SESSÃO CLSESSÃO CLÍÍNICANICACÂNCER GCÂNCER GÁÁSTRICO AVANSTRICO AVANÇÇADOADO-- HOSPITAL CARDOSO FONTESHOSPITAL CARDOSO FON...
Caso Clínico 1ID: R.C.S.P., 38 anos, casada, natural do Rio de JaneiroQP: “Emagrecimento e queimação no estômago”HDA: Há a...
Caso Clínico 1Exame Físico: Emagrecida, lúcida, orientada, hipocorada 3+/4+,hidratada, eupneica, afebril, aceita a dieta o...
EDA (06/02/2006): “Lago mucoso claro com cárdia bem coaptado aoaparelho em retrovisão. Pregueado mucoso do corpo e fundopr...
TC Abdome (17/02/2006): Extenso espessamento parietal do corpo eantro gástrico.Pequenos linfonodos em mesentério.EDA (03/0...
TC Abdome (06/05/2006): Extenso espessamento parietal do corpo eantro gástrico.Linfonodos retro cavais, peripancreáticos, ...
Caso Clínico 2ID: S.M.N., 64 anos, masculino, solteiro, aposentado.QP: “tumor no estômago”HDA: Paciente com diagnóstico de...
Caso Clínico 2Exame Físico: Regular estado geral, hipocorado 2+/4+, hidratado,restrito ao leito, sem edemas, afebril.ACV: ...
Caso Clínico 2EDA (22/06/2005):“Esôfago: Cordões incipientes em terço distal.Estômago: À partir de corpo alto 50cm dos inc...
Histopatológico (27/06/2005):“ Os cortes histológicos de antro gástrico mostram neoplasia delinhagem epitelial composta po...
Caso Clínico 2USG ABD (11/11/2005):Fígado: sem evidências de metástases.Pâncreas: Não visualizado.Presença de massa hetero...
Caso Clínico 2Lab. Internação: Ht: 35,8% Hb: 12,3TC ABD (02/01/2006): Espessamento parietal difuso do antrogástrico. Fígad...
Caso Clínico 2Paciente permaneceu queixando-se apenas de leve desconfortoepigástrico.Cirurgia (27/01/2006): Grande tumor g...
Caso Clínico 2Paciente encaminhado à UI cirúrgica. Evoluiu satisfatoriamente, tendodieta liberada no 4º DPO. Aceitava bem ...
CÂNCER GCÂNCER GÁÁSTRICO AVANSTRICO AVANÇÇADOADOConceitoConceitoCâncer gCâncer gáástrico precocestrico precoce ““avanavanç...
HISTHISTÓÓRICORICOPrimeiros relatosPrimeiros relatos-- ““EbersEbers papyruspapyrus””, 1600 AC., 1600 AC.Primeiras cirurgia...
HISTHISTÓÓRICORICO
EPIDEMIOLOGIAEPIDEMIOLOGIA-- 22ºº CA de maior incidênciaCA de maior incidência-- 22ªª maior causa de morte por câncer no m...
FATORES DE RISCOFATORES DE RISCOAmbientais- Dietas pobres em gordura e proteínas- Carnes e peixes salgados- Defumados- Alt...
FATORES DE RISCOFATORES DE RISCOOrgânicosOrgânicos-- H.H. PyloriPylori-- Cirurgia gCirurgia gáástrica prstrica prééviavia ...
HISTOPATOLOGIAHISTOPATOLOGIAAdenocarcinomaAdenocarcinoma: 95%: 95%ClassificaClassificaçção deão de BorrmannBorrmann (1926)...
HISTOPATOLOGIAHISTOPATOLOGIAClassificaClassificaçção deão de LaurenLaurenIntestinalIntestinal DifusoDifusoAmbientais (atro...
QUADRO CLQUADRO CLÍÍNICONICO-- Desconforto gDesconforto gáástrico por 6strico por 6--12 meses (12 meses (““gastritegastrit...
DIAGNDIAGNÓÓSTICOSTICO-- AnamneseAnamnese + Exame F+ Exame Fíísico+ EDAsico+ EDA-- EDA: 98%EDA: 98% acuracurááciacia-- TC:...
DIAGNDIAGNÓÓSTICOSTICO-- LaparoscopiaLaparoscopia2323--37% dos pacientes sem lesões vistas na TC37% dos pacientes sem lesõ...
ESTADIAMENTOESTADIAMENTOTNM/(UICC)TNM/(UICC) -- 19971997T1T1 –– lâmina prlâmina próópria ou submucosapria ou submucosaT2T2...
ESTADIAMENTOESTADIAMENTOComparaComparaçção entre TNM 1988 e TNM 1997ão entre TNM 1988 e TNM 1997Martin e Brennan, 2000. Ly...
ESTADIAMENTOESTADIAMENTOClassificaClassificaçção japonesa (JGCA)ão japonesa (JGCA)T1T1 –– lâmina prlâmina próópria ou subm...
ESTADIAMENTOESTADIAMENTOGrupos deGrupos de linfonodoslinfonodos LocalizaLocalizaçção do tumorão do tumor
ESTADIAMENTOESTADIAMENTOGrupos deGrupos de linfonodoslinfonodosN1: 1, 2, 3, 4N2: 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11N3: 12, 13, 14, 15, ...
ESTADIAMENTOESTADIAMENTOJapanese Gastric Cancer Association, 1998. Japanese Classification of Gastric Carcinoma - 2nd Engl...
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ESTADIAMENTOESTADIAMENTOComparação entre TNM e a Classificação JaponesaTNMTNM éé superior na avaliasuperior na avaliaççãoã...
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MIGRAMIGRAÇÇÃO DE ESTÃO DE ESTÁÁDIODIO ––FENÔMENO DE WILLFENÔMENO DE WILL--ROGERSROGERSConceitoConceitoSayegh, 2004. TNM a...
