Maria Aparecida de Faria Grossi
Coordenadoria de Dermatologia Sanitária
Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais
HANS...
“ Todo homem atingido pela lepra terá suas vestes
rasgadas e a cabeça descoberta.
Cobrirá a barba e clamará: Impuro! Impur...
Então um leproso chegou perto de Jesus e disse:
“ Senhor, se queres, podes curar-me.”
Jesus estendeu a mão, tocou-o e diss...
DETECDETECÇÇÃO E PREVALÊNCIAÃO E PREVALÊNCIA
MUNDO 2004MUNDO 2004
FONTE: OMS acesso 20.05.06 www.FONTE: OMS acesso 20.05.0...
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Detecção
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Prevalência por Município
BRASIL - 2005
Fonte: SINAN / DATASUS / MS
Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
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TAXA DE PREVALÊNCIA DOS PACIENTES EM CURSOTAXA DE PREVALÊNCIA DOS PACIENTES EM CURSO
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HANSENÍASE - TAXAS DE PREVALÊNCIA, DETECÇÃO E
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TAXA DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE
GERÊNCIAS REGIONAIS DE SAÚDE - MINAS GERAIS 2005
Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologi...
TAXA DE PREVALÊNCIA DE HANSENÍASE
GERÊNCIAS REGIONAIS DE SAÚDE - MINAS GERAIS 2005
Fonte: Coordenação Estadual de Dermatol...
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Municípios Prioritários Minas Gerais - 2005
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Doença infecciosa, fácil de tratar e curar
Alta infectividade e baixa patogenicidade
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O que é Hanseníase?
Todas as idades
Ambos os sexos
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tratamento adequado
evitam incapacidades e
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Mycobacterium leprae
Hospedeiro
Meio Ambiente
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Meio ambiente
DIAGNÓSTICO e TRATAMENTO
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AÇÕES DE CONTROLE EM HANSENÍASE
• Diagnóstico Precoce
• Tratamento com Poliquimioterapia
• Vigilância de Contatos
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Tibial posterior
Fibular
Radial
cutâneo
Radial
Mediano
Ulnar
Facial
Auricular
DIAGNÓSTICO
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EXAME DERMATONEUROLÓGICO
DIAGNÓSTICO
Manchas brancas, vermelhas ou
áreas dormentes ou insensíveis
HANSENÍASE TEM CURA
DIAGNÓSTICO
HANSENÍASE TEM CURA
DIAGNÓSTICO
HANSENÍASE TEM CURA
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
HANSENÍASE TEM CURA
DIAGNÓSTICO TARDIO
DIAGNÓSTICO TARDIO
Tibial
Fibular
Radial
cutâneo
Radial
Mediano
Ulnar
Facial
Auricular
PRINCIPAIS NERVOS PERIFÉRICOS
ACOMETIDOS NA HANSENÍASE
NEURITE
REAÇÃO IMUNOLÓGICA
REAÇÃO IMUNOLÓGICA
REAÇÃO IMUNOLÓGICA
IMUNOLOGIA
Linda Oskam, Erik Slim and Samira Bührer-Sékula
Leprosy Review (2003) 74, 196-205
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1 até 5 manchas: poucos bacilos
PAUCIBACILAR
CLASSIFICAÇÃO
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CLASSIFICAÇÃO
TRATAMENTO
TRATAMENTO
PAUCIBACILARES: até 5 lesões
=> 6 doses em até 9 meses
MULTIBACILARES: > de 5 lesões
=> 12 doses em até 18 mese...
VIGILÂNCIA DE CONTATOS
• Exame dermato-neurológico
• Orientação
• Divulgação
• Vacinação BCG
HANSENÍASE TEM CURA
CONTATO INTRADOMICILIAR TEM MAIOR RISCO DE ADOECERCONTATO INTRADOMICILIAR TEM MAIOR RISCO DE ADOECER
REAÇÃO NEURITES
PREVENÇÃO DE INCAPACIDADES
OLHOS MÃOS PÉS
HANSENÍASE TEM CURA
REABILITAÇÃO
REABILITAÇÃO
HANSENÍASE TEM CURA
PREVENÇÃO E REABILITAÇÃO
HANSENÍASE TEM CURA
Centros de Referência em Hanseníase
Minas Gerais - 2005
16 Dúvida Diagnóstica
16 Reações Adversas
16 Reações Imunológicas
...
