Aspectos epidemiológicos e medidas de controle da esquistossomose mansônica no brasil

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Aspectos epidemiológicos e medidas de controle da esquistossomose mansônica no brasil

  1. 1. Aspectos epidemiológicos e medidas de controle da Esquistossomose Mansônica no Brasil Vitor Gaudencio de Andrade Passos Engenheiro Sanitarista e Ambiental, Escola Politécnica, Universidade Federal da Bahia (UFBA). Luiz Roberto Santos Moraes Engenheiro Civil (EP/UFBA) e Sanitarista (FSP/USP), M.Sc. em Engenharia Sanitária (IHE/Delft University of Technology), Ph.D. em Saúde Ambiental (LSHTM/University of London), Professor Titular em Saneamento do Departamento de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica e do Programa de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Trabalho da Universidade Federal da Bahia
  2. 2. Objetivos 1. Traçar um breve diagnóstico sobre a distribuição da Esquistossomose Mansônica no Brasil, apresentando: a. Dados estimados de prevalência e quantidade de portadores da doença, por estados e macrorregiões; b. Dados sobre internações hospitalares e mortalidade pela doença; c. Números de casos notificados da doença entre 2001 e 2008, por estados e macrorregiões; 2. Destacar o papel das medidas de saneamento básico para o controle integrado deste problema de saúde pública.
  3. 3. • Esquistossomoses: doenças causadas por helmintos (vermes) parasitas, trematódeos, do gênero Schistossoma; • Espécies: Schistosoma haematobium, Schistosoma japonicum, Schistosoma mekongi, Schistosoma mansoni, dentre outras; • Schistosoma mansoni: é a espécie de interesse para a saúde pública brasileira, agente da esquistossomose mansônica; • Conhecida popularmente, como “xistosa”, “xistossomose”, “doença do caramujo”, “barriga d’água”. Introdução / Justificativa
  4. 4. • Doença de evolução crônica e gravidade variada, que pode causar diversas alterações no organismo do portador, inclusive levando-o à morte, sobretudo nas formas mais graves; • Fatores que influenciam na gravidade: cepa do parasito, carga parasitária adquirida (intensidade da infecção), idade, estado nutricional e resposta imunológica do indivíduo infectado; • Sintomas incluem: – Fase aguda: urticária, febre, sudorese, calafrios, emagrecimento, dor abdominal e dores de cabeça, diarréia, náuseas, vômitos, tosse seca, alergias, manifestações pulmonares, discreto aumento do fígado e baço (hepatoesplenomegalia); – Formas crônicas: diarréias, dor ou desconforto abdominal, epigastralgia, hepatoesplenomegalia (aumento do fígado e baço), anemia acentuada, desnutrição, transtornos na circulação, ascite (aspecto característico de “barriga d’água”), dentre outros. Incapacitação parcial ou total e óbito. Introdução / Justificativa
  5. 5. Introdução / Justificativa Fonte: CARVALHO et al., 2005 apud BORGES, LEMOS e FERRETE, 2008. Figura 01. Ciclo evolutivo simplificado do S. mansoni. Transmissão da doença: •agente etiológico: S. mansoni; •hospedeiro definitivo: homem e possivelmente animais; •fonte de infecção: hospedeiros definitivos eliminando ovos viáveis; •via de eliminação: fezes; •veículo de contaminação para os hospedeiros intermediários: água contaminada com larvas de S. mansoni, fase miracídio; •forma infectante para hospedeiros intermediários: miracídio; •hospedeiros intermediários: caramujos de água doce – B.glabrata, B. straminea e B. tenagophila; •forma infectante para os hospedeiros definitivos: fase larvária, cercária; •veículo de contaminação para os hospedeiros definitivos: água contendo cercária; •porta de entrada: pele e mucosa dos hospedeiros definitivos. (FUNASA, 1998, p. 25).
