Nutrição para diabeticos

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Nutrição para diabeticos

  1. 1. Diabetes MellitusDiabetes Mellitus É concebido por um conjunto de distúrbios metabólicos, caracterizado por hiperglicemia resultando de defeitos na secreção de insulina e/ou na sua atividade É concebido por um conjunto de distúrbios metabólicos, caracterizado por hiperglicemia resultando de defeitos na secreção de insulina e/ou na sua atividade ReportReport ofof ExpertExpert CommitteCommitte onon thethe DiagnosisDiagnosis andand ClassificationClassification ofof DiabetesDiabetes MellitusMellitus, 1997, 1997
  2. 2. DiagnósticoDiagnóstico ë Poliúria ë Polidpsia ë Polifagia ë Poliúria ë Polidpsia ë Polifagia 50% da população é assintomática50% da população é assintomática Exame LaboratorialExame Laboratorial ·Intolerância à glicose ³ 100 mg/dL · Diabetes ³ 126 mg/dL · Após TTGO (75g de dextrosol) · Após 120 min. ³ 140 mg/dL – Intolerante à glicose · Após 120 min. ³ 200 mg/dL – Diabetes ·Intolerância à glicose ³ 100 mg/dL · Diabetes ³ 126 mg/dL · Após TTGO (75g de dextrosol) · Após 120 min. ³ 140 mg/dL – Intolerante à glicose · Após 120 min. ³ 200 mg/dL – Diabetes ADA, 2006ADA, 2006
  3. 3. A classificação do Diabetes-ADA/2006A classificação do Diabetes-ADA/2006 ëë Tipo 1 ëë Tipo 2 ëë Diabetes gestacional ëë Outros tipos de diabetes ëë Outras causas : Genética, Fibrose Cística, Drogas
  4. 4. Objetivos da Terapia Nutricional no DiabetesObjetivos da Terapia Nutricional no Diabetes ä Manter os níveis glicêmicos em padrões aceitáveisä Manter os níveis glicêmicos em padrões aceitáveis ä Atingir um bom perfil lipídicoä Atingir um bom perfil lipídico ä Fornecer quantidade calórica adequada para: · Atingir e manter o peso adequado para adultos · Promover o crescimento e desenvolvimento normal para crianças e adolescentes · Proporcionar energia necessária durante gravidez, lactação e doença catabólica · Prevenir e tratar complicações agudas como: hipoglicemia, neuropatia, hipertensão arterial, doença renal e cardiovascular ä Fornecer quantidade calórica adequada para: · Atingir e manter o peso adequado para adultos · Promover o crescimento e desenvolvimento normal para crianças e adolescentes · Proporcionar energia necessária durante gravidez, lactação e doença catabólica · Prevenir e tratar complicações agudas como: hipoglicemia, neuropatia, hipertensão arterial, doença renal e cardiovascular ä Manter a sáude e bom estado do pacienteä Manter a sáude e bom estado do paciente American Diabetes Association, 2006American Diabetes Association, 2006
  5. 5. Recomendações da American Diabetes Association (ADA) ­ 2006 Recomendações da American Diabetes Association (ADA) ­ 2006  Proteínas = 15 – 20%  Microalbuminúria – 0,8g/Kg de peso ¯ RFG = 0,6g/Kg de peso (na clínica)  HIDRATOS DE CARBONO NASF­ 45­65%  Utilizar a contagem de carboidrato  Gordura  Proteínas = 15 – 20%  Microalbuminúria – 0,8g/Kg de peso ¯ RFG = 0,6g/Kg de peso (na clínica)  HIDRATOS DE CARBONO NASF­ 45­65%  Utilizar a contagem de carboidrato  Gordura  ADA 2002  Fibra =  20 – 35g/dia  Na + = 3.000mg/dia  HAS (estágio I)  2.400 mg/dia  HAS (estágio II)  < 2.400 mg/dia  HAS + Nefropatia < 2.000 mg/dia  Vitaminas e Minerais = População  ADA 2002  Fibra =  20 – 35g/dia  Na + = 3.000mg/dia  HAS (estágio I)  2.400 mg/dia  HAS (estágio II)  < 2.400 mg/dia  HAS + Nefropatia < 2.000 mg/dia  Vitaminas e Minerais = População  GORDURA 25­ 35% GORDURA 25­ 35%  < 7% Saturados < 7% Saturados  10% Polinsaturados 10% Polinsaturados  10% Monoinsaturados 10% Monoinsaturados
