Aleitamento materno o

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Aleitamento materno o

  1. 1. UNIJUI – UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Aleitamento Materno: perfil dos beneficiários do Programa de Combate as Carências Nutricionais no ano de 2011 IVANICE FERREIRA ROCHA Orientadora: Profa. Dra. Ligia Beatriz Bento Franz Curso de Pós Graduação Lato sensu de Nutrição Clínica DCVida - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA VIDA Rua do Comercio, 3000 – Bairro Universitário Caixa postal 500 Fone: (55) 3332 – 9100 www.unijui.edu.br Cep 98700000 Ijui – RS Brasil IJUÍ, Abril 2012.
  2. 2. IVANICE FERREIRA ROCHA Aleitamento Materno: perfil dos beneficiários do Programa de Combate as Carências Nutricionais no ano de 2011 Projeto de conclusão de Curso/Monografia apresentada ao Curso de Pós Graduação Lato sensu de Nutrição Clínica, do Departamento de Ciências da Vida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ, como requisito parcial para a obtenção do título de especialista em Nutrição Clínica. Orientadora: Profa. Dra. Ligia Beatriz Bento Franz Professora do DCSa / UNIJUÍ Linha/Grupo de pesquisa Grupo de pesquisa: Estudos Epidemiológicos Linha de pesquisa: Condições de Saúde de Grupos Populacionais Ijui/RS, 2012
  3. 3. Aleitamento Materno: perfil dos beneficiários do Programa de Combate as Carências Nutricionais no ano de 2011 Aleitamento materno: perfil dos beneficiários Ivanice F. Rocha1 , Ligia B. B. Franz2 1 Especialista em Nutrição Clínica. Nutricionista da Secretaria Municipal da Saúde de Ijuí/RS. e-mail: ivanice.rocha@hotmail.com. Currículo cadastrado na plataforma Lattes do CNPq. Autora principal, aluna do Curso de Pós-Graduação Lato sensu em Nutrição Clínica da UNIJUÍ. 2 Doutora em Saúde Pública. Docente do Curso de Nutrição do Departamento de Ciências da Vida-DCVida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul-UNIJUÍ. e-mail: ligiafra@unijui.edu.br. Currículo cadastrado na plataforma Lattes do CNPq. Orientadora do trabalho. Declaração de conflito de interesse – NADA A DECLARAR Definição de instituição ou serviço oficial ao qual o trabalho está vinculado para fins de registro no banco de dados do Index Medicus/MEDLINE - Secretaria Municipal da Saúde de Ijuí/RS e Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul-UNIJUÍ Autor responsável pela correspondência: Ligia B. B. Franz. Rua do Comércio, 3000 – Bairro Universitário – UNIJUÍ – campus Ijuí – Ijuí/RS – CEP 98700-000. (55)9971-7156, ligiafra@unijui.edu.br Autor responsável pelos contatos pré-publicação: Ivanice F. Rocha. Rua Carlos Zimpel, 1130 – Bairro Tomé de Souza – Ijuí/RS – CEP 98700-000. (55) 91506736,ivanice.rocha@hotmail.com Resumo:
  4. 4. Objetivo: Caracterizar o perfil das beneficiárias do Programa de Combate as Carências Nutricionais. Métodos: Estudo descritivo documental e transversal, consultado 56 formulários de crianças de 0 a 06 meses de idade beneficiárias do Programa de Combate as Carências Nutricionais da Secretária Municipal de Saúde de Ijuí/RS, entre abril a dezembro de 2011. Em relação às variáveis existentes no formulário foram estudadas somente as que tinham maior importância para a descrição do estudo formando um banco de dados no software Excel 2003, após sendo exportado para o software Epi info versão 3.3.2, 2005, para a realização da epidemiologia descritiva: frequência, média, desvio-padrão, valores mínimos e máximos. Resultados: Percebe-se que se tratava de famílias de situação socioeconômica menos favorecida e grau de instrução limitado, crianças com baixo peso ao nascer, prematuridade e estado nutricional inadequado no momento do desmame, o principal motivo do desmame precoce alegado pelas mães das crianças que receberam fórmulas lácteas antes dos 06 meses de idade foi “pouco leite”, seguido de pouco ganho de peso da criança, prematuridade, gemelar e outros motivos. Quanto ao estado civil, 44,6 % das mães eram solteiras; 41,1 % tinham 2 filhos, 76,8 % tinham idade entre 20 a 35, 50,0% das mães afirmavam ter renda familiar de um salário mínimo. Conclusão: Diante dos dados observados, sobre a caracterização do perfil da população estudada foi possível perceber que as variáveis estudadas podem explicar a decorrência do desmame precoce a referida população. Palavras-chave: aleitamento materno, desmame, fórmulas infantis. Abstract
  5. 5. Objective: To characterize the profile of the beneficiaries of the CombatingMalnutrition Methods Program. Methods: A transversal documental study of 56 formulary from kids from zero to six months old beneficiaries of the CombatingMalnutrition Methods Program from Ijuí, RS, between April to December of 2011. The relation between the variables in the formulary only the ones that had more significance to the study were wrote forming a data bank in the Excel 2003 software, EpiInfoversion 3.3.2, 2005, to a realization of the epidemiologydescriptive: frequency, mean, standard deviation, minimum anda maximum values. Results: It was observed thatthe main reasonfor early weaningclaimedby mothersof childrenwho receivedformula milkbefore06 monthsof agewas lack of Milk, followed bypoor weight gaininchildren, prematurity, multiple