2014_AIRPORT_SEMINARIO_MARCELO_MOTA_VIRACOPOS

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APRESENTAÇÃO MARCELO MOTA SEMINÁRIO AIRPORT INFRA EXPO.18/09/2014

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2014_AIRPORT_SEMINARIO_MARCELO_MOTA_VIRACOPOS

  1. 1. Projetos integrados de tecnologia e automação: case Viracopos Marcelo Mota – Diretor de Operações da Aeroportos Brasil Viracopos S.A. Marcelo Therezo – Vice Presidente e Gerente Geral da Johnson Controls Brasil 18-setembro-2014 1
  2. 2. 100% Administrado pela Iniciativa Privada Desde junho-2012, a Aeroportos Brasil Viracopos detém a concessão para administrar o Aeroporto Internacional de Viracopos por 30 anos. 2
  3. 3. Objetivos do contrato de Concessão Melhoria do nível de serviços Adequação da Infraestrutura = Experiência do passageiro (“customer experience”) 3
  4. 4. Aeroporto Internacional de Viracopos Campinas – São Paulo – Brasil Novos Pátios e Novo Terminal de Passageiros • Capacidade para 25 milhões de passageiros/ano • 178.000 m2 de área • Novos pátios com 35 posições de aeronaves (+ 30 existentes): ‒ 28 posições com pontes de embarque ‒ 7 posições remotas • Edifício garagem para 4.000 veículos • Novo sistema viário e duplicação do acesso ao aeroporto • Melhorias e expansão da pista de pouso (RESA) 4
  5. 5. Aeroporto Internacional de Viracopos Campinas, São Paulo, Brasil 5
  6. 6. Aeroporto Internacional de Viracopos 6 Campinas, São Paulo, Brasil
  7. 7. Aeroporto Internacional de Viracopos Campinas, São Paulo, Brasil 7
  8. 8. O Papel Estratégico da Tecnologia no Aeroporto 8
  9. 9. 9 Entendendo TI “A forma que a Tecnologia da Informação (TI) é aplicada numa organização tem um imenso impacto na capacidade da organização de alcançar sua visão, missão, e metas estratégicas.” Empresas de sucesso dependem de TI para obter vantagem competitiva. Elas entendem a importância estratégica de TI, aplicam TI agressivamente, e gerenciam os riscos e limites do uso de TI
  10. 10. 10 Entendendo TI 5 - Redefinição do escopo do negócio 4 - Redesign da rede de negócio 3 - Reengenharia de processos 2 - Integração interna Os cinco níveis de reconfiguração de uma organização alcançados através de TI Grau de transformações Benefícios Potenciais alto alto baixo 1 - Exploração localizada níveis revolucionários níveis evolucionários Informática tem que prover valor para o negócio: ― Proporcionar soluções e serviços seguros e de qualidade ― Gerar um adequado retorno do investimento ― Mudar para atividades que tragam ganhos de produtividade e permitam eficiência empresarial TI somente deve existir como um viabilizador estratégico (ferramenta tecnológica) que influencie positivamente os resultados empresariais VIRACOPOS
  11. 11. 11 Entendendo TI A função de TI em Viracopos incorporou o papel de viabilizador do negócio e se posicionou para – e efetivamente conseguiu – alavancar a capacidade da empresa de executar sua estratégia: ― Evoluiu para uma função de missão crítica ― Tecnologias de nível top internacional e utilizadas por grandes aeroportos ao redor do mundo ― As soluções instaladas criaram um modelo de negócio mais inteligente, mais rápido, e mais barato ― TI deu ao Aeroporto de Viracopos as ferramentas de automação que, ao elevaram o modelo de Uso Comum ao máximo, trarão eficiência e economia operacional
  12. 12. Exemplos de “Tecnologia Estratégica” no Aeroporto 12
  13. 13. 13 Vantagens do modelo de Uso Comum A idéia radical de aeroportos de uso comum: ― Solução inteligente para as ineficiências de tentar acomodar e gerenciar sistemas proprietários e não integrados de múltiplas companhias aéreas e empresas concessionárias operando no aeroporto. O aeroporto – e não as companhias – gerencia a rede corporativa, as telecomunicações, os sistemas de segurança e CCTV, os balcões de check-in e de embarque, e o sistema de bagagem. O HW e SW são padronizados, o que economiza muito em suporte técnico, manutenção, e novas compras. ― Mais importante, o Uso Comum permite que o aeroporto: (a) traga novas companhias aéreas para ocupar os portões de embarque e balcões de check-in em tempo recorde; (b) aloque esses recursos operacionais – que são de capital intensivo – baseado na demanda real dos cronogramas de vôo. ― O modelo de Uso Comum traz economias tanto para o aeroporto quanto para as empresas aéreas. As empresas economizam na instalação e no gerenciamento e manutenção da rede de dados e toda a infra-estrutura de TI em cada cidade que elas operam, enquanto que o aeroporto otimiza exponencialmente a utilização dos recursos aeroportuários e, consequentemente, gera mais dinheiro com mais empresas aéreas operando simultaneamente.
