Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências
Avaliação de Tecnologias em Saúde
Sumário das Evidências e Recomendações ...
Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005
Câmara Técnica de Medicina Baseada em E...
Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005
Câmara Técnica de Medicina Baseada em E...
Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005
Câmara Técnica de Medicina Baseada em E...
Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005
Câmara Técnica de Medicina Baseada em E...
Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005
Câmara Técnica de Medicina Baseada em E...
Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005
Câmara Técnica de Medicina Baseada em E...
Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005
Câmara Técnica de Medicina Baseada em E...
Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005
Câmara Técnica de Medicina Baseada em E...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Camara tècnica de medicina baseada em evidíncias

238 visualizações

Publicada em

  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Camara tècnica de medicina baseada em evidíncias

  1. 1. Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Sumário das Evidências e Recomendações para o Uso da Ressonância Magnética em Patologias do Joelho Porto Alegre, abril de 2005
  2. 2. Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005 Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências/Unimed Central de Serviços Auxiliares - RS 2 Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Coordenador: Dr Alexandre Pagnoncelli Revisão da Literatura e Proposição da Recomendação Dra. Andréia Biolo Consultores Metodológicos Dra. Carísi Anne Polanczyk Dr. Luis Eduardo Rohde Médicos Especialistas - Consultores Dr. Charles Lubianca Kohem (reumatologista) Dr. Renato Rangel Torres (ortopedista) Cronograma de Elaboração da Avaliação 12/03/05 Reunião do Colégio de Auditores: captação das sugestões de tecnologias para avaliação. Escolha do tópico para avaliação e perguntas a serem respondidas. 15/03/05 Início dos trabalhos de busca e avaliação da literatura. Análise dos trabalhos encontrados e elaboração do plano inicial de trabalho. 30/03/05 Reunião da Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências para análise da literatura e criação da versão inicial da avaliação. Elaboração do protocolo inicial da Avaliação 28/04/05 Reunião da Câmara Técnica com Médico Especialista e Auditor para apresentação dos resultados e discussão 10/05/05 Revisão do formato final da avaliação: Câmara Técnica, Médico Especialista e Auditor. 12/05/05 Encaminhamento da versão inicial aos Médicos Auditores 14/05/05 Apresentação do protocolo e discussão na reunião do Colégio de Auditores 28/05/05 Encaminhamento da versão final para os Médicos Auditores e Médicos Cooperados
  3. 3. Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005 Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências/Unimed Central de Serviços Auxiliares - RS 3 REVISÃO DA LITERATURA Estratégia de busca da literatura e resultados 1. Busca de avaliações e recomendações referentes ao uso da ressonância magnética elaboradas por entidades internacionais reconhecidas em avaliação de tecnologias em saúde: National Institute for Clinical Excellence (NICE) Canadian Coordinating Office for Health Technology Assessment (CCOHTA) National Guideline Clearinghouse (NGC) 2. Busca de revisões sistemáticas e metanálises referentes ao uso da ressonância magnética (PUBMED e Cochrane). 3. Busca de ensaios clínicos randomizados que não estejam contemplados nas avaliações ou metanálises identificadas anteriormente (PUBMED e Cochrane). Havendo metanálises e ensaios clínicos, apenas estes serão contemplados. 4. Na ausência de ensaios clínicos randomizados, busca e avaliação da melhor evidência disponível: estudos não-randomizados ou não-controlados (PUBMED). 5. Identificação e avaliação de protocolos já realizados por comissões nacionais e dentro das UNIMEDs de cada cidade ou região. Foram considerados os estudos metodologicamente mais adequados a cada situação, e estudos pequenos já contemplados em revisões sistemáticas ou metanálises não foram posteriormente citados separadamente, a menos que justificado. Descreve-se sumariamente a situação clínica e a questão a ser respondida, discute-se os principais achados dos estudos mais relevantes e com base nestes achados seguem-se as recomendações específicas. Para cada recomendação, será descrito o nível de evidência que suporta a recomendação. Níveis de Evidência: A Resultados derivados de múltiplos ensaios clínicos randomizados ou de metanálises ou revisões sistemáticas B Resultados derivados de um único ensaio clínico randomizado, ou de estudos controlados não-randomizados C Recomendações baseadas em séries de casos ou diretrizes baseadas na opinião de especialistas.