pregnancy andother reasons. Regarding marital status, childrenwho receivedformula milkbefore06 monthsof agewaslack of milk, followed bypoor weight gaininchildren, prematurity, multiple pregnancy andother reasons. Regarding marital status 46,6 % of the women were single mothers; 41,1 % had 2 sons, 76,8 % had between 20 to 35years old, 50,0% of the mothers affirm to receive a minimum salary.Conclusion: In front of the observed data, about the characterization of the profile of the referred population studied was possible to percive that it was about underprivilegedsocioeconomic families and a limited level of scholarship,children withlow birth weight, prematurity and inadequate nutritional statusat the time ofweaning, variablesthat may explain theresult ofearly weaningtothat population. Keywords: Breast Feeding, weaning, Infant formulas
  6. 6. INTRODUÇÃO No Brasil mesmo existindo programas de incentivo ao aleitamento materno exclusivo até aos 06 meses de idade ainda são vários os motivos que levam as mães ao desmame precoce, sendo algo relevante a ser estudado e discutido. Segundo Ministério da Saúde (2009)1 afirma que: “Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional, além de ter implicações na saúde física e psíquica da mãe.” Parizotto e Zorzi (2008)2 afirmam que o desmame precoce é a interrupção do aleitamento materno antes dos seis meses de idade, sendo alegado algum motivo que ocorreu nesse período. Por sua vez Araujo et al (2008) 3 , define que o desmame precoce é a introdução de qualquer outro alimento ou líquido que não seja o leite materno, antes da criança completar 06 meses de idade. Caldeira (2000),4 evidencia em seu estudo que o desmame precoce sofre influência de variáveis como: variáveis demográficas, variáveis socioeconômicas, variáveis referente à assistência pré-natal imediata, variáveis relacionadas à assistência pós-natal imediatas, variáveis relacionadas a assistência pós- natal tardia.
  7. 7. Na década de 60 e no inicio da década de 70 estudos regionais mostram que a prática do aleitamento materno estava em baixa, devido à falta de incentivo, apoio envolvendo aspectos culturais e regionais. Somente no final da década 70 iniciou-se o resgate priorizando a importância do aleitamento materno exclusivo até 06 meses para as crianças, como medida para diminuir os índices de mortalidade infantil (ARANTES, 1995)5 . Em análise comparativa referente a pesquisa realizada em 2008 e comparada com os dados de 1999 pelo Ministério da Saúde quanto ao aleitamento materno e alimentação complementar, constatou-se que a prevalência de aleitamento materno exclusivo - AME até aos 06 meses foi de 41% no Brasil, oscilando de maneira significativa em algumas capitais como Cuiabá/MT com 27% e em Belém (Pará) com 56,1%. Nessa referente pesquisa a duração mediana de AME foi 1,8 meses e o máximo até 11,2 meses nas capitais estudadas (MINISTÉRIO DA SAÚDE 2009).1 Foi constatado que a prevalência de amamentação aumentou de forma positiva, pois estudo realizado em 1999 mostrou que a prevalência das crianças em aleitamento materno exclusivo menor de 04 meses de idade era apenas de 35,5% evidenciando também diferenças regionais em determinadas capitais e já em 2008 esse indicador foi para 51,2%, nas capitais brasileiras (MINISTÉRIO DA SAÚDE 20091 , MINISTÉRIO DA SAÚDE 2000)6 . A Organização Mundial de Saúde (1989)7 vem incentivando o AME até os seis meses de idade recomendando estender esse período até os dois anos de idade ou mais, mostrando os benefícios do leite materno para o lactente e para mãe. O AME poderá
  8. 8. intervir como fator protetor contra diversas doenças desde o nascimento até a vida adulta tendo maior imunidade, consequentemente diminuindo a incidência de várias doenças como quadros de diarréias, pneumonia, otite, meningite, infecção urinária e principalmente prevenindo surgimento de outras complicações futuras, conforme o estudo de Parizotto e Zorzi (2008).2 (que coloca que amamentar significa prevenir o aparecimento de doenças). Mesmo distante da realidade que a OMS preconiza sobre generalização do AME até seis meses de idade, nos estudo que o Ministério da Saúde divulgou desde 1995 até 2009, já podemos notar uma melhora na prevalência do AME até os seis meses de idade. Denota-se uma ascensão significativa social e cultural em relação ao aleitamento materno decorrente do apoio do governo federal e a execução dos programas de incentivo ao aleitamento. O município de Ijuí, mantém o programa criado pelo Ministério da Saúde, pois as crianças na impossibilidade do aleitamento materno exclusivo até aos seis meses de idade o município ainda mantém outro programa visando à diminuição da prevalência da mortalidade infantil no município, por vezes essas crianças em situação de risco nutricional. Esse programa é desenvolvido na Secretaria Municipal de Ijuí sendo referência para todos os outros demais bairros da cidade, que por meio de encaminhamentos das profissionais nutricionistas das Unidades de Saúde, onde seguem-se alguns critérios de inclusão da criança como a avaliação nutricional, o ganho adequado da massa corporal para a idade, gemelar e outras complicações de saúde.
