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Este artigo tem como objetivo descrever o uso de um Sistema de Inteligência Competitiva (SIC) nas organizações, para prever e antecipar concorrentes às mudanças de mercado, além de cooperar em divulgar os meios possíveis de adaptação, desenvolver métodos e encontrar formas de registrar todas as informações contidas em uma organização. Há organizações que empreendem esforços para implementar a Gestão Tecnológica e se manterem competitivas ao planejarem ações e metas na organização, que venham a envolver os setores produtivos. Com o Sistema Integrado de Gestão (SIG), como critério de desempenho das atividades existentes, propicia-se uma melhoria nos produtos e na qualidade de serviços. Percebe-se que há ações realizadas que têm como fornecer instrumentos da Gestão da Tecnologia (GT) para gerir, com mais eficiência, a utilização das ferramentas tecnológicas, para que possibilitem a qualidade nos processos produtivos. No mundo dos negócios, é uso indispensável tecnologia para a abertura dos mercados. A missão e a visão estratégica são os impulsos, a motivação maior, que fornece essa força, direcionando a indústria para os caminhos que ela escolher. A expansão da Tecnologia em Informação (TI) nas empresas integradas, contribui na manutenção da qualidade e dos produtos e serviços. Com uma estrutura SIC e suporte de SIG possibilita-se à maioria dos processos produtivos da empresa. Conclui-se que a possível contribuição está em que a SIC pode possibilitar a estruturar os trabalhos no foco do negócio da organização. Esta abordagem vem ajudar os gestores e colaboradores na construção do conhecimento modelando o entendimento da tarefa e seu desempenho dos processos produtivos.

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Sistema de inteligência competitiva e gestão da tecnologia com nome

  1. 1. Sistema de Inteligência Competitiva e Gestão da Tecnologia: critérios de desempenho nos processos produtivos das empresas Alaxendro Rodrigo Dal Piva (UTFPR-PG / FADEP) alaxendro@fadep.br Luiz Alberto Pilatti (UTFPR-PG) luiz.pilatti@terra.com.br Antonio Carlos de Francisco (UTFPR-PG) acfrancisco@terra.com.brResumoEste artigo tem como objetivo descrever o uso de um Sistema de Inteligência Competitiva(SIC) nas organizações, para prever e antecipar concorrentes às mudanças de mercado, alémde cooperar em divulgar os meios possíveis de adaptação, desenvolver métodos e encontrarformas de registrar todas as informações contidas em uma organização. Há organizaçõesque empreendem esforços para implementar a Gestão Tecnológica e se manteremcompetitivas ao planejarem ações e metas na organização, que venham a envolver os setoresprodutivos. Com o Sistema Integrado de Gestão (SIG), como critério de desempenho dasatividades existentes, propicia-se uma melhoria nos produtos e na qualidade de serviços.Percebe-se que há ações realizadas que têm como fornecer instrumentos da Gestão daTecnologia (GT) para gerir, com mais eficiência, a utilização das ferramentas tecnológicas,para que possibilitem a qualidade nos processos produtivos. No mundo dos negócios, é usoindispensável tecnologia para a abertura dos mercados. A missão e a visão estratégica são osimpulsos, a motivação maior, que fornece essa força, direcionando a indústria para oscaminhos que ela escolher. A expansão da Tecnologia em Informação (TI) nas empresasintegradas, contribui na manutenção da qualidade e dos produtos e serviços. Com umaestrutura SIC e suporte de SIG possibilita-se à maioria dos processos produtivos da empresa.Conclui-se que a possível contribuição está em que a SIC pode possibilitar a estruturar ostrabalhos no foco do negócio da organização. Esta abordagem vem ajudar os gestores ecolaboradores na construção do conhecimento modelando o entendimento da tarefa e seudesempenho dos processos produtivos.Palavras-chave: SIC, SIG, TI, Estratégia Organizacional.1. IntroduçãoAs variações de como se comportar no processo competitivo intelectual que ocorre dentro efora das empresas. Por isso, se pergunta muito como que se deve observar ou adquirir taisprocessos, em um universo imenso de informações conturbadas e distorcidas.