Atenção ao Parto NormalEvidências Científicas
Modelos de atenção ao partoParadigmas de assistência segundoRobbie Davis-FloydTecnológicoHumanistaHolísticoDAVIS-FLOYD R.;...
Quadro sinótico dos paradigmas mencionadosParadigma “Tecnológico” “Humanista”Países em que ocorre Estados Unidos, Brasil,M...
Estas recomendações estão baseadas:No manual “Parto Aborto e Puerpério –assistência humanizada à saúde”, doMinistério da S...
Definição de parto normal:É de início espontâneo, de baixo risco noinício do trabalho de parto, e assimpermanece por todo ...
Objetivo da assistênciaao parto normal:O objetivo é ter como resultado mulher ebebê sadios, com o mínimo de intervençãocom...
Tarefas do(a) prestador(a) deassistência:suporte e apoio à mulher, seu companheiro e família duranteo trabalho de parto, n...
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O(A) prestador(a) de assistência aonascimento normal:deve ser capaz de realizar as intervenções básicasessenciais e saber ...
E ainda:onde for possível, recomenda-se acontinuidade da assistência durante oprocesso gestacional, o nascimento e operíod...
Algumas recomendações gerais:avaliação do bem-estar da mulher durante otrabalho de partoprocedimentos de rotinanutriçãoloc...
ClassificaçãoGrupo A - Práticas demonstradas úteis,que devem ser encorajadasGrupo B - Práticas claramente danosas ouinefet...
Ainda no pré-natal:Planejar onde e como o nascimento será assistido, aindadurante a gestação e comunicar companheiro / fam...
Na admissão:uso rotineiro de enemauso rotineiro de tricotomiauso do raio-X para pelvimetriainserção profilática rotineira ...
Durante o trabalho de parto:uso rotineiro de infusão venosa duranteo trabalho de partorestrição de alimentos e fluídos dur...
Durante o trabalho de parto:Manobra de Valsalva durante o segundo estágioMassagear e esticar o períneo durante o 2º estági...
Durante o trabalho de parto:Cateterização vesicalNascimento cirúrgico por CESÁREAUso liberal ou rotineiro de episiotomiasu...
Posição durante oTrabalho de PartoAdoção rotineira da posição supinaUso rotineiro da posição de litotomia,sem mudanças de ...
Controle da DorControle da dor por agentes sistêmicosControle da dor por anestesia epiduralalívio da dor por métodos não-i...
Monitoramentomonitoramento fetal eletrônicomonitoramento de bem estar físico e emocionalda mulhermonitoramento fetal por a...
Práticas durante oTrabalho de Parto e Partouso de máscaras e aventais esterilizados durante aassistência ao trabalho de pa...
Uso de Ocitócicosadministração de ocitocina a qualquer momentoantes do nascimento, se não se pode controlar seuefeitouso d...
Após a Dequitaçãorevisão rotineira (exploração manual)do útero após o partoexame retalExame de rotina da placenta e membra...
Resumindo:Ainda no pré-natal:Planejar onde e como o nascimento seráassistido, ainda durante a gestação e comunicarcompanhe...
Resumindo:Na admissão:respeitar o direito de privacidade damulherrespeito à escolha do acompanhante
Resumindo:Durante o trabalho de parto:oferecer fluído via oralsuporte emocional empáticoprestar informações sempre que nec...
Resumindo:Posição durante oTrabalho de Parto e PartoEncorajar posição não supinaLiberdade de posição e movimento
Resumindo:Controle da Doralívio da dor por métodos não-invasivos,não farmacológicos(massagens, técnicas de relaxamento)
Resumindo:Monitoramentomonitoramento de bem estar físico eemocional da mulhermonitoramento fetal por auscultaintermitentem...
Resumindo:Práticas durante oTrabalho de Parto e Partouso de luvas no exame vaginal
Resumindo:Uso de Ocitócicosuso de ocitocina no 3º estágio se há risco dehemorragia
Resumindo:Após a DequitaçãoExame de rotina da placenta e membranaCorte do cordão com material estérilPrevenção de hipoterm...