  9. 9. Posteriormente Ministério da Saúde substituiu o programa de Combate as Carências Nutricionais, pelo programa Bolsa-alimentação no ano de 2001. Este estudo objetiva traçar o perfil das beneficiárias do Programa de Combate as Carências Nutricionais da Secretaria Municipal de Saúde do município de Ijuí, RS, no ano de 2011. Dados sobre o desmame do grupo populacional estudado servirão para mostrar que mesmo com todos os avanços, o que vêm se repercutindo ao longo de três décadas na Política Nacional de Aleitamento Materno criada em 1981, muitos programas de incentivo ao aleitamento materno ainda precisam ser melhorados para obtenção de resultados positivos. MATERIAIS E MÉTODOS Trata-se de um estudo descritivo, documental e transversal. O estudo foi realizado junto ao serviço de Nutrição da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Ijui/RS, no período de abril a dezembro de 2011, consultando os formulários do Programa de Combate as Carências Nutricionais da (SMS de Ijuí/RS). Os documentos consultados foram referentes a crianças de 0 a 06 meses de idade beneficiárias do Programa. Foram coletados dados sobre a criança: nome, peso da massa corporal ao nascer e atual, comprimento ao nascer e atual, data de nascimento, idade, e estado nutricional no inicio da introdução da fórmula láctea e motivos do desmame; sobre a mãe: idade,
  10. 10. escolaridade, estado civil, números de filho, tipo de parto, renda familiar, semana gestacional e a justificativa da introdução de fórmula láctea na alimentação da criança. Em relação às variáveis existentes no formulário foram digitadas somente as que tinham maior significância para a descrição do estudo formando um banco de dados no software Exel 2003, sendo exportado para o software Epi info versão 3.3.2, 2005, para a realização da epidemiologia descritiva: frequência, média, desvio-padrão, valores mínimos e máximos. As variáveis de estudo foram caracterizadas, traçando o perfil das beneficiárias do Programa de Combate as Carências Nutricionais da Secretaria Municipal de Saúde do município de Ijuí, RS, no ano de 2011. Para a avaliação do estado nutricional foram usados os indicadores preconizados pela atual Caderneta de Saúde das Crianças (2009) do Ministério da Saúde (MS) 8 Brasil, para crianças de 0 a 10 anos de idade. Para a execução o projeto, foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa da Unijuí, obedecendo aos critérios estabelecidos na Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, sendo aprovado sob o parecer número 202.0/2011 (Anexo 1). Para o seu desenvolvimento foi autorizado pelo secretário municipal da saúde. RESULTADOS E DISCUSSÕES Foram consultados 56 formulários de crianças, do período de abril a dezembro de 2011 de zero a seis meses de idade, que por algum motivo de saúde receberam
  11. 11. complemento alimentar, sendo registradas no Programa de Combate às Carências Nutricionais. Na descrição sobre as características das mães das crianças estudadas, como apresentado na tabela 1, foi possível perceber que 76,8 % tinham idade entre 20 a 35 anos, média de 26 anos (DP=6), idade mínima de 14 e máxima de 41 anos; 64,3% tinham somente nível fundamental incompleto, resultados condizentes com diversos estudos já publicados na literatura como o de Caldeira (2000),4 que refere em população estudada somente 5% com ensino superior concluído. O estudo de Volpini ET al (2005),9 destaca que mães que tiveram menos de oito anos de escolaridade o grau de desmame precoce era duas vezes maior em relação as que tiveram oito anos ou mais anos de escolaridade. Kummer et al (2000)10 também enfatiza que as mulheres com maior grau de instrução compreendem melhor a importância do AME para as crianças quando comparadas com as de menor instrução. Entre este grupo o desconhecimento da importância do AME até os seis meses, sem a introdução de qualquer tipo de alimento seja ele líquido ou sólido como aborda também Guigliane (2000).11 está presente. Quanto ao estado civil, 44,6 % das mães eram solteiras; 41,1 % tinham 2 filhos, resultado semelhante ao estudo de Volpini et al, (2005).9 Em relação ao tipo de parto foi percebido que 60,7 % das crianças estudadas nasceram de parto cesariana, encontrando- se em outros estudos valores de 50 %, de parto cesariana Volpini et al (2005) 9 , e 28 % no estudo de Caldeira (2000)4 . Este fato, número elevado em partos cesáreos, como constatado em dados oficiais, está aumentando, o que é preocupante, pois o preconizado