É de conhecimento que, as pessoas são estimuladas a apreender na busca de novosconhecimentos, seja no plano pessoal ou profissional. Portanto, confronta-se, muitas vezes,com as organizações que não valorizam o “intelecto” individual ou de equipe, o quedesmotivar a realização de tarefas fundamentais para o crescimento de todos os setores daempresa.Para isso, ao explorar os meios possíveis de adaptação, desenvolver métodos e encontrarformas de registrar todas as informações contidas em uma organização, buscando enfrentartodos os desafios cotidianos nas ações definidas pela empresa.A utilização de todas as informações e do conhecimento deve ser discutida com as equipes,
  2. 2. começando pela diretoria até o zelador. De maneira que se ocasionam o confronto de idéias ede concepções diferenciadas, possibilitando a valorização da pessoa e da equipe, gerandonovas idéias para a melhoria dos produtos e serviços.As estratégias elaboradas por toda a organização proporcionam uma responsabilidadediferenciada na realização dos processos produtivos, através de uma análise quantitativa domercado e do uso de estratégias bem definidas para criar força competitiva para médio elongo prazo.A análise, as informações e os fatos determinantes no processo estratégico, como processosparticipativos de todos os setores da organização, contribuem para a autonomia financeira daempresa. Isso é claro, com a utilização adequada das ferramentas de gestão, observando asdimensões limitadas de seus gestores e colaboradores.Para pensar na empresa, é importante que todos os gestores e colaboradores estejamsintonizados em que está envolvido no negócio da organização. Para isso, deve-se analisar omercado de abrangência, clientes, produtos, serviços e a gestão organizacional, utilizandotodas as informações contidas no banco de dados, confrontando-as e direcionando as ações.Na realização de mudanças, devem-se direcionar pontos estratégicos na motivação dosgestores e colaboradores em todos os setores da organização. Isso possibilita uma maiordiscussão e um solucionamento das ações dos processos produtivos na utilização dos planosjá definidos.2. A Organização utilizando a Gestão da Tecnológica (GT)Muitas empresas brasileiras vêm empreendendo esforços para implementarem a GestãoTecnológica e se manterem competitivas em um mercado exigente e aberto a todas as nações.A qualidade e a tecnologia, que estão ao alcance das indústrias, ajudam a identificar efortalecer as ações propostas para e planejar melhor as atividades e interagir com todos osgestores e funcionários (OLIVEIRA et al., 2004).Ao se planejar ações e metas na organização, que venham a envolver os setores produtivos eusando o SIC como critério de desempenho das atividades existentes, propicia-se umamelhoria nos produtos e na qualidade dos serviços. Além disso, as etapas do planejamento eda utilização de uma estrutura que apóie as decisões, como o entendimento de todos oscolaboradores, possibilitam melhores resultados nas atividades da empresa (DAVIS, 2001).Nonaka e Takeuchi (1997) sugerem o uso do espiral, destacando a: socialização(conhecimento compartilhado) – externalização (conhecimento conceitual) de conceitos; ainternalização como conversão da parte teórica para a aplicação prática e, por último, acombinação.A capacidade de inovação da humanidade e de sua evolução econômica e social são oriundasdo modelo de Nonaka e Takeuchi (1997). Com opções no desenvolvimento de produtos eprocessos, a GT propicia o atendimento das necessidades, levando os colaboradores aidentificarem que o conhecimento acumulado pode ser mais bem trabalhado para criar einovar nos produtos existentes na organização.Importante é destacar os cinco elementos chaves da Gestão da Tecnologia Vigiar – em buscade sinais sobre a necessidade de inovar; Focalizar – a atenção nos esforços para a melhoriados negócios; Capacitar – essa estratégia com recursos e preparando para soluçõesinovadoras; Implantar – a inovação; Apreender – com os êxitos e/ou fracassos. Esseselementos são utilizados para desenvolver o Sistema Integrado de Gestão (SIG) na