  14. 14. 14 Vantagens do modelo de Uso Comum • Facilita todos os aspectos envolvidos em processamento de passageiros • A alocação e coordenação dos ativos aeroportuários pelo operador aeroportuário garante máxima eficiência: – beneficia todos os usuários em termos de flexibilidade, economia de tempo, e redução da necessidade de novos investimentos – simplifica o fluxo de passageiros e, consequentemente, cria uma mais agradável experiência de viagem para eles – dá ao operador aeroportuário a habilidade de construir e alocar os recursos baseado em demanda e não somente em preferência das companhias aéreas – avança a novos níveis a tão desejada competição na indústria de aviação comercial – reduz o risco empresarial, ao deixar o operador aeroportuário menos suscetível às flutuações cíclicas do setor de aviação civil
  15. 15. 15 Vantagens do modelo de Uso Comum • Common Use Passenger Processing System (CUPPS) • Common Use Self-Service (CUSS) Kiosks • Customer Information Kiosks • Voice Over IP • Wireless LAN (WiFi) • Campus Area Network and Cabling
  16. 16. 16 O Laboratório de Testes de Tecnologia VCP
  17. 17. 17 O Laboratório de Testes de Tecnologia VCP
  18. 18. 18 O Laboratório de Testes de Tecnologia VCP • Ganhar tempo na configuração e parametrização • Testar e homologar os sistemas de uso compartilhado (CUPPS & CUSS) • Validar as integrações e interfaces • Simular regras de negócio • Reunir várias empresas e disciplinas técnicas em um único local • Agilizar a tomada de decisões e solução de problemas • Segregar os ambientes e garantir a disponibilidade da produção • Minimizar os riscos de instalação
  19. 19. 19 Testes e mais testes... • Teste funcional • Teste de integração (interfaces internas e externas) • Teste de performance • Teste de carga e volume • Teste de stress • Teste de segurança • Teste de aceitação pelos usuários (UAT – User Acceptance Test)
  20. 20. Detrás do palco: A integração de sistemas num aeroporto AODB & RMS 20 • Rede de computadores • Sistema comum de cabeamento • Sistemas de energia Baggage Handling systems Building Management system Public Address system Baggage Tracking & Reconciliation system Sistema AODB & RMS: 1. Armazena o cronograma de voos, reserva os slots de pista para pouso e decolagem, e recebe atualizações de voos das empresas aéreas 2. Faz a alocação de balcões de check-in, portões de embarque, e esteiras de bagagem para os voos e envia os dados para os sistemas correspondentes 3. Atualiza as telas de informação de voos em todo o terminal Então, você decidiu voar… 1 2 3 Wayfinding & FIDS/BIDS
  21. 21. Detrás do palco: A integração de sistemas num aeroporto AODB & RMS 21 • Rede de computadores • Sistema comum de cabeamento • Sistemas de energia Baggage Handling systems Building Management system Public Address system Baggage Tracking & Reconciliation system 4 SITA VOIP 5 6 7 Processo de Check-in: 4. Agente da empresa aérea se conecta ao CUPPS no balcão de check-in, ativando o telefone VOIP 5. RMS envia a alocação dos balcões de check-in para o CUPPS, permitindo ao agente ativar a tela acima do balcão 6. CUPPS se conecta ao sistema de reserva da empresa aérea via rede da SITA 7. Agente comanda o sistema de bagagem para imprimir as etiquetas de bagagem CUPPS no balcão de check-in Wayfinding & FIDS/BIDS Então, você decidiu voar…