  6. 6. • Transmissão da doença: depende, essencialmente, da exposição do indivíduo a coleções hídricas, onde existam caramujos Biomphalaria (hospedeiros intemediários), e previamente contaminadas por fezes que contenham ovos viáveis do parasito, eliminados pelo portador da doença; • A transmissão da doença e a manutenção/expansão da endemia no Brasil estão relacionadas ao padrão socioeconômico da população, e a outros fatores de ordem biofísica, cultural e comportamental, tais como: – fatores ambientais (clima, altas temperaturas, forte luminosidade - hospedeiro intermediário); – saneamento do meio; – migrações internas; – atividades de lazer, profissionais ou domésticas; – faixa etária; – educação sanitária. Introdução / Justificativa
  7. 7. • Esquistossomoses: endemia mundial, ocorrendo em cerca de 52 países (predominantemente subdesenvolvidos ou em desenvolvimento). A OMS estima que existam mais de 200 milhões de infectados (REY, 1992 apud BORGES, LEMOS e FERRETE, 2008; KATZ e ALMEIDA, 2003); • No Brasil, onde se estima que o número de indivíduos infectados ultrapasse seis milhões (KATZ e ALMEIDA, 2003; PORDEUS et al., 2008), essa endemia também é um sério problema de saúde pública; Introdução / Justificativa
  8. 8. Introdução / Justificativa • Principais áreas endêmicas no Brasil: Região Nordeste (principalmente na faixa contínua ao longo do litoral) e Região Sudeste (principalmente Minas Gerais) (BRASIL, 2005; BORGES, LEMOS e FERRETE, 2008). Fonte: adaptado de BRASIL, 2005 apud BORGES, LEMOS e FERRETE, 2008. Figura 02. Distribuição geográfica das áreas endêmicas e focos isolados da doença, no Brasil. Fonte: GT-Esquistossomose/CDTV/CGDT/SVS/MS apud BRASIL, 2005. Figura 03. Distribuição geográfica da doença, em função das taxas de prevalência, no Brasil, em 2004.
  9. 9. Objetivos 1. Traçar um breve diagnóstico sobre a distribuição da Esquistossomose Mansônica no Brasil, apresentando: a. Dados estimados de prevalência e quantidade de portadores da doença, por estados e macrorregiões; b. Dados sobre internações hospitalares e mortalidade pela doença; c. Números de casos notificados da doença entre 2001 e 2008, por estados e macrorregiões; 2. Destacar o papel das medidas de saneamento básico para o controle integrado deste problema de saúde pública.
  10. 10. • Revisão da literatura: consulta a artigos técnico-científicos, livros, guias, dentre outros; • Consulta e tratamento dos dados de casos notificados da doença (2001- 2008), obtidos na base de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Ministério da Saúde do Brasil. Metodologia
  11. 11. Resultados e Discussão Prevalência e número absoluto de portadores • Revisão bibliográfica: carência de dados precisos sobre número de portadores da doença, porém alguns trabalhos realizaram estimativas; • Passos e Amaral (1998, apud KATZ e PEIXOTO, 2000): – dados da FUNASA; – estimaram portadores no Brasil = 2,5 milhões; – pessoas expostas ao risco de contrair = cerca de 25 milhões. • Katz e Peixoto (2000): – números anteriores estariam subestimados? – nova estimativa, considerando: • As taxas de prevalências no ano de 1997, citadas por Passos e Amaral (1998), seriam representativas da população dos estados; • Dados populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
  12. 12. Resultados e Discussão Prevalência e número absoluto de portadores Estado População(1) Prevalência(2) N° positivos Região Norte 236.065 Rondônia 1.255.522 4,31 54.113 Pará 5.650.681 3,22 181.952 Região Nordeste 4.335.292 Maranhão 5.295.452 6,20 328.318 Piauí 2.695.676 0,00 0 Ceará 6.920.292 4,16 287.884 Rio Grande do Norte 2.594.340 5,62 145.802 Paraíba 3.331.673 8,98 299.184 Pernambuco 7.466.773 17,08 1.275.325 Alagoas 2.663.071 18,18 484.146 Sergipe 1.657.164 23,60 391.091 Bahia 12.709.744 8,84 1.123.541 Tabela 1: Estimativa do número de portadores de esquistossomose mansônica, por estado brasileiro, em 1997. (1) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 1997; (2) Passos e Amaral, 1998; Fonte: adaptado de KATZ; PEIXOTO, 2000.