  3. 3. organização para entender dimensão tática num determinado processo produtivo. (GOMES,E.; BRAGA, F, 2004).Oliveira et al. (2004) afirmam ainda, que o mercado competitivo da tecnologia, naassertividade do programa de qualidade no trabalho, auxilia os gestores a gerenciar asmudanças culturais junto a todos os colaboradores na conscientização organizacional. Com arelação dos recursos desprendidos para o desenvolvimento do programa, alcançam-se osbenefícios, ao longo do tempo, em favor de todos os envolvidos.A gestão administrativa vem ganhando muitas inquietações e desafios, pois as organizaçõesencontram dificuldades em priorizar e agrupar questões que estão associadas aos movimentosde utilização das novas tecnologias.A partir dessa preocupação, as empresas trabalham gerando a melhoria do ambiente produtivodos seus colaboradores, em termos de responsabilidade do uso do conhecimento paradesenvolver melhor a cada dia suas atividades. O impacto gerado com uso de GT, junto aoambiente interno, acontece gradativamente, adaptando-se às diversas camadas hierárquicas,incorporando-se a todos os procedimentos das ferramentas administrativas e noaprimoramento do sistema nos processos produtivos.3. Gestão da Tecnologia no Desenvolvimento da OrganizaçãoAs empresas estudam a possibilidade de ampliação da Gestão Tecnológica em seus serviços ena participação dos profissionais, para aproveitar a realização de uma estratégia em conjuntocom os setores produtivos da empresa.O desempenho dos colaboradores no comprometimento da disseminação de informações,através da boa utilização da estrutura física existente na organização e de um planejamentoestratégico integrado com os setores na utilização da GT. É primordial que ajam de formaintegrada e exista a troca de informações, provocando modificações nos ambientes internos.Nesse relacionamento, para atender as necessidades da empresa, é necessária a atençãocontínua nas relações e nas forças que interferem o processo produtivo, conforme descreveSilva (2002, p. 416): Muitos são os fatores que afetam uma indústria e a maioria deles muda constantemente. Estes fatores são chamados forças causadoras das mudanças, e podem se originar tanto dentro como fora da indústria, isto é, o processo de mudanças organizacional pode começar com o surgimento de forças endógenas e exógenas à indústria.No cenário social e econômico de cada região, percebe-se que há poucas ações realizadas quetêm como objetivo fornecer instrumentos de GT para gerir com mais eficiência a utilizaçãodas ferramentas tecnológicas, para que possibilitem a qualidade nos processos produtivos.Uma sintonia da empresa com o mercado que está inserido, tem a possibilidade de melhorarsua competitividade, por isso identificar e atender seus clientes com eficiência e agilidade,estando à frente dos concorrentes. De maneira que inovar e criar novos produtos, as empresaspodem usar métodos que propiciam a busca de informações e conhecimento das pessoas paraaplicação prática e envolvendo todos que estão nos processos produtivos.Os sistemas devem ser controlados com a participação dos colaboradores. Neste ciclo, énecessário definir a política tecnológica da empresa, reduzir o prazo entre a descobertacientífica e inovação e contribuir com o aumento da produtividade do sistema, para melhoriacontínua, com acompanhamento dos resultados e, conseqüentemente, planejar e agir dentro
