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  • 11. ROUPA E EQUIPAMENTOS D E PROTEÇÃO
  • 12. ROUPA E EQUIPAMENTOS D E PROTEÇÃO
  • 13. ROUPA E EQUIPAMENTOS D E PROTEÇÃO
  • 14. ROUPA E EQUIPAMENTOS D E PROTEÇÃO
  • 15. E por último não menos importante não esquecer de utilizar uma boa luva de proteção. Tenha sempre a mão um estojo de primeiros socorros e recomenda-se que tenha também um aparelho celular ou um simples apito para poderchamar por ajuda na eventualidade de um acidente. ROUPA E EQUIPAMENTOS D E PROTEÇÃO
  • 16. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA No lado interior da pegada traseira encontramos o comando de aceleração, para impedir as acelerações acidentais só é possível acelerar a máquina se pressionar simultaneamente o comando de aceleração e o bloqueador de aceleração que se encontra na parte superior da pegada traseira. Comando de aceleração Bloqueador de aceleração
  • 17. Na parte inferior da serra encontra-se o Pino pega-corrente um dispositivo de segurança que detêm o curso da corrente se ela partir ou soltar. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
  • 18. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Caso a corrente se rompa a Proteção da mão direita na parte inferior da pegada protege a mão. PROTEÇÃO DA MÃO DIREITA
  • 19. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA O Botão OFF este está posicionado ao lado da pegada da mão direita de maneira fácil para que seja desligado o motor de forma rápida e segura. Botão OFF
  • 20. O Freio manual de corrente para a corrente em caso de rebote, o freio pode ser acionado de duas maneiras; forçando a proteção ante risco para frente com a mão ou pela ação da inércia gerada pelo próprio rebote. Freio Manualmente Freio por rebote DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
  • 21. O Rebote da Motosserra pode ocorrer quando a ponta superior do sabre toca em qualquer objeto, a força desenvolvida pela corrente em movimento, projeta a serra na direção do plano da lâmina, normalmente para cima em direção ao rosto ou ombro do operador. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
  • 22. Primeiramente certifique que a corrente está tensionada corretamente. Tensionada corretamente Mal tensionada DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
  • 23. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Caso a corrente esteja mal tensionada, primeiramente folgue os parafusos do sabre não totalmente apenas certifique-se que o sabre não esteja preso.
  • 24. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Após a folga dos parafusos do sabre aperte o parafuso tensor em sentido horário até que a corrente esteja devidamente tensionada. Nunca fique apertando e afrouxando o parafuso tensor isso pode pois isso pode danificar a máquina.
  • 25. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Após os ajustes aperte novamente os parafusos do sabre. Nunca aperte muito os parafusos isso pode danificar a máquina.
  • 26. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Se a corrente não for nova e conveniente afiá-la, é mais fácil e seguro serrar com uma corrente afiada.
  • 27. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Para verificar a lubrificação da corrente coloque a máquina sobre uma superfície clara e acelere se aparecer um risco de óleo a máquina estará lubrificada.
  • 28. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Quanto ao abastecimento da máquina a mistura correta é de combustível e óleo 2 tempos é de 1:25. Após o abastecimento mude a máquina de lugar para evitar incêndios. E nunca abasteça o equipamento com o motor quente.
  • 29. Estudo científico das relações entre homem e máquina, visando a uma segurança e eficiência ideais no modo como um e outra interagem. ERGONOMIA
  • 30. ERGONOMIA Referente a pegada do motosserra deveremos saber a importância dos polegares. Todos os dedos devem arrodear por completo os punhos.
  • 31. ERGONOMIA Por outro lado, não devemos ter medo de aproximar o motosserra do corpo. Se assegurarmos próximo ao corpo enquanto trabalhamos obteremos maior equilíbrio, aliviaremos o peso da máquina gerando mais conforto.
  • 33. PROTOCOLOS DE SEGURANÇA O planejamento é fundamental antes de iniciarmos o trabalho com a máquina, devemos calcular de forma prévia até o mínimo detalhe para conseguir um resultado de forma segura. Evitando obstáculos como linhas elétricas, rodovias etc...
  • 34. PROTOCOLOS DE SEGURANÇA É muito importante sinalizar corretamente o local, verificando em especial o vento, estado da árvore, perigo de queda de ramos e a direção natural de queda da árvore.
  • 35. DISTÂNCIA DE SEGURANÇA Trabalhos de Abate Trabalhos com motosserra
  • 36. PROTOCOLOS DE SEGURANÇA Limpe a área de vegetação mediana impedimentos a rota de escape.
  • 37. PROTOCOLOS DE SEGURANÇA Corte direcional não deve ultrapassar de 15% a 25% do tronco.
  • 38. PROTOCOLOS DE SEGURANÇA Corte de abate deve sempre ser acima da base do corte direcional.
  • 39. PROTOCOLOS DE SEGURANÇA Dobradiça importante para ter um corte mais controlado.
  • 40. Norma Regulamentadora NR-12 OBJETIVO: Ler e interpretar a Norma NR-12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, relacionando-a com as demais Normas Regulamentadoras e identificando as ações necessárias para cumprimento da mesma.
  • 41. O que são máquinas e equipamentos? Visão da Fiscalização fundamentado em NORMAS ABNT NBR E NA FALTA DAS NORMAS ABNT UTILIZARÃO NORMAS INTERNACIONAIS – EM ISSO – IEC. Norma Regulamentadora NR-12
  • 42. Norma Regulamentadora NR-12 Para fins de aplicação da Norma Regulamentadora NR 12, o conceito inclui somente máquina e equipamento de Uso não doméstico e movido por força não humana.
  • 43. Norma Regulamentadora NR-12 MÁQUINA: conjunto de peças ou de componentes ligados entre si, em que pelo menos um deles se move, com apropriados atuadores, circuitos de comando, potência, etc, reunidos de forma solidária com vista a uma aplicação definida, tal como a transformação, o tratamento, a deslocação e o acondicionamento de um material. NBR NM 213-1
  • 44. Norma Regulamentadora NR-12 Considera-se igualmente como “máquina” um conjunto de máquinas que, para a obtenção de um mesmo resultado. NBR NM 213-1
  • 45. Norma Regulamentadora NR-12 O que são Normas Regulamentadoras? • São instrumentos legais editados pelo Ministério do trabalho e Emprego, que norteiam as obrigações dos estabelecimentos de qualquer natureza em relação a saúde e segurança do trabalhador.