  13. 13. Resultados e Discussão Prevalência e número absoluto de portadores Tabela 1: Estimativa do número de portadores de esquistossomose mansônica, por estado brasileiro, em 1997. (1) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 1997; (2) Passos e Amaral, 1998; Fonte: adaptado de KATZ; PEIXOTO, 2000. Estado População(1) Prevalência(2) N° positivos Região Sudeste 1.682.169 Minas Gerais 16.904.977 7,84 1.325.350 Espírito Santo 2.853.098 7,09 202.285 Rio de Janeiro 13.555.657 1,14 154.534 Região Sul 99.153 Paraná 9.142.215 0,77 70.395 Santa Catarina 4.958.339 0,58 28.758 Estados não examinados Acre 500.185 - - Amazonas 2.460.602 - - Roraima 254.499 - - Amapá 401.916 - - Tocantins 1.080.753 - - São Paulo 34.752.225 - - Rio Grande do Sul 9.762.110 - - Mato Grosso do Sul 1.964.603 - - Mato Grosso 2.287.846 - - Goiás 4.639.785 - - Distrito Federal 1.877.015 - - TOTAL Brasil(4) 159.636.413 6.352.678
  14. 14. Resultados e Discussão Prevalência e número absoluto de portadores • Número absoluto de portadores em 1997, estimado: 6.352.678. • A estimativa realizada possui limitações, mas o esforço é válido pois oferece forte indicativo de que o número de portadores é de fato bem superior aos 2,5 milhões estimados anteriormente. • Estados com maior número absoluto de infectados: Estado Nº positivos % em relação ao Brasil Minas Gerais 1.325.350 20,9% Pernambuco 1.275.325 20,1% Bahia 1.123.541 17,7% Outros estados 2.628.462 41,4% Total Brasil 6.352.678 100,0% 3.724.216 infectados (58,6 %)
  15. 15. Macrorregião Nº positivos % em relação ao Brasil Nordeste 4.335.292 68,2% Sudeste 1.682.169 26,5% Demais 335.217 5,3% Total Brasil 6.352.678 100,0% Resultados e Discussão Prevalência e número absoluto de portadores • Macrorregiões com maior número absoluto de infectados: • Estados com maiores prevalências (número relativo): – Sergipe: 23,60 % – Alagoas: 18,18 % – Pernambuco: 17,08 % • Carvalho e outros (1998): Alagoas ocupava, na ocasião, o primeiro posto, com prevalência de 43,3%, seguido de Pernambuco, com 15,2%. • Necessidade de esforços para levantar dados precisos de prevalência da doença e número de infectados, nos diversos estados brasileiros, visando subsidiar as ações de controle da endemia. 6.017.461 infectados (94,7 %)
  16. 16. Resultados e Discussão Internações hospitalares e mortalidade • Redução do número de internações hospitalares na década de 1990: 3293 1314 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000 1991 1998 Ano Internaçõeshospitalares Fonte: adaptado de KATZ e PEIXOTO (2000)
  17. 17. Resultados e Discussão Internações hospitalares e mortalidade • A mortalidade pela doença é ainda bastante elevada. Entre 1980 e 2003, foram registrados 14.463 óbitos (FERREIRA e SILVA, 2007); • Redução da mortalidade, principalmente após 1986 (PECE - Programa Especial de Controle da Esquistossomose) - quimioterapia como estratégia de controle da doença; • No entanto, as prevalências e o estabelecimento de novos focos de transmissão continuam em expansão. Assim, a endemia tem assumido uma expressão menos letal, porém ainda largamente incapacitante e causadora de enormes danos físicos e morais (FERREIRA e SILVA, 2007).
