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íNdice de massa corporal e nível de atividade física em universitários do curso de educação física

  1. 1. ÍNDICE DE MASSA CORPORAL (IMC) E NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA EM UNIVERSITÁRIOS DOCURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO CaC UFGCairo José Barbosa – Discente do Curso de Educação Física – CaC/UFG.Caroline Neves – Discente do Curso de Educação Física – CaC/UFG.Cláudio Lopes Batista Filho – Discente do Curso de Educação Física – CaC/UFG.Cristiane da Silva Santos – Profª Ms. do Curso de Educação Física – CaC/UFG.Lana Ferreira de Lima - – Profª Ms. do Curso de Educação Física – CaC/UFG.Luiz Fernando Gouveia e Silva – Prof. do Instituto Luterano de Ensino Superior – ILES/ULBRA.Ricardo Loiola Silva – Discente do Curso de Educação Física – CaC/UFG.Rogério de Oliveira Mendes Junior - – Discente do Curso de Educação Física – CaC/UFG.Vitor Pereira Macedo Silva - – Discente do Curso de Educação Física – CaC/UFG.Resumo: Este estudo tem como objetivo analisar o índice de massa corporal (IMC) e o nível de atividade física emuniversitários do Curso de Educação Física do Campus Catalão da Universidade Federal de Goiás (CaC UFG). Maisespecificamente pretende-se: a) identificar o IMC dos universitários; b) verificar o nível de atividade física dosuniversitários por meio do Questionário Internacional de Atividade Física - IPAQ - versão curta; c) correlacionar aclassificação do IMC com o nível de atividade física dos universitários do Curso de Educação Física do CaC UFG. Oestudo se caracteriza como uma pesquisa de campo de caráter descritivo e tem como amostra 22 universitários, sendoseis do 2º período; cinco do 4º período; cinco da 3ª série e seis da 4ª série. Para avaliação do nível de atividade físicaserá utilizado o Questionário Internacional de Atividade Física IPAQ - versão curta e uma ficha para levantamentodos seguintes dados: peso, estatura, sexo e faixa etária. Os dados sobre o índice de adiposidade serão coletados pormeio das técnicas antropométricas de peso e estatura que indicam os valores do IMC. Para analisar o peso corporalserá utilizada uma balança de marca FILIZOLA e para a estatura uma fita métrica fixa a parede. Após a classificaçãodos voluntários de acordo com IMC e o nível de atividade física os resultados serão tabulados e analisadosestatisticamente para verificar se existem diferenças significativas e correlações entre as variáveis que são objetodesse estudo. Será utilizada a correlação de Pearson, com nível de significância de p<0,05, para analisar a correlaçãoentre o IMC e o nível de atividade física.Palavras-chave: Índice de Massa Corporal; Universitários; Atividade Física.INTRODUÇÃO.Na sociedade atual, segundo Ronque et al (2005), um dos maiores desafios para pesquisadores e estudiosos daárea da saúde é o controle da obesidade, a qual está associada ao desenvolvimento ou agravamento de cardiopatias,hipertensão arterial, diabetes, hipercolesterolemia, hiperlipidemia, dentre outras.Embora seja uma das mais antigas enfermidades metabólicas somente na contemporaneidade vamos observar umnúmero crescente de pesquisas acerca da obesidade, o que decorre do fato de que esta tornou-se uma epidemia emdiferentes grupos como crianças, adolescentes, adultos e idosos, independente da classe econômica, portanto,configurando-se como um problema de abrangência mundial pela Organização Mundial da Saúde (OMS)De acordo com Ronque et al (2005, p. 03) a obesidade tem se alastrado tanto pelos países desenvolvidos quantonaqueles em desenvolvimento, como o Brasil. Os autores citados apontam que de acordo com “...as informaçõesapresentadas no Consenso Latino-Americano sobre Obesidade, a prevalência de obesidade no Brasil sofreu umincremento de aproximadamente 53% entre meados da década de 70 e o final da década de 80 do século XX”.Podemos dizer que a obesidade resulta da interação entre fatores como: patrimônio genético, ambiente sócio-econômico, cultural e educativo. Entretanto, independente da importância desses fatores o ganho de peso está sempreassociado ao desequilíbrio entre a ingestão de alimentos e o gasto energético. Deve-se destacar que as facilidades davida diária e o aumento no número de fast-foods são fatores que têm contribuído para que o gasto energético diário nãoultrapasse a ingestão calórica, visto que levam ao sedentarismo e a má alimentação.Assim, embora a realização de atividade física esteja associada a manutenção da saúde, podendo prevenir econtrolar o ganho de peso, o que se observa atualmente é uma redução desta prática visto que a maioria das atividadesdas pessoas é de baixo gasto energético. Deve-se considerar que a atividade física caracteriza-se por ser qualquermovimento voluntário que resulta “...em gasto energético, assim o exercício seria um tipo específico de atividade físicaque deve necessariamente envolver regularidade e planejamento, tendo assim freqüência, duração e intensidadedefinidas, objetivando a melhora da aptidão física” (CASPERSEN, 1989 apud RIBEIRO et al, 2001, p.02).Frente a esses elementos, é possível admitir que a prática habitual de atividade física, por pessoas em diferentesfaixas etárias, possibilita não só uma melhoria na qualidade de vida como também a prevenção de problemas como aI SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO FÍSICADA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁSCAMPUS CATALÃO
