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Utilização do índice de massa corporal para estimativa do estado nutricional

  1. 1. Saúde em Foco, 57 - 64, 2012Novembro 2012 Página 57UTILIZAÇÃO DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL PARA ESTIMATIVA DO ESTADONUTRICIONAL DE FUNCIONÁRIOS DE UMA EMPRESA DO RAMO QUÍMICO.USE OF BODY MASS INDEX TO ESTIMATE THE NUTRITIONAL STATUS OF EMPLOYEES OF ACHEMICAL COMPANYPRISCILA CALTRAN¹, SAMANTA CORDEIRO SILVA², SHAISTA POPE³, JOÃO VICTORFORNARI4, ANDERSON SENA BARNABÉ5, DEMETRIUS PAIVA ARÇARI6, RENATO RIBEIRONOGUEIRA FERRAZ7.1- Nutricionista pela Universidade Paulista – UNIP, pós-graduação em Segurança Nutricional e Qualidade dos Alimentos pela UniversidadeGama Filho - UGF.2- Bacharel em Enfermagem pela Universidade nove de julho - UNINOVE - SP.3- Bacharel em Farmácia e Bioquímica pela UNINOVE.4- Enfermeiro e Nutricionista, Mestre em Farmacologia pela UNIFESP. Docente do Departamento de Saúde da UNINOVE. Professor doscursos de Pós-graduação da Universidade Gama Filho – UGF.5- Biólogo, Mestre e Doutor em Saúde Pública pela USP – SP. Docente do Departamento de Saúde da UNINOVE. Docente dos cursos de Pós-graduação da Universidade Gama Filho – UGF.6- Biólogo, Mestre em Nutrição e Saúde Pública pela USP-SP, Doutor em Genética e Biologia Molecular pela UNICAMP. Docente do CentroUniversitário Amparense – UNIFIA. Docente dos cursos de Pós-graduação do Centro de estudos e formação avançada - CEFAI.7-Biólogo, Mestre e Doutor em Nefrologia pela UNIFESP – SP. Docente do Departamento de Saúde da UNINOVE. Docente do MestradoProfissional em Gestão da Saúde da UNINOVE - SP. Docente dos cursos de Pós-graduação da Universidade Gama Filho – UGF.
  2. 2. Saúde em Foco, 57 - 64, 2012Novembro 2012 Página 58RESUMOIntrodução: O IMC de populações é um dos métodos mais simples, considerado de fácil aplicação e baixocusto, além disso, gera indicadores para identificar grupos que necessitam de intervenção nutricional. Porestes motivos é um dos métodos mais utilizados para avaliar a composição corporal de grandes grupos deindivíduos para estudos epidemiológicos. Objetivo: Estimar o Estado Nutricional de funcionários de umaempresa do ramo químico do interior de São Paulo, aplicando-se o método do IMC. Método: Foramavaliados 133 prontuários e observados dados, tais como peso, altura, idade e sexo. Para o cálculo do IMCutilizou-se a fórmula peso (kg)/altura² (m²). Resultados: Neste estudo, o sexo masculino foi representadopor 103 prontuários (77,44%) e o sexo feminino por 30 prontuários (22,56%). Do total, 64 indivíduos(48,12%) apresentaram IMC na faixa de 25,0 a 29,9 kg/m², classificados como sobrepeso. Conclusão:Neste trabalho foi constatada elevada prevalência de indivíduos com sobrepeso. Estes dados podem norteara iniciativa de se elaborar campanhas de Educação Nutricional a fim de promover ações para a adoção dehábitos de vida saudáveis.Palavras-chave: Índice de massa corporal; IMC; Estado Nutricional; Composição Corporal.
  3. 3. Saúde em Foco, 57 - 64, 2012Novembro 2012 Página 59ABSTRACTIntroduction: The BMI of populations is one of the simplest methods, considered easy to use and lowcost, moreover, generates indicators to identify groups in need of nutritional intervention. For these reasonsit is one of the most used methods to assess the body composition of large groups of individuals forepidemiological studies. Objective: Estimating the Nutritional Status of employees of a company in thechemical sector in the interior of Sao Paulo, applying the method of BMI. Method: 133 records wereevaluated and observed data such as weight, height, age and sex. To calculate BMI, we used the formulaweight (kg) / height ² (m²). Results: The males in this study represented 103 records (77.44%) and femalesaccounted for 30 records (22.56%). Of the total number of records analyzed, 64 (48.12%) had BMI in therange of 25.0 to 29.9 kg / m², classified as overweight. Conclusion: In this work we found a higherprevalence of individuals classified as overweight. This data can guide the initiative to develop nutritioneducation campaigns to promote actions to adopt healthy lifestyles.Key words: Body Mass Index; BMI; Nutritional Status; Body Composition.
