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26o cearh workshop governança corporativa adriano_salvi

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Apresentação de Adriano Salvi sobre Governança Corporativa no 26o CEARH, promovido pela ABRH-ES, em 11/06/2015

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26o cearh workshop governança corporativa adriano_salvi

  1. 1. Governança  Corpora,va   Por  Adriano  Salvi  
  2. 2. Por  que  pensar  em  governança  corpora,va?   Alguns  mo,vos  para  o  fechamento  de  empresas       1)  Deficiências  na  gestão  empresarial   2)  Impacto  de  problemas  pessoais  sobre  o  negócio   3)  Dificuldade  de  financiamento   Os  dois  primeiros  são  problemas  internos  que  comprometem  a   eficiência  e  a  confiabilidade  da  empresa,  prejudicando  diretamente   sua  capacidade  de  financiar  suas  a8vidades  
  3. 3. Fundamentos   Governança  Corpora,va  é   "É  o  sistema  pelo  qual  as  companhias     são  dirigidas  e  controladas”    Sir  Adrian  Cadbury,  UK,  1992   “É  o  sistema  pelo  qual  as  organizações  são  dirigidas,     monitoradas  e  incen,vadas,  envolvendo  os     relacionamentos  entre  proprietários,     conselho  de  administração,  diretoria  e  órgãos  de  controle.”   IBGC  
  4. 4. Fundamentos   PRESERVA-­‐SE  o  valor  da  organização,  com  o  controle  de  riscos,  com  a   garan8a  de  cumprimento  do  objeto  social.   OTIMIZAR  o  valor  da  organização  tem  a  ver  com  a  geração  de  resultados  e   com  a  facilitação  de  acesso  a  recursos   LONGEVIDADE  é  a  preservação  e  o8mização  da  organização  no  longo   prazo,  buscando  a  perpetuação   I  –  PRESERVAR  e  OTIMIZAR  o  valor  da  organização   II  –  Contribuir  para  sua  LONGEVIDADE   Com  os  seguintes  obje,vos  
  5. 5. Fundamentos   Como  alcançar  esses  obje,vos?   Estabelecer  Missão,  Visão  e  Valores   Determinar  os  meios  de  a,ngi-­‐los   Controlar  e  Monitorar  a  performance   I  –  Iden,dade  da  organização  e  seus  membros   II  –  Orientação  apropriada  e  mo,vadora   III  –  Disciplina  para  seguir  na  direção  proposta   Governança   Corpora,va   Sócios   Conselho   Gestão  
  6. 6. Governança   Corpora,va   Sócios   Conselho   Gestão   Fundamentos   Estrutura  
  7. 7. Fundamentos   STAKEHOLDERS   Comunidade   Governo   Clientes   Funcionários   Fornecedores   ONG´s  
  8. 8. Fundamentos   Pilares   TRANSPARÊNCIA   COMPROMISSO  COM  A  GOVERNÇA  CORPORATIVA   EQUIDADE   PRESTAÇÃO    DE    CONTAS   RESPONSABILIDAE   CORPORATIVA   CRIAÇÃO   DE  VALOR  
  9. 9. Fundamentos  :  Pilares     A  boa  comunicação  interna  e  externa,   par,cularmente  quando  espontânea,     franca  e  rápida,  resulta  em  confiança,     tanto  internamente  quanto  nas  relações     da  empresa  com  terceiros.     Não  deve  restringir-­‐se  ao  desempenho   econômico-­‐financeiro,  mas  deve   contemplar  todos  os  demais  fatores   (tangíveis  e  intangíveis)  que  norteiam  a   ação  empresarial  e  que  conduzem     à  criação  de  valor     Transparência  
  10. 10. Fundamentos  :  Pilares   Equidade   Caracteriza-­‐se  pelo   tratamento  justo  de  todos     os  grupos  envolvidos,     sejam  sócios  ou  demais   partes  interessadas   (stakeholders)  
  11. 11. Fundamentos  :  Pilares   Prestação  de  Contas   Os  agentes  de  governança     devem  prestar  contas  de  sua   atuação,  assumindo   integralmente  as   consequências  de  seus     atos  e  omissões.  
