As perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizado

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Material apresentado pelo presidente do CCAS, José Otávio Menten, e por Heitor Haselmann Arakawa no V CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITO DO AGRONEGÓCIO, em São Paulo, no dia 04/08/2014

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As perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizado

  1. 1. As perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizado José Otavio Menten Heitor Haselmann Arakawa V CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITO DO AGRONEGÓCIO São Paulo, 4 de agosto de 2014
  2. 2. Fonte: The OECD Economic Outlook: Sources and Methods. “Commodities são bens e serviços normalmente destinados à venda no mercado a um preço que é projetado para cobrir os seus custos de produção.” Commodities Principal Conceito • Pequeno processamento; • Pouco valor agregado; • Produto não diferenciado; • Tomador de preço.
  3. 3. Tipos de Commodities negociadas Vegetal • Soja • Suco de laranja • Milho • Café • Açúcar • Aveia • Arroz • Óleo de Soja • Farelo de Soja • Trigo • Leite • Cacau • Algodão • Etanol • Borracha • Óleo de palma • Papel e Celulose • Tabaco Animal • Boi • Frango • Suíno • Lã • Couro Energéticas • Petróleo • Etanol • Gás Natural • Propano • Gasolina Metais Preciosos • Ouro • Prata • Platina • Paládio Metais Industriais • Ferro • Cobre • Zinco • Alumínio • Cobalto • Chumbo • Estanho
  4. 4. Produto Interno Bruto (preços correntes 2013) Fonte: CEPEA/USP, 2014 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 Trilhões de R$ PIB do Agronegócio 22,5%
  5. 5. 12% 29% 28% 31% Insumos, máquinas, seguro, financiamento Produção agropecuária e extração vegetal Agroindústria Distribuição e comercialização PIB do Agronegócio Brasileiro 2013 Fonte: CEPEA, 2013 Antes da Porteira Dentro da Porteira Depois da Porteira
  6. 6. MALASIA N. ZELÂNDIA DINAMARCA BRASIL(7) ARGENTINA FRANÇA AUSTRÁLIA HOLANDA CANADÁ EUA 5,1 5,2 5,8 7,1 7,2 8,2 9,1 12,9 13,3 19,4 1990 CHILE DINAMARCA N. ZELÂNDIA FRANÇA TAILÂNDIA ARGENTINA BRASIL(4) AUSTRÁLIA HOLANDA CANADÁ 5 5,1 6,5 6,8 7,7 10,3 10,7 12,2 15,6 19,5 2000 ÍNDIA N. ZELÂNDIA INDONÉSIA AUSTRÁLIA CANADÁ TAILÂNDIA EUA HOLANDA ARGENTINA BRASIL(1) 16,7 19,7 24,1 24,3 24,9 25,2 30,1 31,4 40,7 73,3 2012 Em Bilhões de US$ Fonte: OMC, mar/14 Produtos Agrícolas - 10 Maiores Saldos Comerciais
  7. 7. Fonte: Agrostat/MAPA; R.Rodrigues 2014 Exportações Agronegócio - Produtos
  8. 8. Posição do Brasil no ranking mundial - 2013 Fonte: USDA, mar/14 3% 7% 16% 35% 15% 31% 22% 57% 9% 18% 20% 27% 34% 40% 46% 80% 0% 20% 40% 60% 80% 100% Carne Suína Milho Carne Bovina Café Carne de Frango Complexo Soja Açúcar Laranja Exportação Produção (1º) (1º) (1º) (1º) (1º) (2º) (1º) (3º) (1º) (1º) (1º) (2º) (2º) (3º) (4º) (4º) Suco de O Brasil também.. • É o 2º produtor mundial de etanol (20% da prod. Mundial e 20% das exp. Mundiais); (UNICA, 13) • É o 4º maior produtor mundial de celulose e o 11º maior produtor de papel e papelão. (FAO, 14)
  9. 9. PECUÁRIA
  10. 10. Fonte: IBGE, 2013 Carne Bovina Principais características Fonte: USDA, 2014 0 5 10 15 Outros Canada Russia Paquistão México Australia Argentina Índia China EU Brasil EUA Milhões de toneladas Produção de carne bovina mundial 20% 17% 13% 10% 7% 5% 4% 3% 3% 2% 2% 16%
  11. 11. 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 2008 2009 2010 2011 2012 2013 milhõesdetoneladas Principais destinos da carne bovina brasileira Angola África do Sul China Egito Emirados Árabes Unidos Venezuela Japão Rússia Arábia Saudita Hong Kong Carne Bovina Principais características Fonte: MDIC, 2014
