I seminário de alfabetização de mesquita pnaic (1)

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I seminário de alfabetização de mesquita pnaic (1)

  1. 1. I SEMINÁRIO DE ALFABETIZAÇÃO DE MESQUITA - PNAIC E. M . PROFESSOR QUIRINO
  2. 2. Equipe Docente: • • • • • • • Caroline Rodrigues Creuzelir Daiana Viana Fabiana Fernanda Simões Luciana Sirlene Marques
  3. 3. Direitos de Aprendizagem no ciclo de alfabetização O direito à Educação Básica é garantido a todos os brasileiros e, segundo prevê a Lei 9394 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, “tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores” (Art.22) Desse modo, a escola é obrigatória para as crianças e tem papel relevante em sua formação para agir na sociedade e para participar ativamente das diferentes esferas sociais. Dentre outros direitos, é prioritário o ensino da leitura e escrita, tal como previsto no artigo 32:
  4. 4. Artigo 32 O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9(nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6(seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; II- a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social;
  5. 5. Avaliação do Ciclo de Alfabetização Avaliação atende aos seguintes objetivos: a) Identificar os conhecimentos já construídos pelos alunos, a fim de planejar as novas atividades de ensino de forma ajustada, isto é, considerando as aprendizagens que eles já desenvolveram, as dificuldades ou lacunas que precisam superar; b) Decidir sobre a necessidade ou não de retomar o ensino de certos itens já ensinados ou de usar estratégias de ensino alternativas, a partir da verificação do que os alunos aprenderam; c) Decidir sobre se os alunos estão em condições de progredir para um nível (série, ciclo, etc.) escolar mais avançado.
  6. 6. Planejamento do Ensino • Por que planejar o ensino? Precisamos planejar para fazermos escolhas coerentes,organizar nossas rotinas, ter nossos objetivos delimitados, saber aonde queremos chegar e o que precisamos ensinar aos nossos alunos.
  7. 7. As rotinas da sala de aula As rotinas escolares asseguram que alguns “procedimentos” básicos sejam “acordados” entre professor e alunos e que os mesmos já se disponibilizem dentro do espaço temporal e espacial para as tarefas pedagógicas. As crianças aprendem, através dessas rotinas, a prever o que fará na escola e a organizar-se. Por outro lado, a existência dessas rotinas possibilita ao professor distribuir com maior facilidade as atividades que ele considera importantes para a construção dos conhecimentos em determinado período, facilitando o planejamento diário das atividades didáticas.”
  8. 8. A aprendizagem do Sistema de Escrita Alfabética • O que é letramento? Conjunto de práticas de leitura e produção de textos escritos que as pessoas realizam em nossa sociedade, nas diferentes situações cotidianas formais e informais.
  9. 9. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado (fonte: MORAIS,2012): 1- Escreve-se com letras, que não podem ser inventadas, que têm um repertório finito e que são diferentes de números e de outros símbolos; 2- As letras têm formatos fixos e pequenas variações produzem mudanças na identidade das mesmas (p,q,b,d); 3-A ordem das letras no interior da palavra não pode ser mudada; 4-Uma letra pode se repetir no interior de uma palavra e em diferentes palavras, ao mesmo tempo em que distintas palavras compartilham as mesmas letras; 5-Nem todas as letras podem ocupar certas posições no interior das palavras e nem todas as letras podem vir juntas de quaisquer outras;
  10. 10. 6 – As letras notam ou substituem a puta sonora das palavras que pronunciamos e nunca levam em conta as características físicas ou funcionais dos referentes que substituem; 7-As letras notam segmentos sonoros menores que as sílabas orais que pronunciamos; 8- As letras têm valores fixos, apesar de muitas terem mais de um valor sonoro e certos sons poderem ser notados com mais de uma letra; 9- Além de letras, na escrita de palavras, usam-se , também, algumas marcas (acentos) que podem modificar a tonicidade ou som das letras ou sílabas onde aparecem; 10- As sílabas podem variar quanto às combinações entre consoantes e vogais (CV, CCV, CVV, CVC, V, VC, VCC, CCVCC...), mas a estrutura predominante no português é a sílaba CV (consoante- vogal) e todas as sílabas do português contém, ao menos, uma vogal.
  11. 11. Diferentes Gêneros literários na Alfabetização A diversidade de gêneros literários pode ser utilizado para incentivar e aprimorar o processo de alfabetização. A descoberta do mundo das letras, durante a alfabetização, pode e deve ser um processo prazeroso para a criança. O uso dos diversos gêneros de literatura como auxiliares nesta fase é altamente motivador. Além de auxiliar no desenvolvimento da linguagem, trabalha a criatividade, o desenvolvimento emocional, o raciocínio lógico, a percepção, a expressão oral e escrita, de acordo com as diferentes técnicas que podem ser utilizadas pelos professores.
  12. 12. Sequência Didática As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvem atividades de aprendizagem e de avaliação.
  13. 13. Projetos Didáticos Projeto didático é um tipo de organização e planejamento do tempo e dos conteúdos que envolve uma situação- problema. Seu objetivo é articular propósitos didáticos (o que os alunos devem aprender) e propósitos sociais (o trabalho tem um produto final, como um livro ou uma exposição, que vai ser apreciado por alguém). Além de dar um sentido mais amplo às práticas escolares, o projeto evita a fragmentação dos conteúdos e torna a garotada corresponsável pela própria aprendizagem.