  2. 2. obesidade.A partir dos elementos apresentados esse estudo tem como objetivo analisar o índice de massa corporal (IMC) eo nível de atividade física em universitários do Curso de Educação Física do Campus Catalão da Universidade Federalde Goiás (CaC UFG). Mais especificamente pretende-se: a) identificar o IMC dos universitários; b) verificar o nível deatividade física dos universitários por meio do Questionário Internacional de Atividade Física - IPAQ - versão curta; c)correlacionar a classificação do IMC com o nível de atividade física dos universitários do Curso de Educação Física doCaC UFG.O IMC, correspondente ao peso dividido pela altura ao quadrado, sendo considerado a medida mais comumenteempregada em estudos que se propõem a analisar o risco de saúde e estado nutricional de caráter populacional.Já o IPAQ trata-se de um instrumento desenvolvido com a finalidade de estimar o nível de prática habitual deatividade física de populações de diferentes países e contextos sócio-culturais, fornecendo dados sobre: duração daatividade, freqüência, intensidade e tipo de atividade, o que permite uma estimativa do gasto calórico total, bem como aclassificação das atividades em leves, moderadas e vigorosas.Procedimentos MetodológicosO estudo proposto caracteriza-se como uma pesquisa de campo de caráter descritivo.PopulaçãoA população do estudo será composta por 151 acadêmicos do Curso de Educação Física do CaC UFG. Aamostra será selecionada através da técnica sistemática, a qual segundo Gil (1999, p.98) consiste em ordenarnumericamente uma população de forma que cada indivíduo possa ser unicamente identificado pela posição que ocupae em seguida selecionado.Assim, inicialmente organizaremos os sujeitos de cada grupo, alunos do 2º e 4º períodos (ingressantes nos anosde 2005 e 2006), bem como alunos da 3º e 4º série (ingressantes nos anos de 2003 e 2004, respectivamente) por ordemnumérica e em seguida selecionaremos uma amostra correspondente a 30% do total de sujeitos de cada turma. Dessaforma a amostra referente aos discentes correspondeu a 46 informantes, sendo treze do 2º período; dez do 4º período;dez da 3ª série e treze da 4ª série, conforme pode ser observado no Quadro 01.Período/Série (semestral ouanual)Total de alunos matriculados Total de alunos selecionados(30%)2º Período (semestral) 43 134º Período (semestral) 32 103ª Série (Anual) 33 104ª Série (Anual) 43 13Total 151 46Quadro 01: Demonstrativo do total de alunos por período/série e total de alunos selecionados para compor a amostrado estudo.Instrumento e coleta de dadosPara avaliação do nível de atividade física será utilizado o Questionário Internacional de Atividade Física IPAQ -versão curta.Será confeccionada uma ficha para levantamento dos seguintes dados: peso, estatura, sexo e faixa etária. Os dadossobre o índice de adiposidade serão coletados por meio das técnicas antropométricas de peso e estatura que indicam osvalores do IMC, representado através da equação:IMC = PA2Onde P é o peso corporal total em kg e A2é a estatura elevada ao quadrado.Para analisar o peso corporal será utilizada uma balança de marca FILIZOLA e para a estatura uma fita métrica fixaa parede.Os universitários serão avaliados descalços e com o mínimo de roupa possível. Para classificar os indivíduosquanto adiposidade utilizaremos os valores de cortes do IMC propostos pela Abeso (2006) conforme a tabela 1.Categoria IMCAbaixo do peso Abaixo de 18,5I SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO FÍSICADA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁSCAMPUS CATALÃO
  3. 3. Peso normal18,5 a 24,9Sobrepeso25,0 a 29,9Obesidade Grau I 30,0 a 34,9Obesidade Grau II 35,0 a 39,9Obesidade Grau III 40,0 e acimaTABELA 1 – Classificação do Índice de Massa Corporal (IMC)FONTE: Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO, 2006)Análise dos dadosApós a classificação dos voluntários de acordo com IMC e o nível de atividade física os resultados serãotabulados e analisados estatisticamente para verificar se existem diferenças significativas e correlações entre asvariáveis que são objeto desse estudo. Será utilizada a correlação de Pearson, com nível de significância de p<0,05,para analisar a correlação entre o IMC e o nível de atividade física.ReferênciasAssociação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). Disponível em:<http://www.abeso.org.br/calc_imc.htm>. Acesso em: 08 nov. 2006.GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5 ed., São Paulo: Atlas, 1999. 206p.RODRIGUES, Raquel Gomes. A correlação entre o índice de massa corporal e o consumo máximo de oxigênio deestudantes da rede particular de ensino. 2005. 56f. Monografia (Graduação em Educação Física) - Instituto Luteranode Ensino Superior de Itumbiara, Itumbiara-GO, 2005.RIBEIRO, Marcos Ausenka et al. Nível de conhecimento sobre atividade física para a promoção da saúde de estudantesde educação física. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, Brasília, v. 9, n. 3, p. 31-37, jul. 2001. Disponível em:<http://www.boletimef.org>. Acesso em: 08 nov. 2006.RONQUE, Enio Ricardo Vaz et al. Prevalência de sobrepeso e obesidade em escolares de alto nível socioeconômico emLondrina, Paraná, Brasil. Revista de Nutrição, Campinas, v.18, n.6, nov./dez.2005. Disponível em:<http://www.scielo.br>. Acesso em: 08 nov. 2006.Cristiane da Silva Santos: Endereço: Rua: Cuba 55 APTO: 01 CEP: 75.703-390. Bairro das Américas. Catalão – GO.Tel: (064) 81240240 E-mail: crisfrutal@hotmail.comI SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO FÍSICADA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁSCAMPUS CATALÃO

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