1Dr. Hugo Leonardo Miranda CoelhoOrtopedistaMédico do TrabalhoPerito Médico do INSS
2Diferenças de abordagensAnatomiaEpidemiologiaDiagnósticoHistória ClínicaExame FísicoExames complementaresTratamentoPreven...
3Dra. Elizabeth Genovese
4Dra. Elizabeth Genovese
5Diferenças de AbordagensMédico AssistenteMédico do TrabalhoMédico Perito do INSSJuiz do Trabalho
6Médico AssistenteClínico geralOrtopedistaReumatologistaFisiatraNeurocirurgiãoFisioterapeutaOsteopataQuiropata
7Médico do TrabalhoResolução 1488/98 – CFMSúmula 282/TST – Atestados MédicosProntuário médico: protocolo para avaliaçãoclí...
8Médico Perito do INSSLei 8.213/91Art. 59: auxílio-doençaArt. 89 e 92: reabilitação profissionalNTEP: Lei 10.666/03, Lei 1...
9Art. 92. Concluído o processo de habilitaçãoou reabilitação social e profissional, aPrevidência Social emitirá certificad...
10Juiz do Trabalho: tendência de aceitarque doenças decorrentes da idade sejamconsideradas doenças ocupacionais
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21Em mEm méédiadia 65% a 80% da popula65% a 80% da populaçção mundialão mundialdesenvolve lombalgia em algum momento de su...
22Horal, em 1969, num inquérito realizado na cidade deGotemburgo, Suécia, constatou que 65% dapopulação adulta teve, antes...
23O risco de ciatalgia aumentou significativamentecom o aumento do peso em homens com idadeentre 50 e 64 anos (Heliovaara ...
24Estudos oficiais americanos mostram queempregados com mais de seis meses deausência ao serviço por problemas de coluna s...
25Helfet e Gruebel-Lee mostraram que quando umalaceração penetra no anel externo, uma tentativade cura é feita pelo cresci...
26A pressão intradiscal dentro do núcleo pulposo émais baixa quando o paciente está deitado e émais alta quando o paciente...
27Apesar do aparecimento de inúmeras técnicassofisticadas de exames auxiliares, permanece agrande incógnita de se localiza...
28...apesar das dificuldades, é fundamental que seprocure esclarecer as causas da lombalgia e dalombociatalgia, pois o suc...
29Pior ainda é pedir radiografias, tomografias,cintilografias e até ressonância nuclearmagnética antes de elaborar um raci...
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Dra Elizabeth Genovese 31
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33Idade, sexo, estado civilProfissão (empregado?; desempregado?; contribuinteindividual?; existem pendências trabalhistas?...
34DorQual o tipo de dor?Qual a localização da dor?Qual a irradiação da dor – existe correspondênciacom dermátomos específi...
35Dra. Elizabeth Genovese
36Queixas emocionais associadas às dores nacolunaDor que vai da cabeça até a colunaDor na perna inteiraSensação de que a p...
Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 37
38InspeçãoSinal do talheManobra de AdamsEncurtamentos de MMIIPalpaçãoSinal de CobbEstudo da mobilidade articularColunaCCF ...
39Testes especiaisTeste de LasègueTeste de BragardTeste de BechterewTeste do estiramento do nervo femoralTeste de Patrick ...
40Testes de simulaçãoSinais de WaddellTeste de HooverTeste de Burns
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67Hiperalgesiasuperficial, generalizada e não-específicadistribuição não-anatômicaPontos dolorosospressão aplicada no vért...
68Estiramentoexame de Lasègue positivo na posição supina enegativo na posição sentadaSinais locaisreflexos musculares meno...
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70Radiografia convencionalTomografia computadorizadaRessonância nuclear magnéticaMielografiaDiscografiaCintilografia óssea
71Dra. Elizabeth Genovese
72Radiografia SimplesNão devem ser solicitadas nos pacientes com lombalgiaaguda mecânica;Nas situações em que ocorrer pers...
73Alterações radiológicas da coluna que podem estarassociadas a sintomatologia clínica (White / Nachemson)Muito provavelme...