  4. 4. Saúde em Foco, 57 - 64, 2012Novembro 2012 Página 60INTRODUÇÃOO conceito de segurança nutricionalabrange a garantia de acessibilidade de alimentos,em quantidade e qualidade suficiente, de modopermanente e sem comprometimento ao acesso àsdemais necessidades básicas da população. Parauma existência digna, todos devem ter direito apráticas alimentares saudáveis, com respeito adiversidade cultural e que sejam ambiental,cultural, econômica e socialmente sustentáveis(CONSEA, 2004).O estado nutricional pode ser definidocomo o resultado do equilíbrio entre a ingestão ea necessidade de nutrientes. Todo indivíduonecessita estar em equilíbrio com suasnecessidades fisiológicas por nutrientes para amanutenção das funções adequadas do organismo(ACUÑA, 2004).O desequilíbrio do estado nutricional geradoenças. Doenças como as cardiovasculares,hipertensão, elevados níveis de lipoproteína debaixa densidade estão associadas a elevadosníveis de gordura corporal. No sentido inverso,níveis de gordura muito baixos podem sugerir odesenvolvimento de doenças como bulimianervosa, anorexia, desnutrição calórico-protéica(GLANER, 2005).A população brasileira apresenta mudançaem relação ao estado nutricional. Agora édestaque o crescimento do número de obesosdistribuídos por todas as faixas etárias(FERNANDEZ, 2004).O surgimento de novos problemasalimentares e nutricionais relaciona-se com umaumento da prevalência de sobrepeso / obesidadeem adultos e um declínio da prevalência dedesnutrição em crianças. O novo cenárioepidemiológico, caracterizado pela altaprevalência de obesidade, mostra que as doençascardiovasculares são o principal problema desaúde pública. Consequentemente, as doenças doaparelho circulatório são apresentadas como aprincipal causa de óbito do país (REZENDE,2006).A avaliação nutricional de rotina nasdiferentes fases da vida, desde a criança até oidoso, feita por meio de medidas antropométricas,é um importante instrumento para avaliação doestado nutricional e de saúde, permitindoidentificar precocemente pessoas e grupospopulacionais de risco (BRASIL, 2006). Dentreos diversos métodos, a antropometria estáincluída na categoria dos métodos convencionaisde avaliação (ACUÑA, 2004).O IMC de populações gera indicadorespara identificar grupos que necessitam deintervenção nutricional. Para o campo da saúdepública esta avaliação se mostra uma ferramentade grande utilidade. O cálculo do IMC é um dosmétodos mais simples, considerado de fácilaplicação e baixo custo. Por estes motivos é um
  5. 5. Saúde em Foco, 57 - 64, 2012Novembro 2012 Página 61dos mais utilizados para avaliar a composiçãocorporal de grandes grupos de indivíduos paraestudos epidemiológicos (CERVI, 2005;SAMPAIO, 2005; NUNES, 2009). No entanto,quando comparado a métodos de avaliação dacomposição corporal, o IMC demonstra umaestimativa imprecisa da massa de gordura e damassa magra (massa livre de gordura) e nãofornece informação a respeito das alterações depeso resultarem de decréscimo ou aumento demassa magra e/ou massa de gordura. Algunsautores já demonstraram que ele não reflete a realcomposição corporal dos indivíduos,questionando-se o seu uso com o propósito dediagnosticar a gordura corporal (NUNES, 2009).Independente dos resultados subjetivosobservados quando se utiliza o IMC comoferramenta para classificação do estadonutricional, julga-se importante realizar umaquantificação pontual deste estado nutricionalentre trabalhadores de uma empresa do ramoquímico com o intuito de, na presença de taisinformações, promover campanhas visando aprevenção tanto do sobrepeso quanto dasubnutrição.OBJETIVOEstimar o Estado Nutricional defuncionários de uma