  12. 12. Projeções Oferta e Demanda Projeção de produção e consumo de carne bovina – 2014 a 2023 Fonte: OECD-FAO Agricultural Outlook 2014-2023 Produção, kt Consumo, kt
  13. 13. Projeções – Carne Bovina Fonte: Outlook Fiesp Elaboração: FIESP/DEAGRO e MBAGRO Variável Unidade 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 Área Pastagem M hectares 182 181 181 182 181 181 180 179 179 178 177 Produção k toneladas 10.284 10.798 11.068 11.234 11.347 11.404 11.461 11.575 11.691 11.866 12.104 Consumo Doméstico k toneladas 8.488 8.607 8.645 8.783 8.902 9.02 9.054 9.214 9.398 9.607 9.818 Exportações Líquidas K toneladas 1.726 2.117 2.345 2.369 2.36 2.295 2.316 2.268 2.199 2.165 2.190 Rebanho Total M cabeças 209 211 213 215 217 218 220 221 223 224 225 Abate M cabeças 46 49 50 51 51 52 52 52 53 54 55 Taxa de lotação cab/ha 1,15 1,17 1,18 1,18 1,19 1,21 1,22 1,23 1,25 1,26 1,27
  14. 14. Carne Bovina Perspectivas Até 2020 44% Espera-se que a produção nacional de carne bovina suprirá 44% do mercado mundial Fonte: Ministério da Agricultura
  15. 15. Fonte: IBGE, 2013 Produção de Carne de Frango Produção de Carne Suína
  16. 16. Projeções – Carne de Frango (mil toneladas) Fonte: Outlook Fiesp Elaboração: FIESP/DEAGRO e MBAGRO Variável 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 Produção 12.771 13.040 13.313 13.593 13.879 14.170 14.468 14.771 15.082 15.398 15.722 Consumo Doméstico 9.267 9.445 9.450 9.675 9.860 10.049 10.054 10.339 10.680 11.082 11.499 Exportações Líquidas 3.501 3.591 3.859 3.914 4.014 4.117 4.409 4.428 4.397 4.311 4.217
  17. 17. Projeções – Carne Suína (mil toneladas) Fonte: Outlook Fiesp Elaboração: FIESP/DEAGRO e MBAGRO Variável 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 Produção 3.397 3.532 3.614 3.697 3.782 3.869 3.958 4.049 4.142 4.237 4.335 Consumo Doméstico 2.745 2.804 2.801 2.876 2.938 3.001 2.999 3.097 3.216 3.357 3.505 Exportações Líquidas 650 727 810 818 841 865 956 949 923 877 826
  18. 18. Suco de Laranja
  19. 19. 0 5 10 15 20 Outros Egito México União Européia China Estados Unidos Brasil milhões de toneladas Maiores produtores 12/13 Fonte: USDA, 2014 Laranja Produção Mundial
  20. 20. SP; 74,2% BA; 5,76% PR; 5,07% MG; 4,80% SE; 4,56% Outros; 5,61% BR - Safra 11/12 Laranja Produção Mundial Florida; 71% California; 28% Texas; 1% EUA - Safra 11/12 Fonte: IBGE, 13 Fonte: USDA, 13
  21. 21. SOJA
  22. 22. 22 Soja Produção e Exportação - Principais Portos 0 5 10 15 ILHEUS SANTAREM MANAUS SALVADOR VITORIA SAO LUIS SAO F. DO SUL PARANAGUA RIO GRANDE SANTOS Milhões de toneladas Portos Soja 2013 30% 19% 18% 9% 7% 7% 4% 3% 2% 0,2% Fonte: IBGE, 2013 Fonte: MDIC, 2014
  23. 23. 23 Exportação de soja – Brasil 0 10 20 30 40 Milhões Asia + Oriente Médio 0 2 4 6 8 10 Milhões Europa 0,00 0,10 0,20 0,30 Milhões América do Sul 0,00 0,10 0,20 0,30 Milhões África 2002 2008 2013Fonte: MDIC, 2014 (em milhões de toneladas) Principais Blocos Econômicos
  24. 24. Projeções Oferta e Demanda Projeção de produção e consumo de oleaginosas – 2014 a 2023 Fonte: OECD-FAO Agricultural Outlook 2014-2023 Produção, kt Consumo, kt