AÇÕES DE CONTROLE EM HANSENÍASE
• Diagnóstico Precoce
• Tratamento com Poliquimioterapia
• Vigilância de Contatos
Exame De...
VOCÊ TAMBÉM PODE AJUDAR A ELIMINAR A HANSENÍASE
Coordenadoria de Dermatologia Sanitária
Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais
Rua Sapucaí, 429 Floresta Sala 605
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Hanseníase

  1. 1. Maria Aparecida de Faria Grossi Coordenadoria de Dermatologia Sanitária Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais HANSENÍASE
  2. 2. “ Todo homem atingido pela lepra terá suas vestes rasgadas e a cabeça descoberta. Cobrirá a barba e clamará: Impuro! Impuro! Enquanto durar o seu mal, ele será impuro, habitará só e a sua habitação será fora do acampamento.” Levítico 13, 45 e 46
  3. 3. Então um leproso chegou perto de Jesus e disse: “ Senhor, se queres, podes curar-me.” Jesus estendeu a mão, tocou-o e disse: “ Eu quero, sê curado.” Mateus 8, 2 e 3 – Marcos 1,40 e 41 – Lucas 5, 13
  4. 4. DETECDETECÇÇÃO E PREVALÊNCIAÃO E PREVALÊNCIA MUNDO 2004MUNDO 2004 FONTE: OMS acesso 20.05.06 www.FONTE: OMS acesso 20.05.06 www. oms.orgoms.org Casos Novos 407 791 Total: 286 063
  5. 5. FONTE: SINAN - PNEH Detecção 38.410 casos novos 2,09 /10.000 hab. Prevalência 27.313 1,48/10.000 hab. Prevalência por UF BRASIL - 2005
  6. 6. PrevalênciaPrevalência ee DetecDetecççãoão BrasilBrasil RegiõesRegiões -- 20052005 Região Prevalência (10.000 hab) Parâmetro Detecção (10.000 hab) Parâmetro Norte 4,02 Médio 5,63 3,07 0,88 0,69 Centro- Oeste 3,30 Médio 4,41 Hiperendêmico 2,09 Hiperendêmico Nordeste 2,14 Médio Muito alto Sudeste 0,60 Baixo Médio Sul 0,53 Baixo Médio Brasil 1,48 Médio Muito alto Fonte: SINAN / DATASUS / MS
  7. 7. Casos novos de hansenCasos novos de hansenÍÍase e em menores de 15 anos,ase e em menores de 15 anos, Casos Multibacilares e casos em curso de tratamentoCasos Multibacilares e casos em curso de tratamento Brasil e RegiõesBrasil e Regiões -- 20052005 Fonte: PNEH 18/01/2006 Região Casos Novos < 15 anos MB Pacientes em Curso de Tratamento Norte 8.269 885 4.090 7.483 3.573 1.176 Centro-Oeste 5.747 398 3.183 4.300 19.515 5.914 Nordeste 15.648 1.509 10.934 Sudeste 6.894 411 4.730 Sul 1.852 56 1.435 TOTAL 38.410 3.259 27.313
  8. 8. Prevalência por Município BRASIL - 2005 Fonte: SINAN / DATASUS / MS
  9. 9. Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase 2953 Casos Novos2953 Casos Novos 1,54/10.0001,54/10.000 TAXA DE DETECTAXA DE DETECÇÇÃO DE HANSENÃO DE HANSENÍÍASEASE MINAS GERAISMINAS GERAIS -- 20052005 59% MB 67,2% Grau 2 HomensContatos examinados: 21,5%Contatos examinados: 21,5% < 15 anos: 6%< 15 anos: 6% 0,3/10.0000,3/10.000 Grau 2: 11,3%Grau 2: 11,3% MB: 65,5%MB: 65,5%