empresa do ramo químico dointerior do Estado de São Paulo, utilizando-secomo ferramenta de avaliação o IMC.MÉTODOTrata-se de uma pesquisa descritiva,retrospectiva com abordagem quantitativa,realizada em uma empresa do ramo químico dointerior do Estado de São Paulo no período dedezembro de 2011. A amostra populacional nesteestudo foi constituída pelos funcionários daempresa onde o trabalho foi realizado e queprocuraram o ambulatório médico para exameperiódico anual no período de Janeiro aDezembro de 2011. Estes funcionários foramavaliados através de seus prontuários ondeconstam as informações de peso, altura e idade,considerando-se posteriormente o gênero (sexomasculino e sexo feminino).Para o cálculo do IMC utilizou-se afórmula peso (kg) / altura (m²). Posteriormente,os resultados foram agrupados segundo as classesde IMC, propostas pela Organização Mundial daSaúde, sendo elas IMC < 18,5 kg/m² consideradoBaixo Peso; 18,5-24,9 kg/m²: consideradoEutrófico (Peso normal); 25,0-29,9 kg/m²considerado Sobrepeso; 30,0-34,9 kg/m²considerado Obesidade grau I; 35,0-39,9 kg/m²considerado Obesidade grau II; IMC ≥ 40,0considerado Obesidade grau III ou mórbida.Foram excluídos do estudo indivíduos com idadeinferior a 18 anos, funcionários de empresasterceirizadas e temporários.
  6. 6. Saúde em Foco, 57 - 64, 2012Novembro 2012 Página 62As variáveis idade e IMC foramapresentadas pelos seus valores médios ± desviopadrão. Ainda, os valores de IMC foramescalonados e apresentados como númerosabsolutos e percentuais relativos à amostra, assimcomo os dados relativos ao gênero. Por se tratarapenas de análise dos prontuários este trabalhoestá isento do Termo de Consentimento Livre eEsclarecido (TCLE). Todavia, foi registrado noConselho Nacional de Ética em Pesquisa sob onúmero 483300/2011 e aprovado pelo Comitê deÉtica em Pesquisa da instituição onde foirealizado por estar de acordo com as diretrizespropostas pela resolução 196/96 desse Conselho.RESULTADOSA amostra deste estudo foi constituída por133 prontuários, sendo 103 (77,44%) do sexomasculino e 30 (22,56%) do sexo feminino, commédia de idade de 37 ± 9 anos e IMC de 25,2 ± 3kg/m².Do total de prontuários avaliados, 64(48,12%) apresentaram IMC na faixa de 25,0 a29,9 kg/m², classificados como sobrepeso. Aclassificação para eutróficos “Peso normal”, comIMC entre 18,5 a 24,9 kg/m², totalizou 61(45,86%) dos prontuários. A obesidade grau 1,IMC entre 30 a 34,9 kg/m², foi identificada em 4prontuários avaliados (3,01%). A classificaçãopara obesidade grau 2 foi encontrada em 2prontuários (1,5%), assim como também aobesidade grau 3, IMC >= 40,0 kg/m². Não houveidentificação de IMC classificado como “baixopeso” entre os prontuários avaliados.DISCUSSÃOEstimar o Estado Nutricional utilizando-seo IMC como indicador antropométrico tem semostrado uma importante ferramenta para nortearas ações públicas de saúde, principalmente noâmbito nutricional (ACUÑA, 2004).O Índice de Massa Corporal é o métodomais utilizado para classificação de sobrepeso eobesidade nas populações adultas. É um métodosimples, prático, rápido, de fácil aplicabilidade emensuração, além de não exigir altos custos. OIMC pode até ser calculado a partir de valoresrelatados pelo próprio avaliado, dispensando anecessidade de aferição. Dessa forma, o IMCapresenta grande vantagem em relação aosmétodos de avaliação da composição corporal,sendo então o mais escolhido na rotina clínica eem estudo epidemiológico (NUNES, 2009).Como mostra o estudo de CERVI et al.(2005) a correlação entre o IMC e o peso corporalé alta (r=0,8), com base em estudos realizados emdiversos grupos populacionais, porém suacorrelação com a estatura se mostrou baixa comvariação de 0,0 a 0,2 .Neste trabalho observou-se a maiorprevalência de indivíduos do sexo masculino,supostamente por se tratar de atividades