  25. 25. Projeções - SOJA Fonte: Outlook Fiesp Elaboração: FIESP/DEAGRO e MBAGRO Variável Unidade 12/13 13/14 14/15 15/16 16/17 17/18 18/19 19/20 20/21 21/22 22/23 Área k hectares 27.722 29.388 28.690 28.246 28.745 29.550 30.313 31.117 32.381 33.304 34.282 Produção k toneladas 81.457 87.693 83.579 87.125 90.269 94.465 98.624 103.036 109.101 114.19 119.612 Consumo Doméstico K toneladas 42.401 43.309 44.296 45.316 46.111 46.920 47.743 48.582 49.436 50.307 51.195 Esmagamento K toneladas 39.501 40.384 41.346 42.341 43.111 43.895 44.693 45.507 46.336 47.182 48.045 Exportações Líquidas K toneladas 38.708 43.804 38.268 41.600 43.962 47.348 50.683 54.255 59.465 63.682 68.215 Produtividade t/ha 2,94 2,98 2,91 3,08 3,14 3,2 3,25 3,31 3,37 3,43 3,49
  26. 26. Milho
  27. 27. 27 0 5 10 15 SALVADOR ILHEUS SAO LUIS MANAUS RIO GRANDE SANTAREM VITORIA SAO F. DO SUL PARANAGUA SANTOS Milhões de toneladas Portos Milho 2013 45% 17% 13% 11% 5% 4% 3% 1% 0,4% 0,3% Exportação – Brasil Principais Portos Fonte: MDIC, 2014 Fonte: IBGE, 2013
  28. 28. 28 Exportação de milho – Brasil 2002 2008 2013 0 2 4 Milhões Europa 0 5 10 15 Milhões Ásia + Oriente Médio 0 1 2 3 4 Milhões África 0,0 0,5 1,0 1,5 Milhões América do Sul Fonte: MDIC, 2014 (em milhões de toneladas) Principais Blocos Econômicos
  29. 29. Projeções Oferta e Demanda Projeção de produção e consumo de grãos – 2014 a 2023 Fonte: OECD-FAO Agricultural Outlook 2014-2023 Produção, kt Consumo, kt
  30. 30. Projeções - MILHO Fonte: Outlook Fiesp Elaboração: FIESP/DEAGRO e MBAGRO Variável Unidade dez/13 13/14 14/15 15/16 16/17 17/18 18/19 19/20 20/21 21/22 22/23 Área Plantada Total 1000 hectares 15.905 14.703 15.144 15.417 15.717 16.026 16.343 16.669 17.004 17.330 17.684 Área Platanda 1 safra 6.907 6.464 6.688 6.739 6.810 6.883 6.957 7.033 7.110 7.170 7.250 Área Plantada 2 safra 8.998 8.239 8.455 8.678 8.907 9.143 9.386 9.636 9.894 10.16 10.434 Produção Total 1000 toneladas 81.344 70.303 73.253 75.390 77.627 79.941 82.335 84.812 87.376 89.993 92.740 Produção 1 safra 35.165 31.496 32.986 33.607 34.267 34.943 35.634 36.340 37.063 37.766 38.522 Produção 2 safra 46.180 38.807 40.267 41.783 43.360 44.998 46.701 48.472 50.313 52.227 54.218 Consumo Doméstico 52.554 53.641 54.751 55.884 57.040 58.221 59.427 60.658 61.916 63.200 64.513 Exportações 23.946 20.688 18.847 19.848 20.924 22.054 23.239 24.481 25.784 27.113 28.544
  31. 31. Projeções - MILHO Fonte: Outlook Fiesp Elaboração: FIESP/DEAGRO e MBAGRO Variável Unidade 12/13 13/14 14/15 15/16 16/17 17/18 18/19 19/20 20/21 21/22 22/23 Produtividade t/ha 5,11 4,78 4,84 4,89 4,94 4,99 5,04 5,09 5,14 5,19 5,24 Produtividade 1 safra 5,09 4,87 4,93 4,99 5,03 5,08 5,12 5,17 5,21 5,27 5,31 Produtividade 2 safra 5,13 4,71 4,76 4,81 4,87 4,92 4,98 5,03 5,08 5,14 5,2
  32. 32. Açúcar
  33. 33. 33 Exportação – Brasil Principais Portos Fonte: MDIC, 2014 0 10 20 VITORIA SUAPE RECIFE MACEIO PARANAGUA SANTOS Milhões de toneladas Portos Açúcar - 2013 73% 19% 6% 1.4% 0.5% 0.2% Fonte: IBGE, 2013
  34. 34. 34 Exportação de açúcar – Brasil 2002 2008 2013Fonte: MDIC, 2014 0,0 0,5 1,0 1,5 Milhões Europa 0 2 4 6 8 10 Milhões Ásia + Oriente Médio 0 2 4 6 8 10 Milhões África 0,0 0,5 1,0 Milhões América do Sul (em milhões de toneladas) Principais Blocos Econômicos
  35. 35. Projeções Oferta e Demanda Projeção de produção e consumo de açúcar – 2014 a 2023 Fonte: OECD-FAO Agricultural Outlook 2014-2023 Produção, kt Consumo, kt
  36. 36. Projeções - Açúcar Fonte: Outlook Fiesp Elaboração: FIESP/DEAGRO e MBAGRO Variável Unidade 12/13 13/14 14/15 15/16 16/17 17/18 18/19 19/20 20/21 21/22 22/23 23/24 Produção 1000 toneladas 35.925 38.237 38.275 38.332 38.505 39.275 40.060 40.782 41.597 42.637 43.703 44.796 Consumo Doméstico 12.000 11.500 11.633 11.727 11.829 11.914 11.999 12.080 12.169 12.238 12.301 12.357 Exportações Líquidas 23.925 26.737 26.642 26.605 26.676 27.361 28.061 28.702 29.428 30.399 31.402 32.439 MIX % 50% 48% 47% 47% 48% 46% 44% 43% 42% 41% 39% 38%
