Contribuição para o estabelecimento de
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Objetivos
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Concreto
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 revestimento da armadura;
 proteção catódica;
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Revestimentos de Proteção superficial
Segundo a norma BS 6150 (1991):
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Revestimentos de Proteção Superficial
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Caracterização
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Desempenho
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perante à ação do meio ambiente.
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Programa
Experimental
Programa Experimental
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Programa
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Projeto: limitação de tamanho e medições eletroquímicas.
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adequado, embora seja necessário um maior número de CPs.
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Exposição ao CO2
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Exposição ao CO2
Corpos-de-prova Revestidos com Verniz Poliuretânico Antipichação -
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Antipichação - 43o dia
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Exposição ao CO2
Corpos-de-Prova Sem Revestimento - 15o dia
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Corpos-de-Prova Sem Revestimento - 43o dia
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Aplicados sobre concreto:
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 diferentes espessuras, recém-aplicado e envelhecido,
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Metodologia de seleção de vernizes na proteção ao concreto armado contra a penetração de agentes agressivos

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Acrylic varnishes are widely used as protective coatings for Brazilian residential, commercial and industrial constructions. However, the market offers other types of varnishes as a result of the great technological development occurring in the chemical industry dedicated to the civil construction. Among the available varnishes, it can be pointed those based on polyurethanic resins, especially antigraffiti polyurethanic varnishes. The polyurethanic coatings remain intact even after several graphite removal cleaning processes. Thus, they present larger application being a good choice for replacing the acrylic varnishes used in civil construction. Acrylic varnishes, apparently, don’t protect the concrete surface from graphite and their protective properties against aggressive environmental compounds are inferior than the polyurethanic base varnishes. The objective of this work was to compare the performance of two protective varnishes available in the market for protecting concrete structures, one traditional and another based on polyurethane resin. The comparison was done through characterization tests and performance tests in order to verify their behavior against two environmental aggressive compounds: carbon dioxide and chlorides. The obtained results confirmed the superiority of the antigraffiti polyurethanic varnish, as much in characteristics as performance in protection barrier.

Os vernizes acrílicos são largamente utilizados como revestimento de acabamento nas edificações brasileiras. Além destes vernizes, o mercado oferece outras opções decorrentes do grande avanço tecnológico da indústria química voltada para construção civil. Dentre os vernizes recentemente incorporados no mercado, citam-se os à base de poliuretano, em destaque aqueles que são denominados como antipichação. O filme deste tipo de verniz mantém-se íntegro mesmo após constantes limpezas para a remoção de pichações na sua superfície. Desta forma, o verniz antipichação tem um maior campo de aplicação, podendo ser, também, um substituto no emprego, generalizado, do verniz acrílico nas construções, já que o mesmo, além de não proteger as fachadas contra pichações, aparentemente, tem um desempenho inferior como barreira de proteção contra os agentes mais potencialmente nocivos ao concreto armado. O objetivo do presente trabalho foi comparar dois vernizes de proteção para concreto aparente disponíveis no mercado, um acrílico tradicional e outro poliuretano. Esta comparação foi realizada por meio de ensaios de caracterização e de ensaios de desempenho destinados a verificar o comportamento dos vernizes em relação a dois agentes agressivos: o dióxido de carbono e os íons cloreto. Os resultados obtidos confirmaram a superioridade do verniz poliuretano antipichação em relação ao verniz acrílico, tanto em características como em desempenho como barreira de proteção.

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Metodologia de seleção de vernizes na proteção ao concreto armado contra a penetração de agentes agressivos

  1. 1. Contribuição para o estabelecimento de metodologia de seleção de vernizes na proteção ao concreto armado contra a penetração de agentes agressivos Adriana de Araujo Trabalho Final do Programa de Mestrado em Habitação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT Área de concentração: Tecnologia e Construção de Edifícios Apoio: FAPESP junho/2004
  2. 2. Objetivos  revisão bibliográfica: trabalhos e normas;  apresentação e seleção de ensaios de caracterização e de desempenho para vernizes de proteção;  proposição de metodologia para os ensaios não- normalizados selecionados;  realização da série de ensaios selecionados: validação das metodologias propostas e avaliação de dois vernizes de mercado;  destaque aos ensaios mais relevantes: devem constar nos catálogos e merecem estudos específicos. Metodologia de seleção de vernizes de proteção ao concreto armado:
  3. 3. Importância do Tema Predominância do emprego do concreto nas construções. Elevada agressividade do meio ambiente: grandes centros urbanos e orla marinha. Emprego generalizado de revestimentos superficiais nas estruturas de concreto aparente. Falta de informação no mercado da construção civil: produtos e normas. Avanço na indústria química para a construção civil: novos produtos.