  12. 12. pela Organização Mundial da Saúde é a média de 10% a 15% de cesarianas do total de nascimentos (MINISTÉRIO DA SAÚDE 2006).12 Já em relação á renda familiar 50,0% das mães afirmavam ter renda familiar de um salário mínimo mensal dado semelhante ao estudo de Caldeira (2000),4 onde 43% da população estudada tinham uma renda menor do que dois salários mínimos mensais.Esse condizente também com o estudo de Araujo et al (2008)3 . A tabela 2 descreve algumas características referentes às crianças beneficiárias do Programa de Combate às Carências Nutricionais como o peso de nascimento, mostrando que 55,4% das crianças tinham baixo peso ao nascer, 42,9% tinham peso adequado ao nascer, sendo a média de 2812 kg (DP=681), e peso mínimo 1045 kg e máximo 4150 kg, percebe-se que a maioria dessas crianças apresentaram baixo peso ao nascer, dado que nos revela que as crianças com baixo peso ao nascer pode contribuir o desmame precoce. Sobre a idade gestacional 39,3% nasceram a termo e 48,4% eram prematuras ou pré termo, apresentando a média de 41 semanas gestacional (DP=14), conforme o preconizado na literatura, e idade mínima gestacional de 28 semanas e no máximo 39 semanas gestacional. O Ministério da Saúde (2000)13 preconiza que a assistência pré-natal deve acontecer desde inicio da gestação até conforme a necessidade da gestante, dar apoio, acompanhar todas as mudanças ocorridas durante toda a gravidez, considerar as
  13. 13. fragilidades individuais, competem à equipe de saúde buscar compreender o significado da gravidez á mulher. Pois análise feita sobre pré-natal no Brasil mostra que a adesão ao programa está implícito na qualidade do acolhimento e orientações e assistência que os profissionais transmitem para as gestantes, podendo assim reduzir os índices de mortalidade materna e perinatal conforme dados já divulgados pelo Ministério da Saúde. A introdução de fórmulas lácteas ocorreu com maior frequência na faixa etária entre 1 a 3 meses de idade representando 46,4% da população estudada, (Tabela 1), resultado semelhante ao estudo de Carrascoza (2005) )14 que observou no seu estudo uma relevante frequência de desmame nesse período. O autor também relaciona o desmame precoce com retorno da mãe ao trabalho, consequentemente reduzindo a frequência de mamadas e dando inicio a introdução dos alimentos, resultado semelhante no estudo de Araujo et al (2008).3 Segundo Parizoto e Zorzi (2008)2 em seu estudo o profissional de saúde foi identificado como fator de risco para o desmame precoce, pois são eles um dos principais incentivadores do aleitamento materno. O estudo de VOLPINI (2005)9 , que os profissionais de saúde devem ser melhor preparado para incentivar o AME, diminuindo o desmame precoce. Na tabela 3 podemos observar que para as 56 crianças estudadas, 26% mães iniciaram a suplementação de complemento na faixa etária ≥1 a 3 meses de idade. Dessas 26 crianças 14 delas se encontravam com peso da massa corporal baixo em
  14. 14. relação á idade. Denota-se a necessidade de monitoramento do peso das crianças por parte dos familiares e profissionais de saúde. Na tabela 4, percebe-se que o principal motivo alegado para o desmame precoce pelas mães das crianças que receberam fórmulas lácteas antes dos seis meses de idade foi “pouco leite”, seguido de pouco ganho de peso da criança, prematuridade, nascimento gemelar e outros motivos, dado encontrado no estudo de Carrascoza (2005).14 Vários outros estudos também constataram que o principal motivo para o desmame precoce referido pelas as mães é a hipogalactia, usando a seguinte expressões “pouco leite, leite fraco” conforme estudos de Caldeira (2000), Ciampo (2008),15 Araujo (2008)3 e entre outros estudos mostrando essas alegações. Já Arantes (1995) 5 , relacionou a hipogalactia ao término da licença maternidade, explicando que com a volta da mãe a jornada de trabalho, a criança irá ter uma menor frequência de mamadas, assim diminuindo os estímulos para a produção de leite materno consequentemente introduzindo outro tipo de alimento, além do AM.´
  15. 15. CONSIDERAÇÕES FINAIS Diante dos dados observados, sobre a caracterização do perfil da referida população estudada foi possível perceber que se tratava de famílias de situação socioeconômica menos favorecida e grau de instrução limitado, crianças com baixo peso ao nascer, prematuridade e estado nutricional inadequado no momento do desmame, variáveis que podem explicar a decorrência do desmame precoce, sendo um grupo apresentando fragilidades econômicas e sociais. Mesmo considerando que o Ministério da Saúde preconiza o aleitamento materno exclusivo até aos seis meses de idade, que todas as crianças sejam amamentadas de forma universal logo após o nascimento, percebe-se nesse estudo que o desmame precoce continua sendo preocupante porque continua ocorrendo de maneira significativa. Os dados obtidos nesse estudo apontam que mesmo existindo os programas de incentivo ao AME até aos seis meses de idade, divulgando a importância e os benefícios tanto para a mãe como para a criança, ainda estamos distantes do preconizado. Sugere- se que os programas e as equipes de trabalho possam intervir desde o pré-natal, mas principalmente na prática logo após o nascimento da criança, aumentando os índices de AME. Nos diversos estudos sobre AME e desmame precoce percebe-se que as mães de forma geral apresentam maiores dificuldades após o nascimento até aos três meses de
  16. 16. idade, muitas por falta de experiência, informação e apoio dos familiares e dos profissionais que estão atuando em seu meio Apesar de não ter conhecimento da inserção dessas mães no mercado de trabalho espera-se que agora, a mudança da licença maternidade de quatro meses para seis meses, pratica já concedida em alguns lugares, possa promover menor incidência de desmame precoce.