  12. 12. Fundamentos  :  Pilares   Responsabilidade  Corpora,va       Para  se  buscar  a  perenidade  da     empresa,  é  preciso  contemplar     todos  os  relacionamentos  com  a   comunidade  em  que  a  sociedade  atua,   incorporando  considerações  de     ordem  social  e  ambiental  na  definição   dos  negócios  e  operações.    
  13. 13. Beneqcios   Facilita  o  acesso  e     reduz  o  custo  de  capital   Aumenta  a  eficiência     operacional  e  controla  riscos   Reduz  conflitos  entre  sócios     e  entre  estes  e  os  administradores   Melhora  a  imagem  da  empresa   CRIAÇÃO   DE  VALOR  
  14. 14. Relações   STAFF   CLIENTES   DIRETORIA   CONSELHO  DE   ADMINISTRAÇÃO         SÓCIOS         COMUNICAÇÃO   AUTORIDADE   PRESTAÇÃO  DE  CONTAS   A  QUEBRA  DAS  LINHAS  DE  COMUNICAÇÃO,  AUTORIDADE  E  PRESTAÇÃO  DE  CONTAS     RESULTA  EM  CAOS,  PERDA  DE  TALENTOS,  ETC.   PROPRIEDADE   GESTÃO  
  15. 15. Agentes   CONSELHO   DE  FAMÍLIA   SÓCIOS   AUDITORIA   IDEPENDENTE   CONSELHO   FISCAL   CONSELHO  DE   ADMINISTRAÇÃO   AUDITORIA   INTERNA   C.AUDITORIA   COMITÊ   DIRETOR   PRESIDENTE   DIRETORES   Estratégia   Governança   Recursos   Humanos   O  elo  entre  os   interesses  dos   acionistas  e   stakeholders  e  a   administração  da   empresa   MISSÃO  DO  CONSELHO   •  Proteger  e  valorizar  a  organização   •  O,mizar  o  retorno  do  inves,mento   no  longo  prazo   •  Buscar  o  equilíbrio  entre  os  anseios   dos  acionistas  e  stakeholders  
  16. 16. CONSELHO  DE   ADMINISTRAÇÃO  ACIONISTAS       ADMINISTRAÇÃO   DA    EMPRESA   STAKEHOLDERS   Agentes  :  Conselho  de  Administração  
  17. 17. Agentes  :  Conselho  de  Administração   Tipos  de  conselho  conforme  sua  atuação   RITUALÍSTICOS   LIBERAIS   Fonte:  RAM  CHARAN:  BOARDS  THAT  DELIVER   PROGRESSIVOS  
  18. 18. Agentes  :  Conselho  de  Administração   Tem  que  haver  um  balanço:       NOSE  IN,  HANDS  OUT   NUMERÓLOGOS   EXECUTORES   OS  EXTREMOS  
  19. 19. Os  ques,onamentos  dos     conselheiros  são  mais  contribu,vos     do  que  a  decisão  em  si   “Somos  seres  ques1onadores     que  devem  procurar  a  razão  das  coisas     e  não  aceitá-­‐las  por  costume  e  autoridade”     (Sócrates)  
  20. 20. Por  que  os  assuntos     relacionados  a  pessoas  não  frequentam     tanto  as  salas  de  conselho?  
