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Câncer de pele incidência na população residente na região

  1. 1. Vivências: Revista Eletrônica de Extensão da URI ISSN 1809-1636 Vivências. Vol.8, N.14: p.86-91, Maio/2012 86 CÂNCER DE PELE: INCIDÊNCIA NA POPULAÇÃO RESIDENTE NA REGIÃO NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL NO ANO DE 2009 1 Skin Cancer: Incidence on Population Resident in the Northwest Region of the Rio Grande do Sul in 2009 Raquel de Souza Ramser CERETTA 2 Carmen Lucia ZUSE 3 Márcia Wencler Paganotto LOPES 4 Narciso Vieira SOARES 5 RESUMO OBJETIVO: investigar a incidência de câncer de pele na população residente em municípios da área de abrangência de uma Coordenadoria Regional de Saúde no ano de 2009. MATERIAL E MÉTODOS: Trata-se de uma pesquisa quantitativa de caráter descritivo envolvendo pacientes cadastrados na Coordenadoria Regional de Saúde do interior do Estado do Rio Grande do Sul com algum tipo de câncer de pele no ano de 2009. RESULTADOS: Identificaram-se 43 casos de câncer de pele em mulheres e 44 casos em homens, sendo 13 casos de Melanoma, representando 14,94% e, 74 casos de basocelular com representatividade de 85,05%. Os resultados mostraram que a faixa etária predominante foi de 61 a 70 anos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A lesão de câncer de pele diagnosticada precocemente tem grande possibilidade de cura. Para tanto é importante a realização de campanhas para exame periódico da pele e esclarecimento da população. Este levantamento contribui para calcular a incidência de câncer de pele no ano de 2009 na região da CRS e, sobretudo contribuir com os programas de prevenção para esta doença. Palavras Chaves: Câncer de Pele; Carcinoma; Doenças de Pele; Raio Ultravioleta; Prevenção. ABSTRACT OBJECTIVE: To investigate the incidence of skin cancer in the population living in cities of the area covered by a Regional Health in 2009.MATERIALS AND METHODS: This is a descriptive quantitative research involving patients registered in the Regional Health District in the state of Rio Grande do Sul with some type of skin cancer in 2009. RESULTS: We identified 43 cases of skin cancer in women and 44 men, were 13 cases of melanoma, representing for 14,94%, and 74 cases of 1 Projeto concluído durante o desenvolvimento da disciplina de Estágio Supervisionado-I do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI, Campus Santo Ângelo, Departamento de Ciências da Saúde. 2 Enfermeira. Graduada pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI, Campus Santo Ângelo/RS. Cursando especialização em UTI pela URI. Membro do GEPESE. raquelramser@yahoo.com.br. 3 Enfermeira. Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho pela Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI. Enfermeira da Fundação de Atendimento Sócio Educativo do RS – FASE. Supervisora da disciplina. carluze@brturbo.com.br. 4 Enfermeira. Mestre em Educação nas ciências pela UNIJUÍ, professora do Curso de Enfermagem da URI, Campus Santo Ângelo/RS. Membro do GEPESE. marcial@urisan.tche.br 5 Enfermeiro. Doutor em Enfermagem pela UFRGS, professor do Curso de Enfermagem da URI, Campus Santo Ângelo/RS. Líder do GEPESE. Coordenador adjunto da 12ª CRS. nvsoares@urisan.tche.br
  2. 2. Vivências: Revista Eletrônica de Extensão da URI ISSN 1809-1636 Vivências. Vol.8, N.14: p.86-91, Maio/2012 87 basal cell with representative of 85.05%. The results showed that the predominant age group was 61-70 years.CONCLUSION: The lesion of skin cancer diagnosed early has a good possibility of healing. Thus, it is important to conduct campaigns for periodic review and clarification of the skin of the population. This survey helps to calculate the incidence of skin cancer in 2009 in the region of CRS and, above all contribute to prevention programs for this disease. Keywords: Skin Cancer; Carcinoma; Skin Diseases, Ultraviolet Ray; Preventing. INTRODUÇÃO Câncer, segundo INCA (Instituto Nacional do Câncer), é o nome dado ao conjunto de mais de 100 doenças que tem em comum o crescimento desordenado de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se para outras regiões do corpo. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno, significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente causando risco de vida (BRASIL, 2007). São três os tipos de câncer de pele: carcinoma basocelular, é o mais comum e acomete pessoas acima de 40 anos e de pele e olhos claros, o carcinoma espinocelular, segundo mais incidente, pode causar metástase e o melanoma, é o mais grave, com alto potencial de produzir metástase, pode levar a morte se não houver um diagnóstico e tratamento rápido, normalmente se inicia com uma mancha escura. No Brasil, o câncer é a terceira principal causa de morte superada apenas por doenças cardiovasculares e acidentes de trânsito de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. Entre os vários os fatores que contribuem para o aumento da incidência do câncer no Brasil, um deles é o envelhecimento. A exposição a determinados fatores ambientais e a determinação genética de uma população são fatores de risco para o aparecimento do câncer da pele. A exposição excessiva a raios ultravioleta (RUV) é o fator principal para o câncer da pele e a possibilidade de desenvolver o carcinoma aumenta com a exposição acumulativa ao sol e é inversamente proporcional ao grau de pigmentação cutânea. A exposição intensa e esporádica nos caucasianos aumenta a possibilidade de desenvolvimento do melanoma, não invalidando o risco em pessoas de pele negra (GONÇALVES ET ALL, 1996). Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia a prevenção primária do câncer da pele deve ter como principal alvo a população infantil, uma vez que as crianças se expõem ao sol três vezes mais que os adultos. Outro aspecto é a exposição cumulativa durante os primeiros 10 a 20 anos de vida determinam o risco de câncer da pele, mostrando ser a infância uma fase particularmente vulnerável aos efeitos nocivos do sol. A prevenção secundária na população adulta pode e deve ser realizado na rotina da atenção à saúde, o que, porém, requer maior engajamento dos profissionais de saúde e da população em geral na ação preventiva. Vale ressaltar que a geração que é hoje a população adulta, alvo da prevenção secundária, será responsável por programar a prevenção primária junto às crianças, ou seja, campanhas de prevenção de diagnóstico são também de conscientização para a prevenção primária (BRASIL, 2007). OBJETIVO: investigar a incidência de câncer de pele na população residente em municípios da área de abrangência de uma Coordenadoria Regional de Saúde do Rio Grande do Sul no ano de 2009.
  3. 3. Vivências: Revista Eletrônica de Extensão da URI ISSN 1809-1636 Vivências. Vol.8, N.14: p.86-91, Maio/2012 88 OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Identificar os fatores de risco mais importantes que contribuem para seu aparecimento; - Propor medidas de prevenção para a população com maior incidência. MATERIAL E MÉTODOS Foi realizada uma pesquisa quantitativa de caráter descritivo envolvendo pacientes cadastrados em uma Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) do RS que está sediada num município no interior da região noroeste do Estado do RS. O projeto de pesquisa foi aprovado pela Comissão de Ética e Pesquisa (CEP-SAN) da instituição de ensino sob o número 010-4/PPH/10. O roteiro utilizado para coleta de dados baseou-se nas variáveis: cidade, profissão, idade, estado civil e tipo de câncer de pele. Os dados foram obtidos através do livro de registro de casos e dos boletins de encaminhamento enviados à CRS (setor de regulação), não se constituindo em prontuários. ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS: Os dados foram analisados a partir da organização do material coletado nos registros dos documentos nos meses de março e abril do ano de 2010. No período pesquisado, a CRS encaminhou 87 pacientes com algum tipo de câncer de pele para tratamento. Na população investigada, o fator gênero está equivalente, com 43 casos para o sexo feminino e 44 casos para o masculino. Em razão da destruição da camada de ozônio, a incidência de raios UVB intrinsecamente relacionados ao câncer de pele, vem aumentando progressivamente, permitindo, inclusive, que raios UVC se aproximem mais da atmosfera terrestre. Já a incidência dos raios UVA, independe da camada de ozônio e, consequentemente, causa câncer de pele em indivíduos que se expõem ao sol, especialmente em horários de alta incidência, continuamente e durante muitos anos (OTTO, 2002). Isso pode ser comprovado nos dados conforme a tabela 01 onde a maior incidência de câncer de pele na população de abrangência da CRS no ano de 2009 foi na faixa etária dos 41 a 80 anos. E, pontualmente a incidência em indivíduos entre 61 a 70 anos é maior. O que comprova, pois a principal causa do câncer de pele é a exposição ao sol. Isso se deve ao fato da lesão solar ser cumulativa. Tabela 1. Faixa etária dos pacientes com identificação de câncer de pele FAIXA ETÁRIA TOTAL DE PACIENTES POR FAIXA ETÁRIA PERCENTUAL 31 a 40 anos 02 2,30 41 a 50 anos 19 21,84 51 a 60 anos 15 17,24 61 a 70 anos 22 25,29 71 a 80 anos 16 18,39 81 a 90 anos 10 11,49 Acima 91 anos 01 1,15
