 Indivíduo bem sucedido comercial e
financeiramente.
 Organização de sucesso no mercado.
 Glamour e apelo midiático.
J.B. Say: Indivíduo que move recursos
econômicos para alta produtividade e
retorno do investimento (Séc XIX).
J. Schumpete...
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iniciativa. Mobiliza recursos
humanos e materiais e valoriza a
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 Fundador de nova organização, que capta
oportunidades latentes na sociedade e responde
de forma criativa.
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 Arrojado/a;
 Auto-confiante;
 Busca incessante;
 Exigente;
 Inovador/a;
 Persistente;
 Proativo/a;
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-> Impulsiona atitudes e habilidades de:
 Sair de sua zona de conforto;
 Perceber as oportunidades;
 Canalizar as energ...
 Predomina a perspectiva do sucesso individual
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 Não considera a colaboração, a solidariedade,
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 Contaminado pela ideologia da competição, do
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 Isenta-se da ética e da transformação de
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Sentido teológico: Dom de Deus para
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Jeito de ser e de viver valores, a
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 Testemunho de vida.
 Conhecer as fontes.
 Tomar iniciativas
 Interiorizar e incorporar como parte de
sua identidade.
Carisma
Instituição
 Formar cidadãos éticos, justos e solidários
para a transformação da sociedade, por
meio de processos educacionais
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Espírito de
Família
Amor ao
trabalho
Espiritualidade
Justiça
Presença
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Simplicidade
 Empreendedorismo: enfatiza a competição, o
sucesso, os resultados mensuráveis, a visibilidade do
indivíduo, a auto justi...
 Sim e Não
 O conceito de empreendedorismo é insuficiente
para caracterizar a originalidade do nosso ser e
atuar.
 O pe...
Afonso MURAD, Gestão e Espiritualidade. São Paulo: Paulinas, 4 ed, 2010, p. 166-177.
Angelo Brigato ÉSTHER. Empreendedoris...
Texto e montagem: Afonso Murad*
*Irmão Marista. Doutor em teologia – Universidade Gregoriana (Roma).
Especialização em Ges...
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Reflexão crítica sobre o empreendedorismo e sua aplicabilidade em instituições religiosas, limites e possibilidades.

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Empreendedorismo e carisma marista