74Muito improvavelmenteSpina bífida ocultaÂngulo lombossacral agudoDimimuição discreta de só um espaço intervertebral eesp...
75QuestionávelEspondilose severaEspondilolisteseCifose (severa)Escoliose (discreta e moderada)Retrolistese da cervical, do...
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78Ressonância Nuclear MagnéticaTambém pode ser solicitada nas lombalgias agudas comevolução atípica, ou caso haja evolução...
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80Mielografia dinâmica e mielotomografiacomputadorizadaSão exames invasivos, que devem ser indicados apenasnos casos em qu...
81DiscografiaÉ um método invasivo de indicação muito restrita, quepode ser realizado para identificar o provável discoresp...
82Cintilografia ósseaNão tem indicação na lombalgia mecânica aguda, porémé um exame muito sensível para a detecção precoce...
83EletroneuromiografiaNão deve ser realizada nas lombalgias agudas, crônicase nas lombociatalgias agudas;Pode ser indicada...
84Exames laboratoriaisSem importância nas lombalgias mecânicas, porémnecessários no diagnóstico diferencial de doençassist...
Estrutura óssea ++ Espondilite ++Artrose facetária +++ Deformidades +++Prolapso de disco - Tumor +++Disco sintomático(sem ...
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/2 /1 5Espondilite ++ - ++ +++Deformidades +++ - - -Tumor +++ + +++ +++Estenose central + +++ +++ +++Estenose lateral (+) ...
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92“A dor lombar não deve ser considerada comosendo somente um problema médico.”
93Tratamento: eminentemente conservadorTratamento CirúrgicoHérnia de disco c/ déficit neurológico grave agudo (primeiras3 ...
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95Mayer et al. afirmam que a lombalgia relacionada àunidade funcional motora da coluna (mecânico-degenerativa) evoluirá pa...
96Nachemson refere que a lombalgia crônica continuasendo um grande desafio na medicina, pela altaprevalência, dificuldades...
97Crawford et al. citam que na prática clínica diária não sepode esquecer a modulação individual da dor, dadapelos fatores...
98Medicina Baseada em EvidênciasA – grandes ensaios clínicos aleatorizados e meta-análisesB – estudos clínicos e observaci...
99Exames complementaresRx de rotina em lombalgias não específicas: NR (C)RNM nas primeiras seis semanas de dor radicular:N...
100Cintilografia óssea de rotina: NR (I)Ultra-sonografia: NR (I)ENMG: R (C), mas apenas nos casos em que aTC e a RNM são n...
101MedicamentosAINE em lombalgia aguda: R (A)AINE em lombalgia subaguda e crônica e empós-operatório: R (B)AINE em casos d...
102Inibidores da recuperação da norepinefrina emlombalgia crônica: R (A)Inibidores da recuperação da norepinefrina emdor r...
103Relaxantes musculares para lombalgias leves amoderadas: NR (I)Relaxantes musculares para lombalgiasmoderadas a severas:...
104Injeção epidural:síndromes radiculares severas: R (I)na ausência de síndrome radicular significativa(em fases aguda, su...
105Repouso (em cama)Na lombalgia aguda: NR (A) – obs: associadocom alta morbidadeNa lombalgia subaguda e crônica:moderadam...
106FisioterapiaCalor local: R (C)Ultra-som: NR (I)Infra-vermelho: NR (I)TENS (na lombalgia aguda e subaguda e dorradicular...
107Massagem em lombalgia aguda e na dorradicular crônica: R (I)Massagens para lombalgias subagudas ecrônicas (associadas c...
108Acupunturalombalgia aguda, subaguda e dor radicular: NR (I)lombalgia crônica: R (C)Yogalombalgia aguda e subaguda: NR (...
109Exercícios aeróbicosnas lombalgias aguda, subaguda e crônica,principalmente: R (A)no pós-opratório de cirurgia da colun...
110Exercícios de alongamento muscularlocalizados, associados com exercíciosaeróbicos: R (C)Exercícios de alongamento muscu...