  4. 4. Concreto  H2O: desagregação do concreto e manchas superficiais (lixiviação dos finos, ataque químico). Agente necessário para ocorrer a corrosão da armadura;  CO2: manchas superficiais (eflorescência e água) e microfissuração. Diminuição do pH da pasta, podendo despassivar a armadura e início de corrosão;  Cl-: corrosão intensa da armadura. Aparecimento de manchas avermelhadas na superfície do concreto, fissuração e desagregação. Agentes que podem comprometer o desempenho das estruturas, promovendo a perda da sua estética e integridade:
  5. 5.  revestimento da armadura;  proteção catódica;  revestimentos de proteção superficial. Proteção das estruturas: Concreto Alguns dos sistemas mais bem sucedidos para a proteção das estruturas em concreto são (ACI 201, 1995):
  6. 6. Revestimentos de Proteção superficial Segundo a norma BS 6150 (1991):  prevenir a deterioração do concreto quando a espessura de cobrimento e/ou sua integridade não garantem uma adequada proteção às armaduras;  prevenir a penetração do dióxido de carbono, água e sais, tanto para estruturas recuperadas, como recém-executadas.
  7. 7. Revestimentos de Proteção Superficial Não formadoras de filme Formadoras de filme Argamassas (CANOVAS, 1994) (espessura < 1 mm) (paredes dos poros) (obstrução dos poros) (espessura > 1 mm) Não formadoras de filme Formadoras de filme Pinturas (BSI 6150, 1991):  pigmentadas: tintas;  transparentes: vernizes e hidrofugantes;  seladoras: preparação do substrato.
  8. 8. Caracterização Ensaios de determinação das propriedades físicas, químicas e mecânicas dos revestimentos. Pinturas - vernizes Ampla pesquisa de ensaios disponíveis e métodos de execução:  desenvolvimento de formulações;  qualidade: aparência, cobertura, aplicabilidade etc.;  determinar propriedades essenciais e especiais.
  9. 9.  estado líquido: tempo de secagem, teor de sólidos, viscosidade, Tg etc;  filme livre: permeabilidade e flexibilidade;  aplicado sobre o concreto: aderência, espessura do filme, aparência etc.;  aplicado sobre o aço: flexibilidade, espessura do filme, impacto, abrasão etc. Ensaios Pinturas - vernizes Caracterização:
  10. 10. Desempenho Ensaios, naturais ou artificiais, que avaliam os revestimentos perante à ação do meio ambiente. Ampla pesquisa de ensaios disponíveis e métodos de execução:  definir o campo de aplicação do revestimento;  estudar as falhas decorrentes e suas causas;  estipular a vida útil do revestimento. Pinturas - vernizes
  11. 11.  exposição às intempéries: raios ultravioleta e H2O de condensação;  exposição ao CO2: CO2 em diferentes concentrações e condições climáticas;  exposição à H20: imersão e câmara de condensação;  exposição ao Cl-: H2O contaminada por Cl- e corrente impressa. Ensaios Desempenho: Pinturas - vernizes
  12. 12. Programa Experimental
  13. 13. Programa Experimental Seleção dos ensaios de caracterização e descrição do seu método de execução. Seleção dos ensaios de desempenho e descrição ou proposição do seu método de execução. Metodologia: Realização dos ensaios para os vernizes... Verniz acrílico Verniz poliuretânico antipichação Tradicionalmente utilizado Monocomponente e aparentemente de melhor desempenho
  14. 14. Ensaios de caracterização selecionados... Programa Experimental
  15. 15. Ensaios de caracterização selecionados: Verniz Líquido Filme Livre Identificação da resina Temperatura de transição vítrea Massa específica Teor de sólidos por massa/volume Viscosidade Tempo de secagem Espessura do filme úmido Permeabilidade ao vapor H2O Permeabilidade ao CO2
  16. 16. Ensaios de caracterização selecionados: Concreto Aço Aderência Espessura do filme seco (método de corte em “V”) Remoção de pichação Flexibilidade Espessura do filme seco (método magnético)
  17. 17. Ensaios de desempenho selecionados... Programa Experimental
  18. 18. Ensaios de desempenho selecionados: Ensaios Exposição U.V. e H2O Exposição ao CO2 Exposição ao Cl-
