Dra. Adriana Vidal SchmidtServiço de Alergia e ImunologiaHospital Universitário Cajurú - PUC - PRDepartamento Científico d...
CASO CLÍNICOCASO CLÍNICOJ. S. M, fem. , 3a, procedente de Paranaguá (GAPER)QP= tosseHMA = Início aos 8m de idade com tosse...
CASO CLÍNICOCASO CLÍNICOAMP= CST, a termo, não fez uso de LMndnAMF = pai: “bronquite” na infância, tio materno:dermatite, ...
EXAME FÍSICOEXAME FÍSICO Eutrófica (50-75op) Eupneica Discreto aumento do DAP Timpanismo Estertoração pós-tosse Edem...
QUAL A PRINCIPAL HIPÓTESE DIAGNÓSTICA?QUAL A PRINCIPAL HIPÓTESE DIAGNÓSTICA?1. Asma moderada2. Asma leve + rinite3. Asma +...
1. Asma moderada2. Asma leve + rinite3. Asma + Refluxo gastroesofágico4. Asma + Alergia ao leite de vacaQUAL A PRINCIPAL H...
Classificação da gravidade da asmaClassificação da gravidade da asmaIV Diretrizes Brasileiras para controle da asmaJ Bras ...
1. Rx tórax/TAC2. Testes alérgicos/ RAST3. Seriografia/cintilografia/phmetria4. Tratamento baseado em dados clínicosPRIMEI...
PRIMEIRA ETAPA - CONDUTA INICIAL?PRIMEIRA ETAPA - CONDUTA INICIAL?1. Rx tórax/TAC2. Testes alérgicos/ RAST3. Seriografia/c...
1. B2 curta ação inal. + antitussígenos2. B2 curta ação inal. + Expectorantes e/ou mucolíticos3. B2 inal. de longa duração...
1. B2 curta ação inal. + antitussígenos2. B2 curta ação inal. + Expectorantes e/ou mucolíticos3. B2 inal. de longa duração...
Tratamento de manutenção inicialTratamento de manutenção inicialbaseado na gravidadebaseado na gravidadeIV Diretrizes Bras...
GINA guidelines for asthma therapyGINA guidelines for asthma therapy20062006Step 1IntermittentNoneControllerStep 2Mild per...
Equivalência de dose dos ctc inalatóriosEquivalência de dose dos ctc inalatóriosIV Diretrizes Brasileiras para controle da...
APÓS CONTROLADA A CRISE E INSTITUÍDOAPÓS CONTROLADA A CRISE E INSTITUÍDOTRATAMENTO DE MANUTENÇÃO, QUAL EXAMETRATAMENTO DE ...
APÓS CONTROLADA A CRISE E INSTITUÍDOAPÓS CONTROLADA A CRISE E INSTITUÍDOTRATAMENTO DE MANUTENÇÃO, QUAL EXAMETRATAMENTO DE ...
Adriana SchmidtDx das reações alérgicas mediadas pela IgETestes cutâneos de leitura imediataTestes cutâneos de leitura ime...
Testes cutâneos de leitura imediataTestes cutâneos de leitura imediataÁcaroÁcaroPóPóContrContrPÓ (?) : baixa especificidad...
EVOLUÇÃO:EVOLUÇÃO: Ctc inalatório (Budesonida 200 mcg) e nasal + B2 s/n Reav. 2 meses: sem crises, sem tosse Melhora do...
ESPECIALMENTE EM CRIANÇAS...ESPECIALMENTE EM CRIANÇAS... asma – subdiagnosticada tosse – pode ser o ÚNICO sintoma consi...
OBRIGADA!www.adrianaschmidt.comadriana@adrianaschmidt.com
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  1. 1. Dra. Adriana Vidal SchmidtServiço de Alergia e ImunologiaHospital Universitário Cajurú - PUC - PRDepartamento Científico de Alergia - SPPCASO CLÍNICOASMA
  2. 2. CASO CLÍNICOCASO CLÍNICOJ. S. M, fem. , 3a, procedente de Paranaguá (GAPER)QP= tosseHMA = Início aos 8m de idade com tosse freqüente,noturna, principalmente às mudanças de temperaturae em IVAS - ocasionais no verão porém mensais noinverno, acompanhadas de tosse de evoluçãoarrastada (2-3 sem).Aos 11m (quando começou a andar e se agitar)acessos de tosse aos exercícios mais intensos, às vezesacomp. por dispnéia de curta duração. Última crise detosse persistindo há 1 semana. Nega sibilância. Semresposta a antitussígenos, antibióticos, mucolíticos eexpectorantes.
  3. 3. CASO CLÍNICOCASO CLÍNICOAMP= CST, a termo, não fez uso de LMndnAMF = pai: “bronquite” na infância, tio materno:dermatite, mãe: riniteQROA= pele seca, rash recorrente em dobras -boa resposta a ctc tópicos cutâneosrespiração oral freqüente,prurido nasal e espirros pela manhã eà noite
  4. 4. EXAME FÍSICOEXAME FÍSICO Eutrófica (50-75op) Eupneica Discreto aumento do DAP Timpanismo Estertoração pós-tosse Edema de cornetos G II e palidez Exame segmentar: xerose cutânea
  5. 5. QUAL A PRINCIPAL HIPÓTESE DIAGNÓSTICA?QUAL A PRINCIPAL HIPÓTESE DIAGNÓSTICA?1. Asma moderada2. Asma leve + rinite3. Asma + Refluxo gastroesofágico4. Asma + Alergia ao leite de vaca
  6. 6. 1. Asma moderada2. Asma leve + rinite3. Asma + Refluxo gastroesofágico4. Asma + Alergia ao leite de vacaQUAL A PRINCIPAL HIPÓTESE DIAGNÓSTICA?QUAL A PRINCIPAL HIPÓTESE DIAGNÓSTICA?