  4. 4. dos objetivos da indústria, mantendo a qualidade.No mundo dos negócios, é uso indispensável a tecnologia e a abertura dos mercados, pois asempresas se defrontam com a redução da rentabilidade no mercado de atuação. Os gestoresutilizam à GT como uma opção estratégica, sendo decisiva nos processos produtivos,principalmente para surpreender os consumidores, que ficam atentos às variáveis existentesno que tange a qualidade dos produtos e serviços.Segundo Reis (2004, p.34), “do ponto de vista epistemológico, é impossível isolar a noção detecnologia ou techné, porque existe uma relação que vai da ciência a técnica, [...]”. Quando seprocura compreender por que certas dinâmicas são realizadas na sociedade, descobre-se quemuitas destas não fizeram uso suficiente da tecnologia proposta na melhoria da produtividadeou seus produtos, ou para criar novos produtos.O desenvolvimento de novos produtos, com uso dos conhecimentos existentes e a busca denovos, para criação e inovações produtos, através do gerenciamento do capital intelectualinserida na organização propicia um ambiente de criação e idéias inovadoras.Através de redes para compartilhar o conhecimento, estimulando a criação de comunidadesintelectuais, tendo como objetivo da rede dar suporte à rede de conhecimentos, valorizando ocapital intelectual e facilitar novas tecnologias no auxilio dos processos produtivos. Com ouso de softwares no banco de dados, forma-se um conjunto de conhecimentos que, paraadministrar e geri-los na empresa, fica mais rápido e dissemina o conhecimento em todos ossetores (GOMES, E.; BRAGA, F., 2004).4. Utilização em GT na Avaliação do Meio-Ambiente ProdutivoAcompanha-se diariamente que os negócios de sucesso não são frutos do acaso. Eles sãoconseguidos com planejamento, perseverança, atitudes na implementação das ações,acompanhamento da evolução tecnológica e dos indivíduos com informações ecomprometidos com o propósito estratégico da empresa.Todos os colaboradores da organização, com visão micro e macro do seu ambiente detrabalho (visão holística), passam a produzir estratégias e relações com as novas tecnologiasna GT, inovando o processo produtivo da empresa. Assim, foca-se o mercado ou clientesespecíficos contendo informações das necessidades do cliente, com visão holística de todos osenvolvidos no desenvolvimento de novos produtos.Nonaka e Takeuchi (1997) afirmam que na dinâmica da criação do conhecimento interagem oexplícito e o tácito. Nesta dinâmica, as pessoas conseguem expressar facilmente,compartilhando as experiências e as observações, para novas perspectivas através do diálogo edo debate, o que faz nascerem novos conhecimentos.A participação de todos os setores da indústria para atingir, a missão e a visão são osimpulsos, que gerará uma motivação maior, direcionando a caminhos que indústria iráescolher. Sem este direcionamento, a indústria fica como um barco sem motor, que move paraqualquer lado, sempre com o mesmo movimento, descrito Moreira (2002, p. 559): A vida humana sobre a Terra seria inviável se o homem não pudesse contar com certas regularidades presentes no mundo natural. São essas regularidades que permitem a ele, através da observação e da análise dos fenômenos que se repetem, compreender e dominar a natureza.A visão e a missão são dois conceitos fundamentais e distintos, mas complementares eintimamente ligados entre si, conforme descreve Costa (2002, p. 35): “os alicerces de uma
  5. 5. empresa são compostos por sua visão, missão, abrangência, princípios e valores eposicionamento estratégico. O propósito é a estrutura consistente formada por esses elementosconceituais”. Como se fossem duas faces da mesma moeda: a primeira procura descrever oque a organização quer ser no futuro e a segunda resulta de uma reflexão sobre a razão de suaexistência.As indústrias desenvolvem definições formais de suas missões que procuram envolver aqualidade nos produtos e serviços, competitividade e o uso das tecnologias disponíveis. Umadeclaração de missão é uma declaração do propósito da indústria, o que ela deseja atingir emum ambiente maior. A definição clara da missão age como uma “mão invisível” guiando aspessoas dentro da instituição, conforme descreve Costa (2002, p. 37): Algumas coisas podem, e, eventualmente, devem mudar. As formas de agir, a procura de mercados, os produtos e serviços, as localidades, os parceiros, as tecnologias, os organogramas, as normas, os procedimentos e até mesmo o nome da indústria, os proprietários ou controladores, podem ser, em tese, objeto de mudança. Entretanto existem alguns