  4. 4. Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005 Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências/Unimed Central de Serviços Auxiliares - RS 4 DESCRIÇÃO DA TECNOLOGIA A ressonância nuclear magnética (RNM) teve um enorme impacto na avaliação de problemas músculo-esqueléticos, e o joelho é o local mais freqüentemente acometido e consequentemente investigado. Apesar de ser um exame com boa acurácia, é necessário que se avalie o seu impacto na tomada de decisões terapêuticas e no desfecho dos pacientes antes de adotar seu uso. (1) A RNM é uma técnica de imagem relativamente nova para a investigação de problemas do joelho. As principais vantagens dizem respeito à técnica, que não utiliza raio-X, à realização ambulatorial e à possibilidade de evitar procedimentos invasivos desnecessários. Entretanto, existem problemas quanto à interpretação do exame, e em alguns casos seus achados também podem levar a procedimentos desnecessários. (2) Além disso, os custos relacionados a este exame devem ser considerados e o emprego racional desta tecnologia busca a sua utilização naquelas situações em que realmente poderá trazer benefícios e evitar intervenções desnecessárias. CONDIÇÃO CLÍNICA Dor no joelho está presente em até 20% da população adulta em geral, é responsável por número grande de atendimentos e resulta em considerável prejuízo funcional. Muitas vezes há dificuldade na avaliação da dor aguda do joelho e na definição da necessidade de exames de imagem. (3) A história e os achados do exame físico são muitas vezes inespecíficos para determinar a causa do problema. Exames subsidiários com melhor rendimento têm sido utilizados para o diagnóstico das patologias do joelho. Neste sentido, a artroscopia tem se tornado o procedimento de escolha, devido à sua acurácia e à possibilidade de realização do procedimento terapêutico concomitantemente ao diagnóstico. Entretanto, trata-se de um procedimento invasivo e com custos elevados, devendo-se idealmente ser restrito àqueles pacientes que provavelmente necessitarão uma intervenção terapêutica. Neste contexto, a RNM é uma opção não- invasiva para o diagnóstico de patologias de joelho e seleção daqueles pacientes que realmente precisam ser submetidos a um procedimento invasivo, e provavelmente terapêutico. (2) O nosso objetivo é revisar as evidências disponíveis sobre os benefícios da RNM para o diagnóstico das patologias do joelho, e em quais situações estes benefícios justificam o seu uso.
  5. 5. Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005 Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências/Unimed Central de Serviços Auxiliares - RS 5 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA PARA DIAGNÓSTICO DE PATOLOGIAS DO JOELHO Objetivo • Determinar se há evidência de benefício associado ao uso da ressonância magnética para o diagnóstico de patologias do joelho Resultados 1. Avaliações de tecnologias em saúde e recomendações nacionais e internacionais • NICE e CCOTHA: não foram encontradas avaliações específicas. • NGC: encontradas recomendações gerais sobre manejo de condições do joelho, e uma recomendação especificamente sobre RNM do joelho. Entretanto, esta recomendação cita apenas todas as condições em que a RNM pode ser utilizada, sem considerar sua utilidade em cada uma destas situações. • HTA: revisão de 2001 sobre o papel da RNM em problemas crônicos de joelho, onde cirurgia esteja sendo considerada, para avaliar se seu uso reduz custos ou melhora desfechos (2). Este trabalho será abordado com mais detalhes a seguir. • Diretrizes nacionais: não foram encontradas diretrizes nacionais ou do sistema UNIMED para esta condição. 2. Ensaios clínicos randomizados e revisões sistemáticas • Uma revisão sistemática tentou definir o papel dos exames de imagem na avaliação de causas comuns de dor aguda do joelho: fraturas, lesões de ligamentos ou meniscos, osteoartrite e artropatias microcristalinas (incluindo pseudogota). (3) O resultado demonstrou que a regra de predição de Ottawa (lesão devido a trauma e: idade > 55 anos, dolorimento na cabeça da fíbula ou da patela, incapacidade para suportar o peso ao caminhar 4 passos ou incapacidade em fletir o joelho em 90 graus) foi superior aos demais critérios clínicos, com boa acurácia para o diagnóstico da causa de dor aguda de joelho. O exame clínico parece ser suficiente para determinar quais pacientes devem receber investigação e/ou avaliação adicional. Seu valor preditivo negativo foi alto o bastante para que se recomende manejo conservador para aqueles pacientes cujo exame físico é negativo para lesões ligamentares ou de meniscos – 1 a 2% dos pacientes com lesões não serão identificados com esta estratégia, necessitando-se de acompanhamento e reavaliação se não houver melhora. Quanto ao papel da RNM, foram incluídos 89 estudos avaliando sua acurácia, com artroscopia ou artrotomia como padrão-ouro. A RNM parece acrescentar pouco à acurácia do exame clínico, sendo mais sensível mas pouco específica para lesões de ligamentos e meniscos, tendo freqüentemente resultados anormais mesmo em pacientes assintomáticos. Sugere-se no trabalho (que é voltado para médicos generalistas), que a história e o exame físico sejam suficientes para encerrar a investigação se não houver sinais de lesões, ou para decidir se há necessidade de referenciar ao ortopedista, sem que seja necessária a realização de RNM. Quando a condição é osteoartrite ou artropatias microcristalinas, não há indicação para utilização da RNM. • Um ensaio clínico randomizado avaliou o valor da RNM em adição ou no lugar da radiografia em pacientes com trauma agudo de joelho para identificar pacientes que