  10. 10. TAXA DE PREVALÊNCIA DOS PACIENTES EM CURSOTAXA DE PREVALÊNCIA DOS PACIENTES EM CURSO DE TRATAMENTODE TRATAMENTO -- MINAS GERAISMINAS GERAIS –– 20052005 Pacientes em CursoPacientes em Curso de Tratamentode Tratamento 2.8072.807 –– 1,5/10.0001,5/10.000 Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  11. 11. HANSENÍASE - TAXAS DE PREVALÊNCIA, DETECÇÃO E TENDÊNCIA DA DETECÇÃO EM MINAS GERAIS 1986 - 2005 0,0 4,0 8,0 12,0 16,0 20,0 24,0 28,0 PREVALÊNCIA /10.000 0,0 4,0 8,0 12,0 16,0 20,0 24,0 28,0 DETECÇÃO/10.000 PREVALÊNCIA 27,1 25 24,5 22,4 22,7 22,2 18,1 17,1 13,3 11,1 6,9 4,5 3,8 3,4 3,2 2,5 3,0 2,8 1,2 1,5 DETECÇÃO 1,03 1,12 1,21 1,11 1,24 1,48 1,74 1,83 1,39 1,50 1,62 1,75 1,67 1,75 1,64 1,46 1,80 1,7 1,67 1,54 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  12. 12. TAXA DE DETECÇÃO DE HANSENÍASE GERÊNCIAS REGIONAIS DE SAÚDE - MINAS GERAIS 2005 Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  13. 13. TAXA DE PREVALÊNCIA DE HANSENÍASE GERÊNCIAS REGIONAIS DE SAÚDE - MINAS GERAIS 2005 Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  14. 14. 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 Alfenas B.Horizonte Barbacena CelFabriciano Diamantina Divinópolis Gov.Valadares Itabira Ituiutaba Januária Juiz Fora Leopoldina M anhumirim M ontes Claros Passos P.de M inas Pedra Azul Pirapora Ponte Nova Pouso Alegre S.J.Del Rei Sete Lagoas Teófilo Otoni Ubá Uberaba Uberlândia Unaí Varginha % UBS Fonte: informação dos municípios PERCENTUAL DE COBERTURA DAS AÇÕES DE CONTROLE DE HANSENÍASE GERÊNCIA REGIONAL DE SAÚDE - MINAS GERAIS 2005 42%
  15. 15. PERCENTUAL DE COBERTURA DAS AÇÕES DE CONTROLE DE HANSENÍASE GERÊNCIA REGIONAL DE SAÚDE - MINAS GERAIS 2005 Fonte: informação dos municípios 4 1 4 5 5 2 7
  16. 16. Taxa de Detecção de Hanseníase Municípios Prioritários Minas Gerais - 2005 Unaí Paracatu Uberlândia Uberaba Ituiutaba Montes ClarosPirapora Almenara Teófilo Otoni Mantena Governador Valadares Ipatinga Belo Horizonte Betim Alfenas Campestre Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  17. 17. 22,46 0,00 4,00 8,00 12,00 Alfenas Almenara Belo Horizonte Betim Campestre Gov.Valadares Ipatinga Ituiutaba Mantena Montes Claros Paracatu Pirapora Teófilo Otoni Uberaba Uberlândia Unaí TAXA DE DETECTAXA DE DETECÇÇÃO DE HANSENÃO DE HANSENÍÍASEASE MUNICMUNICÍÍPIOS PRIORITPIOS PRIORITÁÁRIOSRIOS -- MINAS GERAIS 2005MINAS GERAIS 2005 Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  18. 18. Taxa de Prevalência de Hanseníase Municípios Prioritários Minas Gerais - 2005 Unaí Paracatu Montes Claros Pirapora Almenara Teófilo Otoni Mantena Governador Valares Ipatinga Belo Horizonte Betim Uberlândia Ituiutaba Uberaba Alfenas Campestre Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  19. 19. 