poucos pontos fixos. São, exatamente, aqueles tópicos que não estamos dispostos a mudar. São os princípios e os valores.Importante a disseminação das informações sobre a utilização adequada dos recursostecnológicos e dos benefícios da qualidade no trabalho, itens indispensáveis para acompetitividade e busca de um posicionamento estratégico dos produtos e serviços. Contudo,as empresas se defrontam com o desafio de identificar seus pontos fortes e fracos, ameaças eoportunidades, com intuito de melhorar seu desempenho e fortalecimento de programas e doprocesso produtivo. Tudo isso, com uso de um SIG na disseminação e a participaçãoresponsável de todos os colaboradores nas decisões das ações definidas na indústria.Envolver os vários níveis de conhecimentos existentes na empresa proporciona o usoadequado de um Sistema Integrado na Gestão e por intermédio da troca de informações.Simultaneamente, promove subsídios para dar sustentabilidade aos interesses produtivos,econômicos e competitivos da empresa.Existem novas abordagens que ajudarão no diálogo entre sujeitos, buscando uma relação maispróxima dos profissionais e os usuários, com o objetivo de incentivar a aproximação entre ossistemas de TI e os sujeitos que buscam TI. Usar a teoria existente para realização e aplicaçãopara uso da ciência, aos usuários e interações das informações entre os setores produtivos daorganização.Algumas precauções precisam ser tomadas antes da escolha e utilização das ferramentas sejaem Tecnologia em Informação ou de Qualidade. Entre elas, está o fato de interagir com oscolaboradores em relação ao desenvolvimento de uma infra-estrutura e tecnologia adequadana realização das atividades produtivas da empresa.5. Gestão da Informação e Gestão da QualidadeA expansão lenta de Tecnologia em Informação (TI) nas organizações vem só aumentar anecessidade de uma gestão integrada que contribua na manutenção da qualidade e dasatividades realizadas. Por isso, a importância de uma ação conjunta com os colaboradorespara gerar uma transformação na cultura organizacional, que visa o uso da gestão qualidadeno trabalho com suporte em TI nos processos produtivos e na aprendizagem contínua dasetapas.Uma conseqüência prática é o desenvolvimento de técnicas empresariais, despertando acriação de novos serviços e o uso da tecnologia onde e conforme Reis (2004, p. 144), “o
  6. 6. desempenho das relações entre indústrias é uma construção multidimensional que envolve acriação, a transferência e a disseminação do conhecimento”. Com isso, os objetivos derelacionamento e criação do conhecimento interagem nas etapas do processo de implantaçãode programa de avaliação contínua.Slack et al. (2002, p. 549) afirmam que “há uma crescente consciência de que bens e serviçosde alta qualidade podem dar a uma indústria uma considerável vantagem competitiva”. Essemovimento vem aumentando os recursos para a adaptação de todos os setores, na busca damudança de alguns paradigmas existentes na empresa, em relação direta com a realidade dosseus setores produtivos para um modelo de integração contínua dos colaboradores.A evolução da qualidade é embasada em conceitos, teorias e épocas distintas da história dasindústrias. Esses auxiliam na gestão da qualidade, para detectar problemas na elaboração dosprodutos, atendendo a exigência maior do cliente, além de proporcionar garantia da qualidadedos produtos e serviços (OLIVEIRA et al. 2004).Segundo Davis (2001), nos últimos anos as indústrias brasileiras estão buscando a melhoriada qualidade no trabalho e dos processos produtivos. Elas estão repassando, aos seuscolaboradores, ferramentas da qualidade para a realização do trabalho na relação com aspessoas.As ações em conjunto na indústria têm como objetivo promover o desenvolvimento contínuoda qualidade no trabalho e uso em TI, criando ou utilizando mecanismos para promover aavaliação dos processos produtivos, consequentemente buscará uma expressividade namelhoria das atividades executadas por todos na empresa. Isso contribuiu significativamentepara o desenvolvimento