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Esquistossomose
Prof. Cássio Rossi
Esquistossomose
Esquistossomose é uma doença transmissível, parasitária, causada por vermes
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Esquistossomose concurseiros de enfermagem

  1. 1. Apostila Esquistossomose Prof. Cássio Rossi
  2. 2. Esquistossomose Esquistossomose é uma doença transmissível, parasitária, causada por vermes trematódeos do gênero Schistosoma. O parasita, além do homem, necessita da participação de caramujos de água doce para completar seu ciclo vital. Esses caramujos são do gênero Biomphalaria. Na fase adulta, o parasita vive nos vasos sanguineos do intestino e fígado do hospedeiro definitivo, o homem. Transmissão e Contaminação Tudo começa com a ”uma cagada” no mato perto de água Após penetrarem a pele, as cercarias perdem sua cauda e ganham a corrente sanguinea; Se alojam no fígado e se maturam até a forma adulta; A forma adulta migra para as veias do intestino e se alojam, expulsando ovos pelas fezes, reiniciando todo ciclo Qual o período de incubação da doença? O tempo médio de incubação é de duas a seis semanas após a infecção. A partir de quanto tempo a pessoa infectada pode transmitir pelas fezes os ovos do verme? A partir de cinco semanas após a infecção a pessoa já elimina os ovos nas fezes, e permanece assim durante vários anos. Sintomas Na fase aguda pode apresentar febre, dor na cabeça, calafrios, suores, fraqueza, falta de apetite, dor muscular, tosse e diarréia. Em alguns casos o fígado e o baço podem inflamar e aumentar de tamanho. Na forma crônica a diarréia se torna mais constante, alternando-se com prisão de ventre, e pode aparecer sangue nas fezes. Além disso, o paciente pode sentir tonturas, dor na cabeça, sensação de plenitude gástrica, coceira no ânus, palpitações, impotência, emagrecimento e endurecimento do fígado, com aumento do seu volume. Nos casos mais graves, da fase crônica, o estado geral do paciente piora bastante, com emagrecimento, fraqueza acentuada e aumento do volume do abdômen, conhecido popularmente como barriga d’água.
  3. 3. O tratamento para os casos simples é domiciliar, com medicamento de uso oral, à base de praziquantel ou oxamniquina. Os casos graves geralmente requerem internação hospitalar e tratamento cirúrgico. Profilaxia Saneamento básico com esgotos e água tratadas. Erradicação dos caramujos que são hospedeiros intermediários da doença. Proteção dos pés e pernas com botas de borracha com solado antiderrapante. Informar a população das medidas profiláticas da doença. Evitar entrar em contato com água que contenha cercárias. Fontes: • BRASIL. Ministério da Saúde. Curso Básico de Vigilância Epidemiológica. Brasília: Secretaria de Vigilância em Saúde, 2005. • Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.Guia de vigilância epidemiológica / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. – 6. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2005. • MONKEN, M., & BARCELLOS, C. Vigilância em saúde e território utilizado: possibilidades teóricas e metodológicas. Cadernos de Saúde Pública, 21(3): 898-906, 2005. • Brasil, Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 6 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. • Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica.Vigilância e controle de moluscos de importância epidemiológica : diretrizes técnicas : Programa de Vigilância e Controle da Esquistossomose (PCE) / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica.– 2. ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2008. • http://www.unifesp.br • http://campeche.inf.furb.br • http://www.fiocruz.br • portal.anvisa.gov.br • www.saude.gov.br

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