  7. 7. Saúde em Foco, 57 - 64, 2012Novembro 2012 Página 63insalubres que exigem maior resistêncianaturalmente encontrada nos homens. Esteresultado está de acordo com os encontrados porARAÚJO (1998), que observou algo semelhantequando avaliou a prevalência de manifestaçõesbucais em indivíduos do ramo químico de trêsindústrias da Grande São Paulo.A alta prevalência de classificados comoSobrepeso, representada como a maior classeneste estudo, sugere que fatores de inatividadefísica e maus hábitos alimentares podemcontribuir para o aumento de indivíduos comexcesso de peso. Como sugere o estudo deFernandez et al. (2004), uma reduzida taxa deatividade física pode ser um fator de riscocontribuinte para o desenvolvimento daobesidade. Pouca atividade física aumenta o riscode incidência de obesidade, e esta pode também,em contrapartida, contribuir para os baixos níveisde atividade física.A Média de IMC para o sexo masculinomarcou a classificação de Sobrepeso. Já o sexofeminino teve Média de IMC classificado emEutrófico “Peso Normal”. Resultadossemelhantes podem ser encontrados no estudofeito por HÖFELMANN (2009) onde constatou-se a prevalência de Sobrepeso em homens commaior escolaridade, já entre mulheres com ensinosuperior o resultado obtido manteve-se naclassificação de Peso Normal. SegundoCASSANI et al. (2009), a prevalência desobrepeso em uma população relativamentejovem como esta sugere elevado risco paraobesidade em longo prazo.A classificação para eutróficosrepresentou a segunda maior classe deprontuários avaliados neste estudo. Este resultadopode ser incrementado pela informação contidano estudo feito por MARTINEZ (2009), ondeavaliou-se fatores associados à capacidade para otrabalho de trabalhadores do setor elétrico, everificou-se que: quanto menor o estresse notrabalho, o IMC e a dependência ao álcool, maiselevado o escore do ICT (Índice de Capacidadepara o Trabalho).Nota-se que a Obesidade grau 1 teve baixaprevalência, sendo a terceira representação dototal de prontuários avaliados, a Obesidade grau 2e grau 3 apresentaram a menor prevalência dentreo total da amostra. O estudo feito por FREITAS(2010) também identificou a terceira colocaçãopara obesidade sobre o perfil nutricional detrabalhadores de uma empresa de alimentos dointerior do RS. Não foi identificado IMCclassificado como baixo peso neste estudo.Por se tratar de um estudo onde apenas oIMC foi avaliado, ausente de outro método deavaliação e sem aplicação de inquérito alimentar,podemos sugerir que a prevalência de Sobrepesopode ter como fatores agravantes maus hábitosalimentares e sedentarismo. CASTRO (2004) emseu estudo que avaliou operários metalúrgicos
  8. 8. Saúde em Foco, 57 - 64, 2012Novembro 2012 Página 64obteve resultados que correlacionaram a poucaatividade física, ou ausência dela, com osobrepeso. Novos estudos que contenham maisdados para avaliação minuciosa, que avalie umnúmero maior de indivíduos e por período maisprolongado, são necessários para fornecer umaclassificação mais apurada do Estado Nutricionaldesses indivíduos.CONCLUSÃONeste trabalho constatou-se elevadaprevalência de classificados como sobrepeso.Este dado pode nortear a iniciativa de se elaborarcampanhas de Educação Nutricional a fim depromover ações que incentivem os indivíduos aadotarem hábitos alimentares saudáveis, além deincluírem em seu estilo de vida a prática deatividade física. Ressaltamos que, mesmo sendoum método de grande utilização na prática clínicae em estudos epidemiológicos para