  7. 7. Classificação da gravidade da asmaClassificação da gravidade da asmaIV Diretrizes Brasileiras para controle da asmaJ Bras Pneumol 2006: 32 (7))
  8. 8. 1. Rx tórax/TAC2. Testes alérgicos/ RAST3. Seriografia/cintilografia/phmetria4. Tratamento baseado em dados clínicosPRIMEIRA ETAPA - CONDUTA INICIAL?PRIMEIRA ETAPA - CONDUTA INICIAL?
  9. 9. PRIMEIRA ETAPA - CONDUTA INICIAL?PRIMEIRA ETAPA - CONDUTA INICIAL?1. Rx tórax/TAC2. Testes alérgicos/ RAST3. Seriografia/cintilografia/phmetria4. Tratamento baseado em dados clínicos
  10. 10. 1. B2 curta ação inal. + antitussígenos2. B2 curta ação inal. + Expectorantes e/ou mucolíticos3. B2 inal. de longa duração + cortcóide inal. baixa dose4. B2 curta ação inal. + corticóide inal. baixa dose OUB2 curta ação inal. + antileucotrienosQUAL A ABORDAGEM TERAPÊUTICA MAIS INDICADA?QUAL A ABORDAGEM TERAPÊUTICA MAIS INDICADA?
  11. 11. 1. B2 curta ação inal. + antitussígenos2. B2 curta ação inal. + Expectorantes e/ou mucolíticos3. B2 inal. de longa duração + cortcóide inal. baixa dose4. B2 curta ação inal. + corticóide inal. baixa dose OUB2 curta ação inal. + antileucotrienosQUAL A ABORDAGEM TERAPÊUTICA MAIS INDICADA?QUAL A ABORDAGEM TERAPÊUTICA MAIS INDICADA?
  12. 12. Tratamento de manutenção inicialTratamento de manutenção inicialbaseado na gravidadebaseado na gravidadeIV Diretrizes Brasileiras para controle da asmaJ Bras Pneumol 2006: 32 (7))
  13. 13. GINA guidelines for asthma therapyGINA guidelines for asthma therapy20062006Step 1IntermittentNoneControllerStep 2Mild persistentLow-doseinhaledcorticosteroidleukotrienemodifierControllerStep 3ModeratepersistentLow-to-medium-doseinhaledcorticosteroid +long-acting inhaled β2-agonist(theophylline,leukotriene modifier,oral β2-agonist)ControllerStep 4Severe persistent• High-dose inhaledcorticosteroid + long-actinginhaled β2-agonistplus if needed• Theophylline-SR• Leukotriene modifier• Oral β2-agonist• Oral corticosteroid• Anti-IgEControllerReliever: rapid-acting inhaled β2-agonist prnOutcome: asthma controlOutcome: bestpossible results
  14. 14. Equivalência de dose dos ctc inalatóriosEquivalência de dose dos ctc inalatóriosIV Diretrizes Brasileiras para controle da asmaJ Bras Pneumol 2006: 32 (7))
  15. 15. APÓS CONTROLADA A CRISE E INSTITUÍDOAPÓS CONTROLADA A CRISE E INSTITUÍDOTRATAMENTO DE MANUTENÇÃO, QUAL EXAMETRATAMENTO DE MANUTENÇÃO, QUAL EXAMEDEVE SER REALIZADO NESTA PACIENTE?DEVE SER REALIZADO NESTA PACIENTE?1. Dosagem de IgE total2. IgE específica in vitro (RAST)3. Espirometria4. Testes cutâneos de leitura imediata
  16. 16. APÓS CONTROLADA A CRISE E INSTITUÍDOAPÓS CONTROLADA A CRISE E INSTITUÍDOTRATAMENTO DE MANUTENÇÃO, QUAL EXAMETRATAMENTO DE MANUTENÇÃO, QUAL EXAMEDEVE SER REALIZADO NESTA PACIENTE?DEVE SER REALIZADO NESTA PACIENTE?1. Dosagem de IgE total2. IgE específica in vitro (RAST)3. Espirometria4. Testes cutâneos de leitura imediata
  17. 17. Adriana SchmidtDx das reações alérgicas mediadas pela IgETestes cutâneos de leitura imediataTestes cutâneos de leitura imediataAdriana Schmidt
  18. 18. Testes cutâneos de leitura imediataTestes cutâneos de leitura imediataÁcaroÁcaroPóPóContrContrPÓ (?) : baixa especificidade – mistura de antígenos Ácaros Animais Pólens Fungos Alimentos insetos
  19. 19. EVOLUÇÃO:EVOLUÇÃO: Ctc inalatório (Budesonida 200 mcg) e nasal + B2 s/n Reav. 2 meses: sem crises, sem tosse Melhora dos sintomas nasais TCA + p/ Dermatophagoides pteronyssinuse Blomia tropicalis Reforço nas medidas de C. ambiental
  20. 20. ESPECIALMENTE EM CRIANÇAS...ESPECIALMENTE EM CRIANÇAS... asma – subdiagnosticada tosse – pode ser o ÚNICO sintoma considerar história familiar e pessoal de atopia considerar sintomas nasais associados pesquisar período intercrítico avaliar comprometimento da qualidade de vida medicações tópicas - seguras tratamento precoce - melhora na FP
  21. 21. OBRIGADA!www.adrianaschmidt.comadriana@adrianaschmidt.com

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