HELCIO TOKESHI_GP INVESTMENTS_SEMINÁRIO AIE 2015

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Apresentação do Co-Head de investimentos em Infraestrutura da GP Investments, Helcio Tokeshi, no Seminário Airport Infra Expo - Gestão de Aeroportos.

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HELCIO TOKESHI_GP INVESTMENTS_SEMINÁRIO AIE 2015

  1. 1. Airport Infra Expo 2015 O papel da aviação no desenvolvimento econômico e social da cidade aeroportuária Março 2015 A Leader in Alternative Investments in Latin America
  2. 2. Agenda 2 As concessões até aqui O desenvolvimento de uma cidade-aeroporto As concessões daqui para frente
  3. 3. Agenda 3 As concessões até aqui O desenvolvimento de uma cidade-aeroporto As concessões daqui para frente
  4. 4. 4 O modelo de concessões dos aeroportos brasileiros seguiu 4 diretrizes  Liberalização do setor aéreo brasileiro  Aumento da renda da população Gargalos nos aeroportos O caminho até as concessões • Aumentar os investimentos • Aumentar o nível de serviço • Preservar a concorrência • Fortalecer a INFRAERO DIRETRIZES
  5. 5. 1.096 4.840 3.425 1.471 582 52 11.466 4.0x 0.99 5 GIG CNF Total 3.821 4.501 45.544 1.820 19.019 16.213 170 A experiência brasileira tem sido bem sucedida: o interesse da iniciativa privada se refletiu nos altos prêmios pagos pelas outorgas de concessão Ágio sobre o lance mínimo de cada aeroporto LANCE MÍNIMO (R$ MILHÕES) LANCE VENCEDOR (R$ MILHÕES) Fonte: ANAC VCP GRU BSB NAT
  6. 6. 6 Os aeroportos até agora concedidos estavam entre as opções mais apropriadas a um processo de privatização Matriz de priorização Volumedepassageiros Nível de saturação da infraestrutura (terminal, pista e pátio) GrandePequeno AltoBaixo GRU CGH BSB POA CNF SDU SSA GIG REC CWB FOR VCP NAT MAO BEL GYN FLN VIX CGB PLU McKinsey&Co. (2010) 1 Principais destinos do país 2 Gargalos relevantes 3 Entre os mais rentáveis Aeroportos concedidos Fonte: McKinsey&Company, Estudo do Setor de Transporte Aéreo do Brasil, 2010
  7. 7. 7 Os aeroportos concedidos servem alguns dos principais destinos do país1 Localização geográfica Movimentação de PAX em 2014 Milhões de passageiros 2 4 4 4 7 7 7 8 9 10 10 11 17 18 18 40 FLN BEL FOR CWB REC SSA POA GRU BSB CGH SDU GIG CNF VCP VIX NAT Fonte: clipping Servem as cidades com maior demanda e incluem os principais hubs do país, tanto nacionais quanto internacionais NAT CNF BSB GIG GRU VCP
  8. 8. 8 À época da concessão, eles possuíam gargalos relevantes às operações Análise da infraestrutura em 2010 2 Fonte: McKinsey&Company / ITA / DECEA NAT BSB VCP GRU GIG CNF Terminal Pista Pátio Capacidade seria suficiente em 2030 Atingiria o máximo da capacidade em 2030 Já havia atingido o máximo da capacidade em 2010
  9. 9. Milhões de reais -21 26 31 43 46 112 48% 8. CNF 9. SSA 9011% 2. CGH 1. GRU 7. POA 6. BSB 334% 385 294% 3%10. GIG 23 INFRAERO 11-94. Outros 797 5. CWB 4. MAO 3. VCP Eles estavam entre os dez mais rentáveis em 2010 (à exceção de NAT)3 Mais de 70% do EBITDA da INFRAERO (2010) Contribuição dos aeroportos para o EBITDA da INFRAERO em 2010 Fonte: INFRAERO
  10. 10. Agenda 10 As concessões até aqui O desenvolvimento de uma cidade-aeroporto As concessões daqui para frente
  11. 11. Passageiros e cargas Companhias Aéreas Aeroporto Demanda inicial i ii A demanda de passageiros é o principal fator para a estruturação de serviços aeronáuticos e para o desenvolvimento da infraestrutura relacionada 11 Dinâmica entre passageiros, cias aéreas e aeroportos • A demanda por serviços de aeroportos é puxada pela existência de passageiros • A escala desta demanda é influenciada por fatores socioeconômicos  Densidade demográfica  Atividades produtivas i Demanda inicial