  • 46. Norma Regulamentadora NR-12 O que são Normas Regulamentadoras? • Seu descumprimento poderá resultar em notificação, autuação, interdição ou embargo de ambiente específico ou do estabelecimento inteiro e também, em ações regressivas por parte do INSS.
  • 47. Norma Regulamentadora NR-12 Normas Regulamentadoras - Origens • NR 12 – 08.06.1978; Máquinas e Equipamentos (ênfase em Máquinas e equipamentos) • NR 12– 24.12.2010 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos (ênfase Segurança do trabalhador)
  • 48. Norma Regulamentadora NR-12 NORMAS ABNT – NBR’s; • Entidade privada, independente e sem fins lucrativos; • Reconhecida como Fórum Nacional de Normatização único. • Representa no Brasil; ISO (International Organization for Standartization); IEC (International Electrotchnical Commission); COPANT( Comissão Panamericana de Normas Técnicas); ANM( Associação Mercosul de Normatização)
  • 50. Norma Regulamentadora NR-12 ABNT / EM / ISO / IEC HIERARQUIA DAS NORMAS; Normas Tipo A – Normas fundamentais de segurança: definem, a rigor, os conceitos fundamentais, princípios de projeto e aspectos gerais válidos à toda máquina. Normas Tipo B – Normas de segurança relativas a um grupo: Normas Tipo B1 – Normas sobre aspectos particulares de Segurança, são exemplos: Distância de Segurança, Temperatura de superfícies e Ruído Normas Tipo B2 - Normas sobre dispositivos condicionadores de Segurança, por exemplo: comando bi- manuais, dispositivos de intertravamento, dispositivos sensíveis a pressão e proteções.
  • 51. Principais Normas Técnicas de Segurança no Brasil ABNT
  • 52. Norma Regulamentadora NR-12 - ENFOQUE QUAL É O ENFOQUE DA NOVA NR – 12? • Segurança do trabalhador: • Máquinas e Equipamentos Intrinsecamente seguros; • Conceito de falha segura; • À prova de burla.
  • 53. Norma Regulamentadora NR-12 - Composição Corpo: Definições básicas e medidas de Ordem geral para todas as máquinas e equipamentos; Anexos: Disposições específicas ou excepcionalidades.
  • 55. Norma Regulamentadora NR-12 - Estrutura • NR 07 – PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional); • NR 09 – PPRA(Programa de Prevenção de Riscos Ambientais); • NR 10 – SERVIÇOS EM ELETRICIDADE; • NR-11 – TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS; • NR 13 – CALDEIRAS E VASOS SOB PRESSÃO;
  • 56. Norma Regulamentadora NR-12 - Estrutura • NR 15 – INSALUBRIDADE; • NR 17 – ERGONOMIA; • NR 18 – CONSTRUÇÃO CIVIL; • NR 23 – PREVENÇÃO DE INCENDIOS; • NR 26 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA; • NR 35 – TRABALHO EM ALTURA
  • 57. Norma Regulamentadora NR-12 - Estrutura • Princípios gerais; • Arranjo físico e instalações; • Instalações e dispositivos elétricos; • Dispositivos de partida, acionamento e parada; • Sistemas de segurança; • Dispositivos de parada de emergência; • Meios de acesso permanente; • Componentes pressurizados; • Transportadores de materiais; • Aspectos ergonômicos; • Riscos adicionais;
  • 58. Norma Regulamentadora NR-12 - Tópicos • Manutenção, inspeção, preparação, ajustes e reparos; • Sinalização; • Manuais; • Procedimentos de trabalho e segurança; • Capacitação; • Outros requisitos específicos de segurança; • Disposições finais • Anexos.
  • 59. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS 12.1. Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho.
  • 60. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS ... nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras – NR aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis.
  • 61. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS 12.2. As disposições desta Norma referem- se a máquinas e equipamentos novos e usados, exceto nos itens em que houver menção específica quanto à sua aplicabilidade.
  • 62. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS OBS: Embora não esteja definido na Norma, entende-se como máquinas e equipamentos novos aqueles fabricados ou importados a partir da validade da NR-12 (24.12.2010) observados os prazos de seus itens, inclusive aqueles que ainda que ainda não entraram em uso, ou seja, a expressão refere-se ao projeto, fabricação, importação, venda e exposição de máquinas e equipamentos, possibilitando ao AFT atuar nessas situações, quando for ocaso.
  • 63. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS 12.4. São consideradas medidas de proteção, a ser adotadas nessa ordem de prioridade: a) medidas de proteção coletiva (EPC); b) medidas administrativas ou de organização do trabalho OS, OSS, PO...; c) medidas de proteção individual (EPI). 12.5 Na aplicação desta Norma e de seus anexos, devem-se considerar as características das máquinas e equipamentos, do processo, a apreciação de riscos e o estado da técnica.
  • 64. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS a) Medidas de proteção coletiva (EPC) Exemplo;
  • 65. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS b) Medidas administrativas ou de organização do trabalho;
  • 66. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS c) Medidas de proteção individual (EPI).
  • 67. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS 12.5. A concepção de máquinas deve atender ao princípio da falha segura. Na ocorrência de situação de falha técnica e/ou falha humana, relevante a segurança de um sistema e de pessoas, tal sistema deve entrar em um estado seguro através da atuação imediata de dispositivos de segurança específicos, projetados para tal finalidade, de forma a impedir um descontrole do sistema, e consequentemente, evitar a probabilidade da ocorrência de acidentes com danos pessoais e/ou materiais.
  • 68. CAPACITAÇÃO A operação, manutenção, inspeção, e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados ou qualificados ou capacitados, e autorizados para esse fim.
  • 69. CAPACITAÇÃO Qualificado: Conclusão de curso específico na área, reconhecido pelo sistema oficial de ensino. Habilitado: Qualificado e com registro em conselho de classe. Capacitado: Recebeu capacitação e trabalha sob responsabilidade de habilitado e autorizado. Autorizado: São qualificados ou capacitados e os profissionais habilitados que receberam autorização formal da empresa.
  • 70. Norma Regulamentadora NR-12 PRINCÍPIOS GERAIS Princípio da "Falha Segura" Considera que máquinas, equipamentos e seres humanos são falhos, e, portanto a necessidade de haver dispositivos de segurança para garantir que essas falhas não gerem lesões e/ou danos materiais.
  • 71. Norma Regulamentadora NR-12 O QUE É PRINCÍPIO DE FALHA SEGURA? Requer que um sistema entre em estado seguro quando ocorrer falha de um componente relevante à segurança. A principal pré-condição para a aplicação desse princípio é a existência de um estado seguro, em que o sistema pode ser projetado para entrar quando ocorrerem falhas.