  6. 6. Ação de Gorduras MonoinsaturadasAção de Gorduras Monoinsaturadas ëë Melhora o controleMelhora o controle glicêmicoglicêmico ëë Melhora a sensibilidade insulínicaMelhora a sensibilidade insulínica ëë Redução dosRedução dos tiglicerídeostiglicerídeos séricosséricos ëë Reduz o stressReduz o stress oxidativooxidativo das LDLdas LDL ëë Atua protegendo as paredes das artériasAtua protegendo as paredes das artérias –– alguns estudosalguns estudos mostram o impacto benéfico das dietas ricas em AGMI sobremostram o impacto benéfico das dietas ricas em AGMI sobre o fibrinogênio do plasma, aumenta a atividade do inibidoro fibrinogênio do plasma, aumenta a atividade do inibidor do ativador do PAIdo ativador do PAI--11 ëë Redução da PARedução da PA sistólicasistólica ee diastólicadiastólica ëë Atua sobre a molécula de aderência intercelular a (ICAMAtua sobre a molécula de aderência intercelular a (ICAM--1)1) que tem papel central na atração de célulasque tem papel central na atração de células mononucleares até a placamononucleares até a placa ateroescleróticaateroesclerótica EricEric MulsMuls, 1998, 1998
  7. 7. Preocupações Sobre Dietas Ricas em AGMIPreocupações Sobre Dietas Ricas em AGMI ë Menor saciedadeë Menor saciedade ë Aumento de hiperlipidemia pós prandialë Aumento de hiperlipidemia pós prandial ë Balanço de energiaë Balanço de energia ë Maior veículo de transë Maior veículo de trans EricEric MulsMuls, 1998, 1998
  8. 8. Nutrição Enteral e ParenteralNutrição Enteral e Parenteral Equação de Harris-Benedict ModificadaEquação de Harris-Benedict Modificada Gasto Energético Basal (GEB)Gasto Energético Basal (GEB) · Homens = 66,5 + (13,75 x P) + (5 x E) – (6,76 x I) · Mulheres = 65,5 + (9,56 x P) + (1,85 x E) – (4,68 x I) P = Kg / E = cm / I = anos · Homens = 66,5 + (13,75 x P) + (5 x E) – (6,76 x I) · Mulheres = 65,5 + (9,56 x P) + (1,85 x E) – (4,68 x I) P = Kg / E = cm / I = anos Gasto Energético Total (GET)Gasto Energético Total (GET) · GET = GEB x FA · FA = fator de atividade - confinado ao leito = 1,2 - leito + móvel = 1,25 - deambulando = 1,3 · GET = GEB x FA · FA = fator de atividade - confinado ao leito = 1,2 - leito + móvel = 1,25 - deambulando = 1,3
  9. 9. Formulação Central p/ DiabéticoFormulação Central p/ Diabético VCT s/ AA = 1000 (730) VCT c/ AA = 1200 (930) Rel. Kcal/g N = 125 (91,25) VCT s/ AA = 1000 (730) VCT c/ AA = 1200 (930) Rel. Kcal/g N = 125 (91,25) Solução de aminoácido 10% sem eletrólitos 500 mL SG 50% 300 mL Emulsão lipídica 20% 200 mL NaCl 20% 10 mL KCl 19,1% 10 mL ACRESCENTAR FRASCOS PARES Fosfato diácido de potássio (2mEq/mL) 10 mL Opoplex A e B 01 ampola de cada ACRESCENTAR FRASCOS ÍMPARES Gluconato de cálcio 10% 10 mL Sulfato de Magnésio 10% 05 mL Ad-elementos 01 ampola Solução de aminoácido 10% sem eletrólitos 500 mL SG 50% 300 mL Emulsão lipídica 20% 200 mL NaCl 20% 10 mL KCl 19,1% 10 mL ACRESCENTAR FRASCOS PARES Fosfato diácido de potássio (2mEq/mL) 10 mL Opoplex A e B 01 ampola de cada ACRESCENTAR FRASCOS ÍMPARES Gluconato de cálcio 10% 10 mL Sulfato de Magnésio 10% 05 mL Ad-elementos 01 ampola Vitamina C 1g IV 8/8h Vitamina K 01 ampola IM 7/7 dias Infundir 50 mL/h e aumentar 25 mL/h ao dia até 125 mL/h Vitamina C 1g IV 8/8h Vitamina K 01 ampola IM 7/7 dias Infundir 50 mL/h e aumentar 25 mL/h ao dia até 125 mL/h
  10. 10. NaNa ·· A insulina altera a secreção renal de sódioA insulina altera a secreção renal de sódio ·· Poderá haver menor eliminação de sódioPoderá haver menor eliminação de sódio ·· Administrar soluções nutritivasAdministrar soluções nutritivas hipossódicashipossódicas para diabéticospara diabéticos ·· (Perda extra acrescida de 20mEq/dia)(Perda extra acrescida de 20mEq/dia) DiabetesDiabetes MellitusMellitus –– Eduardo BotelhoEduardo Botelho KK ·· A insulina determina influxo de K para células hepáticasA insulina determina influxo de K para células hepáticas ee mucularesmuculares ·· HiperpotassemiaHiperpotassemia é tratada com insulinaé tratada com insulina ·· Dose diária convencionalDose diária convencional ·· Atenção diária na doença renalAtenção diária na doença renal Controle HidroeletróliticoControle Hidroeletrólitico