  19. 19. Ensaio de exposição U.V. e H2O: Equipamento: câmara de intemperismo. Condições de ensaio: ciclo de exposição, de 4 h aos U.V. e 4 h à água de condensação. Avaliações: exame visual. Seleção inicial dos revestimentos. Verificar a resistência dos revestimentos, em especial o aparecimento de falhas no filme, decorrentes da exposição aos raios ultravioleta. O ensaio normalizado... Objetivo
  20. 20. Ensaio de exposição ao CO2: Equipamento: câmara de carbonatação. Condições de ensaio: insuflamento de 20% de CO2, U.R. em torno de 65% e T de 23°C. Acompanhar a evolução da carbonatação, a despassivação do aço e o início de estado ativo de corrosão. O ensaio proposto... Objetivo
  21. 21. Ensaio de exposição ao Cl-: Equipamento: câmara de névoa salina; Condições de ensaio: ciclo de molhagem e secagem: 2 dias de exposição à névoa salina e 5 dias em ambiente de laboratório. Acompanhar a evolução do ingresso do Cl- e a despassivação do aço e o início de estado ativo de corrosão. Objetivo O ensaio proposto...
  22. 22. Corpos-de-prova: ensaios de desempenho propostos... Programa Experimental
  23. 23. Projeto: limitação de tamanho e medições eletroquímicas. Componentes/traço: microestrutura e relação a/c (0,50 e 0,65). Acabamento: liso e com baixa porosidade. No CPs: duração dos ensaios e ensaios de acompanhamento. Corpos-de-prova: Potencial de corrosão. Velocidade de corrosão. Variação de massa. Prof. de carbonatação. Ingresso de cloreto. Inspeção de falhas.
  24. 24. Potencial de Corrosão: Eletrodo de Trabalho Eletrodo de Referência Medição direta com potenciostato. Corpo-de-prova armado:
  25. 25. Contra-Eletrodo Eletrodo de Trabalho Eletrodo de Referência Cálculo automática: obtenção do Rp e dos valores das constantes de Tafel (curva de polarização) e cálculo da velocidade de corrosão. Cálculo manual: obtenção de Rp (curva de polarização ao redor do potencial) e cálculo da velocidade de corrosão com a adoção dos valores das constantes de Tafel sugeridos por Andrade. Velocidade de Corrosão: Corpo-de-prova armado:
  26. 26. Resultados e discussão
  27. 27. Ensaios de desempenho propostos (1o Fase) Para facilitar a apresentação... Resultados e Discussão Ensaios de desempenho propostos (2o Fase) e de exposição ao U.V. e H2O Ensaios de caracterização
  28. 28. 1o Fase - Ensaios de desempenho propostos...
  29. 29. Ensaio de exposição ao CO2...
  30. 30. 1,94 2,79 0,59 1,35 1,93 2,45 2,18 0,58 0,33 0,21 0,64 0,44 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 1,6 1,8 2 2,2 2,4 2,6 2,8 3 Referência 5º dia 14º dia 28º dia Dias Variaçãodemassa(%) 0 2,5 5 7,5 10 12,5 15 17,5 20 22,5 25 27,5 Referência 5º dia 14º dia 28º dia Dias Profundidadedecarbonatação(mm) 0 5 10 15 20 25 30 Referência 5º dia 14º dia 28º dia Dias Profundidadedecarbonatação(mm) NCP a/c 50 AC NCP a/c 65 AC NCP a/c 50 PU NCP a/c 65 PU -400 -350 -300 -250 -200 -150 -100 -50 0 Referência 5º dia 14º dia 28º dia Dias PotencialdeCorrosão(mV) (1) ACP a/c 50 AC (2) ACP a/c 50 AC (1) ACP a/c 65 AC (2) ACP a/c 65 AC (1) ACP a/c 50 PU (2) ACP a/c 50 PU (1) ACP a/c 65 PU (2) ACP a/c 65 PU Profundidade de Carbonatação Variação de MassaPotencial de Corrosão
  31. 31. Variação de Massa: ensaio + representativo da permeabilidade a H2O. Estabilizar massa dos CP.: cura Ter maior controle da U.R ambiente Aspersão: constante acompanhamento, maior número de CPs e de pontos de medições. Análise microscópica: menor numero de ensaios e no início da exposição. Controle do % de CO2 e da U.R. Prof. de Carbonatação: aspersão e análise microscópica são ensaios adequados. Falta de controle na U.R. e da % de CO2 na câmara
  32. 32. Potencial e Velocidade de Corrosão: potencial é o ensaio + adequado, embora seja necessário um maior número de CPs. Potencial: maior número de CPs e constante acompanhamento. Velocidade: dado complementar. Realização esporádica Inspeção de Falhas no Filme: sem degradação.