111Exercícios de fortalecimento muscularespecíficos (para estabilização da coluna):nas lombalgias aguda, subaguda e crônic...
112Postura para dormir – a que o paciente acharmais confortável: R (I)Utilização de produtos comerciais específicos:lombal...
113Tratamento cirúrgicoDiscectomia (após 4 a 6 semanas, em casosselecionados de radiculopatias, se houve falhado tratament...
114Recuperação da funçãoO princípio básico de todos os programasindividualmente traçados é ajudar o pacienteportador de lo...
115Toda tentativa para manter o paciente em nívelmáximo de atividade, incluindo atividade notrabalho, deve ser feita, uma ...
Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 116
1171 – Mudança de estilo de vidaPosturasSedentarismoObesidadeTabagismo2 – Correção de ambientes inseguros3 – Adequações er...
Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 118
119“O ser humano não é filho de empilhadeira comguindaste”Dr. Hudson Couto
120A Ergonomia se constitui na principal forma dese evitar as lombalgias no trabalho. A rigor,pode-se estimar, sem qualque...
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Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 129Obrigadohugoleonardo@jknet.com.br(38) 3531-5155 / 3531-3103 / 8825-43293531-1321 (INSS...
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Lombalgia 22º jornada científica da amimt

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Lombalgia 22º jornada científica da amimt

  1. 1. 1Dr. Hugo Leonardo Miranda CoelhoOrtopedistaMédico do TrabalhoPerito Médico do INSS
  2. 2. 2Diferenças de abordagensAnatomiaEpidemiologiaDiagnósticoHistória ClínicaExame FísicoExames complementaresTratamentoPrevenção
  3. 3. 3Dra. Elizabeth Genovese
  4. 4. 4Dra. Elizabeth Genovese
  5. 5. 5Diferenças de AbordagensMédico AssistenteMédico do TrabalhoMédico Perito do INSSJuiz do Trabalho
  6. 6. 6Médico AssistenteClínico geralOrtopedistaReumatologistaFisiatraNeurocirurgiãoFisioterapeutaOsteopataQuiropata
  7. 7. 7Médico do TrabalhoResolução 1488/98 – CFMSúmula 282/TST – Atestados MédicosProntuário médico: protocolo para avaliaçãoclínica ocupacionalControle do absenteísmo
  8. 8. 8Médico Perito do INSSLei 8.213/91Art. 59: auxílio-doençaArt. 89 e 92: reabilitação profissionalNTEP: Lei 10.666/03, Lei 11.430/06, Decreto6.042/07 e INs
  9. 9. 9Art. 92. Concluído o processo de habilitaçãoou reabilitação social e profissional, aPrevidência Social emitirá certificadoindividual, indicando as atividades quepoderão ser exercidas pelo beneficiário,nada impedindo que este exerça outraatividade para a qual se capacitar.