  11. 11. Recomendações da ADA /2006Recomendações da ADA /2006 ëë Individualização do plano alimentar (B)Individualização do plano alimentar (B) ëë A quantidade de carboidrato e a qualidadeA quantidade de carboidrato e a qualidade ou tipo são importantes (A)ou tipo são importantes (A) ë Individualização do plano alimentar (B)Individualização do plano alimentar (B) O uso do IG / CG podem promover efeitoO uso do IG / CG podem promover efeito benéfico (B)benéfico (B) ëë O uso de gorduras trans deve ser minimizado (E) ë A recomendação com vit C,E,Cromo e Beta Caroteno não é recomendada (E)
  12. 12. Recomendações da ADA /2006Recomendações da ADA /2006 ë A perda de peso é recomendada para os pacientes emA perda de peso é recomendada para os pacientes em sobrepeso ou obeso, diabéticos ou em risco (E)sobrepeso ou obeso, diabéticos ou em risco (E) ëëModerada diminuição de calorias.Moderada diminuição de calorias. MulheresMulheres -- 500500--1000kcal/dia.10001000kcal/dia.1000--1200kcal/dia1200kcal/dia HomensHomens -- 12001200--1600kcal/dia (E)1600kcal/dia (E) ëëAdoçantes não nutritivos são seguros quandoAdoçantes não nutritivos são seguros quando consumidos em doses aceitas pelo FDA(A)consumidos em doses aceitas pelo FDA(A)
  13. 13. Recomendaçãoes ASPEN/2006Recomendaçãoes ASPEN/2006 ëë Proteína em torno de 10Proteína em torno de 10--20%20% ëë Não específica valores para carboidratos e gordurasNão específica valores para carboidratos e gorduras ëë É importante evitarÉ importante evitar hiperalimentaçãohiperalimentação ëë Recomenda um esquema intensivo de insulinaRecomenda um esquema intensivo de insulina ëë Hiperglicemias pósHiperglicemias pós--período operatórioperíodo operatório → → infec infecç ção ão ëë Na NPNa NP –– A terapia insulínica deve ser iniciada em pacientesA terapia insulínica deve ser iniciada em pacientes com níveis de glicosecom níveis de glicose >200mg/dl. 0,1>200mg/dl. 0,1 unidadesunidades dede insulinainsulina regularregular devedeve serser aplicadaaplicada parapara cadacada gramagrama de dextrosede dextrose
  14. 14. DIABETESDIABETES ëë No paciente crítico há tendência de aumento de glicoseNo paciente crítico há tendência de aumento de glicose resultante de ação hormonal e por conta de mediadoresresultante de ação hormonal e por conta de mediadores inflamatóriosinflamatórios ëë O stressO stress → → resistência perif resistência perifé érica de insulina rica de insulina→ →aumento aumento  da prote da proteó ólise, lise, gliconeogênese gliconeogênese→ →hiperglicemia hiperglicemia ëë HiperglicemiaHiperglicemia → →afeta fun afeta funç ção ão imunol imunoló ógia gia e o balan e o balanç ço  de o  de  fluido fluido  ASPEN 2006ASPEN 2006
  15. 15. Nutrição EnteralNutrição Enteral ëë De acordo com as recomendações para diabéticosDe acordo com as recomendações para diabéticos ëë Formulação específica sem oferta de sacaroseFormulação específica sem oferta de sacarose ëë Iniciar em infusão contínuaIniciar em infusão contínua ëë Volume eVolume e osmolaridadeosmolaridade aumentadosaumentados grandualmentegrandualmente de acordo com a tolerânciade acordo com a tolerância ëë Dietas poliméricas e dietas préDietas poliméricas e dietas pré--digeridasdigeridas ëë terapia insulínica intensivaterapia insulínica intensiva ëë Fibra X controleFibra X controle glicêmicoglicêmico ((gastroparesiagastroparesia))
  16. 16. DOSE DE CORREÇÃODOSE DE CORREÇÃO Glicemias mg/dLGlicemias mg/dL > 150 > 200 > 300 > 150 > 200 > 300 Unidade de insulinaUnidade de insulina 2 UI 4 UI 6 UI 2 UI 4 UI 6 UI ADULTOADULTO > 150 > 200 > 300 > 150 > 200 > 300 1 UI 2 UI 3 UI 1 UI 2 UI 3 UI CRIANÇACRIANÇA

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