  33. 33. Ensaio de exposição ao Cl-...
  34. 34. 1,42 -1,45 1,42 -1,07 1,54 -1,05 1,24 -1,09 1,16 2,04 -1,91 2,04 -1,52 2,12 -1,7 1,92 -1,77 1,83 0,51 -0,42 0,51 -0,17 0,36 -0,2 0,42 -0,39 0,88 0,3 -0,26 0,3 0,25 -0,09 0,22 -0,1 0,4 -0,13 -2,5 -2 -1,5 -1 -0,5 0 0,5 1 1,5 2 2,5 1º Ciclo 4º Ciclo 6º Ciclo 7º Ciclo 8º Ciclo Ciclos Variaçãodemassa(%) NCP a/c 50 AC NCP a/c 65 AC NCP a/c 50 PU NCP a/c 65 PU Potencial de Corrosão 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 1,6 1,8 Referência 1º Ciclo 4º Ciclo Ciclos %deCloretos NCP a/c 50 AC (média) NCP a/c 50 AC (5 mm a 10 mm) NCP a/c 65 AC (média) NCP a/c 65 AC (5 mm a 10 mm) NCP a/c 50 PU (média) NCP a/c 50 PU (5 mm a 10 mm) NCP a/c 65 PU (média) NCP a/c 65 PU (5 mm a 10 mm) Variação de Massa Análise Química 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Referência 1º Ciclo 4º Ciclo Ciclos Profundidadedecontaminação(mm) -800 -700 -600 -500 -400 -300 -200 -100 0 Referência 1º Ciclo 3º Ciclo 4º Ciclo 6º Ciclo 7º Ciclo 8º Ciclo 9º Ciclo Ciclos Potencialdecorrosão(mV) Aspersão de Nitrato
  35. 35. Variação de massa: ensaio representativo da permeabilidade a H2O. Medidas em cada etapa dos ciclos. Análise química: menor numero de ensaios e limitados ao início da exposição. Aspersão: constante acompanhamento, maior número de CPs e de medições. Manter condições de operação da câmara. Ingresso de cloretos: análise química é eficiente para quant. a % de Cl- e aspersão é um ensaio rápido e indica elevada contaminação.
  36. 36. Potencial e Velocidade de Corrosão: potencial é o ensaio + adequado, embora seja necessário um maior número de CPs. Os valores de velocidade são incoerentes. Potencial: maior número de CPs e constante acompanhamento. Velocidade: não-aplicável. Maior número de ciclos. Realização esporádica Inspeção de Falhas no filme: sem degradação.
  37. 37. Corpos-de-prova...
  38. 38. Adotar a/c 0,65. Maior período de cura e estabilizar a massa previamente. Melhorar o adensamento evitando o estucamento. Maior cuidado e controle na aplicação dos vernizes Traço: interferência em alguns resultados, a/c 0,65 mais rápida a degradação. Cura: insuficiente para manter uma baixa umidade superficial Acabamento: falha de concretagem. Elementos chumbados: caminhos preferenciais. Pintura: variação na espessura dos vernizes. Melhorar aderência do tubo plástico, sendo o mesmo mais rígido. Corpo-de-prova...
  39. 39. 2o Fase - Ensaios de desempenho...
  40. 40. Ensaio de exposição ao CO2...