Obrigada!Daphne RattnerMinistério da SaúdeÁrea Técnica de Saúde da MulherNovembro 2009
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Atenção ao parto normal

  1. 1. Atenção ao Parto NormalEvidências Científicas
  2. 2. Modelos de atenção ao partoParadigmas de assistência segundoRobbie Davis-FloydTecnológicoHumanistaHolísticoDAVIS-FLOYD R.; St. JOHN G. From Doctor to Healer. The transformativejourney. New Jersey: Rutgers University Press, 1998
  3. 3. Quadro sinótico dos paradigmas mencionadosParadigma “Tecnológico” “Humanista”Países em que ocorre Estados Unidos, Brasil,México, Chile etc.Inglaterra e Gales,França, Alemanha,Dinamarca, Suécia,Holanda, Japão etc.Enfoque predominante visão de “risco potencial” processo fisiológicoCentro das decisões médico parturienteUso da tecnologia intensivo apropriadoCaracterísticas altas taxas de cesárea eoutras intervenções(episiotomia, induçõesetc)baixas taxas de cesárea eintervençõesLocal de ocorrência dopartohospital casa de parto, domicílioou hospital, dependendoda indicaçãoProfissional responsávelpelo parto eutócicomédico parteira como membro daequipe
  4. 4. Estas recomendações estão baseadas:No manual “Parto Aborto e Puerpério –assistência humanizada à saúde”, doMinistério da Saúde - 2003Na publicação “Assistência ao PartoNormal: um guia prático”, da OrganizaçãoMundial de Saúde – 2000 (1996)No Guia para Atenção Efetiva na Gravideze no Parto, de Enkin e cols. - 3ªed - 2004
  5. 5. Definição de parto normal:É de início espontâneo, de baixo risco noinício do trabalho de parto, e assimpermanece por todo o trabalho de parto eparto.O bebê nasce espontaneamente comapresentação cefálica entre 37 e 42semanas completas de gestação.Após o nascimento, tanto mãe como bebêestão em boas condições.
  6. 6. Objetivo da assistênciaao parto normal:O objetivo é ter como resultado mulher ebebê sadios, com o mínimo de intervençãocompatível com a segurança.Disto decorre que:Num parto normal, sempre deverá haveruma razão válida para interferir noprocesso natural.
  7. 7. Tarefas do(a) prestador(a) deassistência:suporte e apoio à mulher, seu companheiro e família duranteo trabalho de parto, no momento do nascimento e naseqüênciaobservação da mulher durante o trabalho de parto;monitoramento da condição do feto, e do bebê após onascimento;avaliação dos fatores de risco;detecção precoce de problemasrealização de intervenções mínimas, se necessário, como aamniotomia e episiotomia; prestar cuidados ao bebê após onascimentoreferir mãe gestante ou bebê a um nível mais complexo deassistência, se os fatores de risco ou complicações seevidenciam de forma a justificar tal referência
  8. 8. O(A) prestador(a) de assistência aonascimento normal:deve ter treinamento adequado ehabilidades de partejamento apropriadasao nível do serviço, que lhe permitam:avaliar os fatores de riscoreconhecer o início das complicaçõesobservar a mãe e monitorar as condiçõesdo feto, e do bebê após o nascimento
  9. 9. O(A) prestador(a) de assistência aonascimento normal:deve ser capaz de realizar as intervenções básicasessenciais e saber cuidar do bebê após onascimentodeve ser capaz de referir a mulher e o bebê a umnível de maior complexidade de assistência seaparecerem complicações que requeiramintervenções além de sua competênciadeve ter a paciência e atitude empática que sãonecessárias para dar suporte à futura mãe e suafamília
  10. 10. E ainda:onde for possível, recomenda-se acontinuidade da assistência durante oprocesso gestacional, o nascimento e operíodo pós-parto e, se não for possívelpela mesma pessoa, pelo menos pelo mesmoserviço.