  • 72. Norma Regulamentadora NR-12 O exemplo típico é o sistema de proteção de trens: ESTADO SEGURO = TREM PARADO Um sistema pode não ter um estado seguro, como, por exemplo, um AVIÃO QUE ESTA EM MOVIMENTO. Nesse caso, deve ser usado o princípio de vida segura, que requer a aplicação de redundância e de componentes de alta confiabilidade para se ter a certeza de que o sistema sempre funcione.
  • 73. Norma Regulamentadora NR-12 Princípio da "Falha Segura" Um sistema é considerado seguro com alto nível de confiabilidade; quando o mesmo é projetado com a incorporação de dispositivos de segurança que protejam eficazmente contra a ocorrência de falha técnica e/ou falha humana, de modo a não permitir o descontrole (perturbação anormal) do sistema, e, consequentemente, evitar a probabilidade da ocorrência de acidentes com danos pessoais e/ou materiais.
  • 74. Norma Regulamentadora NR-12 Princípio da "Falha Segura" Um sistema é considerado pouco seguro com baixo nível de confiabilidade quando o mesmo é projetado com a incorporação de medidas de segurança que ficam na dependência única e exclusiva do comportamento do indivíduo (trabalhador), de modo a não permitir um controle efetivo da exposição a riscos ocupacionais significativos, e, consequentemente, não evitar a possibilidade da ocorrência de acidentes com danos pessoais e/ou materiais. Tal sistema, baseado no comportamento humano, é muito frágil sob o aspecto da segurança do trabalho e apresenta alta probabilidade de acidente de trabalho.
  • 75. Norma Regulamentadora NR-12 Princípio da "Falha Segura" Conceito: é uma condição ou situação agravante que ocorre por falha do trabalhador no curso da jornada de trabalho, O ser humano, em decorrência da sua limitação do ponto de vista físico, psíquico e biológico, o ser Humano, não é capaz de manter elevado grau de vigilância durante todo o período de vigília (por ex.: jornada de trabalho), estando, portanto, sujeito a cometer falhas (erros) na execução de suas atividades normais (por ex.: atividades laborais).
  • 80. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 AUTO TESTE: teste funcional executado automaticamente pelo próprio dispositivo, na inicialização do sistema e durante determinados períodos, para verificação de falhas e defeitos, levando o dispositivo para uma condição segura. DIVERSIDADE: aplicação de componentes, dispositivos ou sistemas com diferentes princípios ou tipos, podendo reduzir a probabilidade de existir uma condição perigosa.
  • 81. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 MONITORAMENTO: função intrínseca de projeto do componente ou realizada por interface de segurança que garante a funcionalidade de um sistema de segurança quando um componente ou um dispositivo tiver sua função reduzida ou limitada, ou quando houver situações de perigo devido a alterações nas condições do processo. REDUNDÂNCIA: aplicação de mais de um componente, dispositivo ou sistema, a fim de assegurar que, havendo uma falha em um deles na execução de sua função o outro estará disponível para executar esta função.
  • 82. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 12.8.2. As áreas de circulação e armazenamento de materiais e os espaços em torno de maquinas devem ser projetados, dimensionados e mantidos de forma que os trabalhadores e os transportadores de materiais, mecanizados e manuais, movimentem-se com segurança. ARRANJO FÍSICO E INSTALAÇÕES
  • 83. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 INSTALAÇÕES E DISPOSITIVOS ELÉTRICOS 12.14. As instalações elétricas das maquinas e equipamentos devem ser projetadas e mantidas de modo a prevenir, por meios seguros, os perigos de choque elétrico, incêndio, explosão e outros tipos de acidentes, conforme previsto na NR10.
  • 84. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 INSTALAÇÕES E DISPOSITIVOS ELÉTRICOS 12.14. As instalações elétricas das máquinas e equipamentos devem ser projetadas e mantidas de modo a prevenir, por meios seguros, os perigos de choque elétrico, incêndio, explosão e outros tipos de acidentes, conforme previsto na NR 10. 12.15. Devem ser aterrados, conforme as normas técnicas oficiais vigentes, as instalações, carcaças, invólucros, blindagens ou partes condutoras das máquinas e equipamentos que não façam parte dos circuitos elétricos, mas que possam ficar sob tensão.
  • 85. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 INSTALAÇÕES E DISPOSITIVOS ELÉTRICOS
  • 86. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 INSTALAÇÕES E DISPOSITIVOS ELÉTRICOS 12.18. Os quadros de energia das máquinas e equipamentos devem atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança: a) possuir porta de acesso, mantida permanentemente fechada; b) possuir sinalização quanto ao perigo de choque elétrico e restrição de acesso por pessoas não autorizadas; c) ser mantidos em bom estado de conservação, limpos e livres de objetos e ferramentas; d) possuir proteção e identificação dos circuitos. e e) atender ao grau de proteção adequado em função do ambiente de uso.
  • 87. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 INSTALAÇÕES E DISPOSITIVOS ELÉTRICOS
  • 88. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 INSTALAÇÕES E DISPOSITIVOS ELÉTRICOS 12.21. São proibidas nas máquinas e equipamentos: a) a utilização de chave geral como dispositivo de partida e parada; b) a utilização de chaves tipo faca nos circuitos elétricos; c) a existência de partes energizadas expostas de circuitos que utilizam energia elétrica.
  • 89. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 SISTEMAS DE SEGURANÇA 12.38. As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções moveis e dispositivos de segurança interligados, que garantam proteção a saúde e a integridade física dos trabalhadores.
  • 90. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 SISTEMAS DE SEGURANÇA 12.38. As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e dispositivos de segurança interligados, que garantam proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores. 12.38.1. A adoção de sistemas de segurança, em especial nas zonas de operação que apresentem perigo, deve considerar as características técnicas da máquina e do processo de trabalho e as medidas e alternativas técnicas existentes, de modo a atingir o nível necessário de segurança previsto nesta Norma.
  • 91. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 SISTEMAS DE SEGURANÇA 12.39. Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos: a) ter categoria de segurança conforme previa análise de riscos prevista nas normas técnicas oficiais vigentes; b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado; c) possuir conformidade técnica com o sistema de comando a que são integrados;
  • 92. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 SISTEMAS DE SEGURANÇA 12.39. Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos: d) instalação de modo que não possam ser neutralizados ou burlados; e) manterem-se sob vigilância automática, ou seja, monitoramento, de acordo com a categoria de segurança requerida, exceto para dispositivos de segurança exclusivamente mecânicos; e f) paralisação dos movimentos perigosos e demais riscos quando ocorrerem falhas ou situações anormais de trabalho
  • 93. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Dispositivos de parada de emergência 12.56. As maquinas devem ser equipadas com um ou mais dispositivos de parada de emergência, por meio dos quais possam ser evitadas situações de perigo latentes e existentes.