  22. 22. Detrás do palco: A integração de sistemas num aeroporto AODB & RMS • Rede de computadores • Sistema comum de cabeamento • Sistemas de energia Baggage Handling systems Building Management system Public Address system 22 Baggage Tracking & Reconciliation system VOIP Wayfinding & FIDS/BIDS 8 CUPPS no balcão de check-in CUPPS no portão de embarque 9 10 SITA Processo de Embarque no Portão: 8. Agente da empresa aérea se conecta ao CUPPS no portão de embarque, ativando o telefone VOIP 9. RMS envia a alocação dos balcões de embarque para o CUPPS, permitindo ao agente ativar a tela acima do balcão 10. CUPPS se conecta ao sistema de reserva da empresa aérea via rede da SITA 11. Agente usa o sistema de alto-falantes para anunciar o processo de embarque na aeronave 11 Então, você decidiu voar…
  23. 23. Detrás do palco: A integração de sistemas num aeroporto AODB & RMS Então, você decidiu voar… • Rede de computadores • Sistema comum de cabeamento • Sistemas de energia Baggage Handling systems Building Management system 12 Public Address system 23 Baggage Tracking & Reconciliation system VOIP Wayfinding & FIDS/BIDS CUPPS no balcão de check-in CUPPS no portão de embarque SITA Processo de Bagagem: 12. Baggage handlers veêm a alocação de esteiras e informações dos voos no sistema BIDS 13. O sistema BHS direciona as bagagens para as esteiras alocadas pelo RMS 14. Baggage handlers utilizam o sistema BTRS para garantir que as bagagens corretas estão colocadas no voo correto – e seus donos estão a bordo 13 14
  24. 24. 24 Diferenciais para os clientes trazidos pela Tecnologia
  25. 25. 25 CIGA: o Centro de Comando e Controle (CCC ou C3) de Viracopos • Um Centro de Comando e Controle é, tipicamente, uma edificação ou área física que opera como um centro – integrado – para as funções de: coordenação da operação diária, monitoramento de vigilância, despacho de equipes de operação e manutenção, e coordenação da resposta à emergências. • No caso específico do aeroporto, o centro agrupará as funções (e suas respectivas equipes) de:  Centro de Operações Aeroportuárias (COA)  Escritório da Supervisão Aeroportuária (Sala do Supervisor 24 h)  Centro de Operação de Emergência e Monitoramento Eletrônico de Segurança/Vigilância (COE)  Centro de Gerenciamento de Crises e Resposta à Emergências (CGC)  Centro de Despacho da Manutenção (CDM)  Atendimento de Usuários de Tecnologia da Informação (Help Desk) • Implantado seguindo padrão internacional de Critérios de Edificações Unificadas (UFC - Unified Facilities Criteria). O CIGA incorpora ainda requisitos de operação e safety estabelecidos no Manual de Operações do Aeródromo (MOPS), Programa de Segurança Aeroportuária (PSA) e Plano de Emergência (PLEM) de Viracopos. • O CIGA Viracopos está agora no estágio de contratação da construção civil e da: infraestrutura, sistemas de informação e mobiliário customizado. Expectativa de inauguração: 1º trimestre de 2015.
  26. 26. 26 CIGA: o Centro de Comando e Controle Fundamentos: • Integração • Colaboração • Infraestrutura/arquitetura centralizada de processamento, armazenamento e gerenciamento • Convergência (CCC ou C3) de Viracopos
  27. 27. 27 Construindo, hoje, o aeroporto do amanhã • Tecnologia da Informação no Aeroporto de Viracopos é muito mais que cabos, software, e hardware. • Nossas soluções de TI, baseadas em princípios de negócios, estão sintonizadas com o pulso do aeroporto, contribuindo para gerência de valor, transformação de processo, melhoria da eficiência do negócio, e alinhamento estratégico. • À medida que Viracopos cresce para tornar-se um dos mais proeminentes aeroportos da América Latina, a área de TI da Aeroportos Brasil Viracopos segue viabilizando, hoje, o aeroporto do amanhã.
  28. 28. Viracopos Seu novo aeroporto 28

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