  10. 10. 10Juiz do Trabalho: tendência de aceitarque doenças decorrentes da idade sejamconsideradas doenças ocupacionais
  11. 11. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 11
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  21. 21. 21Em mEm méédiadia 65% a 80% da popula65% a 80% da populaçção mundialão mundialdesenvolve lombalgia em algum momento de suadesenvolve lombalgia em algum momento de suavidavida. Os altos custos associados ao tratamento. Os altos custos associados ao tratamentoda lombalgia relacionamda lombalgia relacionam--se aos pacientes comse aos pacientes comdor crônicador crônica –– ausência de melhora dos sintomasausência de melhora dos sintomasem 06 a 08 semanas do inem 06 a 08 semanas do iníício do tratamentocio do tratamento((Borestein D.G: Epidemiology, etiology, diagnosticBorestein D.G: Epidemiology, etiology, diagnosticevaluation and treatment of low back pain Curr.evaluation and treatment of low back pain Curr.Opin. Rheumatol: 12;143Opin. Rheumatol: 12;143--49 2000);49 2000);
  22. 22. 22Horal, em 1969, num inquérito realizado na cidade deGotemburgo, Suécia, constatou que 65% dapopulação adulta teve, antes da aposentadoria, pelomenos um episódio de dor na região lombar.Nachemson, em 1976, analisando essa mesmacidade, já num período de maior industrialização,afirma que a incidência subiu para 80% (Horal, J. Theclinical appearance of low-back pain disorders in cityde Gotemburg, Sweden, Acta. Orthop. Scand. Supp.188,1869. Nachemson, A.L. The lumbar Spine: naorthopedic challenge. Spine 1:59,1976);
  23. 23. 23O risco de ciatalgia aumentou significativamentecom o aumento do peso em homens com idadeentre 50 e 64 anos (Heliovaara J. Occupationalstress, previous injury increase risk of low backsyndromes. Journal of Musculoskeletal Medicine1991;December:45);
  24. 24. 24Estudos oficiais americanos mostram queempregados com mais de seis meses deausência ao serviço por problemas de coluna sótêm 50% de probabilidade de voltar ao emprego eter o seu rendimento completo anterior. Depois deum ano esse percentual cai para 25% e depois dedois anos, é quase nulo (Wood, P.H.N.; BdleyB.M. Back pain in the community. Clin. Rheum.Dis. 6:3,1980);
  25. 25. 25Helfet e Gruebel-Lee mostraram que quando umalaceração penetra no anel externo, uma tentativade cura é feita pelo crescimento interno do tecidode granulação. Extremidades descobertas doNervo Sinovertebral têm sido identificadas nestetecido de granulação. Estes nervos podem serreceptores de dor, o que explicaria a dordiscogênica na ausência da herniação (Helfet Aj,Gruebel-Lee DM. Disorders of the Lumbar Spine.Philadelphia:JB Lippincott, 1978:46-47,72);
  26. 26. 26A pressão intradiscal dentro do núcleo pulposo émais baixa quando o paciente está deitado e émais alta quando o paciente está sentado emuma posição flexionada... essas pressões variamentre 25 e 275 à medida que a pessoa move-seda posição deitada para a postura sentadaflexionada (Nachemson et al.,The lumbar spine,an arthopaedic challenge. Spine, 1976; 1(1):59-69);
  27. 27. 27Apesar do aparecimento de inúmeras técnicassofisticadas de exames auxiliares, permanece agrande incógnita de se localizar os fatoresetiológicos e o local exato em que surge a dor nacoluna vertebral (Anderson, J.A.D. Back pain inindustry. In: Jayson, M. (ed) – The lumbar spineand back pain. N. York, Grune Stratton, 1976).
  28. 28. 28...apesar das dificuldades, é fundamental que seprocure esclarecer as causas da lombalgia e dalombociatalgia, pois o sucesso do tratamentodepende do acerto do diagnóstico causal, e umrótulo meramente sindrômico não é satisfatório.Não basta preencher o prontuário com a sigla e oCID de lombalgia e lombociatalgia, prescreveranalgésico e/ou AINE e mandar o doente paracasa.
  29. 29. 29Pior ainda é pedir radiografias, tomografias,cintilografias e até ressonância nuclearmagnética antes de elaborar um raciocínioclínico visando a uma etiologia específica. Maisque isso, é preciso saber o porquê de se pedir,quando pedir e até como pedir o exame.Medicina Baseada em Evidências
  30. 30. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 30
  31. 31. Dra Elizabeth Genovese 31
  32. 32. 32Prontuário MédicoHistória ClínicaInterrogatório BásicoBandeiras Vermelhas: dor noturna (tumores), fraturas,suspeita de processos inflamatórios (doenças reumáticas,p.ex.)Bandeiras Amarelas: possível comorbidadepsiquiátrica, relação com supervisores e chefias,problemas familiares, lombalgia anterior com recuperaçãodemorada
  33. 33. 33Idade, sexo, estado civilProfissão (empregado?; desempregado?; contribuinteindividual?; existem pendências trabalhistas?)Fatores psicológicos e psicossociais relacionados aotrabalho (insatisfação com o trabalho?; trabalho semmotivação?; avaliação negativa de chefias?)Antecedentes pessoais, antecedentes familiares,atividades de lazer
  34. 34. 34DorQual o tipo de dor?Qual a localização da dor?Qual a irradiação da dor – existe correspondênciacom dermátomos específicos?Qual o horário de aparecimento da dor?Qual a relação entre a dor, atividade corporal e orepouso?A dor está associada a queixas sistêmicas?