  41. 41. 252525 25 20 15 14,74 22 12 14 17 9,25 25 16 2525 15,54 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 Referência 8º dia 15º dia 29º dia 43º dia 61º dia 91º dia Dias Profundidadedecarbonatação(mm) Acrílico (aspersão) Acrílico (análise) Poliuretânico (aspersão) Poliuretânico (análise) Sem revestimento (aspersão) Sem revestimento (análise) Profundidade de carbonatação: aspersão de indicador de pH e análise microscópica Carbonatação Total Poliuretânico: 60 µm /D.P. 17 µm Acrílico: 32 µm /D.P. 8 µm
  42. 42. -700 -650 -600 -550 -500 -450 -400 -350 -300 -250 -200 -150 -100 -50 0 Referência 8º dia 15º dia 43º dia 61º dia 91º dia Dias PotencialdeCorrosão(Mv,ECS) CP1 CP2 CP3 CP4 CP5 CP6 CP7 CP8 CP9 CP10 Potencial de corrosão - Corpos-de-Prova Revestidos com Verniz Acrílico Corrosão Carbonatação total
  43. 43. Exposição ao CO2 Corpo-de-Prova Revestimento com Verniz Acrílico - 15o dia Barra
  44. 44. Exposição ao CO2 Corpo-de-Prova Revestimento com Verniz Acrílico - 43o dia
  45. 45. Exposição ao CO2 Corpo-de-Prova Armado Revestimento com Verniz Acrílico - 43o dia
  46. 46. -700 -650 -600 -550 -500 -450 -400 -350 -300 -250 -200 -150 -100 -50 0 Referência 8º dia 15º dia 43º dia 61º dia 91º dia Dias PotencialdeCorrosão(Mv,ECS) CP1 CP2 CP3 CP4 CP5 CP6 CP7 CP8 CP9 CP10 Potencial de corrosão - Corpos-de-Prova Revestidos com Verniz Poliuretânico Antipichação Corrosão Carbonatação total
  47. 47. Exposição ao CO2 Corpos-de-prova Revestidos com Verniz Poliuretânico Antipichação - 15o dia
  48. 48. Exposição ao CO2 Corpos-de-prova Revestidos com Verniz Poliuretânico Antipichação - 43o dia
  49. 49. Exposição ao CO2 Corpo-de-prova Armado Revestido com Verniz Poliuretânico Antipichação - 43o dia
  50. 50. -700 -650 -600 -550 -500 -450 -400 -350 -300 -250 -200 -150 -100 -50 0 Referência 8º dia 15º dia 43º dia 61º dia 91º dia Dias PotencialdeCorrosão(Mv,ECS) CP1 CP2 CP3 CP4 CP5 CP6 CP7 CP8 CP9 CP10 Potencial de corrosão - Corpos-de-Prova Sem Revestimento Corrosão Carbonatação total
  51. 51. Corpos-de-Prova Sem Revestimento - 8o dia Exposição ao CO2
  52. 52. Corpos-de-Prova Sem Revestimento - 15o dia Exposição ao CO2
  53. 53. Corpos-de-Prova Sem Revestimento - 43o dia Exposição ao CO2
  54. 54. Verniz Acrílico: baixa resistência a carbonatação  rápido início de estado ativo de corrosão. Verniz Poliuretânico Antipichação: elevada resistência a carbonatação (inicialmente localizada)  longo período de manutenção do estado passivo. Discussão ensaio de CO2... Os vernizes...
  55. 55. O ensaio... Condições de Ensaio: adequadas  rápida avaliação comparativa dos revestimentos. Acompanhamentos Fundamentais: potencial de corrosão (constante; 45 dias de ensaio) e profundidade de carbonatação (periódico; 30 dias de ensaio).  a corrosão ocorre antes da carbonatação ser detectada pela fenolftaleína. Copos-de-Prova: adequados  cinco exemplares de armados e de um a três não-armados.
  56. 56. Ensaio de exposição ao Cl-...