  17. 17. Referencias bibliográficas 1. Ministério da Saúde. Departamento da Atenção Básica e Nutrição infantil; Aleitamento materno e alimentação complementar. Brasília 2009; Série A. Normas Manuais Técnicos Caderno de Atenção Básica, N°23 2. PARIZOTTO J, ZORZI NT. Aleitamento Materno: fatores que levam ao desmame precoce no município de Passo Fundo RS, O Mundo da Saúde 2008; São Paulo, 32 (4): 466-474. 3. Araújo OD, Cunha ALd, Lustosa LR, Campelo SMA, Aleitamento materno: fatores que levam ao desmame precoce. Revista Brasileira de Enfermagem; Brasília 2008; jul-ago; v. 61, n4, PP 488-92. 491. 4. Caldeira AP. A situação do aleitamento materno em Montes Claros, MG: estudo de uma amostra representativa. Jornal de Pediatria. 2000, v.76, n.1 pp65-72. 5. Arantes, Cassia I.S.; Amamentação Visão das Mulheres que Amamentam, Jornal de Pediatria.1995, vol 71, nº4 1995. 6. Ministério da Saúde (MS). Prevalência de aleitamento materno nas capitais brasileiras e no Distrito Federal – Relatório Final. Brasília: MS; 2000.
  18. 18. 7. OMS - Organização Mundial de Saúde. UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância Proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno. Genebra: OMS; 1989. 8. Brasil (2009). Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Criança. Passaporte da cidadania. 6ª Tiragem. 6a ed. 9. Volpini, CCA, Moura EC. Determinantes do desmame precoce no distrito noroeste de Campinas. 2005. 10. Kummer SC et, al, Evolução do padrão de aleitamento materno. Revista de Saúde Pública, 2000 São Paulo, v.34 n.2 abr. 11. Giugliani ERJ. O aleitamento materno na prática clínica. J Pediatr. 2000; 21:238- 52. 12. Mulher, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, Secretária da Atenção à Saúde, Ministério da Saúde. Pré-natal puerpério: Atenção Qualificada e Humanizada; Manuel Técnico. Brasília, 2006, Ministério da Saúde 2º edição. 13. Assistência Pré-natal: Manual técnico/equipe de elaboração: Janine Schirmer et al; 3ª edição – Brasília, 2000, Secretaria de Políticas de Saúde - SPS/Ministério da Saúde. 14. Carrascoza K C, Costa JAL, Ambrosato GMB, Morais ABA, Análise de variáveis Biopsicossociais relacionadas ao desmame precoce. Paidéia, 2005, 15(30), 93 – 104.
  19. 19. 15. Ciampo LAD, Ferraz IS, Daneluzzi JC, Ricco CEMJ, Junior CEM, Aleitamento materno exclusivo do discurso á prática. Pediatria São Paulo: 2008. Agradecimentos A todos que colaboram para a realização desta pesquisa, a minha orientadora Ligia B. B. Franz e também à nutricionista Cledi S. Zappe Coordenadora do Serviço de Nutrição.
  20. 20. Tabela 01: Descrição das mães das crianças beneficiárias do Programa de Combate às Carências Nutricionais da Secretaria Municipal de Saúde de Ijuí/RS, no ano de 2011. Características das mães N % Idade das Mães 56 100,0 14 – 19 7 12,5 20 – 35 43 76,8 ≥ 36 6 10,7 Escolaridade da mãe 56 100,0 Analfabeta 5 8,9 Nível fundamental incompleto 36 64,3 Nível fundamental completo 13 23,2 Ensino médio incompleto 1 1,8 Ensino médio Completo 1 1,8 Estado civil 56 100,0 Solteira 25 44,6 Casada 29 51,8 Separada 2 3,6 Numero de filhos 56 100,0 1 21 37,5 2 23 41,1 > 3 12 21,4 Tipo de parto da criança avaliada 56 100,0 Parto normal 18 32,1 Cesária 34 60,7 Adotado 2 3,6 Renda familiar (salário mínimo) 56 100,0 >1 10 17,9 1 28 50,0 2 14 25,0 > 3 4 7,1
  21. 21. Tabela 02: Descrição das crianças beneficiárias do Programa de Combate às Carências Nutricionais da Secretaria Municipal de Saúde de Ijuí/RS, no ano de 2011. Características das crianças N % Peso ao nascer 56 100,0 Muito baixo peso 3 5,4 Baixo peso ao nascer 11 19,6 Peso insuficiente 17 30,4 Peso adequado 24 42,9 Excesso de peso 1 1.8 Idade gestacional ao nascimento 56 100,0 28 a 37 27 48,4 38 a 40 22 39,3 > 40 4 7,2 Sem dados 3 5,4 Idade das crianças quando iniciaram a introdução de complemento alimentar 56 100,0 0 a 15 dias 10 17,9 >15 dias a 01 mês 10 17,9 >1mês a 2meses 14 25,0 >2 meses a 3meses 12 21,4 >3 meses a 4meses 6 10,7 > 4 meses a 6meses 4 7,1 Apgar 56 100 8 a 10 sem asfixia 45 80,4 5 a 7 asfixia leve 7 12,5 <4 asfixia moderada 1 1,8 Sem dados 3 5,4 Perímetro cefálico 56 100 < 34 19 34 34 a 35 18 32,2 > 35 12 21,4 Sem dados 7 12,5 Idade das crianças quando iniciaram a introdução de complemento alimentar 56 100 0 a 15 dias 10 17,9 > 15 dias a 1 mês 10 17,9 > 1 mês a 2 meses 14 25 > 2 meses a 3 meses 12 21,4
  22. 22. Tabela 03: Idade e estado nutricional das crianças quando iniciaram a introdução de complemento alimentar. Idade das crianças Estado nutricional Peso adequado para a idade Baixo peso para a idade Muito baixo peso para a idade Sem dados TOTAL 0 a 15 dias Linha % Col % 0 0,0 0,0 9 90,0 29,0 1 10,0 25,0 0 0,0 0,0 10 100,0 17,9 > 15 dias a 1 mês Linha % Col % 4 40,0 20,0 5 50,0 16,1 1 10,0 25,0 0 0,0 0,0 10 100,0 17,9 > 1 mês a 2 meses Linha % Col % 6 42,9 30,0 7 50,0 22,6 0 0,0 0,0 1 7,1 100,0 14 100,0 25,0 > 2 meses a 3 meses Linha % Col % 4 33,3 20,0 7 58,3 22,6 1 8,3 25,0 0 0,0 0,0 12 100,0 21,4 > 3 meses a 6 meses Linha % Col % 6 50,0 15,0 3 33,3 6,5 1 16,7 25,0 0 0,0 0,0 10 100,0 10,7 TOTAL Linha % Col % 20 35,7 100,0 31 55,4 100,0 4 7,1 100,0 1 1,8 100,0 56 100,0 100,0
