Medicina de enfermagem no brasil e no mundo

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Medicina de enfermagem no brasil e no mundo

  1. 1. 1 Prof. Sérgio R. Moreira
  2. 2. 2 HISTÓRICO – Primeiros Socorros • Raízes na primeira guerra mundial; • Médicos militares reconheceram que o atendimento rápido e ordenado aos soldados feridos tiveram grande impacto no número de sobreviventes; • A partir disso - primeiras ambulâncias e sistemas de triagem foram desenvolvidos; • Antes – Ambulância, só transportava para o hospital; • Hoje - Ambulância, hospital indo ao paciente (paramédicos; enfermeiros; médicos); • 1960 - EUA e Inglaterra começaram o movimento para regulamentar a especialidade médica “medicina de emergência”.
  3. 3. 3 Brasil - em desenvolvimento Doutorado e Pós- doutorado - USP Hospital de pronto Socorro – Porto Alegre/RS Várias capitais no país. ***Falta a regularização da especialidade pelo CFM do Brasil – Especialidade médica.
  4. 4. 4 EUA – Curso Básico Certificação em Emergency Medical Technician • 6 meses de duração • RCP – ressuscitação cardiopulmonar • Tratamento básico de primeiros socorros
  5. 5. 5 EUA – Curso Avançado Certificação em Paramédico • 18-24 meses – parte didática • Complemento de mais 300 horas com: – Práticas em ambulância – Departamento de emergência – Salas de cirurgia – Salas de parto • Cursos: – Advanced Cardiac Life Support – Basic ou Prehospital Trauma Life Support – Pediatric Life Support • Competências em adicional: – Administrar medicações sem a necessidade de um médico – Intubação – Desfibrilação
  6. 6. 6 PRIMEIROS SOCORROS • É o atendimento de urgência e emergência a partir de ações empregadas para a recuperação do indivíduo, cujo agravo à saúde implica risco de vida.
  7. 7. 7 ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR • E a prestação de suporte básico ou avançado à vida, dado ao paciente de acidente ou doença, desde o local do ocorrido e seu transporte até ao recurso hospitalar adequado, garantindo-lhe a estabilidade das funções vitais.
  8. 8. 8 URGÊNCIA X EMERGÊNCIA • Motivo de dúvida conceitual; • EMERGÊNCIA: Ato ou efeito de emergir; situação grave; perigosa; momento crítico; circunstâncias imprevistas (ou o que delas resulta) e que exigem ação imediata. • URGÊNCIA: Necessidade de atendimento rápido, sem retardo; que não se pode prescindir; indispensável; situação muito grave que tem prioridade sobre as outras; que indica necessidade imediata ou pressa. Dr. Viriato Moura Presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
  9. 9. 9 Critérios de triagem utilizados na Austrália Qual o melhor sistema de triagem? Aquele que utiliza critérios de prioridade para os pacientes mais críticos.
  10. 10. 10 RESIDÊNCIA ESPECÍFICA: Alguns países reconhecem a medicina de emergência como especialidade. O treinamento inclui o necessário para ressuscitação e estabilização da vida. Treinamento em Medicina de Emergência
  11. 11. 11
  12. 12. 12 PRIMEIROS SOCORROS NO ESPORTE Nenhum atleta que esteja fora de forma ou que desconheça sua equipe pode entrar em um campo de jogo e esperar contribuir para alcançar a vitória. A mesma afirmação é válida para um socorrista do esporte eficiente. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  13. 13. 13 A FUNÇÃO DO TREINADOR NA EQUIPE DE CUIDADOS MÉDICOS AOS ATLETAS Planejar adequadamente a atividade; Fornecer instruções corretas; Alertar sobre riscos possíveis; Proporcionar um ambiente físico seguro; Fornecer equipamentos adequados e corretos; Agrupar os atletas corretamente; Avaliar os atletas quanto a presença de lesão ou incapacidade; Supervisionar atentamente as atividades; Fornecer atendimento de emergência apropriado. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  14. 14. 14 Se o grupo de emergência não estiver presente quando um atleta sofrer uma lesão?