  • 94. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Dispositivos de parada de emergência 12.63. A parada de emergência deve exigir rearme, ou reset manual, a ser realizado somente apos a correção do evento que motivou o acionamento da parada de emergência.
  • 95. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Componentes Pressurizados 12.77. Devem ser adotadas medidas adicionais de proteção das mangueiras, tubulações e demais componentes pressurizados sujeitos a eventuais impactos mecânicos e outros agentes agressivos, quando houver risco. 12.79. As mangueiras utilizadas nos sistemas pressurizados devem possuir indicação da pressão máxima de trabalho admissível especificada pelo fabricante.
  • 96. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Transportadores de Materiais 12.85. Os movimentos perigosos dos transportadores contínuos de materiais devem ser protegidos, especialmente nos pontos de esmagamento, agarramento e aprisionamento formados pelas esteiras, correias, roletes, acoplamentos, freios, roldanas, mostradores, volantes, tambores, engrenagens, cremalheiras, correntes, guias, alinhadores, região do estiramento e contrapeso e outras partes moveis acessíveis durante a operação normal.
  • 97. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Aspectos ergonômicos 12.94. As maquinas e equipamentos devem ser projetados, construídos e mantidos com observância aos os seguintes aspectos: a) atendimento da variabilidade das características antropométricas dos operadores; b) respeito as exigências posturais, cognitivas, movimentos e esforços físicos demandados pelos operadores;
  • 99. Aspectos ergonômicos Orientações sobre movimentação de cargas manuais Se possível, colocar o corpo orientado para a direção do movimento a efetuar, contornando a carga se necessário. Evitam-se desta forma rotações inúteis e perigosas. Aproximar o corpo o mais possível da carga. Ter em atenção as características da carga:  As suas dimensões  Se tem partes cortantes  A distribuição do peso  A estabilidade do conteúdo
  • 100. Aspectos ergonômicos Dobrar as pernas pelos joelhos para baixar o corpo na direção da carga, mantendo as costas direitas, inclusivamente na região lombar. Contrair os músculos abdominais.
  • 101. Aspectos ergonômicos Prestar igualmente atenção à posição da cabeça. Recolher o queixo e olhar em frente ao levantar e transportar pesos. Não são as costas, a força de braços que devem levantar a carga. Usar a força das pernas para levantar a carga. Não levantar com puxões, mas sim num ritmo uniforme
  • 102. Aspectos ergonômicos Sempre que possível trabalhar com os braços estendidos. Dobrar os cotovelos, além de aumentar o cansaço, agrava o esforço dos músculos da coluna que ajudam a fixar os braços.
  • 103. Aspectos ergonômicos Usando um ponto de apoio intermédio, o esforço é menor e a proteção aumenta. No movimento contrário, de descarga, seguir os mesmos princípios.
  • 104. Aspectos ergonômicos Evitar esforços em que a carga esteja longe do corpo. Ao levantar uma carga de uma bancada, não deixar espaço entre o corpo e a bancada. Deve puxar a carga sempre para o corpo antes de a levantar. Fazer pausas regulares, para alívio da tensão muscular e da postura. Distribuir o peso da carga uniformemente pelo corpo, sem perder o equilíbrio;
  • 105. Aspectos ergonômicos Intervir só para controlar a queda. Fazer pausas regulares, para alívio da tensão muscular e da postura. Ao levantar pesos você precisa evitar torções na coluna. Se a rotação for necessária, deverá ser feita através da movimentação dos pés.
  • 106. Aspectos ergonômicos Sempre que necessário devem coordenar-se os esforços com um parceiro. Nesta situação um dos dois deve comandar o levantamento.
  • 107. Aspectos ergonômicos A falta de coordenação pode levar a hesitações e estas ao acidente. O sentido de lealdade ou profissionalismo leva por vezes as pessoas a fazerem o trabalho sozinhas. A relutância em pedir ajuda é um fator que intervém em muitos acidentes.
  • 108. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Riscos adicionais; 12.106. Para fins de aplicação desta Norma, devem ser considerados os seguintes riscos adicionais: substâncias perigosas quaisquer, sejam agentes biológicos ou agentes químicos em estado sólido, líquido ou gasoso, que apresentem riscos à saúde ou integridade física dos trabalhadores por meio de inalação, ingestão ou contato com a pele, olhos ou mucosas;
  • 109. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Riscos adicionais; a) radiações não ionizantes com potencial de causar danos à saúde ou integridade física dos trabalhadores; b) vibrações; c) ruído; d) calor; e) combustíveis, inflamáveis, explosivos e substâncias que reagem perigosamente; e f) superfícies aquecidas acessíveis que apresentem risco de queimaduras causadas pelo contato com a pele.
  • 110. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Manutenção, inspeção, Preparação, ajustes e reparos 12.111. ....devem ser submetidos à manutenção preventiva e corretiva, na forma e periodicidade determinada pelo fabricante.... 12.112. As manutenções preventivas e corretivas devem ser registradas em livro próprio, ficha ou sistema informatizado....
  • 111. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Sinalização 12.116.1. A sinalização de segurança compreende a utilização de cores, símbolos, inscrições, sinais luminosos ou sonoros, entre outras formas de comunicação de mesma eficácia.
  • 112. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Sinalização 12.116. As máquinas e equipamentos, bem como as instalações em que se encontram, devem possuir sinalização de segurança para advertir os trabalhadores e terceiros sobre os riscos a que estão expostos, as instruções de operação e manutenção e outras informações necessárias para garantir a integridade física e a saúde dos trabalhadores..