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 14,0 16,0 ALFENAS ALMENARA BELO HORIZONTE BETIM CAMPESTRE GOVERNADOR VALADARES IPATINGA ITUIUTABA MANTENA MONTES CLAROS PARACATU PIRAPORA TEOFILO OTONI UBERABA UBERLANDIA UNAI TAXA DE PREVALÊNCIA DE HANSENTAXA DE PREVALÊNCIA DE HANSENÍÍASEASE MUNICMUNICÍÍPIOS PRIORITPIOS PRIORITÁÁRIOSRIOS -- MINAS GERAIS 2005MINAS GERAIS 2005 -- 1/10.0001/10.000 Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  20. 20. 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 Alfenas Almenara Belo Horizonte Betim Campestre Gov.Valadares Ipatinga Ituiutaba Mantena Montes Claros Paracatu Pirapora Teófilo Otoni Uberaba Uberlândia Unaí PERCENTUAL DE CONTATOS DE CASOS NOVOS DE HANSENPERCENTUAL DE CONTATOS DE CASOS NOVOS DE HANSENÍÍASEASE EXAMINADOS NOS MUNICEXAMINADOS NOS MUNICÍÍPIOS PRIORITPIOS PRIORITÁÁRIOSRIOS -- MINAS GERAIS 2005MINAS GERAIS 2005 Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  21. 21. 0 ,0 1 0 ,0 2 0 ,0 3 0 ,0 4 0 ,0 5 0 ,0 6 0 ,0 7 0 ,0 8 0 ,0 9 0 ,0 1 0 0 ,0 A L F E N A S A L M E N A R A B E L O H O R IZ O N T E B E T IM C A M P E S T R E G O V . V A L A D A R E S IP A T IN G A IT U IU T A B A M A N T E N A M O N T E S C L A R O S P A R A C A T U P IR A P O R A T E Ó F IL O O T O N I U B E R A B A U B E R L Â N D IA U N A Í COBERTURA DE SERVIÇOS DE SAÚDE COM AÇÕES DE CONTROLE DECOBERTURA DE SERVIÇOS DE SAÚDE COM AÇÕES DE CONTROLE DE HANSENÍASE NOS MUNICÍPIOS PRIORITÁRIOSHANSENÍASE NOS MUNICÍPIOS PRIORITÁRIOS -- MINAS GERAIS 2005MINAS GERAIS 2005 Fonte: informação dos municípios
  22. 22. HANSENÍASEHANSENÍASE -- PERCENTUAL DE CURAPERCENTUAL DE CURA MUNICÍPIOS PRIORITÁRIOSMUNICÍPIOS PRIORITÁRIOS –– MINAS GERAISMINAS GERAIS COORTE: MBCOORTE: MB –– 2003, PB2003, PB –– 20042004 -- Situação em dez/2005Situação em dez/2005 0 , 0 1 0 , 0 2 0 , 0 3 0 , 0 4 0 , 0 5 0 , 0 6 0 , 0 7 0 , 0 8 0 , 0 9 0 , 0 1 0 0 , 0 A l f e n a s A l m e n a r a B e l o H o r i z o n t e B e t i m C a m p e s t r e G o v . V a l a d a r e s I p a t i n g a I t u i u t a b a M a n t e n a M o n t e s C l a r o s P a r a c a t u P i r a p o r a T e ó f i l o O t o n i U b e r a b a U b e r l â n d i a U n a í Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG SINAN-Hanseníase
  23. 23. Doença infecciosa, fácil de tratar e curar Alta infectividade e baixa patogenicidade Afeta pele, nervos, mucosas e outros órgãos Profissionais de saúde de todas as especialidades O que é a Hanseníase? nervo derme epiderme subcutâneo
  24. 24. O que é Hanseníase? Todas as idades Ambos os sexos Diagnóstico precoce e tratamento adequado evitam incapacidades e deformidades Vida normal Hanseníase tem cura
  25. 25. Mycobacterium leprae Hospedeiro Meio Ambiente M.leprae Seres humanos Meio ambiente DIAGNÓSTICO e TRATAMENTO Serviços Atenção Básica TRANSMISSÃO