  23. 23. Tabela 04 – Motivos mais citados pelas mães para a introdução de complemento alimentar aos seus filhos antes dos 6 meses de idade. Ijui/RS, 2011. Motivos Nº de citações Pouco leite 47 Pouco ganho de peso da criança 41 Criança prematura Gemelar Outros * 20 13 35 Total 156 100,0 *Fissuras= 6 mães adolescentes= 5 mães depressivas= 5 mãe usuária de crack= 3 criança adotada= 3ausencia de bico no seio=2 refluxo=2 pré eclampsia=2 mamilo invertido= 2 baixo peso=2 constipação=1
  24. 24. Normas do Jornal de Pediatria – periódico para o qual será enviado o artigo. Artigos originais Incluem estudos controlados e randomizados, estudos de testes diagnósticos e de triagem e outros estudos descritivos e de intervenção, bem como pesquisa básica com animais de laboratório. O texto deve ter no máximo 3.000 palavras, excluindo tabelas e referências; o número de referências não deve exceder 30. O número total de tabelas e figuras não pode ser maior do que quatro. Orientações Gerais O original – incluindo tabelas, ilustrações e referências bibliográficas – deve estar em conformidade com os "Requisitos Uniformes para Originais Submetidos a Revistas Biomédicas", publicado pelo Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas (http://www.icmje.org). Cada seção deve ser iniciada em nova página, na seguinte ordem: página de rosto, resumo em português, resumo em inglês, texto, agradecimentos, referências bibliográficas, tabelas (cada tabela completa, com título e notas de rodapé, em página separada), figuras (cada figura completa, com título e notas de rodapé, em página separada) e legendas das figuras. A seguir, as principais orientações sobre cada seção: Página de Rosto A página de rosto deve conter todas as seguintes informações: a) título do artigo, conciso e informativo, evitando termos supérfluos e abreviaturas; evitar também a indicação do local e da cidade onde o estudo foi realizado; b) título abreviado (para constar na capa e topo das páginas), com máximo de 50 caracteres, contando os espaços; c) nome de cada um dos autores (o primeiro nome e o último sobrenome devem obrigatoriamente ser informados por extenso; todos os demais nomes aparecem como iniciais); d) titulação mais importante de cada autor; e) endereço eletrônico de cada autor; f) informar se cada um dos autores possui currículo cadastrado na plataforma Lattes do CNPq; g) a contribuição específica de cada autor para o estudo; h) declaração de conflito de interesse (escrever "nada a declarar" ou a revelação clara de quaisquer interesses econômicos ou de outra natureza que poderiam causar constrangimento se conhecidos depois da publicação do artigo); i) definição de instituição ou serviço oficial ao qual o trabalho está vinculado para fins de registro no banco de dados do Index Medicus/MEDLINE; j) nome, endereço, telefone, fax e endereço eletrônico do autor responsável pela correspondência; k) nome, endereço, telefone, fax e endereço eletrônico do autor responsável pelos contatos pré-publicação; l) fonte financiadora ou fornecedora de equipamento e materiais, quando for o caso; m) contagem total das palavras do texto, excluindo o resumo, agradecimentos, referências bibliográficas, tabelas e legendas das figuras; n) contagem total das palavras do resumo; o) número de tabelas e figuras. Resumo O resumo deve ter no máximo 250 palavras ou 1.400 caracteres, evitando o uso de abreviaturas. Não colocar no resumo palavras que identifiquem a instituição ou cidade onde foi feito o artigo, para facilitar a revisão cega. Todas as informações que aparecem no resumo devem aparecer também no artigo. O resumo deve ser estruturado, conforme descrito a seguir: Resumo de Artigo Original Objetivo: informar por que o estudo foi iniciado e quais foram as hipóteses iniciais, se houve alguma. Definir precisamente qual foi o objetivo principal e informar somente os objetivos secundários mais relevantes. Métodos: informar sobre o delineamento do estudo (definir, se pertinente, se o estudo é randomizado, cego, prospectivo, etc.), o contexto ou local (definir, se pertinente, o nível de atendimento, se primário, secundário ou terciário, clínica privada, institucional, etc.), os pacientes ou participantes (definir critérios de seleção, número de casos no início e fim do estudo, etc.), as intervenções (descrever as características essenciais, incluindo métodos e duração) e os critérios de mensuração do desfecho. Resultados: informar os principais dados, intervalos de confiança e significância estatística. Conclusões: apresentar apenas aquelas apoiadas pelos dados do estudo e que contemplem os objetivos, bem como sua aplicação prática, dando ênfase igual a achados positivos e negativos que tenham méritos científicos similares.