econômico e da consciência da aplicação da qualidade no trabalho eda tecnologia em todas as áreas de atuação da empresa e das relações com a sociedade queestá inserida, conforme relatam Slack et al. (2005, p. 556): A qualidade percebida poderia ser pobre, porque há um descasamento entre a qualidade real do serviço ou produto proporcionado pela operação e sua especificação de qualidade interna. Isso pode, por exemplo, ser o resultado de uma especificação inadequada ou inatingível, ou de pessoal inexperiente ou mal treinado, ou porque sistemas efetivos de controle não estão em posição de garantir os níveis definidos de qualidade.Utilizando-se com maior eficiência das informações existentes em um banco de dados naempresa, a integração entre os setores cria uma rede de relacionamentos que proporcionaenvolvimento dos atores responsáveis na transferência do conhecimento adquirido. Assim,conforme interesse comum de cada setor, que zela pela realização de pesquisas dos usos dasferramentas da GT, para o maior comprometimento da qualidade no processo deaprendizagem. Sugere-se, que se trabalhe com enfoque participativo, da continuidade lógicadetalhando o conjunto de atividades suficientes para o alcance da situação desejada, contantoa utilização correta da TI e os recursos da gestão de qualidade.6. Tecnologia da Informação e Gestão da TecnologiaA importância da TI e do uso contínuo das ferramentas da qualidade aperfeiçoa oscolaboradores através de treinamentos, com o intuito de melhorar a qualidade no trabalho enos produtos e serviços ofertados pela empresa. Tais influências, depois de estudadas eaplicadas no contexto da indústria, poderão transformar sua realidade, propiciar uma estruturamais ágil e integrada com todos os setores produtivos (SOUZA, 2003).É grande a variedade de ações existentes na gestão da qualidade e na integração dos
  7. 7. colaboradores no uso da TI nas organizações. Logo, possuem características que asdiferenciam uma das outras. Porém, algumas ações destacam a capacitação dos gestores efuncionários com intuito de melhorar qualidade dos produtos. Entende-se que a questão dodesenvolvimento da qualidade de ensino demanda uma orientação mais abrangente, comvisão de longo prazo, do que as ações momentâneas sem continuidade no processo deformação.Já no contexto organizacional, ao se relacionarem as ações planejadas e a gestão da qualidadeno uso dos conceitos e recursos disponíveis com uso do SIG, se agilizará a tomada dedecisões. Assim, se obterá como resultado um produto que o consumidor deseja, comqualidade e preço. Isso é possível com a participação ativa dos colaboradores, transferindo-sea qualidade do trabalho existente na indústria aos produtos e serviços por eles desenvolvidos.Nos últimos anos ocorreram inúmeras mudanças que refletem direto ao perfil do trabalhador,pela transição contínua das informações existentes no mundo do mundo de negócios daorganização. De maneira que as empresas buscam novas oportunidades em pesquisas e degerar novos conhecimentos com uso da GT.Aproximar instâncias e melhorar os resultados com um processo de retroalimentaçãocontínua, para resposta de bom nível às demandas de prospecção tecnológica e ter umtratamento mais eficiente em alimentar e renovar os exercícios prospectivos necessários parao contínuo aprendizado em TI. Com inúmeras informações circulando na empresa, e deacesso a todo, com uso da tecnologia da informação gera benefícios que vão ao encontro dasatividades que são executadas, além da utilização a tecnologia de informação disponível, queserve de recursos no gerenciamento do conhecimento (GOMES e BRAGA, 2004).O uso da TI e da qualidade nos processos da empresa proporcionam um ambiente para acriação e inovação de produtos e serviços. Com um ambiente favorável para a se expressardas idéias, os colaboradores motivam-se mais e, conseqüentemente, conseguem manter aindústria competitiva no mercado em que atua.A GT, ao sensibilizar seus colaboradores, procura-se otimizar com a utilização do patrimôniotecnológico desenvolvendo a capacidade tecnológica