Acessos vasculares

4.921 visualizações

Publicada em

  • Seja o primeiro a comentar

Acessos vasculares

  1. 1. ACESSOS VASCULARES
  2. 2. Acesso Vascular O acesso Vascular, tanto o central como o periférico, para infusão intravenosa é uma das maiores modalidades de tratamento utilizadas na assistência à saúde da maioria dos pacientes hospitalizados.
  3. 3. Indicações nas Emergências Clínicas e Traumáticas ¨ Seja em qual for o tipo de emergência, o acesso venoso deve ser estabelecido no A B C D E ¨ Deve ser considerado “sempre” o tempo resposta ao tratamento definitivoresposta ao tratamento definitivo ¨ Não é uma “exclusividade” da enfermagem ¨ É uma “excelência” para a enfermagem ¨ É um procedimento tão sério e necessário como outro qualquer
  4. 4. Classificação dos Cateteres Vasculares. Os cateteres vasculares são basicamente divididos em: Ø Cateteres de curta permanência, Ø Cateteres de longa permanência que podemØ Cateteres de longa permanência que podem ser: Ø Semi-implantados, como o cateter venoso central; Ø Totalmente implantados, como o Port-a-cath.
  5. 5. Acesso Venoso Periférico • Ordem de prioridade na escolha do local # Mais visível # Mais calibrosa # Mais palpável # Local fácil acesso # Pode ser em dobras # Mais próxima ao coração
  6. 6. Acesso Venoso Periférico MMSS Basílica Cefálica Basílica Cefálica Riscos Artéria Braquial Nervo Braquial Basílica
  7. 7. Acesso Venoso Periférico MMSS Mãos AntebraçoAntebraço Riscos Veias pequenas Maior quantidade de Válvulas Menos calibrosas
  8. 8. Acesso Venoso Periférica MMSS
  9. 9. Acesso Venoso Periférico -MMII MMII ¨ Safena RiscosRiscos ¨ Trombose ¨ Extremamente dolorido ¨ Longe do coração ¨ Maior quantidade de ¨ válvulas
  10. 10. Acesso Venoso Periférico – Região Cervical – Jugular Externa Região Cervical ¨ Jugular externa ¨ Competência do Enfermeiro RiscosRiscos ¨ Difícil punção ¨ Fluxo invertido ¨ Atrapalha manobras de RCP ¨ Interfere na estabilização da coluna cervical
  11. 11. Acesso Venoso Periférico – Região Cervical – Jugular Externa
  12. 12. Acesso Venoso Periférico – Região Pélvica – Femoral Região Pélvica ¨ Veia Femoral ¨ Competência do Enfermeiro RiscosRiscos ¨ Trombose ¨ Perda do Membro ¨ Punção Arterial ¨ Punção de outras estruturas Importantes ¨ Última opção
  13. 13. Acesso Venoso Periférico – Região Pélvica – Femoral Técnica de Punção de Veia Femoral ¨ Conectar a uma seringa, preferencialmente 10 cc ¨ Inserção da agulha a¨ Inserção da agulha a 45º ¨ Entrar com agulha mantendo aspiração do Êmbolo ¨ Se paciente sem pulso, localizar ponto conforme figura
  14. 14. Acesso Venoso Periférico – Região Pélvica – Femoral Técnica de Punção de Veia Femoral ¨ Após punção prosseguir com o cateter em plano frontal á pelefrontal á pele ¨ Fixar com gases se for Necessário ¨ Quando conseguido expansão volêmica puncionar outra veia e retirar o femoral
  15. 15. Acesso Venoso Periférico – Intraóssea Intra-óssea ¨ Tíbia Proximal ¨ Crianças < 6 anos ¨ Competência do Enfermeiro RiscosRiscos ¨ Infecção ¨ Transfixação do osso ¨ Infiltração subcutâneo ou Periósteo ¨ Necrose da pele por pressão ¨ Lesão da placa epifisária ¨ Hematoma
  16. 16. Acesso Venoso Periférico – Intraóssea Técnica ¨ Local: superfície ântero-medial da tíbia, ~ a 1 dedo (1 a 3 cm) da tuberosidade tibial ¨ Introduzir a agulha a 45°, 60° ou 90°90° ¨ Passado a pele avance com movimentos rotatórios ¨ Diminuído a resistência, conecte agulha com S.F. 0.9%, aspire, perceba conteúdo medular e lave com com 5 ml da solução ¨ Retire no máximo em 2 horas, após punção venosa
  17. 17. Acesso Venoso Periférico – Intraóssea
  18. 18. Cateteres de Curta Permanência. Cateter venoso periférico – Jelco Vantagens: • Menor probabilidade de perfuração inadvertida da veia• Menor probabilidade de perfuração inadvertida da veia do que com agulha do tipo borboleta; •Mais confortável para o paciente; •Linha radiopaca para localização fácil; •Necessidade de restrição de movimentos; •Maior tempo de permanência (96h).
  19. 19. Cateteres de Curta Permanência. ¨ Desvantagens • Inserção difícil • É necessário cuidado especial para se verificar• É necessário cuidado especial para se verificar a inserção da agulha e do cateter na veia