  35. 35. 35Dra. Elizabeth Genovese
  36. 36. 36Queixas emocionais associadas às dores nacolunaDor que vai da cabeça até a colunaDor na perna inteiraSensação de que a perna caiu, que a perna nãopertence ao corpoA dor não pára nuncaExcessiva intolerância aos medicamentos e àfisioterapiaProcura de pronto-socorro hospitalar para simpleslombalgia
  37. 37. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 37
  38. 38. 38InspeçãoSinal do talheManobra de AdamsEncurtamentos de MMIIPalpaçãoSinal de CobbEstudo da mobilidade articularColunaCCF / joelhos / pésEstudo da força muscular
  39. 39. 39Testes especiaisTeste de LasègueTeste de BragardTeste de BechterewTeste do estiramento do nervo femoralTeste de Patrick / FabereTeste da compressão e distração dassacroilíacas
  40. 40. 40Testes de simulaçãoSinais de WaddellTeste de HooverTeste de Burns
  41. 41. 41
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  67. 67. 67Hiperalgesiasuperficial, generalizada e não-específicadistribuição não-anatômicaPontos dolorosospressão aplicada no vértex produz dor na regiãolombar baixarotação passiva e simultânea dos ombros e da pelveproduz dor na região lombar baixa
  68. 68. 68Estiramentoexame de Lasègue positivo na posição supina enegativo na posição sentadaSinais locaisreflexos musculares menos intensos durante osexames muscularesproblemas sensoriais não-anatômicosRespostas exageradasverbalização excessiva, expressão de muita dor
  69. 69. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 69
  70. 70. 70Radiografia convencionalTomografia computadorizadaRessonância nuclear magnéticaMielografiaDiscografiaCintilografia óssea
  71. 71. 71Dra. Elizabeth Genovese
  72. 72. 72Radiografia SimplesNão devem ser solicitadas nos pacientes com lombalgiaaguda mecânica;Nas situações em que ocorrer persistência dasmanifestações clínicas por mais de quatro semanasrealiza-se incidências de frente e perfil;Caso haja suspeita de um processo inflamatório,infeccioso, neoplásico ou fratura a radiografia simples defrente e perfil deve ser solicitada na primeira consulta.
  73. 73. 73Alterações radiológicas da coluna que podem estarassociadas a sintomatologia clínica (White / Nachemson)Muito provavelmenteEspondilolistese (moderada ou severa)Diminuição acentuada de vários espaços intervertebraisCifose congênitaEscoliose severaEspondilite anquilosanteCifose juvenil (doença de Shewermann)
  74. 74. 74Muito improvavelmenteSpina bífida ocultaÂngulo lombossacral agudoDimimuição discreta de só um espaço intervertebral eespondilose degenerativaArtrose, subluxação e tropismo das facetas articularesCalcificação do disco (exceção da coluna torácica)Vértebras extranumerárias (tanto na cervical, dorsal oulombar)Sacralização da lombarHiperlordose moderadaHerniação intervertebral (nódulos de Schmol)Ossículos acessórios em qualquer região
  75. 75. 75QuestionávelEspondilose severaEspondilolisteseCifose (severa)Escoliose (discreta e moderada)Retrolistese da cervical, dorsal ou lombarEscoliose lombar (acima de 80 graus Cobb)Hiperlordose (severa)
  76. 76. 76Tomografia ComputadorizadaDeve ser solicitada nas lombalgias agudas com evoluçãoatípica, ou quando ocorrer evolução insatisfatória, de causaindeterminada, após quatro semanas de tratamento clínico;Permite avaliar lesões discais, alterações degenerativas dosplanaltos vertebrais e das articulações interapofisáriasposteriores;Permite avaliar a forma e diâmetro do canal vertebral, recessoslaterais e forames de conjugação intervertebrais;
  77. 77. 77A sua principal vantagem é permitir a definição doscontornos ósseos, sendo neste aspecto superior aressonância nuclear magnética (fraturas vertebrais,espondilólise e lesões ósseas por neoplasias ouinfecção);Exame de menor custo financeiro que a ressonâncianuclear magnética, porém expõe o paciente à radiaçãonuclear ionizante.