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TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOExtensão da linfadenectomiaExtensão da linfadenectomia –– comparacomparaçção entre...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOResultados finais doResultados finais do ““DutchDutch TrialTrial””-- Não houve dif...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICO““BritishBritish trialtrial””: compara: comparaçção entre a linfadenectomia a D1 o...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOCrCrííticas aoticas ao DutchDutch ee BritishBritish TrialTrial::-- Experiência do ...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOCrCrííticas aoticas ao DutchDutch ee BritishBritish TrialTrial::-- Não extrapolar ...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOCentros japoneses: tradicionalmente fazem linfadenectomia a D2.Centros japoneses: ...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOBons resultados com a ressecBons resultados com a ressecçção a D2ão a D2Kathryn e ...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOKathryn e Brennan, 2002. Is D2 lymphadenectomy for gastric cancer a staging tool o...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOBons resultados com a ressecBons resultados com a ressecçção a D2ão a D2Kodera, 20...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOBons resultados com a ressecBons resultados com a ressecçção a D2ão a D2Kodera, 20...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOPancreatectomiaPancreatectomia ee esplenectomiaesplenectomiaEstudo no MemorialEstu...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOPancreatectomiaPancreatectomia ee esplenectomiaesplenectomia-- ““DutchDutch TrialT...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICO
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOTumor de corpo:Tumor de corpo:-- Gastrectomia total a D2 comGastrectomia total a D...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOTumor proximal:Tumor proximal:-- Gastrectomia total a D2 com ressecGastrectomia to...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOTumor distal:Tumor distal:-- Gastrectomia subtotal (T1/T2) ou total a D2 com recon...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICODe acordo com oDe acordo com o estadiamentoestadiamentoIB (T1N1/T2/N0): gastrectom...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICODe acordo com oDe acordo com o estadiamentoestadiamentoIV (N3/CY1/M1)IV (N3/CY1/M1...
TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOCirurgiaCirurgia videolaparoscvideolaparoscóópicapicaCarboniCarboni, 2005., 2005. ...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOCirurgia PaliativaCirurgia Paliativa-- Objetivo: melhorar qualidade de vida, minim...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVORevisão do MemorialRevisão do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center1595 gastrecto...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante antes de 1990Terapia adjuvante antes de 1990A maioria dos trabal...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante apTerapia adjuvante apóós 1990s 1990Kasakura, 2002. Adjuvant the...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante apTerapia adjuvante apóós 1990s 1990Kasakura, 2002. Adjuvant the...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante apTerapia adjuvante apóós 1990s 1990Kasakura, 2002. Adjuvant the...
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TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante (Terapia adjuvante (quimioradioterapiaquimioradioterapia):):-- I...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvanteTerapia adjuvante-- Estudos mostram benefEstudos mostram benefííc...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapiaTerapia NeoadjuvanteNeoadjuvante-- Defesa do uso:Defesa do uso:11-- O foco ...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapiaTerapia NeoadjuvanteNeoadjuvante-- EstudoEstudo ““MAGICMAGIC””, 2003:, 2003...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOSiewertSiewert, 2005., 2005. RecentRecent advancesadvances inin multimodalmultimod...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOImunoquimioterapiaImunoquimioterapiaKasakura, 2002. Adjuvant therapy for resected ...
TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapiaTerapia intraperitonialintraperitonial-- Alguns resultados satisfatAlguns r...
PROGNPROGNÓÓSTICOSTICOFatores prognFatores prognóósticos apsticos apóós gastrectomia curativa:s gastrectomia curativa:Siew...
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Cancer gastrico avançado

  1. 1. SESSÃO CLSESSÃO CLÍÍNICANICACÂNCER GCÂNCER GÁÁSTRICO AVANSTRICO AVANÇÇADOADO-- HOSPITAL CARDOSO FONTESHOSPITAL CARDOSO FONTES --SERVISERVIÇÇO DE CIRURGIA GERALO DE CIRURGIA GERALLUIZ PAULO JACOMELLI RAMOSLUIZ PAULO JACOMELLI RAMOS08/06/200608/06/2006
  2. 2. Caso Clínico 1ID: R.C.S.P., 38 anos, casada, natural do Rio de JaneiroQP: “Emagrecimento e queimação no estômago”HDA: Há aproximadamente 2 anos queixa-se de pirose (2 a 3 vezes porsemana) que melhorava com o uso de anti-ácidos. Permaneceu por umperíodo de aproximadamente 1 ano assintomática. Cinco meses atráshouve piora do quadro, associado a perda ponderal de aproximados 20kg, disfagia, plenitude pós prandial e saciedade precoce. Realizou EDAem hospital particular que evidenciou adenocarcinoma gástrico àhistopatologia. Há três meses notou surgimento de massa supra-clavicular esquerda. Nega febre, hematêmese ou melena.HPP: NDN.HSOC: Nega tabagismo ou etilismo.HFAM: Irmão falecido de Ca gástrico aos 36 anos.