  • 113. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Manuais 12.125. As máquinas e equipamentos devem possuir manual de instruções fornecido pelo fabricante ou importador, com informações relativas à segurança em todas as fases de utilização. 12.127. Os manuais devem: a) ser escritos na língua portuguesa - Brasil, com caracteres de tipo e tamanho que possibilitem a melhor legibilidade possível, acompanhado das ilustrações explicativas;
  • 114. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Procedimentos e trabalho e segurança 12.130. Devem ser elaborados procedimentos de trabalho e segurança específicos, padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, a partir da análise de risco. 12.132.1. Os serviços que envolvam risco de acidentes de trabalho devem ser precedidos de ordens de serviço – OS - específicas,
  • 115. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 116. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 117. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS EFEITOS DO CALOR
  • 118. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 119. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 120. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 121. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 122. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 123. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 124. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 125. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 127. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 128. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 129. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 130. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 131. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 132. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 133. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 134. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 135. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO
  • 136. PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • 137. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Projeto, fabricação, importação, venda, locação, leilão, cessão a qualquer título, exposição e utilização. 12.134. É proibida a fabricação, importação, comercialização, leilão, locação, cessão a qualquer título, exposição e utilização de máquinas e equipamentos que não atendam ao disposto nesta Norma
  • 138. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Capacitação 12.135. A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim. 12.136. Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem receber capacitação providenciada pelo empregador e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de proteção existentes e necessárias, nos termos desta Norma, para a prevenção de acidentes e doenças
  • 139. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Outros requisitos específicos de segurança 12.148. As ferramentas e materiais utilizados nas intervenções em máquinas e equipamentos devem ser adequados às operações realizadas.
  • 140. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Outros requisitos específicos de segurança 12.152. Para fins de aplicação desta Norma os anexos são obrigações complementares, com disposições especiais ou exceções a um tipo específico de máquina ou equipamento, além das já estabelecidas nesta Norma, sem prejuízo ao disposto em Norma Regulamentadora específica.
  • 141. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Disposições finais 12.153. O empregador deve manter inventário atualizado das máquinas e equipamentos com identificação por tipo, capacidade, sistemas de segurança e localização em planta baixa, elaborado por profissional qualificado ou legalmente habilitado.
  • 142. CONHECENDO OS REGULAMENTOS DA NR-12 Disposições finais 12.154. Toda a documentação referida nesta norma, inclusive o inventário previsto no item 12.153, deve ficar disponível para o SESMT, CIPA ou Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Mineração – CIPAMIN, sindicatos representantes da categoria profissional e fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.
  • 143. ANEXOS DA NR - 12 Anexos Anexo I - Distâncias de segurança e requisitos para uso de detectores de presença opto- eletrônicos; Anexo II - Conteúdo programático; Anexo III - Meios de acesso permanente; Anexo IV - Glossário; Anexo VIII - Prensas e similares; CNTT ( Comissão Nacional Tripartite Temática) trabalhando 3 dias por mês desde a publicação da NR 12;
  • 144. Norma Regulamentadora NR – 12 Distâncias de segurança (ISO 13855/ EN 999) Quando um operador entra numa área de perigo, a máquina que está na área de perigo deve chegar a uma parada completa, antes que o operador atinja a partes perigosas da máquina. Vide NR 12 anexo I; Exemplo; Cortinas de luz de segurança;
  • 145. Norma Regulamentadora NR – 12 Cortina de Luz – Anexo I NR 12 (ISO 13855(EN 999)
  • 146. Anexo I - NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 Glossário DISTÂNCIA DE SEGURANÇA: distância que protege as pessoas do alcance das zonas de perigo, sob condições específicas, para diferentes situações de acesso. Quando utilizadas proteções, ou seja, barreiras físicas que restringem o acesso do corpo ou parte dele, devem ser observadas as distancias mínimas constantes do item A do Anexo I desta Norma, que apresenta os principais quadros e tabelas da ABNT NBRNM-ISO 13852 - Segurança de máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores
  • 147. Anexo I - NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 Glossário As distâncias de segurança para impedir o acesso dos membros inferiores são determinadas pela ABNT NBRNM-ISO 13853 - Segurança de máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros inferiores, e devem ser utilizadas quando há risco apenas para os membros inferiores, pois quando houver risco para membros superiores e inferiores as distancias de segurança previstas na norma para membros superiores devem ser atendidas. As normas ABNT NBRNM-ISO 13852 e ABNT NBRNM-ISO 13853 foram reunidas em uma única norma, a EN ISO 13857:2008 - Safety of machinery - Safety distances to prevent hazard zones being reached by upper and lower limbs, ainda sem tradução no Brasil.
  • 148. Anexo II - NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 Conteúdo programático; A capacitação para operação segura de máquinas deve abranger as etapas teórica e prática, a fim de permitir habilitação adequada do operador para trabalho seguro.
  • 149. "Se algo pode falhar, esta falha deve ser esperada para ocorrer no momento mais inoportuno e com o máximo dano." "Mesmo na execução da mais perigosa e complexa operação, as instruções poderão ser ignoradas." "Não importa o quanto é difícil danificar um equipamento -alguém vai achar um jeito." "Qualquer operação pode ser feita de forma errada; não importa o quanto essa possibilidade é remota, ela algum dia vai ser feita desse modo." Leis de Murphy
  • 150. O QUE É PERIGO? • Condição, propriedade ou situação com potencial para perda. Exemplo: maquina em movimento; quadro elétrico energizado; ruído elevado; produto tóxico
  • 151. O QUE É RISCO? • Risco: é a perda potencial (material ou pessoal-lesão), associada a exposição de um de um determinado perigo ex: colisão, esmagamento, corte, choque elétrico, intoxicação ....; • Risco Significativo: Riscos que não necessárias medidas adicionais de controle, para eliminar ou reduzir seus impactos até um nível aceitável; • Risco com nível aceitável: Riscos residuais onde foram adotadas medidas de controle e cuja a perda potencial(material ou pessoal-lesão), é baixa
  • 152. QUAL É A DIFERENÇA ENTRE ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS? A Análise de Risco do trabalho: é uma técnica que se concentra em tarefas de trabalho (CICLO DE VIDA DA MAQUINA), como uma forma de identificar os riscos antes que eles ocorram. Não existe um padrão(receita de bolo) para esta finalidade, Por outro lado, os padrões sempre levam a discussão e ao consenso, do que é efetivamente segurança e sempre levam aos Riscos, ao qual os operários são expostos. Mas pouco se faz para resolver e minimizar os riscos, utilizando um processo padronizado repetitivo. Assim sendo, houve uma migração conjunta para um processo surgido chamado Avaliação de Risco. Então, qual é a avaliação de riscos?