  78. 78. 78Ressonância Nuclear MagnéticaTambém pode ser solicitada nas lombalgias agudas comevolução atípica, ou caso haja evolução insatisfatória,sem determinação do diagnóstico após quatro semanasde tratamento clínico;Permite amplo campo de visão, demonstrandoanatomicamente estruturas não ósseas (partes moles),como o disco intervertebral, a medula espinhal, raízesnervosas, ligamentos e o tecido sinovial;
  79. 79. 79É um exame de alto custo financeiro, porém não utilizaradiação ionizante, sendo inócuo inclusive paragestantes;Exame de escolha para o estudo das hérnias de disco eprocessos degenerativos;Demonstra precocemente alterações estruturais damedula óssea.
  80. 80. 80Mielografia dinâmica e mielotomografiacomputadorizadaSão exames invasivos, que devem ser indicados apenasnos casos em que as imagens adquiridas pela tomografiacomputadorizada e a ressonância nuclear magnética nãoforem esclarecedoras, nas situações de compressãoneural;A mielografia quando associada a radiografias dinâmicasfornece informações adicionais na estenose do canalvertebral e foraminal, quando mais de um nível eacometido.
  81. 81. 81DiscografiaÉ um método invasivo de indicação muito restrita, quepode ser realizado para identificar o provável discoresponsável pelo processo álgico, quando a ressonâncianuclear magnética indicar o acometimento de dois oumais discos ("black discs").
  82. 82. 82Cintilografia ósseaNão tem indicação na lombalgia mecânica aguda, porémé um exame muito sensível para a detecção precoce deespondilólise pós-traumática, lesões tumorais einfecciosas.
  83. 83. 83EletroneuromiografiaNão deve ser realizada nas lombalgias agudas, crônicase nas lombociatalgias agudas;Pode ser indicada nas afecções do sistema nervosoperiférico, fornecendo informações quanto à presença decompressões agudas ou crônicas das raízes nervosas,bem como de sua viabilidade
  84. 84. 84Exames laboratoriaisSem importância nas lombalgias mecânicas, porémnecessários no diagnóstico diferencial de doençassistêmicas
  85. 85. Estrutura óssea ++ Espondilite ++Artrose facetária +++ Deformidades +++Prolapso de disco - Tumor +++Disco sintomático(sem prolapso)- Estenose central +Trauma +++ Estenose lateral (+). / 0 #85
  86. 86. Estrutura óssea - Espondilite -Artrose facetária - Deformidades -Prolapso de disco ++ Tumor +Disco sintomático(sem prolapso)- Estenose central +++Trauma + Estenose lateral -. #86
  87. 87. Estrutura óssea +++ Espondilite ++Artrose facetária +++ Deformidades -Prolapso de disco +++ Tumor +++Disco sintomático(sem prolapso)- Estenose central +++Trauma +++ Estenose lateral +++. #87
  88. 88. Estrutura óssea ++ Espondilite +++Artrose facetária ++ Deformidades -Prolapso de disco +++ Tumor +++Disco sintomático(sem prolapso)(+) Estenose central +++Trauma +++ Estenose lateral +++. /1 #88
  89. 89. /2 /1Estrutura óssea ++ - +++ ++Artrose facetária +++ - +++ ++Prolapso de disco - ++ +++ +++Disco sintomático(sem prolapso)- - - (+)Trauma +++ + +++ +++. 0 3 489
  90. 90. /2 /1 5Espondilite ++ - ++ +++Deformidades +++ - - -Tumor +++ + +++ +++Estenose central + +++ +++ +++Estenose lateral (+) - +++ +++. 0 3 490
  91. 91. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 91
  92. 92. 92“A dor lombar não deve ser considerada comosendo somente um problema médico.”