  37. 37. Café
  38. 38. Fonte: IBGE, 2013 Café Principais características 0 500 1.000 1.500 OUTROS PARANAGUA - PR RIO GRANDE - RS SALVADOR - BA VITORIA - ES URUGUAIANA - RS S. F. DO SUL - SC SEPETIBA - RJ RIO DE JANEIRO - RJ SANTOS - SP milhares de toneladas Principais portos utilizados na exportação de café 2013
  39. 39. 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 Milharesdetoneladas Estados Unidos Alemanha Itália Japão Reino Unido Bélgica Fonte: MDIC, 2014 Principais destinos das exportações de café brasileiro 2008 a 2013
  40. 40. Projeções - CAFÉ Fonte: Outlook Fiesp Elaboração: FIESP/DEAGRO e MBAGRO Variável Unidade 2013/14 2014/15 2015/16 2016/17 2017/18 2018/19 2019/20 2020/21 2021/22 2022/23 2023/24 Área 1000 ha 2.010 1.992 1.981 1.981 1.970 1.953 1.953 1.936 1.936 1.919 1.919 Produção 1000 sc 47.544 51.823 47.677 55.305 50.881 57.496 52.896 59.772 54.991 62.139 57.168 Consumo Doméstico 21.132 21.054 21.741 22.296 22.869 22.796 23.719 24.854 26.228 27.682 29.221 Exportações Líquidas 35.414 32.467 37.359 31.977 40.031 34.454 41.990 35.865 42.488 35.705 42.316 Produtividade scs/ha 24 26 24 28 26 29 27 31 28 32 30
  41. 41. Desafios Futuros
  42. 42. Projeção Mundial de Consumo Consumo de Alimento per capita (Kcal/pessoa/dia) Fonte: World Agriculture Towards 2030/2050 – FAO, 2012
  43. 43. Carne Bovina Barreiras não-tarifárias: problemas futuros • América do Norte: medidas rígidas relacionadas à qualidade e sanidade do alimento • Não reconhecem o princípio da Regionalização da OMC (áreas livres de aftosa). • Japão: alta tarifa de importação e barreira sanitária rígida • Tarifa para carne bovina in natura: 28% em média; • Não reconhece o Princípio da Regionalização. Fonte: MALAFAIA, G. et al. Análise das barreiras não tarifárias à exportação na cadeia da carne bovina brasileira. Revista de Política Agrícola. No2 – Abr./Maio/Jun. 2011
  44. 44. Carne Bovina Barreiras não-tarifárias • União Europeia: alta exigência de qualidade e sanidade animal • Reconhece o Princípio da Regionalização; • Usa subsídios às exportações, fixação de tarifas e quotas tarifárias Fonte: MALAFAIA, G. et al. Análise das barreiras não tarifárias à exportação na cadeia da carne bovina brasileira. Revista de Política Agrícola. No2 – Abr./Maio/Jun. 2011
  45. 45. Laranja Exportações brasileiras 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 2008 2009 2010 2011 2012 2013 Milhõesdetoneladas Destino da Exportações brasileiras Outros Estados Unidos Países Baixos (Holanda) Bélgica Fonte: MDIC, 2014 Fonte: AcervoFolha Online
  46. 46. Soja Barreiras não-tarifárias “Entre os meses de abril e junho, a China recusou carregamentos de cinco navios brasileiros, sob o argumento de que havia uma quantidade excessiva de sementes tratadas com Carboxin na soja destinada ao consumo humano ou animal” (Folha de S. Paulo, 30/set/2004)
  47. 47. Desafios futuros Certificação Agrícolas • IBD/FOAM Accredited • Fair Trade Brasil • Selo FSC • Rainforest Alliance • UTZ Certified Rastreabilidade Agrícola • Documentação • Manutenção • Disponibilização de informações
  48. 48. Obrigado Heitor H. Arakawa PhD student - Info & Systems Eng. University of Virginia E-mail: heitorarakawa@gmail.com José Otávio M. Menten Coordenador do Curso de Engª Agronômica Dep. de Fitopatologia e Nematologia LFN - ESALQ/USP E-mail: jomenten@usp.br

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