  1. 1.  Indivíduo bem sucedido comercial e financeiramente.  Organização de sucesso no mercado.  Glamour e apelo midiático.
  2. 2. J.B. Say: Indivíduo que move recursos econômicos para alta produtividade e retorno do investimento (Séc XIX). J. Schumpeter: Quem impulsiona o processo criativo-destrutivo do capitalismo, por meio da inovação e da combinação dos fatores de produção (Início séc XX).
  3. 3. Pessoa ou organização com senso de oportunidade e iniciativa. Mobiliza recursos humanos e materiais e valoriza a interdisciplinaridade do conhecimento e da experiência. (P. Drucker) Aquele mantém seus produtos e serviços como relevantes, em mercados de constante mutação. (Ph. Kotler)
  4. 4.  Organização que promove inovações de produtos, serviços e processos.  Instituição que investe na formação continuada de líderes, para manter-se à frente de seu tempo (educação empreendedora).  Realizador/a de significativas mudanças no seu setor de atuação, aumentando a produtividade e gerando resultados (intra- empreendedorismo).
  5. 5.  Fundador de nova organização, que capta oportunidades latentes na sociedade e responde de forma criativa.  Indivíduo ou grupo que desenvolve competências e habilidades para transformar sonhos em projetos viáveis.  Cidadão/instituição que gera valor social, com iniciativas que promovem inclusão social, cuidado com o meio ambiente, a paz e outras causas humanitárias (empreendedor social).
  6. 6.  Arrojado/a;  Auto-confiante;  Busca incessante;  Exigente;  Inovador/a;  Persistente;  Proativo/a;  Realizador/a;  Esperto/a.
  7. 7. -> Impulsiona atitudes e habilidades de:  Sair de sua zona de conforto;  Perceber as oportunidades;  Canalizar as energias de forma disciplinada;  Concretizar projetos a longo e médio prazo (sonhos realizáveis);  Exercitar a liderança para realizar iniciativas inéditas.
  8. 8.  Predomina a perspectiva do sucesso individual e corporativo.  Não considera a colaboração, a solidariedade, os valores humanos e espirituais  Ou seja: como somos empreendedores e como contribuímos efetivamente para a humanização do mundo.
  9. 9.  Contaminado pela ideologia da competição, do individualismo e do consumismo.  Isenta-se da ética e da transformação de mentalidades e de estruturas sociais e culturais.  Pessoas tidas como grandes empreendedoras, às vezes primam por autoritarismo, vaidade e concentração de poder.  Valoriza-se pouco o protagonismo dos outros, principalmente os colaboradores operacionais.
  10. 10. https://www.youtube.com/watch?v=qhU5JEd-XRo
  11. 11. Sentido comum: qualidade extraordinária de uma pessoa, que fascina e causa admiração. Sentido teológico: Dom de Deus para alguém, a fim de servir à comunidade, por um talento, aptidão ou função (ministério) (1 Cor 12). Nos institutos religiosos: forma própria de ser cristão, herdada do(a) fundador e cultivada na espiritualidade e na missão
  12. 12. Jeito de ser e de viver valores, a partir de referência religiosa (espiritualidade). Busca de soluções para desafios humanos e espirituais (missão).
  13. 13.  Testemunho de vida.  Conhecer as fontes.  Tomar iniciativas  Interiorizar e incorporar como parte de sua identidade.
  14. 14. Carisma Instituição
  15. 15.  Formar cidadãos éticos, justos e solidários para a transformação da sociedade, por meio de processos educacionais fundamentados nos valores do Evangelho, do jeito Marista.
  16. 16. Espírito de Família Amor ao trabalho Espiritualidade Justiça Presença significativa Simplicidade
  17. 17.  Empreendedorismo: enfatiza a competição, o sucesso, os resultados mensuráveis, a visibilidade do indivíduo, a auto justificação da organização empreendedora.  Carisma: acentua as motivações profundas. Enfatiza o jeito de ser, a partir da espiritualidade. Valoriza a gestão compartilhada, a gratuidade, a qualidade das relações, o “bem-viver”, os valores institucionais.
  18. 18.  Sim e Não  O conceito de empreendedorismo é insuficiente para caracterizar a originalidade do nosso ser e atuar.  O perfil empreendedor pode ser útil, mas não é o determinante em uma organização religiosa.  Onde está o vosso tesouro, aí estará o vosso coração! A espiritualidade, o carisma e os valores são o nosso tesouro.
  19. 19. Afonso MURAD, Gestão e Espiritualidade. São Paulo: Paulinas, 4 ed, 2010, p. 166-177. Angelo Brigato ÉSTHER. Empreendedorismo: Contexto, Concepções e Reflexões. Comunicação no VII Encontro de Estudos Organizacionais da ANAPAD (2014). Disponível em http://www.anpad.org.br/admin/pdf/2014_EnEO64.pdf César S. SALIM, et al. Construindo planos de negócios. São Paulo: Campus, 3 ed ver, 2005, p. 41-113. Claudio NASAJON, Empreender nem sempre é a melhor opção. Disponível em: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2004/11/19/494961/empreender-nem-sempre-e-melhor- opo.pdf Fernando DOLABELA, Pedagogia empreendedora in: Revista de Negócios, Blumenau, v. 9, n. 2, p. 127-130, abril/junho 2004. Disponível em http://gorila.furb.br/ojs/index.php/rn/article/viewFile/293/280 Fernando Shigueo Omoto BITTAR, Livia Tiemi BASTOS, Reflexões sobre o empreendedorismo: Uma análise crítica na perspectiva da economia das organizações. Disponível em: http://www.ead.fea.usp.br/semead/15semead/resultado/trabalhosPDF/1035.pdf Fredy kofman, Metamagement,. O sucesso além do sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier-Campus, 2004 Peter DRUCKER, Administração de Organizações sem fins lucrativos. São Paulo: Pioneira, 2006, p. 100-103 Geruza Tomé SABINO. Empreendedorismo: reflexões críticas sobre o conceito no Brasil. Disponível em http://www.estudosdotrabalho.org/anais-vii-7-seminario-trabalho-ret- 2010/Geruza_Tome_Sabino_Empreendedorismo_reflexes_crticas_sobre_o_conceito_no_Brasil.pdf José Luís SICRE. Com os pobres da Terra. A justiça social nos profetas de Israel. São Paulo: Paulus, 2011. Salli BAGGENSTOSS, Júlio Cesar DONADONE. Empreendedorismo social: reflexões acerca do papel das organizações e do estado in: Gestão e sociedade • Belo Horizonte • volume 7 • número 16 • p. 112-131, janeiro/abril 2013. Disponível em: file:///C:/Users/murad/Downloads/Baggenstoss_Donadone_2013_Empreendedorismo- social--refle_10552%20(1).pdf SEGET (org.), Empreendedor: Opção que Cresce no Brasil. Disponível em: http://www.aedb.br/seget/artigos08/236_Seget_Empreendedor.pdf
  20. 20. Texto e montagem: Afonso Murad* *Irmão Marista. Doutor em teologia – Universidade Gregoriana (Roma). Especialização em Gestão com ênfase em Marketing na Fundação Dom Cabral (BH). Professor. Pesquisador bolsista do CNPq. Autor de “Gestão e Espiritualidade”, Paulinas. Texto disponível na Internet afonsomurad.blogspot.com Apoio:

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