  • 153. QUAL É A DIFERENÇA ENTRE ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS? "A mais recentes Normas Internacionais como, ISO 12100 e agora NBR ISO 12100 e a ISO 14121-1 e -2, ORIENTA E SUGERE um processo muito bom de Avaliação de Risco. Através de um processo, onde a Apreciação de Riscos e Fenômenos Perigosos, são uma parte do sub processo de Avaliação de Risco. As duas definições seguintes são oferecidos neste padrão: “Avaliação de Riscos: O processo pelo qual a utilização pretendida da máquina, as funções e os riscos, bem como o nível de risco são determinados. “ “Processo de Avaliação de Risco: Todo o processo de Apreciação dos fenômenos perigosos, Avaliação de riscos, Redução do risco e documentar os resultados”
  • 154. O QUE É APRECIAÇÃO e ANALISE DE RISCOS – NBR ISO 12100 (NBR 14009)? É uma Série de passos lógicos que permite, de uma forma sistemática, o exame dos perigos associados as maquinas. A Apreciação dos riscos é seguida , sempre que necessário, pela redução de riscos. Quando este processo é repetido, ocorre um processo interativo para eliminação de perigos, tanto quanto possível, e para implementação de medidas de segurança de acordo com o estado da arte.
  • 155. ANÁLISE DE RISCOS – NBR ISO 12100; Fornece informações necessárias para à avaliação de riscos, que permite a avaliação sobre a segurança da maquina; • Determinação dos limites da maquina; • Identificação do perigo; • Estimativa do risco Utilizada para determinar se uma redução de risco será necessária, devendo ser repetida até que a segurança seja alcançada
  • 156. NORMA REGULAMENTADORA NR 12 Analise & Avaliação de Riscos APRECIAÇÃO DE RISCOS E PERIGOS ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS
  • 157. NORMA REGULAMENTADORA NR 12 Analise & Avaliação de Riscos O que é a avaliação de riscos? É processo de avaliação dos riscos, para a segurança e a saúde dos trabalhadores decorrentes de perigos no local de trabalho. É uma análise sistemática de todos os aspectos do trabalho, que identifica: • aquilo que é suscetível de causar lesões ou danos; • a possibilidade dos perigos serem eliminados e, se tal não for o caso; • as medidas de prevenção ou proteção que existem, ou deveriam existir, para controlar os riscos.
  • 158. NORMA REGULAMENTADORA NR 12 Analise & Avaliação de Riscos Não esqueça! • um perigo pode ser qualquer coisa (material ou equipamento de trabalho, métodos ou práticas de trabalho) com potencial para causar danos; • um risco é a probabilidade, alta ou baixa, de alguém sofrer lesões ou danos devido a esse perigo.
  • 159. NORMA REGULAMENTADORA NR 12 Analise & Avaliação de Riscos Como avaliar os riscos? Os princípios orientadores que devem ser tidos em consideração no processo de avaliação de riscos e podem ser divididos em cinco etapas distintas.
  • 160. Etapa 1 —Identificação dos perigos e das pessoas em risco. Análise dos aspectos do trabalho que podem causar danos e identificação dos trabalhadores que podem estar expostos ao perigo.
  • 161. Etapa 2 — Avaliação e priorização dos riscos Apreciação dos riscos existentes (gravidade e probabilidade dos mesmos, etc.) e classificação desses riscos por ordem de importância. É essencial definir a prioridade do trabalho a realizar para eliminar ou evitar os riscos
  • 162. Etapa 3 — Decisão sobre medidas preventivas Identificação das medidas adequadas de eliminação ou controle dos riscos.
  • 163. Etapa 4 — Adoção de medidas Aplicação das medidas preventivas e de proteção, através da elaboração de um plano de prioridades (provavelmente não será possível resolver imediatamente todos os problemas) e especificando a quem compete fazer o que e quando, prazos de execução das tarefas e meios afetados à aplicação das medidas.
  • 164. Etapa 5 — Acompanhamento e revisão A avaliação de riscos deve ser revista a intervalos regulares, para assegurar que se mantenha atualizada. Deve ainda ser revista sempre que se verifiquem na organização mudanças relevantes, ou na sequência dos resultados de uma investigação sobre um acidente ou um «quase acidente»
  • 165. NORMA REGULAMENTADORA NR 12- Analise & Avaliação de Riscos Dicas importantes !!!!!!!!!!!!!!!! Avaliação de riscos deverá ser participativa para garantir o sucesso . Os documentos não podem ser efetuados pelo empregador ou pelo representante do empregador trabalhando isoladamente (estas entidades devem promover a participação dos trabalhadores ou dos seus representantes). E a mesma deverá ser elaborada por consultores externos sem influência do meio. Os trabalhadores devem ser consultados no âmbito do processo de avaliação e ser informados sobre as conclusões extraídas, bem como sobre as medidas preventivas a tomar.
  • 166. NORMA REGULAMENTADORA NR 12- Analise & Avaliação de Riscos Dicas importantes !!!!!!!!!!!!!!!! Seja qual for o autor da avaliação de riscos a responsabilidade por essa avaliação cabe em última análise ao empregador, do qual é a inteira responsabilidade desta aplicação.
  • 167. Anexo VIII- NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 Prensas e equipamentos similares; a) mecânicas excêntricas de engate por chaveta ou acoplamento equivalente; b) mecânicas excêntricas com freio ou embreagem; c) de fricção com acionamento por fuso; d) servoacionadas; e) hidráulicas; f) pneumáticas; g) hidropneumáticas; e h) outros tipos não relacionados neste subitem. 1.1. As prensas são divididas em:
  • 168. Anexo VIII- NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 1.2. Máquinas e Equipamentos similares são aquelas com funções e riscos equivalentes aos das prensas, englobando: a) martelos de queda; b) martelos pneumáticos; c) marteletes; d) dobradeiras; e) recalcadoras; f) guilhotinas, tesouras e cisalhadoras; g) prensas de compactação e de moldagem; h) dispositivos hidráulicos e pneumáticos; i) endireitadeiras; j) prensas enfardadeiras; e k) outras máquinas similares não relacionadas neste subitem.
  • 169. Anexo VIII- NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 2. Sistemas de segurança nas zonas de prensagem. 2.1. Os sistemas de segurança nas zonas de prensagem ou trabalho aceitáveis são: a) enclausuramento da zona de prensagem, com frestas ou passagens que não permitem o ingresso dos dedos e mãos nas zonas de perigo, conforme item A, do Anexo I, desta Norma, e podem ser constituído de proteções fixas ou proteções móveis dotadas de intertravamento, conforme itens 12.38 a 12.55 e seus subitens desta Norma; b) ferramenta fechada, que significa o enclausuramento do par de ferramentas, com frestas ou passagens que não permitem o ingresso dos dedos e mãos nas zonas de perigo, conforme quadro I, item A, do Anexo I desta Norma;
  • 170. Anexo VIII- NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 c) Cortina de luz; com redundância e autoteste, monitorada por interface de segurança, adequadamente dimensionada e instalada, conforme item B, do Anexo I, desta Norma e normas técnicas oficiais vigentes, conjugada com comando bimanual, atendidas as disposições dos itens 12.26, 12.27, 12.28 e 12.29 desta Norma. 2.1.1. Havendo possibilidade de acesso a zonas de perigo não supervisionadas pelas cortinas, devem existir proteções fixas ou móveis dotadas de intertravamento, conforme itens 12.38 a 12.55 e subitens desta Norma. 2.1.2. O número de comandos bimanuais deve corresponder ao número de operadores na máquina, conforme item 12.30 e subitens desta Norma.