  21. 21. CULTURA  E  LIDERANÇA   ESTRUTURA   PROCESSOS   ESTRATÉGIA   PESSOAS   PROPÓSITO   RESULTADOS   Roadmap  para  os  resultados  empresariais  
  22. 22. PROPÓSITO  E  ESTRATÉGIA   FUTURO   CULTURA  E  LIDERANÇA   ACOMPANHAMENTO  E  CONTROLE   TALENTOS   PRESENTE   O foco é o presente e o futuro. O passado é fonte de aprendizagem Papéis  do  Conselho  de  Administração   Eixos  que  precisam  ser  foco  do  Conselho  
  23. 23. 1.  Visão  de  Compliance   a.  É,ca   b.  Compensação  aderente   2.  Visão  Estratégica   a.  Onde  começa  a  discussão  de  cultura   b.  Monitoramento  de  clima  organizacional   c.  Análise  de  GAP   d.  Sucessão   A  Gestão  de  Pessoas  no  Conselho   •  Garan,r  que  a  diretoria  esteja  cumprindo   •  Desafiar  o  CEO  
  24. 24. 1.  O  Conselho  tem  a  composição  certa  para  o  desafio?   2.  Trata  dos  riscos  que  ameaçam  a  empresa  ?   3.  Estamos  preparados  para  quando  a  crise  chegar?   4.  Estamos  preparados  para  nomear  o  próximo  CEO?   5.  O  Conselho  domina  a  estratégia  da  empresa?   Perguntas  que  o  Conselho  deve  fazer  a  si  mesmo  
  25. 25. Cases   •  Aposentadoria  do  CEO  6  meses  após  completar  60  anos   •  Início  da  sucessão  3  anos  antes   •  Relatório  estratégico  sobre  tendência  do  setor  e  as  4  prioridades  para  a  estratégia  da  empresa •  Iden,ficação  interna  dos  potenciais  candidatos  (3  gestores)  compa{veis  com  a  ideia  central  e   estratégia  da  empresa   •  Iden,ficação  de  3  competências  de  liderança  quan,ficáveis   •  Reuniões  semestrais  do  Conselho  para  avaliação  dos  candidatos   •  Canais  de  avaliação   1.  Cada  gestor  encarregado  de  um  projeto  específico  no  nível  do  CEO   2.  Avaliação  de  empregados  que  trabalharam  em  estreito  contato  com  cada  candidato   3.  Almoço  ou  jantar  de  cada  candidato  com  cada  um  dos  conselheiros   •  Beneqcio  adicional:  insights  para  desenvolvimento  do  novo  CEO  
  26. 26. Cases   Mar/06   Controladores   retomam  a   gestão   Mai/07   Início  processo   formal  de   venda   Anúncio  da   venda  para  a   Vivo   Ago/07   Dez/07   Repasse  da  AC   para  Oi   Separação  TC  e   AC   Dez/08  Abr/08   Mudança  de   controle   acionário  
  27. 27. Cases   1)  Queda  na  cria,vidade  e   capacidade  de  inovação   5,60%   26,70%   2)  Perda  de   comprome,mento  com  a   empresa   0   26,70%   3)  Aumento  na  resistência   em  par,cipar  das   inicia,vas  da  empresa   5,60%   20%   4)  Queda  no  desempenho   e  na  produ,vidade   individuais   16,70%   73,30%   5)  Perda  de  a,tude   empreendedora   11,10%   26,70%   6)  Perda  de  confiança  na   empresa   0   6,70%  
  28. 28. Cases   Ø  Entusiasmo  para  conhecer  os  processos  que  a  nova  empresa  usa  e  a  an,ga  não,   ajudando  a  o,mizar  e  aperfeiçoar  as  an,gas  prá,cas.   Ø  Na  “empresa  adquirente”  existe  apenas  o  medo  de  demissão  devido  ao   aumento  do  quadro  de  funcionários.   Ø  No  meu  caso,  com  a  aquisição,  o  volume  de  trabalho  aumentou   consideravelmente,  no  entanto,  a  equipe  manteve-­‐se  inalterada,  causando  uma   sobrecarga  em  todas  as  pessoas  da  equipe.   COMENTÁRIOS  DOS  ENTREVISTADOS  
  29. 29. Cases   Ø  Percebo  uma  diminuição  nas  oportunidades  de  trabalho,  devido  a  uma   indefinição  muito  grande  do  futuro.  Não  recebi  nenhuma  proposta  da  “empresa   adquirente”  e  não  sei  se  terei  oportunidades  na  nova  empresa.   Ø  Algumas  prá,cas  de  sucesso  não  foram  preservadas  após  a  fusão,  gerando   insa,sfação  por  parte  dos  funcionários.   Ø  Vivenciamos  por  um  longo  tempo  a  venda  da  “empresa  adquirida”  pela  mídia,   mesmo  assim,  quando  foi  efe,vada,  me  sen,  um  pouco  sem  chão,  afinal   trabalho  nesta  empresa  faz  muitos  anos;  vivi  todos  os  momentos  de  cisão  e,   apesar  de  entender  a  importância  do  negócio,  foi  impossível  não  ter  um   sen,mento  de  perda  e  de  grande  mudança  que  passaríamos  a  viver.   COMENTÁRIOS  DOS  ENTREVISTADOS  
  30. 30. Obrigado   Adriano Salviato Salvi 27-99969-0965

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