  4. 4. Vivências: Revista Eletrônica de Extensão da URI ISSN 1809-1636 Vivências. Vol.8, N.14: p.86-91, Maio/2012 89 Sem especificação 02 2,30 TOTAL 87 100% Dentre os tipos de neoplasias malignas o carcinoma Basocelular é um dos mais incidentes com mais de 70% dos casos no Brasil, segundo estimativas do INCA (Instituto nacional do Câncer) seguido do espino-celular com 25% e melanoma que representa 4% dos pacientes (INCA, 2010). Nesta pesquisa foram identificados 13 casos de Melanoma, representando 14,94% e, 74 casos de Basocelular com representatividade de 85,05%, confirmando os dados do INCA. O carcinoma Basocelular, mesmo sendo o de maior incidência é o que apresenta menor agressividade e pode ser tratado se diagnosticado precocemente com uma simples cirurgia ou através de medicamentos de uso tópico. É mais comum em pessoas caucasianas (pele e olhos claros), tendo uma baixa taxa de mortalidade, pois raramente causa metástase, mas tem um grande potencial de destruição local, podendo causar graves problemas estéticos e funcionais, afetando a autoestima, convívio social, produtividade pela demora no diagnóstico e/ou tratamento adequado. Em geral aparece nas áreas do corpo expostas ao sol e é mais prevalente nas regiões onde a população está sujeita a exposição intensa e extensa ao sol. A forma mais grave de carcinoma é o tipo esclerosante ou carcinoma basocelular fibroso. É caracterizado por uma placa branca ou amarelado, dura, lisa, com bordas mal definidas, de evolução lenta e não ulcera. Já a forma supeficial multicêntrica possui múltiplas lesões levemente infiltradas, caracterizado por bordas irregulares elevadas (SOUZA, FISCHER e SOUZA, 2004; PROLLA, 2002). Ainda para os autores, as regiões geográficas do Brasil, por sua heterogeneidade cultural, demográfica, socioeconômica e política, têm suas populações submetidas a variados tipos de fatores de risco. Na região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul a qual está inserida a CRS contemplando 24 municípios a predominância dos casos notificados está localizada no município de Santo Ângelo, com 31 pessoas com algum tipo de câncer de pele. A totalidade dos municípios e a incidência de casos estão especificadas na tabela 02. Tabela 02. Municípios de origem dos pacientes da 12ª CRS MUNICÍPIOS COM CASOS IDENTIFICADOS NÚMERO DE CASOS PERCENTUAL Santo Ângelo 31 35,63 Guarani das Missões 08 9,19 Cerro Largo 07 8,04 Salvador das Missões 06 6,89 São Luiz Gonzaga 06 6,89 Caibaté 05 5,75 Roque Gonzáles 03 3,45 Santo Antonio das Missões 03 3,45 Entre Ijuis 03 3,45 Sete de Setembro 03 3,45 Pirapó 02 2,30 Dezesseis de Novembro 02 2,30 São Miguel das Missões 02 2.30 Vitória das Missões 01 1,15 Porto Xavier 01 1,15 São Nicolau 01 1,15
  5. 5. Vivências: Revista Eletrônica de Extensão da URI ISSN 1809-1636 Vivências. Vol.8, N.14: p.86-91, Maio/2012 90 São Borja 01 1,15 São Pedro do Butiá 01 1,15 Ubiretama 01 1,15 Total 87 100% Para as populações de risco, é necessário evitar a exposição exagerada ao sol, principalmente no horário entre as 10 e 16 horas, especialmente se não houver proteção, como uso de chapéu e protetor solar, durante qualquer atividade ao ar livre. Livre (ALMEIDA, HIRATA IN PETRI, 2003). A alta freqüência de câncer de pele no Brasil permite considerá-lo um importante problema de saúde pública, mas a proteção contra a exposição solar, seu principal fator de risco, ainda não é uma prática difundida na população, nem faz parte dos programas das secretarias municipais de saúde. Um dos focos da enfermagem direcionado ao problema desta pesquisa é a prevenção primária que inclui proteção solar desde o nascimento, orientação quanto à associação de sol e câncer da pele, aplicação de creme protetor solar, utilização de roupas apropriadas, ao uso de chapéus e óculos de sol, a permanecer na sombra, limitar o tempo de exposição e evitar fontes artificiais de radiação ultravioleta (como bronzeamento artificial), principalmente em crianças. A prevenção secundária inclui rastreamento e diagnóstico precoce em combinação com o aconselhamento para que