  93. 93. 93Tratamento: eminentemente conservadorTratamento CirúrgicoHérnia de disco c/ déficit neurológico grave agudo (primeiras3 semanas)Hérnia de disco que não melhora após 90 dias deadequado tratamento conservadorSíndrome da cauda eqüina (emergencial)Estenose do canal (caso a caso)Espondilólise e espondilolistese (que não tem melhora comtratamento conservador).
  94. 94. 94
  95. 95. 95Mayer et al. afirmam que a lombalgia relacionada àunidade funcional motora da coluna (mecânico-degenerativa) evoluirá para cura em 70% doscasos, com volta às atividades normais em 4semanas, independentemente do tratamentorealizado; 30% desses pacientes podem evoluircom quadros de reativação e 5 a 8% podem evoluircom síndrome incapacitante de dor lombar crônica.
  96. 96. 96Nachemson refere que a lombalgia crônica continuasendo um grande desafio na medicina, pela altaprevalência, dificuldades para o diagnósticoetiológico, relação com atividades funcionais,grande influência dos fatores culturais, sociais epsicológicos de detecção trabalhosa e um grandenúmero de pacientes que ainda evoluem comresposta ruim aos vários tipos de abordagemterapêutica, mantendo a queixa de dor permanentee progressivamente incapacitante.
  97. 97. 97Crawford et al. citam que na prática clínica diária não sepode esquecer a modulação individual da dor, dadapelos fatores psicológicos (dados comprovados pelasalterações de neurotransmissores – serotonina eopióides – no líquido cerebroespinhal).Os principais fatores preditivos para evolução dalombalgia até a fase crônica são: passividade (rezar paraconseguir se curar), insatisfações pessoal e profissional,depressão, comportamento inadequado perante adoença, ansiedade, estresse e baixo nível educacional(Burton et al. / Psychosocial predictors of outcome inacute and sub chronic low back trouble. Spine, 20:722-728,1995).
  98. 98. 98Medicina Baseada em EvidênciasA – grandes ensaios clínicos aleatorizados e meta-análisesB – estudos clínicos e observacionais bem desenhadosC – relatos e séries de casos clínicosD – publicações baseadas em consensos e opiniões deespecialistasI – evidências insuficientesR: recomendado NR: não recomendado
  99. 99. 99Exames complementaresRx de rotina em lombalgias não específicas: NR (C)RNM nas primeiras seis semanas de dor radicular:NR (C)Discografia nas lombalgias agudas, subagudas ecrônicas: NR (C)Mielografia ou TC com mielografia em casos deimplantes metálicos que contra-indicam a RNM,estenose de canal e ocorrências pós-cirúrgicasespecíficas: R (I)
  100. 100. 100Cintilografia óssea de rotina: NR (I)Ultra-sonografia: NR (I)ENMG: R (C), mas apenas nos casos em que aTC e a RNM são não conclusivas e há dorirradiada para a pernaENMG em sintomas isolados na perna: NR (C)ENMG de superfície: NR (I)Termografia: NR (I)
  101. 101. 101MedicamentosAINE em lombalgia aguda: R (A)AINE em lombalgia subaguda e crônica e empós-operatório: R (B)AINE em casos de dor radicular (incluindociática): R (C)Paracetamol em lombalgia (se há contra-indicação para o uso de AINE): R (C)
  102. 102. 102Inibidores da recuperação da norepinefrina emlombalgia crônica: R (A)Inibidores da recuperação da norepinefrina emdor radicular: R (C)Inibidores seletivos da recuperação daserotonina (paroxetinas) para lombalgiacrônica: NR (A)Antidepressivos para lombalgia aguda ousubaguda: NR (I)
  103. 103. 103Relaxantes musculares para lombalgias leves amoderadas: NR (I)Relaxantes musculares para lombalgiasmoderadas a severas: R (B)Opióides de rotina: NR (C)Corticosteróides: NR (B)Cremes e pomadas: NR (I)