  18. 18. Resultados e Discussão Casos notificados • Casos confirmados da parasitose, notificados entre 2001 e 2008 no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN, 2009): Total (2001-2008) % em relação ao Brasil (2001-2008) Total (2001-2008) % em relação ao Brasil (2001-2008) Acre 4 0,00% Distrito Federal 150 0,04% Amapa 1 0,00% Goias 318 0,09% Amazonas 7 0,00% Mato Grosso 193 0,06% Para 111 0,03% Mato Grosso do Sul 47 0,01% Rondonia 1.453 0,42% TOTAL Região C.Oeste 708 0,21% Roraima - - Tocantins 7 0,00% Espirito Santo 35.113 10,18% TOTAL Região Norte 1.583 0,46% Minas Gerais 16.668 4,83% Alagoas 3.573 1,04% Rio de Janeiro 1.476 0,43% Bahia 136.995 39,70% Sao Paulo 18.322 5,31% Ceara 647 0,19% TOTAL Região Sudeste 71.579 20,75% Maranhao 1.371 0,40% Paraiba 1.471 0,43% Parana 2.007 0,58% Pernambuco 49.211 14,26% Rio Grande do Sul 84 0,02% Piaui 17 0,00% Santa Catarina 59 0,02% Rio Grande do Norte 1.575 0,46% TOTAL Região Sul 2.150 0,62% Sergipe 74.159 21,49% TOTAL Região Nordeste 269.019 77,97% BRASIL 345.039 100,00% Estados Casos notificados Estados Casos notificados
  19. 19. Resultados e Discussão Casos notificados • Grande maioria dos casos notificados (2001-2008) encontra-se na região Nordeste - cerca de 78% do total. • A região Sudeste também apresentou um número expressivo de casos notificados da doença - aproximadamente 21% do total. Figura 04. Distribuição dos casos notificados no SINAN (2001-2008), por macrorregião. Fonte: SINAN, 2009. 77,97% 20,75% 0,62% 0,46% 0,21% Região Nordeste Região Sudeste Região Sul Região Norte Região Centro-Oeste TOTAL (Brasil) = 345.039
  20. 20. 39,70% 21,49% 14,26% 10,18% 5,31% 4,83% 4,22% Bahia Sergipe Pernambuco Espírito Santo São Paulo Minas Gerais Demais estados TOTAL (Brasil) = 345.039 Resultados e Discussão Casos notificados • Os estados que apresentaram os maiores números de casos notificados: – Bahia (39,70% do total); – Sergipe (21,49%); – Pernambuco (14,26%); – Espírito Santo (10,18%); – São Paulo (5,31%); – Minas Gerais (4,83%). • Em conjunto: 95,78% do total. • Doença subnotificada - casos notificados representam apenas parcela da incidência real da doença. Figura 05. Distribuição dos casos notificados no SINAN (2001-2008), por estado. Fonte: SINAN, 2009.
  21. 21. Resultados e Discussão O saneamento no controle integrado • Controle da esquistossomose – grande complexidade: transmissão resulta da interação de diversos fatores de ordem ambiental, social, econômica, e cultural; • Multicausalidade – demanda por estratégias integradas de controle, envolvendo diferentes profissionais; • Estratégias de controle: – Quimioterapia; – Controle e combate aos caramujos transmissores; – Medidas de saneamento básico; – Educação sanitária; – Dentre outras. Controle integrado Melhores resultados
  22. 22. Resultados e Discussão O saneamento no controle integrado • Saneamento básico: – Grande eficácia, pois geram modificações das condições de transmissão da esquistossomose (além de outras enfermidades); – Solução para disposição de excretas ou rede coletora de esgotos sanitários: evitam a eliminação inadequada dos dejetos em coleções hídricas; – Abastecimento de água de qualidade, e com regularidade: diminui a necessidade do indivíduo suscetível se expor a corpos d’água potencialmente contaminados. • Diversos trabalhos na literatura técnica demonstram os benefícios das intervenções de saneamento básico no controle da parasitose.
  23. 23. Resultados e Discussão O saneamento no controle integrado • Lima-e-Costa e colaboradores (1987, apud ESREY et al., 1991): – Sudeste Brasileiro; – Estudou crianças entre 5 e 14 anos; – Conclusão: na ausência de rede de abastecimento de água nas suas casas, elas apresentaram 2,3 vezes maior probabilidade de adquirir a infecção e 7,3 vezes maior probabilidade de apresentar esplenomegalia (indicativo das formas severas). • Barbosa e colaboradores (1971, apud ESREY et al., 1991): – Nordeste Brasileiro; – Relatou a prevalência da infecção antes e depois de uma campanha (saneamento básico + educação sanitária); – Construção de latrinas para cada casa, torneiras comunitárias, lavanderias, chuveiros e bombas manuais; – Em 7 anos, as crianças abaixo de 14 anos exibiram uma queda na prevalência da doença: tal queda foi 77% mais acentuada nas comunidades onde se realizaram as intervenções.
