas = SOLICITAÇÕES DE CÁLCULO DIMENSIONAMENTO Resistências minoradas = RESISTÊNCIAS DE CÁLCULO
  15. 15. ESTÁDIOS DO CONCRETO Fases de uma seção de concreto armado submetida a flexão pura, onde uma carga é aplicada de zero até a ruptura.aplicada de zero até a ruptura. Distinguem-se 3 fases Estádio I Estádio II e Estádio III
  16. 16. Estádio I ● Início do carregamento; ● As tensões normais que surgem são de baixa magnitude e dessa forma o concretobaixa magnitude e dessa forma o concreto consegue resistir às tensões de tração; ● Tem-se um diagrama linear de tensões, ao longo da seção transversal da peça; ●É válida a lei de Hooke.
  17. 17. Estádio I Situação inviável
  18. 18. Estádio II ● O concreto não resiste à tração e surgem fissuras; ● Utilizado para a verificação do ELS● Utilizado para a verificação do ELS (fissuração e deformações excessivas); ● As fissuras e a LN caminham em direção à borda comprimida; ● A armadura pode atingir o escoamento ou não.
  19. 19. Estádio II
  20. 20. Estádio III ● A zona comprimida encontra-se plastificada; ● O diagrama de tensões no concreto tem a● O diagrama de tensões no concreto tem a forma de uma parábola-retângulo; ● O dimensionamento é feito nesse estádio, ou seja, é denominado “cálculo na ruptura”.
  21. 21. Estádio III

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