  3. 3. Caso Clínico 1Exame Físico: Emagrecida, lúcida, orientada, hipocorada 3+/4+,hidratada, eupneica, afebril, aceita a dieta oferecida, sem vômitos.ABD: flácido, pouco deprimido, indolor à palpação, peristalse presente,sem viceromegalias ou massas palpáveis.Presença de massa pétrea, fixa, de limites parcialmente definidos àpalpação, localizada em região supra-clavicular esquerda.Exames Laboratoriais:27/04/2006 - Hb: 8,5 g/dl Ht: 26,7% C.E.A: 8,3723/05/2006 - HB: 11,2 g/dl Ht: 34%
  4. 4. EDA (06/02/2006): “Lago mucoso claro com cárdia bem coaptado aoaparelho em retrovisão. Pregueado mucoso do corpo e fundopreservados. Em Incisura angularis nota-se extensa lesão ulcerada de bordasrasas e fundo fibrinoso na qual a extremidade se estende do antroproximal, onde apresenta limites imprecisos com aspecto infiltrativo emsua periferia. (IIA – Sakita ? Bormmam III ?)Histopatológico (15/03/2006): Atrofia moderada com atipia glandularintensa.Células em anel de sinete. Metaplasia intestinal moderada e incompleta.CONCLUSÃO: Adenocarcinoma gástrico pouco diferenciado (Difuso deLauren) Tipo ulcerado.Caso Clínico 1
  5. 5. TC Abdome (17/02/2006): Extenso espessamento parietal do corpo eantro gástrico.Pequenos linfonodos em mesentério.EDA (03/05/2006 - HGJ): “ À partir dos 45 cm dos incisivos observa-se lesão infiltrante em pequena curvatura do corpo que se estende pelaIncisura angularis, assim como todas as paredes do antro, reduzindo deforma importante a luz do órgão. Após esse segmento observa-sepequena área da grande curvatura sem comprometimento. Porém ainfiltração segue pela pequena curvatura comprometendo o antro e opiloro. Piloro pérvio. BORMMAM IVBORMMAM IVCaso Clínico 1
  6. 6. TC Abdome (06/05/2006): Extenso espessamento parietal do corpo eantro gástrico.Linfonodos retro cavais, peripancreáticos, hilo hepático.Biópsia de massa supraclavicular esquerda (11/05/2006):Positivo para neoplasia epitelial metastática (adenocarcinoma) comcélulas em “anel de sinete”. Compatível com neoplasia primitivagástrica.26/05/06: CIRURGIAEncontrado: lesão gástrica ocupando todo o estômago, invadindo oretroperitônio e mesocólon transverso; linfonodopatia periumbilical eem hilo hepático; tumoração endurecida na pelve (Prateleira deBlumer?).Realizado: jejunostomia alimentar com dreno de Kehr.Caso Clínico 1
  7. 7. Caso Clínico 2ID: S.M.N., 64 anos, masculino, solteiro, aposentado.QP: “tumor no estômago”HDA: Paciente com diagnóstico de adenocarcinoma gástrico feito porendoscopia digestiva alta e biópsia desde 22/06/2005. Havia sidoencaminhado ao INCA nessa época, porém não foi dadoprosseguimento ao tratamento. Foi atendido e internado neste serviçoem 08/12/2005. Queixava-se de plenitude pós prandial, emagrecimentoe alteração do hábito intestinal.HPP: Insuficiência cardíaca congestiva e valvulopatia em tratamento.HFIS: Etilismo e tabagismo pesados.
  8. 8. Caso Clínico 2Exame Físico: Regular estado geral, hipocorado 2+/4+, hidratado,restrito ao leito, sem edemas, afebril.ACV: RCI, 3T, BNF, com sopro sistólico.ABD: plano, indolor, com massa palpável em epigástrio, móvel, poucodolorosa. Sem sinais de irritação peritoneal.Exames Complementares:USG ABD (09/06/2005): Exame normal.
  9. 9. Caso Clínico 2EDA (22/06/2005):“Esôfago: Cordões incipientes em terço distal.Estômago: À partir de corpo alto 50cm dos incisivosobservo lesão blastomatosa, infiltrante e ulcerada, com áreas de necrosecomprometendo o órgão de forma circunferencial e impedindoprogressão do aparelho. Realizado biópsia. Fundo gástricoaparentemente poupado.”
  10. 10. Histopatológico (27/06/2005):“ Os cortes histológicos de antro gástrico mostram neoplasia delinhagem epitelial composta por células anaplásicas dispostas emglândulas, infiltrando o estroma.Alguns fragmentos aparecem ulcerados e outros são compostospor fibrina, restos celulares e tecido necrótico. Sobre o epitéliofoveolar e no muco superficial, nota-se a presença demicrorganismos espiralados, intensamente corados pelo métodode Waysson – H. pylori +/4+.CONCLUSÃO: Adenocarcinoma gástrico, tipo intestinal deLauren”Caso Clínico 2
  11. 11. Caso Clínico 2USG ABD (11/11/2005):Fígado: sem evidências de metástases.Pâncreas: Não visualizado.Presença de massa heterogênea com contornos irregulares, limitesimprecisos e superficie com lâmina aérea, medindo em torno de 10cm de provável origem gástrica.Sem linfonodomegalias ou líquido livre na cavidade.EDA (09/12/2005):Esôfago: presença de 4 cordões fibrosos em terço distal.Estômago: Distensibilidade reduzida, lago mucoso com conteúdo clarocom bile. À partir dos 45 cm do incisivos na pequena curvatura observa-se lesão circunferencial friável, com múltiplas ulcerações infiltrantes erecoberta de restos necróticos. A lesão estende-se pelo piloro e bulbonão permitindo individualizá-las.Blastoma Gástrico Bormann III.
  12. 12. Caso Clínico 2Lab. Internação: Ht: 35,8% Hb: 12,3TC ABD (02/01/2006): Espessamento parietal difuso do antrogástrico. Fígado com nódulos de 0,5 cm nos segmentos I, V, VIII.Linfonodos peri-gástricos.Ecocardiograma (11/01/2006): Aumento bi-atrial; Insuficiência mitralleve; Insuficiência aórtica mínima; função cardíaca sistólica global deVE normal.Risco Cirúrgico (12/01/2006): ASA II
  13. 13. Caso Clínico 2Paciente permaneceu queixando-se apenas de leve desconfortoepigástrico.Cirurgia (27/01/2006): Grande tumor gástrico de antro e corpo empequena curvatura, grande parte aderido ao lobo esquerdo do fígado,mesocólom, pâncreas e hilo hepático.Realizado: gastroenteroanastomose pré-cólica com parede gástrica degrande curvatura do corpo que não estava comprometida, em 2 planos.Não havia metástase à distância ou ascite.
  14. 14. Caso Clínico 2Paciente encaminhado à UI cirúrgica. Evoluiu satisfatoriamente, tendodieta liberada no 4º DPO. Aceitava bem a dieta e recebeu alta pelacirurgia geral no 9º DPO.
  15. 15. CÂNCER GCÂNCER GÁÁSTRICO AVANSTRICO AVANÇÇADOADOConceitoConceitoCâncer gCâncer gáástrico precocestrico precoce ““avanavanççadoado”” ??