para preservar o potencial tecnológico einventariar o potencial tecnológico. Com isso, avaliando o nível de desenvolvimentotecnológico pode monitorar a evolução tecnológica da organização.7. Considerações FinaisOs recursos em GT existentes nas empresas podem apresentar uma vivência mais dinâmicapara os colaboradores, mantendo uma aprendizagem contínua ou desenvolvendo um trabalhoconsciente e tendo a competência em manter suas ações, sem perder o foco do negócio. Nota-se a preocupação dos autores em relatarem os estudos científicos para solução de problemassociais e empresariais.Ao se mencionar a capacidade de aprender do ser humano, na difusão e na transferência dasexperiências, vista como um papel importante na economia gera-se uma disseminação rápidado conhecimento, utilizando SIG, em que se permite a expansão das relações. Ocompartilhamento de atividades em uma linguagem de fácil entendimento transferindo todotipo de conhecimento a qualquer pessoa, gera integração social, possibilitando a geraçãodesses conhecimentos e de inovações.A discussão das taxas de inovações e as tecnologias, reflexo do capitalismo, que envolvemP&D (pesquisa e desenvolvimento), com uma forte demanda por Recursos Humanos, exige
  8. 8. cada vez mais investimentos em pesquisas. Destaca-se, ainda, que não há tecnologias deinformação e comunicação sem base em recursos humanos, para realizar o uso doconhecimento e a transferências de inovações.Na intenção de aplicar a GT e o conhecimento nos processos produtivos, ocorre o estímuloaos gestores e colaboradores no estudo e pesquisa das práticas que favoreçam melhoresresultados. Com isso, proporciona-se mais atenção nas questões de produtividade ecompetitividade atribuídas aos processos e na gestão qualidade, contribuindo para osresultados.A possível contribuição está em que a SIC pode possibilitar a estrutura dos trabalhos no focodo negócio da organização. Esta abordagem vem ajudar os gestores e colaboradores naconstrução do conhecimento, modelando o entendimento da tarefa e seu desempenho dosprocessos produtivos.Os modelos, descritos neste artigo são aspectos que precisam ser aprofundados parafundamentar os processos produtivos e incluí-los na cultura organizacional. É necessária aimplementação de uma estrutura que toda a organização participe, criando a integração dasinformações e do uso das ferramentas de gestão à reflexão e avaliação a cada atividadeexecutada, incrementando a qualidade nos produtos e serviços organizacionais.Conclui-se que, a estrutura SIC, baseada no uso do de SIG, pode ser aplicada à maioria dosprocessos produtivos da empresa. Sua utilização é valorizada porque pode ser implementadagradativamente, obedecendo às etapas de sensibilização e de treinamentos específicos aoscomponentes da GT, envolvendo todos os setores. A abordagem baseada em TI, na execuçãodas tarefas da SIC, criará habilidades para direcionar as preocupações da empresa com acriação e inovação do conhecimento pela organização.Referências:COSTA, E. A. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva, 2002.DAVIS, K. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. São Paulo: PioneiraThomson Learning, 2001.DE ANDRADE, et al. Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. SãoPaulo: Perason Education do Brasil, 2002.GOMES, E.; BRAGA, F. Inteligência competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo.Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação do Conhecimento na Empresa: Como as Empresas JaponesasGeram a Dinâmica da Inovação. Rio de Janeiro: Editora Campus. 1997.OLIVEIRA, et al. Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.REIS, D. R. Gestão da inovação tecnológica. Barueri, São Paulo: Manole. Barueri, 2004.SILVA, R. O. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.SLACK, N et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2002.SOUZA, D. L. O. de. Ferramentas de GT: um diagnóstico de utilização nas PMEs Industriais da Região deCuritiba. PPGTE (Dissertação de Mestrado), 2003.

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