  24. 24. Resultados e Discussão O saneamento no controle integrado • Moza e colaboradores (1998), no entanto, alertam: – Construção de latrinas, tanques de roupa, chuveiros, poços artesianos e bombas manuais pode favorecer o aparecimento de novos focos de transmissão (vazamentos de água ou abandono das instalações); – Tais melhorias devem ser acompanhadas por drenagem do solo e manutenção adequada das instalações, para que não haja risco de seus efeitos serem contrários ao esperado.
  25. 25. Conclusões No Brasil, diversos fatores de caráter ambiental, cultural, comportamental e socioeconômico têm contribuído para a manutenção da endemia; O trabalho de Katz e Peixoto (2000) estimou o número de portadores de esquistossomose em 1997, no Brasil, em cerca de 6,4 milhões. Maior número encontra-se em MG, PE e BA e, em termos de macrorregiões, na região Nordeste; Necessidade de levantar dados mais precisos sobre a prevalência da doença, para subsidiar as ações de controle; Nordeste e Sudeste apresentam o maior número de casos notificados no SINAN entre 2001 e 2008 (78% e 21% do total, respectivamente). Os estados com mais casos notificados são BA, SE, PE, ES, SP e MG (em conjunto, 95,78% do total); As ações de saneamento básico podem exercer papel fundamental no controle integrado da doença, alcançando grande eficácia, como demonstrado pelos trabalhos revisados.
  26. 26. Referências 1. BARBOSA, F. S. The Control of Schistosomiasis. Cadernos de Saúde Pública, v.9, n.4, p.519-522, out./dez. 1993. 2. BORGES, E. A.; LEMOS, J. C.; FERRETE, J. A. Fauna de moluscos (Biomphalaria) vetores da esquistossomose mansônica nos cursos d’água do assentamento de reforma agrária Ezequias dos Reis, no município de Araguari – MG. Horizonte Científico, v.1, n.8, 2008. 3. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 6. ed. 816 p. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. 4. CARMO, E. H.; BARRETO, M. L. Esquistossomose mansônica no Estado da Bahia, Brasil: Tendências Históricas e Medidas de Controle. Cadernos de Saúde Pública, v.10, n.4, p.425-439, out./dez. 1994. 5. CARVALHO, E. M. F. et al. Evolução da esquistossomose na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Epidemiologia e situação atual: controle ou descontrole?. Cadernos de Saúde Pública, v.14, n.4, p.787-795, out./dez. 1998. 6. ESREY, S. A. et al. Effects of improved water supply and sanitation on ascariasis, diarrhoea, dracunculiasis, hookworm infection, schistosomiasis, and trachoma. Bulletin of the World Health Organization, v.69, n.5, p.609-621, 1991. 7. FERREIRA, I. L. M.; SILVA, T. P. T. Mortalidade por Esquistossomose no Brasil: 1980- 2003. Revista de Patologia Tropical, v.36, n.1, p.67-74, jan./abr. 2007.
  27. 27. Referências 8. FUNASA – Fundação Nacional de Saúde. Controle da esquistossomose: diretrizes técnicas 2. ed. 70 p. Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde, 1998. 9. KATZ, N.; ALMEIDA, K. Esquistossomose, xistosa, barriga d'água. Ciência e Cultura, v.55, n.1, p.38-43, jan./mar. 2003. 10. KATZ, N.; PEIXOTO, S. V. Análise crítica da estimativa do número de portadores de esquistossomose mansoni no Brasil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v.33, n.3, p.303-308, mai./jun. 2000. 11. MOZA, P. G. et al. Fatores sócio-demográficos e comportamentais relacionados à esquistossomose em uma agrovila da zona canavieira de Pernambuco, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v.14, n.1, p.117-115, jan./mar. 1998. 12. PORDEUS, L. C. et al. A ocorrência das formas aguda e crônica da esquistossomose mansônica no Brasil no período de 1997 a 2006: uma revisão de literatura. Epidemiol. Serv. Saúde, v.17, n.3, p.163-175, jul./set. 2008. 13. SINAN – Sistema de Informação de Agravos de Notificação. 2009. Disponível em: www.datasus.gov.br. Acesso em: 10 mai. 2009.
  28. 28. Aspectos epidemiológicos e medidas de controle da Esquistossomose Mansônica no Brasil Contato: Vitor Passos passos_vitor@hotmail.com

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