  25. 25. Abreviaturas Devem ser evitadas, pois prejudicam a leitura confortável do texto. Quando usadas, devem ser definidas ao serem mencionadas pela primeira vez. Jamais devem aparecer no título e nos resumos. Texto O texto dos artigos originais deve conter as seguintes seções, cada uma com seu respectivo subtítulo: a) Introdução: sucinta, citando apenas referências estritamente pertinentes para mostrar a importância do tema e justificar o trabalho. Ao final da introdução, os objetivos do estudo devem ser claramente descritos. b) Métodos: descrever a população estudada, a amostra e os critérios de seleção; definir claramente as variáveis e detalhar a análise estatística; incluir referências padronizadas sobre os métodos estatísticos e informação de eventuais programas de computação. Procedimentos, produtos e equipamentos utilizados devem ser descritos com detalhes suficientes para permitir a reprodução do estudo. É obrigatória a inclusão de declaração de que todos os procedimentos tenham sido aprovados pelo comitê de ética em pesquisa da instituição a que se vinculam os autores ou, na falta deste, por um outro comitê de ética em pesquisa indicado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Ministério da Saúde . c) Resultados: devem ser apresentados de maneira clara, objetiva e em sequência lógica. As informações contidas em tabelas ou figuras não devem ser repetidas no texto. Usar gráficos em vez de tabelas com um número muito grande de dados. d) Discussão: deve interpretar os resultados e compará-los com os dados já descritos na literatura, enfatizando os aspectos novos e importantes do estudo. Discutir as implicações dos achados e suas limitações, bem como a necessidade de pesquisas adicionais. As conclusões devem ser apresentadas no final da discussão, levando em consideração os objetivos do trabalho. Relacionar as conclusões aos objetivos iniciais do estudo, evitando assertivas não apoiadas pelos achados e dando ênfase igual a achados positivos e negativos que tenham méritos científicos similares. Incluir recomendações, quando pertinentes. O texto de artigos de revisão não obedece a um esquema rígido de seções. Sugere-se uma introdução breve, em que os autores explicam qual a importância da revisão para a prática pediátrica, à luz da literatura médica. Não é necessário descrever os métodos de seleção e extração dos dados, passando logo para a sua síntese, que, entretanto, deve apresentar todas as informações pertinentes em detalhe. A seção de conclusões deve correlacionar as ideias principais da revisão com as possíveis aplicações clínicas, limitando generalizações aos domínios da revisão. Agradecimentos Devem ser breves e objetivos, somente a pessoas ou instituições que contribuíram significativamente para o estudo, mas que não tenham preenchido os critérios de autoria. Integrantes da lista de agradecimento devem dar sua autorização por escrito para a divulgação de seus nomes, uma vez que os leitores podem supor seu endosso às conclusões do estudo. Referencias Bibliográficas As referências bibliográficas devem ser numeradas e ordenadas segundo a ordem de aparecimento no texto, no qual devem ser identificadas pelos algarismos arábicos respectivos sobrescritos. Para listar as referências, não utilize o recurso de notas de fim ou notas de rodapé do Word. As referências devem ser formatadas no estilo Vancouver, também conhecido como o estilo Uniform Requirements, que é baseado em um dos estilos do American National Standards Institute, adaptado pela U.S. National Library of Medicine (NLM) para suas bases de dados. Os autores devem consultar Citing Medicine, The NLM Style Guide for Authors, Editors, and Publishers (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/bookshelf/br.fcgi?book=citmed) para informações sobre os formatos recomendados para uma variedade de tipos de referências. Podem também consultar o site "sample references" (http://www.nlm.nih.gov/bsd/uniform_requirements.html), que contém uma lista de exemplos extraídos ou baseados em Citing Medicine, para uso geral facilitado; essas amostras de referências são mantidas pela NLM. Artigos aceitos para publicação, mas ainda não publicados, podem ser citados desde que indicando a revista e que estão "no prelo". Observações não publicadas e comunicações pessoais não podem ser citadas como referências; se for imprescindível a inclusão de informações dessa natureza no artigo, elas devem ser seguidas pela observação "observação não publicada" ou "comunicação pessoal" entre parênteses no corpo do artigo. Os títulos dos periódicos devem ser abreviados conforme recomenda o Index Medicus; uma lista com suas respectivas abreviaturas pode ser obtida através da publicação da NLM "List of Serials Indexed for Online Users", disponível no endereço http://www.nlm.nih.gov/tsd/serials/lsiou.html. Para informações mais detalhadas, consulte os