  57. 57. 1,93 0,05 2,24 0,70 0,53 0,060,06 1,001,02 0,00 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,20 1,40 1,60 1,80 2,00 2,20 2,40 Referência 2º ciclo 3º ciclo 5º cicloCiclos %deCloretosIngresso de cloretos: análise química e aspersão de nitrato de prata 2,5 11º ciclo 14,61 19,60 3,33 19,06 16,93 9,22 2,67 4,00 2,222,17 1,33 12,44 9,50 6,83 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 Referência 2º ciclo 3º ciclo 5º ciclo 9º cicloCiclos Profundidadedecontaminação Acrílico Poliuretânico Sem revestimento
  58. 58. Ingresso de cloretos: análise química e aspersão de nitrato de prata Sem Revestimento - 5o ciclo Poliuretânico Antipichação - 5o ciclo Acrílico - 5o ciclo
  59. 59. Exposição ao Cl- Sem Revestimento - 11o cicloAcrílico - 11o ciclo Poliuretânico Antipichação - 11o ciclo
  60. 60. -550 -500 -450 -400 -350 -300 -250 -200 -150 -100 -50 0 Referência 1º ciclo 2º ciclo 5º ciclo 6º ciclo 7º ciclo 8º ciclo 9º ciclo 10º ciclo 11º ciclo Ciclos PotencialdeCorrosão(Mv,ECS) CP1 CP2 CP3 CP4 CP5 CP6 CP7 CP8 CP9 CP10 Potencial de corrosão - Corpos-de-Prova Revestidos com Verniz Acrílico Corrosão (0,58%)
  61. 61. Exposição ao Cl- Corpo-de-Prova Revestimento com Verniz Acrílico - 8o ciclo
  62. 62. -320 -270 -220 -170 -120 -70 -20 Referência 1º ciclo 2º ciclo 5º ciclo 6º ciclo 7º ciclo 8º ciclo 9º ciclo 10º ciclo 11º ciclo Ciclos PotencialdeCorrosão(Mv,ECS) CP1 CP2 CP3 CP4 CP5 CP6 CP7 CP8 CP9 CP10 Potencial de corrosão - Corpos-de-Prova Revestidos com Verniz Poliuretânico Antipichação Corrosão (0,03%)
  63. 63. Corpo-de-Prova Revestimento com Poliuretânico Antipichação - 11o ciclo Barra Exposição ao Cl- Corpo-de-Prova Revestimento com Poliuretânico Antipichação - 8o ciclo
  64. 64. -530 -480 -430 -380 -330 -280 -230 -180 -130 -80 -30 R eferência 1ºciclo 2ºciclo 5ºciclo 6ºciclo 7ºciclo 8ºciclo 9ºciclo 10ºciclo 11ºciclo Ciclos PotencialdeCorrosão(Mv,ECS) CP1 CP2 CP3 CP4 CP5 CP6 CP7 CP8 CP9 CP10 Potencial de corrosão - Corpos-de-Prova Sem Revestimento Corrosão (0,73%)
  65. 65. Corpo-de-Prova Revestimento Sem Revestimento - 8o ciclo Exposição ao Cl- Corpo-de-Prova Revestimento Sem Revestimento - 11o ciclo
  66. 66. Verniz Acrílico: baixa resistência ao ingresso de cloretos  alto teor de cloretos na região da barra retarda início da corrosão  diminuição da penetração da H2O (corpos-de-prova sem revestimento a corrosão ocorreu no 5o ciclo). Verniz Poliuretânico Antipichação: elevada resistência ao ingresso de cloretos  baixo teor de cloretos no concreto e manutenção do estado passivo. Discussão ensaio de Cl-... Os vernizes...
  67. 67. Condições: adequadas para rapidamente ser avaliado comparativamente os revestimentos. inadequadas para acompanhar processo corrosivo nos vernizes. Acompanhamentos Fundamentais: teor de cloretos (constante; 5 ciclos) e potencial de corrosão (periódica; > 11 ciclos)  a corrosão ocorre após a presença de altos teores de cloretos na região da barra. Copos-de-Prova: adequados  dez exemplares de armados e de um a três não-armados. Melhorias são importantes. O ensaio...
  68. 68. Ensaio de exposição ao U.V. e H2O...
  69. 69. Discussão ensaio de U.V. e H2O... Os vernizes... Verniz Acrílico/ Verniz Poliuretânico Antipichação: resistência as intempéries (1000 horas de exposição).  sem aparecimento de falhas no filme. O ensaio... Condições: maior período de exposição  sugerido 2000 horas.
  70. 70. Ensaios de caracterização...
  71. 71. Verniz Acrílico Estado Líquido: Verniz Poliuretânico Teor de Sólidos Viscosidade Tempo de Secagem Espes. Filme Úmido Ident. Resina Tg 16% 11,7 s 3 h 40 min. 75 µm acrílica 45° 26% 12,5 s 3 h 10 min. 75 µm isocianato -
  72. 72. Estado Líquido: Discussão ensaios de caracterização... Teor de Sólidos: PU  maior: espessura do filme seco maior do que o AC p/ mesmo consumo. Viscosidade: AC e PU  baixa: limitação do filme úmido por demão (75 µm). Tempo de Secagem: AC  adequado: pouca interferência no esquema de pintura; PU  adequado: controle da aplicação.