  11. 11. Algumas recomendações gerais:avaliação do bem-estar da mulher durante otrabalho de partoprocedimentos de rotinanutriçãolocal de nascimentoapoio durante o trabalho de partoalívio da dormonitoramento do feto durante o trabalhode partolimpeza
  12. 12. ClassificaçãoGrupo A - Práticas demonstradas úteis,que devem ser encorajadasGrupo B - Práticas claramente danosas ouinefetivas, que devem ser eliminadasGrupo C - Práticas com evidênciasinsuficientes e que devem ser utilizadascom cautela até que mais pesquisasclarifiquem sobre sua adoçãoGrupo D - Praticas frequentementeutilizadas de maneira não apropriada
  13. 13. Ainda no pré-natal:Planejar onde e como o nascimento será assistido, aindadurante a gestação e comunicar companheiro / famíliaAvaliação do risco durante o pré-natal, reavaliado a cadanovo contato, e durante o trabalho de partoMonitoramento do bem-estar físico e emocional da mulherRespeitar a escolha informada da gestante sobre local denascimentoPrestar informações sempre que necessário
  14. 14. Na admissão:uso rotineiro de enemauso rotineiro de tricotomiauso do raio-X para pelvimetriainserção profilática rotineira de cânulaintravenosarespeitar o direito de privacidade damulherrespeito à escolha do acompanhante
  15. 15. Durante o trabalho de parto:uso rotineiro de infusão venosa duranteo trabalho de partorestrição de alimentos e fluídos durante otrabalho de partooferecer fluído via oral durante o trabalhode parto
  16. 16. Durante o trabalho de parto:Manobra de Valsalva durante o segundo estágioMassagear e esticar o períneo durante o 2º estágioMover a mulher para uma sala diferente como rotina, noinício do segundo estágioEncorajar a mulher a fazer força quando há dilataçãocompleta ou quase completa, antes que ela sintanecessidade de fazê-loRigidez na estipulação do segundo estágio como sendo deuma hora, se as condições maternas e fetais são boas e háprogresso
  17. 17. Durante o trabalho de parto:Cateterização vesicalNascimento cirúrgico por CESÁREAUso liberal ou rotineiro de episiotomiasuporte emocional empáticoprestar informações sempre que necessáriouso único de materiais descartáveisrespeitar o direito à opinião sobre a episiotomia
  18. 18. Posição durante oTrabalho de PartoAdoção rotineira da posição supinaUso rotineiro da posição de litotomia,sem mudanças de posiçãoEncorajar posição não supinaLiberdade de posição e movimento
  19. 19. Controle da DorControle da dor por agentes sistêmicosControle da dor por anestesia epiduralalívio da dor por métodos não-invasivosnão farmacológicos(massagens, técnicas de relaxamento)
  20. 20. Monitoramentomonitoramento fetal eletrônicomonitoramento de bem estar físico e emocionalda mulhermonitoramento fetal por ausculta intermitentemonitoramento do progresso do trabalho departo através de partograma
  21. 21. Práticas durante oTrabalho de Parto e Partouso de máscaras e aventais esterilizados durante aassistência ao trabalho de partoexames vaginais repetidos e frequentes,especialmente por mais de um prestador deassistênciauso de luvas no exame vaginal
  22. 22. Uso de Ocitócicosadministração de ocitocina a qualquer momentoantes do nascimento, se não se pode controlar seuefeitouso de ergometrina oral no 3º estágio para prevenirou controlar hemorragiasuso rotineiro de ergometrina parenteral no 3º estágioaumento da freqüência de contrações por uso deocitocinauso de ocitocina no 3º estágio se há risco dehemorragia
  23. 23. Após a Dequitaçãorevisão rotineira (exploração manual)do útero após o partoexame retalExame de rotina da placenta e membranaCorte do cordão com material estérilPrevenção de hipotermia do bebêContato pele-a-pele precoceAmamentação na primeira hora
  24. 24. Resumindo:Ainda no pré-natal:Planejar onde e como o nascimento seráassistido, ainda durante a gestação e comunicarcompanheiro / famíliaAvaliação do risco durante o pré-natal,reavaliado a cada novo contato, e durante otrabalho de partoMonitoramento do bem-estar físico e emocionalda mulherRespeitar a escolha informada da gestante sobrelocal de nascimentoPrestar informações sempre que necessário
  25. 25. Resumindo:Na admissão:respeitar o direito de privacidade damulherrespeito à escolha do acompanhante
  26. 26. Resumindo:Durante o trabalho de parto:oferecer fluído via oralsuporte emocional empáticoprestar informações sempre que necessáriouso único de materiais descartáveisrespeitar o direito à opinião sobre aepisiotomia
  27. 27. Resumindo:Posição durante oTrabalho de Parto e PartoEncorajar posição não supinaLiberdade de posição e movimento
  28. 28. Resumindo:Controle da Doralívio da dor por métodos não-invasivos,não farmacológicos(massagens, técnicas de relaxamento)
  29. 29. Resumindo:Monitoramentomonitoramento de bem estar físico eemocional da mulhermonitoramento fetal por auscultaintermitentemonitoramento do progresso do trabalho departo através de partograma
  30. 30. Resumindo:Práticas durante oTrabalho de Parto e Partouso de luvas no exame vaginal
  31. 31. Resumindo:Uso de Ocitócicosuso de ocitocina no 3º estágio se há risco dehemorragia
  32. 32. Resumindo:Após a DequitaçãoExame de rotina da placenta e membranaCorte do cordão com material estérilPrevenção de hipotermia do bebêContato pele-a-pele precoceAmamentação na primeira hora
  33. 33. Obrigada!Daphne RattnerMinistério da SaúdeÁrea Técnica de Saúde da MulherNovembro 2009

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