  16. 16. HISTHISTÓÓRICORICOPrimeiros relatosPrimeiros relatos-- ““EbersEbers papyruspapyrus””, 1600 AC., 1600 AC.Primeiras cirurgiasPrimeiras cirurgias-- JulesJules EmileEmile PeanPean, 1879, 1879-- LudwingLudwing R.R. vonvon RydygierRydygier, 1880, 1880-- TheodorTheodor BillrothBillroth, 1881(, 1881(ViennaVienna): primeira): primeiraressecressecçção gão gáástrica com sucesso (gastrectomiastrica com sucesso (gastrectomiasubtotal)subtotal)-- KarlKarl SchlatterSchlatter, 1897: primeira gastrectomia, 1897: primeira gastrectomiatotaltotalSantoro, 2005. The history of gastric cancer: legends and chronicles.
  17. 17. HISTHISTÓÓRICORICO
  18. 18. EPIDEMIOLOGIAEPIDEMIOLOGIA-- 22ºº CA de maior incidênciaCA de maior incidência-- 22ªª maior causa de morte por câncer no mundo (600.000 por ano)maior causa de morte por câncer no mundo (600.000 por ano)-- Japão e alguns paJapão e alguns paííses Sulses Sul--Americanos (Chile, Costa Rica)Americanos (Chile, Costa Rica)-- Sexo: 2 vezes mais em homens (EUA)Sexo: 2 vezes mais em homens (EUA)-- Negros > brancosNegros > brancos-- Incidência aumenta com a idade (pico na 7Incidência aumenta com a idade (pico na 7ªª ddéécada)cada)-- CA proximal > distal (CA proximal > distal (úúltimas 3 dltimas 3 déécadas) no ocidente.cadas) no ocidente.H.H. pilorypilory??
  19. 19. FATORES DE RISCOFATORES DE RISCOAmbientais- Dietas pobres em gordura e proteínas- Carnes e peixes salgados- Defumados- Alto consumo de nitratos e hidratos de carbonos complexos- Água sem tratamento- Fumo- Classes desfavorecidas
  20. 20. FATORES DE RISCOFATORES DE RISCOOrgânicosOrgânicos-- H.H. PyloriPylori-- Cirurgia gCirurgia gáástrica prstrica prééviavia –– úúlcera glcera gáástricastrica-- Gastrites e atrofias gGastrites e atrofias gáástricasstricas-- PPóóliposlipos adenomatososadenomatosos-- GenGenééticos: mutaticos: mutaçção no geneão no gene EE--cadherincadherin –– câncer gcâncer gáástrico familiarstrico familiarBrennanBrennan, 2005., 2005. CurrentCurrent statusstatus ofof surgerysurgery forfor gastricgastric cancercancer: a review: a review
  21. 21. HISTOPATOLOGIAHISTOPATOLOGIAAdenocarcinomaAdenocarcinoma: 95%: 95%ClassificaClassificaçção deão de BorrmannBorrmann (1926):(1926):Tipo ITipo I PolipPolipóóideideTipo II Ulcerado com boTipo II Ulcerado com bordos elevadosrdos elevadosTipo IIITipo III ÚÚlcerolcero--infiltranteinfiltranteTipo IVTipo IV InfiltranteInfiltrante difusodifuso
  22. 22. HISTOPATOLOGIAHISTOPATOLOGIAClassificaClassificaçção deão de LaurenLaurenIntestinalIntestinal DifusoDifusoAmbientais (atrofia gAmbientais (atrofia gáástrica,strica,metaplasiametaplasia intestinal)intestinal)Familiares (Tipo sanguFamiliares (Tipo sanguííneo A)neo A)Homem>MulherHomem>MulherAumenta com a idadeAumenta com a idadeMulher >HomemMulher >HomemJovensJovensFormaFormaçção glandularão glandular Pouco diferenciadosPouco diferenciadosCCéélulas em anel de sinetelulas em anel de sineteDisseminaDisseminaççãoão hematogênicahematogênica DisseminaDisseminaçção linfão linfáática etica etransmuraltransmural
  23. 23. QUADRO CLQUADRO CLÍÍNICONICO-- Desconforto gDesconforto gáástrico por 6strico por 6--12 meses (12 meses (““gastritegastrite””))-- Dor epigDor epigáástrica, que não alivia com alimentastrica, que não alivia com alimentaççãoão-- Perda de peso, anorexia, vômitosPerda de peso, anorexia, vômitos-- Saciedade precoce (Saciedade precoce (linitelinite –– estômago distende menos)estômago distende menos)-- DisfagiaDisfagia e obstrue obstruççãoão-- HematêmeseHematêmese: 15%: 15%-- Anemia: 40%Anemia: 40%-- Massa palpMassa palpáável,vel, VirchowVirchow, Irmã Maria Jos, Irmã Maria Joséé, Prateleira de, Prateleira de BlumerBlumer,,KrukembergKrukemberg..-- HepatomegaliaHepatomegalia,, asciteascite, icter, icterííciacia
  24. 24. DIAGNDIAGNÓÓSTICOSTICO-- AnamneseAnamnese + Exame F+ Exame Fíísico+ EDAsico+ EDA-- EDA: 98%EDA: 98% acuracurááciacia-- TC: limitada para metTC: limitada para metáástases < 5 mm ou câncer gstases < 5 mm ou câncer gáástrico precocestrico precoce-- USE: extensão na parede (T)USE: extensão na parede (T)AcurAcurááciacia em predizer uma ressecem predizer uma ressecçção R0: 85ão R0: 85--90%90%ComparaComparaçção entre TC e USE:ão entre TC e USE:Brennan, 2005. Current status of surgery for gastric cancer: a reviewSiewertSiewert, 2005., 2005. RecentRecent advancesadvances inin multimodalmultimodal treatmenttreatment forfor gastricgastric cancercancer: a review: a reviewTCTC USEUSETT 76%76% 86%86%NN 70%70% 90%90%
  25. 25. DIAGNDIAGNÓÓSTICOSTICO-- LaparoscopiaLaparoscopia2323--37% dos pacientes sem lesões vistas na TC37% dos pacientes sem lesões vistas na TC-- LavadoLavado peritonealperitoneal com ancom anáálise citollise citolóógicagica-- Outros:Outros:CromoendoscopiaCromoendoscopiaRessonância magnRessonância magnéética endosctica endoscóópicapicaLight-induced fluorescence spectroscopyLight-scattering spectroscopyOptical coherence tomographyConfocal laser scanning microscopyBrennan, 2005. Current status of surgery for gastric cancer: a reviewSiewertSiewert, 2005., 2005. RecentRecent advancesadvances inin multimodalmultimodal treatmenttreatment forfor gastricgastric cancercancer: a review: a review
  26. 26. ESTADIAMENTOESTADIAMENTOTNM/(UICC)TNM/(UICC) -- 19971997T1T1 –– lâmina prlâmina próópria ou submucosapria ou submucosaT2T2 –– muscular prmuscular próópria oupria ou subserosasubserosaT3T3 –– serosa sem invadir estruturas vizinhasserosa sem invadir estruturas vizinhasT4T4 -- invade estruturas vizinhasinvade estruturas vizinhasN0N0 –– sem metsem metáástase parastase para linfonodolinfonodo regionalregionalN1N1-- metmetáástases em atstases em atéé 66 linfonodoslinfonodosN2N2 –– metmetáástases em 7 a 15stases em 7 a 15 linfonodoslinfonodosN3N3 –– metmetáástases em mais de 15stases em mais de 15 linfonodoslinfonodosM0M0 –– Sem metSem metáástases a distânciastases a distânciaM1M1 –– MetMetáástase a distânciastase a distânciaMazinMazin, 2004., 2004. TNM and Japanese staging systems for gastric cancer: how do they coexist?