grandespopulações de adultos, o índice de massa corporaldever ser utilizado com cautela, mesmo que sejaapenas para a classificação de obesidade esobrepeso, especialmente se for direcionado paraavaliação de crianças, adolescentes e idosos.REFERÊNCIASCONSEA. Conselho Nacional de Segurança Alimentar eNutricional. II Conferência Nacional de SegurançaAlimentar e Nutricional - Março/2004. Disponível em<http://www.consea.sp.gov.br >. Acesso em 20/12/2011.ACUÑA, Kátia; CRUZ, Thomaz. Avaliação do estadonutricional de adultos e idosos e Situação nutricional dapopulação brasileira. Arq. Bras. Endocrinol. Metab., v.48, n. 3, p. 345 – 361, Junho, 2004.GLANER, Maria Fátima. Índice de massa corporal comoindicativo da gordura corporal comparado às dobrascutâneas. Rev. Bras. Med. Esporte, v. 11, n. 4, p. 243 –246, Jul/ Ago, 2005.CERVI, Adriane; FRANCESCHINI, Sílvia do CarmoCastro; PRIORE, Sílvia Eloiza. Análise crítica do uso doíndice de massa corporal para idosos. Rev. Nutr.,Campinas, v. 18, n. 6, p. 765-775, Nov./dez., 2005.FERNANDEZ, Ana Cláudia; DE MELLO, Marco Tulio;TUFIK, Sérgio; DE CASTRO, Paula Morcelli; FISBERG,Mauro. Influencia do treinamento aeróbico e anaeróbicona massa de gordura corporal de adolescentes obesos.Rev. Bras. Med. Esporte, v. 10, n. 3, p. 152 – 158, Mai/Jun, 2004.REZENDE, Fabiane Aparecida Canaan et al. Ínidice demassa corporal e circunferência abdominal: Associaçãocom fatores de risco cardiovascular. Arq. Bras. Cardiol,v. 87, n. 6, p. 728 – 734, 2006.BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para apopulação brasileira: Promovendo a alimentaçãosaudável. Brasília, 2006.SAMPAIO, Lilian Ramos; FIGUEIREDO, Vanessa deCarvalho. Correlação entre o índice de massa corporal eos indicadores antropométricos de distribuição degordura corporal em adultos e idosos. Rev. Nutr.,Campinas, v. 18, n. 1, p. 53 - 61, jan./ fev., 2005.NUNES, Raquel Ramalho et al. Confiabilidade daclassificação do estado nutricional obtida através doIMC e três diferentes métodos de percentual de gorduracorporal em pacientes com diabetes melito tipo 1. Arq.Bras. Endocrinol. Metab., v. 53, n. 3, p. 360 – 367, 2009.ARAÚJO, Maria Ercilia de. Estudo da prevalência dasmanifestações bucais decorrentes de agentes químicos
  9. 9. Saúde em Foco, 57 - 64, 2012Novembro 2012 Página 65no processo de galvanoplastia: sua importância para aárea de saúde bucal do trabalhador. Tese: Apresentada aUniversidade de São Paulo. São Paulo; s.n; p. 126, ilus.,tab., 1998.HÖFELMANN, Dorotéia Aparecida; BLANK, Nelson.Excesso de peso entre trabalhadores de uma indústria:prevalência e fatores associados* Rev. Bras. Epidemiol.,v. 12, n. 4, p. 657 - 670, 2009.FREITAS, Karine; SCHERER, Fernanda . Perfilnutricional e identificação dos fatores de risco paradoenças cardiovasculares em trabalhadores de umaindústria do interior do RS. Revista DestaquesAcadêmicos, ano 2, n. 3, p. 59 – 68, CCBS/Univates, 2010.CASSANI, Roberta Soares Lara et al. Prevalência defatores de risco cardiovascular em trabalhadores deuma industria brasileira. Arquivos Brasileiros deCardiologia, v. 92, n. 1, p. 16 - 22, 2009.CASTRO, Maria Beatriz Trindade de; ANJOS, LuizAntonio dos, LOURENÇO, Paulo Maurício. Padrãodietético e estado nutricional de operários de umaempresa metalúrgica do Rio de Janeiro, Brasil. Cad.Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 4, p. 926 - 934,jul./ago., 2004.MARTINEZ, Maria Carmen; LATORRE, Maria doRosário Dias de Oliveira. Fatores associados àcapacidade para o trabalho de trabalhadores do SetorElétrico. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 25, n. 4, p.761 - 772, abr., 2009.

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