  15. 15. 15 Se o grupo de emergência não estiver presente quando um atleta sofrer uma lesão? Proteger o atleta de danos maiores; Mandar alguém chamar o grupo de emergência médica (se necessário); Avaliar a lesão; Administrar os primeiros socorros; Dar aos técnicos em emergências médicas informações sobre como a emergência ocorreu e quais primeiros socorros foram prestados. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  16. 16. 16 ESTRATÉGIAS DE PRIMEIROS SOCORROS NO ESPORTE Para lidar com lesões de maneira eficiente, é preciso se programar para elas. Você não quer ser pego desprevenido em uma situação crítica de saúde envolvendo perda de sangue, inconsciência ou dificuldades de respiração. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  17. 17. 17 Reconhecendo seus limites! Ainda que você se mantenha instruído sobre primeiros socorros no esporte, não tente assumir os deveres de um médico ou socorrista. Reconheça seus limites. Forneça apenas a assistência para a qual você esteja qualificado. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  18. 18. 18 MANTENDO REGISTROS PARA SAÚDE DOS ATLETAS Formulário de consentimento; Formulário de histórico de saúde; Cartão de informação de emergência; Lista de conferência de inspeção de instalações. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  19. 19. 19 Desenvolvendo um Plano de Emergências Médicas Etapa final da prevenção de lesões; Acionar o sistema de emergências médicas e prestar primeiros socorros; CHECAR – Como avaliar (checar) o atleta lesionado? CHAMAR – Como acionar (chamar) o resgate? CUIDAR – Como prestar os primeiros cuidados de primeiros socorros? FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  20. 20. 20 1. CHECAR A) Qual a primeira coisa a se fazer ao chegar perto do atleta lesionado? B) Quais etapas para avaliação de atletas conscientes e inconscientes? FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  21. 21. 21 2. CHAMAR A) Delegue a responsabilidade de procurar auxílio médico (pessoa calma e responsável); B) Mantenha em treinos e jogos uma lista de números de telefone de emergência (193; 190; hospital; médico do time); C) Leve o cartão de informações de cada atleta para os jogos e treinos; D) Dê um cartão de respostas de emergência a pessoa de contato que estiver chamando a assistência médica; E) Preencha um formulário de registro de lesões e mantenha-o arquivado para o caso de qualquer lesão que ocorra. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  22. 22. 22 3. CUIDAR A) Preste os cuidados de primeiros socorros ao seu alcance na ausência da equipe médica; B) Em caso de equipe médica presente, auxilie-os conforme necessário. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  23. 23. 23 TERMINOLOGIA ANATÔMICA Sistema Esquelético FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  24. 24. 24 TERMINOLOGIA ANATÔMICA LESÕES NO ESPORTE Ossos – Forma e sustentação ao corpo e proteção aos órgãos importantes como cérebro, pulmões e coração. Articulações – Quando 2 ossos se encontram. Também formados por ligamentos, tendões, cartilagem e bursas. Importante na locomoção (quadril, joelho, tornozelo, ombro, cotovelo e punho). Músculos – Tecidos elásticos que movimentam os ossos (manguito rotador, quadríceps, isquiotibiais e gastrocnêmio). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  25. 25. 25 TERMINOLOGIA ANATÔMICA LESÕES NO ESPORTE Ligamentos – Unem os ossos à forma de uma articulação (estabilidade articular). Cartilagem – Tecido encontrado na extremidade dos ossos (absorver choque quando os ossos colidem e reduzir o atrito entre eles). Tendões – Ligam o músculo ao osso, são relativamente elásticos a permitir que os músculos sejam alongados ou tracionados (tendão do calcâneo, patelar, do bíceps e do manguito rotador). Bursa – Bolsas cheia de líquido localizadas entre os ossos, músculos e tendões (ajudam a reduzir o atrito entre os tecidos, ex. tendões e ossos). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  26. 26. 26 Lesões Agudas Contusão – Pode ser resultante de um golpe direto. Os tecidos e os capilares são danificados e perdem líquido e sangue, o que provoca dor, inchaço e descoloração. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  27. 27. 27 Lesões Agudas Abrasão – Tecido é lesionado por atrito ou por raspagem (ex. arranhões ou escoriações causando lesão na pele). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  28. 28. 28 Lesões Agudas Perfuração – Pequenos ferimentos causados por rompimento da pele e de órgãos internos (pregos na pista ou lascas de madeira, dardos no atletismo). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  29. 29. 29 Lesões Agudas Cortes – Laceração: cortes ou rasgos no tecido mole causados pelo golpe de um objeto não cortante. Sangramento contínuo. Incisão: cortes leves causados por objetos cortantes. Sangramento rápido e que espalha em abundância (profuso). Avulsão: rupturas totais do tecido, como o arrancamento da extremidade do lóbulo da orelha (jóias durante o esporte). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  30. 30. 30 Lesões Agudas Entorse – Ruptura ou estiramento dos ligamentos (mecanismo de compressão ou torção). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  31. 31. 31 Lesões Agudas Distensão – Músculo ou tendão excessivame nte forçado (ex. estirado). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  32. 32. 32 Lesões Agudas Rupturas da Cartilagem – Ossos de uma articulação que sofrem torção ou compressão, isso pode desencadear uma contusão e ruptura da cartilagem (joelho geralmente). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  33. 33. 33 Lesões Agudas Luxação e Subluxação – Quando uma articulação é atingida ou torcida, os ossos podem sair da posição (maior frequência no ombro, cotovelo, dedos da mão e patela). Luxação: o osso permanece fora do lugar até o médico reposicioná-lo. Subluxação: o osso sai do lugar mas imediatamente volta a posição. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  34. 34. 34 Fraturas (lesões agudas) Fratura fechada – Osso se quebra, mas não se projeta através da pele. Fratura exposta – Osso se quebra e perfura a pele. Ferimento deve ser cuidadosamente coberto com gaze esterilizada a fim de prevenir infecções. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  35. 35. 35 Fraturas (lesões agudas) Fraturas fechadas prevalentes no esporte FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole. Unero Ulna Rádio