  27. 27. ESTADIAMENTOESTADIAMENTOComparaComparaçção entre TNM 1988 e TNM 1997ão entre TNM 1988 e TNM 1997Martin e Brennan, 2000. Lymph Node Staging in Gastric Cancer: Is Location More Important ThanNumber? An Analysis of 1,038 Patients
  28. 28. ESTADIAMENTOESTADIAMENTOClassificaClassificaçção japonesa (JGCA)ão japonesa (JGCA)T1T1 –– lâmina prlâmina próópria ou submucosapria ou submucosaT2T2 –– muscular prmuscular próópria oupria ou subserosasubserosaT3T3 –– serosa sem invadir estruturas vizinhasserosa sem invadir estruturas vizinhasT4T4 -- invade estruturas vizinhasinvade estruturas vizinhasN0N0 –– sem metsem metáástase parastase para linfonodoslinfonodosN1N1 -- metmetáástases parastases para linfonodoslinfonodos do grupo 1do grupo 1N2N2 –– metmetáástases parastases para linfonodoslinfonodos do grupo 2do grupo 2N3N3 –– metmetáástases parastases para linfonodoslinfonodos do grupo 3do grupo 3M0M0 –– sem metsem metáástases a distânciastases a distânciaM1M1 –– metmetáástase a distânciastase a distânciaH1H1 –– metmetáátasetase hephepááticaticaP1P1 -- metmetáástasestase peritonialperitonialCY1CY1 –– lavadolavado peritonealperitoneal positivopositivoMazinMazin, 2004., 2004. TNM and Japanese staging systems for gastric cancer: how do they coexist?
  29. 29. ESTADIAMENTOESTADIAMENTOGrupos deGrupos de linfonodoslinfonodos LocalizaLocalizaçção do tumorão do tumor
  30. 30. ESTADIAMENTOESTADIAMENTOGrupos deGrupos de linfonodoslinfonodosN1: 1, 2, 3, 4N2: 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11N3: 12, 13, 14, 15, 16N1: 1, 3, 4, 5, 6N2: 2, 7, 8, 9, 10, 11N3: 12, 13, 14, 15, 16N1: 3, 4, 5, 6N2: 1, 7, 8, 9N3: 2, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16
  31. 31. ESTADIAMENTOESTADIAMENTOJapanese Gastric Cancer Association, 1998. Japanese Classification of Gastric Carcinoma - 2nd English Edition
  32. 32. ESTADIAMENTOESTADIAMENTOComparação entre TNM e a Classificação JaponesaTNM tem melhor avaliaTNM tem melhor avaliaççãoão prognprognóósticastica; mais homogênea; mais homogêneaKunisaki, 2004. Comparative Evaluation of Gastric Carcinoma Staging: Japanese Classification VersusNew American Joint Committee on Cancer/International Union Against Cancer Classification
  33. 33. ESTADIAMENTOESTADIAMENTOComparação entre TNM e a Classificação JaponesaTNMTNM éé superior na avaliasuperior na avaliaççãoão prognprognóósticasticaKodera, 1998. The number of metastatic lymph nodes: a promising prognostic determinant for gastriccarcinoma in the latest edition of the TNM classification.Fuji 1999. Clinical evaluation of lymph node metastasis in gastric cancer defined by the fifth edition of theTNM classification in comparison with the Japanese system.Ichikura 1999. Evaluation of the new American Joint Committee onCancer/International UnionAgainst Cancer classification oflymph node metastasis from gastric carcinoma in comparison withtheJapanese classification.Hayashi 2000. Superiority of a new UICC-TNM staging system for gastric carcinoma.Kathryn e Brennan, 2002. Is D2 lymphadenectomy for gastric cancer a staging tool or a therapeuticintervention?Ichikawa 2003. Prognostic value of lymph node staging in gastric cancer.
  34. 34. ESTADIAMENTOESTADIAMENTOComparação entre TNM e a Classificação JaponesaClassificação Japonesa: orientação cirúrgica/quimioterápicaprévia- Radiologia pré-operatória- Citologia peritoneal pré-operatóriaSayegh, 2004. TNM and Japanese staging systems for gastric cancer: how do they coexist?IkeguchiIkeguchi, 2004., 2004. LimphLimph nodenode metastasismetastasis ofof gastricgastric cancercancer:: comparisoncomparison ofof UnionUnion InternationalInternational ContraContraCancerCancer andand JapaneseJapanese SystemsSystems
  35. 35. MIGRAMIGRAÇÇÃO DE ESTÃO DE ESTÁÁDIODIO ––FENÔMENO DE WILLFENÔMENO DE WILL--ROGERSROGERSConceitoConceitoSayegh, 2004. TNM and Japanese staging systems for gastric cancer: how do they coexist?