  26. 26. AÇÕES DE CONTROLE EM HANSENÍASE • Diagnóstico Precoce • Tratamento com Poliquimioterapia • Vigilância de Contatos Exame Dermato-neurológico, BCG e Orientação • Prevenção de Incapacidades Diagnóstico e Tratamento de Reações e Neurites • Reabilitação • Divulgação de Sinais e Sintomas
  27. 27. Tibial posterior Fibular Radial cutâneo Radial Mediano Ulnar Facial Auricular DIAGNÓSTICO MB PB EXAME DERMATONEUROLÓGICO
  28. 28. DIAGNÓSTICO Manchas brancas, vermelhas ou áreas dormentes ou insensíveis HANSENÍASE TEM CURA
  29. 29. DIAGNÓSTICO HANSENÍASE TEM CURA
  30. 30. DIAGNÓSTICO HANSENÍASE TEM CURA
  31. 31. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL HANSENÍASE TEM CURA
  32. 32. DIAGNÓSTICO TARDIO
  33. 33. DIAGNÓSTICO TARDIO
  34. 34. Tibial Fibular Radial cutâneo Radial Mediano Ulnar Facial Auricular PRINCIPAIS NERVOS PERIFÉRICOS ACOMETIDOS NA HANSENÍASE
  35. 35. NEURITE
  36. 36. REAÇÃO IMUNOLÓGICA
  37. 37. REAÇÃO IMUNOLÓGICA
  38. 38. REAÇÃO IMUNOLÓGICA
  39. 39. IMUNOLOGIA Linda Oskam, Erik Slim and Samira Bührer-Sékula Leprosy Review (2003) 74, 196-205 ><
  40. 40. 1 até 5 manchas: poucos bacilos PAUCIBACILAR CLASSIFICAÇÃO
  41. 41. > 5 manchas: muitos bacilos MULTIBACILAR CLASSIFICAÇÃO
  42. 42. TRATAMENTO
  43. 43. TRATAMENTO PAUCIBACILARES: até 5 lesões => 6 doses em até 9 meses MULTIBACILARES: > de 5 lesões => 12 doses em até 18 meses MB raros casos podem precisar de + 12 doses PB MB Tratamento Serviços de Saúde Atenção Básica
  44. 44. VIGILÂNCIA DE CONTATOS • Exame dermato-neurológico • Orientação • Divulgação • Vacinação BCG HANSENÍASE TEM CURA
  45. 45. CONTATO INTRADOMICILIAR TEM MAIOR RISCO DE ADOECERCONTATO INTRADOMICILIAR TEM MAIOR RISCO DE ADOECER
  46. 46. REAÇÃO NEURITES PREVENÇÃO DE INCAPACIDADES OLHOS MÃOS PÉS HANSENÍASE TEM CURA
  47. 47. REABILITAÇÃO
  48. 48. REABILITAÇÃO HANSENÍASE TEM CURA
  49. 49. PREVENÇÃO E REABILITAÇÃO HANSENÍASE TEM CURA
  50. 50. Centros de Referência em Hanseníase Minas Gerais - 2005 16 Dúvida Diagnóstica 16 Reações Adversas 16 Reações Imunológicas 6 Reabilitação Cirúrgica 2 Sapatarias ortopédicas 6 Confecção de Palmilhas e Adaptação de Calçados Rede de Assistência Programada e Pactuada Fonte: Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária/SES-MG
  51. 51. AÇÕES DE CONTROLE EM HANSENÍASE • Diagnóstico Precoce • Tratamento com Poliquimioterapia • Vigilância de Contatos Exame Dermato-neurológico, BCG e Orientação • Prevenção de Incapacidades Diagnóstico e Tratamento de Reações e Neurites • Reabilitação • Divulgação de Sinais e Sintomas
  52. 52. VOCÊ TAMBÉM PODE AJUDAR A ELIMINAR A HANSENÍASE
  53. 53. Coordenadoria de Dermatologia Sanitária Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais Rua Sapucaí, 429 Floresta Sala 605 Belo Horizonte. MG Fone: 31 3273 20 28 e 3273 1149 www.saude.mg.gov.br hanseniase@saude.mg.gov.br HANSENÍASE: A INTEGRALIDADE DA ASSISTÊNCIA

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