  73. 73. Verniz Acrílico Filme Livre: Verniz Poliuretânico Perm. ao Vapor de H2O Perm. ao CO2 Porosidade (filme =132 µm) V = 8,15 g/(m2.d) S = 0,80 m (filme =118 µm) V = 3,23 g/(m2.d) S = 79,00 m (filme =108 µm) V = 7,26 g/(m2.d) S = 1,09 m (filme =87 µm) V = 2,32 g/(m2.d) S = 106,70 m (filme =29,5 µm) A = 0,36% Ø = 0,81 µm Dist. = 19,10 µm (filme =29,7 µm) A = 1,77% Ø = 0,39 µm Dist. = 3,70 µm
  74. 74. Discussão ensaios de caracterização... Filme Livre: Perm. ao vapor de H2O:  melhorias PU  menor perm. para uma menor espessura do filme: camada equivalente próxima ao AC. AC/PU  classificados como média permeabilidade. Perm. ao CO2 :  melhorias PU  menor perm. para uma menor espessura do filme. AC/PU  classificados como efetiva proteção. Porosidade:  maiores estudos AC  <A, >Dist. ~ não determinam menor permeabilidade. PU  < Ø ~ é determinante para a permeabilidade.
  75. 75. Verniz Acrílico Aplicados sobre metal: Verniz Poliuretânico Flexibilidade 1 demão 2 demãos 3 demãos 11,37% 31,11% 32,23% 30,08% 31,97% 32,23% Discussão ensaios de caracterização... Flexibilidade  requer maiores estudos
  76. 76. Aplicados sobre concreto: Verniz Acrílico 2 demãos Verniz Poliuretânico 3 demãos Aderência a/c 0,65 Espes. Filme seco 1o Fase 2o Fase 2,5 MPa 30,0 µm (D.P. = 14) 31,5 µm (D.P. = 8) 3,2 MPa 56,0 µm (D.P. = 24) 60,0 µm (D.P. = 17) Discussão ensaios de caracterização... Espessura de Filme Seco  requer maiores estudos
  77. 77. Considerações Finais
  78. 78. Metodologia adotada permitiu alcançar os objetivos propostos: Os ensaios fundamentais para a seleção de vernizes de proteção foram apresentados, discutidos, realizados e selecionados. As propostas feitas para os ensaios não-normalizados foram validadas. Vernizes de mercado foram avaliados.
  79. 79. Ensaios de Caracterização: Ensaios fundamentais que devem constar em catálogos: Teor de Sólidos, Viscosidade, Tempo de Secagem, Aderência ao concreto, Propriedades especiais  Maiores estudos... Qualidade, aplicabilidade, esquema de pintura... Permeabilidade e Flexibilidade. A aplicação destes ensaios permitiu comparar os dois vernizes... O verniz poliuretânico antipichação tem características superiores ao verniz acrílico.
  80. 80. Ensaios de Desempenho: Os ensaios de acompanhamento... As condições de ensaios... Foram adequadas para todos os ensaios de desempenho realizados, sendo apontados os prazos de realização e as melhorias que podem ser realizadas em cada um deles. A importância de cada ensaio foi analisada, sendo apontados os fundamentais. Os ensaios... Os ensaios avaliam os vernizes perante à ação de importantes agentes ambientais.
  81. 81. São apropriados, mas melhorias são importantes para evitar caminhos preferências em ambientes de alta agressividade. Os corpos-de-prova propostos... Verniz acrílico confere baixa proteção contra a carbonatação mas pode retardar a corrosão devido aos íons cloretos (névoa salina). Verniz poliuretânico antipichação confere boa proteção contra carbonatação e expressiva proteção aos íons cloretos (névoa salina). A aplicação dos ensaios de desempenho também permitiu comparar os dois vernizes...
  82. 82. Avaliação de um maior número de revestimentos  diferentes espessuras, recém-aplicado e envelhecido, diferentes esquemas de pintura etc. Realização de ensaios de desempenho em campo para melhores análises dos resultados. Estudos complementares para os ensaios em filme livre  experimentos de permeabilidade aos íons cloreto. Propor ensaios de caracterização da flexibilidade de revestimentos de baixa espessura  capacidade de acompanhar diferentes aberturas de fissuras.

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