  36. 36. 36 Lesões Crônicas Bursite – Inflamação da bursa (pode ser causada, além de golpes ou irritações repetidos, por atrito dos tendões sobre a bursa). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  37. 37. 37 Lesões Crônicas TENDINITE – irritação/inflamação nos tendões em razão de estiramento ou uso excessivo, especialmente quando fracos ou tensionados. Tendinose (microrupturas no tendão), tenossinovite (inflamação na bainha sinovial que envolve tendão) e paratendinite (inflamação na bainha do tendão) FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  38. 38. 38 AVALIAÇÃO PRIMÁRIA E FORNECIMENTO DE SUPORTE DE VIDA A avaliação dos sinais vitais de um atleta (vias aéreas, respiração e circulação) e o fornecimento de um suporte de vida exige uma capacidade rápida de análise do que está ocorrendo e ação mais rápida ainda. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  39. 39. 39 Avaliação do Local Antes mesmo da assistência, a avaliação da segurança do local é necessária. Assim o socorrista poderá decidir o que fazer e como fazer com segurança. • 1º) Orientar a não tocar no atleta, especialmente os espectadores; • 2º) Análise do local (energia; relâmpagos; tráfego; frio ou calor), se afirmativo remoção imediata do local; • 3º) Tente acalmar o atleta, evita que ele se debata ou levante, prevenindo novas lesões. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  40. 40. 40 Avaliação do Atleta 1º) Posição do atleta dificulta sua atuação, pondo-o em risco de vida? 2º) Equipamento do atleta dificulta sua atuação pondo-o em risco de vida? 3º) Como a lesão ocorreu? 4º) Examinar o histórico médico relevante do atleta; 5º) Determinar se o atleta está consciente e responde suas questões; 6º) Avaliar os sinais vitais. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  41. 41. 41 Guia para aferir os sinais vitais • Sinal – é tudo aquilo que se pode observar ou sentir no paciente enquanto o examina. Ex: pulso, palidez, sudorese, etc. • Sintoma – é tudo aquilo que não se consegue identificar sozinho. O paciente necessita contar sobre si mesmo. Ex: dor abdominal, tontura, etc.
  42. 42. 42 Avaliação Primária 1. Vias aéreas (airway); 2. Vias respiratórias (breathing); 3. Circulação (circulation). FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole. Um atleta consciente não significa que ele esteja com os sinais vitais íntegros, verifique cada um deles.
  43. 43. 43 1. Vias aéreas (airway) Atenção aos sinais que indicam engasgamento ou asfixia a) sinal universal da asfixia b) perguntando “você consegue falar?” se sim, presume-se que as vias aéreas estão desobstruídas, se não, pergunte “você se sente sufocado?” se sim, com a cabeça ou apertando a garganta, inicie a manobra de Heimlich. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  44. 44. 44 Manobra de Heimlich
  45. 45. 45 Manobra de Heimlich FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  46. 46. 46 2. Respiração (breathing) Atenção para a condição respiratória Respiração ofegante, rápida ou lenta? Medição pelo número de vezes que o tórax e o abdome sobem e descem (ex. 15 x 4) Crianças 5-12 anos: 20 resp/min Adolescentes 12-18 anos: 12-20 resp/min Adultos: 12-15 resp/min Se o atleta esteve ativo, a frequência respiratória deverá retornar ao repouso em minutos, ao contrário, suspeite em uma situação de risco potencial para morte. FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  47. 47. 47 Desobstruindo as Vias Respiratórias FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  48. 48. 48 Desobstruindo as Vias Respiratórias FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  49. 49. 49 3. Circulação (circulation) Atenção para a circulação – aporte de sangue aos tecidos Toque a pele do atleta e avalie a aparência Pele azulada/roxa ou fria? A pele, os lábios e a base da unha começaram a desenvolver um tom azulado caso não receba irrigação de sangue Outro método, mensuração da frequência cardíaca Crianças 5-12 anos: 60-120 bpm Adolescentes 12-18 anos:75-85 bpm Adultos: 60-100 bpm FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  50. 50. 50 Se o atleta estiver respirando normalmente e exibindo sinais de circulação, faça uma nova verificação periódica da respiração e da circulação conforme a necessidade. Avaliação Primária
  51. 51. 51 A avaliação primária pode ser executada na seguinte sequência • Impressão geral do local; • Avalie o nível de consciência; • Avalie a permeabilidade das vias aéreas; • Avalie a respiração (a,b – ver, ouvir e sentir); • Avalie a circulação (c - pele, pulso e hemorragias); • Prioridade no transporte.
  52. 52. 52 PARADA RESPIRATÓRIA
  53. 53. 53 PARADA RESPIRATÓRIA FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  54. 54. 54 PARADA CARDÍACA
  55. 55. 55 PARADA CARDÍACA FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  56. 56. 56 PARADA CARDÍACA Cont... FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  57. 57. 57 PARADA CARDÍACA Cont... FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  58. 58. 58 FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  59. 59. 59 FLEGEL M. 2008. Primeiros Socorros no Esporte - ed. Manole.
  60. 60. 60 Classificação da avaliação inicial • CRÍTICO • INSTÁVEL • POTENCIALMENTE INSTÁVEL • ESTÁVEL

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