Grupo de gestantes resultados na puericultura

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Grupo de gestantes resultados na puericultura

  1. 1. Grupo de Gestantes: Resultados na Puericultura Érika Torezan Rosim Daniele Lara da Silva Programa Saúde da Família – Mogi das Cruzes / SP
  2. 2. Introdução Pré-Natal e Puericultura: serviço básico de saúde Pré-Natal é um momento único paraPré-Natal é um momento único para detecção de problemas maternos e para realização de orientações às pacientes Prevenir / Acompanhar X Apenas Tratar
  3. 3. Mogi das Cruzes / SP: 440 mil habitantes 6 equipes de saúde da família USF Chácara Guanabara Zona rural: caqui e flores, algumas indústriasindústrias 35 Km centro hospitalar de referência 1010 famílias cadastradas, 3840 pessoas Saneamento básico Rede de apoio
  4. 4. Justificativas Gestantes jovens Dificuldade de acessoDificuldade de acesso Má-aderência à Puericultura, comparação com o Pré-Natal Necessidade de envolver as mães com a equipe
  5. 5. Objetivos Realizar um curso de gestantes com orientações sobre a gestação, parto e puerpérioparto e puerpério Dinamizar as consultas de Pré- Natal
  6. 6. Objetivos Aumentar a aderência à Puericultura Estimular o parto normal e o aleitamento materno
  7. 7. Objetivos Prevenir agravos de saúde, com facilitação do acesso Envolver a equipe numa atividade multiprofissional
  8. 8. Metodologia Grupo 1 Sincronização das consultas Palestras antes do atendimento Alterações fisiológicas na gravidez, trabalho de parto e puerpério Aleitamento materno Cuidados com o recém-nascido Vacinação Planejamento Familiar Atividade lúdica
  9. 9. Grupo 2 Maior número de pacientes Período de uma tarde Estimular o comparecimentoEstimular o comparecimento Envolvimento da equipe e comunidade Confraternização
  10. 10. Resultados Dinamização do atendimento Maior envolvimento com a equipe e maior aderência à Puericultura
  11. 11. Resultados Todas as mães fizeram acompanhamento regular na PuericulturaPuericultura Diminuição das consultas de “encaixe”
  12. 12. Resultados Diminuição das faltas em consultas Avaliação através da seleção de 21 prontuários de crianças com21 prontuários de crianças com acompanhamento regular Rotina: Alimentação Ganhos DNPM Vacinação
  13. 13. Idade* Consultas Eventual Amamentou Peso BP ↓Ganho 8m23d 9 2 N 10-50 não 6 2m23d 2 0 sim 50-90 não 1 3m6d 1 0 sim 50-90 S 0 10m15d 3 0 sim 50 não 1 3m21d 1 0 sim 97 não 0 7m7d 2 0 sim 50 não 0 7m3d 7 2 sim 50-90 não 0 8m9d 6 1 N 10-50 não 4 7m14d 5 1 sim 50 S 0 1m8d 1 0 sim 50 não 0 10m20d 8 0 sim 10-50 não 3 9m1d 2 0 N 50 não 0 6m16d 3 0 N 90 não 0 15m15d 7 3 N 50-90 não 1 3m25d 2 0 sim 10-50 não 1 6m1d 3 0 sim 50-90 não 0 12m8d 3 1 N 10-50 não 2 12m8d 3 2 N 0-3 S 2 12m7d 6 3 sim 97 não 0 14m20d 5 1 sim 90-97 não 0 5m18d 5 0 sim 90 não 1 * Em 12/03/2008
  14. 14. Apenas 2 crianças com prescrição de antibiótico Nenhuma criança foi internada
  15. 15. Apenas 2 crianças eram prematuras (gemelares) Do total de 100 consultas, apenas 16 não eram de rotina
  16. 16. 14 crianças tiveram pleno sucesso com o aleitamento materno Percentil de peso: - Entre P0 e P3: 1 criança - Entre P10 e P5o: 5 crianças - Acima de P50: as 15 restantes
  17. 17. Dificuldades encontradas Recurso financeiro Valorização de idéiasValorização de idéias Falta de indicadores
  18. 18. Lições aprendidas Tecnologias de baixo custo podemTecnologias de baixo custo podem ser muito eficientes!!!
  19. 19. “Instrumentos musicais existem não por causa deles mesmos, mas pela música que podem produzir. Dentro de cada instrumento há uma infinidade de melodias adormecidas, à espera de que acordem do seu sono. Quando elas acordam e a música é ouvida, acontece a Beleza e, com a Beleza, a Alegria. O corpo é um delicado instrumento musical. É preciso cuidar dele, para que ele produza música. Para isso, há uma infinidade de recursos médicos. E muitos são eficientes. Mas o corpo, esse instrumento estranho, não se cura só por aquilo que se faz medicamente com ele. Ele precisa beber a sua própria música. Música é remédio. (...)própria música. Música é remédio. (...) Em outros tempos, os médicos e as enfermeiras sabiam disso. Cuidavam dos remédios e das intervenções físicas – bons para o corpo – mas tratavam de acender a chama misteriosa da alegria. Mas essa chama não se acende com poções químicas. Ela se acende magicamente. Precisa da voz, da escuta, do olhar, do toque, do sorriso. Médicos e enfermeiras: ao mesmo tempo técnicos e mágicos, a quem é dada a missão de consertar os instrumentos e despertar neles a vontade de viver”... O Médico, Rubem Alves
  20. 20. Obrigada!

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