  14. 14. Reflexões e impressões após cursar o PNAIC Acreditamos que a educação tem um efeito de libertação e transformação, no teor mais simples da sua semântica,causando seus benefícios em qualquer instância da sociedade,permitindo mudanças no indivíduo, independente da sua faixa etária, etnia e classe social. Percebemos o quanto nossa prática pedagógica se modificou, como ela foi transformada. Hoje temos mais segurança ao realizar nosso trabalho, sabemos onde recorrer, buscar informações, respaldo teórico para substanciar nossas ações, porque fomos capacitadas. Concluímos, afirmando que a formação continuada do professor é de extrema importância para a qualidade da educação e com o PNAIC demos esse primeiro passo. E que venham muito mais, pois somos seres humanos e estamos um processo de APRENDIZADO CONTÍNUO. Professoras cursistas da E. M. Profº Quirino
  15. 15. TRANSFORMAÇÃO DA NOSSA PRÁTICA PEDAGÓGICA APÓS O PNAIC
  16. 16. Sequência Didática – Prof. Caroline e Daiana Viana Fábula : Dona Baratinha Turma:301 Estrutura interna : presença de animais com características humanas,enfatiza dois mundos o real e o imaginário apresenta moral(nem sempre explícita)apresenta situação inicial evento perturbador, tentativa de solução, resultado final e moral.Permitir que o aluno identifique as características de uma fábula. Prática de leitura : Contar e dramatizar a história da Dona Baratinha .Ler o livro Dona Baratinha utilizando o Data show. Língua oral- Recontar a história, sugerindo que os alunos apontem argumentos a favor e contra a Dona Baratinha em um tribunal (Registrar um blocão os argumentos juiz, advogado de defesa e acusação, júri e testemunhas(animais da história)Equipe de reportagem (Usar jargões do repórter Marcelo Rezende) .
  17. 17. • Língua escrita – Construir a capa de um jornal – Manchete ‘’Barata mata marido no casamento’’Marido acaba na feijoada’’. • Prática de produção de texto: Montar um final para história individual. • Analise e reflexão sobre a língua –Dividir a turma em grupos e refletir sobre z produção individual construindo um texto coletivo. • Produção final- Assistir novamente os vídeos da dramatização do casamento e produzir um livro da turma sobre a história, semelhante ao livro que foi produzido pela professora Daiana. • Criar a moral a fábula :Exemplo : A baratinha escolheu tanto o marido, apontando o defeito dos animais que acabou sozinha na casinha no alto da colina.
  18. 18. Contação da “História da Dona Baratinha”
  19. 19. Diferentes Tipos de Texto Receita Convite
  20. 20. Diferentes Tipos de Texto Receita Classificados
  21. 21. Ludicidade
  22. 22. SEQUÊNCIA DIDÁTICA CONTO DA CHAPEUZINHO VERMELHO OBJETIVO: Conhecer o gênero textual o conto
  23. 23. CONSTRUINDO UMA NOVA HISTÓRIA
  24. 24. Bingo: Como foi divertido!!!
  25. 25. Contando e recontando a história
  26. 26. Lista de Palavras
  27. 27. DRAMATIZAÇÃO
  28. 28. As atividades realizadas
  29. 29. Somos Autores – Construímos um Livro
  30. 30. Aprendendo e criando com Roseana Murray Prof. Daiana Viana Brincando e fazendo poesias com Roseana Murray Prof. Caroline Rodrigues
  31. 31. Início dos projetos – Estudo sobre a Biografia da Autora
  32. 32. Confeccionando o retrato da autora – Alina Lívia
  33. 33. Conhecendo a biografia e autobiografia da autora Pnaic.lnk
  34. 34. ACRÓSTICO R ato Macaco Óculos Uva Sol Reto Escola Rua Abelha Ana Navio Yuri Avião Aluno: Yuri - 301
  35. 35. Criando um bilhete para Roseana Murray Olá sou Suzane Adimiro muito suas histórias já fiz muitos trabalhos sobre você. A senhora deve ser muito boa porque pela sua foto da para perceber que você é boa e bonita. Mando um beijo e abraço. de suzane monteiro. Tchal tchal.
  36. 36. Criando histórias em quadrinhos
  37. 37. Receita “De espantar Tristeza”
  38. 38. Brincar, brincar e brincar!!!!!!!!!!!!!!!!
  39. 39. Brincando com a poesia “Fadas e Bruxas
  40. 40. ROTINAS NA ALFABETIZAÇÃO – Por Prof. Caroline
  41. 41. Contação de história – Chapeuzinho Vermelho
  42. 42. Dramatização da história
  43. 43. Utilização de Jogos Pedagógicos
  44. 44. Formação de Palavras da história com alfabeto móvel
  45. 45. Confecção de lista de palavras da história
  46. 46. Trabalho com texto coletivo
  47. 47. Cantinhos de Leitura
  48. 48. Ambiente alfabetizador – Promovendo o gosto e prazer pela leitura
  49. 49. Receita de Pão – Poesias e Comidinhas (Roseana Murray) Prof. Fernanda Simões
  50. 50. Receita de Pão – Poesias e Comidinhas (Roseana Murray) Prof. Fernanda Simões
  51. 51. ●Análise da Receita ●Dobro e Triplo ●Bingo de Palavras ●Lista de Palavras ● Lista de Receitas Prof. Fernanda Simões
  52. 52. Receita de Brigadeiro Poesias e Comidinhas (Roseana Murray) *Gênero textual:Receita *Realizado pela turma 202 *Duração: quatro dias *Produto final:Execução da receita em Comemoração dos aniversariantes do mês de setembro. Prof. Sirlene
  53. 53. Receita de Brigadeiro Poesias e Comidinhas (Roseana Murray) Prof. Sirlene
  54. 54. Receita de Brigadeiro Poesias e Comidinhas (Roseana Murray) Prof. Sirlene
  55. 55. Receita de Brigadeiro Poesias e Comidinhas (Roseana Murray) Prof. Sirlene

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