se ponham em prática as atitudes relacionadas na prevenção primária, em adolescentes e adultos jovens (CUMMINGS; TRIPP e HERRMANN, 1997). O melanoma cutâneo pode ser curado se diagnosticado/tratado precocemente, mas sua letalidade ainda é alta nos casos em que a doença é diagnosticada já em fase avançada (ABD, 2006). CONSIDERAÇÕES FINAIS A falta de maiores informações sobre as neoplasias malignas de pele no Brasil impossibilita que se trace perfil da amplitude do problema. Isto também foi identificado nesta pesquisa como a falta de dados (a localização do tumor, descrição da lesão, o tipo de tratamento a que foram encaminhados, acompanhamento sobre o sucesso ou não do tratamento) ou registros incompletos nos documentos pesquisados. Entre os pacientes com melanoma de pele, a distribuição das lesões não se dá em áreas expostas ao sol como se observa entre os portadores de carcinomas basocelulares e tumores espinocelulares. Observa-se, porém, que o risco de melanoma, em áreas da pele que são pouco expostas ao sol, aumenta em decorrência de exposições intermitentes e intensas ao sol. Existem estudos, que mostraram que trabalhadores que não se expõem ao sol tiveram riscos iguais ou maiores do que os trabalhadores com atividades externas. Em nosso estudo a predominância de pacientes com algum tipo de câncer de pele está na faixa etária de 61 a 70 anos, não havendo prevalência de gênero. O carcinoma basocelular foi o tipo histológico mais representativo 85,05% dos casos diagnosticados. Em relação ao melanoma, que é um tumor maligno de alto grau, o valor obtido é de 14,94%. Em ambos os casos, a cirurgia é o tratamento mais recomendado. Contudo, dependendo da extensão, o carcinoma basocelular pode também ser tratado através de medicamento tópico ou radioterapia, de acordo com o INCA. Os resultados obtidos indicam que a prevenção primária do câncer cutâneo é o melhor procedimento para a população que se expõe ao sol, voluntariamente ou por necessidade. Sugerem-se:
  6. 6. Vivências: Revista Eletrônica de Extensão da URI ISSN 1809-1636 Vivências. Vol.8, N.14: p.86-91, Maio/2012 91 • Campanhas de esclarecimento da população sobre os efeitos adversos da incidência dos RUV e sobre o uso contínuo do protetor solar; • Distribuição gratuita nas farmácias das unidades básicas de protetores solar para a população conforme indicação do dermatologista; • Realização de campanhas, pelos municípios, com apoio da CRS e CACON para avaliação e diagnóstico precoce de câncer de pele bem como implementação de uma política municipal de educação permanente que oportunize que profissionais de saúde estejam capacitados para suspeitar de lesões de pele na rotina de seu trabalho. Populações em alto risco deveriam ser alvos de programas educacionais e de rastreamento conforme preconiza o INCA e a Sociedade Brasileira de Dermatologia. REFERÊNCIAS ALMEIDA, F.A.; HIRATA, S. Câncer cutâneo. In: Petri V, organizador. Dermatologia clínica. Barueri: Manole; 2003.p.157-63). SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA. Análise de dados das campanhas de prevenção ao câncer da pele promovidas pela sociedade brasileira de dermatologia de 1999 a 2005. Rio de Janeiro, v. 81, n. 6, Dec. 2006. [Acesso em abril 2010]. BRASIL. Biblioteca Virtual em Saúde. Dicas em saúde: Câncer de pele. 2007. http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/129cancerpele.html. Acessado em outubro 2009. CUMMINGS, S.R., TRIPP MK, HERRMANN, N.B. Approach to the prevention and control of skin cancer. Cancer and metastasis reviews. Rev 1997; 16(3-4):309-27). GONÇALVES, M.P.P ET ALL. Epidemiologia e tratamento do câncer de pele. Rev Med Minas Gerais. 1996; (6:8-11). [Acesso em 2010 abr 10]. INCA- Instituto Nacional do Câncer. Disponível em http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=333/. [Acesso em abril 2010]. OTTO, S.E. Cânceres cutâneos. In: Otto SE. Oncologia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores; 2002. (p.258-271). [Acesso em abril 2010]. PROLLA, P.A. Síndromes de suscetibilidade hereditária ao câncer de pele. In: Louro ID, Juan Jr CL, Melo MSV, Prolla PA, Froes NC, organizadores. Genética molecular do câncer. São Paulo: MSG Produção Editorial; 2002. p.213-222). SOUZA, S.R.P., FISCHER, F.M., SOUZA, J.M.P. Bronzeamento e risco de melanoma cutâneo: revisão da literatura. Rev. Saúde Pública 2004; 38(4): 588-598). [Acesso em 2010 abr 10].

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