  • 171. Anexo VIII- NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 3. Proteção da zona de prensagem ou de trabalho. 3.1. As prensas mecânicas excêntricas de engate por chaveta ou de sistema de acoplamento equivalente de ciclo completo de fricção com acionamento por fuso e seus respectivos similares, não podem permitir o ingresso das mãos ou dos dedos dos operadores nas zonas de prensagem, devendo ser adotados os seguintes sistemas de segurança: a) enclausuramento com proteções fixas e, havendo necessidade de troca frequente de ferramentas, com proteções móveis dotadas de intertravamento com bloqueio, de modo a permitir a abertura somente após a parada total dos movimentos de risco, conforme alínea “a”, do subitem 2.1, deste Anexo e item 12.46 desta Norma; ou b) b) operação somente com ferramentas fechadas, conforme alínea “b”, do subitem 2.1 deste Anexo.
  • 172. Anexo VIII- NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 4. Sistemas hidráulicos e pneumáticos de comando. 4.1.1. A prensa ou similar deve possuir rearme manual, incorporado à válvula de segurança ou em outro componente do sistema, de modo a impedir acionamento adicional em caso de falha. 4.1.2. Nos modelos de válvulas com monitoramento dinâmico externo por pressostato, micro-switches ou sensores de proximidade, o monitoramento deve ser realizado por interface de segurança.
  • 173. Anexo VIII- NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 4.3.4. As prensas hidráulicas e similares devem possuir válvula ou sistema de retenção para impedir a queda do martelo em caso de falha do bloco de segurança ou do sistema hidráulico. 4.3.5. Quando utilizado sistema hidráulico, a válvula ou sistema de retenção deve ficar localizado o mais próximo possível do cilindro.
  • 174. Anexo VIII- NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 5. Dispositivos de parada de emergência. 5.1. As prensas e similares devem possuir dispositivos de parada de emergência que garantam a parada segura do movimento da máquina ou equipamento, conforme itens 12.56 a 12.63 e seus subitens desta Norma. 5.2. O sistema de parada de emergência da prensa deve ser preparado para interligação com os sistemas de parada de emergência de equipamentos periféricos tais como desbobinadores, endireitadores e alimentadores, de modo que o acionamento do dispositivo de parada de emergência de qualquer um dos equipamentos provoque a parada imediata de todos os demais.
  • 175. Anexo VIII- NORMA REGULAMENTADORA NR - 12 9. Proteção das transmissões de força 9.1 As transmissões de força, como volantes, polias, correias e engrenagens devem ser protegidas conforme os itens 12.38 a 12.55 e subitens desta Norma. 9.1.1. Nas prensas excêntricas mecânicas deve haver proteção fixa das bielas e das pontas de seus eixos que resistam aos esforços de solicitação em caso de ruptura. 9.1.2. O volante vertical e horizontal da prensas de fricção com acionamento por fuso devem ser protegidos, de modo que não sejam arremessados em caso de ruptura do fuso.
  • 176. A D M R Auto Teste - teste funcional executado automaticamente pelo próprio dispositivo; Diversidade - aplicar componentes, dispositivos ou sistemas de diferentes princípios / tipos / marcas; Monitoramento - função intrínseca de projeto do componente ou realizada por interface de segurança que garante a funcionalidade /desempenho da função de segurança; Redundância - aplicação de mais de um componente, dispositivo ou sistema, é a repetição da mesma técnica.
  • 178. Projeto de Circuitos de Segurança (Conceito) RELEMBRANDO NBR 14153-Segurança de máquinas – Partes de sistemas de comando relacionadas à segurança - Princípios gerais para projeto
  • 179. NBR 14153 Segurança de máquinas. 6.1 Categorias(RESUMO) A categoria B em si não tem medidas especiais para segurança, mas constitui a base para as outras categorias. A categoria 1 é destinada à prevenção de falhas. Ela é alcançada através da utilização de princípios de design adequado, componentes e materiais. Simplicidade de princípio e de concepção, material estável e previsível. As categorias 2, 3 e 4 exigem que, se as falhas não podem ser evitadas, devem ser detectadas e tomadas as medidas adequadas.
  • 180. Contato elétrico com Ruptura Positiva Definição • Os contatos conseguem se separar como resultado direto de um movimento do interrupetor através de membros não-elásticos (por exemplo não dependentes de molas). Interruptores de segurança • Fazem um link mecânico rígido para abrir contatos Normalmente Fechados. A operação normal do interruptor irá separar os contatos, mesmo aqueles que estiverem soldados. Para mais informações consulte ISO14119 e IEC 60947-5-1.
  • 181. Acionamento Por Ruptura Negativa Não é permitido seu uso sozinho sem a interligação com alguma barreira de segurança.
  • 182. Acionamento Por Ruptura Negativa Falhas perigosas: as máquinas continuam a operar
  • 184. Modo combinado de Redundância A combinação dos dois modos de ruptura evita risco de falha em modo combinado (ou seja a mesma falha em ambos sensores)
  • 185. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 1 Devem ser aplicados os requisitos da categoria B e os desta subseção. As partes de sistemas de comando relacionadas à segurança, de categoria 1, devem ser projetadas e construídas utilizando-se componentes bem ensaiados e princípios de segurança comprovados. Um componente bem ensaiado para uma aplicação relacionada à segurança é aquele que tem sido: • largamente empregado no passado, com resultados satisfatórios em aplicações similares; • construído e verificado utilizando-se princípios que demonstrem sua adequação e confiabilidade para aplicações relacionadas à segurança. Em alguns componentes bem ensaiados, certos defeitos podem também ser excluídos, em razão de ser conhecida a incidência de defeitos e esta ser muito baixa. A decisão de se aceitar um componente particular como bem ensaiado pode depender de sua aplicação.