  20. 20. Cateteres de Curta Permanência SCALP VANTAGENS Agulhas de paredes finas, muito afiadas próprioAgulhas de paredes finas, muito afiadas próprio para pequenos vasos, possibilitando inserção difícil através de pele resistente
  21. 21. SCALP ¨ DESVANTAGENS Cateteres de Curta Permanência DESVANTAGENS • Ocorre infiltração com facilidade • Adequado para maioria das infusões, mas a velocidade de infusão deve ser menor; • Menor tempo de permanência (48h).
  22. 22. ¨ Região Cervical Jugular externa Competência do Enfermeiro ¨ Riscos Cateteres de Curta Permanência ¨ Riscos Difícil punção Fluxo invertido Atrapalha manobras de RCP Interfere na estabilização da coluna cervical
  23. 23. Cateter de Longa Permanência Cateter Venoso Central Indicações ¨ Disfunção cardiovascular pré-existente;¨ Disfunção cardiovascular pré-existente; ¨ Procedimentos cirúrgicos; ¨ Infusão de fluidos; ¨ Coleta de sangue para exames; ¨ Acesso venoso (em pacientes com difícil acesso)
  24. 24. Locais de Inserção ¨ Jugular Interna; ¨ Jugular Externa; ¨ Veia Subclávia;¨ Veia Subclávia; ¨ Femural; ¨ Veia Braquial.
  25. 25. Complicações ¨ Pneumotórax, hemotórax e hidrotórax; ¨ Perfuração vascular/cardíaca; ¨ Arritmias cardíacas;Arritmias cardíacas; ¨ Infecção; ¨ Lesões de nervos; ¨ Lesão de ducto torácico; ¨ Embolia gasosa; ¨ Trombose venosa; ¨ Oclusão de cateter.
  26. 26. Complicações raras do acesso venoso central ¨ Osteomielite de clavícula; ¨ Fístula artério-venosa; ¨ Perfuração traqueal ou exofágica; ¨ Lesão arterial com formação de pseudo-aneurisma;¨ Lesão arterial com formação de pseudo-aneurisma; ¨ Punção aórtica; ¨ Enfisema de subcutâneo ¨ Infarto pulmonar.
  27. 27. Cateter Central de Inserção Periférica PICC Indicando para neonatos prematuros extremos em uso de drogas vasoativas, nutrição, Parenteral – NPT ou prolongada, antibioticoterapia e infusões hipertônicas. Além de terapia intravenosa em RN’shipertônicas. Além de terapia intravenosa em RN’s críticos, crianças e adultos.
  28. 28. Indicações • Tipo de droga • Duração da terapia • Condições da rede vascular periférica • Patologia e estado clínico do paciente
  29. 29. Contra Indicações • Rede Venosa comprometida • Trombose venosa • Coleta de sangue • Infusão de hemoderivados • Necessidade de veias para outros propósitos • Infecção, escoriação ou queimaduras na região de punção venosa
  30. 30. Vantagens • Menos estresse, dor; • Menos venodissecções; • Complicações: infecção, lesões por infiltrações e extravasamento, pneumotórax, hemotórax; • Evitar tricotomia couro cabeludo; Diminui o risco de infecção pela região de• Diminui o risco de infecção pela região de inserção; • Inserido por enfermeiros; • Evitar múltiplas punções venosas; • Preservar sistema vascular periférico; • Acesso central de longa permanência; • Facilidade na inserção e remoção.
  31. 31. Desvantagens • Requer treinamento especial para inserção e manutenção • Não é suturado • Requer acesso em veias calibrosas e íntegras• Requer acesso em veias calibrosas e íntegras • Não permite a verificação de pressão arterial em membro cateterizado • Tempo de 45 minutos a uma hora de procedimento
  32. 32. Dissecção Venosa Procedimento cirúrgico, indicado na impossibilidade de acesso venoso periférico para hidratação venosa, infusão de nutrição parenteral e outrosvenosa, infusão de nutrição parenteral e outros medicamentos que necessitam infusão continua e são essenciais a condição de manutenção de vida.
  33. 33. Outros Dispositivos Intra-Venosos Portocath
  34. 34. Cuidados de Enfermagem ¨ Higiene das mãos antes e após o procedimento de punção; ¨ Evitar tricotomia; ¨ Fricção no local da punção com álcool a 70%; ¨ Higiene no local de inserção dos medicamentos com álcool a 70%;70%; ¨ Observação continua para evitar obstrução e flebites; ¨ Atentar para presença de febre e secreção no local de inserção; ¨ Salinização ou heparinização; ¨ Identificar o acesso com: data e hora da punção, data da troca, Nº do dispositivo; assinatura e ou carimbo do profissional.

×