  6. 6. Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005 Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências/Unimed Central de Serviços Auxiliares - RS 6 poderiam ser liberados e aqueles que necessitariam avaliação ou intervenção posterior. Neste estudo, os achados da RNM melhoraram a predição da necessidade de tratamento adicional mas seu uso não auxiliou na seleção daqueles pacientes que poderiam ser liberados sem investigação posterior. (4) Desta forma, mais uma vez parece que na situação aguda a avaliação clínica e radiológica convencional são mais importantes e na maior parte das vezes suficientes para a definição da conduta a ser adotada. • Para condições crônicas do joelho, foi feita uma ampla revisão do HTA/NHS (órgão inglês) de 2001, baseada em um ensaio clínico randomizado e em um estudo de custo-efetividade. Neste estudo, a evolução clínica e os custos finais foram similares entre os grupos que utilizaram ou não a RNM, mas o uso da RNM teve impacto positivo fazendo com que os pacientes alcançassem a mesma condição funcional e a mesma taxa de melhora tendo sido submetidos a número menor de procedimentos. (2) • Outro ensaio clínico randomizado incluiu pacientes com pelo menos 4 semanas de sintomas (dor, edema, instabilidade e/ou limitação de movimento) que foram referenciados para avaliação com ortopedistas e a RNM foi realizada naqueles que, após avaliação clínica, tinham indicação de realizar artroscopia (foi avaliado apenas lesões de meniscos e do ligamento cruzado anterior). Nos pacientes com RNM positiva, a artroscopia foi realizada; já os pacientes com RNM normal foram randomizados para realizar ou não artroscopia. O tratamento artroscópico foi necessário em 179 dos 192 pacientes com diagnóstico positivo pela RNM e em 20 dos 101 pacientes com RNM normal (sensibilidade 93,2% e especificidade de 79,2%). A sensibilidade foi menor para detecção de trauma no menisco lateral (74,7%). Assim, com uma acurácia global de 88,4%, a RNM se mostrou capaz de selecionar pacientes para o procedimento cirúrgico e de evitar procedimentos desnecessários. (5). Cabe ressaltar que o desfecho na maioria destes estudos não é clínico (condição funcional, dor, qualidade de vida) e sim a realização ou não de cirurgia, o que limita os resultados ao impacto terapêutico e possivelmente redução de procedimentos desnecessários, mas não necessariamente em impacto funcional ou clínico. 3. Estudos observacionais • Uma revisão dos estudos sobre a acurácia da RNM para condições do joelho (lesões de meniscos e ligamentos cruzados) sumarizou dados de 22 estudos e concluiu que a sensibilidade da RNM foi de aproximadamente 88% e a especificidade 94%, sugerindo que os dados com relação a estas condições são suficientemente robustos para apoiar o uso da ressonância nestas condições. (6) • Outra revisão mais recente incluiu 29 estudos e concluiu que a acurácia diagnóstica da RNM varia de acordo com o tipo de lesão, sendo bastante influenciada pelo delineamento dos estudos. Ressonâncias de alta intensidade por campo? melhoram modestamente seu desempenho, sendo este efeito significativo apenas para lesões do ligamento cruzado anterior.(7) • Diversos outros estudos observacionais abordam a acurácia da ressonância quando comparada à artroscopia em diversas situações, e outros levantam a hipótese de seu
  7. 7. Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005 Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências/Unimed Central de Serviços Auxiliares - RS 7 papel para a tomada de decisões. (8-10) Entretanto, abordamos preferencialmente dados de maior relevância oriundos de ensaios clínicos e de revisões que agregam estas informações. Benefícios esperados 1. Desfechos primordiais • Sem benefícios sobre mortalidade ou condição funcional do joelho. 2. Desfechos secundários • Para condições crônicas: redução do número de procedimentos invasivos (artroscopias) necessários para o diagnóstico e manejo adequados. A cada 4 RNMs realizadas se evita a realização de 1 procedimento em média. • Para condições agudas: não há benefício claro para o manejo de rotina de pacientes com condições agudas do joelho, nem para melhorar a acurácia do diagnóstico clínico em um grau que influencie na decisão terapêutica, nem para auxiliar na seleção dos pacientes que podem ser liberados sem avaliação adicional.