  12. 12. A demanda de passageiros é o principal fator para a estruturação de serviços aeronáuticos e para o desenvolvimento da infraestrutura relacionada 12 Dinâmica entre passageiros, cias aéreas e aeroportos Passageiros e cargas Companhias Aéreas Aeroporto Demanda inicial i ii • Companhias aéreas valorizam aeroportos com muitos viajantes • Passageiros, por sua vez, valorizam aeroportos com ampla oferta de serviços • O círculo virtuoso de desenvolvimento surge, portanto, onde há demanda em escala suficiente ii Desenvolvimento mútuo
  13. 13. A tendência é que os aeroportos deixem de ser apenas provedores de infraestrutura aeronáutica para se tornarem importantes coadjuvantes do desenvolvimento urbano 13 Imobiliário Serviços Transporte integrado Varejo Indústria Lazer Esportes Cultura Aeroporto 1970 1990 2010 Apoio ao transporte aéreo Varejo & serviços Negócios diversificados Fonte: FAA / Schiphol / Professor John D. Kasarda, Ph.D
  14. 14. Agenda 14 As concessões até aqui O desenvolvimento de uma cidade-aeroporto As concessões daqui para frente
  15. 15. O modelo de concessão predominante tem sido bem sucedido; no entanto, o desenho das próximas privatizações precisa continuar evoluindo 15 NAT BSB, VCP, GRU GIG, CNF Próximas concessões • Sem participação da INFRAERO (100% privado) • Construção de um novo aeroporto (projeto greenfield) • Vocação majoritariamente turística • Participação relevante da INFRAERO (49%) • Proibição da participação cruzada entre operadores e aeroportos • Concessão de alguns dos principais aeroportos do país, o que atraiu fortemente o privado • Novos desafios à formulação de um modelo que seja eficiente e que continue a atingir os objetivos que motivaram o programa de concessões:  Aumentar os investimentos  Aumentar o nível de serviço  Preservar a concorrência  Fortalecer a INFRAERO Funcionou como um teste para o modelo de concessão a ser adotado posteriormente para a privatização dos aeroportos maiores Investimentos obrigatórios e gatilhados, e métricas de qualidade do serviço Qual o desenho ótimo para as próximas concessões a serem realizadas?
  16. 16. As relações de coexistência entre aeroportos variam desde aquelas com alto grau de competitividade até as que são puramente complementares 16 Aeroportos altamente competitivos Aeroportos puramente complementares Substitutibilidade Complementaridade  Mercados coincidentes  Relativa proximidade geográfica  Infraestrutura semelhante  Tráfego mútuo relevante  Dependência mútua como hub  Intersecção de áreas de influência Esse critério é importante para preservar a competição entre aeroportos; foi devidamente considerado nas duas grandes rodadas que já ocorreram no Brasil Permite identificar aeroportos que se complementam operacional e financeiramente; ainda não foi utilizado no planejamento das concessões brasileiras
  17. 17. Concessões de blocos de aeroportos surgem como uma opção real para as próximas rodadas, pois permitem aproveitar complementaridades operacionais e financeiras 17 Próximas concessões Aeroportos substitutos Aeroportos complementares Concessão individual Concessão em blocos Preservação da concorrência Exploração da interdependência Fluxograma para as futuras concessões de aeroportos Substitutibilidade Complementaridade TIPO DE AEROPORTO DESENHO DA CONCESSÃO
  18. 18. Experiência internacional – México 18 Destaques 35 aeroportos divididos em 4 blocos 12 aeroportos 13 aeroportos 9 aeroportos 1 aeroporto 50 anos de concessão Fonte: FA Consultoria Econômica / Sites das companhias Nota¹: 2014 Principal aeroporto: • Guadalajara • 8,7 milhões de PAX/ano¹ Principal aeroporto: • Monterrey • 7,1 milhões de PAX/ano¹ Principal aeroporto: • Cancun • 17,4 milhões de PAX/ano¹ Aeroporto: • Cidade do México • 34,2 milhões de PAX/ano¹ Principal aeroporto de cada bloco
  19. 19. 19 As características dos aeroportos brasileiros sujeitos a futuras concessões criam, portanto, oportunidades para o desenho do modelo em blocos Fonte: McKinsey&Company, Estudo do Setor de Transporte Aéreo do Brasil, 2010 Volumedepassageiros Nível de saturação da infraestrutura GrandePequeno AltoBaixo
  20. 20. 20 Obrigado!

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