  36. 36. IMUNOHISTOQUIMUNOHISTOQUÍÍMICAMICA-- Falha dos mFalha dos méétodos atuais.todos atuais.Tu Mucosa: 19%Tu Mucosa: 19%Tu Submucosa: 34%Tu Submucosa: 34%-- MicrometMicrometáástasestase XX MicroinvasãoMicroinvasão-- FenômenoFenômeno SkipSkip-- LinfonodoLinfonodo sentinelasentinelaCai, 2000. Micrometastasis in lymph nodes of mucosal gastric cancer.Cai, 1999. Micrometastasis in lymph nodes and microinvasion of the muscularis propriain primarylesions of submucosal gastric cancer
  37. 37. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOExtensão da linfadenectomiaExtensão da linfadenectomia –– comparacomparaçção entre D1 e D2ão entre D1 e D2““DutchDutch trialtrial””: estudo prospectivo: estudo prospectivo randomizadorandomizado multicêntricomulticêntrico..996 pacientes selecionados996 pacientes selecionados285 realizaram tratamento paliativo285 realizaram tratamento paliativo380 realizaram D1 331 realizaram D2380 realizaram D1 331 realizaram D2BonenkanpBonenkanp, 1999., 1999. ExtendedExtended lynphlynph nodenode dissectiondissection forfor gastricgastric cancercancer..
  38. 38. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOResultados finais doResultados finais do ““DutchDutch TrialTrial””-- Não houve diferenNão houve diferençça significativa na sobrevida.a significativa na sobrevida.-- Somente o subgrupo N2 poderia se beneficiar daSomente o subgrupo N2 poderia se beneficiar dalinfadenectomia a D2.linfadenectomia a D2.-- AA morbimortalidademorbimortalidade éé influenciada pela extensão dainfluenciada pela extensão dalinfadenectomia,linfadenectomia, esplenectomiaesplenectomia,, pancreatectomiapancreatectomia e idadee idadesuperior a 70 anos.superior a 70 anos.HartgrinkHartgrink,2004.,2004. ExtendedExtended LymphLymph NodeNode DissectionDissection forfor GastricGastric CancerCancer:: WhoWho MayMay BenefitBenefit? Final? FinalResultsResults ofof thethe RandomizedRandomized DutchDutch GastricGastric CancerCancer GroupGroup TrialTrial
  39. 39. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICO““BritishBritish trialtrial””: compara: comparaçção entre a linfadenectomia a D1 ou D2.ão entre a linfadenectomia a D1 ou D2.737 pacientes, com 400737 pacientes, com 400 randomizadosrandomizados..D1 X D2D1 X D2Morbidade: 28% 46%Morbidade: 28% 46%Mortalidade: 6,5% 13%Mortalidade: 6,5% 13%Sobrevida em 5 anos: 35% 32%Sobrevida em 5 anos: 35% 32%-- Fatores associados a maiorFatores associados a maior morbimortalidademorbimortalidade: est: estáádio II/III,dio II/III,idade avanidade avanççada, sexo masculino, e ressecada, sexo masculino, e ressecçção do baão do baçço ouo oupâncreaspâncreas..CuschieriCuschieri, 1999., 1999. PatientPatient survivalsurvival afterafter D1D1 andand D2D2 resectionsresections forfor gastricgastric cancercancer:: longlong--termterm resultsresults ofof thetheMRCMRC randomizedrandomized surgicalsurgical trialtrial.. SurgicalSurgical CoCo--operativeoperative GroupGroup..
  40. 40. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOCrCrííticas aoticas ao DutchDutch ee BritishBritish TrialTrial::-- Experiência do cirurgiãoExperiência do cirurgião-- TTéécnica usada para fazer a resseccnica usada para fazer a ressecçção a D2ão a D2-- ElevadoElevado nnºº de cirurgiões (85) durante o estudode cirurgiões (85) durante o estudo-- Não citaNão citaçção doão do nnºº e localizae localizaçção dosão dos linfonodoslinfonodos no estudono estudoMcCullochMcCulloch, 2004., 2004. Gastrectomy with extended lymphadenectomy for primary treatment of gastric cancer
  41. 41. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOCrCrííticas aoticas ao DutchDutch ee BritishBritish TrialTrial::-- Não extrapolar os resultados desses estudos para o JapãoNão extrapolar os resultados desses estudos para o Japão-- EstadiamentoEstadiamento mais satisfatmais satisfatóóriorio-- Possibilidade de aumento da sobrevida em grupos especPossibilidade de aumento da sobrevida em grupos especííficosficos(T3)(T3)-- Bons resultados com a ressecBons resultados com a ressecçção a D2ão a D2Adachi e Sugimachi, 2001. Surgery for gastric cancer: 10-year experience worldwide.Brennan, 2005. Current status of surgery for gastric cancer: a review
  42. 42. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOCentros japoneses: tradicionalmente fazem linfadenectomia a D2.Centros japoneses: tradicionalmente fazem linfadenectomia a D2.KodamaKodama, 1981:, 1981:Sobrevida em 5 anos:Sobrevida em 5 anos:D1: 18%D1: 18%D2: 39%D2: 39%KodamaKodama ee SugimachiSugimachi, 1981., 1981. EvaluationEvaluation ofof extensiveextensive lynphlynph nodenode dissectiondissection for carcinomafor carcinoma ofof thethe stomachstomach..
  43. 43. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOBons resultados com a ressecBons resultados com a ressecçção a D2ão a D2Kathryn e Brennan, 2002. Is D2 lymphadenectomy for gastric cancer a staging tool or a therapeuticintervention?
  44. 44. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOKathryn e Brennan, 2002. Is D2 lymphadenectomy for gastric cancer a staging tool or a therapeuticintervention?