  26. 26. "Requisitos Uniformes para Originais Submetidos a Revistas Biomédicas". Este documento está disponível em http://www.icmje.org/. Tabelas Cada tabela deve ser apresentada em folha separada, numerada na ordem de aparecimento no texto, e conter um título sucinto, porém explicativo. Todas as explicações devem ser apresentadas em notas de rodapé e não no título, identificadas pelos seguintes símbolos, nesta sequência: *,†, ‡, §, ||,¶,**,††,‡‡. Não sublinhar ou desenhar linhas dentro das tabelas, não usar espaços para separar colunas. Não usar espaço em qualquer lado do símbolo ±. Figuras (fotografias, desenhos, gráficos) Todas as figuras devem ser numeradas na ordem de aparecimento no texto. Todas as explicações devem ser apresentadas nas legendas, inclusive acerca das abreviaturas utilizadas na tabela. Figuras reproduzidas de outras fontes já publicadas devem indicar esta condição na legenda, assim como devem ser acompanhadas por uma carta de permissão do detentor dos direitos. Fotos não devem permitir a identificação do paciente; tarjas cobrindo os olhos podem não constituir proteção adequada. Caso exista a possibilidade de identificação, é obrigatória a inclusão de documento escrito fornecendo consentimento livre e esclarecido para a publicação. Microfotografias devem apresentar escalas internas e setas que contrastem com o fundo. As ilustrações são aceitas em cores para publicação no site. Contudo, todas as figuras serão vertidas para o preto-e- branco na versão impressa. Caso os autores julguem essencial que uma determinada imagem seja colorida mesmo na versão impressa, solicita-se um contato especial com os editores. Imagens geradas em computador, como gráficos, devem ser anexadas sob a forma de arquivos nos formatos .jpg, .gif ou .tif, com resolução mínima de 300 dpi, para possibilitar uma impressão nítida; na versão eletrônica, a resolução será ajustada para 72 dpi. Gráficos devem ser apresentados somente em duas dimensões, em qualquer circunstância. Desenhos, fotografias ou quaisquer ilustrações que tenham sido digitalizadas por escaneamento podem não apresentar grau de resolução adequado para a versão impressa da revista; assim, é preferível que sejam enviadas em versão impressa original (qualidade profissional, a nanquim ou impressora com resolução gráfica superior a 300 dpi). Nesses casos, no verso de cada figura dev e ser colada uma etiqueta com o seu número, o nome do primeiro autor e uma seta indicando o lado para cima. Legendas das Figuras Devem ser apresentadas em página própria, devidamente identificadas com os respectivos números. Lista de Verificação Como parte do processo de submissão, os autores são solicitados a indicar sua concordância com todos os itens abaixo; a submissão pode ser devolvida aos autores que não aderirem a estas diretrizes. 1. Todos os autores concordam plenamente com a Nota de Copyright. 2. O arquivo de submissão foi salvo como um documento do Microsoft Word. 3. A página de rosto contém todas as informações requeridas, conforme especificado nas diretrizes aos autores. 4. O resumo e as palavras-chave estão na língua de submissão (inglês ou português), seguindo a página de rosto. 5. O texto é todo apresentado em espaço duplo, utiliza fonte tamanho 12 e itálico em vez de sublinhado para indicar ênfase (exceto em endereços da internet). Todas as tabelas, figuras e legendas estão numeradas na ordem em que aparecem no texto e foram colocadas cada uma em página separada, seguindo as referências, no fim do arquivo. 6. O texto segue as exigências de estilo e bibliografia descritas nas normas de publicação. 7. As referências estão apresentadas no chamado estilo de Vancouver e numeradas consecutivamente na ordem em que aparecem no texto. 8. Informações acerca da aprovação do estudo por um conselho de ética em pesquisa são claramente apresentadas no texto, na seção de métodos. 9. Todos os endereços da internet apresentados no texto (p.ex., http://www.sbp.com.br) estão ativos e prontos para serem clicados. 10. Na submissão de um original que vá ser submetido a revisão por pares, os nomes e afiliações dos autores devem ser removidos do arquivo principal. Nas referências, os nomes dos autores, títulos de artigos e outras informações devem ser substituídos simplesmente por "Autor," de modo a assegurar um processo de revisão cega.

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