  104. 104. 104Injeção epidural:síndromes radiculares severas: R (I)na ausência de síndrome radicular significativa(em fases aguda, subaguda e crônica): NR (C)Infiltração de trigger points:lombalgia aguda: NR (I)lombalgia sub aguda e crônica: R (C)
  105. 105. 105Repouso (em cama)Na lombalgia aguda: NR (A) – obs: associadocom alta morbidadeNa lombalgia subaguda e crônica:moderadamente: NR (B)Nas radiculopatias: NR (C)
  106. 106. 106FisioterapiaCalor local: R (C)Ultra-som: NR (I)Infra-vermelho: NR (I)TENS (na lombalgia aguda e subaguda e dorradicular aguda): NR (I)TENS (na lombalgia crônica e na dor radicularcrônica): R (C)Iontoforese, estimulação galvânica: NR (I)
  107. 107. 107Massagem em lombalgia aguda e na dorradicular crônica: R (I)Massagens para lombalgias subagudas ecrônicas (associadas com exercícios aeróbicose de fortalecimento): R (C)
  108. 108. 108Acupunturalombalgia aguda, subaguda e dor radicular: NR (I)lombalgia crônica: R (C)Yogalombalgia aguda e subaguda: NR (I)lombalgia com mais de um ano de evolução, empacientes altamente motivados: R (C)
  109. 109. 109Exercícios aeróbicosnas lombalgias aguda, subaguda e crônica,principalmente: R (A)no pós-opratório de cirurgia da colunalombar: R (I)
  110. 110. 110Exercícios de alongamento muscularlocalizados, associados com exercíciosaeróbicos: R (C)Exercícios de alongamento muscular isolados(sem associação com exercíciosaeróbicos): NR (C)Alongamentos musculares agressivos nalombalgia aguda: NR (I)
  111. 111. 111Exercícios de fortalecimento muscularespecíficos (para estabilização da coluna):nas lombalgias aguda, subaguda e crônicae no pós-operatório: R (C)Exercícios de fortalecimento muscularabdominal para lombalgias: NR (I)
  112. 112. 112Postura para dormir – a que o paciente acharmais confortável: R (I)Utilização de produtos comerciais específicos:lombalgias aguda, subaguda e crônica: NR (I)
  113. 113. 113Tratamento cirúrgicoDiscectomia (após 4 a 6 semanas, em casosselecionados de radiculopatias, se houve falhado tratamento conservador): R (B)Descompressão (em casos de estenose de canal,se houve falha com o tratamento conservador):R (B)
  114. 114. 114Recuperação da funçãoO princípio básico de todos os programasindividualmente traçados é ajudar o pacienteportador de lombalgia a lidar com a dor e aretornar ao nível de função requerido para suasnecessidades diárias e laborais.
  115. 115. 115Toda tentativa para manter o paciente em nívelmáximo de atividade, incluindo atividade notrabalho, deve ser feita, uma vez que isso é deinteresse do paciente a curto e a longo prazos.Dra. Elizabeth Genovese
  116. 116. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 116
  117. 117. 1171 – Mudança de estilo de vidaPosturasSedentarismoObesidadeTabagismo2 – Correção de ambientes inseguros3 – Adequações ergonômicas
  118. 118. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 118
  119. 119. 119“O ser humano não é filho de empilhadeira comguindaste”Dr. Hudson Couto
  120. 120. 120A Ergonomia se constitui na principal forma dese evitar as lombalgias no trabalho. A rigor,pode-se estimar, sem qualquer medo de erro,que a adoção de medidas de Ergonomia écapaz de reduzir em pelo menos 80% aincidência das dores lombares. Maissurpreendente é que a grande maioria dasmedidas é de baixíssimo custo.
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  129. 129. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 129Obrigadohugoleonardo@jknet.com.br(38) 3531-5155 / 3531-3103 / 8825-43293531-1321 (INSS)(palestras in company)

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