  • 186. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 1
  • 187. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 2 Devem ser aplicados os requisitos da categoria B, o uso de princípios de segurança comprovados e os requisitos desta subseção. As partes de sistemas de comando relacionadas à segurança, de categoria 2, devem ser projetadas de tal forma que sejam verificadas em intervalos de adequados pelo sistema de comando da máquina. A verificação das funções de segurança deve ser efetuada: • na partida da máquina e antes do início de qualquer situação de perigo; • periodicamente durante a operação, se a avaliação do risco e o tipo de operação mostrarem que isso é necessário. O início dessa verificação pode ser automático ou manual
  • 188. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 2
  • 189. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 3 Os requisitos de B e a utilização de princípios de segurança comprovados se aplicam. A segurança de sistemas de comando de categoria 3 devem ser projetadas de tal forma que um defeito isolado, em qualquer dessas partes, não leve à perda das funções de segurança. Defeitos de modo comum devem ser considerados, quando a probabilidade da ocorrência de tal defeito for significante. Sempre que, razoavelmente praticável, o defeito isolado deve ser detectado durante ou antes da próxima solicitação da função de segurança. As partes relacionadas à segurança devem ser projetadas de tal forma que • um defeito isolado em qualquer dessas partes não leve à perda da função de segurança, e • sempre que razoavelmente praticável, o defeito isolado seja detectado. Quando um defeito isolado ocorre a função de segurança é sempre cumprida. Alguns defeitos, porem nem todos serão detectados. O acumulo de defeito não detectados pode levar à perda da função de segurança.
  • 190. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 3
  • 191. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 3
  • 192. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 4 Devem ser aplicados os requisitos da categoria B, o uso de princípios comprovados de segurança e os requisitos desta subseção. Partes de sistemas de comando relacionadas à segurança, de categoria 4, devem ser projetadas de tal forma que: -uma falha isolada em qualquer dessas partes relacionadas à segurança não leve à perda das funções de segurança, e -a falha isolada é detectada antes ou durante a próxima atuação sobre a função de segurança, como, por exemplo, imediatamente, ao ligar o comando, ao final do ciclo de operação da máquina. Se essa detecção não for possível, o acúmulo de defeitos não deve levar à perda das funções de segurança. Auto monitoramento da interface de segurança. Se a detecção de certos defeitos não for possível ao menos durante a verificação seguinte à ocorrência do defeito, por razões de tecnologia ou engenharia de circuitos, ao ocorrência de defeitos posteriores deve ser admitida. Nessa situação, o acúmulo de defeitos não deve levar à perda das funções de segurança.
  • 193. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 4
  • 194. NBR 14153 Segurança de máquinas – Continuação. Categoria 4
  • 195. Monitoramento de Circuitos de Emergência. Podemos utilizar o mesmo circuito para o monitoramento dos Botões de Emergência? Sim, podemos apenas trocar o dispositivo de diálogo de segurança!! (Chave de Acionamento duplo pelo Botão de Emergência).
  • 196. Conceito Circuitos Função parada de emergência Existem3categoriasdefunçõesdeparada: Aseleçãodacategoriadeparadaparacadafunçãodeparagemdeveserdeterminadaporumaavaliaçã oderisco. • Categoria 0: Parada pelo desligamento imediato da alimentação (parada descontrolada) dos “motores (tudo que gera movimento)” da máquina. A categoria de parada 0 tem prioridade sobre as paradas categoria 1 ou 2. • Categoria 1: Parada controlada, mantendo-se a alimentação dos “motores (tudo que gera movimento)”, que ocasionarão a parada da máquina, a interrupção da alimentação dos motores somente ocorrerá quando a parada da máquina for atingida (desenergização temporalizada). • Categoria 2: Parada controlada, com manutenção da alimentação dos “motores (tudo que gera movimento)” da máquina. Uma parada de produção normal é considerada uma parada categoria 2.
  • 197. A segurança básica Segurança básica é amplamente classificada nas seguintes categorias. • Máquinas e equipamentos não irão começar até que seja seguro fazê-lo. • Máquinas serão interrompidas sempre que uma situação de risco é detectada. Para manter um ambiente seguro, medidas devem ser empregadas em um nível para detectar operadores que entram ou estão presentes em uma área de risco e em outro nível para eliminar condições perigosas.
  • 198. A segurança básica Os requisitos de segurança para a detecção de presença tais como os mostrados abaixo, são definidos pelas normas e diretrizes de cada país. • O dispositivo que detecta os operadores deve ser instalado em uma área protegida, se um operador pode passar através de uma abertura e entrar na zona protegida para realizar o seu trabalho. • NR 12 ANEXO IX (EN201: norma europeia de segurança para máquinas de injeção de plásticos) • Se um operador pode permanecer entre as barreiras móveis e o molde, um dispositivo que detecta sua presença, devem ser instalados. O sensor detecta a presença de um trabalhador em ambientes perigosos.
  • 199. Métodos de Detecção de presença são classificados nas seguintes categorias: • Reflexivos; Características: relativa liberdade na definição de áreas protegidas.
  • 200. Cortinas de Luz de segurança (IEC61496-1 e 2): Resolução
  • 201. Cortinas de Luz de segurança (IEC61496-1 e 2):
  • 202. Cortinas de Luz de segurança (IEC61496-1 e 2): Cortina de Luz –Exemplos de aplicações
  • 203. Comando Bi Manual; As diretrizes para à concepção de Comandos bimanuais são dadas na NBR 14152(ISO13851). As principais características listadas aqui são características do tipo III utilizados na categoria 3 e 4, conforme determinado pela avaliação de risco. (1) Comando Bi manual, devem ser usados em conjunto para iniciar a máquina. (2) dois sinais de entrada são necessários para produzir um sinal de saída. (3) O sinal de saída devem desligar sinais de entrada de um ou ambos. (4) Ambos os sinais de entrada deve ser desligados antes que o sinal de saída é reiniciado. (5) Ambos os sinais de entrada devem ligar, dentro de 0,5 segundo para permitir a saída com simultaneidade. (6) Evitar o arranque inadvertido e desativar a prevenção. Fig.1 mostra um exemplo típico de um Comando bi-manual de acordo com a NBR 14152;
  • 206. NORMA REGULAMENTADORA NR 12- Objetivo Principais Trazer informações sobre boas práticas em segurança de máquinas; Nova geração de máquinas com conceitos de segurança desde o projeto, passando pelas fases de utilização até o descarte; Adequação das máquinas existentes;
  • 207. NORMA REGULAMENTADORA NR 12- Objetivo Principais Redução das assimetrias regionais quanto a proteção dos trabalhadores; Redução dos acidentes típicos; Prevenção de doenças ocupacionais;
  • 208. O QUE É A NR 12?