  45. 45. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOBons resultados com a ressecBons resultados com a ressecçção a D2ão a D2Kodera, 2002. Lymph Node Dissection in Gastric Carcinoma
  46. 46. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOBons resultados com a ressecBons resultados com a ressecçção a D2ão a D2Kodera, 2002. Lymph Node Dissection in Gastric Carcinoma
  47. 47. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOPancreatectomiaPancreatectomia ee esplenectomiaesplenectomiaEstudo no MemorialEstudo no Memorial SloanSloan--KetteringKettering CancerCancer CenterCenter, NY, NY -- 20022002-- 1133 pacientes1133 pacientes-- A) 865 gastrectomia apenasA) 865 gastrectomia apenas-- B) 268 gastrectomia com ressecB) 268 gastrectomia com ressecçção de algumão de algum óórgãorgão-- Quem ressecou outrosQuem ressecou outros óórgãos apresentava maiores lesões (T/N)rgãos apresentava maiores lesões (T/N)-- Sobrevida do A: 50%Sobrevida do A: 50%-- Sobrevida de B: 32%Sobrevida de B: 32%-- Sobrevida de T3/T4 do grupo B: 27%Sobrevida de T3/T4 do grupo B: 27%ConclusõesConclusõesRobert e Brennan, 2002. Extended Local Resection for Advanced Gastric Cancer: Increased SurvivalVersus Increased Morbidity
  48. 48. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOPancreatectomiaPancreatectomia ee esplenectomiaesplenectomia-- ““DutchDutch TrialTrial””: aumento da: aumento da morbimortalidademorbimortalidade..-- ““BritishBritish TrialTrial””: aumento da: aumento da morbimortalidademorbimortalidade..Conclusões:Conclusões:-- Não devem ser usados de rotina.Não devem ser usados de rotina.-- Tumores T3 e T4.Tumores T3 e T4.-- Usados para alcanUsados para alcanççar uma ressecar uma ressecçção R0.ão R0.HartgrinkHartgrink,2004.,2004. ExtendedExtended LymphLymph NodeNode DissectionDissection forfor GastricGastric CancerCancer:: WhoWho MayMay BenefitBenefit? Final? FinalResultsResults ofof thethe RandomizedRandomized DutchDutch GastricGastric CancerCancer GroupGroup TrialTrialCuschieriCuschieri, 1999., 1999. PatientPatient survivalsurvival afterafter D1D1 andand D2D2 resectionsresections forfor gastricgastric cancercancer:: longlong--termterm resultsresults ofof thetheMRCMRC randomizedrandomized surgicalsurgical trialtrial.. SurgicalSurgical CoCo--operativeoperative GroupGroup..
  49. 49. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICO
  50. 50. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOTumor de corpo:Tumor de corpo:-- Gastrectomia total a D2 comGastrectomia total a D2 comreconstrureconstruçção em bolsa ou em Y deão em bolsa ou em Y deRouxRoux..Stein e Siewert, 2002. Site-dependent resection techniques forgastric cancer
  51. 51. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOTumor proximal:Tumor proximal:-- Gastrectomia total a D2 com ressecGastrectomia total a D2 com ressecçção deão de linfonodoslinfonodos parapara--aaóórticosrticos esquerdos e reconstruesquerdos e reconstruçção em Y deão em Y de RouxRouxStein e Siewert, 2002. Site-dependent resection techniques for gastric cancer.
  52. 52. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOTumor distal:Tumor distal:-- Gastrectomia subtotal (T1/T2) ou total a D2 com reconstruGastrectomia subtotal (T1/T2) ou total a D2 com reconstruççãoãoem Y deem Y de RouxRoux..Stein e Siewert, 2002. Site-dependent resection techniques for gastric cancer
  53. 53. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICODe acordo com oDe acordo com o estadiamentoestadiamentoIB (T1N1/T2/N0): gastrectomia total a D2IB (T1N1/T2/N0): gastrectomia total a D2II (T1N2/T2N1/T3N0): gastrectomia total a D2/D3II (T1N2/T2N1/T3N0): gastrectomia total a D2/D3IIIA (T2N2/T1N3/T4N0): gastrectomia total a D2/D3 + QTIIIA (T2N2/T1N3/T4N0): gastrectomia total a D2/D3 + QTT4: gastrectomia totalT4: gastrectomia total extendidaextendidaIIIB (T3N2/T4N1): gastrectomia total a D2/D3 + QT + RTIIIB (T3N2/T4N1): gastrectomia total a D2/D3 + QT + RTT4: gastrectomia totalT4: gastrectomia total extendidaextendidaNakajima, 2002. Gastric cancer treatment guidelines in Japan
  54. 54. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICODe acordo com oDe acordo com o estadiamentoestadiamentoIV (N3/CY1/M1)IV (N3/CY1/M1)-- M1 com bom estado geral:M1 com bom estado geral: quimioquimio, radio ou unidade de suporte., radio ou unidade de suporte.-- M1 com estado geral ruim: unidade de suporte.M1 com estado geral ruim: unidade de suporte.-- EstEstáádio IV, não M1: gastrectomia totaldio IV, não M1: gastrectomia total extendidaextendida..-- Pacientes sintomPacientes sintomááticos (sangramentos, estenoses, desnutriticos (sangramentos, estenoses, desnutriçção):ão):cirurgia paliativa (resseccirurgia paliativa (ressecçção,ão, bypassbypass,, gastrostomiagastrostomia,, jejunostomiajejunostomia).).Nakajima, 2002. Gastric cancer treatment guidelines in Japan
  55. 55. TRATAMENTO CIRTRATAMENTO CIRÚÚRGICORGICOCirurgiaCirurgia videolaparoscvideolaparoscóópicapicaCarboniCarboni, 2005., 2005. Laparoscopic surgery for gastric cancer: preliminary experience
  56. 56. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOCirurgia PaliativaCirurgia Paliativa-- Objetivo: melhorar qualidade de vida, minimizar sintomasObjetivo: melhorar qualidade de vida, minimizar sintomasprpréévios ou controlar a dor.vios ou controlar a dor.-- ConsideraConsideraçções: condiões: condiçção clão clíínica do paciente, extensão enica do paciente, extensão eprognprognóóstico do câncer, a possibilidade de um procedimentostico do câncer, a possibilidade de um procedimentocurativo, a durabilidade da intervencurativo, a durabilidade da intervençção e a qualidade de vidaão e a qualidade de vidaestabelecida para o doente.estabelecida para o doente.-- OpOpçções terapêuticas: ressecões terapêuticas: ressecçção,ão, bypassbypass, interven, intervenççõesõesendoscendoscóópicas oupicas ou percutâneaspercutâneas..Miner, 2004. Gastrectomy for gastric cancer: defining critical elements of patient selection and outcomeassessment
  57. 57. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVORevisão do MemorialRevisão do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center1595 gastrectomias 307 não curativas (R1/R2)1595 gastrectomias 307 não curativas (R1/R2)Paliativas: 48% Não paliativas: 52%Paliativas: 48% Não paliativas: 52%Miner e Brennan, 2004.Defining Palliative Surgery in Patients Receiving Noncurative Resections forGastric Cancer
  58. 58. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante antes de 1990Terapia adjuvante antes de 1990A maioria dos trabalhos não mostra benefA maioria dos trabalhos não mostra benefíício com QTcio com QTadjuvante.adjuvante.Weber, 2002. Randomized Clinical Trials in Gastric Cancer.