  8. 8. Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005 Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências/Unimed Central de Serviços Auxiliares - RS 8 Interpretação e Recomendações CONDIÇÕES AGUDAS Para condições agudas do joelho, particularmente as traumáticas (fraturas, lesões de ligamentos ou meniscos) não há benefício com o uso rotineiro da ressonância nuclear magnética. Para crianças ou adolescentes, devido à maior dificuldade diagnóstica, a ressonância pode ser utilizada na presença de sinais como derrame articular ou na ausência de melhora clínica após manejo inicial. A RNM pode ser utilizada em pacientes que necessitarão tratamento cirúrgico para lesões de meniscos ou ligamentos para melhor definição e planejamento cirúrgico, embora seu uso rotineiro não seja recomendado. CONDIÇÕES CRÔNICAS Na maior parte das condições de dor crônica do joelho não há necessidade de tratamento cirúrgico ou artroscopia, não havendo indicação para realização da ressonância, uma vez que esta isoladamente não mudará a conduta. A RNM não está indicada quando o diagnóstico clínico e/ou radiológico é de periartrite (tendinites ou bursites), osteoartrite, artrites infecciosas, espondiloartropatias soronegativas ou artropatia microcristalina. A ressonância pode ser utilizada nas seguintes situações crônicas do joelho: • Suspeita de ruptura de menisco medial ou lateral ou do ligamento cruzado anterior e • Indicação clínica de realização de artroscopia Se o resultado da RNM for alterado, reforça-se a indicação de artroscopia; se for normal pode-se não realizar a artroscopia e manter acompanhamento clínico. Grau de Evidência B OUTRAS SITUAÇÕES A RNM pode ser utilizada como ferramenta diagnóstica para condições não-traumáticas de dor progressiva e persistente com sinais de derrame articular ou limitação funcional progressiva e aumento de volume do joelho. Não há dados na literatura sobre a necessidade de repetição da ressonância para controle evolutivo de lesões de joelho, não podendo se atribuir benefício ao seu uso nesta condição. Grau de Evidência C
  9. 9. Avaliação e Recomendações para o uso da Ressonância Magnética/Joelho Abril de 2005 Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências/Unimed Central de Serviços Auxiliares - RS 9 REFERÊNCIAS 1. McNally EG. Magnetic resonance imaging of the knee. BMJ 2002; 325: 115-6. 2. Bryan S, Weatherburn G, Bungay H et al. The cost-effectiveness of magnetic resonance imaging for investigation of the knee joint. Healt Technol Assess 2001; 5 (27). 3. Jackson JL, O´Malley PG and Kroenke K. Evaluation of acute knee pain in primary care. Ann Intern Med 2003; 139: 575-88. 4. Oei EH, Nikken JJ, Ginai AZ et al. Acute knee trauma: value of a short dedicated extremity MR imaging examination for prediction of subsequent treatment. Radiology 2005; 234: 125-33. 5. Vincken PWJ, Braak BPM, van Erkell AR et al. Effectiveness of MR imaging in selection of patients for artrhoscopy of the knee. Radiology 2002; 223: 739-46. 6. Mackenzie R, Palmer CR, Lomas DJ and Dixon AK. Magnetic resonance imaging of the knee: diagnostic performance statistcs. Clinic Radiol 1996; 51: 251-7. 7. Oei EHG, Nikken JJ, Verstijnen ACM, Ginai AZ and Hunink MGM. MR imaging of the menisci and cruciate ligaments: a systematic review. Radiology 2003; 226: 837-48. 8. Fischer SP, Fox JM, Del Pizzo W, Friedman MJ, Snyder SJ and Ferkel RD. Accuracy of diagnoses from magnetic resonance imaging of the knee. A multi-center analysis of one thousand and fourteen patients. J Bone Joint Surg Am 1991; 73: 2-10. 9. Trieshmann HW and Mosure JC. The impact of magnetic resonance imaging of the knee on surgical decision making. Arthroscopy 1996; 12: 550-5. 10. Carmichael IW, MacLeod AM, Travlos J. MRI can prevent unnecessary arthroscopy. J Bone Joint Surg Br 1997; 79: 624-5. SITES CONSULTADOS PARA IDENTIFICAR AVALIAÇÕES DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE E RECOMENDAÇÕES • National Institte for Clinical Excellence (NICE): http://www.nice.org.uk • Canadian Coordinating Office for Health Technology Assessment (CCOHTA): http://ccohta.ca • National Guideline Clearinghouse (NGC): http://www.guideline.gov

×