  59. 59. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante apTerapia adjuvante apóós 1990s 1990Kasakura, 2002. Adjuvant therapy for resected gastric carcinoma.
  60. 60. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante apTerapia adjuvante apóós 1990s 1990Kasakura, 2002. Adjuvant therapy for resected gastric carcinoma.
  61. 61. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante apTerapia adjuvante apóós 1990s 1990Kasakura, 2002. Adjuvant therapy for resected gastric carcinoma.
  62. 62. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante apTerapia adjuvante apóós 1990s 1990Kasakura, 2002. Adjuvant therapy for resected gastric carcinoma.
  63. 63. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvante (Terapia adjuvante (quimioradioterapiaquimioradioterapia):):-- IntergroupIntergroup 116:116:Macdonald, 2001. Chemoradiotherapy after surgery compared with surgery alone for adenocarcinoma ofthe stomach or gastroesophageal junction.
  64. 64. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapia adjuvanteTerapia adjuvante-- Estudos mostram benefEstudos mostram benefíícios na quimioterapia adjuvante, porcios na quimioterapia adjuvante, poréémmsem padronizasem padronizaçção dos ciclos a serem usados.ão dos ciclos a serem usados.-- Europa e Japão: ressecEuropa e Japão: ressecçção a D2 para reduzir a recidiva local, semão a D2 para reduzir a recidiva local, semrealizar tratamento adjuvante.realizar tratamento adjuvante.-- EUA: não fazem ressecEUA: não fazem ressecçções a D2 de rotina, realizandoões a D2 de rotina, realizandoquimioradioquimioradio adjuvante para controleadjuvante para controle locoregionallocoregional..Kasakura, 2002. Adjuvant therapy for resected gastric carcinoma.SiewertSiewert, 2005., 2005. RecentRecent advancesadvances inin multimodalmultimodal treatmenttreatment forfor gastricgastric cancercancer: a review: a review
  65. 65. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapiaTerapia NeoadjuvanteNeoadjuvante-- Defesa do uso:Defesa do uso:11-- O foco da radioterapiaO foco da radioterapia éé mais facilmente determinado no prmais facilmente determinado no préé--operatoperatóório.rio.22-- A tolerânciaA tolerância éé melhor no prmelhor no préé--operatoperatóório.rio.33-- Possibilidade de diminuir disseminaPossibilidade de diminuir disseminaçção de cão de céélulaslulas neoplneopláásicassicasdurante a cirurgia.durante a cirurgia.44-- Diminui o tamanho do tumor possibilitando uma ressecDiminui o tamanho do tumor possibilitando uma ressecçção maisão maiscompleta, objetivo maior da cirurgiacompleta, objetivo maior da cirurgia oncoloncolóógicagica..Kasakura, 2002. Adjuvant therapy for resected gastric carcinoma.SiewertSiewert, 2005., 2005. RecentRecent advancesadvances inin multimodalmultimodal treatmenttreatment forfor gastricgastric cancercancer: a review: a review
  66. 66. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapiaTerapia NeoadjuvanteNeoadjuvante-- EstudoEstudo ““MAGICMAGIC””, 2003:, 2003:503 pacientes503 pacientes randomizadosrandomizadosSobrevida em 2 anos:Sobrevida em 2 anos:Com terapiaCom terapia neoadjuvanteneoadjuvante: 48%: 48%Sem terapiaSem terapia neoadjuvanteneoadjuvante: 40%: 40%Allum, 2003. Perioperative chemotherapy in operable gastric and lower esophageal cancer. A randomisedcontrolled trial.
  67. 67. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOSiewertSiewert, 2005., 2005. RecentRecent advancesadvances inin multimodalmultimodal treatmenttreatment forfor gastricgastric cancercancer: a review: a review
  68. 68. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOImunoquimioterapiaImunoquimioterapiaKasakura, 2002. Adjuvant therapy for resected gastric carcinoma.
  69. 69. TRATAMENTO PALIATIVOTRATAMENTO PALIATIVOTerapiaTerapia intraperitonialintraperitonial-- Alguns resultados satisfatAlguns resultados satisfatóórios.rios.Shimoyama, 1999. Type-oriented intraoperative and adjuvant chemotherapy and survival after curativeresection of advanced gastric cancer.Yu, 1998. Prospective randomized trial of early postoperative intraperitoneal chemotherapy as anadjuvant to resectable gastric cancer.
  70. 70. PROGNPROGNÓÓSTICOSTICOFatores prognFatores prognóósticos apsticos apóós gastrectomia curativa:s gastrectomia curativa:SiewertSiewert (1654 pacientes)(1654 pacientes)-- T, N, M (isolados)T, N, M (isolados)-- ComplicaComplicaçções pões póóss--operatoperatóóriasrias-- Diâmetro do tumorDiâmetro do tumorOutros:Outros:-- MacroscopiaMacroscopia-- LocalizaLocalizaçção do tumorão do tumor-- ClassificaClassificaçção deão de LaurenLaurenSiewert e Stein, 1998. Relevant prognostic factors in gastric cancer: 10-year results of the German GastricCancer Study.

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